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Aos 80 anos, dona Raimunda Helelo dá conta de todas as atividades sozinha. Lúcida e muito ativa, se dedica a aulas de ginástica semanais e tem uma predileção pela dança afro, que pratica todas as segundas e sextas-feiras. Fisicamente preparada, afirma que resolve problemas na rua e “de quebra” ainda faz faxina em casa. Nesta quarta-feira (3), em mais um dia das suas andanças, o destino foi o Espaço do Idoso, no piso L1, do Shopping Center Lapa.

O local reservado ao público da terceira idade funciona de segunda a sexta-feira (exceto finais de semana e feriados) e estará aberto até o próximo dia 11, sempre das 9h às 18h. A iniciativa é da Secretaria Municipal de Promoção Social Combate Pobreza (Semps) em parceria com Conselho Municipal do Idoso (CMI) e Shopping Center Lapa.

No local, estão disponíveis serviços de assistência social, avaliação e orientação nutricional, orientação sobre direito da pessoa idosa e defesa do consumidor, informações sobre doações para o Fundo Municipal da Pessoa Idosa e importância do recadastramento no Cadúnico para idosos que são beneficiários do BPC – Benefício de Prestação Continuada.

“Tenho um probleminha no ouvido, mas uso aparelho e presto atenção em tudo. Quando vi esse espaço que a Prefeitura montou para gente, vim correndo. O idoso em países desenvolvidos é tratado como rei, aqui temos que aproveitar quando surgem essas oportunidades maravilhosas”, ressalta dona Raimunda.

Ações – De quase 2,8 milhões de habitantes em Salvador, 25% são idosos, de acordo com o levantamento do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). O crescimento da população da terceira idade e, consequentemente, a promoção de ações para melhoria na qualidade de vida é uma preocupação constante da Semps.

De acordo com a gestora do Fundo Municipal da Pessoa Idosa e representante da Semps no Conselho Municipal do Idoso (CMI), Maria Constança Galvão, o Espaço do Idoso é uma das ações em comemoração ao Dia Internacional do Idoso, celebrado em 1º de outubro. “Já é o segundo ano que fazemos essa ação. É um espaço para divulgar difundir e conhecer os direitos do idoso, um momento especial para ficarmos atentos aos nossos direitos, às nossas vontades. Lutamos pelo empoderamento dos idosos. Podemos sim viver, trabalhar, curtir e ser feliz”, considera.

Além da ação pontual do Espaço do Idoso, a Prefeitura de Salvador, por meio da Semps, realiza durante todo ano iniciativas socioassistenciais de proteção e promoção ao idoso. Elas reforçam o trabalho dos Centros de Referência de Assistência Social (Cras), Centros de Referência Especializado de Assistência Social (Creas), Centros Pop e unidades de acolhimento.

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Dez kits do micro laboratório de tecnologia conhecido como "Mini Maker Lab" serão entregues na Escolab Boca do Rio, nesta quinta-feira (04), às 14h (Rua Abelardo Andrade de Carvalho, 141, Boca do Rio). A iniciativa vai auxiliar o aprendizado das 365 crianças da unidade, durante as aulas de iniciação científica e robótica da instituição. A cerimônia contará com as presenças do secretário da Cidade Sustentável (Secis), André Fraga, de Educação (Smed), Bruno Barral, o chefe executivo do Mini Maker Lab, Peterson Albuquerque, e o diretor da Escolab, Miguel Dourado.

O Mini Maker Lab é um pequeno laboratório onde alunos a partir de 8 anos de idade podem aprender e desenvolver atividades do sistema microeletrônico básico, além de estimular o raciocínio lógico de forma lúdica. O projeto é um dos contemplados na área de educação através da chamada Cidade Inteligente, do Edital de Inovação para a Indústria.

"O sistema contribui para o desenvolvimento de competências entre os alunos, envolvendo a capacidade de resolução de problemas, criatividade e trabalho em grupo. O trabalho é desenvolvido por meio de elementos de robótica e impressão 3D, começando com crianças de 8 anos e avançando conforme o desenrolar da vida escolar", destaca Peterson Albuquerque.

Cada kit pode ser utilizado por até cinco alunos de cada vez, permitindo que 50 estudantes sejam beneficiados por aula. "Os alunos da Escolab já atuam com iniciação científica, tornando o Mini Maker Lab algo de fácil utilização e impulsionador das capacidades dos estudantes. Dessa forma, eles podem aprender como gerir e automatizar ações do dia a dia a partir do aprendizado obtido nas aulas", informa o diretor da instituição, Miguel Dourado.

