Educação

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Para contribuir com a aprendizagem e ampliar os conhecimentos dos alunos durante pandemia, a ferramenta virtual de leitura “Árvore de Livros” atende estudantes da rede municipal nos anos finais de ensino. A plataforma abriga um acervo com mais de 30 mil títulos para alunos e professores, gratuitamente, pelo período de cinco meses. A iniciativa, liderada pela Secretaria Municipal de Educação (Smed), visa potencializar o conhecimento dos aprendizes. 

Em mais de duas semanas, a plataforma já acumula mais de 150 livros lidos, 108 indicados e mais de 1.500 emprestados. Além do acervo diversificado, oferece ferramentas pedagógicas que auxiliam o professor, como os relatórios de leitura que mostram o progresso dos estudantes, a possibilidade de realizar indicações de livros, envio de atividades pela plataforma, projetos e trilhas de leitura alinhadas à Base Nacional Comum Curricular (BNCC). 

Os educadores podem acessar e aplicar o conteúdo junto com os alunos. O estudante tem acesso a um ambiente lúdico, que estimula a leitura a partir das funcionalidades da plataforma e da Liga de Leitores, um campeonato nacional. O ambiente virtual também permite que os jovens acessem somente livros indicados para sua faixa etária.

“Essa iniciativa é muito legal, pois, com o acesso gratuito a vários livros de diversos gêneros e autores, temos a oportunidade aprender e não ficar estressados com tudo isso que estamos passando. Na plataforma, há uma função que nos permite indicar livros para os colegas, sendo assim todo mundo pode se conectar com a leitura", afirma o estudante Davi Campos. 

"Ações como essa permitem que a interação entre professores e alunos aconteça mesmo fora de uma sala de aula tradicional. É um espaço seguro, que nos permite continuar construindo conhecimento. Estou gostando muito, além de ler para elaborar roteiros para meus alunos, encontro muitos livros interessantes para mim também", ressaltou a professora da rede municipal Anna Frascolla. 

Cada escola foi responsável pela mobilização e entrega dos códigos para acesso dos alunos. Ao todo, a tecnologia educacional vai atender 22.843 alunos do ensino fundamental, matriculados do 6º ao 9º ano, e 7.452 professores. 

“A parceria com a 'Árvore de Livros' é mais um instrumento de estímulo aos nossos alunos, para que gostem e se interessem cada vez mais pela leitura. Além do conhecimento proporcionado, o contato com os livros, de literatura ou de outros gêneros, promove diversas vantagens, como a melhoria da interpretação de textos, o aperfeiçoamento da aprendizagem da língua portuguesa, entre outras”, destacou o o titular da Smed, Bruno Barral.                         

 

 

 

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A Secretaria Municipal de Educação (Smed) segue entregando os chips com pacote de dados para acesso às aulas gratuitas e virtuais da Escola Mais, além de interação com os professores da rede. A ação começou na segunda quinzena de julho e vai beneficiar mais de 30 mil alunos que cursam o Ensino Fundamental II e os anos finais da Educação de Jovens e Adultos (EJA) em 101 escolas da capital. Até o momento, mais de 5,5 mil já pegaram os chips.

O estudante Brian Silva, de 15 anos, conta que estava assistindo às aulas da rede municipal pela televisão, até que recebeu o chip com pacote de dados na última sexta-feira (31). “Está sendo ótimo, eu estou gostando muito. Agora, eu posso assistir às aulas sem ocupar a televisão, e em um ambiente mais adequado, no quarto, por exemplo. Eu estou aprendendo muito com esse método a distância. Uma das aulas que eu mais gosto é a de Ciências”, diz.

A avó de Brian, Jussara Santos, de 57, que é quem cuida dele, ressalta a importância da ferramenta. “É essencial. Ele ocupa a mente e não interrompe o aprendizado. Acho até que ele presta mais atenção do que quando estava em sala de aula. Brian não me dá trabalho, ele faz todas as tarefas e nunca perdeu de ano”. 

O estudante tem se mantido constantemente em casa, principalmente por ter asma, doença que o coloca em grupo de risco para a Covid-19. Com isso, as aulas virtuais têm ajudado o garoto a preencher a rotina diária.

Sérgio kaylan Santos, de 12 anos, e a irmã Ana Beatriz Santos, de 15, também pegaram o chip e disseram estar ansiosos para começar a assistir às aulas. Sérgio estava com dificuldade de acompanhar pela televisão e agora acredita que vai ser mais fácil pelo celular. “Eu gosto muito de assistir aula. Eu peguei o chip e agora vou pedir orientação na minha escola para conseguir acessar”, conta.

