Saúde

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Remédios mais procurados são para o tratamento de hipertensão e diabetes

A Secretaria Municipal da Saúde (SMS), por meio da Coordenadoria de Assistência Farmacêutica, oferta gratuitamente 325 tipos de medicamentos nas unidades de saúde para a população soteropolitana. O elenco é disponibilizado de acordo com a necessidade de cada farmácia e tem como base a Relação Nacional de Medicamentos Essenciais (Rename), que orienta a oferta, a prescrição e a dispensação de remédios nos serviços do Sistema Único de Saúde (SUS). De janeiro a maio deste ano, já foram entregues 52,8 milhões de medicamentos a pacientes da capital baiana.

A Assistência Farmacêutica é o setor responsável pela logística de medicamentos e materiais médico-hospitalares, desde a aquisição até a utilização. O coordenador do setor, Bruno Viriato, disse que os remédios mais procurados são para o tratamento de hipertensão e diabetes, como losartana e metformina. “A nossa meta, ano após ano, é manter as farmácias abastecidas com pelo menos 80% dos remédios através da Relação Municipal de Medicamentos Essenciais (Remune), para que a população tenha a garantia dos respectivos tratamentos”, disse.

Em 2017, cerca de 157 milhões de unidades de medicamentos foram entregues aos pacientes. A Remune tem o objetivo de racionalizar e padronizar a aquisição e solicitações de medicamentos e insumos farmacêuticos no âmbito municipal. Segundo Bruno Viriato, cada unidade de saúde do município faz os pedidos do material mensalmente. “Esse procedimento é necessário para que as listas dos remédios sempre estejam atualizadas e, assim, conseguirmos atender a demanda”, explica.

Os registros das prescrições médicas, do paciente e do especialista que solicitou a medicação são feitos através do Sistema Integrado de Saúde Vida, que facilita o processo de planejamento, monitoração e avaliação dos indicadores de saúde do município. Para receber os medicamentos, é necessário apresentar prescrição médica (original e cópia), documento de identificação com foto e o Cartão SUS. Os medicamentos são distribuídos nas unidades básicas de saúde e nas Prefeituras-Bairro.

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População contará com mais de 150 pontos de vacinação das 8h às 17h

O Dia D da campanha nacional de vacinação contra a influenza em Salvador acontece neste sábado (12), quando serão instalados mais de 150 pontos de imunização pela cidade. O objetivo da estratégia é, principalmente, ampliar o acesso da vacina à população, já que Salvador está com a cobertura abaixo da expectativa (33,8%). Neste ano de 2018, 61 casos de H1N1 já foram confirmados, com 10 óbitos, sendo o último de uma criança de apenas dois anos.

Neste sábado, a população terá acesso à imunização em locais como shoppings, supermercados, escolas, creches, associações, igrejas e estações de transbordo, além do funcionamento dos tradicionais postos de saúde (confira a lista em anexo). Durante toda a semana, a imunização está disponível nos 126 postos de saúde da capital, que funcionam de segunda a sexta-feira (exceto feriado), das 8h às 17h.

“Já estamos avançando para a quarta semana da campanha com apenas 33,8% de cobertura do público alvo, o que é preocupante”, pontua a subcoordenadora de Imunização do município, Doiane Lemos. Com campanha iniciada no dia 23 de abril, a estimativa é imunizar 90% das 541.451 pessoas elegíveis para receberem o imunobiológico, conforme recomendação do Ministério da Saúde. No entanto, até o momento, apenas 205.023 doses foram aplicadas, ou seja, abaixo da expectativa.

Dos grupos prioritários, as crianças continuam liderando o ranking da menor cobertura (22,9%), apesar de ser um dos grupos mais vulneráveis a complicações. A taxa de cobertura dos demais grupos também continua baixa, como gestantes (33,2%), trabalhadores da saúde (37,9%), idosos (39,4%) e puérperas (57,7%). Dos 20.570 professores da rede pública e privada elegíveis para tomarem a vacina, apenas 25% procuraram os postos.

Deverão procurar as unidades de saúde idosos (a partir de 60 anos), crianças (de 6 meses a menores de 5 anos: 4 anos, 11 meses e 29 dias), gestantes, puérperas (mulheres que ganharam bebê nos últimos 45 dias), trabalhadores de saúde do serviço público e privado, professores e portadores de doenças crônicas.
Como todos os anos, o imunobiológico disponibilizado para população é trivalente, que protege contra os sorotipos H1N1, H3N2 e Influenza B.

