Educação

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A promoção da cultura e história afro-brasileiras dentro do currículo escolar é o foco da V Mostra Criativa de Cultura e Arte Negra, lançada pela Prefeitura nesta quarta-feira (25), no Subúrbio 360, em Coutos. Estiveram presentes na ocasião os titulares das secretarias municipais da Reparação (Semur), Ivete Sacramento, e da Educação (Smed), Bruno Barral, além do presidente da Fundação Gregório de Mattos (FGM), Fernando Guerreiro, alunos e professores da instituição de ensino.

A atividade, que conta com o apoio do Conselho Municipal da Educação (CME), traz o tema “Cantos, recantos e encantos negros de Salvador” e será desenvolvido, durante todo o ano, nas escolas da rede municipal de ensino. Serão reunidos trabalhos artísticos e projetos inspirados nas leis 10.639/03 e 11.645/08, que determinam a obrigatoriedade do ensino das histórias e culturas africanas, afro-brasileira e indígena no currículo escolar. Os alunos terão a oportunidade de apresentar projetos relacionados à cultura africana em diferentes formatos – audiovisual, literatura, música e fotografia, dentre outras – na V Mostra Cultural, que acontecerá em dezembro, no Teatro Castro Alves (TCA).

“A expectativa é de que todos os envolvidos pensem na Mostra Cultural não apenas pelo cumprimento da Lei 10.639. Discutir a história da África e da cultura afro-brasileira é importante para acabarmos com toda a discriminação que ainda impera nesse país. É importante que isso não se perca”, expôs o titular da Smed, Bruno Barral. 

Durante todo o ano letivo, a Mostra Cultural contará com programação que permitirá a discussão de importantes temas, a exemplos do combate ao racismo e a discriminação racial. “Precisamos ter compromisso e coragem para enfrentar as adversidades. A arte pode mudar a vida de milhões de pessoas e essa Mostra Criativa vai além de apenas cumprir o que a lei nos determina. É descobrirmos os talentos dessa juventude e colocarmos em debate esse tema tão importante”, disse a secretária Ivete Sacramento. 

Para o presidente da FGM, Fernando Guerreiro, o fomento a arte, cultura e educação são os pilares para a construção de um país mais forte. “Quando vejo crianças cantando, dançando, tenho a certeza que podemos fazer um país mais justo e mais honesto. Um sonho da gestão era trazer a cultura e a arte para as pessoas que mais necessitam e, até o fim deste ano, vamos contar com dez espaços culturais administrados pela Prefeitura. Pouco a pouco, serão levados a cultura e a arte para a população de Salvador”, finalizou.

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As escolas da rede municipal de ensino de Salvador já estão preparando os alunos para a 14ª edição da Olimpíada Brasileira de Matemática das Escolas Públicas (Obmep), com provas a serem realizadas em junho deste ano. As atividades envolvem reforço do conteúdo exigido pela Olimpíada que, em 2017, reuniu 18.808 alunos de 50 unidades de ensino municipais. Em todo o Brasil, no ano passado, participaram mais de 18 milhões de estudantes oriundos de 51.373 instituições de ensino. 

As provas da 1ª fase acontecem no dia 5 de junho, nas próprias unidades escolares. Já a segunda fase será no dia 15 de junho, às 14h30. Estão aptos a participar da Obmep alunos do 6º ao 9º anos do Ensino Fundamental e de todo o Ensino Médio. De acordo com a coordenadora pedagógica da Escola Municipal Luiza Mahin e vice-diretora do Instituto Municipal de Educação Professor José Arapiraca (Imeja), Mariana Soledade, a preparação para os alunos sempre acontece a partir da análise do desempenho da edição anterior.

O método permite que os professores identifiquem os assuntos que os estudantes tiveram mais dificuldade e se empenhem para ensiná-los. “Realizamos simulados preparatórios para o exame, recorrendo aos materiais disponibilizados no site da Obmep e também aos livros e CDs que eles nos ofertam”, diz Mariana. Todos os alunos participam do reforço voltado para a primeira fase. Para a segunda fase, é feito um planejamento específico para os classificados, com o apoio de projetos proporcionados pela Prefeitura.

