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Após quase seis meses sem aulas presenciais, parte dos alunos da Arena Aquática de Salvador, situada no bairro da Pituba, retomou as atividades nesta quarta-feira (9). Por conta dos protocolos para a prevenção do coronavírus, a capacidade atual do espaço passou a ser de 90 pessoas, 60% da quantidade total de atletas de alta performance da arena, que é de 145.

Seguindo o protocolo de segurança, as aulas passam a ocorrer de segunda a sexta, das 6h às 18h, e aos sábados, das 6h às 10h. São 50 minutos de atividades por turma. São seis turmas no total, sendo três em cada turno.

Na volta ao treino, os alunos foram unânimes ao relatar a alegria e segurança em poder iniciar as atividades práticas. “Achei muito bem feito, está bem seguro, eles estão fazendo umas marcas no chão para manter a distância. Durante o treinamento, uma pessoa fica em cada raia. O período de aula virtual foi bem legal, mas eu prefiro a piscina”, contou Juan Pablo Sena, de 11 anos.

O engenheiro civil Eduardo São Pedro Alves, 46, disse estar confiante. “O processo todo está sendo bem organizado, desde a entrada. Os professores estão nos orientando bem e eu estou me sentindo seguro. Para mim, foram muito difíceis esses meses de suspensão das aulas. Passei cinco meses parado, acabei engordando nove quilos e está sendo duro o recomeço, mas estamos com muita energia e confiante nesse momento”.

Pais que levaram os filhos para as aulas de natação também elogiaram a organização. “Estou achando o máximo, porque, ao menos, tira a ociosidade das crianças, sem deixar de dar atenção a todas as medidas e protocolos estabelecidos pela Prefeitura, é claro. Estou achando as aulas excelentes e bem seguras. Está sendo restrito o acesso de terceiros, só o atleta entra e com todas as medidas de distanciamento", opinou Marcelo Santana, de 39 anos, pai de Artur Santana.

Critérios – Segundo Edvaldo Valério, gerente de Esportes Aquáticos da Secretaria Municipal de Trabalho, Esporte e Lazer (Semtel), nesse momento em que não foi possível que todos voltassem, foi preciso a adoção de alguns critérios para a retomada. “Priorizamos o retorno de atletas de alta performance, alunos que já tenham representado a Arena Aquática em alguma competição esse ano ou que tenham participado de mais eventos em 2019, por exemplo”.

Ele espera que, conforme os índices de pessoas infectadas por Covid-19 for baixando e a Prefeitura faça flexibilizações, mais alunos possam ser atendidos. “Acreditamos que o próximo passo será ter duas pessoas por raia em cabeceiras opostas. Nesse caso, conseguiremos ampliar o número atual, que é hoje de 15 alunos por hora, para 30 por hora, absorvendo todos os 145 atletas”, disse.

Cuidados – Para garantir o distanciamento social, as aulas estão sendo realizadas coletivamente, com o limite de até 15 atletas e distanciamento de dois metros entre cada um deles. Além disso, como medida preventiva, todos devem utilizar máscara enquanto não estiverem na água.

O espaço também está disponibilizando álcool em gel 70% para os alunos e professores e tem passado por higienização e limpeza constantes de ambientes e superfícies.

Virtual – Além dos 145 atletas de alta performance, a Arena Aquática de Salvador conta com outros 255 alunos de iniciação, natação e hidroginástica. No total, são 400 alunos ativos nas modalidades de natação e hidroginástica. Aqueles que não puderam retomar as aulas presenciais nesse momento, por questão de segurança, podem continuar assistindo as aulas on-line com orientação de exercícios funcionais por meio do Google Meet. A plataforma pode ser acessada gratuitamente em computadores, tablets e celulares.

 

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Com objetivo de alertar e conscientizar a população sobre a prevenção ao suicídio, a Prefeitura tem realizado uma série de ações durante o Setembro Amarelo, mês alusivo ao combate do problema. O conjunto de iniciativas inclui a realização de palestras, rodas de conversa e distribuição de material educativo nas salas de espera das unidades de saúde da rede municipal, incluindo os 18 Centros de Atenção Psicossocial (CAPS) e os três Centros de Saúde Mental. Além disso, a gestão pública vai iluminar o Elevador Lacerda na cor amarela para chamar atenção de quem passa pelo local sobre o crescimento dos índices.

