Saúde

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Com o objetivo de facilitar o acesso da população de Salvador às vacinas BCG (tuberculose) e antirrábica (raiva) humana, a Secretaria Municipal da Saúde (SMS) ampliou o número de unidades de referência com a oferta das doses. Desde o último dia 22, 100 postos da rede básica administrarão as doses de BCG para os recém-nascidos do município, enquanto 114 salas de vacina disponibilizarão a imunização contra raiva para indivíduos que sofrerem algum incidente com animal suspeito.

A medida foi tomada devido à estabilização dos estoques dos insumos na capital. “Passamos por um período de baixa no estoque, onde tivemos que realizar o uso racional de algumas vacinas. No entanto, a verificação assídua dos nossos estoques permitiu ampliar e criar saldo de vacinas, para podermos cada vez mais manter a população resguardada de doenças que podem ser prevenidas”, esclareceu Doiane Lemos, subcoordenadora de Controle de Doenças Imunopreveníveis.

De acordo com o novo fluxo, a vacinação da BCG para os recém-nascidos continua sendo administrada nas segundas e quartas-feiras (exceto feriado), das 8h às 17h. Doiane afirma que cada ampola da BCG contém a quantidade necessária para proteger dez crianças e, após a abertura da embalagem, o profissional de saúde tem até seis horas para fazer uso total do material contido no recipiente. Caso contrário, o produto tem que ser descartado por perda de eficácia.

“Por esse motivo, iremos manter a concentração da aplicação dessa vacina nas unidades de saúde em dois dias específicos, para reduzir ao máximo a quantidade de doses desperdiçadas", ponderou a subcoordenadora.

Ela explicou também que a vacinação também pode ocorrer diariamente nas maternidades da capital logo após o nascimento do bebê. Já a aplicação da vacina antirrábica nas pessoas vítimas de algum tipo de acidente com animais suspeitos, além de estar disponível nas 114 unidades de referência nos dias úteis, também pode ser aplicada nas nove Unidades de Pronto Atendimento (UPAs) do município.

 

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Terceira e última fase de implantação do HMS foi implantada com um ano de antecipação

Desde o início da manhã desta segunda-feira (22), o Hospital Municipal de Salvador (HMS) já funciona com 100% da capacidade instalada. Prevista para setembro de 2019, a Prefeitura de Salvador antecipou a terceira e última fase de implantação de serviços médicos com a disponibilização de mais 70 novos leitos. Com isso, a unidade situada em Boca da Mata, conta agora 210 leitos, sendo 180 de enfermaria e 30 de UTI adulto e pediátrico.

A implementação permitirá ainda que a unidade hospitalar funcione com o suporte completo para realização de exames com grande procura na rede pública de saúde como ressonância magnética, ultrassonografia, além de um centro de endoscopia. Esses exames identificam e auxiliam no diagnóstico de diversas doenças, desde as mais simples até as com maior complexidade.

“Conseguimos acelerar os processos de implantações dos serviços e com um ano de antecedência de acordo com a programação inicial, estamos entregando para população soteropolitana o Hospital Municipal com 100% da capacidade consistida”, comemorou Luiz Galvão, secretário municipal da Saúde. Uma vez com sua capacidade total ativada, a Prefeitura segue analisando o projeto de ampliação do HMS com a implantação de mais 90 leitos.

Em pouco mais de seis meses de funcionamento, o primeiro HMS realizou mais de 51 mil atendimentos aos usuários SUS de toda a Bahia, sendo que aproximadamente 5 mil admissões foram de pacientes provenientes de municípios do interior e outros estados. O setor de urgência e emergência foi o responsável pelo maior número de ocorrências, com 27 mil admissões. Desse total, pouco mais de 750 pacientes regulados das Unidades de Pronto Atendimento, o que representa uma média mensal de 150 pacientes.