“Todas as estratégias estão sendo adotadas pela Secretaria Municipal da Saúde e contamos também com essa sensibilização por parte da população, já que a preocupação maior não é apenas no alcance de um número, e sim proteger vidas. É importante não deixar para a última hora, já que o imuno leva de 7 a 10 dias para fazer efeito no organismo”, finalizou Doiane Lemos.

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Para conseguir um atendimento médico hoje, a autônoma Simone Santos, de 44 anos e residente há 27 deles em Vila Canária, costuma ir a unidades de saúde em outros bairros. “Geralmente vou para Castelo Branco e, quando não encontro especialistas lá, chego a ir até à Federação. Um posto de saúde aqui vai ser muito bom. É algo que esperávamos muito”, revela. 

Assim como Simone, os moradores do bairro localizado na Estrada Velha do Aeroporto comemoraram o início da construção da Unidade de Saúde da Família (USF) Vila Canária pela Prefeitura. A ordem de serviço para as obras foi assinada na manhã desta terça-feira (8) pelo prefeito ACM Neto, acompanhado do vice Bruno Reis, do novo titular da Secretaria Municipal de Saúde (SMS), Luiz Galvão, demais gestores municipais, autoridades, lideranças comunitárias e população.

Com previsão de conclusão das obras em oito meses e investimento de R$1,1 milhão, a estrutura será erguida em uma área de 500 m² na Rua Coronel Nilton Sá, s/n. Quando estiver em pleno funcionamento, cerca de 14 mil pessoas do bairro e adjacências serão atendidas pela unidade, dentro da estratégia de Saúde da Família.

O trabalho será realizado por quatro equipes de Saúde da Família e de Saúde Bucal, tanto para atendimento médico quanto para a realização de diversos programas, como os de combate à hipertensão e diabetes, além do corpo ténico-administrativo. A USF Vila Canária vai ofertar, também, vacinação, coleta para exames laboratoriais, marcação de exames e dispensação de medicamentos, dentre outros serviços.

A construção da unidade vai possibilitar a ampliação da cobertura de atenção básica dos moradores da região do Distrito Sanitário Pau da Lima, onde está localizada a futura estrutura e considerada uma das mais carentes da cidade. “Em 2013, esse distrito tinha cobertura de apenas 8% da população. Era o retrato da situação de toda a capital baiana, que tinha apenas 15% da população atendida com serviços básicos de saúde e possuía o pior índice deste tipo de atendimento dentre as capitais do país. Cinco anos se passaram e o Distrito Sanitário de Pau da Lima vai encerrar o ano com mais de 60% da cobertura de atenção básica. Além deste posto de saúde, estamos construindo as USFs de São Marcos, Novo Marotinho e Vila Nova de Pituaçu. Ao todo, são R$14 milhões de reais investidos nesta localidade”, destacou o prefeito.

Iniciando as atividades na pasta, o secretário Luiz Galvão afirmou que já começa o trabalho na rua. “Será criado um cronograma de visitas aos distritos sanitários para acompanhar de perto a situação da saúde em Salvador. Já houve avanços importantes, como a reforma de 100% de toda a rede de saúde municipal, e haverá continuidade nos investimentos em áreas mais carentes, a exemplo desta região de Pau da Lima”, salientou o titular da SMS.

Balanço – De janeiro até o momento, a administração municipal já entregou três USF’s, sendo elas a da Capelinha de São Caetano, do Recanto da Lagoa II e de Colinas de Periperi, e iniciou a construção de outras três unidades de saúde: Arraial do Retiro, Lagoa da Paixão e Vila Nova de Pituaçu. Além disso, foi inaugurado em abril o Hospital Municipal de Salvador (HMS), em Cajazeiras – a primeira estrutura do tipo construída pelo Município na história da capital baiana.

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A procura pela vacina para proteção contra o papilomavírus humano (HPV) ainda é pequena nas 130 salas de vacinação controladas pela Secretaria Municipal de Saúde (SMS). A imunização – que ocorre em duas etapas, com intervalos de seis meses entre as doses – prossegue como parte da rotina nos postos de saúde. As unidades funcionam das 8h às 17h e a lista pode ser consultada no site da secretaria.

A imunização tem como público-alvo meninas com idades entre 9 e 14 anos e meninos entre 11 e 14 anos. Além dos jovens, a imunização contra HPV é abrangente também a pessoas com HIV, pacientes em tratamento quimioterápico ou recém-transplantados, com idades entre 9 e 26 anos. 

