Educação

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Inaugurado em janeiro deste ano, o Centro Municipal de Educação Infantil (Cmei) Olga Benário, no Doron, realizou nesta quarta-feira (26) o 1º Desfile da Primavera. Com muita alegria, animação e uma mistura de cores, o desfile saiu pelas ruas do bairro e chamou a atenção dos moradores do bairro, que assistiram ao desfile das sacadas e da porta de casa. A ação encerra o projeto que tratou das temáticas primavera, preservação da fauna e da flora e contos infantis, trabalhadas em sala de aula.

Da porta de casa, a cabeleireira Neide Pereira de Souza e o neto acompanharam a passagem dos pequenos. ”Uma maravilha! Parabéns à creche pela iniciativa de realizar esse desfile e animar a rua. Estão todos lindos”, disse.

De acordo com Ana Paula Massarenti, gestora do Cmei, há três meses esse trabalho vem sendo desenvolvido e a ansiedade de todos para o desfile era muito grande. “Nós trabalhamos toda temática mostrada nesse desfile e estávamos ansiosos por esse dia. Os pais e a comunidade estão nos apoiando e isso nos fortalece para pensarmos em outros projetos como este”, afirmou.

O desfile contou com as crianças do grupo dois ao grupo cinco, divididas em alas temáticas. O pelotão da frente abriu o desfile com os carrinhos de flores. Em seguida, vieram as árvores, as abelhas, as borboletas, os sapinhos, as joaninhas, os pássaros, o arco-íris, as nuvens, os jardineiros e o convidado principal, o rei sol, que iluminou o desfile.

Atentos e participativos, os pais elogiaram a ação da unidade de ensino. Orgulhosa, a dona de casa Silvaneide Simões da Silva filmava tudo e não perdeu uma pose da filha Sophia, de 3 anos, que estava no pelotão da frente. ”Excelente a iniciativa da escola em proporcionar esse momento para as crianças. É a primeira vez que ela faz parte de um desfile e está muito feliz. Adorei tudo."

Outro que deu apoio e estava contente com a ação foi o trabalhador autônomo Givanildo Batista Souza, pai do pequeno Emanuel, de 5 anos. ”É importante para as crianças se desenvolverem e se unirem. Está tudo muito organizado e bonito. Eu gostei e, se depender de mim, vou apoiar sempre."

O desfile contou também com apoio de policiais da Base Comunitária Militar que atende, além do Doron, os bairros do Cabula e Saboeiro. “A base tem um trabalho diferenciado de aproximação com a comunidade e com as escolas. Esse vínculo, essa parceria tem que ser permanente e nós temos a satisfação em acompanhar um trabalho bonito como esse.”, disse a subtenente Jamille Nogueira.

No final do evento, os alunos tomaram um gostoso banho de chuveiro para voltar às atividades da rotina escolar, além de se deliciarem com um almoço especial.

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As professoras Ive Carolina Fiuza Figueirêdo Milani e Márcia Pereira Martins Vale, que trabalham na Escola Municipal Hospitalar e Domiciliar Irmã Dulce, foram premiadas no 1° Congresso Internacional "Brincar, Brinquedoteca e Brinquedista", realizado nos dias 20, 21 e 22, na Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ). Intitulado "O Brincar na escola hospitalar e domiciliar: caminhos e possibilidades", o trabalho conquistou o terceiro lugar na premiação que envolveu projetos de todo o Brasil.

De acordo com a vice-gestora Leydiane Vidal, a conquista é resultado do trabalho diferenciado realizado pela unidade de ensino que garante o direito à educação ao aluno, que por questões de saúde, encontra-se impossibilitado de estudar na escola comum. “Nosso corpo docente sempre busca aprimorar sua prática, pesquisar e realizar estudos acerca de temáticas que contribuam com o fazer pedagógico. Esse prêmio vem agregar mais valores à nossa escola. Estamos orgulhosos e na certeza que elas sempre buscam compartilhar os conhecimentos com os demais docentes que atuam nas Classes Hospitalares e Domiciliares daqui e de fora do país”, considera.

