Saúde

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A Prefeitura promove no próximo sábado (29) o Dia D de vacinação contra a febre amarela na capital baiana. No total, serão instalados cerca de 120 pontos de imunização entre os postos de saúde que estarão abertos e locais estratégicos como shoppings, supermercados, escolas, creches, associações e igrejas, funcionando das 8 às 17 horas. O objetivo da estratégia é fortalecer o bloqueio contra a doença, já que o município não registrou nenhum caso suspeito em humanos.

"Não temos casos notificados do agravo em seres humanos no município. No entanto, tivemos episódios de macacos identificados com febre amarela no perímetro urbano. Por esse motivo, é importante que a população esteja protegida para evitar uma possível circulação do vírus em nossa cidade", alertou Doiane Lemos, subcoordenadora de imunização de Salvador.

O imunobiológico é administrado em dose única para o público entre 9 meses e 59 anos. O Ministério da Saúde afirma que a vacina é contraindicada para crianças menores de seis meses, idosos acima dos 60 anos, gestantes, mulheres que amamentam crianças de até seis meses, pacientes em tratamento de câncer e pessoas imunodeprimidas. Para estes grupos, a orientação é que a pessoa busque ajuda médica, cujo profissional de saúde avaliará o benefício e o risco da vacinação, levando em conta o risco de eventos adversos.

Este ano, cerca de 381 mil pessoas foram imunizadas contra a febre amarela na capital baiana. Estima-se que outros 1,4 milhão de indivíduos ainda precisem se proteger contra a doença em Salvador.

 

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Com o objetivo de ampliar a imunização dos moradores de Salvador contra a febre amarela, a Secretaria Municipal da Saúde (SMS) realizará o Dia D de vacinação no próximo 29 de julho (sábado). O objetivo da estratégia é fortalecer o bloqueio contra a doença, já que o município não registrou nenhum caso suspeito em humanos. Este ano, cerca de 381 mil pessoas foram imunizadas contra a febre amarela na capital baiana. Estima-se que outros 1,4 milhão de indivíduos ainda precisem se proteger contra a doença em Salvador.

"Nos meses de março e abril, tivemos episódios de macacos identificados com febre amarela no perímetro urbano e essa informação gerou uma grande procura pela vacina nos postos de saúde. No entanto, passado esse período, as pessoas deixaram de buscar os serviços para imunização. Por esse motivo, vamos promover um Dia D para ampliar o acesso às doses e, consequentemente, aumentar a cobertura vacinal", justificou Geruza Morais, diretora geral de Vigilância à Saúde.

O imunobiológico é administrado em dose única para o público entre 9 meses e 59 anos. O Ministério da Saúde afirma que a vacina é contraindicada para crianças menores de seis meses, idosos acima dos 60 anos, gestantes, mulheres que amamentam crianças de até seis meses, pacientes em tratamento de câncer e pessoas imunodeprimidas. Para estes grupos, a orientação é que a pessoa busque ajuda médica, cujo profissional de saúde avaliará o benefício e o risco da vacinação, levando em conta o risco de eventos adversos.

A vacinação também acontece de segunda a sexta-feira (exceto feriados), das 8 às 17 horas, em todas 126 salas de vacina da rede municipal.

Captura de macacos - Nessa semana, equipes do Centro de Controle de Zoonoses (CCZ) capturaram três macacos (dois mortos e um vivo) na região de Sussuarana. As amostras recolhidas foram encaminhadas para análise laboratorial para realização de exames de detecção da febre amarela. Após a identificação dos macacos com suspeita do agravo, equipes do CCZ são destacadas de imediato para os locais onde os bichos foram encontrados. Assim, realizam o bloqueio espacial com borrifação de inseticida com o intuito de eliminar possíveis mosquitos infectados.

