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Os cidadãos interessados em explorar a atividade de mototaxista na capital baiana terão mais uma oportunidade de fazer o credenciamento promovido pela Prefeitura. A novidade é que, agora, as motocicletas permitidas para a prestação do serviço de transporte poderão ter até oito anos de uso – prazo que anteriormente era de até cinco anos.

De acordo com publicação no Diário Oficial (DOM) desta quinta-feira (11), os profissionais poderão efetuar a entrega da documentação exigida para avaliação na sede da Coordenadoria de Táxis e Transportes Especiais (Cotae), situada no Vale dos Barris, 501. O procedimento pode ser feito entre os dias 22 de abril a 26 de junho.

Segundo o titular da Secretaria de Mobilidade (Semob), Fábio Mota, quando o mototaxista faz o credenciamento, a população passa a ter mais segurança e credibilidade em utilizar o serviço. “Cada vez que nós credenciamos, oferecemos mais segurança para o usuário, pois a regulamentação comprova que os condutores têm documentação em dia e que a motocicleta cumpre os itens de segurança. Todos saem ganhando”, afirmou Mota.

Para informações detalhadas sobre o edital, os interessados devem procurar acessar o site www. mobilidade. salvador. ba. gov. br. Algumas das exigências da Semob para o credenciamento do profissional são cópia autenticada do Certificado de Registro e Licenciamento do Veículo em nome do interessado, cópia da Carteira de Habilitação, CPF, atestado médico de sanidade física e mental emitido, no máximo, há 30 dias, e Certidão Negativa Criminal.

Além disso, é preciso estar habilitado na Categoria A, no mínimo, há dois anos. A motocicleta deve estar em nome do mototaxista e ser da cor amarela. Além disso, os condutores devem utilizar todos os itens de segurança estabelecidos e ter curso de especialização sobre condução de passageiros em veículos motorizados de duas rodas.

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Para minimizar o desgaste na pavimentação asfáltica causado por fenômenos climáticos, ação do tempo e pelo próprio tráfego constante de carros, motos, ônibus e caminhões, a Prefeitura, por meio da Secretaria Municipal de Manutenção (Seman), mantém um trabalho ininterrupto da Operação Tapa-Buracos. Diariamente, são atendidas 30 localidades, em média, e todos os bairros são alvos da operação, embora o serviço tenha como prioridade as bases de tráfego da capital baiana.

A quantidade de asfalto utilizada por dia é de aproximadamente 150 toneladas. Só neste ano, de janeiro a fevereiro, foram utilizados 11.380,03 toneladas de massa asfáltica. Nesta semana, as ações aconteceram nas avenidas San Martin, Aliomar Baleeiro, Suburbana, Juntahy Magalhães, e ruas Golan (Alto de Coutos), Bélgica (Paripe), Humberto Machado (Piatã), Vidigal de Freitas Guimarães (Praia do Flamengo), Genaro de Carvalho (Castelo Branco), entre outros.

Atualmente, a Seman conta com 30 equipes distribuídas em campo com programação diurna e noturna. A secretaria toma conhecimento de vias esburacadas por meio de uma fiscalização permanente em todo o município. Também existem as demandas das Prefeituras-Bairro, do Fala Salvador (pelo telefone 156) e Ouvidoria Geral do Município (OGM).

 

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A roda de conversa Patrimônio É…, promovida pela Fundação Gregório de Mattos (FGM), inicia a temporada 2019 com o tema “Patrimônio arqueológico: vestígios do passado”. O encontro gratuito e aberto ao público acontece na próxima terça-feira (16), às 18h, no Espaço Cultural da Barroquinha, no Centro.

Os convidados são a mestre em Arqueologia Jeanne Almeida Dias, o mestre em Arquitetura - Conservação e Restauro Luis Gustavo Gonçalves Costa e o arquiteto e urbanista com mestrado em Ciências Sociais Luiz Augusto Viva do Nascimento. A mediação fica por conta do arquiteto, encenador e dramaturgo Edvard Passos.