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Vulnerabilidade social, abandono pela família e problemas de saúde são fatores que contribuem para exclusão da população idosa. Pensando em preencher o tempo dessas pessoas e oferecer uma assistência adequada, o Serviço de Convivência e Fortalecimento de Vínculos com Idosos, criado há aproximadamente três anos, assiste a cerca de 100 pessoas e faz parte do programa social do Instituto Médico de Gestão Integrada (Imegi), que administra o Multicentro da Carlos Gomes.

Os encontros acontecem sempre às quartas-feiras, durante todo o ano. Os idosos participam de atividades que trabalham a memória e a autoestima, além de contarem com uma equipe formada por um psicólogo, duas assistentes sociais, uma fisioterapeuta e uma técnica de enfermagem.

“Muitas dessas pessoas são usuárias do SUS, são hipertensas, diabéticas, depressivas, algumas com Alzheimer, outros com esquizofrenia, todos precisando de cuidados e atenção. Aqui eles são assistidos de forma ampla, com todos esses profissionais”, conta o psicólogo e responsável pelo projeto, Samuel Nunes.

O psicólogo ainda destaca que os encontros acontecem às quarta-feiras, mas o programa prossegue durante toda a semana. “Fazemos visitas domiciliares, acompanhamento psicológico dos idosos e da família, além de marcação e atendimento de consultas”, conta.

Graças à parceria com o SESC, também são oferecidos cursos semanais gratuitos de criação de bonecas, decoração de festa, pintura em tecido, bordado, macramê e muitos outros, além de receberem palestras de nutricionistas, médicos, fisioterapeutas e enfermeiras disponibilizadas pelo Imegi.

Para Walter Pereira, de 79 anos, que costumava passar grande parte do seu tempo em casa sem ter uma ocupação, esse programa é muito importante. “Eu acho excelente. Para mim, é fundamental participar de um grupo como esse. É uma higiene mental que me edifica e me faz sentir muito melhor. E a equipe daqui é muito atenciosa e solicita”, declarou.

“Eu me sinto muito feliz nesse grupo. Fico esperando chegar quarta-feira só para estar aqui. Eu sinto a diferença, sinto vida e agradeço muito por estar aqui”, declara Valdemira dos Santos que participa do programa há seis meses e preferiu não declarar a própria idade para preservar o mistério.

O feedback é sempre positivo. “O maior retorno é ver a alegria e satisfação deles. Ouvi-los nos chamando de família é algo incrível. Temos um grupo no whatsapp, e eles nos passam um relatório da vida deles. Avisam quando não vão poder vir, se vão para o médico, nos contam tudo. É fantástico. Na verdade, não é um grupo, é uma família”, define o psicólogo Samuel Nunes.

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Em razão do primeiro turno das eleições que acontece neste domingo (07), a Transalvador montou uma operação de trânsito, dedicando atenção especial aos maiores colégios eleitorais de Salvador. Equipes estarão voltadas para o monitoramento de tráfego, acompanhando os principais corredores, a fim de solucionar com brevidade qualquer situação que possa causar algum transtorno à fluidez.

O órgão manterá uma atenção especial aos locais de maior demanda de eleitores, e que, consequentemente, tendem a causar retenções no fluxo, tais como a escola de Administração da Universidade Federal da Bahia, no Vale do Canela; o colégio Iceia, no Barbalho; e a Fundação Politécnica, na Federação.

Outros locais que registram grande movimento também terão atenção especial, como a Av. Mário Leal Ferreira (Bonocô), Rua Silveira Martins e os bairros de Pernambués, Cajazeiras e Itapuã. “Estaremos atentos a estes locais para intervir com brevidade, liberando fluxo de veículos e melhorando a fluidez, para que o dia de eleição ocorra sem maiores transtornos no trânsito”, ressaltou Fabrizzio Muller, superintendente da Transalvador.

Além do monitoramento, nenhum evento que cause alterações no tráfego está liberado pelo órgão, que suspendeu ainda o projeto Ruas de Lazer, realizado aos domingos e feriados no Dique do Tororó, no condomínio Greenville e na Av. Magalhães Neto.