Estímulo – A Olimpíada é realizada com o objetivo de estimular e promover o estudo da matemática; prover a melhoria da qualidade da educação básica, possibilitando que um maior número de alunos brasileiros possa ter acesso a material didático de qualidade; além de contribuir para a integração das escolas brasileiras com as universidades públicas, os institutos de pesquisa e com as sociedades científicas. “A preparação dos alunos para a olimpíada é fundamental, pois é um momento importante para que possamos notar como está o nosso ensino e, também, para promover a inclusão social por meio da difusão de conhecimento”, afirma a diretora da Escola Municipal Visconde de Cairu, Ivete Pereira.

Segundo o titular da Secretaria Municipal da Educação (Smed), Bruno Barral, a participação dos estudantes tem uma importância que vai muito além da conquista de medalhas ou menções honrosas. Ele afirma que a iniciativa é um estímulo para que os alunos se interessem ainda mais por essa disciplina, para despertar vocações ligadas às ciências exatas e até revelar novos talentos na área.

“As escolas municipais estão prontas e os professores empenhados para acompanhar e dar todo suporte necessário aos estudantes”, disse o titular. “Tenho certeza que a Obmep só vai evidenciar ainda mais o desenvolvimento dos alunos da nossa rede e, consequentemente de Salvador, capital que mais avançou na educação no Brasil, conforme constatado pelo último Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb)”, assegura Barral. 

Premiação – Serão concedidas aos alunos classificados de escolas públicas 500 medalhas de ouro, 1.500 de prata, 4.500 de bronze, além de 46.200 certificados de Menção Honrosa e 6.500 vagas para participação no Programa de Iniciação Científica Jr.(PIC). Já os estudantes de escolas particulares concorrerão a 75 medalhas de ouro, 225 medalhas de prata, 675 medalhas de bronze, 5.700 certificados de menção honrosa e 975 vagas para participar do PIC. Também haverá premiações para o professor, escolas e secretarias municipais de educação, cuja equipe de alunos alcance bom desempenho nas provas. 

A OBMEP é realizado pelo Instituto Nacional de Matemática Pura e Aplicada (IMPA), com o apoio da Sociedade Brasileira de Matemática (SBM). É promovida com recursos do Ministério da Educação (MEC) e do Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações (MCTIC).

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Além do início das obras do BRT, o aniversário de 469 anos de Salvador foi celebrado hoje com a assinatura de termos de compromisso para a destinação de R$41,8 milhões para a educação pública municipal. Os recursos serão aplicados na reconstrução de sete unidades de ensino e na aquisição de mobiliário escolar. Os termos de compromisso foram assinados na mesma solenidade na qual o prefeito ACM Neto determinou o início das obras do sistema do BRT, na região do Parque da Cidade. 

O presidente do Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE), Sílvio Pinheiro, e o secretário municipal de Educação, Bruno Barral, estiveram presentes no evento. "Esse é o segundo termo que assinados com o FNDE em poucos dias, somando cerca de R$100 milhões em investimentos do Ministério da Educação em Salvador. Nada melhor para festejar o aniversário da cidade do que com realizações importantes como essas", afirmou o prefeito. 

Do valor total dos termos de compromisso, R$ 36,8 milhões serão destinados à reconstrução das escolas municipais Roberto Correia, Engenho Velho da Federação, Pau Miúdo e Francisco Magabeira e dos Centros Municipais de Educação Infantil (CMEIs) Nova Sussuarana, Maria Rosa Freire e Plataforma. Desse recurso, R$ 24,9 milhões serão oriundos do FNDE e R$ 11,9 milhões serão de contrapartida da Prefeitura.

Além de novas estruturas físicas, o investimento representa a criação de 1.280 novas vagas escolares, sendo 650 para a Educação Infantil e 630 para o Ensino Fundamental. Para a renovação do mobiliário escolar, o termo de compromisso prevê R$ 5 milhões, que serão aplicados em toda a rede municipal.

 

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A apresentação do Referencial Curricular Municipal para os anos Iniciais do Ensino Fundamental foi o foco do seminário "O currículo nossa rede e a BNCC: reflexões e convergências". A abertura do evento, realizado nesta terça-feira (27),  no Fiesta Bahia Hotel, no Itaigara, contou com as presenças do prefeito ACM Neto, do vice-prefeito Bruno Reis e do secretário municipal da Educação (Smed), Bruno Barral, além de convidados, professores e coordenadores pedagógicos da rede municipal de ensino.

Realizado em parceria entre a Smed e o Instituto Chapada de Educação e Pesquisa (Icep), o encontro serviu também para discutir e verificar propostas para o desenvolvimento das ações propostas pelo documento, construído em articulação com a Base Nacional Comum Curricular.