A meta, de acordo com a subcoordenadora de Imunização da SMS, Doiane Lemos, é vacinar 80% dos cerca de 100 mil jovens que integram o público-alvo. “A vacinação é vital na luta contra diversos tipos de câncer, como de útero, pênis ou ânus. É preciso que toda família esteja envolvida nas ações de divulgação da necessidade de imunizar esses jovens, de forma a prevenir a ocorrência da DST (doença sexualmente transmissível) e câncer no futuro”, diz.

De acordo com dados recentes da Organização Mundial de Saúde (OMS), cerca de 300 mil mortes anuais são registradas em todo o planeta por conta de consequências cancerígenas originadas pelo HPV. O termo abriga cerca de 150 tipos de vírus, sendo que apenas 13 deles são considerados de alto risco.

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A Secretaria Municipal de Promoção Social e Combate à Pobreza (Semps) realizou, na tarde desta quinta-feira (22), uma palestra sobre medicina preventiva no Centro Dia, situado no Edifício Cosmopolitan Mix, Parque Bela Vista. Familiares e responsáveis das crianças com microcefalia e doenças congênitas do zika vírus, que são atendidas no Centro, puderam tirar dúvidas e esclarecer sobre a importância da segurança alimentar para o desenvolvimento dos pequenos. Participaram a titular da Semps, Tia Eron, o diretor médico da Jovial Clínica, Marcelo Bonanza, e a nutricionista clínica, Cristina Menezes. A palestra foi uma parceria com a Jovial Clínica, que atua com foco no tratamento do Autismo e da Microcefalia.

A iniciativa teve o objetivo de promover melhores condições de saúde para as crianças, os participantes tiveram esclarecimentos sobre oferta de novas terapias e orientações alimentares desinflamatórias. “Essa palestra é importante para nós porque, dessa forma, iremos saber como lidar com a alimentação dos nossos filhos e aprendemos novas técnicas para produzir o alimento. Tudo o que proporciona a melhora para eles é bem-vindo”, disse Ingrid Graciliano, 27, mãe de Nicole.

Segundo o médico Marcelo Bonanza, é necessário que as crianças não consumam alimentos com manipulação química, já que descompensa o metabolismo e, consequentemente, inflama o intestino. “As crianças com microcefalia ou doenças congênitas do zika vírus precisam de um olhar especial. Por isso, estamos orientando essas famílias que alimentos ricos em açúcar ou com alto índice glicêmico, como massas, pães brancos e bolos dificultam a troca de oxigênio, de nutrientes e a neurotransmissão”, esclarece Bonanza.

“Este momento foi pensado após um levantamento que fizemos aqui no Centro Dia e percebemos a necessidade de explicar sobre uma alimentação saudável com preço acessível, além de orientá-los sobre os melhores alimentos que essas crianças precisam consumir”, explica a titular da Semps, Tia Eron. Na oportunidade também foram orientados sobre os benefícios que o investimento em uma boa alimentação irá proporcionar à saúde dos assistidos, impactando, inclusive, na diminuição do usos de medicamentos.

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Unidades de saúde municipais oferecem tratamento e medicamento gratuito

Em comemoração ao Dia Mundial da Tuberculose no próximo sábado (24), a Secretaria Municipal da Saúde (SMS) realiza uma programação especial neste mês de março para alertar a população sobre o diagnóstico precoce da doença. O Dia D de combate à Tuberculose será realizado no domingo (25), na Arena Fonte Nova, das 14h às 18h, com unidades do "Fique Sabendo" (uma no setor Oeste – eixo 61, próximo ao quiosque 02; outra no setor Leste – eixo 25 próximo à segregação com o Norte) para testagem rápida para HIV/Sífilis e dispensação de preservativos.

Já nas próximas terças-feiras (20 e 27), esses serviços também estarão disponíveis para os soteropolitanos na Biblioteca Central do Estado (Barris), das 13h30 às 16h30. Além disso, os usuários das unidades de saúde do município serão abordados com palestras e orientações nas salas de espera dos postos. Os Agentes Comunitários de Saúde (ACS) vão distribuir folhetos informativos nos bairros da capital. Outros profissionais de saúde capacitados vão realizar atividades educativas sobre tuberculose com pessoas privadas de liberdades e em situação de rua.

Doença - A tuberculose é uma doença infectocontagiosa que afeta principalmente os pulmões. A transmissão ocorre através do ar, por meio da fala, tosse ou espirros. “O indivíduo deve estar atento no caso de tosse que persista por mais de três semanas. Neste caso, deve procurar um especialista para realizar exame que detecte a tuberculose”, explica a enfermeira da SMS, Sandra Conceição Pereira.

