Cultura

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Após percorrer cinco praças e largos da Cidade Baixa, o projeto "Da terra o que é da terra" será encerrado neste sábado (23), a partir das 16h, na Ponta de Humaitá, com a participação de duas bandas da região: Dom Sá e Vitrola Zureta. Contemplada com o edital Arte Todo Dia - Ano V, da Fundação Gregório de Mattos (FGM), a ação tem como objetivo levar arte e cultura gratuitamente para os espaços públicos da península itapagipana.

A ideia de propor uma atividade que interagisse com as áreas surgiu do Grupo Experimental de Jazz. O encerramento na Ponta do Humaitá acontece depois de um percurso com pontos como os Largos de Roma, do Papagaio, da Madragoa, do Bonfim e a Praça dos Dendezeiros.

As bandas convidadas já se apresentam no local e levam um repertório diverso de rock, que chega a se misturar com o reggae e a MPB. "Em todas as localidades o projeto se relaciona com o que é realizado. No Humaitá existem algumas bandas que tocam lá e decidimos integrá-las nessa atividade", conta a produtora Camila Nunes.

Oportunidades – A socialização da arte e da cultura por meio do edital da FGM tem possibilitado, de acordo com a produtora, um dinamismo em relação ao acesso de diversas pessoas. Algumas delas chegam a acompanhar fielmente as práticas dançantes do grupo, que completa uma década no ano que vem e já planeja uma nova edição do projeto itinerante.

 

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Em comemoração ao Dia da Baiana do Acarajé, em 25 de novembro, será lançada uma web série no YouTube, redes sociais e no site do Visit Salvador da Bahia. A produção concebida pela Usina Digital, com apoio da Secretaria de Cultura (Secult), é dividida em três episódios e faz uma verdadeira imersão pela história, costumes, indumentária, religião e símbolos atrelados as baianas, que são consideradas patrimônio cultural pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN).

Na data, um artigo também será publicado nas ferramentas digitais. De acordo o um levantamento da Associação das Baianas de Acarajé (ABAM), Salvador tem 3,5 mil baianas e baianos espalhados por toda a cidade.

O primeiro episódio contará a “História do Acarajé”, o segundo apresentará ao público o “Tabuleiro da Baiana” e o terceiro descreverá a “Indumentária e Religiosidade em Torno da Baiana”. A ideia de web série é apresentar um pouco do universo dessas mulheres e a magia em torno do processo de produção dos acarajés.

De acordo com secretário da Secult, Cláudio Tinoco, as baianas de acarajé são um patrimônio de Salvador. “Além de representarem as fortes mulheres que temos, elas são símbolo da cultura e da ancestralidade baiana. Quando o turista vê a baiana de acarajé, ele automaticamente já lembra de Salvador. E nada mais justo do que fazer essa homenagem a elas no dia 25 com o lançamento da web série”, assinalou o gestor.

Simbologia - Símbolos da cultura do estado, as baianas são reconhecidas de longe. Distribuídas pelos pontos turísticos e bairros da cidade, estão sempre a caráter. A saia rodada de renda branca se soma ao corpete, torço e adereços. As baianas de acarajé, muito além de comercializar as iguarias que preparam, são sinônimos de força e resistência.

Assim é a baiana Dulce Mary de Jesus, 48 anos, que ajuda a mãe no ofício desde criança. Há 22 anos assumiu o ponto da matriarca e monta seu tabuleiro na Praça da Sé, no Pelourinho, onde comercializa suas iguarias.

“Ser baiana é minha vida. O segredo do acarajé é bater bem a massa e amar o que faz”, contou. Devidamente paramentada, ela não abre mão de toda a indumentária branca que ressai aos detalhes coloridos dos colares e turbante. “Me arrumo toda, gosto da roupa, gosto de ficar uma baiana bonita para receber meus clientes, principalmente os turistas que têm verdadeira admiração por nós”.

Regulamentação - O ofício de baiana de acarajé é regulamentado pela Lei Municipal 26.804, de 1º de dezembro de 2015. Baianas e baianos de acarajé e do mingau precisam de uma licença emitida pela Secretaria Municipal de Ordem Pública (Semop), em caráter pessoal e intransferível.

No caso de morte do titular, poderá ser liberada uma nova licença para o herdeiro que reconhecidamente seguiu o ofício da pessoa licenciada. Os profissionais estão obrigados a respeitar, ainda, todas as normas de saúde, conforme prevê a Vigilância Sanitária de Salvador.