O Dia Mundial de Prevenção ao Suicídio é lembrado nesta quinta-feira (10). A data foi criada, em 2003, pela Associação Internacional para a Prevenção do Suicídio (AIPS) e Organização Mundial de Saúde (OMS) com o objetivo de prevenir o suicídio, através de estratégias adotadas pelos governantes.

Para a assistente social Deniz Menezes, que atua na rede municipal há 15 anos, o Setembro Amarelo é o momento de chamar atenção para o problema que pode ser evitado. “Esse é um período para o fortalecimento das políticas públicas. A campanha busca também desmistificar as questões do suicídio, porque muitas vezes as pessoas acham que quem comete suicídio é fraco, mas não podemos pensar desse jeito. Nós temos que superar a questão do preconceito, julgamentos e colocar luz para falar sobre isso de uma forma responsável e acolhendo a dor do outro. É necessário ter empatia, diálogo e entender o que pode ser prevenido”, explica.

De acordo com dados da Associação Brasileira de Psiquiatria (ABP) e do Conselho Federal de Medicina (CFM), são registrados cerca de 12 mil casos todos os anos no Brasil e mais de um milhão no mundo. A maioria registrada é entre jovens. Os dados apontam ainda que 96,8% dos casos estavam relacionados a transtornos mentais. Em primeiro lugar está a depressão, seguida do transtorno bipolar e do abuso de substâncias psicoativas. Segundo ela, essas ações municipais visam alertar para esses altos índices. “Trabalhamos em setembro e durante todo ano para alertar a população”, frisa Menezes.

Suporte o ano inteiro - Para garantir apoio e atendimento à população, a Prefeitura conta com 18 unidades do Centro de Atenção Psicossocial (CAPS) e três Centros de Saúde Mental, com funcionamento de segunda a sexta-feira, das 8h às 17h. Além disso, há a emergência psiquiátrica do município, que funciona 24 horas no 5º Centro de Saúde Clementino Fraga, na Avenida Centenário. Outra alternativa é o Centro de Valorização da Vida (CVV), que realiza ações de apoio emocional e prevenção do suicídio, além de atender de forma gratuita e voluntária todas as pessoas que precisam conversar. O atendimento é feito pelo telefone 188, sob sigilo.

 

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A Secretaria Municipal de Desenvolvimento e Urbanismo (Sedur) iniciou, nesta quarta-feira (9), as fiscalizações dos cursos livres e de reciclagem de vigilantes de segurança, liberados para retomar atividades desde a última terça-feira (8), após publicação do decreto nº 32.461 que define os protocolos para os setores. No primeiro dia de vistoria, a equipe verificou que as instituições ainda estão em processo de adaptação para retomada das atividades, algumas de portas fechadas, outras apenas com a área de administrativo funcionando.

Segundo Everaldo Freitas, coordenador de fiscalização da Sedur, é normal que as instituições retomem as atividades aos poucos, já que é necessário estabelecer novas regras para atender aos protocolos propostos pela Prefeitura. “As normas direcionadas para o funcionamento dos cursos livres pedem esforços para garantir que tudo funcione com segurança. Por isso, é normal que as empresas ainda estejam se adaptando”, disse, pedindo o apoio da população para denunciar eventuais descumprimentos dos protocolos. .

Protocolos - Dentre as normas direcionadas para a operação dos cursos livres está o horário de funcionamento de segunda a sábado, das 10h às 19h. Só poderão frequentar alunos que tenham idade superior a 15 anos e os pertencentes aos grupos de risco deverão ser orientados a não frequentarem as aulas. A carga horária presencial permitida para cada aluno semanalmente será de, no máximo, quatro horas.

O número de discentes em sala também será limitado a 50% da capacidade de cada espaço, sendo que o distanciamento de ao menos 1,5 m entre os alunos deverá ser obedecido. Para manter esse padrão, os locais das cadeiras deverão ser demarcados no chão.

A temperatura dos professores, demais colaboradores e dos alunos deverá ser aferida diariamente antes do início das atividade. Caso algum colaborador apresente temperatura igual ou superior a 37,5 °c ou sintomas de gripe - sendo respiratórios ou não, dor de cabeça, fadiga, diarreia, por exemplo -, deverá ser afastado provisoriamente para avaliação médica.

Deverão ainda ser instalados dispensers com álcool em gel 70% nas salas e corredores e o uso de máscaras será obrigatório para todas as pessoas durante o período de permanência nas unidades de ensino.