A maior dificuldade para eliminar a doença está no abandono do tratamento, que deve durar, em média, seis meses. “Toda pessoa é suscetível a desenvolver a tuberculose, no entanto, existem as consideradas mais vulneráveis, como a população em situação de rua, pessoas que vivem com HIV/Aids, crianças e idosos. Recentemente, descobriu-se ainda uma relação entre a doença com diabetes e tabagismo” afirmou, Sandra.

Dados – A capital baiana, que ocupa 4º lugar no índice de mortalidade do país, registrou, em 2016, 1606 casos de pacientes com tuberculose, com 84 óbitos. Dados preliminares indicam que houve 1613 casos em 2017. Este ano, até o momento foram 230 ocorrências. Os Distritos Sanitários Cabula/Beiru, São Caetano/Valéria e Subúrbio Ferroviário registraram os maiores números de casos. Entretanto, as regiões com maior incidência de tuberculose são os dos distritos Centro Histórico, São Caetano/Valéria e Liberdade.

O tratamento pode ser realizado nas 124 unidades básicas de saúde e inclui postos de saúde da família de Salvador, onde é distribuído o medicamento gratuitamente. A comunidade pode ligar para o telefone de atendimento 156 para obter as informações sobre as unidades em que pode fazer o tratamento.

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As visitas ao consultório médico geralmente não são tão agradáveis. Elas vêm acompanhadas quase sempre de algumas queixas, como dores, ou recheadas de inseguranças e incertezas – se vamos sair daquele ambiente com um sorriso no rosto ou com a tristeza no olhar. Para minimizar os traumas, principalmente para as mulheres, a Secretaria Municipal de Saúde (SMS) vem atuando de forma incessante para dar mais acolhimento, conforto, segurança e abrigo para essas mulheres dentro e fora dos consultórios médicos.

O foco está tanto no tratamento quanto na prevenção de doenças, assim como na garantia dos direitos básicos à saúde feminina, como os sexuais e reprodutivos. É prestada assistência contra as doenças crônico-degenerativas, detecção precoce dos cânceres do colo do útero e mama, além no incentivo ao parto natural, amamentação e auxílio nos cuidados com o recém-nascido. Para que esses e outros atendimentos aconteçam de forma adequada, existem serviços como os oferecidos pela Atenção Primária à Saúde (ABS).

Nos postos de saúde, as equipes são capacitadas para atenderem as pacientes de forma clínica e acolhedora – dessa forma, a mulher se sente cuidada e protegida. A ABS é realizada em 122 postos, entre Unidades Básicas de Saúde (UBS) e de Saúde da Família (USF) espalhadas pela capital. Nelas há o cuidado preventivo, com a realização frequente dos exames de rotina para que a doença não se instale, ou seja, tratada logo no início. As ações envolvem atendimentos multiprofissionais com médicos, enfermeiros, parteiras, auxiliares e agentes comunitários.

Importância da prevenção – Segundo a subcoordenadora materno-infantil da Diretoria de Atenção à Saúde, Caliandra Viana, a prevenção é fundamental, “pois as interferências na vida da mulher são mínimas”. Com a doença já instalada, os cuidados são maiores, além do custo elevado para alguns tratamentos. Algumas das enfermidades têm chances de 90% de cura se detectadas no início, por isso é essencial a realização de exames de rotina.

“Nossa meta é a promoção da saúde para que essa mulher não venha a adoecer. Para isso, realizamos o acompanhamento familiar, temos o planejamento reprodutivo, que pode ser feito por qualquer mulher que iniciou a atividade sexual e o acompanhamento nessa unidade para as crianças de até mais menos dois anos, com consultas mensais e, depois, a cada dois meses”, destaca Caliandra.

Além do atendimento acolhedor, as consultas médicas contam com informação em grupo e individual, atualização do esquema vacinal, estímulo ao uso do preservativo como dupla proteção, mesmo que ela use outros métodos contraceptivos, e avaliação do risco sexual.

A assistência à mulher acontece durante toda a vida e é fundamental que esse acompanhamento se intensifique com o início da vida sexual. Quando possível, fazer parte de ações como a de Planejamento Reprodutivo, para que a cidadã evite uma gravidez indesejada e possa planejar a própria família e o momento ideal para ter filhos.

Para isso, as USF’s e UBS’s, realizam atendimentos e a entrega de contraceptivos: camisinhas feminina e masculina, contraceptivos oral e injetável, minipílula (ideal para quando a mulher está amamentando), pílula de emergência (em casos de estupro), DIU e diafragma. Porém, a mulher deve passar pelo atendimento específico antes de receber os anticoncepcionais.