Prodetur - Várias ações com foco nas baianas estão previstas no Programa Nacional de Desenvolvimento do Turismo (Prodetur), que visa, entre outras questões do turismo, a valorização e reconhecimento da mulher em atividades relacionadas ao setor. Os eixos 1 e 3 preveem a criação de produtos turísticos envolvendo a gastronomia e cultura.

A ideia é apresentar a baianos e turistas roteiros que contemplem pontos importantes de representatividade gastronômica e cultural como a Feira de São Joaquim, Mercado Modelo, ABAM, Casa de Yemanjá e Largo de Sant’Ana, com destaque para a concentração de baianas de acarajé no Pelourinho, Amaralina, Rio Vermelho e Lagoa do Abaeté.

O programa também contempla o cadastro de produtos, serviços e produtores étnico-afro de Salvador, com intuito de dar visibilidade, ampliar e gerir esse acervo de opções turísticas. Os produtos/serviços cadastrados serão divulgados via website público, facilitando acesso para atração de clientes e captação de negócios. Também está previsto no programa a realização de rodadas de negócios específicas para as baianas de acarajé com seus fornecedores, visando a oferta de insumos de melhor qualidade com redução de custos e facilidade de pagamento.

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A Orquestra Afrosinfônica se apresentará às 20h desta sexta-feira (22), na Praça Dorival Caymmi, em Itapuã, com regência do Maestro Ubiratan Marques e participação do bloco afro Malê Debalê. O evento é o primeiro de uma série de concertos patrocinados pelo Programa Petrobras Cultural que rodarão outras cidades brasileiras. Em Salvador, o concerto gratuito celebra o Novembro Negro e tem apoio da Prefeitura, através da Empresa Salvador Turismo (Saltur), com realização da ONG Casa da Ponte.

Serão incorporadas ao repertório da Orquestra Afrosinfônica quatro músicas cujos arranjos foram criados pelo maestro especialmente para a ocasião. A música “1835”, que é uma abertura instrumental composta por Marques para a entrada do Malê ao show, faz referência ao levante dos negros muçulmanos contra o sistema escravocrata brasileiro no ano de 1835 em Salvador, que ficou conhecido como a Revolta dos Malês.

As outras três músicas são “Malê Debalê”, parceria de Edil Pacheco e Paulo César Pinheiro; "Buscando outra sociedade", de Juraci Tavares e Luiz Bacalhau; e “Refavela”, de Gilberto Gil, cantor que é o grande homenageado do carnaval de 2020 do bloco afro.

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A Prefeitura através da Secretaria de Cultura e Turismo (Secult), lança nesta quarta-feira (20) o filme "Retratos de Salvador", uma homenagem ao Dia da Consciência Negra. O filme é dividido em dois episódios de um minuto onde os fotógrafos Edgar Azevedo e Amanda Tropicana dão depoimentos acerca de seus olhares sobre Salvador e como a cidade os inspira, além de seus processos criativos e construções narrativas.

As gravações com os fotógrafos foram realizadas na Casa do Benin e no Espaço Pierre Verger, ambos locais de representatividade da cultura negra e da capital baiana. O projeto foi concebido pela Usina Digital e será divulgado nacional e internacionalmente e veiculado no Youtube e nas redes sociais do Visit Salvador da Bahia (Instagram e Facebook).

Além da obra fotográfica, Edgar Azevedo e Amanda Tropicana foram escolhidos por ressaltarem a importância do negro no contexto social da capital baiana. Nos vídeos eles contam sobre suas inspirações e de que forma a cidade os conectam com a negritude e ancestralidade deles.

“Vamos, através deste projeto, ressaltar a importância do negro na nossa sociedade e todo o processo de produção desses importantes fotógrafos. Tudo isso em dois lugares extremamente importantes do ponto de vista cultural de nossa cidade”, afirmou o secretário de Cultura e Turismo, Claudio Tinoco.

Documento - Plano Étnico-Afro - Ainda neste mês, no dia 29 de novembro, a Secult lançará o Plano de Ação para o Desenvolvimento do Turismo Étnico-Afro de Salvador. O plano tem como bases a inserção da população afrodescendente de Salvador na cadeia produtiva do turismo e na valorização e reconhecimento da mulher em atividades relacionadas ao setor. O processo de elaboração do documento foi coordenado pela Secult, dentro do Programa Nacional de Desenvolvimento do Turismo (Prodetur).