Tema – O Patrimônio Arqueológico é a maneira de entender o passado e a formação da humanidade, hábitos e costumes de um povo que vivia em determinado local, bem como outros indícios da evolução do planeta, da vida e dos seres humanos. A montagem do quebra-cabeça histórico tem como peças os vestígios arqueológicos.

Novidade – Este ano, a Gerência de Patrimônio Cultural da FGM estabeleceu uma parceria com a Unifacs, a fim de promover o intercâmbio de conhecimentos, experiências didáticas e informações na área de ensino, pesquisa, desenvolvimento e extensão. Durante todo o ano, os discentes da Unifacs têm cadeiras garantidas em todas as edições do Patrimônio É... 2019.

Para Cristiane Sarno, coordenadora do curso de Arquitetura e Urbanismo da Unifacs, a questão da educação patrimonial de que trata o projeto Patrimônio É... é um elemento indispensável à formação de todo arquiteto e urbanista. “Especialmente em uma cidade como Salvador, detentora de um conjunto de bens culturais portadores de significados e valores essenciais ao desenvolvimento da vida. Por meio dessa parceria com a FGM, o curso alia teoria e prática, no sentido maior do que vem a ser o lema da instituição: Viver a universidade!”, afirma.

Milena Tavares, diretora de Patrimônio e Humanidades da FGM, afirma que Patrimônio É… visa cumprir o papel de aproximar o soteropolitano com o que vem a ser patrimônio cultural, fortalecer sobre aspectos de identidade e pertencimento e, também, colaborar no âmbito da educação acadêmica. “O propósito é mostrar um panorama real, despertando não apenas o conhecimento nos alunos, como tocando o cidadão que existe ali, também”, pontua.

Educação patrimonial – O Patrimônio É... é um projeto do Salvador Memória Viva, programa de atividades de proteção e estímulo à preservação dos bens materiais e imateriais do município. Desenvolvido pela FGM, aborda a questão do patrimônio cultural em diálogo com a história, memória, arquitetura, espaço público, educação, gestão e economia da cultura.

Além de manter uma pauta fixa mensal para o tema, promove a educação patrimonial, colabora no direcionamento das ações dos institutos de tombamento e registro, bem como das instâncias de salvaguarda, e instrumentaliza a política municipal para atuar na valorização da memória histórica da cidade. Ao todo, serão oito encontros em 2019.

 

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Na manhã desta quinta-feira (11), o designer e artista plástico baiano Elano Passos, de 43 anos, visitou a Creche e Pré-Escola Primeiro Passo Parque São Cristóvão, localizada em São Cristóvão, para prestigiar os alunos que fizeram releituras de suas obras. A unidade de ensino fez um trabalho de comemoração dos 470 anos de Salvador tendo como foco um projeto de identidade.

De acordo com Luciana Villas Bôas, diretora da instituição, o intuito era que as crianças pudessem conhecer melhor a capital baiana, já que estavam trabalhando com o tema do aniversário da cidade. “O objetivo do projeto era levar as crianças para conhecer pontos turísticos da cidade de Salvador, além de conhecer um artista baiano que tivesse a obra sendo retratada com uma linguagem simples, para que os alunos conseguissem representar”, contou.

A ideia do projeto foi pensada pelas professoras Clarissa Bidart e Elienai Santos, ambas de 40 anos, responsáveis pela turma do grupo 5C. A proposta, inicialmente, era trabalhar com o projeto identidade, partindo do conhecimento de si mesmo e de onde a criança pertence. Depois de assistir um vídeo, onde Passos realizava um trabalho no aeroporto de Salvador, as técnicas utilizadas e simplicidade dos desenhos despertaram a atenção da professora.

Impacto – Elano Passos utiliza nas próprias obras a técnica nanquim ou tinta da china, um corante preto desenvolvido na China. Questionado sobre o que achou do projeto, o artista afirmou que é uma ação importantíssima para a comunidade, como uma forma de levar cultura local e criar vínculo com a comunidade. “Pra mim, pessoalmente, foi um presente que eu ganhei. É entender que o que eu faço pode contribuir um pouquinho com a educação, para a formação dessas crianças”, falou.