O trabalho apresentado pelas professoras mostra a importância do brincar no processo de aprendizagem dos alunos no ambiente hospitalar e/ou domiciliar, como explica a professora Ive Milani, uma das autoras do projeto. “Nossa pretensão com esse pôster foi deixar claro que o brincar não pode ser deixado de lado. O hospital é sempre associado à dor, mas a partir dessa consciência, o mesmo poderá ser visto como lugar de aprendizagem, assim como o domicílio. Independentemente da condição de saúde, as crianças podem aprender, desenvolver habilidades e competências que vão auxiliá-las na vida, interagindo com os outros e ajudando essas crianças a desenvolverem-se como indivíduos”.

Para Márcia Vale, também autora do trabalho, a premiação vem como reconhecimento do que já realizam na Escola Municipal Hospitalar e Domiciliar Irmã Dulce. “É muito bom ter essa visibilidade, ainda mais em um evento internacional, por sempre estamos preocupados com a informação e com o serviço. É importante esse reconhecimento dentro da área que atuamos, que é hospitalar e domiciliar, com notoriedade dentro e fora do pais”, enfatiza. Em um dos trechos, o trabalho apresentado no Congresso aponta que “o brincar é uma ferramenta facilitadora do processo de aprendizagem que proporciona o desenvolvimento das funções cognitivas, sociais, afetivas e motoras, saúde e bem estar do aluno, além de auxiliar no resgate de algo tão natural que é aprender. A presença e o trabalho pedagógico do professor que conhece as necessidades curriculares e de saúde do aluno, associado ao brincar, permite que haja atenção ao indivíduo em sua integralidade”.

Congresso - Organizado pela Coordenadoria da Brinquedoteca do Hospital Universitário Pedro Ernesto (Hupe) em parceria com a Criative Ideias, o 1º Congresso Internacional “Brincar, Brinquedoteca e Brinquedista” foi realizado no Teatro Odylo Costa Filho (campus Maracanã) e contou também com minicursos e oficinas. O evento reuniu pedagogos, médicos pediatras, psicólogos, fonoaudiólogos, professores, coordenadores de ensino, estudantes e demais profissionais das áreas de Educação e Saúde.

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Mais uma horta escolar - a nona até o momento - foi implantada pela Prefeitura nesta quarta-feira (26), desta vez na Escola Municipal Filhos de Salomão, localizada no bairro de Campinas de Pirajá. O projeto desenvolvido pela Secretaria Cidade Sustentável e Inovação (Secis) visa ocupar, de modo sustentável, áreas que estão inutilizadas em Salvador.

Nos 12 canteiros instalados foram plantadas mudas de erva-doce, boldo, erva-cidreira, alecrim, manjericão, hortelã, alface, beterraba, pimenta, rúcula, cebolinha, coentro, tomate e milho doce. Feijão vagem, quiabo, rabanete e maxixe também passarão a fazer parte da alimentação dos alunos, que serão os responsáveis por cuidar e preservar o espaço.

“A horta foi uma ideia maravilhosa. Vou cuidar com amor e cultivar muitos alimentos saudáveis para nossa alimentação”, prometeu Lucas Almeida, aluno do 3º ano.

A professora Jaciara Santos destaca que a iniciativa incentiva aos alunos a ter uma alimentação adequada, já que, em casa, muitos pais têm dificuldade de controlar o consumo de produtos como refrigerantes e salgadinhos. “Essa horta, além de ajudar na conscientização e na criação da responsabilidade dos alunos com a questão ambiental, vai contribuir muito com a alimentação saudável, tema que há um bom tempo trabalhamos com eles”, afirma.

A agente de educação Neide Cruz contou que sempre idealizou esse projeto, devido à possibilidade de trabalhar a questão da alimentação saudável. “Foi um projeto sonhado por todos, que finalmente aconteceu. Espero que possamos colher bons frutos”, afirmou.

Para o coordenador da instituição, Flávio Barbosa, a sustentabilidade tem que fazer parte do currículo da vida das pessoas. “Essa prática e acesso direto com o meio ambiente ajuda a entender não só a importância da ecologia, mas a compreender o cuidado e comprometimento com o meio ambiente e com as pessoas”, declarou.

