Saúde

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Para os soteropolitanos, o mês de setembro não representa apenas a chegada da Primavera. O que chama a atenção dos olhos e, principalmente, do paladar neste mês é a realização do tradicional caruru de Cosme e Damião, celebrado no dia 26 pelos católicos, e no dia seguinte pelo Candomblé e Umbanda. Essa data, no entanto, pode ser um problema para os alérgicos a algum item do prato típico, ou intolerantes à receita.

A nutricionista Camila Berbet, da rede municipal de saúde, explica que a situação dos alérgicos a algum item presente no caruru é complicada porque essas pessoas não podem, de forma alguma, ingerir esses alimentos. "No caso específico dessa comida, tem que ser uma pessoa muito especial, que consiga substituir uma especaria por outra, para realçar o sabor com outro ingrediente", afirma a especialista.

Dos itens presentes no caruru de Cosme e Damião, o camarão, castanha, amendoim, ovo e glúten são os mais comuns como causadores em um quadro de alergia. A nutricionista explica que no caso de alguns alimentos, como o camarão, a substituição é difícil, mas existe outras alternativas para o restante da receita. "Ela pode realçar o sabor com outros temperos, como mais cebola, coentro, gengibre, pra tentar melhorar o sabor", orienta.

Os principais ingredientes da receita tradicional do caruru de Cosme e Damião são o camarão fresco, camarão seco, quiabo, amendoim torrado e moído e azeite de dendê. Acompanhamentos como o feijão preto, pipoca, acarajé, inhame, farofa e banana da terra também fazem parte da tradição. No caso do vatapá, que é feito com pão, portanto contém glúten, ele pode ser substituído por uma raiz, fruta pão, ou até mesmo uma abóbora.

Equilíbrio - Já para os intolerantes a algum dos itens presentes no caruru de Cosme e Damião, a dica é manter o equilíbrio. Camila explica que a intolerância é diferente da alergia, já que, normalmente, as consequências são alguns desconfortos, como a sensação de "inchaço".

"Se ela estiver no processo da dieta de não poder comer, não vai poder, e pronto. Mas se ela sabe que tem intolerância, que causa uma má digestão, caso coma em pouca quantidade, é só comer em quantidade menor. Mas isso deve ser alinhado com um acompanhamento profissional", esclarece a especialista.

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Ações ocorrem entre os dias 17 e 28 de setembro nas Ilhas de Maré, Frades e Bom Jesus dos Passos

Após diagnóstico situacional dos focos e criadouros do Aedes aegypti nas Ilhas de Maré, Frades e Bom Jesus dos Passos, a Secretaria Municipal da Saúde (SMS), através do Centro de Controle de Zoonoses (CCZ), intensifica o combate às arboviroses e outros agravos na região das ilhas de Salvador. A ação vai visitar 1.445 imóveis entre os dias 17 e 28 de setembro com o objetivo de fortalecer os trabalhos já existentes nas localidades. O ponto de saída das equipes para as ilhas será em Madre de Deus, às 8h.

O CCZ vai desenvolver atividades de combate à dengue e prevenção de outros agravos, leptospiose, vacinação antirrábica e esquistossomose, além de atividades educativas e panfletagem em escolas, na colônia de pescadores e casas das regiões.

Durante a mobilização, equipes da Empresa de Limpeza Urbana de Salvador (Limpurb) e do CCZ também promoverão um mutirão de limpeza - reivindicação dos povoados. Os agentes de combate às endemias também intensificarão a visita casa a casa para identificação e eliminação dos criadouros do inseto, bem como realizarão o trabalho de borrifação de inseticida para diminuir a infestação do vetor na fase adulta, reduzindo, assim, o risco de transmissão das doenças.

O Distrito Sanitário do Subúrbio Ferroviário e profissionais da unidade de saúde de Bom Jesus vão prestar o apoio logístico.

Programação:
17 de setembro - Ilha de Bom Jesus dos Passos
20 de setembro - Ilha dos Frades (Povoado de Paranama)
25 de setembro - IIha de Maré ( Povoado de Santana)
27 de setembro - Ilha de Maré (Povoado de Praia Grande)
28 de setembro - Ilha de Maré (Povoado de Botelho)

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A Secretaria Municipal da Saúde (SMS) prorrogou até o próximo dia 21 de setembro o término da campanha de vacinação contra pólio e sarampo para crianças entre um e menores de cinco anos na capital baiana. A confirmação de um caso importado de sarampo em Ilhéus e o fato do município não ter atingido a meta de imunizar pelo menos 95% dos 134 mil pequenos que residem na cidade, foram determinantes para a extensão da estratégia.

