Saúde

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Mesmo com o fim da campanha de vacinação contra a febre amarela, a Secretaria Municipal da Saúde (SMS) prossegue com a oferta das doses nos postos de saúde para prevenir que a doença chegue a Salvador. Isso porque a estratégia, que tinha como objetivo ampliar o acesso às doses do imunobiológico e a cobertura vacinal na cidade, imunizou apenas 56% do público-alvo – a meta era chegar a 95%.

“Não temos caso notificado em humanos em Salvador. No entanto, esse ano, o Ministério da Saúde já contabilizou mais de 800 episódios confirmados de febre amarela em todo país. Isso quer dizer que o vírus está circulando dentro do território nacional e a melhor forma de se proteger contra a doença é com a vacinação", esclareceu a subcoordenadora de Imunização da SMS, Doiane Lemos.

Os cidadãos podem encontrar a vacina nas 41 unidades de referência da capital baiana, das 8h às 17h. A dose é contraindicada para crianças menores de seis meses, idosos acima dos 60 anos, gestantes, mulheres que amamentam crianças de até seis meses, pacientes em tratamento de câncer e pessoas imunodeprimidas.

Macacos – Em 2018, o Centro de Controle de Zoonoses (CCZ) de Salvador já capturou 140 macacos nos bairros da capital baiana. Desse total, 129 animais estavam mortos e outros 11, vivos (aparentemente doentes). Amostras foram encaminhadas para o Laboratório Central do Estado (Lacen) para verificar as causas das mortes. Esse ano ainda não foram confirmados casos de febre amarela em macacos em Salvador.

Cartão deve ser guardado – Doiane Lemos alerta aos adultos sobre o cuidado com o cartão de vacinação, para comprovar as vacinas já tomadas desde a infância e a necessidade de reforço de algumas doses ao longo da vida. O ideal é que o documento possa ser armazenado de diversas maneiras. “Podem mandar para o e-mail, tirar cópias. Assim, o cidadão terá outros meios de resgatar as informações, em caso de perda”, pontua.

A subcoordenadora alerta ainda para que os adultos e os idosos mantenham a caderneta de vacinação em dia. “As pessoas não têm o hábito de procurar os centros de saúde com o avançar da idade, o que diminui a adesão nas vacinas”, completa. Além disso, é preciso ficar atento ao período para que o imunobiológico – de dez a 15 dias, em média – comece a produzir anticorpos no organismo.

Como são feitas as vacinas – As vacinas são feitas com microrganismos enfraquecidos ou mortos da própria doença que previne. Isso faz com que o corpo de quem recebe a vacina não desenvolva a doença e crie anticorpos para combatê-la. Por isso, a imunização é um dos mecanismos mais eficazes na defesa do organismo contra agentes infecciosos e bacterianos, evitando que a pessoa desenvolva a doença.

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Em comemoração ao mês da mulher, a Secretaria Municipal da Saúde (SMS), realizará nesta quinta-feira (08), no SAE Marymar Novais uma roda de conversa com o tema “Direitos das Mulheres Vivendo com HIV e Empoderamento feminino”. O evento acontecerá na unidade de saúde, localizada na Rua Arthur Bernardes, s/n  - Dendezeiros.

A ação terá como público alvo as mulheres tratadas nos SAE de Salvador, mulheres dos movimentos sociais de PVH e profissionais de saúde.

O evento que terá mediação a advogada do GAPA-Ba, Dra. Ludmilla Khatarina e a militante Rosaria Piriz das Cidadãs Posithivas, recepcionará as homegeadas com um café da manhã e música.

A SMS, através da Vigilância Sanitária do Distrito Sanitário de Brotas, promoverá nos dias 15 e 22 de março, das 7:30h as 12hs, uma capacitação para 25 mulheres com o tema: “Introdução em Boas Práticas de Manipulação de Alimentos”.