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Os alunos de escolas municipais de Salvador vão participar de uma atividade diferente nos meses de outubro e novembro, dentro da segunda edição do projeto cultural “Uma Tarde no Museu”. Idealizada pela Cerqueira Produções, a iniciativa é uma das contempladas pelo edital Arte Todo Dia – Ano IV, promovido pela Prefeitura através da Fundação Gregório de Mattos (FGM). A intenção é levar crianças da capital baiana para visitas mediadas em museus ligados à cultura de matriz africana.

Sempre a partir das 14h30, as visitas gratuitas começam no próximo dia 2, na Casa de Angola na Bahia, com estudantes da Escola Municipal Nova do Bairro da Paz. No dia 11 de outubro, é a vez do grupo da Escola Municipal Novo Horizonte conhecer as instalações da Casa do Benin.

Em novembro acontecem mais duas visitas, sendo uma delas no dia 13, que reunirá alunos da Escola Municipal Fernando Presídio, na Casa do Benin. Por fim, no dia 22, a Casa de Angola recebe as crianças de escolas de Ilha de Maré.

Conhecimento da história – O “Uma Tarde no Museu” pretende fazer com que os alunos conheçam a história de alguns dos povos trazidos da África e que deram origem à população miscigenada brasileira. Além da visita, eles assistirão ao espetáculo artístico "Makena, de onde eu vim" – uma experiência lúdica, cultural, educativa e participativa para os pequenos estudantes.

O espetáculo é encenado pelas artistas Natureza França e Joice Paixão, tendo Jorgelina Oliva na percussão e DJ Nai Sena na sonoplastia. O elenco ainda tem a participação especial de Franciane Simplício e Lara Cerqueira, cobertura do fotógrafo Matheus Leite e direção de Joice Paixão.

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Além de hortaliças, em uma das instituições também serão plantadas frutíferas

Duas novas hortas escolares serão inauguradas em Salvador nesta semana. O lançamento da horta da Escola Municipal Filhos de Salomão, no bairro Campinas de Pirajá, acontecerá nesta quarta-feira (26), às 9h. Na quinta-feira (27), no mesmo horário, será a Escola Municipal de Ilha de Maré, localizada na Rua da Caieira, em Ilha De Maré, que abre o seu espaço para cultivo de hortaliças, legumes, verduras e temperos. Em ambas, os alimentos colhidos vão fazer parte da merenda distribuída para a comunidade acadêmica. O número de hortas escolares em Salvador subirá de oito para dez, com as que serão inauguradas.

Entre as 316 mudas que serão plantadas nos 12 canteiros criados na Escola Filhos de Salomão estão erva-doce, boldo, erva-cidreira, alecrim, manjericão, hortelã e orégano. Também serão cultivados nos 48 metros quadrados de terreno da horta alface, beterraba, pimenta, rúcula, cebolinha, coentro, tomate e milho doce, além de feijão vagem, quiabo, rabanete e maxixe.

A instituição também contará com um pomar, formado por cinco árvores frutíferas. Serão plantadas mudas de tamarindo, cajá, caju, jambo e jabuticaba, sendo uma de cada espécie. A iniciativa é promovida pela Prefeitura, através da Secretaria da Cidade Sustentável e Inovação (Secis) em parceria com a Secretaria Municipal de Educação (Smed) e a Limpurb.

Na Escola Municipal de Ilha de Maré, 74 metros quadrados de terreno serão destinados aos plantios. Ao todo, 351 mudas farão parte do local. Dessas, 243 são de hortaliças, entre alface, cebolinha, coentro, salsa, pimenta e tomate. Mudas de ervas medicinais também serão levadas para o lugar, totalizando 38 mudas de três espécies: erva-cidreira, erva-doce e boldo. Alecrim, manjericão, hortelã e orégano estão no grupo dos temperos, que terá 70 mudas. Para algumas espécies, o plantio será feito com sementes. É o caso da beterraba, do milho, do feijão-vagem, do quiabo, do rabanete, da rúcula e do maxixe. Ao todo, 220 gramas de sementes serão cultivadas.