Os horários de início e término das aulas deverão ser escalonados para reduzir o fluxo de pessoas entrando e saindo simultaneamente.

Higienização - Outras determinações referem-se a o uso de tapetes higienizadores nas entradas dos estabelecimentos e catracas liberadas para acesso de todos. Além disso, os sanitários deverão dispor de pias que tenham preferencialmente o acionamento automático, sabão líquido para mãos, toalhas de papel e lixeira com tampa e acionamento que dispense o uso das mãos. Superfícies das salas de aula como mesas, cadeiras, teclados, mouses e maçanetas, por exemplo, deverão ser higienizadas antes e após cada aula. Para isto, será necessário um intervalo mínimo de quinze minutos entre cada aula na mesma sala para higienização adequada.

Seguranças - O horário de funcionamento das unidades para este público será de segunda a sexta-feira, das 9h às 19h, e a carga horária presencial para cada aluno será de, no máximo, 35 horas semanais. Do mesmo modo que nos cursos livres, alunos pertencentes aos grupos de risco não devem participar das turmas iniciais e o quantitativo de alunos será limitado a 50% da capacidade de cada sala com distanciamento padrão mantido. As medidas de higienização são semelhantes as direcionadas aos cursos livres, bem como a verificação da temperatura de alunos e colaboradores diariamente. A instalação de dispensers com álcool gel em salas e corredores e o início e término de aulas escalonados também se aplicam para este segmento.

A proibição de eventos nos espaços bem como a distribuição de brindes permanece vedada. Um atendente deverá confirmar a programação de aula para o horário antes de realizar a liberação de acesso dos alunos. Os espaços com catraca também deverão desativá-las. Nestas unidades de ensino, não deverá haver movimentação dos alunos para outras salas ou espaços durante o período da aula.

Além da movimentação, fica proibido o compartilhamento dos equipamentos utilizados no estande de tiro, a exemplo de óculos, abafadores, arma e carregadores. Todos os objetos de prática deverão ser higienizados com álcool ou outro sanitizante antes e após o uso. Já os veículos de escolta armada, incluindo volante, cambio, freio de mão, maçaneta e cintos de segurança, deverão ser higienizados antes e após a utilização por cada guarnição, sendo o uso de máscaras também obrigatório no interior destes veículos.

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A atenção primária à saúde de Salvador foi ampliada na manhã desta quarta-feira (9). O prefeito ACM Neto e o governador Rui Costa inauguraram a Unidade Básica de Saúde (UBS) de Pirajá, em evento que contou ainda com as presenças dos secretários municipal e estadual da área, Leo Prates e Fábio Vilas-Boas, respectivamente.
 
O equipamento foi construído pelo governo do Estado na Rua Elísio Mesquita, próximo à Escola Municipal Professora Alexandrina dos Santos Pita, e será gerido pela Prefeitura. O investimento feito em equipamentos, desapropriação do terreno e construção da unidade foi de R$ 4,4 milhões.
 
Essa é a 15ª UBS entregue em menos de seis meses na cidade e a 6ª em parceria com o governo estadual. A unidade é importante porque nela são prestados atendimentos primários e preventivos, evitando que a população assistida desenvolva problemas crônicos de saúde no futuro.
 
“A partir de agora, a população vai ter a oportunidade de ser atendida em mais essa unidade no bairro. Esperamos que 500 atendimentos por dia sejam realizados aqui. Sem dúvida alguma, o ano de 2020 está marcado como o ano de maior expansão na atenção básica de saúde”, afirmou ACM Neto.
 
Cobertura - Ele lembrou que, em janeiro de 2013, o distrito sanitário de Pirajá tinha uma cobertura de apenas 13,8%, abaixo da média da capital (18%), que era uma das piores do Brasil. Com os esforços realizados desde 2013, a capital baiana saltou para uma cobertura de 56,5% e o distrito sanitário de Pirajá para 78,1%.
 
“Essa é a verdadeira revolução que está acontecendo na saúde pública do município. Os números confirmam isso. Expandir a atenção primária é o único caminho que nós temos para trabalhar com a prevenção e acompanhamento das famílias, oferecendo a médio e em longo prazo um serviço de saúde de muito mais qualidade e mais organizado para a nossa população”, ressaltou ACM Neto.
 