"Ficamos praticamente dois meses sem novas identificações de primatas mortos ou aparentemente doentes em perímetro urbano. Nessa segunda (17) e terça-feira (18) identificamos mais três animais na área de Sussuarana. Independentemente do resultado laboratorial, já enviamos agentes de endemias para aplicação de inseticida no entorno da localidade onde os animais foram achados. A estratégia visa reduzir as chances de vetores infectados circular, acabando assim com a cadeia cíclica da doença", afirmou Geruza Morais.

Desde o início de março, 169 macacos foram capturados mortos ou aparentemente doentes na capital. Desse total, 10 foram confirmados com infecção pelo agravo. Os casos positivos foram identificados em Ilha Amarela, São Tomé de Paripe, Vila Laura, Boca do Rio, Cajazeiras III, Nova Brasília, Itapuã e Itaigara (03).

Mosquito haemagogus - Após a confirmação da presença do mosquito haemagogus - vetor responsável pela transmissão da febre amarela em região de mata - no entorno do bairro de Cassange, equipes de Vigilância à Saúde da SMS iniciaram na segunda-feira (17) ações de controle vetorial e vacinação na localidade. 

Durante a mobilização, enquanto os agentes de endemias realizam a inspeção das residências para identificação e eliminação com aplicação de larvicida dos focos do mosquito, técnicos de saúde realizam a imunização dos moradores através de visitação casa a casa. "Até o final dessa semana, finalizaremos a inspeção de todos os domicílios e a imunização dos moradores da comunidade do Cassange. É uma localidade com grande quantitativo de Mata Atlântica e com identificação positiva para o vetor que realiza a transmissão silvestre da doença. O nosso intuito é finalizar o mais rápido possível a vacinação dos moradores e o bloqueio focal em todas as casas para evitar a transmissão em humanos", explicou Morais.

Apesar dos casos de macacos com febre amarela e a identificação do mosquito haemagogus em Cassange, a gestora também tranquilizou a população, pois não foram registradas ocorrências da patologia em humanos no município. "Vale destacar que não há registro de febre amarela em humanos em Salvador. Um dos transmissores da doença é o mosquito Aedes aegypti, um velho conhecido nosso que também é causador da dengue, zika e chikungunya, e a melhor forma de evitar o avanço das arboviroses é combatê-lo", finalizou. O cidadão que encontrar um macaco morto ou com comportamento estranho pode entrar em contato com o CCZ através do telefone 3611-7330 ou 3611-7331.

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Atuando no controle de doenças que podem ser transmitidas de animais para seres humanos e vice-versa, o Centro de Controle de Zoonoses (CCZ) de Salvador, órgão vinculado à Secretaria Municipal de Saúde (SMS), realiza diversas ações preventivas no combate a endemias, entre elas: raiva, leptospirose, chagas, esquistossomose, leishmaniose e arboviroses (dengue, zika e chikungunya). Aproximadamente três mil agentes executam de forma rotineira os trabalhos de campo, visitando imóveis, tratando depósitos onde podem ser encontrados os vetores das doenças e orientando a população.

No caso do combate à leptospirose, os profissionais de saúde atuam somente áreas consideradas de risco, como explica a bióloga e subgerente de ações básicas do CCZ, Eliaci Costa. “Os agentes fazem a desratização, que é a colocação de raticida em locais adequados em tocas e bueiros. O raticida utilizado é um anticoagulante que pode ser na forma de pó de contato, iscas peletizadas ou blocos parafinados. Mas antes de tudo há toda uma avaliação ambiental”, ressalta.

Três tipos de ratos são comumente encontrados nas ruas e que podem servir de vetor da leptospirose: rato de telhado, camundongo e ratazana - este último é considerado o principal transmissor no meio urbano. A recomendação é que se evite o contato direto da pele com água de chuva, córregos, rios e terrenos encharcados.

Leishmaniose - Ao picar o cão ou o homem, o inseto flebótomo pode transmitir o protozoário chamado Leishmania chagasi, responsável, no Brasil, pela leishmaniose visceral. Uma vez contaminado, o cão torna-se reservatório da doença e pode ser fonte de infecção para outros animais, ou mesmo para seres humanos que vivem ao seu redor. O enfrentamento preventivo do CCZ à leishmaniose ocorre em áreas consideradas vulneráveis. 