Alternativas - Os estudantes que ainda não pegaram o chip de acesso à internet devem entrar em contato com a escola onde estudam para agendar o melhor dia e horário para a retirada. Com a noção de que nem todas as crianças têm acesso à internet, a Prefeitura providenciou alternativas para ampliar o alcance das aulas. Além do chip, as crianças, jovens e adolescentes podem ter acesso aos conteúdos educativos nos canais de televisão 4.2 e 4.3.

As aulas virtuais são fruto de um termo de cooperação entre a Prefeitura e a Escola Mais – unidade educacional de São Paulo que é referência em ensino digital para Fundamental II e Médio. As aulas ocorrem de segunda a sexta-feira, nos turnos matutino e vespertino.

Como acessar – Ao receberem o chip, os alunos terão que seguir alguns passos para a utilização. O primeiro deles é baixar o aplicativo Smed Conectada disponível no site da secretaria. O acesso à internet se dá por esse aplicativo, instrumento que proporciona o uso adequado da tecnologia. O processo é simples.

Outras atividades – Os alunos do Ensino Fundamental I e dos anos iniciais da Educação de Jovens e Adultos (EJA) estão recebendo atividades semanais impressas. Semanalmente, as atividades são divulgadas no site da Smed. As famílias e estudantes podem imprimi-las em casa ou buscá-las na escola onde estudam. As atividades são entregues juntamente com um lápis e borracha e devem ser devolvidas resolvidas na semana seguinte.

Para os alunos dos anos iniciais com idade entre 2 e 5 anos, são divulgados cards e vídeos curtos de até cinco minutos, com orientação para que as famílias desenvolvam atividades lúdicas em casa, a exemplo de brincadeiras e contação de estória. Os vídeos são divulgados no canal da Smed no YouTube . Alguns são gravados por docentes e outros têm orientações sobre como inserir ensinamentos em atividades do dia a dia.

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Em meio à pandemia de Covid-19, uma boa notícia vinda da área da Educação: Salvador está em primeiro lugar dentre as demais capitais do Brasil no acesso à pré-escola. Os dados, divulgados pela Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios 2019 (PNAD), realizada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), foram destacados nesta quinta-feira (16) pelo prefeito ACM Neto e pelo secretário municipal da Educação (Smed), Bruno Barral.

De acordo com o estudo, a taxa de escolarização de crianças em Salvador nessa etapa, que atende a faixa etária de 4 a 5 anos, aumentou de 96,2%, em 2016, para 98,8% em 2019. O índice é quase um ponto percentual a mais que a segunda colocada Teresina, capital do Piauí, que registrou 97,9%.

“Estamos muito felizes, porque isso significa que somos a primeira capital em quantidade de alunos matriculados na pré-escola. É bom lembrar que, há pouco mais de sete anos, Salvador ocupava uma das últimas posições no Brasil em Educação. Esse é um prêmio que vem coroar todo um trabalho e um grande esforço que vem sendo feito pela Prefeitura para melhorar a qualidade e ampliar o acesso das nossas crianças à educação”, pontuou ACM Neto.

Investimento – De acordo com o prefeito, o resultado é fruto do conjunto de ações que envolveu oferta de novas vagas na rede municipal, construção de pré-escolas e ampliação de unidades já existentes, além da criação do programa Pé na Escola, com oferta de vagas contratadas pela Prefeitura na rede particular.

“Para que a criança possa se alfabetizar, ou seja, ler e escrever na idade certa, é fundamental que ela comece a ter o convívio com o aprendizado já na educação infantil. Não há investimento melhor pensando no futuro de Salvador do que investir na educação e formação das crianças”, avaliou ACM Neto.

Universalização – O secretário Bruno Barral ressaltou que a capital baiana chega mais próximo à universalização do ensino para crianças de 4 a 5 anos, exigido pelo Plano Nacional de Educação. O grande desafio, agora, é manter esse ritmo de crescimento.

“Quando se aplica os recursos da forma correta, você tem esse tipo de resultado. Nesses tempos de pandemia, essa notícia é bastante alentadora e nos dá esperança de uma retomada e de um mundo melhor através da educação”, pontuou o titular da Smed.

 

 

 

 

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Começam nesta terça-feira (30) as videoaulas que serão veiculadas em canal aberto para os alunos da rede municipal de ensino. De acordo com a Secretaria Municipal de Educação (Smed), os professores que irão aplicar as aulas, todos integrantes da rede, receberam orientações e apostila com as diretrizes que são usadas para a gravação dos conteúdos, que acontece em ritmo acelerado.

Professor de inglês da rede há seis anos, Victor Lopes é um dos profissionais que gravou conteúdos para exibição na TV. Ele afirmou que a iniciativa é válida e que, aliada a outros recursos, vai contribuir para que os alunos adquiram conhecimento mesmo com as dificuldades impostas pela pandemia da Covid-19.