Para discutir o tema, foi convidado o jornalista e matemático Ricardo Falzetta, membro do conselho editorial da Jeduca – associação nacional de jornalistas de educação – e membro do Conselho Consultivo do Instituto Rodrigo Mendes.

O prefeito ACM Neto salientou que Salvador passou por profundas mudanças nos últimos cinco anos e a educação foi um dos maiores exemplos disso. "A transformação da educação em prioridade é fruto de uma decisão política. Aumentamos o orçamento municipal para a pasta e investimos tanto na capacitação dos profissionais, quanto no conteúdo curricular próprio", afirmou o prefeito. Ele lembrou que um dos resultados desde investimento na área foi o crescimento do Índice Nacional da Educação Básica (IDEB) da cidade, que saiu da antepenúltima para a sétima posição dentre as demais capitais do país.

O secretário Bruno Barral ressaltou que o encontro é um momento de coroação e agradecimento pelo trabalho feito pelos profissionais da rede. "Foram mais de 4 mil professores, além de coordenadores pedagógicos e gestores escolares envolvidos na construção desse material, que hoje tem a cara da nossa rede municipal de ensino. Ainda temos muito a fazer, como fortalecer a Educação de Jovens e Adultos e o trabalho de educação das séries iniciais. Mas, com muito esforço, vamos conseguir avançar ainda mais", afirmou Barral.

 

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Os avanços da Educação em Salvador nos últimos cinco anos foram abordados durante a X Reunião de Ministros da Educação da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP), ocorrida no Hotel Deville Prime, em Itapuã. Estiveram presentes no evento o prefeito ACM Neto; o ministro da Educação no Brasil, Mendonça Filho; a secretária-executiva da CPLP, Maria do Carmo Silveira; o presidente do Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE), Sílvio Pinheiro; demais ministros, gestores na área de educação dos países da CPNP e autoridades locais.

A respeito de um dos principais temas discutidos no encontro – a merenda escolar – o prefeito salientou que, na capital baiana, houve nos últimos cinco anos um crescimento do desempenho educacional nas crianças, que está diretamente relacionado à merenda escolar. “A Prefeitura vem fazendo um grande esforço para reforçar o número de creches e pré-escolas e, assim, oferecer educação em tempo integral para crianças de 0 a 5 anos, assegurando cinco refeições diárias. Se aquela criança voltar para a cada e os pais, devido às condições de extrema pobreza, não tiverem condições de complementar a alimentação, pois o que ela recebeu na escola já é suficiente para garantir um crescimento saudável e isso reflete no aprendizado.”

ACM Neto ainda pontuou que, em 2018, 45 mil crianças foram matriculadas em creches e pré-escolas na rede municipal de ensino. A oferta de vagas mais que dobrou nos últimos cinco anos – em 2012, era de apenas 20 mil. Outros investimentos também contribuem para que a merenda escolar seja ampliada em Salvador, como as novas unidades construídas e/ou reformadas na cidade, a exemplo do Subúrbio 360, em Coutos.

O secretário municipal da Educação (Smed), Bruno Barral, relatou que Salvador tem sido vanguardista em algumas ações realizadas no quesito merenda escolar. Uma delas envolve a terceirização do serviço, que beneficia mais de 150 unidades atendidas com cinco refeições diárias. Hoje, são ofertadas mais de 265 mil refeições por dia nas 433 escolas e mais de 140 mil alunos em toda a rede municipal de ensino. “Por isso, fomos convidados pelo FNDE para sediar o evento e é importante discutirmos com os países de língua portuguesa as melhores práticas na área de merenda escolar e sair daqui com um plano definido”, completou Barral.

O ministro Mendonça Filho lembrou que a alimentação escolar permite tratar do combate à desnutrição infantil, diminuir as taxas de evasão escolar, melhorar o aprendizado do aluno e, ainda, estimular a cadeia produtiva da agricultura familiar, mantendo o trabalhador no campo.

Comunidade – A CPLP foi criada em 17 de julho de 1996, em Lisboa, e é constituída por nove estados-membros: Brasil, Angola, Cabo Verde, Guiné-Bissau, Guiné Equatorial, Moçambique, Portugal, São Tomé e Príncipe e Timor-Leste. A presença e a atuação do grupo têm contribuído para a projeção internacional da língua portuguesa, para o fortalecimento institucional e político de seus membros em situação de crise ou instabilidade e para a afirmação conjunta dos interesses comuns de desses países em outros foros internacionais, além do desenvolvimento de programas de cooperação em diversas áreas.