O mini curso que já teve todas as vagas preenchidas, tem carga horária de 08 horas divididas em duas aulas, e tem como objetivo minimizar riscos à saúde e oferecer segurança alimentar, para as mulheres que tem como ofício a produção de alimentos.

Para alertar sobre a importância do cuidado com a saúde e homenagear as mulheres, durante a ação haverá ainda vacinação e distribuição de brindes.

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O prefeito ACM Neto assinou na manhã de hoje (01) a ordem de serviço para construção da Unidade de Saúde da Família Vila Nova de Pituaçu, que custará R$ 1 milhão de reais. A unidade, que será inaugurada em 10 meses, é fruto de um intenso processo de reivindicação da comunidade devido ao vazio assistencial da área. A solenidade contou com a presença do secretário municipal de Saúde, José Antônio Rodrigues Alves, demais autoridades e moradores da região.

“Estamos aqui marcando mais um importante passo na expansão dos serviços de atenção básica da nossa cidade. Vejo a transformação que Salvador vem vivendo nos últimos 5 anos. Quando chegamos na Prefeitura, este Distrito Sanitário de Pau da Lima tinha uma cobertura inferior a 9% da população com acesso aos serviços de saúde. O primeiro desafio era colocar pra funcionar a rede que já estava instalada e depois ampliar o alcance do programa de saúde da família. E assim, nos últimos 5 anos, Salvador se tornou na cidade que mais expandiu os serviços de atenção básica de todo país”, comemorou o prefeito ACM Neto.

A Unidade de Saúde da Família Vila Nova de Pituaçu terá capacidade para atender 460 pessoas por dia através da atuação das 3 equipes de Saúde da Família e 3 de Saúde Bucal. Ela prestará assistência, prioritariamente, à população da área, com 12 mil pessoas cadastradas. Serão ofertados atendimento médico, enfermagem e odontológico. A unidade de saúde trabalhará com os programas de hipertensão, diabetes, controle da tuberculose, hanseníase e doença falciforme, além de dispor de serviços complementares como curativo, exames laboratoriais, vacinação, visita domiciliar, marcação de consulta, dispensação de medicamentos e confecção do Cartão SUS.

“Esse equipamento está sendo construído numa área onde as pessoas tinham que andar por quilômetros para buscar um serviço adequado de saúde. Os moradores não contavam com nenhum posto de referência, e muitas vezes as vacinações tinham que serem feitas em caixas ou referenciávamos a comunidade para outros bairros. Após a inauguração, isso não será mais necessário, uma conquista a ser comemorada”, afirmou José Antônio Rodrigues Alves.

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Com a proposta de ajudar mulheres vítimas de violência a se reerguerem emocional, social e economicamente, o Centro de Referencia de Atenção à Mulher Loreta Valadares (CRLV), vinculado à Secretaria de Políticas para as Mulheres, Infância e Juventude (SPMJ), vai ofertar, a partir de março, mais um serviço: vítimas que possuem filhos com microcefalia e doenças associadas poderão participar de um grupo terapêutico no Centro Dia (Edifício Cosmopolitan Mix, Parque Bela Vista). Isso possibilitará que as crianças recebam atendimento qualificado, enquanto elas realizam atividades de elevação da autoestima.

A formação do núcleo foi uma solicitação das mulheres já atendidas no Loreta, e o início das atividades ainda está sendo planejado. De acordo com a titular da Coordenadoria dos Centros de Referencia e das Casas de Acolhimento do município, Maria Auxiliadora Almeida, a estimativa é que participem do grupo terapêutico mais 25 mulheres. No Centro Dia, as crianças serão atendidas por uma equipe composta por coordenador, assistente social, psicólogo, terapeuta ocupacional, cuidadores e auxiliares, que se dedicarão exclusivamente às crianças.