"É uma oportunidade que eles têm de se conectar, muito por conta de a TV ser aberta e, também, por ter a possibilidade do conteúdo de chegar para mais gente e não ter o ano letivo perdido. Essa proposta tem muito a acrescentar", pontuou o professor.

O docente atua em três escolas municipais da capital: a Cardeal da Silva (IAPI), a Major Eloy Magalhães (Baixa de Quintas) e a Comunitária de Canabrava (Canabrava). Para que as aulas sejam dinâmicas e atrativas aos estudantes, o professor destacou que são utilizados slides, no qual o material é mais minucioso para suprir a necessidade de interação.

Diante das câmeras – Lopes destacou ainda que preparar o conteúdo das aulas para televisão tem sido um grande desafio para ele e os demais professores. No entanto, é possível prender a atenção do aluno para ajudá-lo na jornada do conhecimento.

"Tem sido uma experiência nova, pois é diferente entre olhar para mil alunos e para uma lente de câmera. A gente tenta visualizar na lente da câmera todos os nossos alunos e buscamos preparar o material mais didático possível, com imagens e mais autoexplicativo. Mantemos a calma para que os alunos percebam a naturalidade com que a aula está sendo exposta e trazemos recursos que atraiam a atenção", reforçou.

Esquema de aulas - Os conteúdos escolares serão transmitidos a partir desta terça (30) em dois multicanais digitais próprios (4.2 e 4.3), nos turnos da manhã e tarde, com horário estabelecido para cada segmento: Ensino Fundamental II (do 6º ao 9º ano) e Educação de Jovens e Adultos – EJA II. Um canal será direcionado aos alunos do 6º e do 7º ano e também aos educandos da EJA II (TAP IV), e o outro para os estudantes do 8º e 9º ano e da EJA II (TAP V).

Serão transmitidas aulas de língua portuguesa, matemática, língua estrangeira, geografia, ciências, artes, história e educação física seguindo o programa pedagógico próprio de Salvador, o Nossa Rede.

Para o Ensino Fundamental II, serão transmitidas cinco aulas diárias no turno da manhã, com reprise à tarde, e para a EJA II são três aulas no turno da noite. O cronograma das aulas está disponível no site da Smed.

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Salvador ganha um pacote de medidas de incentivo à educação, promovidas pela Prefeitura, para dar continuidade ao processo de aprendizado dos alunos da rede municipal, que tiveram as aulas presenciais suspensas devido à pandemia provocada pela Covid-19. As medidas foram anunciadas pelo prefeito ACM Neto em coletiva virtual realizada nesta segunda-feira (22), com as presenças do vice-prefeito Bruno Reis e do secretário da Educação (Smed), Bruno Barral.

São quatro iniciativas que não apenas dão força ao processo educacional público de Salvador durante a suspensão das aulas em razão da crise da Covid-19, como terão reflexos no pós-pandemia. São elas: a transmissão de aulas em canal aberto de televisão, a oferta de banda larga para uso educacional de cerca de 33 mil alunos, a distribuição de tablets para escolas de Fundamental II e Educação de Jovens e Adultos II (EJA II), a implantação da plataforma digital de leitura “Árvore de Livros” e a parceria com centros universitários para a efetivação de ações multidisciplinares durante e pós pandemia.

O prefeito explicou que o pacote de medidas foi estruturado de forma a suprir um pouco os efeitos da situação provocada pelo novo coronavírus na educação. “Sabemos que são muito desiguais as condições entre os alunos da rede particular e da rede pública. Em geral, os alunos da rede particular já estão tendo aulas há algum tempo pela internet, pois possuem condições para isso. No caso da rede pública, isso infelizmente não acontece. No entanto, hoje a Prefeitura chega para recuperar uma parte desse tempo e dar condições para que os estudantes voltem mais aquecidos, incentivando também a leitura e acompanhando as famílias nesse momento de muitos problemas e, depois, de superação da pandemia com a retomada do calendário letivo".

O gestor lembrou ainda que já havia sido lançada, em maio passado, uma plataforma digital voltada para os alunos do Ensino Fundamenal II e EJA para transmissão de conteúdo pedagógico e educacional on-line. “No entanto, sabemos que poucos são os alunos que têm acesso à internet em Salvador em função da renda: muitos não têm celular ou o pacote limitado de dados, o que impede uma navegação mais ampla e que tenham acesso ao conteúdo. Sendo assim, foi feito um grande esforço e, através de licitação, a grande novidade é o oferecimento de aulas pela TV aberta, cujo acesso é muito mais amplo para os alunos”, salientou ACM Neto.

