Cultura

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Mais uma etapa da Fábrica de Musicais, iniciativa da Fundação Gregório de Mattos (FGM), com o objetivo de promover o intercâmbio entre artistas locais e de outras regiões do país para fomentar esse gênero, aconteceu na tarde desta terça-feira (13), no Teatro Gregório de Mattos, localizado na Praça Castro Alves. Foi realizada a oficina Criação de Trilhas Sonoras e Plataformas Musicais, com o produtor, arranjador e diretor musical Yacoce Simões.

Na oficina, que foi aberta a 50 pessoas, profissionais de diversas áreas, incluindo setores fora da arte, ouviram o que Yacoce tinha a dizer e compartilhar. A segunda parte do curso sobre trilhas sonoras será realizada nesta quarta-feira (14). "O objetivo desta oficina de hoje é trazer uma luz pra quem pretende abrir seu campo musical pra criação de trilhas. Através do compartilhamento de experiências sobre o que é um músico migrar pra área de atuação diversa, shows, publicidade, quais são os desafios que eles têm ao trazer o universo musical pro campo do teatro, da arte, que tem algumas especificidades", explicou Yacoce Simões.

A artista Odete Cardoso, de 58 anos, conhece bem essas especificidades das quais Yacoce tanto fala. Ela, que saiu de Itororó, no Sul da Bahia, para Salvador, Rio de Janeiro e até Paris, para viver da arte, espera conseguir fazer parte do espetáculo Sonho de Uma Noite de Verão, peça baseada na adaptação de Adriana Falcão da peça de William Shakespeare. "Acredito que vou sair daqui levando uma boa experiência. Ele é um grande músico, um 'artista de nome' na cidade. Nunca tive a oportunidade de tocar com ele, nem conhecê-lo pessoalmente. É uma coisa muito primorosa o que ele faz", acredita Odete.

Subjetivo e objetivo - Antes de dar início à oficina, Yacoce Simões não conhecia os alunos que chegariam ao Teatro Gregório de Mattos. Mas ele sabia de uma coisa: essas pessoas tinham que estar abertas à mistura entre subjetividade e objetividade. "Porque é um processo criativo, que naturalmente demanda uma interpretação. A pessoa que faz a trilha é alguém que capta aquelas sensações através do ouvido, tem que ser capaz de interpretar o que um roteiro, diretor 'tá' querendo, e não jogar apenas sua vontade no processo. Não só entender a subjetividade, mas ser capaz de transformar objetivamente um produto que faça parte em um contexto de forma coerente", explica.

A cantora e violinista Geovanna Costa, 40, acredita ser uma dessas pessoas que Yacoce descreve; ela admite criar uma alta expectativa para participar da montagem do espetáculo. "Sou da área da música, espero que essa oficina venha a agregar muito pro meu trabalho e pro espetáculo. Quem sabe eu seja selecionada? Espero muito que role. Tô torcendo, acompanhando, me aprimorando também", confessa.

Programação:

Mesa-redonda

17/11 – 14h às 17h - Produção de Musicais no Brasil e no Mundo, com Tânia Nardini (coreógrafa, diretora e produtora de musicais, tendo sido responsável pelas montagens de O Rei Leão e Chicago ao redor do mundo) e Clayton Marques (produtor e diretor assistente de João Falcão, que vai expor um pouco do trabalho específico desenvolvido por este artista pernambucano).

Laboratórios interativos

17/11 – 18h às 21h - Produção de Musicais no Brasil e no Mundo, com Tânia Nardini e Clayton Marques com o objetivo de aproximar as pessoas do exercício criativo da organização para a produção de espetáculos teatrais.

26/11 – 14h às 21h - O Intérprete nos Musicais, com Laila Garin, que vai promover um exercício coletivo com alguns exemplos práticos e dicas para um bom andamento dos trabalhos de criação de personagem e de manutenção da técnica vocal.