Os alunos buscaram retratar as obras que mais chamaram a atenção. A história do artista foi um dos pontos-chaves para o desenvolvimento do trabalho com as crianças, já que o artista iniciou na pintura quando ainda era bem jovem. "Foi importante pra eles, porque Elano começou a pintar quando ele também era criança, e isso é bom pra eles perceberem que eles também podem", explicou Clarissa.

Na sala de aula, os 22 alunos participaram de uma roda de conversa com Elano e fizeram perguntas ao artista. No segundo momento do encontro, Passos reproduziu, em uma das paredes do pátio, a pintura intitulada como "Capoeira" – mesma imagem estampada na camisa.

Os pequenos vibravam, aplaudiam e faziam comentários. Uma das estudantes, Camilly Dias, de 5 anos, ficou impressionada com a desenvoltura e habilidade do artista. "A gente nem consegue desenhar que nem ele, porque ele é um bom desenhista", exclamou.

 

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Além da construção de mais 128 apartamentos e uma escola municipal, os moradores da comunidade da Baixa Fria, localizada entre os bairros de São Marcos e Canabrava, ganharam mais uma boa notícia: a localidade será 100% urbanizada pela Prefeitura. O anúncio foi feito na própria comunidade nesta quinta-feira (11) pelo prefeito ACM Neto e pelo vice-prefeito e secretário de Infraestrutura e Obras Públicas (Seinfra), Bruno Reis, ao lado de gestores municipais, vereadores e população.

O projeto integra a programação que marca o aniversário de 470 anos de Salvador. Com investimento total que supera os R$10 milhões, o conjunto de ações envolverá a construção de uma Unidade de Saúde da Família (USF) na região, com ordem de serviço para início das obras a ser assinada no próximo mês. Além disso, a Rua Manoel Bonfim, que engloba o trecho entre a Baixa Fria e a Prefeitura-Bairro Pau da Lima, na Avenida São Rafael, será completamente pavimentada.

Também será construída uma praça em uma área de 6 mil m², que terá itens como parque infantil, Academia da Saúde, quadra poliesportiva e até mesmo pista de cooper. O equipamento de convivência e lazer será erguido na área onde hoje residem as famílias que serão beneficiadas com os novos apartamentos.

Transformação – O prefeito lembrou a luta para mudar a situação dos moradores, que viviam uma situação completamente insalubre: as casas eram improvisadas com papelão e não havia qualquer acesso a equipamentos e serviços públicos. A construção da primeira etapa do conjunto habitacional, com 230 residências entregues em 2017, havia passado antes por problemas que envolveram erros de elaboração e execução do projeto.

“Foi enfrentada a primeira etapa, que já conseguiu mudar a vida de muitas pessoas que vivem nesse conjunto. A Prefeitura completa esse compromisso dando condições a outras pessoas, além da oferta de outros equipamentos e serviços públicos que vão chegar para a comunidade. A intenção é trazer dignidade, paz, segurança e principalmente qualidade para a vida dessas pessoas”, afirmou o prefeito.

A doméstica Margarida Silva, de 54 anos e há 32 deles como moradora da Baixa Fria, relatou como era a situação do local antes das intervenções municipais. “Eu morei em barraco de madeira, só entrava rato, tinha um filho de três anos, esse tempo de chuva era pior, até em caixa tinha que guardar as roupas porque perdia os móveis. Hoje, para mim, está sendo ótimo porque nem vejo a chuva quando estou dormindo. Eu e todos os moradores daqui estamos felizes com a primeira e, agora, a segunda etapa que vai ser entregue em breve”.

Escola – Os apartamentos serão construídos pela Seinfra, sob a coordenação da Superintendência de Obras Públicas (Sucop). Será investido quase R$ 7,4 milhões. A verba é fruto de investimento do governo federal com contrapartida municipal.

Esta fase do projeto compreende a edificação de oito prédios, sendo cada unidade com quatro pavimentos – o andar térreo e mais três superiores. Está prevista a construção de dois apartamentos com dois dormitórios por andar, totalizando 16 unidades por prédio.