Aulas pela TV – A transmissão de videoaulas em canal aberto de televisão para alunos da rede municipal está sendo viabilizada por contrato entre o município e a TV Aratu – empresa vencedora do processo de licitação. Os conteúdos escolares serão transmitidos a partir do próximo dia 30 em dois multicanais digitais próprios (4.2 e 4.3), com horário estabelecido para cada segmento: Ensino Fundamental II (do 6º ao 9º ano) e Educação de Jovens e Adultos – EJA II. As aulas, inclusive, já estão sendo gravadas pelos professores.

Um canal será direcionado aos alunos do 6º e do 7º ano e também aos educandos da EJA II (TAP IV) e o outro para os estudantes do 8º e 9º ano e da EJA II (TAP V). São aulas de língua portuguesa, matemática, língua estrangeira, geografia, ciências, artes, história e educação física ministradas pelos professores da Rede Municipal, seguindo o programa pedagógico próprio de Salvador, o Nossa Rede.

Para o Ensino Fundamental II, serão transmitidas cinco aulas diárias no turno da manhã, com reprise à tarde, e para a EJA II são três aulas no turno da noite. O cronograma das aulas está disponível no site da Smed, no endereço www. educacao. salvador. ba. gov. br .

Acesso à internet – Os estudantes também serão beneficiados com o fornecimento de banda larga para fortalecer o acesso às aulas que vêm ocorrendo através de plataforma virtual, em uma parceria com a Escola Mais – instituição de São Paulo que é referência em ensino digital para o segmento. Uma empresa de telefonia está sendo contratada via licitação para o fornecimento de serviço de internet de 33 mil chips 4G/3G para acesso à internet, cujo uso será restrito ao conteúdo constante de um aplicativo desenvolvido pela equipe do Núcleo de Tecnologia da Informação (NTI/Smed).

Com os chips, o acesso à internet se dará pelo aplicativo da Smed, instrumento que proporcionará o uso adequado da tecnologia, bem como a medição correta do volume de uso de dados. Os alunos poderão assistir às aulas e interagir com os professores pela plataforma Escola Mais.

Para intensificar mais esse trabalho, serão distribuídos, ainda, dois tablets com chips de banda larga para cada escola municipal que ofereça o Ensino Fundamental II e a EJA II. Com isso, a equipe gestora dessas unidades de ensino poderão reforçar a comunicação com os alunos e as famílias, principalmente no suporte à utilização da plataforma Escola Mais, bem como ao acompanhamento do acesso às aulas, dando mais efetividade à ferramenta educacional.

Plataforma de leitura – Outra iniciativa a ser anunciada é a implantação na Rede Municipal de Ensino da plataforma digital de leitura “Árvore de Livros”, que atenderá todos os alunos do Ensino Fundamental Anos Finais. Viabilizada através de um termo de prestação de serviço não remunerado, a ferramenta disponibilizará um acervo de mais de 30 mil títulos para os estudantes e respectivos professores pelo período de cinco meses.

Com uma apresentação clara, recursos gamificados e de fácil navegação, a plataforma traz um amplo rol de utilização pelos professores para o incentivo à leitura. Além disso, permite o acompanhamento individual de desenvolvimento da leitura dos alunos, assim como do acesso aos livros, do tempo gasto e do ranking de leitura.

Apoio psicológico – A Prefeitura, através da Smed, também estabelecerá parcerias com universidades para a efetivação de ações multidisciplinares durante e pós-pandemia, que envolverão pedagogos, psicólogos, assistentes sociais, entre outros profissionais. A ideia é implementar ações de apoio e orientação multidisciplinar para acolhimento socioemocional da comunidade escolar: alunos, familiares, professores, coordenadores e funcionários.

"A proposta é estudar o assunto a fundo, envolvendo a comunidade científica das universidades e os saberes da Nossa Rede, para entender cada nuance desse momento e construir ações de apoio efetivo, que fortaleçam o sistema educacional e acolham todas as pessoas diretamente ligadas à comunidade escolar diante dessa nova realidade dura e cheia de desafios. Queremos que nossos alunos tenham todo apoio para continuarem seus estudos e que nossas escolas estejam cada vez mais respaldadas e fortalecidas", assinalou Bruno Barral.

Para isso, serão implantados serviços de acolhimento em 23 espaços distribuídos nas dez gerências regionais de Educação. As atividades, a serem realizadas nas áreas de psicologia, pedagogia e serviço social, vão envolver 30 profissionais e 500 estagiários, beneficiando 143 mil alunos e familiares, além dos 12 mil profissionais da educação.

A dinâmica envolve lives, rodas de conversa, seminários, videoaulas, plantões psicológicos, oficina de psicoeducação e os atendimentos tanto individuais quanto psicológicos, além de representação emocional através da arte. As ações serão realizadas em duas etapas: durante e pós-pandemia.