Em 2017, Salvador também foi sede de outro evento da CPLP – a X Reunião de Ministros da Cultura da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP), com abertura ocorrida no Forte São Diogo, na Barra. Na ocasião, a cidade foi declarada a Capital da Cultura da CPLP.

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Nesta segunda-feira (12), a Diretoria de Ações de Proteção e Defesa do Consumidor (Codecon), vinculada à Secretaria Municipal de Ordem Pública (Semop), realizou uma palestra na Escola Municipal Luiz Anselmo para apresentar detalhes da Lei de Defesa do Consumidor (CDC). A iniciativa contou com 25 alunos do 4º ano, com idade entre 8 a 10 anos, e teve como intuito formar consumidores cada vez mais conscientes dos seus direitos.

A ação também acontece por meio da Secretaria Municipal de Educação (Smed), com o objetivo de levar para os alunos as noções básicas sobre o direito do comprador. “A Codecon busca sempre o diálogo com os consumidores e, nada melhor do que informar os consumidores mirins. Pretendemos estender essa ação para o máximo de instituições, visando também os adolescentes”, disse o diretor do órgão, Alexandre Lopes.

Na apresentação, o chefe do Setor de Divulgação da Codecon (Sediv), Antônio Carlos Souza, e a coordenadora do órgão, Eva Pestana, falaram sobre a importância da lei do consumidor, principalmente sobre a aquisição de produtos e/ou serviços dentro de um padrão de qualidade. A palestra foi baseada na turma do desenho animado “Bob Esponja” para melhor entendimento das crianças.

Após a parte teórica, os alunos foram até um mercado da região para compreender na prática como verificar o preço, as questões de validade, acondicionamento de produto e obediência à lei dos 15 minutos. “Essa parceria da Codecon com as escolas municipais é muito proveitosa, já que as crianças ampliam o exercício de cidadania. A partir dessa ação, eles se tornarão multiplicadores de informações para os outros colegas e também para a família”, explana a diretora da escola, Cristina Souza.

A Codecon atua de forma preventiva, realizando fiscalizações nos diversos segmentos de consumo, como bares, restaurantes, hotéis, bancos, farmácias.

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“A Escolab fez total diferença na minha vida e na vida da minha filha e eu agradeço muito. Para mim, essa escola é tudo”. Esse é o depoimento emocionado de Inalva Lopes, mãe de uma aluna da Escola Laboratório Boca do Rio que, aos 49 anos, viu a vida de sua filha Antônia Lopes, de 15, se transformar, após a matrícula na instituição. As razões da transformação estão presentes em cada detalhe planejado para o ambiente escolar inovador, desde a elaboração do currículo até a interação profissional/aluno.

Diariamente, os estudantes são direcionados a atividades artísticas e tecnológicas prazerosas que estimulam cada vez mais a criatividade e a vontade de aprender nas crianças e adolescentes matriculados. O processo de ensino e aprendizagem está estruturado em seis eixos: jogos de linguagem, jogos de raciocínio lógico, cultura global, experimentação científica, experimentação artística e prática esportiva.

Cada eixo proporciona uma experiência importante para o desenvolvimento do aluno. Um dos que mais encantam a turma é o de experimentação científica. A disciplina transforma a sala de aula em um laboratório, onde é possível conhecer e criar produtos tecnológicos que estão em alta no mundo globalizado. Durante as aulas desse eixo, ocorre o contato com equipamentos de ponta, como a impressora 3D, robôs e caixas de experimentos. Tablets e notebooks substituem o caderno e potencializam o conhecimento tecnológico já adquirido, visto que os cientistas mirins já nasceram no universo digital.

“O grande diferencial desse projeto pedagógico é justamente a aprendizagem a partir da experiência, ou seja, é uma Pedagogia Vivencial. Nesse caso, são três os pilares que embasam tudo o que fazemos aqui. O primeiro é a questão do aprendizado a partir da experiência, o segundo se constitui de dois elementos: do projeto de vida e do protagonismo juvenil. Tudo isso contribui para o terceiro pilar, que é justamente a utilização da tecnologia enquanto um disparador e consolidador de aprendizagens”, afirma o diretor da Escolab Boca do Rio, Miguel Dourado.