O conjunto habitacional será contemplado com uma escola. Serão dois pavimentos com cinco salas de aula, área de recreio, ambulatório, cantina/cozinha. A instituição de ensino será construída em uma área de 372,64m² sendo 186,32m² por pavimento. A princípio, a unidade escolar ofertará o Ensino Fundamental I e atenderá crianças de 6 a 11 anos.

O vice-prefeito salientou que as obras estão previstas para serem entregues em um ano. “Mas, já pedimos à empresa que executará a construção para tentar antecipar esse prazo. Além disso, fizemos um pedido para que sejam empregadas na obra pessoas da própria comunidade”, pontou Bruno Reis.

Primeira etapa – A primeira etapa do conjunto habitacional na Baixa Fria foi entregue pela Prefeitura em 2017. Além das 230 residências, a Prefeitura requalificou o entorno do conjunto com a construção de nova rede de drenagem, implantação de arborização e calçamento das ruas, da rede de abastecimento de água e de esgotamento sanitário.

Também foram instaladas estação de tratamento de esgoto e de rede de energia elétrica, assim como urbanização com criação de passeio, meio-fio e estabilização de taludes.

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"Encontro com as Universidades - O Saber e as Ações de Defesa Civil" foi o tema do evento, promovido pela Codesal, na tarde desta quarta-feira (10), no auditório do Teatro Gregório de Mattos. Na ocasião, foram apresentados o o painel "Universidade x Defesa Civil x Desenvolvimento Urbano" e os trabalhos resultantes do Convênio de Cooperação Técnica e Científica, celebrado em novembro de 2017, entre a Prefeitura e as instituições de ensino superior Área I, Ruy Barbosa, UCSal, Unifacs, Unijorge e Uninassau. 

As universidades atuam, por meio de competência acadêmica, em áreas de ocupação precária, caracterizadas por situação de risco, cabendo à Codesal o apoio necessário à consecução dos objetivos do acordo com o apoio das Prefeituras-Bairros. 

Ao abrir o evento, o diretor-geral da Codesal, Sosthenes Macêdo, agradeceu o “empenho das instituições no esforço de criar mecanismos de aprovação rápida e que assegurem projetos elaborados para atender a famílias de baixa renda de Salvador e também às Prefeituras-Bairro, ao oferecerem apoio logístico a alunos e professores”. 

Resiliência - O secretário de Cidade Sustentável, Inovação e Resiliência (Secis), André Fraga agradeceu à colaboração das instituições de ensino superior com a Defesa Civil e lembrou que, quando atual gestão municipal decidiu investir na Codesal, com o objetivo de fazer de Salvador uma cidade mais preparada para enfrentar os transtornos climáticos, “seguiu uma rota diferente do Rio de Janeiro”, cidade que tem sofrido com os efeitos de temporais.   

“Adotamos a estratégia de resiliência, considerando as alterações dos padrões do clima, fazendo com que nossa cidade possa responder rapidamente a estes desafios”, disse André Fraga. 

Falando em nome das instituições participantes, o chanceler da Unifacs, Manoel Barros, destacou que toda ação universitária deve priorizar o desejo de trabalhar pelo desenvolvimento da Bahia e Salvador. “Este sentimento instalado na vida universitária resulta em cidadão melhores e mais conscientes”.  

Projetos - No evento, foram apresentados os projetos das instituições UniRuy, Ucsal, Unifacs, Unijorge e Uninassau desenvolvidos entre 2017 a 2019. Alunos dos cursos de Arquitetura, Engenharia e Serviço Social da Unifacs auxiliam a Defesa Civil na concretização do Plano de Contingência do Centro Histórico de Salvador.  A UnyRuy apresentou projetos de intervenção urbana, a exemplo de hortas comunitárias, contenção de encostas, drenagem natural, entre outros, na comunidade de Vila Tiradentes. 

Estudantes da Ucsal atuam em projetos destinados aos Trabalhos de Conclusão de Curso de Engenharia, realizados no bairro de Cassange, dentro do convênio de cooperação. Foram apresentados projetos de instalação de usina de energia solar fotovoltaica em creches, de eficientização de iluminação na Escola Raimundo Lemas Santana e sobre o uso de espectrorradiômetro para classificação da pavimentação e análise de patologias. 