Oficinas

14/11 – 15h às 19h - Criação de Trilhas Sonoras e Plataformas Musicais, com Yacoce Simões – 1 turma para 50 pessoas.

20 e 21/11 - 15h às 19h - Áudio e Microfonista, com Andrea Zeni – 1 turma de 50 pessoas.

27 a 30/11 – 15h às 19h - Preparação e Interpretação Vocal, com Angelo Rafael e Carlos Eduardo Santos – 2 turmas para 40 pessoas cada.

04 a 07/12 – 15 às 19h - Corpo e Coreografia, com Roberto Montenegro – 2 turmas para 40 pessoas cada.

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A Secretaria da Cidade Sustentável (Secis) apresentou, nesta segunda-feira (12), os 35 primeiros projetos selecionados para integrar a segunda edição da Virada Sustentável Salvador. O evento reunirá 120 atividades gratuitas, como palestras, feiras, oficinas de arte, música, teatro, entre outras, distribuídas em diversos pontos da capital baiana, entre os dias 29 de novembro e 2 de dezembro.

As ações serão distribuídas em três eixos, envolvendo Conhecimento, com debates, palestras e rodas de diálogos; Cultura, com artes, grafite, teatro, circo, cinema e dois dias de apresentações musicais; e Ação, com esportes, ioga, meditação, reiki, etc.

"A Virada faz a conexão do poder público, a iniciativa privada e a sociedade civil, espalhando eventos por toda Salvador, que vai respirar cultura e sustentabilidade sob óticas diferentes. O projeto traz arte, plantio, teatro e música para colorir ainda mais a nossa cidade", destaca o titular da Secis, André Fraga.

A programação do evento está disponível para consulta no site oficial da Virada Sustentável. A organização ainda conta com o fechamento de outros projetos até o início do festival. Essas participações se darão por adesão, podendo ser realizada por empresas, espaços culturais e demais entidades engajadas no desenvolvimento de ações sustentáveis para o município de Salvador.

Projetos - Unindo arte, cultura de raiz e educação, o Projeto Axé levará à virada o espetáculo Berimbau São bento Grande de Angola - em referência ao tradicional toque de capoeira. "No Projeto Axé, entendemos que todos somos educadores. Para nós, a sustentabilidade vai além do credo ou das etnias. É um tema muito bom de falar, mas que vale ainda mais quando contamos com ampla participação", explica Regina Moura, representante do Projeto Axé.

Oriundo de Cajazeiras, o Centro Cultural Edson Souto apresentará o Presépio Sustentável. A ação ocorrerá dentro do Shopping Cajazeiras, em Fazenda Grande II. O centro abriga também o "Balé da Comunidade", com a participação de senhoras da maioridade do bairro. "Esse grupo valoriza o pessoal da maioridade, com apresentações registradas no Brasil inteiro e também na Argentina. São 15 anos de existência, que já deu frutos de bailarinos espalhados por todo o mundo. Além disso, temos uma loja de artesanato sustentável, de onde nossos membros tiram seu próprio sustento. É através desses eventos que toda a cidade passa a enxergar o que é produzido em nosso bairro", explica o idealizador e presidente do centro, Edson Souto.

Conceito - A inscrição de projetos ocorreu até o dia 23 de outubro. A Virada é uma realização do movimento Salvador Meu Amor, tem patrocínio da Braskem e apoio da Prefeitura, através da Secis. Considerado o maior festival de mobilização e educação para a sustentabilidade da América Latina, o evento envolve cocriação, articulação e participação direta de organizações da sociedade civil, órgãos públicos, escolas e universidades, empresas, coletivos e movimentos sociais.

A Virada Sustentável teve sua primeira edição realizada em 2011, em São Paulo. Desde então, vem ampliando sua atuação, promovendo edições em cidades como Manaus, Porto Alegre, Rio de Janeiro e Salvador. A primeira edição do evento em Salvador ocorreu em 2016.