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O caminho entre a Escola Municipal Nova do Bairro da Paz e o Espaço Casa de Angola, no Centro, foi de emoção para Cássia Helen, de 10 anos. A pequena, que não costuma ir a museus ou espaços culturais de Salvador, comentou com a professora durante a viagem que estava muito empolgada com a visita. "A gente fica mais feliz quando saímos da sala de aula [para atividade externa]." 

Junto com Cássia, outros 44 alunos da escola localizada na Travessa Bela Vista da Paz visitaram a Casa na tarde desta terça-feira (2), graças ao projeto Uma Tarde no Museu, idealizado pela Cerqueira Produções, que foi contemplada no edital Arte Todo Dia - Ano IV, da Fundação Gregório de Mattos (FGM). "Muitas dessas crianças nunca foram a um museu", comentava um dos idealizadores do programa, o produtor cultural Fábio Cerqueira. 

A Cerqueira Produções é uma empresa baiana que se propõe a fomentar arte e cultura através do compartilhamento de experiências e conhecimentos, com foco principal nas crianças vindas de comunidades carentes. Fábio afirma que seria impossível promover esse tipo de atividade sem o apoio da Prefeitura. "Foi maravilhoso quando recebi a notícia que tinha sido aprovado no edital. Sem esse apoio, é impossível trazer cultura pra essas crianças", completou. 

Atenção total - A primeira etapa da visita era ouvir o que o guia, o administrador do espaço, Djair Nepomuceno, tinha a ensinar. Todos os 45 estudantes do quinto ano da escola estavam atentos à aula. Passado o momento de euforia logo na chegada, não havia, naquele momento, sussurros ou outras distrações. As atenções se dividiam entre o que Djair dizia e à estrutura da Casa. 

"Essas visitas são maravilhosas porque quebramos esse esteriótipo que as pessoas têm sobre a África, que lá só tem pobreza, fome...Elas [as crianças] estão tendo a oportunidade de conhecer seu parentesco", explicou Djair, enquanto as crianças se dirigiam para mais uma etapa da visita, o museu da Casa. 

Foi lá que Ian Santana, 11, desfez um jejum que perdurava desde seu nascimento; ele nunca tinha ido a um museu. Tímido, enquanto os colegas faziam barulho, empolgados com cada item exposto no local, ele estava paralisado em frente ao mpoko, uma faca característica dos conflitos em Angola. 

Ao fim, os 45 estudantes assistiram ao espetáculo artístico "Makena, de onde eu vim", que tem o objetivo de trazer uma experiência lúdica, cultural, educativa e participativa para os pequenos estudantes. 

O espetáculo é encenado pelas artistas. Natureza França e Joice Paixão, tendo Jorgelina Oliva na percussão e DJ Nai Sena na sonoplastia. O elenco conta ainda com a participação especial de Franciane Simplício e Lara Cerqueira, tem a cobertura do fotógrafo Matheus Leite e a direção fica por conta de Joice Paixão. 

O projeto continua - No dia 11, Uma Tarde no Museu ainda leva outras 45 crianças, da Escola Municipal Novo Horizonte, na Casa do Benin, no Pelourinho; no dia 13, a Casa também recebe crianças da Escola Municipal Fernando Presídio. Já em 22 de novembro, estudantes de escolas da Ilha de Maré visitam o espaço que abriu o projeto, a Casa de Angola. 

Denise Troina é coordenadora pedagógica da Escola Municipal Nova do Bairro da Paz. Para ela, esse tipo de atividade tem que ocorrer mais vezes. "Arte, cultura e educação não andam separadas. Nós temos outras oportunidades de visitar esses espaços, mas eles, que são alunos de comunidades carentes, talvez a escola e a Prefeitura sejam os únicos meios de acesso à cultura", comentou.

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Mais um caso de roubo de cabos de semáforos na capital baiana foi registrado nesta terça-feira (02). Os 500 metros foram subtraídos de uma sinaleira situada rua Rodolpho Coelho Cavalcante com a avenida Professor Manuel Ribeiro, no bairro de Armação. O delito se soma a outros 11 praticados este ano, e já oneraram os cofres públicos municipais em R$244,732 mil. O prejuízo já é quatro vezes maior que em 2017, quando houve um prejuízo de R$56,1 mil. 