“Mais uma vez, estamos sensibilizando os pais e responsáveis para importância de vacinar as crianças. Já temos confirmação de um caso importado em nosso estado para sarampo, e os indivíduos que não estiverem imunizados estarão mais vulneráveis ao vírus. É preciso que aqueles que ainda não estão protegidos se dirijam aos postos de saúde e auxiliem o poder público nesse objetivo de manter nossa cidade livre dessas doenças”, alertou Doiane Lemos, subcoordenadora de Doenças Imunopreveníveis.

Até a última sexta-feira (14), a cobertura vacinal em Salvador estava em 80% para sarampo e 76% para pólio. Estima-se que cerca de 27 mil crianças ainda precisem tomar as doses na capital. A vacinação ocorre em 126 postos da rede básica do município, que seguem funcionando até a sexta-feira (21), das 8h às 17h.

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A Prefeitura antecipou para esse mês a 2ª fase de implantação de serviços médicos no Hospital Municipal de Salvador (HMS), que estava prevista para dezembro. Com isso, a unidade situada em Cajazeiras conta agora com mais 30 leitos hospitalares de enfermaria e 10 de UTI, integrando-se aos já existentes. Ao todo, são 120 leitos de enfermaria e 20 de UTI adulto. 

Além disso, exames de grande procura na rede pública de saúde, como os de Ressonância Magnética e Videoendoscopia (este previsto para a 3ª fase), já estão em fase de teste na unidade e entrarão em pleno funcionamento a partir da próxima semana. Esses exames identificam e auxiliam no diagnóstico de diversas doenças, desde as mais simples até as mais complexas. 

Um dos beneficiados pela Videoendoscopia, na última terça-feira (21), foi o atendente Jefferson Santana, de 32 anos. Após sentir, por meses, dores no estômago, ele foi atendido em uma Unidade Básica de Saúde em Nazaré e encaminhado para o HMS. No mesmo dia, o rapaz recebeu o resultado do exame, que vai possibilitar um diagnóstico preciso. “O atendimento foi ótimo e rápido também. Em uma semana eu consegui fazer o exame”, disse. 

Para complementar a cobertura, é preciso apenas inserir mais 30 leitos de enfermaria para adultos e 30 pediátricos, além de 10 leitos de UTI pediátrica ação que estava prevista para o próximo ano, como parte da 3ª fase de ampliação, mas que também deverá ser antecipada para o mês de outubro. 

Para o coordenador médico hospitalar e de urgência do Município, Ivan Paiva, os exames dão maior resolutividade aos atendimentos, fazem com que os pacientes tenham o tempo de internamento reduzido e recebam o devido tratamento de maneira mais rápida. “É extremamente importante que tenhamos a maior gama possível, principalmente na investigação diagnóstica, para entender o que o paciente tem. Um paciente com quadro de vômito de sangue, por exemplo, teria que ser regulado, se aqui não tivesse videoendoscopia, e isso retardaria o atendimento e traria prejuízo para ele”, afirmou Paiva. 

Números – Em pouco mais de quatro meses de funcionamento, o primeiro Hospital Municipal de Salvador ultrapassou a marca de 25 mil atendimentos aos usuários SUS da Bahia. O setor de urgência e emergência foi o responsável pelo maior número de ocorrências com 14.798 admissões. No total, foram realizadas 787 cirurgias e 17.073 exames. 

No local, são feitas cirurgias de urgência, como as de trauma, apendicite, abdômen agudo, e também algumas eletivas, como a de vesícula e hérnia. Alguns dos exames realizados são Tomografia computadorizada, Ecocardiograma, Ultrossonografia, Raio-x, Eletrocardiograma, Eletroencefalograma e Holter. 

O HMS já recebeu pouco mais de 600 pacientes regulados das Unidades de Pronto Atendimento (UPAs), o que representa uma média mensal de 150 pacientes. “Conseguimos, praticamente, zerar a fila para algumas cirurgias e resolver o problema da superlotação nas UPAs. Alguns pacientes esperavam dias para fazer uma cirurgia ortopédica ou de apendicite, e o hospital acabou com a espera por esses procedimentos”, acrescentou Paiva.