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As atividades da Fábrica de Musicais prosseguem com duas ações que acontecem no próximo dia 26 com a atriz e cantora baiana Laila Garin, em cartaz nos cinemas como intérprete da cantora Clara Nunes no filme “Chacrinha: o Velho Guerreiro”. Uma delas é um workshop sobre musicais para 30 artistas profissionais, a ser realizado no Teatro Gregório de Mattos (TGM), das 19h às 21h. As inscrições estão abertas até o dia 23, através do e-mail O endereço de e-mail address está sendo protegido de spambots. Você precisa ativar o JavaScript enabled para vê-lo.. Basta enviar um vídeo de 1 minuto de duração cantando uma música, resumo profissional e comprovante de residência.

A outra ação acontece no mesmo dia, das 15h às 18h, também no TGM: é o Laboratório Interativo intitulado “O Intérprete nos Musicais”. Com capacidade para 200 pessoas, a atividade tem entrada gratuita e, neste caso, o acesso poderá ser feito através de senhas, que serão distribuídas no local, a partir das 13h. Na ocasião, os participantes vão conhecer exercícios e compartilhar dicas para a criação de personagens e de manutenção da técnica vocal.

Projeto – A Fábrica de Musicais é uma iniciativa da Prefeitura, por meio da Fundação Gregório de Mattos (FGM) e desenvolvida pelo Coletivo 4. O objetivo é promover o intercâmbio artístico entre profissionais locais com de outras regiões do país para fomentar a estética dos espetáculos de musicais.

O resultado dessa iniciativa é a montagem de Sonho de uma Noite de Verão, clássico de William Shakespeare, na versão de Adriana Falcão, adaptado e dirigido por João Falcão. Na modernização da centenária comédia do autor inglês, será trazida a ação da peça para a maior festa de rua do mundo: o Carnaval de Salvador.

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Entender que o figurino serve de instrumento para o ator exercer o seu papel foi a primeira lição que a figurinista Carol Lobato apresentou na tarde desta sexta-feira (09), no Teatro Gregório de Mattos. A lição foi dada aos participantes da oficina gratuita Figurino para Espetáculos Musicais, promovida pela Fundação Gregório de Mattos (FGM), através da Fábrica de Musicais.

Formada em moda e trabalhando com figurino para espetáculos há mais de 15 anos, Carol destacou a importância do figurinista possuir uma visão holística do processo de construção das peças, abordando desde o processo de decupagem do texto da montagem até a negociação para adaptações em consonância com os gostos pessoais dos artistas envolvidos.

"Darei aqui um panorama das diferenças do figurino para musical e o que difere ele dos outros tipos de figurinos. Ele tem que se adaptar, por exemplo, a coreografia, aos tipos de dança, movimento, precisa ter uma manutenção diferenciada porque o desgaste é maior... Tem algumas especificidades", pontuou.

Lobato possui trabalhos realizados para publicidade, cinema e espetáculos teatrais. Ela assinou figurinos para os principais diretores teatrais como Moacyr Góes, Cristina Moura e a dupla Charles Moeller & Cláudio Botelho. Neste sábado (10), a oficina tem continuidade das 15h às 19h, encerrando o ciclo de atividades voltadas à construção de figurinos para musicais.

A Fábrica de Musicais tem como objetivo promover o intercâmbio artístico entre profissionais locais com de outras regiões do país para fomentar a estética desse gênero de espetáculo. O resultado final do projeto é a montagem de Sonho de uma Noite de Verão, clássico de William Shakespeare, na versão de Adriana Falcão, adaptado e dirigido por João Falcão.

As inscrições podem ser feitas através do e-mail O endereço de e-mail address está sendo protegido de spambots. Você precisa ativar o JavaScript enabled para vê-lo.. Os interessados devem ser maiores de 18 anos e residir na Bahia – é exigido comprovante de residência emitido nos últimos seis meses. Mais informações também podem ser conferidas no site ou redes sociais do Coletivo 4.