Outra novidade anunciada pelo Loreta Valadares – localizado na Praça Almirante Coelho Neto, nº 1, Barris – é que, além das atividades fixas já realizadas pelas mulheres no espaço, a exemplo de aulas de yoga, biodança ou oficinas produtivas, o espaço vai ofertar, em breve, karatê, com vagas ofertadas para demanda espontânea, ou seja, qualquer mulher atendida pelo equipamento poderá participar desta ação. Estas atividades possuem caráter terapêutico e buscam a valorização e o empoderamento delas.

Apenas no mês de janeiro deste ano, 186 mulheres realizaram algum tipo de atendimento no Loreta Valadares, que oferece orientação jurídica e psicológica ao público feminino. O espaço também oferece apoio pedagógico aos filhos das vítimas com idade até doze anos, enquanto as mães realizam atendimento no centro, e mais uma série de atividades, palestras e cursos que promove a elevação da autoestima e o empoderamento feminino.

Serviços – O Loreta Valadares recebe mulheres por demanda espontânea, ou seja, qualquer vítima pode ter acesso aos serviços disponibilizados através do espaço, comparecendo apenas ao local. Ao chegarem à instituição, as vitimas passam por quatro fases de atendimento que envolvem desde aconselhamento em momentos de crise a atividades de prevenção a violência – protocolo de caráter sigiloso e com privacidade absoluta.

Através destes procedimentos, as mulheres que sinalizam a necessidade de sair de casa com brevidade são encaminhadas para Casa de Acolhimento Provisório de Curta Duração Irmã Dulce – onde contam com uma estrutura segura e com uma equipe multiprofissional que as acolhe e realiza os encaminhamentos legais necessários para que a vítima possa superar seus traumas e ter sua rotina restabelecida com brevidade. 

Na Casa Irmã Dulce, tanto as vítimas como seus filhos, com idade até doze anos, podem permanecer por um período de até quinze dias, estimativa para que elas possam se sentir novamente seguras e encontrar um novo caminho para suas vidas. Para esta casa de acolhimento, as vítimas são encaminhadas através do sistema garantia de direitos, ou seja, de órgãos ou serviços públicos como as Delegacias de Atenção a Mulher (DEAM), Defensoria Pública, Ministério Público ou mesmo do Loreta Valadares.

Mapa da violência - De acordo com os indicadores de violência contra a mulher do Observatório da Mulher Contra a Violência, do Senado Federal, a Bahia é o terceiro estado do Nordeste com maior número de mulheres assassinadas, com base em 2014. Segundo o Sistema de Informação sobre Mortalidade (SIM), do Ministério da Saúde, no ano de 2014, foram registrados 386 homicídios com vítimas do sexo feminino. Deste total, 84% das vítimas eram da cor preta ou parda.

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A Secretaria Municipal da Saúde deu início, nesta segunda-feira (19), à campanha de intensificação contra febre amarela com uso de doses fracionadas e padrão. A ação visa ampliar a cobertura vacinal na capital e em mais outros oito municípios baianos, além de reduzir a população suscetível à patologia em curto prazo. A dose fracionada é uma parte da dose padrão da vacina contra a febre amarela, que confere proteção similar por um período de até 8 anos. A eficácia é a mesma e funciona como medida emergencial para o controle de possíveis surtos.

Pouco mais de 1,2 milhão de indivíduos ainda precisam se proteger contra a doença em Salvador. A vacina fracionada está sendo administrada em pessoas com idades entre 2 e 59 anos que nunca foram imunizadas contra a doença. Crianças entre 9 meses e 2 anos, pessoas com condições clínicas específicas (como pacientes com HIV/Aids) e viajantes internacionais (é preciso apresentar o comprovante do deslocamento) continuarão a tomar a dose padrão do imunobiológico.

A campanha seguirá até 9 de março em Salvador. O Dia D da estratégia será promovido em 24 de fevereiro (sábado) para ampliar o acesso às doses para a população. A vacina está disponível de segunda a sexta-feira, das 8h às 17h, nas 126 unidades básicas da rede municipal. É recomendável levar o Cartão do SUS, um documento de identificação com foto e Cartão de Vacina, mas quem estiver sem esses documentos também poderá se vacinar.