O Plano Étnico-Afro busca a geração de emprego e renda. A iniciativa é composta por quatro eixos: Informação e Governança, Capacitação e Renda, Produtos Turísticos e Ações Integrativas que preveem, dentre outras coisas, cadastro de produtos, serviços e produtores; criação de uma plataforma educacional de capacitação e consultoria; a criação de produtos turísticos.

Revolta do Malês - No dia 5 de dezembro, dois importantes projetos com apoio da Secult serão lançados em Salvador. Um deles é o pré-lançamento do longa-metragem "Revolta do Malês", que ocorrerá às 20h, no Espaço Itaú de Cinema Glauber Rocha. O lançamento terá a presença dos diretores do filme, Belisario Franca e Jeferson De, e dos atores Shirley Cruz e Rodrigo dos Santos, além da imprensa e personalidades da cultura, movimentos sociais do cenário afrodescendentes de Salvador.

“Além da pré-estreia em Salvador, teremos uma estreia nacional em outra cidade em parceria com o Espaço Itaú de Cinema de Salvador. Aqui em Salvador, nós distribuiremos DVDs com o filme em escolas públicas. O nosso objetivo é contar a história que foi pouco contada no Brasil, que foi a Revolta dos Malês em Salvador. O filme conta a história através de uma ficção”, afirmou Maurício Magalhães, Sócio-CEO da Giro Filmes, empresa produtora do longa.

Salvador Black Film - Também no dia 5 de dezembro haverá o lançamento do Salvador Black Film Festival, uma plataforma de audiovisual afrodescendente que será sediada na capital baiana em novembro de 2020. O evento já ocorre em algumas cidades do hemisfério norte, como Las Vegas e Montreal.

O Salvador Black Film Festival é um festival internacional de cinema afrodescendente que promove o intercâmbio da arte com protagonismo afro através do audiovisual. “Essa plataforma de festivais é liderado por Fabienne Colas que estará conosco em Salvador no dia 5 para a gente lançar a edição de novembro de 2020 pela primeira vez no hemisfério sul, na América Latina, em Salvador. Teremos a exibição de filmes baianos, brasileiros, internacionais e parte da verba arrecadada será destinada para o fomento de projetos brasileiros no desenvolvimento de novos filmes ou séries. Tudo isso, obviamente, para realizadores afrodescendentes”, contou Maurício Magalhães.

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Considerada a maior manifestação religiosa pública do candomblé na Bahia, a Festa de Iemanjá poderá se tornar patrimônio imaterial de Salvador. A Prefeitura, por meio da Fundação Gregório de Mattos (FGM), abriu o processo de estudo da festa para Registro Especial do Patrimônio Imaterial, visando a inscrição da festa no Livro do Registro Especial dos Eventos e Celebrações.

A notificação pública foi divulgada na edição do Diário Oficial do Município (DOM) desta terça-feira (19). O pedido do registro foi feito em fevereiro deste ano pela Ordem dos Advogados do Brasil, Seção Bahia (OAB-BA).

Após essa publicação, a próxima etapa é a elaboração de um dossiê técnico em um prazo de até 18 meses, prorrogáveis por igual período. Em seguida, o dossiê estará disponível por 30 dias para manifestação da sociedade, para posterior encaminhamento ao conselho consultivo do patrimônio e ao prefeito.

Os passos seguintes são a publicação de um decreto pelo prefeito e posterior inscrição da festa de Iemanjá no livro de registro, além do recebimento do título de patrimônio cultural do Município. Após todas essas etapas, um plano de salvaguarda será elaborado com a participação dos pescadores da Colônia de Pescadores Z1, situada no Rio Vermelho.

"Há notícias de que a Festa de Iemanjá vem sendo promovida por pescadores no Rio Vermelho desde a década de 1920, comprovando pertencimento e continuidade histórica. Trata-se de uma das festas populares importantes da cidade, comemorada anualmente no dia 2 de fevereiro, atraindo uma multidão de fiéis e admiradores para prestar homenagens e reverência à rainha das águas", afirma a diretora de Patrimônio e Humanidades da FGM, Milena Tavares.

Celebração – A Festa de Iemanjá, divindade de origem africana, ocorre anualmente no dia 2 de fevereiro. A celebração tem destaque no bairro do Rio Vermelho, na orla marítima de Salvador, mas ocorre também no bairro de Itapuã.

Todos os anos uma enorme fila se forma na Colônia de Pescadores Z1 para a entrega de presentes à rainha do mar. A entrega é feita em centenas de balaios e conta também com o presente principal da colônia.