 

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Sessenta e nove mil doses das vacinas contra pólio e sarampo já foram aplicadas durante a campanha nacional de imunização em Salvador. Com o incremento, sobe para 25% a cobertura vacinal da estratégia no município. Apesar do número de crianças protegidas ainda ser considerado pequeno, a procura pelas doses nos 125 postos da rede municipal apresentou um aumento significativo nos últimos dias.

“Percebemos um aumento acentuado da procura pelas vacinas nos últimos dias e esperemos que esse crescimento continue sendo intenso ao longo da semana, já que a imunização é a melhor medida para evitar a circulação desses vírus em nossa cidade”, alertou Doiane Lemos, subcoordenadora de Doenças Imunopreveníveis de Salvador.

Até 31 de agosto, 125 unidades salas de vacina da Secretaria Municipal da Saúde (SMS) estarão disponibilizando as doses, de segunda a sexta-feira, sempre das 8h às 17h. A meta em Salvador é proteger pelo menos 95% das 134 mil crianças que contemplam a população elegível na cidade, seguindo determinação do Ministério da Saúde.

Esse ano, foram confirmados mais de mil casos de sarampo no Brasil. Já em relação à paralisia infantil, apesar de não haver registros da doença no país desde 1988, a queda considerável no número de crianças vacinadas em todo país coloca sob ameaça o retorno da patologia que era considerada como erradicada no território nacional.

 

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Os postos de saúde da rede municipal seguem vacinando crianças de um a cinco anos incompletos contra pólio e sarampo. A campanha nacional, que teve início no último dia 6 na capital baiana, já imunizou cerca de 27 mil pequenos, número que corresponde a aproximadamente 20% do público alvo residente no município.

“Iniciamos a campanha de vacinação coincidindo com a deflagração da greve dos servidores municipais, o que impactou nos nossos números nas duas primeiras semanas. Agora, estamos com os profissionais de volta aos seus postos de trabalhos e todos empenhados para garantir o acesso do público alvo e, assim, mantermos nossas crianças protegidas. Tivemos uma boa adesão no Dia D, no sábado (18, e a expectativa é que a procura pelas doses siga nessa crescente durante a semana”, afirmou Luiz Galvão, secretário municipal de Saúde.

Até 31 de agosto, 125 unidades de vacina da Secretaria Municipal da Saúde estarão disponibilizando as doses, de segunda a sexta-feira, sempre das 8h às 17h. A meta em Salvador é proteger pelo menos 95% das 134 mil crianças que contemplam a população elegível na cidade, seguindo determinação do Ministério da Saúde.

Esse ano, foram confirmados mais de mil casos de sarampo no Brasil. Já em relação à paralisia infantil, apesar de não haver registros da doença no país desde 1988, a queda considerável no número de crianças vacinadas em todo o Brasil coloca sob ameaça o retorno da patologia que era considerada como erradicada no território nacional. “Não podemos facilitar e abrir brecha para a entrada do vírus em nossa cidade. Por isso, a importância da prevenção”, acrescentou Doiane Lemos, subcoordenadora de imunização do município.

 

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A Prefeitura promove, neste sábado (18), o Dia D da campanha nacional de vacinação contra a poliomielite e sarampo. No total, 124 pontos de imunização serão disponibilizados para população, entre os postos de saúde fixos e volantes, em locais estratégicos como shoppings, supermercados, escolas e igrejas. O funcionamento será das 8h às 17h. 

Além da proteção contra a pólio e sarampo, a estratégia tem como objetivo atualizar a caderneta de vacinação das crianças, como a aplicação da segunda dose contra a influenza, que deve ser administrada 30 dias após o recebimento da primeira. 

A meta da Secretaria Municipal da Saúde (SMS) é imunizar 95% do grupo prioritário formado pelas crianças com idade entre um e menores de cinco anos, seguindo determinação do Ministério da Saúde. O público estimado para receber as doses no município corresponde a pouco mais de 134 mil crianças. Durante a estratégia iniciada no dia 6 de agosto, e que segue até o dia 31, cerca de 18 mil doses foram aplicadas.

Para a poliomielite, as crianças que não tomaram nenhuma dose durante a vida receberão a Vacina Inativada Poliomielite (VIP). Já os menores de cinco anos que já tiverem tomado uma ou mais doses, receberão a Vacina Oral Poliomielite (VOP), a gotinha. Em relação ao sarampo, todas as crianças receberão uma dose da Tríplice Viral, independentemente da situação vacinal, desde que não tenham sido imunizadas nos últimos 30 dias.