“Não temos registros atuais de transmissão da doença aqui em Salvador, mas fazemos a vigilância em áreas de fronteiras com o município, em locais onde existem ocorrências, como Simões Filho e Lauro de Freitas”, conta Eliaci. Para o procedimento, é feito teste rápido para leishmaniose visceral em cães domiciliados. Na ocasião é colhido apenas uma amostra de sangue retirada da orelha do animal. Dando positivo, o cão passa por uma coleta de sangue para análise no Laboratório Central de Saúde Pública Professor Gonçalo Muniz (Lacen).

Chagas - A doença de chagas é transmitida pelas fezes do barbeiro contaminado pelo protozoário Trypanossoma cruzi. Áreas domiciliares próximas a ambientes com vegetação ou que foram desmatadas geralmente são as mais suscetíveis para encontrar o vetor. Exemplos de bairros daqui de Salvador onde esses insetos são encontrados são Patamares, Alphaville, Trobogy, Canabrava, Boca da Mata. 

A vigilância é feita através dos Postos de Informação de Triatomíneos (PIT), encontrados em todos os distritos sanitários da capital. Os moradores podem levar para essas unidades os insetos que suspeitam ser barbeiros. A depender do resultado da ocorrência, uma equipe de endemia faz uma vistoria na residência do solicitante.

Esquistossomose – Os agentes da equipe de Malacolgia do CCZ fazem a coleta de caramujos em coleções hídricas (geralmente canais, córregos e esgotos) da cidade.  A depender da espécie, o molusco pode se tornar hospedeiro intermediário do verme Schistosoma. Cabe ao CCZ realizar avaliação ambiental para identificação da espécie, coletá-los para confirmação e exame de positividade em laboratório, além de orientar a população quanto as medidas profiláticas de higiene e saneamento.

Raiva - Cães e gatos domésticos podem receber imunização antirrábica gratuita em 92 postos físicos da rede municipal de saúde. As vacinas ocorrem de segunda a sexta-feira nas Unidades Básicas de Saúde (UBS) e Unidade de Saúde da Família (USF). Os postos podem ser encontrados no Mapa da Saúde.

Arboviroses - Para combater os focos do Aedes aegypti, os agentes de endemias realizam diversas ações de rotina por toda a Salvador, promovendo visitas domiciliares e em pontos estratégicos – locais considerados criadouros potenciais, como cemitério, bueiros, oficina, borracharia, mercados e galpões que guardam materiais recicláveis.

Para o trabalho, são utilizados inseticidas, larvicidas e aplicação de inseticida a Ultra Baixo Volume (UBV) com carro fumacê. Diversas comunidades carentes também são alvos de mutirões de limpeza que reúnem, além dos profissionais do CCZ, agentes da Limpurb. Estes fazem roçagem em canteiros próximo a canais, além de remoção de entulho e de materiais descartados em via pública para eliminar possíveis criatórios de larvas do Aedes.

 

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Construção está dentro do cronograma, com previsão de inauguração para o primeiro semestre de 2018

Um dos maiores projetos da Prefeitura para qualificação do serviço de saúde da cidade ganha nova forma a cada dia. O Hospital Municipal de Salvador, que começou a ser construído no segundo semestre do ano passado, já conta com 60% das obras concluídas, dentro do prazo previsto pela Secretaria Municipal de Saúde (SMS). As instalações estão sendo erguidas na Via Coletora B, final de linha da Boca da Mata (antigo Sítio União), e está dentro do cronograma, com previsão de inauguração para o primeiro semestre de 2018.

Ao todo, serão investidos R$ 120 milhões de reais na edificação, equipamentos e mobiliário. A unidade também será beneficiada com outros R$ 40 milhões na gestão do equipamento, valor que será oriundo da venda de terrenos da primeira desafetação da Prefeitura, projeto aprovado nesta quarta-feira (12), na Câmara. O acesso ao hospital será através da BR-324 e da Avenida Luiz Viana (Paralela), dois dos principais corredores viários da cidade, facilitando o ingresso de pacientes oriundos de qualquer área.