Confira a programação das próximas oficinas:

13 e 14/11 – 15h às 19h - Criação de Trilhas Sonoras e Plataformas Musicais, com Yacoce Simões – 1 turma para 50 pessoas.

20 e 21/11 - 15h às 19h - Áudio e Microfonista, com Andrea Zeni – 1 turma de 50 pessoas.

27 a 30/11 – 15h às 19h - Preparação e Interpretação Vocal, com Angelo Rafael e Carlos Eduardo Santos – 2 turmas para 40 pessoas cada.

04 a 07/12 – 15 às 19h - Corpo e Coreografia, com Roberto Montenegro – 2 turmas para 40 pessoas cada.

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A Fábrica de Musicais, iniciativa da Fundação Gregório de Mattos (FGM), prossegue com a série de oficinas gratuitas até dezembro, no Teatro Gregório de Mattos. A ação tem como objetivo promover o intercâmbio artístico entre profissionais locais com de outras regiões do país para fomentar a estética desse gênero de espetáculo. O resultado final do projeto é a montagem de Sonho de uma Noite de Verão, clássico de William Shakespeare, na versão de Adriana Falcão, adaptado e dirigido por João Falcão.

Inscrições podem ser feitas através do e-mail O endereço de e-mail address está sendo protegido de spambots. Você precisa ativar o JavaScript enabled para vê-lo.. Os interessados devem ser maiores de 18 anos e residir na Bahia – é exigido comprovante de residência emitido nos últimos seis meses. Mais informações também podem ser conferidas no site ou redes sociais do Coletivo 4.

Confira a programação:

- Visagismo para Teatro Musical: Com experiência no teatro, na televisão e no cinema, o visagista Uirandê Holanda ensina como transformar atores em personagens através da caracterização e da maquiagem. A aula será ministrada para 40 pessoas e acontece na quinta-feira (8), das 14h às 21h.

- Figurino para Espetáculos Musicais: Carol Lobato assinou figurinos para os principais diretores teatrais como Moacyr Góes, Cristina Moura e a dupla Charles Moeller & Cláudio Botelho. Na oficina, a figurinista conta sua experiência e promove exercícios. Inscrições via e-mail. Também com capacidade para 40 pessoas, as aulas acontecem na sexta-feira e sábado (9 e 10), das 15h às 19h.

- Criação de Trilhas Sonoras e Plataformas Musicais: Diretor musical e arranjador, Yacoce Simões ministra oficina para ensinar como desenvolver narrativa de histórias através de canções. No curso, ele também explica como disponibilizar trabalhos em plataformas digitais como iTunes e Spotify. A capacidade é para 50 pessoas e a oficina será realizada nos dias 13 e 14, das 15h às 19h.

- Áudio e Microfonista: Andrea Zeni é autora de trilhas sonoras, projetos de sonorização e desenhos de som para musicais, espetáculos teatrais e exposições. Em quase 40 anos de profissão já trabalhou com Fernanda Montenegro, Bibi Ferreira, Aderbal Freire Filho, Zélia Duncan dentre outros artistas de destaque no cenário nacional. Na oficina, ela alia teoria e prática sobre a área de sonorização. São 50 vagas e as aulas acontecem nos dias 20 e 21, das 15h às 19h.

- Preparação e Interpretação Vocal: Na oficina, o maestro Angelo Rafael e o preparador vocal Carlos Eduardo Santos ensinam técnicas vocais para atores, cantores e músicos visando a atuação em espetáculos musicais. As atividades serão realizadas em duas turmas de 40 pessoas cada, nos dias 27 a 30, das 15h às 19h.

- Corpo e Coreografia: Aliando a teoria à pratica, o dançarino e coreógrafo Roberto Montenegro ministra oficina para atores, dançarinos e músicos com o intuito de desenvolver partituras corporais na atuação de musicais. Também serão ofertadas duas turmas com 40 pessoas cada e as aulas acontecem nos dias 4 a 7 de dezembro, das 15h às 19h.