Orientações - O Ministério da Saúde afirma que a vacina é contraindicada para crianças menores de seis meses, idosos acima dos 60 anos, gestantes, mulheres que amamentam crianças de até seis meses, pacientes em tratamento de câncer e pessoas imunodeprimidas. Para estes grupos, a orientação é que a pessoa busque ajuda médica, cujo profissional de saúde avaliará o benefício e o risco da vacinação, levando em conta eventos adversos.

“Por conta de casos positivos confirmados de febre amarela em macacos no ano passado e o grande número de pessoas a se vacinar no município, Salvador foi incorporada na estratégia da imunização fracionada pelo Ministério da Saúde. A dose fracionada tem eficácia garantida por pelo menos oito anos, por isso, após esse período, é necessária uma nova dose de reforço”, explica Doiane Lemos, subcoordenadora de Doenças Imunopreviníveis de Salvador.

Macacos capturados - Desde o início de janeiro até a segunda semana de fevereiro, 95 macacos foram capturados na capital baiana para realização de exames laboratoriais de detecção da febre amarela. Os materiais coletados dos animais em Salvador já foram encaminhados para o Laboratório da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) do Rio de Janeiro, referência nacional para esse tipo de análise. Os primeiros dez materiais analisados pela Fiocruz descartaram a presença do vírus da febre amarela nos animais capturados. As outras 85 amostras seguem sob análise. Em 2017, foram registrados 13 macacos com confirmação de febre amarela em Salvador.

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A partir da próxima segunda-feira (19), a Secretaria Municipal da Saúde dará início à campanha de intensificação contra febre amarela com uso de doses fracionadas e padrão. A ação visa ampliar a cobertura vacinal na capital e em mais outros oito municípios baianos, além de reduzir a população suscetível à patologia num curto espaço de tempo.

A vacina fracionada será administrada em pessoas entre 2 e 59 anos que nunca foram imunizadas contra a doença. Crianças entre 9 meses e menores de 2 anos, pessoas com condições clínicas específicas (como pacientes com HIV/Aids) e viajantes internacionais (o viajante deverá apresentar o comprovante do deslocamento) continuarão a tomar a dose padrão do imunobiológico.  

Estima-se que pouco mais de 1,2 milhão de indivíduos ainda precisam se proteger contra a doença em Salvador. “Por conta de casos positivos confirmados de febre amarela em macacos no ano passado e o grande número de pessoas a se vacinar no munícipio, Salvador foi incorporada na estratégia da imunização fracionada pelo Ministério da Saúde. A dose fracionada tem eficácia garantida pelo menos por oito anos, por isso,  após esse período, é necessário uma nova dose de reforço”, explicou Doiane Lemos, subcoordenadora de Doenças Imunopreviníveis de Salvador.

A campanha seguirá até 9 de março em Salvador e em 24 de fevereiro (sábado) um Dia D da estratégia será promovido para ampliar o acesso às doses para população. A vacina estará disponível de segunda a sexta-feira, das 8h às 17h, nas 126 unidades básicas da rede municipal. O Ministério da Saúde afirma que a vacina é contraindicada para crianças menores de seis meses, idosos acima dos 60 anos, gestantes, mulheres que amamentam crianças de até seis meses, pacientes em tratamento de câncer e pessoas imunodeprimidas. Para estes grupos, a orientação é que a pessoa busque ajuda médica, cujo profissional de saúde avaliará o benefício e o risco da vacinação, levando em conta o risco de eventos adversos.

Macacos capturados - Desde o início de janeiro até essa quinta-feira (15), 95 macacos foram capturados na capital baiana para realização de exames laboratoriais de detecção da febre amarela. Os materiais coletados dos animais em Salvador já foram encaminhados para o Laboratório da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) do Rio de Janeiro, referência nacional para esse tipo de análise, para investigação da causa dos óbitos. Os primeiros dez materiais analisados pelo Fiocruz descartaram a presença do vírus da febre amarela nos animais capturados. As outras 85 amostras seguem sob análise. Em 2017, foram registrados 13 macacos com confirmação de febre amarela em Salvador.