No local, são feitas cirurgias de urgência, como as de trauma, apendicite, abdômen agudo, e também algumas eletivas, como a de vesícula e hérnia. Alguns dos exames realizados são tomografia computadorizada, ecocardiograma, ultrassonografias, raio-x, eletrocardiograma, eletroencefalograma e holter. No total, foram realizadas 1.320 cirurgias e 32 mil exames.
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Ação visa reverter epidemia de sífilis vivida no país desde 2016

Em alusão ao Dia Nacional de Combate à Sífilis, a Secretaria Municipal da Saúde (SMS), através do Serviço de Atendimento Especializado (SAE) São Francisco, realizará testes rápidos para detecção da sífilis, HIV e hepatites virais, na Feira Social de Serviços, neste sábado (20), das 9h às 14h, no estacionamento VIP da Arena Fonte Nova. Além dos exames, o público contará com a dispensação de preservativos e orientações sobre saúde sexual e reprodutiva. Os pacientes com sorologia positiva serão encaminhados para o tratamento gratuito na rede de atenção especializada ofertada pela Prefeitura.

Desde 2016, o Brasil vive uma epidemia de sífilis, uma doença sexualmente transmissível causada por uma bactéria que pode levar a problemas de fertilidade e até a morte, se não tratada. Em Salvador, apesar da redução acentuada do número de casos - 428 ocorrências notificadas de janeiro a julho de 2017 contra 284 episódios identificados no mesmo período desse ano -, a capital baiana ainda apresenta o índice de incidência superior à média nacional. No Brasil, a taxa de detecção da doença é de 6,5 a cada mil crianças nascidas vivas. Já em Salvador, o indicador é superior a 16 por mil nascidos vivos.

“Esse número se reflete principalmente nos jovens pelo baixo uso de preservativos, tanto feminino como masculino. Isso está relacionado ao fato dessa geração já ter nascido em uma época que já existia tratamento e não se preocupar com a proteção durante o sexo. Outro problema é que muita gente não finaliza o tratamento para controle da sífilis, passando para outras pessoas, aumentando o alcance de exposição do vírus”, explicou subcoordenadora da Rede Laboratorial, Olivette Borba.

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Como forma de alertar as mulheres soteropolitanas sobre a prevenção do câncer de mama, o Distrito Sanitário de Brotas promoveu, na manhã desta sexta-feira (19), uma ação em celebração ao outubro Rosa. Na ocasião, foram oferecidos serviços como avaliações médicas e nutricionais, aplicação de flúor, medição de glicemia e pressão arterial, além de massagem relaxante.

“O objetivo dessa ação é sensibilizar a população e chamar atenção das mulheres para que elas possam se tocar e se prevenir”, conta a subcoordenadora de Vigilância e Saúde do Distrito Sanitário de Brotas, Ivana Urpia.

A enfermeira Ana Paula Braga, responsável por passar orientações clínicas no local, conta que ainda existem mulheres que não possuem o hábito de frequentar as unidades de saúde, não se cuidam nem se examinam, podendo desenvolver a doença e só detectar em estágios avançados.

“Quando detectado precocemente, o câncer de mama tem um índice acima de 90% de cura. A mulher que faz o exame anual das mamas e o preventivo não corre esse risco”, afirma Ana Paula. “Colocar os profissionais de saúde em espaços públicos é levar saúde para perto da população e aumentar o alcance das nossas ações”, finaliza.

“Essa mobilização é muito importante para poder chamar atenção das mulheres para que elas procurem o médico, prestem atenção, se toquem, se conheçam e se previnam para que não desenvolvam nenhum tipo de problema de saúde”, declarou a estudante Fernanda Alves, de 26 anos, que estava presente na ação.

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Movidas pela sede de conhecimento a respeito das doenças que podem acometer o público feminino, um grupo de mulheres da terceira idade se reuniu para debater a temática do câncer de mama nesta quarta-feira (17), no Centro Comunitário Clériston Andrade (Cecom), na Praça Lord Cochrane. O encontro foi promovido pela Secretaria de Políticas para as Mulheres, Infância e Juventude (SPMJ), como parte do projeto SPMJ Itinerante, que tem a proposta de levar conhecimento às mulheres de todas as áreas da cidade.