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As delícias preparadas na cantina da Escola Municipal de Ilha de Maré estarão presentes no reality show “Super Merendeiras”, que será exibido pelo canal TV Escola, a partir da sexta-feira (28), às 21h. A protagonista das receitas é a merendeira Dejanira dos Santos, que promete ensinamentos que deixarão todos com “água na boca”.

Além da representante baiana, participam do programa outras nove merendeiras de escolas públicas do Brasil, sendo duas de cada região do país. Elas são vencedoras das duas edições do concurso Melhores Receitas da Alimentação Escolar, promovido pelo Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE).

Sob o comando do ator e humorista Eri Johnson, o reality vai abordar a história de vida de cada uma das participantes, com enfoque nas escolas onde trabalham, suas casas e o cotidiano. Em paralelo, ocorre a disputa entre elas na preparação de pratos que fazem parte da rotina das escolas e utilizam alimentos adquiridos no âmbito do Programa Nacional de Alimentação Escolar (PNAE).

O júri é formado por uma nutricionista especializada em gastronomia, uma do PNAE e um estudante, que levará em consideração todos os aspetos nutricionais. Os critérios vão desde o tempo de preparação, a superação de dificuldades, a criatividade, o manuseio correto dos alimentos e, claro, o sabor e apresentação do prato.

Perfil – Com 44 anos, a merendeira Dejanira de Souza trabalha há 16 na Escola Municipal de Ilha de Maré. Amante da culinária, ela comenta sobre a felicidade de levar para TV um pouco do dia a dia no colégio. “Tem sido um desafio e tanto. Aqui temos muito peixe, marisco, dendê. Levei a culinária baiana e tenho aprendido muito com a cozinha de outras regiões”, diz. Ela conta ainda que os pratos prediletos dos alunos, o refogado de frango, o abará e o feijão tropeiro de soja também serão apresentados no reality.

Diariamente, a merendeira prepara 1 mil refeições para os estudantes da escola que funciona em tempo integral, atendendo a 565 alunos da creche, da Educação Infantil (6 a 12 anos) e jovens do Fundamental II (12 a 15 anos). No cardápio, pratos para o café da manhã, lanche, almoço, lanche da tarde e uma ceia.

A coordenadora de Alimentação Escolar de Salvador, a nutricionista Emília Coelho, que também participou da gravação, conta como a rotina de Dejanira ajudou durante o desempenho das provas do programa. “Ela usou muito do que faz em nossa escola. Toda a experiência nas técnicas de reaproveitamento integral dos alimentos ela levou para o reality. Assim como em nossa unidade de ensino, o prato precisa ser gostoso, nutritivo e com boa apresentação”, explica.

Alimentação Escolar – A Prefeitura de Salvador é responsável em ofertar alimentação dos estudantes matriculados nas 436 escolas da rede, sendo que 10 delas ficam na ilhas de Maré, Bom Jesus e Frades. Outras 124 escolas filantrópicas conveniadas a rede também recebem o cardápio. “Ofertamos uma alimentação saudável. Não tem salgadinhos, refrigerantes. Os alimentos são os mais frescos possíveis, evitando os processados. O cardápio é elaborado de acordo com a necessidade de cada aluno, de cada faixa etária. Além de alimentar, fazemos um trabalho de educar nutricionalmente para que os estudantes entendam que ali é o melhor alimento a ser consumido”, finaliza Emília.

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Os alunos da Escola Municipal Sociedade Fraternal, localizada no bairro de Pau da Lima, transformaram um ponto de lixo, na calçada em frente à escola, em um lindo jardim. A iniciativa faz parte do projeto “Escola Verde com Afeto”, realizado pela ONG Canteiros Coletivos em parceria com a instituição de ensino, nesta terça-feira (25).

