Educação

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Alunos da Escola Municipal Brigadeiro Eduardo Gomes, localizada na Rua Lauro de Freitas, em São Cristovão, receberam, na manhã dessa quinta-feira (20), uma horta, onde serão cultivadas verduras, legumes, ervas e temperos. A escola, que já desenvolve trabalhos sobre meio ambiente, agora conta com mais uma oportunidade de praticar o que é aprendido em sala de aula.

A unidade conta com seis leiras, totalizando 18 metros quadrados disponíveis para os cultivos. Foram plantadas mudas de 13 espécies: alecrim, manjericão, hortelãs dos tipos graúdo e miúdo, orégano, alface, cebolinha, salsa, coentro, rabanete, beterraba, rúcula e quiabo. Os itens cultivados servirão como complementos para a merenda dos alunos.

“Sempre foi um sonho que tivéssemos uma horta na escola para que pudesse enriquecer a nossa merenda. Além de trabalhar a questão ambiental, o cuidado com o verde, a horta vai ser muito útil para enriquecer alimentação dos alunos, que a todo tempo se dispõem para cuidar da hora”, declarou a vice-diretora vice-diretora Claudiane Macedo

“É importante que os alunos trabalhem a terra, a plantar, regar e colher. Isso desenvolve a prática da preservação do meio ambiente e da sustentabilidade”, afirma o diretor da escola, Eduardo Massa.

Para Sara Silva, de 11 anos, aluna do 6º ano, a horta é também motivo de diversão. “Eu gosto de vim para a horta porque junto com meus amigos um ajuda o outro e a gente consegue cuidar do meio ambiente e se divertir”, conta a aluna.

Balanço - Esta é a oitava em instituições educacionais da capital baiana. As outras estão implantadas nas escolas municipais Fernando Presídio, em Paripe; Arlete Magalhães, em Castelo Branco; do Bairro da Paz, no bairro de mesmo nome; Bosque das Bromélias, no Jardim das Margaridas; Beatriz de Farias, na Boca da Mata; Clemilda Andrade, em Brotas; e Associação Criança e Família, no Rio Sena.

Desde 2016, quando Salvador ganhou a primeira horta em espaço público, no bairro da Pituba, a Prefeitura tem apoiado iniciativas desse tipo por cidadãos que buscam ocupar áreas inutilizadas da cidade de modo sustentável. Atualmente, já são nove hortas urbanas espalhadas pela cidade.

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Cerca de 120 estudantes do 1º ao 5º ano dos turnos matutino e vespertino da Escola Municipal Sóror Joana Angélica, em Nazaré, deram boas vindas antecipadas à primavera com muita diversão e aprendizado, nesta segunda-feira (17). A iniciativa faz parte do projeto “Estou Lendo”, desenvolvido pela escola desde 2015.

Cada turma escolheu um suco tropical para apresentar aos demais estudantes, corpo docente e administrativo da escola. Cartazes foram confeccionados para enfeitar a entrada da escola, local onde a apresentação foi realizada. Com chapéus de chef, os integrantes do 2º ano, primeira turma a se apresentar, deram um show de simpatia. Enquanto alguns liam os ingredientes e o passo a passo, outros encenavam o preparo do suco.

No entanto, antes de ir à receita, Elquison Pepe, de 8 anos, deu uma pequena aula: “A Receita é um gênero textual informativo com duas partes bem definidas: ingredientes e modo de preparo. O modo verbal predominante é o imperativo, mas o verbo também pode aparecer na forma nominal infinitivo”.

Os alunos se divertiram com as instruções do suco pesquisado por eles, como se estivessem em um show gastronômico. Cada turma apresentou uma receita: o 1º ano escolheu o suco de frutas, o 2º ano, o de frutas tropicais, o 3º ano optou pelos frutos vermelhos e o 4º ano, pelo detox.

Experiências – Antes da apresentação, eles já tinham colocado a mão na massa, ou melhor, nos frutos. “A atividade envolve uma série de experiências: a postura para falar em público no microfone, a habilidade de pesquisa e leitura, as atitudes de interação e de troca de conhecimento. Trata-se de uma aprendizagem significativa”, opinou a professora do 3º ano, Raquel Hermida.