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Em celebração ao “Novembro Negro”, o Espaço Cultural Boca de Brasa - Centro dá início, neste sábado (16), a uma série de atividades gratuitas voltadas para a formação em teatro negro, a profissionalização artística e o intercâmbio cultural. O novo espaço integra o Quarteirão das Artes, complexo que abriga diversos espaços culturais, fica localizado na Ladeira da Barroquinha. As inscrições devem ser realizadas através do link  https:// forms. gle / 6ybFSgP92cdmCA9y5.

A teoria e prática relacionadas à produção teatral negra serão contempladas através de oficinas e workshops ministrados por nomes como Onisajé, diretora baiana, o diretor e ex-BBB Rodrigo França e a diretora e atriz paulista Gabriela Jonas.

Neste final de semana, das 10h às 14h, será ministrada a oficina “Narrativas Negras – Uma perspectiva própria”, pelos atores Rodrigo França Aline Borges, Marcelo Dias e Valéria Monã. Durante a atividade será utilizada a construção dramatúrgica usada para a realização do espetáculo Contos Negreiros do Brasil. Ao final do processo, cada participante apresentará sua cena. Durante a oficina, o coletivo selecionará dois participantes para uma participação especial no espetáculo "Contos Negreiros do Brasil", que se apresentará nessas datas no Espaço Cultural da Barroquinha.

No final de semana seguinte, dias 23 e 24 de novembro, às 13h, os presentes poderão mergulhar no processo de construção da dramaturgia, de personagens, roteiro e pesquisa do espetáculo “Navio Negreiro”, através do workshop “Nasce um espetáculo”. Durante a oficina serão realizadas apresentações teóricas e exercícios práticos. Os integrantes da Cia Teatral Ena, formado por Gabriela Jonas, Jarsom Wayans, Robson Marques, Silvana Fagundes e Vitor Rigonatti serão os responsáveis pelo direcionamento.

Finalizando essa primeira série de atividades, de 25 a 29 de novembro, às 18h, serão realizadas as aulas do Colégio de Altos Estudos em Teatro Preto, sob coordenação de Onisajé e Licko Turle, diretores de Pele Negra Máscaras Brancas. As aulas têm a proposta de criar um espaço para pesquisa, formação e experimentação de um Teatro Preto, negroreferenciado e com bases afrodiaspóricas. Além dos diretores trabalharem aspectos da atuação, direção e dramaturgia, também serão realizado workshops de direção de arte e visualidades, com Thiago Romero, Fabíola Nansurê, e Edileusa Santos.

A formação terá continuidade no mês de dezembro. Nos dias 9 e 11, a Companhia de Teatro Os Argonautas junta-se ao ator Harildo Deda para realizar a oficina “Interpretação Teatral – Reinterpretando Clássicos”. A atividade terá como foco a releitura de personagens e cenas clássicas da dramaturgia em diálogo estético frontal com a contemporaneidade, promovendo o exercício e aprimoramento do intérprete, a experimentação e o desenvolvimento de linguagem cênica.

Já nos dias 12 e 14 de dezembro, será a vez de trabalhar os exercícios de criação e interpretação para o teatro musical brasileiro através da oficina “Jogos de Criar”, ministrada pelo pernambucano João Falcão, diretor do espetáculo “Sonhos de uma Noite de Verão na Bahia”.

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A Secretaria de Cultura e Turismo de Salvador (Secult) apresentou, nesta quarta-feira (13), durante reunião do Conselho Municipal de Turismo (Comtur), as ações imediatas de promoção do destino turístico desenvolvidas para a atração de turistas após a chegada das manchas de óleo nas praias da capital.

No âmbito do turismo de sol e praia, diretamente impactado com as manchas, a Secult irá produzir um documentário mostrando toda a ação da prefeitura e de moradores da cidade para rapidamente retirar os óleos das praias atingidas.

As praias não atingidas também serão apresentadas ao público através do documentário, com todos os seus potenciais turísticos, em mais de 50 km da orla de Salvador. Um dos trechos não atingido, por exemplo, é a praia de Ilha dos Frades, que possui o selo internacional Bandeira Azul, um dos mais importantes do mundo para praias e marinas, e distribuído anualmente pela Fundação para a Educação Ambiental (FEE).

Além do turismo de sol e praia, Salvador também é escolhida pelos turistas por conta de sua história, cultura, religiosidade, gastronomia, dentre outros. “Um dos nossos objetivos é mostrar para o turista que, além das praias terem sido limpas com muita eficácia pela Prefeitura e moradores, Salvador tem muita coisa além de sol e praia. Uma das ações, por exemplo, é o documentário Follow The Music, que trata sobre a musicalidade da cidade, um dos pontos que foram destacados pelo The New York Times em uma matéria veiculada neste ano”, afirmou o titular da Secult, Claudio Tinoco.