Apoio - O governador Rui Costa ressaltou a importância de apoiar os municípios da região metropolitana. “Essa é a sexta UBS que nós estamos entregando aqui em Salvador. Portanto, isso aqui faz parte de um planejamento que nós temos para reforçar a atenção básica na região metropolitana. Estamos cumprindo a missão de apoiar os municípios para que tenhamos na atenção básica a prevenção necessária na saúde pública”.
 
Atendimento – A partir de amanhã (10), a USB de Pirajá começa a ofertar atendimento médico, de enfermagem e odontológico à comunidade, abrangendo do recém-nascido ao idoso. O posto tem capacidade para atender, em média, 460 pessoas por dia e conta com três equipes de saúde da família e outras três de saúde bucal. Os profissionais vão trabalhar em regime 40 horas semanais.
 
A população da localidade conta, com a nova unidade, com serviços das áreas prioritárias por meio de programas de pré-natal, hipertensão, diabetes, controle da tuberculose, hanseníase e doença falciforme.
 
Isso sem falar nos serviços complementares, entre eles curativo, coleta de material para exames laboratoriais, vacinação, realização de visita domiciliar, marcação de consulta para outras especialidades e outros exames ofertados, dispensação de medicamentos, confecção do cartão SUS (2ª via), acompanhamento das condicionalidades do programa Bolsa Família e acolhimento com classificação de risco.
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Cresceu o número de vagas de emprego para pessoas com deficiência ofertadas pelo Serviço Municipal de Intermediação de Mão de Obra (SIMM), localizado no Comércio. O retorno da oferta de vagas está associado à retomada da economia em Salvador. 
 
A unidade, administrada pela Secretaria Municipal de Trabalho, Esporte e Lazer (Semtel), presta serviços de intermediação de mão de obra, emissão de carteira de trabalho, além de entrada no seguro desemprego, recrutamento, seleção e orientações aos empresários que oferecem as vagas. Somente entre julho e agosto deste ano, 142 vagas foram ofertadas para pessoas com deficiência. 
 
Em razão da pandemia do novo coronavírus e para preservar a saúde e o bem estar dos candidatos, o SIMM adaptou o formato de atendimento para o teleatendimento. As vagas são divulgadas de segunda a sexta-feira no site oficial e nas redes sociais da Semtel. 
 
Os interessados em adquirir uma das vagas podem entrar em contato com o teleatendimento, através do telefone (71) 3202-2003. O funcionamento é das 7h às 16h. Caso o trabalhador esteja dentro do perfil indicado para a vaga, será convocado para uma seleção presencial no SIMM, com horário marcado. 
 
O diretor do SIMM, Magno Felzemburgh, reforçou a importância do serviço para a inclusão de pessoas com deficiência no mercado de trabalho. “Exercemos um papel muito importante nessa intermediação da mão de obra, porque atendemos tanto as pessoas com deficiência que querem ser incluídas no mercado de trabalho, quanto empresas que buscam a contratação desses trabalhadores e encontram dificuldades”, disse.
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A Prefeitura promove, a partir das 15h desta quinta-feira (10), a Live Soprar Salvador, em parceria com empresas e instituições de pesquisa. No evento, ocorrerá uma apresentação e discussão sobre o Sistema de Previsão da Qualidade do Ar  (Soprar Salvador), uma ferramenta inovadora capaz de prever a qualidade do ar para as próximas 72 horas. 
 
O sistema conta com um banco de dados robusto das fontes emissoras de poluição da capital baiana e Região Metropolitana de Salvador (RMS), além de dados meteorológicos. A previsão da qualidade do ar é feita por meio de modulação e cálculos entre esses dados, tanto os referentes às fontes poluidoras como aqueles relacionados ao clima. 
 
“O Soprar usa uma base de inventário de emissão da poluição e calcula com dados meteorológicos. Além disso, o sistema utiliza também a própria química atmosférica já embutida. A partir desses cálculos, é possível fazer previsões para a qualidade do ar da mesma forma como são feitas as previsões para as chuvas. É possível dizer como a qualidade do ar estará amanhã, se estará melhor ou pior”, conta Nelzair Vianna , fiscal de controle sanitário da Vigilância Sanitária de Salvador e coordenadora da iniciativa
 
Na live, serão exibidos, por exemplo, os bairros e regiões com maior adensamento da poluição, de acordo com o Soprar. Futuramente, o sistema vai permitir também que sejam feitos estudos comparativos para saber se o nível de poluição de determinada área aumentou ou diminuiu. “Poderemos avaliar depois, por exemplo, como vão ficar as zonas por onde vão passar o BRT elétrico. Fazer um comparativo para saber se o nível de poluição reduziu ou aumentou”, sugere Nelzair. 
 