No período atual, as ações envolvem live sobre o tema “Gestão das emoções e autocuidado” e rodas de conversa on-line para os profissionais da educação. Também será oferecido plantão psicológico, que consiste em atendimento por telefone para a equipe gestora e professores em sofrimento, crise e/ou surto.

Já o Semanário das Emoções envolve atividade de desenho e escrita para representação emocional através da arte. Lives serão promovidas para estimular os alunos a expressar as emoções vividas durante a pandemia, e para orientar o professor na análise dos semanários produzidos pelos alunos.

Além disso, serão promovidas quatro lives sobre o tema “Saúde em tempos de pandemia”, e mais uma de formação continuada sobre elaboração de videoaulas e uso de motodologias/recursos de intereatividade com os alunos. As ações envolvem, ainda, busca ativa de famílias ausentes com regularidade na entrega das cestas básicas e atividades pedagógicas de alunos em situação de vulnerabilidade social ou violação de direitos, e acolhimento remoto para alunos e familiares visando a garantia de acesso às políticas públicas.

Retorno – Para o retorno às aulas, que ainda depende do cenário da Covid-19 na cidade, as ações de apoio englobam a formação continuada presencial sobre como analisar o Semanário das Emoções, e rodas de conversa para estímulo da expressão e compartilhamento das emoções, mapear condições emocionais dos profissionais e estímulo ao autocuidado. Serão promovidas videoaulas sobre o tema “Saúde em tempos de pandemia” e iniciado o Serviço de Atendimento Psicológico nas gerências regionais.

Haverá, ainda, busca ativa de famílias ausentes com regularidade e de alunos em situação de vulnerabilidade social ou violação de direitos, em articulação com os Agentes da Educação. Também será feita articulação com representações locais dos centros de Referência e Assistência Social (Cras), de Referência Especializado em Assistência Social (Creas) e de Atendimento Psicossocial (Caps), no sentido de aproximar e fortalecer a relação da educação com as demais políticas sociais e organizações do terceiro setor, estabelecendo parcerias para facilitar o acesso da comunidade escolar a estes serviços e entidades.

 

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Cerca de 33 mil alunos da rede municipal de Salvador começam, na próxima segunda-feira (18), a ter aulas virtuais diárias durante o período de quarentena em razão da pandemia do coronavírus. Voltada aos estudantes matriculados no Ensino Fundamental II e na Educação de Jovens e Adultos (EJA) II, a iniciativa acontecerá gratuitamente através de um termo de cooperação com a Escola Mais – unidade de ensino de São Paulo que é referência em ensino digital para Fundamental II e Médio. As inscrições estão abertas e devem ser feitas no site www. escolamais. com/ salvador.

Os detalhes do Escola Mais Digital foram apresentados pelo prefeito ACM Neto e pelo titular da Secretaria Municipal da Educação (Smed), Bruno Barral, em coletiva virtual ocorrida nesta sexta-feira (15). A intenção é de que as aulas virtuais sirvam como atividades educacionais complementares, ou seja, sem avaliação, nesse período de isolamento social e sem previsão do retorno à normalidade na vida estudantil.

“Reconhecemos que as condições dos alunos da rede pública são muito diferentes da rede privada. Os alunos de escolas particulares possuem acesso fácil à internet, seja a de casa e até mesmo através de celular próprio. Já boa parte dos alunos da rede pública não tem acesso à internet, então ficaria difícil fazer avaliação através de educação à distância. No entanto, não poderíamos ficar de braços cruzados nesse período de 60 dias parados. Por isso, diante de um quadro de incertezas, está sendo feito esse trabalho de educação à distância com os alunos do Ensino Fundamental II, que já estão em um nível mais avançado de aprendizado”, salientou ACM Neto.

Sendo assim, para abarcar também os demais alunos, principalmente os que não possuem acesso à rede mundial de computadores, está sendo feita a negociação com um canal de TV aberta para exibição de aulas e também com uma operadora de celular para disponibilização de chips com pacotes de dados para estudantes. No caso das videoaulas, a produção do conteúdo já está desenhada e a estimativa é de que comecem na primeira semana de junho. Neste caso, é possível que o conteúdo veiculado seja considerado como avaliação no calendário pedagógico.  

Funcionamento – O secretário Bruno Barral explicou que as aulas virtuais acontecerão de segunda a sexta-feira nos turnos matutino e vespertino, ou noturno para os alunos da EJA. “De manhã, serão quatro horas e vinte minutos de aula, das 8h às 12h20, com os professores da Escola Mais. À tarde, ou à noite, no caso da EJA, haverá atividades com os professores da rede municipal, que estão recebendo capacitação para o uso da plataforma. Esse momento será destinado à realização de roteiros de estudos, revisão e esclarecimento de dúvidas, bem como para o atendimento individual dos alunos”, relatou.