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O prefeito ACM Neto reforçou a solicitação por mais recursos federais para custeio das unidades de saúde dos municípios baianos, durante encontro do ministro da Saúde, Ricardo Barros, prefeitos e gestores da área, realizado nesta terça-feira (6), na sede da União dos Prefeitos da Bahia (UPB), no Centro Administrativo da Bahia (CAB). O gestor de Salvador ressaltou que as administrações municipais ainda são muito dependentes dos recursos federais, liberados via ministério, na área da Saúde.

O prefeito lembrou o quanto a população depende dos serviços municipais e que Salvador vem fazendo a própria parte. A capital baiana mais que dobrou o número de equipes de Saúde da Família; construiu e requalificou unidades de saúde; expandiu os serviços de urgência e emergência, saltando de uma para nove Unidades de Pronto Atendimento (UPAs); e disponibilização de atendimento especializado com a criação de Multicentros de Saúde, além da inauguração do primeiro hospital municipal, prevista para o próximo dia 29. No entanto, um dos principais problemas é com o custeio para funcionamento no dia a dia e manutenção, situação que é agravada em municípios menores.

“Existe um pleito coletivo de praticamente todos os prefeitos para ampliar a transferência de recursos de custeio. São recursos que vão garantir o funcionamento no dia a dia e na manutenção dos postos de saúde e unidades de urgência e emergência. Também solicitamos uma ampliação do teto de média e alta complexidade, que vai atender as principais unidades hospitalares tanto de Salvador quanto do interior do estado”, explicou ACM Neto.

Ele também salientou a importância da presença de um grande número de gestores no evento. “A presença expressiva de tantos prefeitos aqui só reforça ainda mais essa necessidade de uma boa relação e interlocução das prefeituras com o Ministério da Saúde”, finalizou o prefeito de Salvador. Também estiveram presentes no encontro o vice-prefeito, Bruno Reis; o deputado federal Cacá Leão; o senador Roberto Muniz; o vice-governador João Leão; e o presidente da UPB e prefeito de Bom Jesus da Lapa, Eures Ribeiro, dentre outras autoridades.

Balanço – Em um ano e nove meses, os municípios baianos receberam R$926 milhões – incluindo emendas parlamentares – via Ministério da Saúde para qualificar e ampliar os serviços oferecidos por meio do Sistema Único de Saúde (SUS). Do total, R$225,9 milhões foram destinados à habilitação e/ou qualificação de 528 serviços e 27 leitos de média e alta complexidade que funcionavam sem a contrapartida do governo federal.

 

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Com 95% do imóvel concluído, as obras de construção do primeiro Hospital Municipal de Salvador foram apresentadas pelo prefeito ACM Neto ao ministro da Saúde, Ricardo Barros, nesta terça-feira (6), na Boca da Mata, região administrativa de Cajazeiras. A ação foi acompanhada pelo vice-prefeito Bruno Reis; pelos secretários da Saúde, José Antônio Rodrigues Alves, e de Gabinete, João Roma; demais autoridades e técnicos.

Nos três pavimentos, foram verificados setores como as UTIs adulto e pediátrica, salas de triagem e observação. A Prefeitura, por meio da Secretaria Municipal da Saúde (SMS), já adquiriu a maior parte dos equipamentos para o serviço. O investimento de R$120 milhões na construção e equipamentos é oriundo exclusivamente dos cofres municipais.

O prefeito agradeceu a Ricardo Barros por ter aceitado o convite para visitar as obras do hospital, e afirmou que o compromisso é fazer a entrega no dia 29 de março, como um presente de aniversário para a capital baiana. “A expectativa da Prefeitura é de conseguir atender a essa área de Cajazeiras, que é uma das mais pobres e de maior densidade, mas é claro que vai ser um hospital para toda a cidade. Queremos reduzir essa demanda, que é ainda reprimida, de atendimento hospitalar da população”, afirmou o prefeito.