UPAS de referência – UPAs de Valéria (Valéria), Hélio Machado (Itapuã) e Adroaldo Albergaria (Periperi), além do Pronto Atendimento  Alfredo Bureau (Marback/Boca do Rio). A lista com os demais postos de saúde podem ser conferidos no site www.saude.salvador.ba.gov.br/mapa-da-saude/.

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Mesmo com o fim da campanha de vacinação contra a febre amarela, a Secretaria Municipal da Saúde (SMS) prossegue com a oferta das doses nos postos de saúde para prevenir que a doença chegue a Salvador. Isso porque a estratégia, que tinha como objetivo ampliar o acesso às doses do imunobiológico e a cobertura vacinal na cidade, imunizou apenas 56% do público-alvo – a meta era chegar a 95%.

“Não temos caso notificado em humanos em Salvador. No entanto, esse ano, o Ministério da Saúde já contabilizou mais de 800 episódios confirmados de febre amarela em todo país. Isso quer dizer que o vírus está circulando dentro do território nacional e a melhor forma de se proteger contra a doença é com a vacinação", esclareceu a subcoordenadora de Imunização da SMS, Doiane Lemos.

Os cidadãos podem encontrar a vacina nas 41 unidades de referência da capital baiana, das 8h às 17h. A dose é contraindicada para crianças menores de seis meses, idosos acima dos 60 anos, gestantes, mulheres que amamentam crianças de até seis meses, pacientes em tratamento de câncer e pessoas imunodeprimidas.

Macacos – Em 2018, o Centro de Controle de Zoonoses (CCZ) de Salvador já capturou 140 macacos nos bairros da capital baiana. Desse total, 129 animais estavam mortos e outros 11, vivos (aparentemente doentes). Amostras foram encaminhadas para o Laboratório Central do Estado (Lacen) para verificar as causas das mortes. Esse ano ainda não foram confirmados casos de febre amarela em macacos em Salvador.

Cartão deve ser guardado – Doiane Lemos alerta aos adultos sobre o cuidado com o cartão de vacinação, para comprovar as vacinas já tomadas desde a infância e a necessidade de reforço de algumas doses ao longo da vida. O ideal é que o documento possa ser armazenado de diversas maneiras. “Podem mandar para o e-mail, tirar cópias. Assim, o cidadão terá outros meios de resgatar as informações, em caso de perda”, pontua.

A subcoordenadora alerta ainda para que os adultos e os idosos mantenham a caderneta de vacinação em dia. “As pessoas não têm o hábito de procurar os centros de saúde com o avançar da idade, o que diminui a adesão nas vacinas”, completa. Além disso, é preciso ficar atento ao período para que o imunobiológico – de dez a 15 dias, em média – comece a produzir anticorpos no organismo.

Como são feitas as vacinas – As vacinas são feitas com microrganismos enfraquecidos ou mortos da própria doença que previne. Isso faz com que o corpo de quem recebe a vacina não desenvolva a doença e crie anticorpos para combatê-la. Por isso, a imunização é um dos mecanismos mais eficazes na defesa do organismo contra agentes infecciosos e bacterianos, evitando que a pessoa desenvolva a doença.

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Em comemoração ao mês da mulher, a Secretaria Municipal da Saúde (SMS), realizará nesta quinta-feira (08), no SAE Marymar Novais uma roda de conversa com o tema “Direitos das Mulheres Vivendo com HIV e Empoderamento feminino”. O evento acontecerá na unidade de saúde, localizada na Rua Arthur Bernardes, s/n  - Dendezeiros.

A ação terá como público alvo as mulheres tratadas nos SAE de Salvador, mulheres dos movimentos sociais de PVH e profissionais de saúde.

O evento que terá mediação a advogada do GAPA-Ba, Dra. Ludmilla Khatarina e a militante Rosaria Piriz das Cidadãs Posithivas, recepcionará as homegeadas com um café da manhã e música.

A SMS, através da Vigilância Sanitária do Distrito Sanitário de Brotas, promoverá nos dias 15 e 22 de março, das 7:30h as 12hs, uma capacitação para 25 mulheres com o tema: “Introdução em Boas Práticas de Manipulação de Alimentos”.

O mini curso que já teve todas as vagas preenchidas, tem carga horária de 08 horas divididas em duas aulas, e tem como objetivo minimizar riscos à saúde e oferecer segurança alimentar, para as mulheres que tem como ofício a produção de alimentos.

Para alertar sobre a importância do cuidado com a saúde e homenagear as mulheres, durante a ação haverá ainda vacinação e distribuição de brindes.

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