Como participar - Interessados em participar da live devem fazer uma inscrição prévia no site do Sympla, clicando na opção Live Soprar Salvador e aguardando o e-mail de confirmação com o link de acesso para o evento no Youtube. O evento garante certificado e vai contar com a participação do titular da Secretaria Municipal de Sustentabilidade, Inovação e Resiliência, João Resch, do diretor do Centro de Relações Internacionais em Saúde da Fiocruz, Paulo Buss, e de representantes da Aria Technologies (empresa francesa parceira) e Centrel S.A (apoiadora), além da própria Nelzair Vianna. 
 
O Soprar Salvador é uma ferramenta criada a partir de um projeto de inovação e ação intersetorial com o envolvimento da Secis, coordenação do Instituto Gonçalo Moniz – Fundação Oswaldo Cruz  (IGM-Fiocruz), parceria da empresa francesa Aria Technologies e apoio da Cetrel S.A. Desenvolvida em dois anos, a ferramenta é importante para embasar políticas de vigilância à saúde, orientar a população em relação ao autogerenciamento de risco e avaliar se as ações de mitigação das mudanças climáticas estão tendo impacto na cidade.
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A Lapinha ganhou 254 pontos de luz em LED, distribuídos por 47 ruas do bairro. O benefício, mais um do programa Iluminando Nosso Bairro, foi entregue pelo prefeito ACM Neto e pelo diretor de Iluminação Pública (Dsip), Júnior Magalhães, na noite desta terça-feira (08), em ato simbólico na Praça da Lapinha. O investimento foi de quase R$300 mil.

De acordo com o prefeito, o Iluminando Nosso Bairro é essencial para melhoria da qualidade de vida do soteropolitano. “Esse programa garante mais segurança para a população. Até o final do ano, 80% da iluminação pública de Salvador estará totalmente modernizada e renovada", informou.

O programa viabiliza a instalação de uma iluminação mais potente, que serve ainda de reforço para contribuir com a segurança da população. Além disso, gera mais sustentabilidade e economia, já que a lâmpada de LED chega a ser mais de 50% econômica que a tradicional.

“Sabemos que muitos trabalhadores saem à noite e chegam na madrugada e essas pessoas passam a ter uma melhor sensação de segurança com a iluminação em LED em seu bairro”, afirmou ACM Neto. “Nunca se investiu tanto nessa área na cidade. Tudo isso está sendo possível porque trabalhamos para ampliar os investimentos em iluminação", acrescentou o prefeito.

Histórico - O Iluminando Nosso Bairro, lançado em março de 2019, tem levado às localidades, principalmente aquelas com baixo Índice de Desenvolvimento Humano (IDH), a modernização do sistema de iluminação, proporcionando mais qualidade técnica, maior durabilidade e eficiência nos equipamentos instalados no sistema de IP. No ano passado o programa contemplou 893 logradouros com o total de 5.925 pontos em LED no Bairro da Paz, Calabar, Liberdade, Pernambués, São Caetano, Valéria e Nova Constituinte.

Até o final do primeiro semestre deste ano, a Dsip já executou a modernização em 822 logradouros, com a substituição de 8.106 pontos. Na semana passada, o programa chegou ao Cabula VI, com instalação de 746 pontos em 49 ruas. Ao longo deste ano, as melhorias também foram executadas no Barbalho, Barra, Comércio, Lapinha, Palestina, Pau da Lima, Pau Miúdo, Pituba e Cabula VI. Outros 43 bairros estão em execução no programa, totalizando 13.598 pontos em LED.

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A Prefeitura publicou no Diário Oficial do Município (DOM) o decreto nº 32.461, que define o protocolo para que os cursos livres e de reciclagem de vigilantes de segurança possam retomar as atividades. O documento tem por objetivo preservar vidas, evitando a proliferação da Covid-19 nesse momento de retomada das atividades na cidade.

Dentre as normas direcionadas para a operação dos cursos livres está o horário de funcionamento de segunda a sábado, das 10h às 19h. Só poderão frequentar alunos que tenham idade superior a 15 anos e os pertencentes aos grupos de risco deverão ser orientados a não frequentarem as aulas. A carga horária presencial permitida para cada aluno semanalmente será de, no máximo, quatro horas.