Laboratório interativo

- Produção de Musicais no Brasil e no Mundo: O Laboratório Interativo com Tânia Nardini visa aproximar os participantes do exercício criativo da produção de espetáculos teatrais. Durante dez anos, Tânia foi diretora artística da Catsapá, primeira Escola de Musicais no Rio de Janeiro. Trabalha como diretora e coreógrafa com os mais importantes produtores, atores e diretores de teatro e televisão do país.

Seus últimos trabalhos no Brasil foram: “Nuvem de Lágrimas, o Musical”; “My Fair Lady”, “Cauby Cauby, uma Lembrança”. Desde 2007, é diretora associada internacional de Chicago, The Musical, sendo responsável pelas montagens na Coreia do Sul, no Japão, na Inglaterra (UK Tour/ China Tour), na Argentina, na Rússia, na Alemanha, na Dinamarca, na África do Sul e na França.

O laboratório acontece no próximo dia 17, das 14h às 21h, no Teatro Gregório de Mattos. Neste caso, os interessados devem ficar atentos: serão distribuídas fichas de acesso uma hora antes do início do evento.

 

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Estão abertas as inscrições para a primeira edição do Festival FG EnCena, que acontecerá entre os dias 30 de novembro e 2 de dezembro, no Colégio Estadual Dois de Julho, na Rua Mello Moraes Filho, 311. Voltado para artistas e empreendedores negros interessados, o evento é uma iniciativa da DiPreta Produções e foi contemplado no Edital Arte Todo Dia – Ano IV da Fundação Gregório de Mattos (FGM). A atividade faz parte da programação do Mês da Consciência Negra, celebrando o Dia Municipal da Cultura Afro.

A programação do festival conta com roda de conversa, apresentações artísticas, sarau, mostra cultural, cortejo performático, oficinas e uma feira de empreendedores negros. As inscrições para grupos e artistas ficam abertas até o próximo dia 10. Para expositores, as inscrições podem ser feitas até o dia 15. Todas as informações podem ser conferidas na página do Festival FG EnCena no Facebook.

A proposta é mapear grupos e artistas negros da Fazenda Grande do Retiro e região, com o intuito de dar visibilidade a projetos autorais de quem já vem desenvolvendo trabalho artístico e cultural. A partir do lema “Não há nada mais profundo que a cor da pele”, do escritor Paul Valéry, o projeto objetiva abarcar discussões e expressões artísticas e socioculturais que promovam a reflexão acerca de temas como combate ao racismo, uso da cultura como ferramenta de desenvolvimento humano, empreendedorismo e estética afro, identidade, sexualidade, participação social da mulher negra e intolerância religiosa.

“A Fazenda Grande tem um caldeirão de artistas e produtores culturais. O FG EnCena vem com essa proposta de aglutinar esses atores numa verdadeira ocupação cultural do bairro. A gente precisa disso, precisamos ressignificar a visão de que a Fazenda Grande é apenas mais um bairro perigoso. Nós produzimos cultura e arte e precisamos mostrar isso”, diz Geise Oliveira, moradora da comunidade e idealizadora do projeto.

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A terceira edição do MUSA – Festival de Música Universitária de Salvador – terá quatro artistas de peso na grande final, a ser realizada no próximo dia 17, às 19h, no Espaço Cultural da Barroquinha. Os artistas Gerônimo, Paulinho Boca de Cantor e Sylvia Patricia participam da noite com o Lero Musical. Já o show ficará a cargo o IFÁ Afrobeat. A entrada é gratuita.

Criado em Salvador, o grupo IFÁ, cujo nome representa o oráculo africano e a sigla para junção entre ijexá, funk e afrobeat, integra um movimento que vem ressignificando o cenário da música instrumental baiana. Mergulhando no universo da música negra transnacional e no ritmo do ijexá, dos blocos afro e afoxés da Bahia, o grupo ratifica a importância da música como elo histórico entre as culturas negras da diáspora.