Solicitação – Na ocasião, também foi reforçada a solicitação para a pasta federal de auxílio com os custeios na manutenção do serviço que, para ACM Neto, resultará também em uma transformação social em Salvador. “Estamos conversando com o Ministério da Saúde e, inclusive, já foi encaminhada a solicitação ao presidente da República para ter a presença e parceria do governo federal nos recursos necessários para o funcionamento do hospital. Esta é uma obra que terá, inclusive, um impacto social na cidade”, completou o prefeito.

O ministro explicou que, inicialmente, a contribuição a ser dada é padrão no país e refere-se ao faturamento dos serviços prestados na unidade. “O hospital terá os credenciamentos e habilitações necessários e tudo o que for produzido aqui terá a remuneração federal de 50% do custo do serviço. Tenho certeza de que será oferecido aqui um serviço de altíssima qualidade. O modelo mais eficiente de gestão será implantado aqui. A contribuição de parlamentares também ajudará na sustentabilidade dessa maravilhosa obra”, destacou Barros.

O secretário Rodrigues Alves também lembrou que o hospital contará com as áreas de ensino, residência médica e internato, sendo, portanto, um equipamento que vai além da assistência de saúde, promovendo aprendizado aos futuros profissionais da área.

Estrutura – O Hospital Municipal de Salvador funcionará 24 horas por dia, com capacidade para atender urgências, integrando-se, assim, às Unidades de Pronto Atendimento Municipais (UPAs) e servindo de retaguarda para os casos mais complexos. A unidade terá ênfase em atendimentos de urgência e emergência, mas também contará com um ambulatório de egressos da unidade hospitalar para dar suporte ao atendimento. Ao todo, serão 210 leitos – 30 de UTI (adulto e pediátrico), 150 de clínica médica cirúrgica e 30 de clínica pediátrica.

A emergência terá ênfase em traumatologia, ortopedia e urgências clínicas. Para isso, haverá 26 leitos de observação para adultos, sete leitos de observação pediátrica e 22 poltronas para aplicação de medicamentos. A área também contará com salas de curativo, aplicação de gesso e estabilização; quatro boxes de reanimação de vida e oito leitos similares ao de terapia intensiva. O hospital receberá pacientes regulados e imediatos, seguindo o Protocolo de Manchester, que utiliza a classificação de risco por cor para o acolhimento. O ambulatório de egressos da unidade hospitalar terá consultórios de cardiologia, cirurgia geral, neurologia, cirurgia pediátrica, pediatria, generalista e ortopedia e traumatologia.

Além disso, haverá Serviço Social, pré-consulta de enfermagem, centro de apoio diagnóstico, agência de transfusão sanguínea, laboratórios de análises clínicas e serviços de Bio-Imagem, como ressonância magnética, tomografia, ultrassonografia com Doppler, eletroencefalograma, eco-cardiograma, eletroneuromiografia e radiologia digital. A concepção arquitetônica do equipamento de saúde foi planejada por acomodações de hotelaria em espaços de dois leitos, que podem ser adequados à necessidade da unidade. O hospital também contará com um heliporto no pavimento da cobertura e com uma base do Serviço de Atendimento Móvel (SAMU).

Hospital Dia – A programação assistencial será complementada pelo Hospital Dia, bloco auxiliar que terá duas salas de Cirurgia Ambulatorial, 12 leitos de internação, um Centro de Vídeo-Endoscopias (com três salas de exames e oito poltronas de repouso) e uma Unidade de Atenção Domiciliar. Serão associados ao Hospital Dia um Ambulatório Cirúrgico com dois consultórios de triagem, e mais um consultório de enfermagem e um de anestesiologia, cujo objetivo é fazer o pré e pós-atendimento de pacientes cirúrgicos.