A parceria com a Unijorge se sustentou no desenvolvimento habitacional, urbano e ambiental na comunidade de Novo Horizonte, onde a instituição desenvolve suas atividades com o objetivo de prevenir desastres naturais e prover assistência às famílias de baixa renda, a exemplo do projeto de recuperação do talude. Alunos da Uninassau desenvolveram projetos na área de avaliação de risco nas comunidades de Moscou I e II, no bairro de Castelo Branco.

 

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Por solicitação dos moradores dos bairros envolvidos diretamente com as obras de implantação dos corredores exclusivos para o BRT, a Prefeitura e o consórcio responsável pelas intervenções seguem com reuniões junto às comunidades para tirar dúvidas e esclarecer pontos do projeto. Nesta semana, houve reuniões para moradores do Candeal, Santa Cruz e Nordeste de Amaralina.  

Na noite de ontem (10), o evento aconteceu no Candeal, na sede da Associação Pracatum, com as presenças de representantes da Secretaria de Mobilidade (Semob), Consórcio BRT e Prefeitura-Bairro. Foram debatidos aspectos das obras do primeiro trecho do BRT, entre o Parque da Cidade e a região do Iguatemi, com 2,9 quilômetros de extensão.  

"É mais um encontro para prestar esclarecimentos, detalhar o projeto, abrir para sugestões e contribuições dos moradores", disse o gestor de Sustentabilidade do Consórcio BRT, Cléber Esteves, acrescentando que essas reuniões começaram antes do início das intervenções e seguem até maio.  Audiências públicas com associações de moradores e entidades de classe também foram realizadas antes do começo das obras.  

Na última segunda-feira (8), a reunião foi realizada com moradores dos bairros da Santa Cruz e Nordeste de Amaralina. O evento ocorreu no auditório do Parque Social, no Parque da Cidade, e também contou com a presença de representantes da Ouvidoria Geral do Município, Secretaria de Mobilidade (Semob) e Prefeitura-Bairro. 

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Com alegria e em clima festivo, os moradores da rua Lessa Ribeiro, no bairro de São Cristóvão, comemoram a reforma de 250 casas através do programa habitacional Morar Melhor. A solenidade de entrega dos imóveis requalificados à comunidade, realizada na noite de ontem (10), contou com a presença do prefeito ACM Neto e do vice e secretário de Infraestrutura e Obras Públicas, Bruno Reis, entre outras autoridades. 

Na ocasião, o prefeito relembrou os investimentos realizados pela Prefeitura na região nos últimos cinco anos e anunciou novidades ainda para 2019. "São Cristóvão é um dos bairros mais contemplados com o Morar Melhor em toda a cidade. Só nessa etapa são 250 casas. Mas, ao todo, são quase mil casas em todo o bairro. Asseguro que na terceira etapa do programa, que terá início no segundo semestre deste ano, também contemplará imóveis aqui de São Cristóvão", detalhou. 

Desenvolvido pela Prefeitura, por meio da Seinfra, o Morar Melhor já contemplou 23.948 residências com melhorias como troca de telhado, instalação de esquadrias, substituição de louças sanitárias, reboco e pintura. Cada imóvel tem direito a uma reforma no valor de até 5 mil reais.  

Mais de 80 localidades já foram atendidas em toda a cidade pelo programa, que teve início em 2015. Até 2020, a Prefeitura pretende reformar 40 mil casas que estiverem em estado de precariedade.  

Melhorias - ACM Neto destacou outras melhorias que a Prefeitura fará no bairro. "Temos cumprido nossos principais compromissos com a comunidade. Me empenhei para a construção do Mercado Municipal e em poucos dias estaremos aqui anunciado o início das obras. A avenida principal já está sendo requalificada, em um investimento de quase R$10 milhões, e hoje eu pedi a Bruno Reis para que faça um estudo técnico para acabar com o alagamento aqui na rua Lessa Ribeiro", revelou. 