Enquanto o júri delibera o nome dos classificados dentre as 16 músicas finalistas, o público poderá conferir um debate histórico-musical. A iniciativa, intitulada Lero Musical, vai permitir que os artistas possam trocar experiências com jovens que estão começando ou pensando em iniciar uma carreira artística.

Gerônimo, Paulinho e Sylvia conversarão sobre o processo de criação, as próprias trajetórias, como gerenciam as carreiras e, entre um ‘lero’ e outro, vão relembrar grandes sucessos. A plateia terá um momento para fazer perguntas e a mediação ficará por conta do padrinho do MUSA, o cantor e compositor Pedro Pondé.

Irreverência criativa – O MUSA já está na terceira edição e chega para estimular a irreverência criativa dos estudantes. Todos os universitários da Bahia podem participar do projeto, que foi idealizado também para se tornar um espaço de diálogo artístico-musical entre os jovens. As inscrições são gratuitas e terminam nesta quinta-feira (8), no site oficial do festival. Lá, estão disponíveis todas as informações sobre a iniciativa.

Pode participar qualquer aluno, criador de composição musical original e inédita, de qualquer curso universitário, incluindo mestrado e doutorado, que esteja regularmente matriculado no semestre de qualquer faculdade, pública ou particular, de todo o Estado da Bahia. Com o patrocínio da Prefeitura de Salvador, através da Empresa Salvador Turismo (Saltur), e produção da Sole Produções, o festival distribuirá, este ano, R$13 mil em prêmios. Serão contemplados os primeiros, segundos e terceiros lugares na categoria Música, além dos melhores Intérprete, Instrumentista e Banda.

Os autores das melhores músicas receberão, respectivamente, R$3,5 mil (primeiro lugar), R$2,5 mil (segundo lugar) e R$1,5 mil (terceiro lugar). Os melhores instrumentista e intérprete ficarão com R$1 mil cada e a melhor banda, R$3,5 mil. Cada participante só poderá ser premiado em uma categoria, excetuando-se a categoria Banda, que poderá conter participantes já contemplados em outra distinção.

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Os trabalhos da Fábrica de Musicais seguem a todo vapor. Nesta quinta-feira (1º), duas atividades marcam os passos para a montagem do musical "Sonho de Uma Noite de Verão", clássico de William Shakespeare, na versão de Adriana Falcão, adaptado e dirigido por João Falcão com o Coletivo 4. Na modernização da centenária comédia do autor inglês, Adriana traz a ação da peça para a maior festa de rua do mundo, o Carnaval de Salvador, com estreia programada para março de 2019.

As ações integram o projeto Fábrica de Musicais, edital de iniciativa da Fundação Gregório de Mattos (FGM), produzido pelo Coletivo 4. O objetivo do programa é promover o intercâmbio artístico entre profissionais locais com de outras regiões do país para fomentar a estética dos espetáculos desse gênero em Salvador.

Nesta quinta, das 14h às 17h, acontece a mesa-redonda "A Cena dos Bastidores", com Lucas Farias (chefe de palco de produções musicais brasileiras e internacionais), Antônio Marcos (chefe de palco e iluminador de espetáculos teatrais tendo sido responsável por muitas montagens do Teatro Castro Alves) e Sílvio Barruada (chefe dos maquinistas do Teatro Castro Alves com larga experiência na criação e adaptação de cenários).

Na sequência, das 18h às 21h, ocorre um dos laboratórios interativos, também denominado "A Cena dos Bastidores", com Lucas Farias, Antônio Marcos e Sílvio Barruada, que depois da mesa redonda promove a atividade prática com o objetivo de aproximar as pessoas da caixa cênica, dos termos técnicos, dos equipamentos e do palco.