Ministradas via plataforma Canvas, que utiliza os servidores da Amazon e possui mais de 30 milhões de usuários no mundo, as aulas abordarão todos os conteúdos previstos para cada ano de escolarização dos segmentos atendidos pela iniciativa. Todo o material é alinhado à Base Nacional Comum Curricular (BNCC) e os professores farão a relação entre o conteúdo das aulas virtuais e o adotado pelo Nossa Rede, desenvolvido pela rede municipal de ensino. Todos os gestores, professores e coordenadores pegagógicos diretamente envolvidos passaram por formação específica para utilização da plataforma. Os alunos receberão um login e senha e poderão participar das aulas por computador ou celular (IOS e Android). 

Retomada do calendário – Na coletiva, o prefeito também antecipou que a retomada das aulas não acontecerá neste mês de maio nas redes municipal e particular. “Ainda não existe uma data, talvez até nem seja possível retomar no mês de junho a depender do cenário da pandemia. No entanto, estamos conversando também com a rede privada para que seja permitida a compensação das aulas em 2020 e 2021, com calendários diferentes do tradicional, tendo que sacrificar inclusive o recesso e as férias para que as crianças não tenham o ano de 2020 comprometido”, declarou.

Ensino Fundamental e EJA I – Desde o último dia 27, as escolas da rede pública municipal estão fazendo atividades remotas com Ensino Fundamental I e dos anos iniciais da Educação de Jovens e Adultos (EJA), através da impressão e distribuição de atividades semanais para os alunos. Semanalmente, é divulgado no portal da Smed um conjunto com cinco atividades, abrangendo as disciplinas Língua Portuguesa, História, Geografia e Ciência.

Todas as escolas têm acesso e fazem a impressão e entrega desses exercícios, juntamente com um lápis e borracha para as famílias dos alunos. Após resolução das questões pelos alunos, a partir da pesquisa nos livros da rede que já foram distribuídos ou em meio digital, os familiares deverão entregar as atividades na escola e pegar um novo material.

Anos iniciais – Para os alunos dos anos iniciais, com idade entre 2 e 5 anos, são divulgados cards e vídeos curtos de até cinco minutos, com orientação para que as famílias desenvolvam atividades lúdicas em casa, a exemplo de brincadeiras e contação de estória. Os vídeos são divulgados no canal da Smed no YouTube e também no site educacao. salvador. ba. gov. br . Alguns vídeos são gravados por docentes e outros têm orientações sobre como inserir ensinamentos em atividades do dia a dia.

 

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As aulas nas 435 unidades de ensino da rede municipal ficam suspensas, a partir desta quarta-feira (18), conforme decreto publicado no Diário Oficial do Município (DOM), ontem (16). Embora as atividades do ano letivo estejam paralisadas nos próximos 15 dias, a comunicação entre pais e educadores permanece ativa. Com o objetivo de disseminar o máximo de informações e orientar as crianças e adolescentes sobre o coronavírus, a Secretaria Municipal da Educação (Smed) emitiu um comunicado circular com diretrizes do Guia da Unicef, listando oito pontos de orientações às famílias dos alunos para controle da Covid-19.

O documento foi entregue a todas as unidades de ensino e essas têm a responsabilidade de encaminhar aos responsáveis dos cerca de 140 mil estudantes matriculados na rede pública municipal. A circular visa esclarecer aspectos importantes sobre a prevenção para os alunos da educação infantil e de anos iniciais do ensino fundamental. “A escola é um canal de educação dentro da comunidade e tem papel social importante no fortalecimento dos vínculos entre as crianças e as famílias”, explicou a coordenadora de Inclusão Educacional e Transversalidade da Smed, Jaqueline Araújo.  

Segundo ela, o objetivo das informações é orientar os pais no processo de compreensão dos filhos. “A intenção é que as famílias tomem para si essa responsabilidade de proteger não apenas do ponto de vista físico, mas principalmente ofertar a segurança social e emocional. Temos que ajudar nossas crianças a passarem por esse momento tão difícil”, salientou Araújo.  

De acordo com o documento, baseado nos pilares da Unicef, o primeiro ponto é a iniciação de uma conversa, escutando o que a criança tem a dizer. O primeiro conselho é convidar a criança a falar do assunto, para perceber o que já sabe. Neste bate-papo, os pais devem aproveitar para lembrar sobre boas práticas de higiene, sem introduzir novos medos. Desenhos, histórias e outras atividades podem ajudar a abrir uma discussão.