Segundo o gestor da escola, Alexsandro Palma, o projeto este ano homenageia a primavera. “A proposta é celebrar o mês de setembro. A gente sempre ornamenta a frente da escola, e a atividade também teve o objetivo de fazer com que as crianças se envolvessem nessa ornamentação. Foi muito satisfatório ver que os alunos se empenharam e aprenderam, a partir da vivência, sobre esses gêneros textuais importantes, que são a receita e o cartaz”, afirmou.

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A Prefeitura prorrogou as inscrições para o processo seletivo simplificado sob Regime Especial de Direito Administrativo (REDA) para a contratação temporária de professores substitutos que atuarão na rede municipal de ensino. As inscrições podem ser realizadas até as 23h59 desta sexta-feira (7), e o boleto bancário pode ser pago até a próxima terça-feira (11).

São 58 vagas divididas entre as áreas de Educação Infantil ao 5º Ano (Pedagogia), Língua Portuguesa, Matemática, História, Geografia, Música, Educação Física, Ciências, Artes Plásticas, Teatro, Dança e Língua Inglesa. As inscrições devem ser feitas pelo site https://goo.gl/h58toz

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A greve partidária conduzida pela APLB Sindicato, controlado por partidos como o PCdoB, segue sem adesão dos professores. Balanço divulgado hoje (13) pela Secretaria Municipal de Educação (Smed) aponta que 87% das escolas da rede municipal estão funcionando, ou seja, 378 unidades de ensino, um percentual mais alto do que ontem (de 86%). Apenas 13% fecharam as portas por conta da greve, o que corresponde a 56 unidades.

Entre aquelas que abriram normalmente está a Escola Municipal de Pernambués, onde os professores e todos os servidores foram trabalhar. "A APLB está adotado de todas as táticas possíveis para tentar evitar que a categoria deixe de trabalhar e até mesmo para dar a impressão de que as escolas estão fechadas, o que não é verdade. Esse é um movimento eminentemente partidário, e a prova disso é que a APLB não atua da mesma forma em relação ao governo do estado. Só vamos voltar a negociar com o fim da greve", avisou o secretário municipal da Educação, Bruno Barral.

Ele lembrou que a Prefeitura já apresentou uma proposta de reajuste de 2,5% à categoria, que tem obtido ganhos reais desde o início da atual gestão. Em 2013, o percentual de aumento chegou a 7,8%, seguido de 8,3 em 2014, 8% em 2015 e 2,5% em setembro de 2017, ou seja, há menos de um ano. "Em todos os anos da gestão do prefeito ACM Neto, nós tivemos uma proposta na mesa, com exceção de 2016. Mesmo assim, a greve é contra a Prefeitura e não contra o estado, mesmo com todo o histórico de avanços", lamentou Barral.

O secretário afirmou concordar que os professores e servidores da educação merecem mais. Porém, é preciso levar em conta a situação financeira da Prefeitura e todas as conquistas obtidas ao longo dos últimos anos, pois investir em educação não se resume a salários. "A atual gestão já reformou, reconstruiu ou construiu mais de 63% das unidades escolares desde 2013, com mais de R$300 milhões investidos. Saímos de 17 mil vagas para mais de 40 mil na Educação Infantil, investimentos para melhorar a merenda e os kits escolares e Salvador foi a capita que mais cresceu no Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb). Ou seja, crescemos em quantidade e qualidade", citou.

Corte de ponto - Ontem (12), o prefeito ACM Neto avisou que vai cortar o ponto dos professores que não comparecerem ao trabalho já no mês de julho. Ele considerou a greve partidária e disse que vai tratar o movimento da APLB como tal.

 

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Ensinar crianças a se alimentarem de forma nutritiva e possibilitar o contato com os alimentos in natura são apenas algumas das propostas do projeto "Alimentação Saudável é Gostosa pra Chuchu", que contempla crianças de um a quatro anos no Centro Municipal de Educação Infantil Pio Bittencourt, na Federação. Nesta quinta-feira (12), 25 crianças do grupo quatro encerraram um ciclo de atividades voltadas ao ensino de práticas alimentares sadias, produzindo uma salada nutritiva que foi consumida pelos próprios alunos.