Na tarde desta terça-feira (30), dezenas de artistas se encontraram no Teatro Gregório de Mattos, na Praça Castro Alves, para conversarem sobre o livro "Sonho de uma Noite de Verão", adaptação produzida pela roteirista e escritora Adriana Falcão. Além da autora, também foram convidados o encenador de peças Márcio Meirelles e o professor João Sanches. "Isso é muito interessante. Qualquer discussão sobre ele [Shakespeare] é válida. Ele é o melhor", afirmou Márcio Meirelles.

O jovem ator Royane Borges, de 20 anos, saiu de Sebastião do Passé, na Região Metropolitana, só para participar da Fábrica de Musicais. Ele está hospedado na casa de uma amiga, também atriz. "Eu tô empolgado. Fazer teatro no interior é complicado, as possibilidades são quase nulas", contou o rapaz.

Para a produtora cultural Lara Miranda, 24, a iniciativa da FGM abre caminhos para a promoção de musicais na Bahia. Segundo ela, o estado não tem essa tradição. "Pra mim é um processo de aprendizagem. Você também tem a oportunidade de aprender sobre o mercado, o empreendedorismo", acredita. Ela espera ser uma das escolhidas para participar da montagem, na parte de produção.

Shakespeare no Carnaval - A versão soteropolitana do clássico britânico será encenada em forma de musical, adaptado e dirigido pelo pernambucano João Falcão, com os atores participantes do grupo Coletivo 4, e encenado na atmosfera do Carnaval da Bahia.

"O texto (adaptado) é maravilhoso. É divertidíssimo. Na peça original, a pessoa se apaixonava com as gotas de um filtro mágico nos olhos. Na versão dela, é cachaça!", contava o professor João Sanches, aos risos.

Lara, que estava sentada na primeira fileira do evento, ainda ressaltou a importância do dramaturgo inglês. "Ele é universal. Qualquer lugar que você traga Shakespeare, ele pode ser representado. Não imaginava que iriam trazer um clássico para um projeto", confessou a produtora cultural.

Programação:

Mesas

01/11 – 14h às 17h - A Cena dos Bastidores, com Lucas Farias (chefe de palco de produções musicais brasileiras e internacionais), Antônio Marcos (chefe de palco e iluminador de espetáculos teatrais tendo sido responsável por muitas montagens do Teatro Castro Alves) e Sílvio Barruada (chefe dos maquinistas do Teatro Castro Alves com larga experiências na criação e adaptação de cenários).

17/11 – 14h às 17h - Produção de Musicais no Brasil e no Mundo, com Tânia Nardini (coreógrafa, diretora e produtora de musicais, tendo sido responsável pelas montagens de O Rei Leão e Chicago ao redor do mundo) e Clayton Marques (produtor e diretor assistente de João Falcão, que vai expor um pouco do trabalho específico desenvolvido por este artista pernambucano).

Laboratórios interativos

São três Laboratórios Interativos com a finalidade de aproximar os participantes do universo que está sendo debatido, pois os convidados estimulam exercícios coletivos e individuais. As atividades têm duração de três horas e capacidade para 200 pessoas. As senhas serão distribuídas uma hora antes do início das atividades.

01/11 – 18h às 21h - A Cena dos Bastidores, com Lucas Farias, Antônio Marcos e Sílvio Barruada, que depois da mesa redonda promove a atividade prática com o objetivo de aproximar as pessoas da caixa cênica, dos termos técnicos, dos equipamentos e do palco.

17/11 – 18h às 21h - Produção de Musicais no Brasil e no Mundo, com Tânia Nardini e Clayton Marques com o objetivo de aproximar as pessoas do exercício criativo da organização para a produção de espetáculos teatrais.

26/11 – 14h às 21h - O Intérprete nos Musicais, com Laila Garin, que vai promover um exercício coletivo com alguns exemplos práticos e dicas para um bom andamento dos trabalhos de criação de personagem e de manutenção da técnica vocal.