O Hospital Municipal de Salvador funcionará 24 horas por dia integrado às UPAs situadas nos bairros de Itapuã, San Martin, Barris, Valéria, Parque São Cristóvão, Brotas, Pirajá/Santo Inácio, Paripe e Periperi, servindo de retaguarda para os pacientes oriundos dessas unidades. Ou seja, as UPAs realizarão o primeiro atendimento, sendo que os casos mais complexos serão encaminhados para o hospital, onde os pacientes darão continuidade ao tratamento, incluindo o internamento quando necessário.

A unidade contará com 20 leitos de observação adulto e 10 pediátricos. Já o setor de internamento contará com 180 leitos, e outros 30 serão para terapia intensiva. Ou seja, será um total de 210 leitos. O equipamento terá 12 mil m² de área construída, de um total de 17 mil m², e a estimativa é que sejam atendidos até 60 mil pacientes por mês, sendo que a área de urgência e emergência poderá receber até 500 pacientes por dia.

Estrutura - A unidade contará com consultórios nas áreas de cardiologia, cirurgia-geral, neurologia, cirurgia pediátrica, pediatria, médico-generalista, ortopedia e traumatologia, serviço social e pré-consulta de enfermagem, sala da coordenação e de atendimento. A estrutura ofertará serviços de hospital dia, emergência 24 horas, internação, bioimagem e exames laboratoriais, além de apoio pós-alta médica. Também haverá uma base do Samu.

A emergência 24 horas seguirá o Protocolo de Manchester – com definições de atendimento de emergência (muito urgente; urgente; pouco urgente; não urgente), com realização de acolhimento, classificação de risco, consulta de enfermagem e consulta médica. Em seguida, o paciente será encaminhado para atendimento específico para o problema de saúde.

O serviço de bioimagem também funcionará 24 horas, contando com exames de raio X digital, ultrassom com doppler, ecocardiograma, eletrocardiograma, eletromiograma, eletroencefalograma, tomografia e ressonância, complementando o diagnóstico do paciente.

A estrutura da unidade contará com ambulatório, endoscopia e centro cirúrgico. O ambulatório terá consultório de cirurgia, de anestesia e pré-consulta de enfermagem. Já o setor de endoscopia contará com três salas de exames, dois boxes de preparo e repouso com oito poltronas. O centro cirúrgico será composto por duas salas de pequenas operações e 12 leitos de recuperação pós-anestésica. Além disso, ele contemplará as áreas de neurocirurgia, traumaortopedia, cirurgia-geral, indução e recuperação anestésica, seis salas de operação (duas médias e quatro grandes), de apoio a demandas especializadas e de biópsia de congelação.

A área de patologia clínica também funcionará durante 24 horas com coleta para adultos e crianças, bioquímica, hematologia, parasitologia, urianálise, microbiologia, estoque e compatibilização. O paciente também contará com o serviço de acompanhamento após a alta médica, realizado por meio de uma equipe de atendimento domiciliar que vai promover a continuidade do tratamento em casa, com orientação também para familiares ou acompanhantes. As equipes de saúde da família da região onde o paciente residir farão esse acompanhamento após a alta médica.​

 

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Emoção, esperança e realização. A mistura de sentimentos marcou a inauguração da Unidade de Saúde da Família (USF) Menino Joel, construído pela Prefeitura no Nordeste de Amaralina e que atenderá a cerca de 12 mil pessoas da localidade e adjacências. A cerimônia, realizada nesta quinta-feira (13), contou com as presenças do prefeito ACM Neto e do vice Bruno Reis, acompanhados dos secretários José Antônio Rodrigues Alves (Saúde), Cláudio Tinoco (Turismo), João Roma (Gabinete) e Marcílio Bastos (Manutenção), além de familiares do homenageado, gestores municipais, demais autoridades, imprensa e população.