De acordo com o gestor da Transalvador, Fabrizzio Muller, a situação tem se agravado já que os gastos são bem maiores se comparados aos do ano passado. “Quando esse tipo de crime atinge equipamentos como os semáforos, os danos causados não são apenas financeiros, eles causam também grandes transtornos no trânsito da cidade, e o maior prejudicado é o cidadão, que precisa resolver suas demandas diárias. Somente este ano, já foram gastos mais de R$240 mil para cobrir esses prejuízos”, lembra Muller. 

No caso de Armação, o equipamento está sem funcionar, embora a Transalvador esteja trabalhando para tentar restabelecer o funcionamento do semáforo, que fica próximo ao Centro de Convenções. O cruzamento foi fechado temporariamente. Por conta disso, o motorista que sair da Estrada do Curralinho poderá fazer o retorno na sinaleira à frente, próximo ao Conjunto dos Bancários. A Transalvador pretende concluir o serviço nesta quarta-feira (03). 

Registros – A maioria dos registros de furtos em 2018 ocorreu no Centro de Salvador. As ocorrências foram na Avenida Vasco da Gama, sentido Centro, Relógio de São Pedro, Praça Cayru, Avenida Centenário (na altura do 5º Centro), saída da Estação da Lapa, Sete Portas (perto da Rodoviária Velha), Caminho de Areia, Praça João Mangabeira, nos Barris, Avenida Orlando Gomes, Avenida Presidente Costa e Silva, também nos Barris. 

O maior prejuízo deste ano ocorreu em junho quando foram roubados cabos de um semáforo localizado na Praça João Mangabeira, nos Barris, Centro de Salvador. A ação danificou todo equipamento que precisou ser substituído. A troca custou R$90 mil ao erário público municipal.

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Quanto maior a força dos ventos, mais cresce o risco da ocorrência de grandes ondas nas praias soteropolitanas. Passada a estação das chuvas, os agentes da Coordenadoria de Salvamento Marítimo (Salvamar), órgão ligado à Secretaria Municipal de Ordem Pública (Semop), acendem o alerta para a alta temporada, que chega com o calor e os dias mais longos. Mesmo faltando três meses para o Verão, o clima da primavera já proporciona a ida mais frequente à praia e exige cuidados mais intensos com banhistas.n

De janeiro até o fim de setembro, a Salvamar registrou 788 ocorrências no trecho de orla trecho entre Jardim de Alah à Ipitanga, além das ilhas de Maré e dos Frades, área de abrangência da coordenadoria. “Neste período da Primavera, seguindo até o fim do Verão, o fluxo de pessoas nas praias aumenta de forma considerável, sendo necessária a disposição de dois ou três salva-vidas a cada 300 metros de areia. Além disso, disponibilizamos também agentes a bordo de jet-ski e botes”, elenca o chefe de Treinamento da Salvamar, Rui Araújo.

“Entretanto, mais importante que todos os cuidados que tomamos em relação à observação e atendimento, é preciso que a população se conscientize sobre algumas medidas preventivas para garantir mais segurança durante a ida à praia", complementa. Dentre as medidas de prevenção apontadas pelo chefe de treinamento, estão o respeito à sinalização, a consulta junto aos salva-vidas em relação aos melhores pontos para o banho, cuidado e identificação de crianças. Integram a lista a atenção ao consumo de álcool e manter uma alimentação leve, além de consumir muito líquido.

Funcionamento – Atualmente, a Salvamar conta com 200 salva-vidas que atuam em escalas de 8h às 18h, nos 32 postos espalhados ao longo dos 28 quilômetros de orla marítima cobertos pela coordenadoria. Além dos postos fixos, a Salvamar dispõe de quatro postos móveis, com dois salva-vidas em cada, que dão cobertura aos locais entre um posto fixo e outro, circulando entre Jardim de Alah até Patamares, outro até Itapuã, depois até Praia do Flamengo, finalizando em Ipitanga.

Investimento – Em 2018, a Semop investiu R$ 310 mil com equipamentos que dão suporte diário no trabalho dos salva-vidas. Um deles é um quadriciclo, que já foi adquirido, além de 40 flutuadores, 200 nadadeiras, 600 protetores labiais e 40 pranchas longboard. Do total, 15 dessas pranchas são do tipo com alça, que até então nunca havia sido usada pela Salvamar, mas que possibilita resgatar duas ou três vítimas de afogamento ao mesmo tempo, oferecendo assim maior possibilidade de salvamento e segurança aos banhistas. Visando dar mais conforto aos profissionais, 32 mirantes serão reformados.