 

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Um dos símbolos mais expressivos da Independência do Brasil na Bahia, o Monumento ao Dois de Julho, na Praça do Campo Grande, passa por uma completa restauração. A intervenção é coordenada pela Prefeitura, através da Fundação Gregório de Mattos (FGM), e executada pelo Studio Argolo Antiguidades e Restaurações. A última ação do tipo feita no monumento, pela mesma empresa, ocorreu há 16 anos.

A expectativa é que a ação seja finalizada para as comemorações do Dois de Julho, de forma que a população possa celebrar o evento sem prejuízos. “A empresa (Studio Argolo) está empenhada para entregar a obra nesta data, embora o contrato preveja prazo até final de setembro. Por se tratar de restauro, pode haver surpresas. Há muitas peças para fazer réplicas e reconstituições em bronze, que devem ser feitas em São Paulo”, pondera Milena Tavares, diretora de Patrimônio e Humanidades da FGM.

Quem passa pela Praça do Campo Grande encontra andaimes instalados ao redor do monumento. A pintura foi removida nos oito candelabros em ferro fundido,  junto com seus ornamentos, por apresentarem oxidação generalizada. Os itens passam por tratamento com camada protetora anti ferrugem, além da consolidação das trincas e fissuras, por meio do preenchimento com massa de resina epóxi e fibra de vidro. Também estão sendo providenciadas complementação de partes consumidas pela oxidação e de elementos decorativos fitomorfos desaparecidos.

“Além do desgaste natural, advindo da exposição aos raios solares e às chuvas, já havia sido observado dano causado por sujeiras generalizadas, especialmente causadas por fezes de pombos. O diagnóstico apontou várias patologias, ameaçando a preservação e leitura dos elementos artísticos que compõem o monumento”, explica Milena Tavares.

O restaurador José Dirson Argolo lamenta o fato de o monumento ter sido alvo de vândalos, que subtraíram diversos elementos da estrutura. “Há ladrilhos e mosaicos desaparecidos. Parte das asas das águias, flechas, tacape dos índios, rabos dos leões... Enfim, uma série de peças que faz parte das alegorias, inclusive uma grande placa referente à inauguração e aos autores do monumento, foi roubada”.

Imponência – Criado na Itália pelo artista italiano Carlo Nicoli y Manfredini, e inaugurado em 1895, o Monumento ao Dois de Julho alcança a altura de 25,86 metros e possui uma estética neoclássica. É só passar pela Praça do Campo Grande, seja dia ou noite, para enxergar de longe a imponente peça, constituída de pedestal de mármore de Carrara, onde se assenta uma elegante coluna de bronze.

No topo, chama atenção o principal personagem da composição: um caboclo com 4,1 metros de altura, munido com arco e flecha e armado com uma lança, matando um dragão, que representa a tirania portuguesa. O indígena representa a identidade, a nacionalidade e a liberdade do povo brasileiro que lutou pela independência.

Na base da coluna, outras duas figuras atraem olhares: uma escultura de mulher representando a Bahia e outra representando Catharina Paraguaçu, a índia tupinambá, mulher de Caramuru, com o lema “Independência ou Morte” em seu escudo.

Ainda integram a riqueza de detalhes do monumento símbolos e ícones que representam batalhas, nomes de heróis e os principais rios da Bahia, São Francisco e Paraguaçu. Sem falar da cachoeira de Paulo Afonso, as águias e leões instalados na estrutura, que significam liberdade e república. Há também oito candelabros, de sete metros, adaptados para iluminação a gás, além de mosaicos com referências a eventos da História do Brasil.

Investimento - Desde 2013, a Prefeitura investiu cerca de R$3 milhões apenas na restauração ou confecção de mais de 60 monumentos históricos da cidade. Dentre eles estão: Marco de Fundação da Cidade do Salvador (Porto da Barra), Estátua de Thomé de Souza (Praça Thomé de Souza, Centro), Estátua do Visconde de Cairu (Comércio), Monumento em homenagem a Jorge Amado (Imbuí), Estátua do Barão do Rio Branco e Relógio de São Pedro (Avenida Sete de Setembro, no Centro), Estátua de D. Pedro II (Praça Almeida Couto, em Nazaré), Escultura Sereia do Rio Vermelho (Rio Vermelho)Panteão de Pirajá e Herma de Labatut.

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