O público alvo da conversa foi selecionado com base na faixa etária com maior suscetibilidade a desenvolver o câncer de mama: mulheres a partir de 50 anos. Motivada pela campanha do Outubro Rosa, a palestra buscou elucidar dúvidas sobre a importância do autoexame, quais as características que devem ser observadas pela mulher no próprio corpo – a fim de encontrar ou descartar vestígios da doença precocemente –, além de tratar como o corpo reage à doença.

A palestrante do evento e técnica de Formação em Gênero e Raça da SPMJ, Janildes Lima, explicou os encontros permitem que as mulheres se sintam à vontade para questionar assuntos inerentes ao seu próprio corpo, antes eram encarados como tabu. “Nossa conversa é norteada na necessidade do rastreamento da doença. Abordamos com as mulheres mitos sobre o câncer de mama e falamos sobre os fatores de risco. A proposta é justamente compartilhar conhecimento e mostrar como fazer para ter entendimento das formas em que se apresentam o câncer, o que é normal para cada mulher, o que observar no corpo e a importância do autoexame”, destacou.

Roteiro de atividades – Na próxima quarta-feira (24), às 14h, palestra semelhante irá ocorrer no CMEI Mussurunga (Rua José Bispo dos Santos). Desde quando a campanha do Outubro Rosa teve início na capital baiana, outras palestras em pontos diferentes da cidade ocorreram através do projeto SPMJ Itinerante. Além do evento de hoje, os encontros passaram nos bairros Jardim Nova Esperança, Pau da Lima e Calabetão.

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Dores, infecções, icterícia e úlceras podem ser sintomas de doença falciforme, problema hereditário caracterizado por uma deformidade nas hemácias, as células do sangue. Em Salvador, 972 pacientes estão cadastrados nos ambulatórios da rede municipal de saúde e recebem o acompanhamento de uma equipe multidisciplinar composta por hematologista, psicólogo, nutricionista e enfermeiro.

Há seis anos, o atendimento para adultos era realizado exclusivamente pela Fundação de Hematologia e Hemoterapia da Bahia (Hemoba) e o pediátrico, pela Associação dos Pais e Amigos dos Excepcionais (Apae). Para garantir assistência a quem tem a doença, a Prefeitura construiu dois ambulatórios altamente equipados, que hoje contam com equipes especializadas de acompanhamento: os multicentros do Vale das Pedrinhas e da Carlos Gomes.

Segundo Marivone Monteiro, enfermeira responsável pelo setor, além de contar com o atendimento especializado dessas duas unidades, os pacientes são acompanhados por outros profissionais de saúde em qualquer unidade da rede e recebem gratuitamente medicamentos que auxiliam no controle das dores e infecções, como a penicilina e os analgésicos (dipirona, Tilex e até morfina). A penicilina é distribuída nas unidades públicas de saúde que dispõem de farmácia e os analgésicos podem ser ministrados nas Unidades de Pronto Atendimento (UPA).

Cura – O único procedimento capaz de curar a doença falciforme é o transplante de medula óssea. Primeiramente, o processo consiste em destruir a medula óssea que produz as células sanguíneas defeituosas, com o uso de drogas quimioterápicas. Em seguida, são infundidas no paciente células-tronco da medula de um doador compatível para que seja criada uma nova fábrica de células sanguíneas sadias.

Para além do transplante, existe o tratamento com Hidroxiureia. O medicamento é distribuído pela Hemoba e, apesar de não curar, amplia a qualidade de vida, reduz as crises de dores e previne as infecções.

Diagnóstico – A maneira mais frequente de identificar a doença é a realização do teste gratuito de pezinho em crianças recém-nascidas. Entretanto, o exame só se tornou obrigatório em 1992. Por isso, quem nasceu antes desse período e apresenta os sintomas da doença, pode recorrer à Eletroforese de Hemoglobina, exame que identifica os tipos de hemoglobina do sangue. O exame gratuito é disponibilizado por todas as unidades laboratoriais do Município.