“Juntamente com o valor investido no ano passado, de cerca de R$ 360 mil, totalizando R$ 670 mil, calculamos o maior investimento feito pela Semop para a Salvamar nos últimos quatro anos, atendendo às necessidades profissionais e reivindicações da categoria”, informa o titular da Semop, Marcus Passos.

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Como parte da programação do Outubro Rosa, a Secretaria Municipal de Política para as Mulheres Infância e Juventude (SPMJ) vai disponibilizar, este mês, oficinas de gastronomia para mulheres acolhidas pelo Centro de Referência de Atenção à Mulher Loreta Valadares (Cram), nos Barris, e Centro de Atendimento à Mulher Soteropolitana Irmã Dulce (Camsid), na Ribeira. As oficinas têm início nesta quarta-feira (03) e seguem até o dia 31.

Na unidade dos Barris, estão previstas as oficinas de crepes doces e salgados, nesta quarta-feira (03); de sequilhos, no dia 10; tortas salgadas, no dia 24; salada fitness, no dia 29; e salgados comerciais, no dia 31. Todas elas ocorrerão no turno vespertino, em apenas um dia, entre 14h e 17h.

Na Ribeira, serão oferecidas aulas de crepes doces e salgados, no dia 08; sequilhos, no dia 25; e salada fitness, no dia 30. As oficinas também serão realizadas no turno vespertino, das 14h às 17h. As capacitações são oferecidas em parceria com o Serviço Nacional de Aprendizagem Comercial (Senac).

O Cram fica localizado na Praça Almirante Coelho Neto, nº 1, e o Camsid, na Rua Lélis Piedade, nº 63. Para se matricular, é necessário preencher uma ficha de inscrição a ser disponibilizada no local e anexar cópia de RG e CPF. Os alunos receberão certificado ao final das oficinas.

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Até pouco tempo considerado um distúrbio raro e até desconhecido da maioria da população, a Síndrome de Guillain-Barré é uma doença autoimune, de origem neurológica grave caracterizada pela inflamação dos nervos e fraqueza muscular que, se não tratada devidamente, pode até matar. Em 2015, a Secretaria Municipal de Saúde (SMS) registrou 100 notificações suspeitas da doença. No ano seguinte, 11 casos foram notificados, seguidos de nove ocorrências em 2017 e sete entre janeiro e junho deste ano.

Não houve aumento de casos na capital baiana, e os dados atuais não são comparáveis com a primeira leva de notificações, pois houve alteração da forma de captar os casos, desde a introdução da vigilância de doenças neuroinvasivas, em 2017. "Cabe à rede municipal, ao identificar um caso suspeito de Guillain-Barré, orientar o paciente quanto à necessidade de tratamento e encaminhar para um hospital de referência para cuidar da situação", destaca a epidemiologista Cristiane Cardoso, coordenadora do Centro de Informações Estratégicas em Vigilância em Saúde (Cievs) da SMS.

A confirmação laboratorial de que o paciente é portador da Guillain-Barré se dá por meio do exame do Líquido Cefalorraquidiano, ou exame de líquor, mesmo método utilizado para identificação da meningite. Entretanto, o distúrbio também apresenta características físicas capazes de estabelecer um diagnóstico, como o acometimento do sistema muscular, perda de reflexos nos membros, fraqueza física, dormência, queda progressiva da coordenação motora e redução da sensibilidade. Além disso, alguns quadros podem apresentar dificuldade de locomoção, respiração e alimentar.

Causas - Os gatilhos que conduzem a um quadro de Guillain-Barré são infecções bacterianas, virais, respiratórias ou intestinais, responsáveis por estimular as defesas do sistema imunológico, dando vazão à síndrome, que ataca o revestimento do nervo, também chamado de bainha de mielina. A partir daí, o paciente começa a apresentar transtornos musculares. Em Salvador, o grande número de casos registrados desde 2015 são atribuídos aos surtos de arboviroses, em especial dengue, chikungunya e zika vírus.

O tratamento é à base de imunoglobulina, aliada a algum suporte respiratório - devido à dificuldade para respirar causada pela síndrome -, e dura entre quatro e seis semanas, até a normalização do quadro. De forma associada, o paciente é submetido a sessões de fisioterapia, por conta das complicações musculares e locomotoras.

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