Por todos esses equipamentos e metodologias, que aguçam a curiosidade e o desejo de aprender, que os alunos não querem sair da Escolab. “Nós temos dificuldade aqui em fazer com que as crianças vão para casa. Temos que dizer que chegou o horário, que é preciso ir”, conta Dourado. E é por toda essa estrutura também que Inalva, dona do depoimento emocionado do início da matéria, viu a vida de sua filha se transformar.

Antônia vivia pelos corredores, agia com rebeldia e não assistia às aulas regularmente, comportamento que fez com que Inalva fosse chamada várias vezes à secretaria para receber reclamações que a faziam chorar. Após a entrada de Antônia na Escolab, Inalva foi chamada novamente, dessa vez para uma apresentação da filha, momento em que se emocionou de orgulho, por ver a adolescente cantar em inglês. “Naquele dia eu estava vendo a minha filha, a Antônia de antes. Ali eu estava me emocionando, não por medo de perder a minha filha para o mundo, mas por orgulho”, relata.

Impressões 3D – Em parceria com a Startup Mine Maker LAB, os estudantes estão tendo aula de introdução à programação, modelagem, produção de aplicativos e, futuramente, terão aula de criação de games e introdução à robótica. Sócio-fundador da startup, Peterson Lobato, que auxilia o professor Anderson Caribé nas aulas de experimentação científica, explica que para imprimir objetos na impressora 3D, as crianças e adolescentes aprendem primeiro a modelar o produto no computador com o auxílio de softwares gratuitos, os chamados open sources.

A impressora da Escolab Boca do Rio imprime objetos por meio de filamentos orgânicos, feitos com fibras de milho. O material se decompõe na natureza em até dois anos, preservando o meio ambiente. Como haverá aulas de robótica, além de brinquedos, os alunos vão imprimir robôs e peças de montagem. As peças podem montar, por exemplo, uma caixa mágica, que demonstra o processo de transformação de energia mecânica em elétrica, desvendando o funcionamento de equipamentos como semáforos, ventiladores e lâmpadas.

Produtos tecnológicos – No ano passado, os alunos imprimiram várias réplicas de Creeper, personagem do Minecraft, um dos jogos mais acessados pelo público infanto-juvenil na atualidade. Ainda em 2017, a turma de experimentação científica criou o Notícias BDR, aplicativo que divulga notícias, lugares e eventos do bairro Boca do Rio. Segundo a direção, a ferramenta poderá ser disponibilizada, em breve, nas lojas de aplicativo.

“Além do processo de criação, nós incentivamos o protagonismo nos estudantes. Por exemplo, quando levamos o trabalho de criação do aplicativo, no ano passado, promovemos discussões para a escolha do tipo e, com isso, eles perceberam qual era a sugestão com maior impacto para a comunidade. A lógica é trabalhar a tecnologia como ação transformadora, para que eles se sintam agentes das mudanças da comunidade onde vivem”, explica o professor Anderson Caribé.

E os estudantes aprovam: “achei o trabalho ótimo porque antes da Escolab eu não tinha tido essa oportunidade de desenvolver produtos tecnológicos no ambiente escolar e isso é bom para expandir o nosso conhecimento. Aqui na Boca do Rio a gente tem muita coisa boa que não é divulgada, por isso, criamos o aplicativo para disseminar tudo isso”, conta Rafael Pereira, de 16.

Outras unidades – Além da Escolab da Boca do Rio, Salvador conta ainda com unidades do tipo no Subúrbio (uma em Coutos e outra dentro do Subúrbio 360, que tem parceria com o Google e a SmartLab). Esta última estrutura conta com duas quadras poliesportivas, um teatro com 400 lugares (que também se transforma em auditório) e uma cozinha industrial para cursos profissionalizantes (voltada para as mães dos alunos), refeitório, elevador e rampas de acessibilidade, casa de lixo e de gás, estacionamento e estruturas administrativas.

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Teve fanfarra, grupos culturais e, principalmente, muito sorriso de satisfação vindo de professores, funcionários, mães e alunos de 1 a 5 anos do Centro Municipal de Educação Infantil (CMEI) Dália de Menezes, em Santa Cruz, que foi entregue completamente reconstruído pela Prefeitura nesta sexta-feira (2). A cerimônia contou com as presenças do prefeito ACM Neto e do vice, Bruno Reis, além do titular da Secretaria Municipal da Educação (Smed), Bruno Barral, demais gestores municipais, autoridades e comunidade escolar.