A doença – A anemia falciforme caracteriza-se por uma alteração nos glóbulos vermelhos, que perdem a forma arredondada e elástica, adquirem o aspecto de uma foice (daí o nome falciforme) e endurecem, o que dificulta a passagem do sangue pelos vasos de pequeno calibre e a oxigenação dos tecidos. A doença é predominante em negros, mas não é exclusiva para essa cor de pele, por conta da miscigenação, o que facilita que uma pessoa de pele branca desenvolva o problema.

Os principais sintomas são as dores articulares, palidez e icterícia, atraso no crescimento, feridas nas pernas e tendência a infecções. Por causa da dificuldade de transporte de oxigênio realizado pelo sangue, quem sofre com a doença pode ter complicações mais sérias, como Acidente Vascular Cerebral (AVC) e problemas respiratórios graves que podem levar à morte.

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Até o próximo dia 31, as mulheres que passarem pela área de alimentação da Estação da Lapa poderão conferir um estande montado pela Secretaria Municipal de Políticas para Mulheres, Infância e Juventude (SPMJ). A estrutura atende a mulheres que já sofreram algum tipo violência, com orientação e encaminhamento das vítimas para atendimentos psicossociais e jurídicos. A ação faz parte da campanha Outubro Rosa, organizada pela SPMJ, que tem como objetivo alertar as mulheres sobre a prevenção contra o câncer de mama e, também, conscientizar sobre a garantia dos direitos.

Diante do triste cenário de violência contra a mulher, o medo muitas vezes impede o público feminino de denunciar ou procurar alguém para conversar. “Essa é uma ação muito importante, pois essas mulheres chegam ao estande, vê outras mulheres na mesma situação e acabam sendo encorajadas a procurar ajuda”, aponta a estudante Talassa Regina, de 30 anos.

A vendedora Débora Gomes, 20 anos, conta que conhece algumas mulheres que já sofreram violência e defende a importância dessa ideia. “Sei que muitas delas acabam sofrendo transtornos e até entrando em depressão. Essa é uma grande ação que ajuda essas mulheres fisicamente e psicologicamente, podendo salvar muitas vidas”, afirma. Ela ainda destaca a importância da educação para combater o problema. “Se você ensina a seu filho, desde pequeno, a respeitar o outro independente de sexualidade, cor ou religião, ele se torna um ser humano melhor”, finaliza.

A iniciativa da SPMJ na Lapa também tem atraído a atenção dos homens. “A violência é um mal impregnado desde as nossas raízes. Querer impor seu desejo sobre outra pessoa é inaceitável, e isso tem que ser mudado. Uma base familiar e uma cultura mais sólidas, com certeza, contribuiriam para essa mudança, além de um maior investimento dos nossos governantes”, defende o músico Fernando Luís, de 29 anos.

A secretária da SPMJ, Cristina Argiles, conta que muitas mulheres nem sabem que estão sofrendo violência e acabam convivendo com essa situação por muitos anos. “Empoderar essas mulheres de informações são essenciais para que elas possam ter consciência dos seus direitos, buscá-los da maneira correta e mudar de vida”, sentencia.

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Segundo o Ministério da Saúde, nos últimos dez ano,s a epidemia de HIV/Aids no Brasil se agravou entre adolescentes de 15 a 19 anos. De 2005 a 2016, o número desse público, do sexo masculino infectados pelo vírus mais que triplicou no país, saltando de 2,4 para 6,9 casos por 100 mil habitantes. Como forma de sensibilizar sobre o diagnóstico precoce da doença, a Secretaria Municipal da Saúde (SMS) ofertará testes rápidos para detecção do HIV e sífilis de forma gratuita, nesta quarta-feira (17), na Biblioteca Central, situada à Rua General Labatut, 27 – Barris, das 9h às 17h. Também serão distribuídos preservativos e material informativo.