Coordenadora do projeto existente há seis anos, Débora Didonê contou que, apesar do coletivo já ter feito algumas ações em unidades escolares, essa foi a primeira vez que foi criado um projeto dedicado exclusivamente a elas. “Sempre recebemos demandas de escolas pedindo nossa ajuda para plantar e ajudar a retirar o lixo. Decidimos, então, abrir as inscrições para termos uma ideia de quantas escolas tinham interesse e contabilizamos mais de 200 inscritos. Inicialmente serão atendidas seis escolas, mas o nosso desejo é que esse projeto cresça para que possamos replicar em outros bairros”, revelou Débora.

O trabalho de transformação empolgou e mobilizou alunos, funcionários, pais e moradores da comunidade que, mesmo debaixo do sol forte, pintavam pneus, plantavam mudas de espécies e ajudavam na pintura da fachada. Inspirada na primavera, as flores, árvores e paisagens completaram os muros do espaço da fachada da escola, que também recebeu uma nova pintura pelas mãos do artista visual Thiago Nazareth. “Essa ocupação através do jardim e da arte, além de colorir e trazer beleza, reforça a importância da conservação dos espaços. É também uma forma de chamar atenção para a conscientização das pessoas”.

Motivação – A diretora da Sociedade Fraternal, Elenilda de Sá, revelou que o lixo já era um problema para a escola há cinco anos. Para tentar resolver o problema, foi realizada uma conversa com pais, moradores e com a equipe de professores. Assim surgiu o projeto de pertencimento #Fraternal, nome escolhido pelos alunos para solucionar problemas como esse.

“A retirada do lixo nunca foi um interesse só da gestão, mas sim de toda comunidade escolar e local. Quando souberam, os alunos ficaram muito animados. Inclusive, estudantes do turno da tarde pediram para vir pela manhã para participarem dessa prática. Essa mudança permite a troca de informações dos pais com os filhos e incentivam os alunos a virem para a aula”, afirmou a diretora.

O aluno do 5º ano, Lucas Santana, ajudou na limpeza e recolhimento do material e avaliou a situação do local antes e depois da intervenção. “Aqui na frente tinha um lixão com um fedor horrível, e agora estamos construindo um jardim. Vai ficar melhor e muito mais bonito”, afirmou, empolgado.

Mãe de uma aluna da instituição, Maria Cristina Ribeiro demonstrou satisfação com o projeto. “O lixo que ficava aqui na frente incomodava demais. Minha filha sempre reclamava do mau cheiro. Estou muito feliz de participar desse momento que vai acabar com o lixo, trazer flores e cores para a escola, e chamar atenção dos moradores para não jogar mais lixo aqui”, afirmou Maria Cristina.

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A comunicação organizacional, redes sociais e empreendedorismo serão discutidos no “Encontre-$e: Encontro de Conversas Digitais”, que acontece nesta terça-feira (25), a partir das 15h, no Espaço Boca de Brasa – Pracatum, no Ghetto Square, localizado no Candeal. Com parceria da Fundação Gregório de Mattos (FGM), o encontro é gratuito e composto por palestras voltadas para empreendedores, estudantes, profissionais de comunicação e pequenos produtores e instituições.

A intenção é discutir formas de gerar negócios no cenário digital atual. Os palestrantes são o diretor da Mezo Agencia de Marketing, César Magalhães; a relações públicas, docente e produtora cultural Beth Farias; e o produtor audiovisual do Senai, Igor Albergaria.

O “Encontre-$e: Encontro de Conversas Digitais” é um evento de intercâmbio cultural e nasce como resultado de uma proposta integradora dos cursos de Produção Cultural, Gestão em Mídias Sociais e Designer Gráfico. A realização é dos próprios alunos, que também assinam a criação da marca, a divulgação nas redes sociais e a produção do evento, com orientação das professoras Marilia Gil, Cissa Marback e Carol Cruz.

Iniciativa – Os cursos são realizados pela Pracatum Escola de Música e Tecnologias, em parceria com a FGM, através do edital Espaços Culturais Boca de Brasa. A ação municipal concede aporte financeiro a três propostas voltadas ao aprimoramento, dinamização e/ou ampliação das atividades artístico-culturais desenvolvidas em espaços culturais já existentes.