Oficinas

Cursos de 8 a 10h de duração que têm por objetivo aprofundar um pouco mais as informações técnicas relativas aos temas escolhidos. Para este momento, as turmas serão reduzidas para melhor aproveitamento. Será preciso fazer uma inscrição e ser aprovado para participar da turma.

Nesse momento da Fábrica de Musicais, um novo passo é dado, pois os convidados trabalham os universos criados por Shakespeare através das orientações do próprio João Falcão. Ao término desta etapa, que vai atingir diretamente 330 profissionais das artes de Salvador, serão escolhidos 25 nomes que vão integrar a ficha técnica do espetáculo Sonho de Uma Noite de Verão.

24 a 27/10 – 15h às 20h - Oficina Jogos de Criar, com João Falcão – 2 turmas com capacidade de 30 pessoas cada turma.

08/11 – 14h às 21h - Visagismo no Teatro Musical, com Uirandê Holanda – 1 turma para 40 pessoas.

09 e 10/11 – 15h às 19h - Figurino para Espetáculos Musicais, com Carol Lobato – 1 turma para 40 pessoas.

13 e 14/11 – 15h às 19h - Criação de Trilhas Sonoras e Plataformas Musicais, com Yacoce Simões – 1 turma para 50 pessoas.

20 e 21/11 - 15h às 19h - Áudio e Microfonista, com Andrea Zeni – 1 turma de 50 pessoas.

27 a 30/11 – 15h às 19h - Preparação e Interpretação Vocal, com Angelo Rafael e Carlos Eduardo Santos – 2 turmas para 40 pessoas cada.

04 a 07/12 – 15 às 19h - Corpo e Coreografia, com Roberto Montenegro – 2 turmas para 40 pessoas cada.

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Artistas interessados em disputar prêmios que chegam a R$ 13 mil, na terceira edição do Festival de Música Universitária de Salvador (MUSA), têm até o dia 8 de novembro para inscreverem suas composições no site do evento. A iniciativa é realizada pela Prefeitura, por meio da Empresa Salvador Turismo (Saltur), e tem o apoio da Fundação Gregório de Mattos (FGM).

Dezesseis artistas serão selecionados para a fase final, marcada para o dia 17 de novembro, na área externa do Espaço Cultural da Barroquinha, no Centro. Os concorrentes apresentarão as canções em disputa, em espetáculo que será finalizado pela banda IFÁ Afrobeat.

O evento começa às 19h e terá entrada gratuita. As apresentações serão analisadas por um júri técnico formado pelas cantoras Márcia Castro, Thathi e Bruna Barreto, sob o comando do diretor musical do cantor e compositor Luciano Salvador Bahia.

Lero Musical – Enquanto o júri delibera, o interior do Espaço Cultural recebe um debate histórico-musical comandado pelos cantores Paulinho Boca de Cantor, Sílvia Patrícia e Gerônimo. A iniciativa, intitulada "Lero Musical", permitirá aos artistas contar e cantar as histórias e canções mais importantes de suas carreiras.

"O MUSA é um espaço que, ano a após ano, vem sendo abraçado por artistas universitários da Bahia, que têm nele a possibilidade de mostrar seu talento. É, sobretudo, um espaço de diálogo criativo e irreverente em crescimento e que aponta tendências e novos caminhos para a música produzida na Bahia", explica Eliana Pedroso, idealizadora do festival, que teve a primeira edição realizada em 2016.

Quanto à premiação, o MUSA, cujo slogan é "Atitude e Criatividade", oferecerá R$3,5 mil para a primeira melhor música; R$2,5 mil para a segunda e R$1,5 mil para a terceira. Além disso, a melhor banda receberá R$3,5 mil, R$1 mil será destinado ao melhor intérprete e R$1 mil para o melhor instrumentista, totalizando R$ 13 mil em prêmios.

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