Bastante comovido, o prefeito ACM Neto salientou a motivação em dar à unidade de saúde o nome do garoto que morreu em 2010, aos 10 anos, durante uma ação policial no bairro. “Quando foi dada a sugestão de colocar o nome de Joel neste posto, de imediato foi acatada. A compreensão é de que, desta forma, conseguiríamos eternizar o ato aqui no Nordeste e perpetuar a disseminação não de uma palavra de dor, revolta e protesto, mas uma palavra de esperança”, disse.

“Queremos que o dia de hoje sirva para a família como um conforto e reconhecimento da Prefeitura de que a voz da família não será em vão e que a atitude dela pesou para esse reconhecimento. Esperamos que toda a sociedade e autoridades possam desenvolver a consciência de que é preciso ter um outro olhar para a questão da violência em Salvador, uma outra visão de futuro da cidade, que passa pela preservação da vida dos jovens”, completou o prefeito.

O secretário Rodrigues Alves salientou que a USF Menino Joel foi instalada na Rua Professora Avany Argolo em atendimento a uma indicação da própria comunidade. Com esta estrutura, o Nordeste de Amaralina passa a contar com 100% de cobertura de Saúde da Família. Dentre as estruturas disponibilizadas nas imediações estão dois Multicentros: o do Vale das Pedrinhas e o Adriano Pondé, em Amaralina.

Acompanhado pela mãe, esposa e filha, o capoeirista Joel Castro, pai do menino homenageado e também conhecido na região como Mestre Ninha, agradeceu à administração municipal pela iniciativa. “Tenho apenas uma coisa a dizer: muito obrigado por dar a esta instituição o nome de meu filho”, pontuou.

Aproveitando a oportunidade, Mestre Ninha também pediu à Prefeitura atenção especial ao projeto social de capoeira realizado por ele na comunidade do Areal, e que envolve mais de 100 crianças. O prefeito acenou positivamente ao apelo e ainda anunciou mais uma novidade: a autorização para realização das obras de urbanização do canal do Vale das Pedrinhas, que trará mais dignidade e qualidade de vida à população. A intervenção vai se somar a outras já iniciadas ou a serem realizadas pela Prefeitura na região, como a construção da creche na Rua do Gás e da requalificação dos trechos de orla Rio Vermelho/Amaralina e Amaralina/Pituba.

Estrutura – Para a implantação da USF Menino Joel, foram investidos cerca de R$ 1,3 milhões no equipamento que contará com oito consultórios, sendo três deles odontológicos. O posto, que começa a funcionar totalmente a partir da próxima segunda (17), possui estrutura 100% climatizada e adaptada para portadores de necessidades especiais. Serão disponibilizadas três equipes de Saúde da Família e duas de Saúde Bucal.

Além disso, serão ofertados serviços como consultas médicas, odontológicas e de enfermagem, vacina, curativo, teste rápido para glicemia capilar, sífilis e HIV/Aids. A estrutura também conta com coleta para exames laboratoriais, além de atender aos programas de hipertensão e diabetes, planejamento familiar e pré-natal, dentre outros da Atenção Básica.

 

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As inscrições para o processo seletivo simplificado de médicos que vão atuar no Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) em Salvador serão encerradas no próximo domingo (16). As 67 vagas oferecidas são para contratação através do Regime Especial de Direito Administrativo (Reda) e as inscrições são feitas exclusivamente via internet, por meio do endereço www.processoseletivosimplificadosms.salvador.ba.gov.br, onde também está disponibilizado o edital. 

Do total de vagas, 20 são destinadas a candidatos afrodescendentes e outras quatro vagas são para pessoas com deficiência. A remuneração é de até R$ 9 mil reais para um plantão semanal de 24h.

O processo seletivo é composto por duas etapas de caráter classificatório e eliminatório. A primeira consiste em avaliação de títulos, a ser realizada por comissão composta por equipe técnica. A segunda etapa é um curso de capacitação inicial com carga horária de 40h, a ser organizada pela equipe técnica da Secretaria Municipal da Saúde (SMS).