Ao todo, 81 crianças participam das atividades do projeto, que é contínuo. “Hoje conseguimos perceber que as crianças já reconhecem os alimentos, sejam frutas, verduras ou legumes. A maioria não tinha acesso em casa e então resolvemos mostrar a eles a importância de uma alimentação rica. Eles aprendem a degustar, experimentar sabores e desenvolvem gosto pela alimentação saudável”, pontua a diretora da unidade educacional, Consuelo Almeida.

Através do programa as crianças estudam em sala diversos vegetais separadamente, analisam a textura, formas e degustam de forma individual. Após um período de atividades semelhantes, quando o conhecimento sobre os alimentos já foi expandido, as crianças elaboram saladas – sejam de frutas ou verduras e legumes – passando por todo o processo de produção, que vai desde a escolha e higienização até a degustação coletiva. Para estimular o desenvolvimento da autonomia das crianças, a degustação é feita na modalidade de self service, deixando que elas se sintam à vontade para escolher, misturar e apreciar os alimentos.

O projeto prevê diversas outras atividades. Dentre elas está uma ação onde as crianças têm a vivência com os alimentos cultivados em hortas, montadas com o auxílio de vasilhames e canteirinhos. Para atender de forma integral as crianças, o projeto ainda se estende aos pais e responsáveis, por meio de palestras que são ministradas por nutricionistas da unidade de saúde local. Além disso, de forma programada, uma empresa parceira realiza peças de teatro com o uso de fantoches para reforçar as questões alimentares com as crianças.

Culinária em sala – Outro projeto mantido de forma permanente na instituição é Exploradores do Mundo. Através dele, os alunos fazem descobertas coletivas por intermédio dos pais. No período que antecedeu o São João, um grupo de alunos aprendeu com uma mãe a fazer bolo de aipim e cuscuz de milho. “São diversos resultados positivos. Os professores avaliam os alunos através da observação da criança ao longo do ano. Eles percebem mudança de atitudes como comer a salada toda na refeição que servimos diariamente ou pedir para repetir a salada", reforçou Consuelo Aldeia.

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A Secretaria Municipal da Educação (Smed) repúdia a truculência e o radicalismo de um pequeno grupo de manifestantes de perfil político-partidário que estão tentando impedir a entrada de alunos, professores e gestores da rede municipal em algumas escolas. São atitudes agressivas e de completo desrespeito às crianças, aos adolescentes, jovens e adultos que querem estudar e têm direito à educação, bem como aos professores e gestores que querem trabalhar e manter a escola funcionando.

"É lamentável esse tipo de atitude. Repudiamos veementemente essas ações. Nossos alunos e suas famílias que estão sendo prejudicadas por uma minoria, que está, na realidade, fazendo política-partidária e para isso prejudica a população", criticou Bruno Barral, secretário municipal da Educação. "Também é uma atitude desrespeitosa aos professores e gestores que querem trabalhar, dar aula e acolher nossos alunos. E que representam a maioria", disse.

O secretário voltou a pedir aos sindicalistas que reflitam e aguardem a evolução das negociações, que estão avançando. "Peço também que preservem nossos alunos da perda de dias de aula e dessa situação de estresse e de ameaça desnecessárias e absurdas", frisou. Levantamento divulgado nesta quinta-feira (12) mostra que 86% das escolas não aderiram à greve e estão funcionando, com professores e alunos em sala de aula.

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Balanço divulgado pela Secretaria Municipal da Educação (Smed) aponta que 93% das escolas da rede municipal não aderiram à greve comandada pela APLB. Para o secretário Bruno Barral, titular da Educação (Smed), isso demonstra o compromisso que os professores têm com seus alunos, lembrando que a rede tem 431 escolas e cerca de 142 mil estudantes matriculados.

"Estamos em processo de negociação, as rodadas vêm acontecendo com muita transparência e diálogo. Avançamos em alguns pontos, outros ainda estão sendo negociados. Por isso, seria precipitado fazer uma greve sendo que os canais estão abertos", avalia.

Barral visitou algumas escolas na manhã desta quarta-feira (11), em continuidade a um processo de visitas e interlocução com gestores e professores que vem ocorrendo periodicamente durante sua gestão.