O segundo tópico é ser honesto e ter cuidado com informação. As crianças têm direito a informações verdadeiras. Os pais devem usar uma linguagem apropriada para a idade, observe as reações e seja sensível ao seu nível de ansiedade, mas tendo em atenção que deve responder com informação fidedigna. Se não souber, nada de inventar. É importante explicar que algumas informações que circulam na internet ou em redes sociais não são precisas e que é melhor confiar nos especialistas.

Guia da Unicef – As demais dicas da Uinicef ressaltam ainda a importância de mostrar as crianças como proteger a si mesmo e aos amigos, além de estimular o processo lavar as mãos regularmente. A maneira de como tossir ou espirrar, protegendo a boca, assim como usar o cotovelo para abrir portas e torneiras também são práticas recomendadas.  

Os pais devem orientar as crianças a comunicar de imediato se começarem a sentir febre, tosse ou dificuldade em respirar. Os pais também precisam estar atentos ao conteúdo midiático. As crianças podem não distinguir entre imagens na televisão ou online e a própria realidade pessoal. Por isso, é recomendável que se ajude o menor a lidar com o estresse, criando oportunidades para brincadeiras sempre que possível. 

Outras medidas – Além da suspensão das aulas e envio dos comunicados aos pais e responsáveis, a Prefeitura adotou uma série de outras medidas. Entre elas, o envio de sugestões de atividades pedagógicas e a distribuição de cestas básicas para cada um dos estudantes da rede. A distribuição vai acontecer nas próprias unidades de ensino, conforme detalhamento a ser feito nos próximos dias pela Smed. 

 

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Os gêmeos Vitor Hugo e Vitor Gabriel, de três anos, mal conseguiam ficar na sala. Os pequenos alunos queriam aproveitar ao máximo toda a estrutura do novo Centro Municipal de Educação Infantil (CMEI) Angelina Rocha de Assis, em Boa Vista do Lobato, reconstruído do zero e ampliado pela Prefeitura. Com direito a apresentação de fanfarra e muitos sorrisos da comunidade escolar, a cerimônia de entrega do equipamento, ocorrida nesta quinta-feira (12), teve as presenças do prefeito ACM Neto e do vice, Bruno Reis, além do secretário da Educação (Smed), Bruno Barral, demais autoridades e imprensa.

Mãe dos gêmeos e moradora da localidade desde que nasceu, a autônoma Joilda Sales, de 33 anos, relatou que a nova estrutura superou as expectativas. “A outra escola que estudavam era bem menorzinha. Essa aqui é maior e, com certeza, o desenvolvimento deles vai ser melhor. Eu estou gostando e eles também, porque está bem bonita”, afirmou.

O prefeito ressaltou que esta é mais uma escola – a quarta apenas este ano – entregue novinha pela Prefeitura, de um total de 26 que devem ser inauguradas em 2020. “Esta unidade, no passado, atendia apenas 69 alunos. A partir de agora, serão 320 crianças na Educação Infantil que vão estudar em tempo integral. Elas vão chegar aqui no começo do dia, vão ter cinco refeições, e os pais só vão ter que buscá-las no fim da tarde. Isso vai dar condição de formação plena a essas crianças, além de os pais poderem sair para trabalhar em paz, sabendo que os filhos estarão muito bem assistidos em uma estrutura que nada deixa a desejar à uma instituição particular”, destacou ACM Neto.

O clima de gratidão da comunidade foi expressado pela diretora do CMEI, Priscila Figueiredo. “Estou na rede há 20 anos e há 12 deles aqui no Angelina Rocha de Assis. Só tenho a agradecer a toda a equipe da Prefeitura, porque a estrutura aqui, agora, melhor impossível. Os moradores da Boa Vista do Lobato ansiavam muito por esse momento e aproveito para fazer um pedido: que cuidem com carinho dessa estrutura, que é de todos nós”.

O secretário Bruno Barral afirmou que os alunos do CMEI poderão, ao sair da unidade, continuar os estudos em uma unidade localizada na mesma rua – a Escola Municipal Professor Gilberto Pires, que atende do 1º ao 5º ano do Ensino Fundamental I e Educação de Jovens e Adultos (EJA), com 550 vagas. “A gente vai montando toda essa oferta em uma região que não tinha essa estrutura no passado. Essa cobertura no ensino é essencial para que a gente tenha no futuro profissionais e pessoas melhores na sociedade.

Avanço e estrutura – O CMEI Angelina Rocha de Assis, que antes sofria com infiltrações, falta de acessibilidade e problemas elétricos e hidráulicos, teve o prédio antigo demolido e substituído por um projeto moderno e amplo. São 1.185 m² de área construída, com oito salas de aula climatizadas, elevador, acolhimento, diretoria, secretaria, coordenação, sala de professores, depósito de material didático, cozinha, triagem, depósito de merenda, área de serviço, lavanderia, refeitório, recreio descoberto, brinquedoteca, sala multiuso, sanitários, casas de gás e de lixo. O investimento foi de R$4,2 milhões.