Casos - Esse ano, foram confirmados mais de mil casos de sarampo no Brasil. Já em relação à paralisia infantil, não há registros da doença no país desde 1988. “No entanto, não podemos facilitar e abrir brecha para a entrada do vírus em nossa capital. Por isso a importância da prevenção”, explica Doiane Lemos, subcoordenadora de imunização do município.

 

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Em pouco mais de quatro meses de funcionamento, o primeiro Hospital Municipal de Salvador (HMS) ultrapassou a marca de 21 mil atendimentos aos usuários SUS da Bahia. O balanço foi apresentado pelo titular da pasta, Luiz Galvão, durante a 7ª Reunião da Comissão Intergestores Regional (CIR), realizada na tarde desta quarta-feira (08), no HMS, com a presença de diversos secretários municipais da Saúde da Região Metropolitana e interior do estado.

Do total de atendimentos, o setor de emergência foi o responsável pelo maior número de ocorrências assistidas pela unidade hospitalar com 12.730 admissões, seguido dos agendamentos externos (4.683), procedimentos ambulatoriais (2.358) e internações (1.803). O quantitativo de pacientes provenientes do interior do estado também foi destaque do balanço consolidado. Cerca de 6% da assistência prestada no equipamento administrado pela Prefeitura de Salvador foram para usuários residentes em cidade como Jacobina, Campo Formoso, Conceição do Coité, entre outros.

“A implantação do Hospital Municipal tem reforçado o fluxo assistencial da rede hospitalar não apenas para os munícipes da capital, como também tem se tornado referência para pacientes dos municípios do interior, sobretudo, da Região Metropolitana. A expectativa é que até outubro estejamos com 100% dos serviços em execução e consolidar a unidade como mais uma referência do SUS na Bahia”, pontuou Luiz Galvão.

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A Unidade de Saúde da Família (USF) Santa Luzia promoveu nesta sexta-feira (13) uma feira de saúde na Associação Beneficente Vila Viver Melhor, no Engenho Velho de Brotas. A população contou com serviços como consulta médica, teste rápido de Doenças Sexualmente Transmissíveis (DSTs), preventivo, medição de pressão e glicemia, orientações sobre DSTs, distribuição de preservativos, escovas de dente e medicamentos, além de aplicação de flúor e orientação sobre a escovação.

A empregada doméstica Rosália de Oliveira, 53, aproveitou a oportunidade para realizar uma consulta com o médico generalista e fazer o exame preventivo. “Achei a oportunidade muito boa, porque geralmente eu não tenho tempo para me deslocar e tentar marcar consultas, às vezes eu até pago para não perder tempo, e desta vez o serviço veio para perto de mim”, disse.

A dona de casa Carla de Jesus, 26, levou a filha Luíse, de 9, para aprender a escovar o dente corretamente e receber aplicação de flúor. “Eu aprendi a escovar a língua e a passar a escova direito”, disse Luíse. A dentista Maria da Conceição Passidomo explica que se trata de uma importante ação de prevenção da cárie, que é um problema muito comum entre a população. “O flúor cria uma barreira de proteção contra as cáries, que é também uma doença social, porque envolve questões como ausência de escovação e alimentação inadequada”, afirma.

A feira de saúde do Engenho Velho ocorre em função do fechamento temporário da USF Santa Luzia para a realização de reformas, com o objetivo de melhorar o atendimento aos pacientes. A unidade foi fechada em maio e deve ser entregue até o final de novembro. A próxima feira de saúde do bairro ocorrerá no dia 20 de julho, na Fundação Pierre Verger, na Ladeira Vila Américo, Engenho Velho de Brotas. As senhas começam a ser distribuídas às 7h; o atendimento inicia às 8h e vai até as 17h.

“A ação acaba por expandir os serviços de saúde para todo o bairro. Isso é importante porque conseguimos atender pessoas que sequer têm o dinheiro da passagem para se deslocar até a USF. Nós também mantivemos as visitas domiciliares dos agentes comunitários e estamos dando assistência àqueles pacientes que já eram acompanhados pela equipe médica, por apresentar algum problema de saúde”, afirma Wilmara Amorim, gerente da unidade.

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