Eventos - O programa #vemprocentro, que busca levar a população soteropolitana e os turistas para ocupar e explorar o Centro Histórico, foi apresentado aos conselheiros durante o evento. O Centro Histórico concentrou eventos do Festival da Primavera e da Virada Sustentável, já atraindo a população para o local e impulsionando o turismo histórico e cultural da cidade.

Documentários sobre o Dia da Consciência Negra e o Dia da Baiana do Acarajé também estão sendo construídos pela Secult, que ainda está planejando a promoção do destino turístico para os setores segmentados, como o religioso e o gastronômico. Essas ações de promoção reforçam a estratégia da Prefeitura para atrair mais visitantes durante o Verão, como o lançamento do Festival Virada, em São Paulo, na semana passada.

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O Cineclube Boca de Brasa entra mais uma vez em ação, desta vez com a exibição gratuita e aberta ao público do filme “A Máquina” nesta sexta-feira (15), com direito a pipoca em duas sessões. O primeiro local será o Espaço Cultural Boca de Brasa – CEU de Valéria, na Rua B, s/n, Nova Brasília de Valéria, às 15h, e, em seguida, será realizado um bate-papo com diretor João Falcão, também autor da peça homônima que originou a obra audiovisual.

No mesmo dia, o filme será exibido no Espaço Cultural Boca de Brasa – Subúrbio 360, na Rua da Paz, s/n, Coutos, às 19h. Além do diretor João Falcão, o bate-papo também terá a presença da atriz Fernanda Beling, que faz a personagem Jéssica. O Cineclube Boca de Brasa é promovido pela Prefeitura, por meio da Fundação Gregório de Mattos (FGM), e tem como intuito democratizar o acesso da população a produções audiovisuais.

Sinopse – Em Nordestina, cidadezinha perdida no sertão, a jovem Karina sonha ser atriz e partir para o mundo. Antes que seu amor lhe escape, Antônio, filho de Dona Nazaré, adianta-se numa cruzada kamikaze para trazer o mundo até Karina. Para isso, Antônio sai da cidade e anuncia, num programa de televisão, que irá cumprir uma sensacional aventura: fazer uma viagem ao futuro, partindo da praça de Nordestina. Se fracassar, garante ele, uma máquina da morte irá destruí-lo, ao vivo e via satélite, na frente de todos.

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A 12 dias do Dia da Consciência Negra, a lança que faltava à escultura de Zumbi dos Palmares, situada na Praça da Sé, foi devolvida ao lugar de origem. A Fundação Gregório de Mattos (FGM) investiu cerca de R$ 38 mil no restauro da peça, que foi furtada entre o final de 2018 e início desse ano. Com 2,25 metros de comprimento e cerca de 300 quilos, a lança representa a bravura dos grandes guerreiros africanos.

A espada mukwale, como também é chamada a peça, foi construída na integridade e em bronze, como a anterior, e a escultura de Zumbi dos Palmares também passou por limpeza. “As pessoas aplaudiram muito a devolução da peça. Quem trabalha lá na Praça da Sé ama aquele zumbi. É uma coisa tão mágica. A lança só foi furtada, porque o ato ocorreu à noite”, contou Márcia Magno, artista plástica que assina a escultura.

Márcia já foi diretora da Escola de Belas Artes da Universidade Federal da Bahia. Ela contou que ficou muito feliz em receber o convite para fazer a escultura do grande herói da resistência à escravidão no Brasil. A peça foi inaugurada em 2008.

Segundo ela, a posição de Zumbi tem dois significados: o primeiro indica uma posição de alerta, como um tigre que levanta a perna para dar o bote; e o segundo é o de descanso, como se o guerreiro estivesse descansando uma das pernas, já que ele ficava em constante vigília. “Ele era um rei, mas não precisava de vestes suntuosas, apenas da personalidade de um grande homem”, opinou.

O presidente da FGM, Fernando Guerreiro, pediu à população que tenha cuidado ao patrimônio público. “O patrimônio é a nossa identidade, é a nossa história. É um bem de todos. Tanto tem uma importância muito grande para as gerações que estão vindo, que através desses monumentos conhecem um pouco a história da cidade e do país, como também para os turistas que vêm para cá. Então é importante que a população cuide dessas peças como se fossem dela, porque ali é um patrimônio do cidadão”, afirmou.

 

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