A requalificação da creche e pré-escola é mais um exemplo de como a Educação tem sido tratada como prioridade em Salvador desde 2013, como lembrou Bruno Reis. “Não há como fazer Educação sem investimento – no ano passado, quase 30% do orçamento municipal foi destinado a essa área. Isso também é parte da missão de colocar a vida dos cidadãos em primeiro lugar”, pontuou o vice-prefeito.

Em fevereiro passado, foram entregues os novos CMEIs Yolanda Pires (Fazenda Grande do Retiro) e Mário Altenfelder (Lobato), e, no último dia 6, o CMEI Professor Antônio Pithon Pinto (Fazendo Coutos). Desde 2013, a Prefeitura já inaugurou mais de 240 novas ou reconstruídas unidades de ensino na cidade.

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A tecnologia a favor da aprendizagem em sala de aula. Esse conceito já está sendo aplicado em 20 escolas municipais de Salvador, que passaram a implementar nesta semana, na rotina dos estudantes, o projeto piloto Tech4Kids. Pioneira no Brasil, a iniciativa leva noções de ciência da computação ao Ensino Fundamental I.

 Na prática, os alunos manuseiam tablets conectados com a plataforma chamada “ubbu” – utilizada em vários países, como Estados Unidos, África do Sul, Espanha e Noruega. A ferramenta proporciona um aprendizado de forma fácil e divertida, através de jogos interativos, vídeos animados e exercícios.

 Uma das escolas beneficiadas com o projeto foi a Saturnino Cabral, em Cosme de Farias. A vice-diretora da unidade, Camila Amorim, destacou que a ação não apenas ajudará as crianças a desenvolverem o pensamento computacional e linguagem de programação como também agregará na aprendizagem de disciplinas curriculares, como Língua Portuguesa, Matemática e Ciências.

 “Essas crianças já estão inseridas nas novas tecnologias, portanto, precisamos potencializar isso como uma ferramenta que possa ajudá-las na questão da aprendizagem”, destacou Camila. “Quando eles começarem a ingressar no Fundamental II e Ensino Médio, ficará muito fácil desenvolver um processo de pesquisa, de iniciação científica”, acrescentou.

 A Saturnino Cabral possui 250 alunos e ganhou 37 tablets que serão usados por 10 turmas do Ensino Fundamental I – cada classe do segmento terá uma hora de aula por semana. Bastante empolgada com as aulas de ciência da computação, Bianca Gomes, 10 anos, comemorou a iniciativa na unidade. “Sempre sonhei em usar tablet em sala de aula. Achei ótimo porque a escola está evoluindo e isso deixa muito feliz”.

 Alfabetização digital – Adaptadas a cada idade, as atividades do projeto Tech4Kids incentivam o raciocínio lógico, computacional e a resolução de problemas, através da ciência da computação. Outro aspecto da plataforma empregada é que o conteúdo de cada lição é baseado em pelo menos um dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) das Nações Unidas, ajudando a promover a consciência cidadã.

 “A ideia é trazer a linguagem da programação e a ciência da computação para dentro das escolas de uma forma lúdica. E que as crianças, desde os seis anos de idade, já comecem a interagir com esse letramento digital”, explicou o chefe de gabinete da Secretaria Municipal da Educação (Smed), Frederico Wegelin. Ele visitou a Escola Saturnino Cabral, nesta quarta (4), para acompanhar as primeiras aulas do projeto na unidade.

 Wegelin acrescentou que, embora a plataforma ubbu seja importada, ela foi adequada dentro da realidade brasileira por meio da Tech4Kids. “A iniciativa começou a ser implantada desde o dia 10 a 12 de fevereiro, com a formação de professores, gestores e coordenadores pedagógicos na plataforma. Estamos fazendo o piloto em 20 escolas do município para cinco mil alunos, entre 6 a 10 anos, do Fundamental I. Os estudantes tomarão aulas durante três meses”.

 Além da Saturnino Cabral, as outras escolas beneficiadas com o Tech4Kids são a Soror Joana Angélica, Simões Filho, Professor João Fernandes da Cunha (São Cristóvão), Padre Ugo Meregalli, Nossa Senhora da Paz, Cardeal da Silva, Senhora Santana, Cônego Emílio Lobo, Amai Pro, Machado de Assis, Ursula Catarino, Anfilófio de Carvalho, Prof. Willian Marques de Araújo, Doutor Orlando Imbassahy, Adauto Pereira de Souza, Dois de Julho, Ruy de Lima Maltez, São Domingos Sávio e Novo Horizonte.

 

 

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