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Operação realizada pelo CCZ já vistoriou 12 imóveis abandonados na Pituba e Centro Histórico desde a última semana

O Centro de Controle de Zoonoses (CCZ) dá continuidade à atividade de ingresso em imóveis abandonados nesta quinta e sexta-feiras (13 e 14) para inspeção e destruição de focos de proliferação do mosquito Aedes aegypti no Centro Histórico, chegando até o Distrito Barra/Rio Vermelho. Esta ação é baseada na Lei Federal 13.301, sancionada em junho do ano passado, que respalda a operação de ingresso nos imóveis abandonados. Desde a última quinta-feira (06), 12 imóveis foram abertos e vistoriados com o apoio da Guarda Civil Municipal (GCM). Destes, três são do bairro da Pituba e os nove restantes da região do Centro Histórico.

Atualmente, a capital baiana dispõe de uma equipe composta por mais de dois mil agentes de endemias, sendo que cerca de 1,2 mil se dedicam ao controle das arboviroses – grupo de doenças infecciosas transmitidas através dos mosquitos Aedes aegypti Aedes albopictus, no qual estão incluídas a dengue, zika e chikungunya.

Para o controle das arboviroses, por exemplo, a inspeção nos imóveis é realizada em ciclos. Em média, são visitados 1,120 milhão de imóveis por ciclo efetuado. “A escolha das regiões que serão visitadas vai depender da necessidade, de como está o ciclo de infestação de mosquitos na área, entre outros critérios. Por isso, o morador precisa abrir a porta, ouvir atentamente e seguir com cuidado as orientações passadas pelos agentes”, explicou a subgerente de Ações Básicas do CCZ, Eliaci Costa.

Cada programa de controle tem uma especificidade. No caso das arboviroses, os agentes de endemias acionam o cidadão para fazer a inspeção na residência e dão início à vistoria pela área externa. A partir daí, seguem para o interior do imóvel, onde começam a verificação a partir do último cômodo, assegurando-se de que todos os ambientes sejam analisados. Durante a análise, o profissional vai buscar por focos de água parada e ambientes que favoreçam a proliferação dos mosquitos. Caso algum foco seja encontrado, o agente destrói o criadouro.

Ao final da visita, o agente assinará uma ficha, que geralmente fica fixada atrás da porta do último cômodo do imóvel com informações como data, ação que foi realizada – a exemplo de inspeção ou coleta de larvas para amostra – e tratamento executado na residência.

Apesar das ações da equipe de endemias serem rotineiras em todas as regiões da cidade, o cidadão também pode requisitar a inspeção do seu imóvel, caso note algum problema. Ao perceber, por exemplo, a presença intensa de mosquitos onde mora ou observar que seu cão está doente e apresentando sintomas fora do comum, o cidadão pode solicitar uma visita ou atendimento para identificar se o cão está com Leishmaniose, através do telefone 156.

Capacitação contínua – Trabalhar no controle de endemias exige dedicação e capacitação constante. Todos os profissionais passam por uma série de atividades, que envolve processos introdutórios à saúde – para que eles possam ter uma visão mais ampla do funcionamento do sistema de saúde em níveis nacional, estadual e municipal – princípios de vigilância epidemiológica e ambiental e, por fim, ações de campo voltada para a área de atuação que o agente desenvolverá.

 

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O Castramóvel – serviço itinerante gratuito da Prefeitura de castração de cães e gatos – já fez até esta segunda-feira (10) a triagem de 237 animais, sendo 108 cães e 129 gatos, no bairro de Mussurunga. O atendimento, iniciado na semana passada, é realizado até o próximo dia 28 na Unidade de Saúde da Família (USF) Professor Eduardo Mamede, no Setor E, sempre das 8h às 12h.

A unidade móvel faz o cadastramento e triagem dos pets às segundas e terças-feiras do mês, onde uma avaliação é realizada antes do encaminhamento para a cirurgia. Para o atendimento, são distribuídas 100 fichas por dia. Já o procedimento para esterilização acontece às quartas, quintas e sextas-feiras.