A inciativa será em parceria com a UNICEF, por meio do Projeto Viva Melhor Sabendo Jovem, estratégia para o enfrentamento da epidemia entre jovens e adolescentes. Para o enfrentamento das doenças, a SMS oferece o exame durante o ano inteiro, através do Centro de Testagem e Aconselhamento (CTA) Marymar Novais, no Dendezeiros, do Serviço Municipal de Assistência Especializada (SEMAE), na Liberdade e o Serviço de Atendimento Especializado (SAE) São Francisco, no bairro de Nazaré e em todas unidades básicas de saúde da capital baiana.

Os usuários com sorologia positiva contarão com o apoio e orientação dos aconselhadores, e serão acolhidos e encaminhados para uma das unidades de referência da rede municipal, onde receberão todo o suporte necessário para o tratamento, inclusive com a dispensação dos medicamentos retrovirais totalmente gratuitos. Salvador é a 12ª cidade entre as capitais brasileiras em incidência do vírus. Para enfrentamento da Aids, a SMS ampliou de 33 no início de 2013, para 118 unidades em setembro de 2017, o número de unidades de saúde que realizam o teste rápido para detecção do HIV. Além disso, capacitou mais de 260 profissionais entre médicos e enfermeiros da atenção básica para a realização desses exames.

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Por identificar no histórico médico familiar casos de câncer de mama, Carla Roberta da Silva, 37 anos, compareceu ao Hospital Municipal de Salvador nesta terça-feira (16) para realizar pela primeira vez o exame da mamografia. Até o dia 15 de novembro, a unidade hospitalar receberá mulheres encaminhadas por unidades de saúde municipais para a realização do exame. A intensificação na oferta deste serviço ao público feminino pelo hospital faz parte das ações da Secretaria Municipal de Saúde (SMS) pela campanha do Outubro Rosa.

“Senti algo diferente tomando banho, alguma coisa no formato do seio me chamou atenção. Procurei logo o médico na unidade de saúde Fazenda Coutos, que é onde moro, e na mesma hora fui encaminhada para fazer o exame aqui. Nós mulheres temos que nos preocupar porque as doenças evoluem muito rápido e mesmo sendo nova já tenho essa preocupação”, explicou.

Caso similar ocorreu com a moradora da Vila Canária, Verônica Falcão, 41 anos. Ao sentir dores e alterações nos seios, ela procurou um unidade de saúde para obter informações e buscar um acompanhamento médico. "Senti um incômodo e procurei logo um clínico para me explicar o que deveria ser feito. É importante fazermos o exame o quanto antes", destacou.

Estão sendo disponibilizadas 100 vagas por dia para a realização do exame, agendado sempre através de uma unidade de saúde. Os atendimentos serão efetuados de segunda a sexta-feira, das 8h às 18h, e aos sábados, sempre das 8h às 17h. Os resultados são entregues em até 30 dias após a realização do exame, e a recomendação é que a paciente retorne ao médico solicitante para avaliação.

De janeiro a julho deste ano, 65 mil mamografias foram disponibilizadas pelo município, mas apenas 25 mil foram efetuadas pela população soteropolitana. A titular da Diretoria de Atenção à Saúde, Gerusa Moraes, explicou que o diagnóstico precoce do câncer de mama é imprescindível para que a paciente tenha êxito no tratamento da doença.

“Este é um período de mobilização para prevenção, e essa é apenas uma das ações da Secretaria de Saúde, aproveitando o interesse das pessoas no assunto. É positivo ver que as mulheres saem da inércia e se movimentam para se cuidar, estimuladas pela campanha. Quando oferecemos os exames nesse padrão diferenciado, elas acolhem mais a ideia”, destacou a gestora. Foram registrados em Salvador este ano 217 óbitos relacionados ao câncer de mama.

Todas as 128 unidades básicas de saúde estão em alerta para atender e encaminhar mulheres para a realização da mamografia no hospital e de ultrassonografias mamária e transvaginal. Esses dois últimos exames estão sendo efetuados em horário especial nos Multicentros de Saúde da Carlos Gomes e Liberdade de segunda a sexta-feira, das 17h às 20h, e aos sábados das 8h às 13h.

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