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A orientação da Secretaria Municipal de Educação (Smed) é que as escolas funcionem normalmente. A Smed entende o movimento de greve como precipitado, uma vez que a negociação está em andamento. Destaca que há proposta de aumento real para a categoria e que a valorização dos professores é uma política implementada desde o início da primeira gestão de ACM Neto. Um exemplo disso é o aumento registrado na média salarial da categoria, que passou de R$ 4.826,71 para R$ 6.431,13, representando um incremento de 33,24%.

Diante disso, a Smed classifica o movimento como político partidário, uma vez que o governo do estado oferece uma proposta de 0% de aumento e isso não suscita qualquer movimentação por parte dos professores. Com a deflagração da greve, os principais prejudicados são os 142 mil alunos da rede municipal. Houve uma rodada de negociação entre a Smed e a APLB na noite desta terça-feira (09) e um novo encontro foi agendado para as 18h desta quarta-feira (11).

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Os sentimentos de satisfação e de sonho realizado foram predominantes para os jovens presentes na Casa do Estudante Quilombola – Ilha de Maré, inaugurada pela Prefeitura nesta terça-feira (10), na Rua Doutor Otaviano Pimenta, em Matatu de Brotas. Inédita no Brasil, a estrutura tem capacidade para abrigar 30 estudantes universitários quilombolas que residem em Ilha de Maré – uma das três pertencentes ao município – e que cursam o ensino superior em Salvador. Simbolicamente, as chaves do imóvel foram entregues pelo prefeito ACM Neto a Renato das Neves, de 31 anos, um dos estudantes residentes na casa.

Neves, que cursa Ciências Sociais na Universidade do Estado da Bahia (Uneb), relatou como a casa vai ajudar os estudantes na conclusão dos estudos. “A rotina era muito difícil. Tinha que acordar às 4h, pegar o barco das 5h para chegar na Uneb às 7h. Ou seja, sempre chegava atrasado e não pegava a aula completa. Quando o mar estava revolto, então, a gente não conseguia atravessar. Esta casa é muito boa, é um sonho. Estou emocionado porque agora fica muito mais fácil para os jovens de Ilha de Maré estudar em Salvador. É um momento histórico para toda a juventude de Ilha de Maré e familiares”.

O prefeito salientou que, apenas para a implantação da Casa dos Estudantes Quilombolas, foram investidos cerca de R$200 mil. “É uma felicidade muito grande para a Prefeitura realizar uma iniciativa pioneira no país, que é implantar uma casa de acolhimento de estudantes específica para a comunidade quilombola. Vamos poder acolher e abrigar esses jovens ao longo de todo o percurso deles no ensino superior, ofertando a eles um lugar para morar e se alimentar com segurança e qualidade. Assim, é reparada uma dívida histórica com a comunidade, que sempre sonhou com essa estrutura”, pontuou ACM Neto.

A secretária Ivete Sacramento explicou que a escolha por Ilha de Maré ocorreu devido ao número de comunidades quilombolas no local. Das cinco existentes em Salvador, quatro estão na ilha: Botelho, Passa Cavalo, Bananeiras e Santana. A quinta comunidade é a de Praia Grande, em São Tomé de Paripe, na parte continental da capital baiana.

“Só recentemente como política pública se reconheceu que Salvador tem cinco comunidades quilombolas, quatro delas em Ilha de Maré. Até então, esses estudantes ficavam isolados do processo de frequentar o ensino superior por conta da barreira do mar. Muitos jovens não têm condições financeiras de ir e voltar ou alugar um imóvel no centro. Somente pela Educação, vamos ter de fato uma revolução da população quilombola”, completou a titular da Semur.

Iniciativa – Fruto do Programa de Ações Afirmativas para a Comunidade Quilombola em Salvador, o novo espaço visa assegurar condições básicas de moradia a alunos de Ilha de Maré que estejam matriculados de forma presencial em entidades de ensino superior sediados na capital baiana, mas que encontram dificuldades no deslocamento para frequentar as aulas. Bem amplo e confortável, o imóvel possui sala de estudo, área de lazer, sete quartos, cinco banheiros e duas copas, além de boa localização – próxima a pontos de ônibus e estação do metrô.

Para ter acesso ao espaço, o estudante quilombola deverá apresentar RG e CPF, comprovantes de residência e de matrícula atualizados. 

 

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