A diretora da instituição, Valnice do Nascimento, relembrou as dificuldades enfrentadas com a antiga estrutura, a exemplo das infiltrações nos períodos de chuva. Ela salientou que o novo CMEI vai possibilitar continuar com a responsabilidade em oferecer ensino e educação de qualidade aos pequenos. “A partir de hoje, estaremos em um ambiente muito melhor. Só tenho a dizer muito obrigada”, resumiu Valnice.

O prefeito ressaltou que, há mais de cinco anos, Salvador possuía como desafios uma rede física escolar deteriorada e a falta de compromisso em colocar a área de Educação como prioridade. “Era um problema histórico da cidade. As crianças pobres de 1 a 5 anos foram, por muitos anos, condenadas a não ter acesso à creche e pré-escola. Elas só iam ter o primeiro contato com o ensino a partir dos 6 anos. Além disso, os pais e mães não conseguiam sair para trabalhar, por não ter onde deixar os filhos. A Prefeitura resolveu encarar com coragem essa questão e, hoje, inaugura uma nova escola por semana, incluindo creches e pré-escolas”, relatou ACM Neto.

O secretário Bruno Barral completou que, para o setor avançar, é necessário vencer a inércia. “O trabalho continua em ritmo forte para fazer mais e mais entregas como esta na Educação”.

Estrutura e balanço – Com 827 m² de área construída, a nova estrutura passa a atender a 200 crianças de 1 a 5 anos da região. Foram investidos R$ 2,4 milhões no novo CMEI Dália de Menezes, que possui dois pavimentos e conta com dez salas de aula, cozinha, área de serviço, dispensa, lavanderia, sala de freezer, depósito, secretaria, diretoria, seis sanitários para alunos – sendo dois para pessoas com deficiência –, dois sanitários para funcionários, casa de lixo, casa de gás, pátio coberto, solário e playground. Durante o período de obras, o corpo escolar foi transferido para um imóvel alugado no próprio bairro.

De janeiro de 2013 a dezembro de 2017, a Prefeitura já executou obras de construção, reconstrução e reforma em 230 unidades escolares da cidade. O número ultrapassa 50% do total da rede, com com um investimento de quase R$290 milhões. Desde novembro último, a administração municipal tem inaugurado um equipamento por semana. Até março, outras unidades estão previstas para serem entregues no Jardim das Margaridas, Periperi e nas ilhas Bom Jesus dos Passos e de Maré.

Nova praça – Durante a inauguração do CMEI, o prefeito autorizou a construção da praça e da quadra da Rua Nova República, atendendo a um pedido antigo da comunidade. Com intervenção a ser coordenada pela Secretaria Municipal de Manutenção (Seman), serão aplicados quase R$300 mil nos espaços de convivência e lazer, com recursos 100% municipais.

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Têm início, na próxima terça-feira (06), as inscrições para palestras gratuitas do projeto Crianças Condutoras do Futuro, promovido pela Superintendência de Trânsito de Salvador (Transalvador). Escolas particulares e públicas podem receber uma equipe de Educação para o Trânsito da autarquia, proporcionando a seus alunos conhecimentos básicos sobre o trânsito, além de regras de convivência harmônica. Para participação, interessados devem entrar em contato com a Transalvador por meio do telefone (71) 3202-9163.

De acordo com Mírian Bastos, gerente de Educação da Transalvador, nas palestras, “são abordados temas propostos nas diretrizes educacionais de Educação para o Trânsito do Departamento Nacional de Trânsito (Denatran) nas áreas de segurança, linguagem e convivência social”. “Mas há flexibilidade e a direção das escolas também pode sugerir temas que mais se adequem à sua realidade, colaborando com a construção do conteúdo ministrado”, informou Mírian.

O Projeto Crianças Condutoras do Futuro já acontece há quatro anos. No ano passado, alcançou mais de 7.780 crianças e adolescentes de 111 escolas públicas e privadas de ensinos Fundamental e Médio em toda a cidade. Ele foi formulado para ensinar, de forma lúdica, conceitos básicos de convivência harmônica no trânsito, transmitidos por palestras, teatro de fantoches e reprodução de cenário de trânsito em sala de aula.

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