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A segunda edição do Circuito #Reconectar vai levar estudantes da rede municipal para um passeio histórico na Barra nesta sexta-feira (21). Pela manhã, serão contemplados os alunos das escolas Sebastião Dias e Daniel Lisboa, que vão fazer o roteiro Vila Primitiva – do Forte São Diogo à Cruz da Galícia. À tarde, o percurso será feito pelos estudantes das escolas municipais Teodoro Sampaio e Santa Cruz.

O Circuito #Reconectar é mais uma ação do Salvador Memória Viva, programa de educação patrimonial da Prefeitura, por meio da Fundação Gregório de Mattos (FGM). A intenção é estimular o interesse de estudantes, moradores e visitantes acerca dos símbolos que dão identidade e fazem parte de memória histórica da cidade. Com isso, possibilita o acesso e divulgação de informações sobre os monumentos públicos da cidade, além de promover a construção de valores e pertencimento a essas obras e contribuir para a diminuição dos atos de vandalismo.

Funcionamento – A dinâmica consiste em, uma vez ao mês, de agosto a dezembro deste ano, levar alunos do Fundamental II de dez escolas da rede municipal de ensino a percorrer um dos três roteiros turísticos e históricos de Salvador: Vila Primitiva (Forte São Diogo ao Cristo da Barra), Centro Histórico (Praça da Sé a Praça Castro Alves) e Cidade Moderna (Praça Castro Alves ao Campo Grande), mediante agendamento prévio. São realizadas duas visitas por dia: uma no turno da manhã, das 8h às 11h30 e outra à tarde, das 13h às 16h30.

A ideia é contar a história da cidade a partir dos monumentos. O passeio é conduzido por um guia da Pheregrinos Culturais que, além de orientar sobre e situar historicamente os pontos turísticos, interage com os jovens. A linguagem é informativa e associada às novas tecnologias, como a leitura da ficha de cada obra através do celular ou tablet com leitor QR Code. A iniciativa ainda tem como parceiros a Companhia de Desenvolvimento de Salvador (Desal), na confecção e instalação das placas de QR Code, e da Secretaria Municipal de Educação (Smed), que faz a intermediação junto às escolas municipais.

Roteiros

1 – Vila Primitiva (Forte São Diogo ao Cristo da Barra)

A rota da cidade primitiva, povoação onde existia uma vila tupinambá e por onde passaram os estrangeiros que desembarcavam pela larga barra da Baía de Todos os Santos, ou seja, pela Ponta do Padrão, entre o Farol e o Porto da Barra. Ali se instalou Diogo Álvares, o Caramuru, e sua extensa família; Francisco Pereira Coutinho, capitão donatário; e Thomé de Sousa, governador geral, até a fundação da cidade. Esse roteiro engloba o cerne da cidade, do chamado “caminho do conselho”, de onde saíam as principais decisões da província e onde estão importantes exemplares de templos religiosos, fortificações e marcos.

2 – Centro Histórico (Praça da Sé à Praça Castro Alves)

A rota da cidade fundada em 1549 por Thomé de Sousa, primeiro governador geral do Brasil, compreendida entre duas portas, Santa Catarina ao norte e Santa Luzia ao sul. Eis a cidade planejada, o centro administrativo do país, a “Cabeça do Brasil”, onde estavam instalados importantes pólos do poder colonial: Palácio Rio Branco (sede do governo), Casa de Câmara e Cadeia e Catedral da Sé (demolida no século XX, em prol da modernidade). A história de Fundação da Cidade do Salvador pode então ser lida através dos edifícios e monumentos instalados nesse roteiro.

3 – Cidade Moderna (Praça Castro Alves ao Campo Grande)

A rota da cidade moderna, em expansão e transformação a partir do século XX. Uma cidade que tomara outra dimensão, muito além das suas portas, em um cenário de higienização e modernização. Nesse contexto, se insere a remodelação urbana, o embelezamento da cidade com novas edificações, e a modernização do sistema de transporte com os bondes, elevador e planos inclinados. Esse roteiro se apresenta enquanto convite para apreciação do tradicional em diálogo com o moderno, através dos exemplares instalados nesse trecho.

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