Para fazer o procedimento em cães e gatos, o responsável pelo animal precisa comparecer ao local com documento de identidade, cartão SUS e caderneta de vacinação antirrábica. Já os animais devem ter entre oito meses e cinco anos de idade, peso acima de 1kg e apresentar boa condição de saúde. Os pets vacinados há mais de um ano também precisam atualizar a imunização, respeitando o prazo de 10 dias para a castração. A cirurgia não é feita nas fêmeas em estado gestacional.

Para o médico veterinário Aroldo Carneiro, que é chefe do setor de Vigilância Contra a Raiva do Centro de Controle de Zoonoses (CCZ), da Secretaria Municipal da Saúde (SMS), a castração é importante para o controle da reprodução desordenada dos animais, o que gera alto risco de abandono dos bichos nas ruas. “Além disso, evita-se a proliferação de zoonoses nocivas à saúde humana e animal, como a hidrofobia (raiva), trazendo benefícios à saúde das pessoas e de outros animais. A esterilização também reduz a agressividade e diminui consideravelmente o hábito, geralmente mantido pelos machos, de urinar em locais inadequados para marcar território", explica Carneiro.

Balanço – De janeiro a junho deste ano, 1.400 caninos e 1.772 felinos foram castrados pelo serviço municipal, totalizando 3.172 animais esterilizados. Desde outubro de 2013, quando a atividade itinerante teve início, 22.696 animais passaram pelo serviço cirúrgico gratuito proporcionado pelo Castramóvel.

 

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O prefeito ACM Neto assinou, nesta sexta-feira (07), a ordem de serviço para construção de um novo posto de saúde em Mata Escura. No total, será investido mais de R$ 1 milhão para implantação do equipamento, que possibilitará a ampliação da cobertura assistencial para 100% da população local na atenção primária. Com mais de mil metros quadrados de área construída, o novo posto contará com três equipes de saúde da família e quatro equipes de saúde bucal, compostas por médicos, enfermeiros, dentistas e auxiliares, técnicos de enfermagem e agentes comunitários de saúde, que realizarão o acompanhamento domiciliar dos pacientes. 

Durante o ato, ACM Neto exaltou os esforços da administração para cumprir o compromisso de priorizar a saúde pública na capital, sobretudo nas localidades onde a população depende exclusivamente dos serviços oferecidos pelo SUS. "Quando assumi a Prefeitura, o déficit da saúde primária era algo absurdo. Salvador era a cidade com a pior cobertura entre as capitais brasileiras. Sabíamos que o primeiro desafio era ampliar essa cobertura. Felizmente, em quatro anos, Salvador saiu de 18% para 45% de cobertura na atenção básica. Isso tudo colocando recursos e reestruturando a nossa rede", destacou Neto.

A expectativa é que essa Unidade de Saúde da Família seja entregue em 12 meses. De acordo com o secretário da Saúde, José Antônio Rodrigues Alves, esse novo posto reforçará os serviços realizados no Distrito Sanitário, que em 2013 tinha apenas 12% de cobertura da atenção básica. "Deflagramos um grande processo de requalificação da saúde local, inclusive com uma reforma importante na unidade básica que funciona aqui em Mata Escura, e encerramos o ano passado conseguindo assistir 38% da população local. Nossa expectativa com esse novo posto é mais que dobrar a oferta dos serviços na localidade e garantir 100% da população coberta", destacou o gestor.

Balanço - Desde 2013, a Prefeitura já construiu, reformou ou reconstruiu 173 unidades de saúde em diversas localidades da capital baiana. No início da gestão, Salvador ocupava o último lugar em cobertura de atenção básica entre as capitais. Hoje, é destaque em todo o país por ser a cidade que mais expandiu o indicador no segmento, saltando de 18% para 45% dos soteropolitanos assistidos pela saúde básica. O salto também é significativo na ampliação da cobertura de saúde da família, que passou de 13,3% em 2013 para 31,2% atualmente.

 

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