Atendimentos – Apenas na unidade de emergência, a estimativa é que sejam atendidos 1,2 mil pacientes por mês. No ambulatorial de egressos e no Hospital Dia devem ser realizadas 63 mil consultas ao mês. Outros 750 procedimentos mensais devem ser realizados no Centro de Endoscopia; 2,4 mil exames mensais no serviço de apoio diagnóstico e terapêutico; 10 mil procedimentos de apoio-diagnóstico e média complexidade. Também estima-se a realização de cerca de 500 cirurgias mensais no bloco operatório, além de 1,1 mil internações mensais – levando em conta os 210 leitos hospitalares previstos para os dois primeiros anos de funcionamento do hospital.

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O primeiro dia de aula da criança sempre é um momento marcante para toda a família. E não foi diferente para Flavia Checcucci, mãe de Danyelle Checcucci, de 2 anos, portadora da Síndrome Congênita do Zika Vírus. Ela estava radiante com a inclusão da filha no Centro Municipal de Educação Infantil Fruto do Amanhã, em Fazenda Grande do Retiro.

“Meu coração está muito apertado, mas com uma enorme expectativa. Esse contato com outras crianças vai ajudar muito no desenvolvimento dela. Todas as mães sonham que seus filhos com a síndrome tenham essa oportunidade de interagir com o mundo”, comemorou Flávia.

A pequena Danyelle Checcucci é uma das 24 crianças com Síndrome Congênita do Zika Vírus inscritas em instituições de ensino da rede municipal nesse ano. Além da inclusão social, uma parceria entre as Secretarias Municipais da Educação (Smed), Saúde (SMS) e Promoção Social e Combate à Pobreza (Semps) garante a assistência e acompanhamento integral dessas crianças.

“Garantimos o acompanhamento das famílias já no pré-natal, que é realizado nas Unidades Básicas com a oferta de consultas e exames diagnósticos. Após o nascimento, continuamos prestando cuidados às crianças com microcefalia através dos Multicentros de Saúde e Centros de Reabilitação contratados pela Prefeitura. Nosso objetivo é garantir a integralidade da assistência para minimizarmos as sequelas da síndrome e, assim, possibilitar o convívio com as demais crianças da idade delas e com as atividades escolares”, esclareceu José Antonio Rodrigues Alves, secretário municipal da Saúde.

Nesses serviços, os usuários são acompanhados por equipes multidisciplinares compostas por fisioterapeutas, terapeutas ocupacionais, psicólogos, fonoaudiólogos, assistentes sociais, neuropediatras, nutricionistas, dentre outros.

Fortalecendo a Rede de Saúde de Salvador, o Centro Dia, recém-inaugurado pela atual gestão, também é um ponto de atenção de Assistência Social, atuando no apoio dessas famílias ao promover o acolhimento, orientações de proteção social e estímulo à convivência em grupo e fortalecimento das relações sociais.

Segundo o Centro de Informações Estratégicas em Vigilância em Saúde, até agosto passado, existiam 251 casos de Síndrome Congênita do Zika Vírus confirmados em Salvador, sendo 23 apenas em 2017.

Educação - A rede municipal de Educação preparou para os primeiros dias de aula uma programação especial de acolhimento das famílias e dos alunos com a síndrome. Pedagogos e técnicos da Smed acompanharão essa fase de adaptação, orientando a família e preparando um plano pedagógico específico para cada criança. A Semps e a SMS também vão trabalhar diretamente com essas famílias em atendimento multidisciplinar.

“Nossa rede se preparou com atenção e cuidado para o recebimento desses alunos, em continuidade e também aperfeiçoando um trabalho de inclusão que já é feito pelo município de Salvador. Nossas escolas estão abertas e aptas para acolher a todos, desde as crianças da educação infantil até idosos que fazem parte das nossas turmas de Educação de Jovens e Adultos (EJA), nas etapas de ensino oferecidas pelo sistema de ensino municipal”, conclui Bruno Barral, secretário municipal de Educação.

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