O número de discentes em sala também será limitado a 50% da capacidade de cada espaço, sendo que o distanciamento de ao menos 1,5 m entre os alunos deverá ser obedecido. Para manter esse padrão, os locais das cadeiras deverão ser demarcados no chão.

A temperatura dos professores, demais colaboradores e dos alunos deverá ser aferida diariamente antes do início das atividade. Caso algum colaborador apresente temperatura igual ou superior a 37,5 °c ou sintomas de gripe - sendo respiratórios ou não, dor de cabeça, fadiga, diarreia, por exemplo - deverá ser afastado provisoriamente para avaliação médica.

Deverão ainda ser instalados dispensers com álcool em gel 70% nas salas e corredores e o uso de máscaras será obrigatório para todas as pessoas durante o período de permanência nas unidades de ensino. Os horários de início e término das aulas deverão ser escalonados para reduzir o fluxo de pessoas entrando e saindo simultaneamente.

Higienização - Outras determinações referem-se a o uso de tapetes higienizadores nas entradas dos estabelecimentos e catracas liberadas para acesso de todos. Além disso, os sanitários deverão dispor de pias que tenham preferencialmente o acionamento automático, sabão líquido para mãos, toalhas de papel e lixeira com tampa e acionamento que dispense o uso das mãos.

Superfícies das salas de aula como mesas, cadeiras, teclados, mouses e maçanetas, por exemplo, deverão ser higienizadas antes e após cada aula. Para isto, será necessário um intervalo mínimo de quinze minutos entre cada aula na mesma sala para higienização adequada.

Seguranças - O horário de funcionamento das unidades para este público será de segunda a sexta-feira, das 9h às 19h, e a carga horária presencial para cada aluno será de, no máximo, 35 horas semanais. Do mesmo modo que nos cursos livres, alunos pertencentes aos grupos de risco não devem participar das turmas iniciais e o quantitativo de alunos será limitado a 50% da capacidade de cada sala com distanciamento padrão mantido.

As medidas de higienização são semelhantes as direcionadas aos cursos livres, bem como a verificação da temperatura de alunos e colaboradores diariamente. A instalação de dispensers com álcool gel em salas e corredores e o início e término de aulas escalonados também se aplicam para este segmento. A proibição de eventos nos espaços bem como a distribuição de brindes permanece vedada.

Um atendente deverá confirmar a programação de aula para o horário antes de realizar a liberação de acesso dos alunos. Os espaços com catraca também deverão desativá-las. Nestas unidades de ensino, não deverá haver movimentação dos alunos para outras salas ou espaços durante o período da aula.

Além da movimentação, fica proibido o compartilhamento dos equipamentos utilizados no estande de tiro, a exemplo de óculos, abafadores, arma e carregadores. Todos os objetos de prática deverão ser higienizados com álcool ou outro sanitizante antes e após o uso. Já os veículos de escolta armada, incluindo volante, câmbio, freio de mão, maçaneta e cintos de segurança, deverão ser higienizados antes e após a utilização por cada guarnição, sendo o uso de máscaras também obrigatório no interior destes veículos.

 

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A Arena Aquática de Salvador retoma as atividades presenciais a partir desta quarta-feira (09). Seguindo o protocolo de segurança para conter a disseminação da Covid-19, o espaço funcionará de segunda à sábado, das 6h às 18h, com 50 minutos de atividades por turma. São, no total, seis turmas, sendo três em cada turno.

Por conta da pandemia, a arena precisou passar por adequação para receber os alunos e atletas. Para garantir o distanciamento social, as aulas serão realizadas coletivamente, com o limite de até 15 atletas e distanciamento de dois metros entre cada um deles. Além disso, como medida preventiva, todos devem utilizar máscara enquanto não estiverem na água.

O espaço também disponibilizará álcool em gel a 70% para os alunos e professores, bem como higienização e limpeza constantes de ambientes e superfícies. “Vamos orientar a todos sobre as medidas de segurança. Os atletas estão bem ansiosos com a retomada das aulas, pois ficaram seis meses parados. Mesmo com as aulas virtuais para auxiliar, a prática é totalmente diferente”, afirma o gerente de Esportes Aquáticos da Secretaria Municipal de Trabalho, Esporte e Lazer (Semtel), Edvaldo Valério.

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