Cultura

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Os beneficiários do Mapa Cultural da Lei Aldir Blanc precisam ficar atentos aos prazos para prestar contas junto ao Município. De acordo com a Fundação Gregório de Mattos (FGM), responsável pelo sistema, espaços, instituições, organizações comunitárias, cooperativas e empresas culturais que tiveram as suas atividades interrompidas por força das medidas de isolamento social têm, no máximo, 120 dias após o recebimento do subsídio para cumprir as determinações previstas pela lei.

O prazo vale a partir do recebimento e é móvel, pois nem todos foram contemplados na mesma data. Os beneficiários devem contar 120 dias corridos a partir da data do recebimento do incentivo para efetuar a prestação de contas referentes ao inciso II da Lei Aldir Blanc, bem como prazos e outras condições determinações previstas pela lei. Até o momento, um total de 359 beneficiários receberam subsídios em três parcelas no valor de R$5 mil ou de R$10 mil, conforme requisitado, totalizando um investimento de mais de R$8,5 mil.

O que é – O Mapa Cultural de Salvador é uma chamada pública estabelecida pela FGM para o cadastramento de espaços, instituições, organizações comunitárias, cooperativas e empresas culturais que tiveram as atividades interrompidas por força das medidas de isolamento social, para recebimento do subsídio mensal previsto no inciso II do Art. 2º da Lei Federal n° 14.017, de 29 de junho de 2020. As regras estabelecidas pela Chamada Pública 004/2020 estão pautadas na Lei Aldir Blanc e sua regulamentação, bem como em outras legislações federais, estaduais e municipais pertinentes.

“A não apresentação da prestação de contas no prazo estabelecido poderá acarretar em penalidades previstas nas legislações municipais, estaduais e federais, podendo incorrer na devolução dos recursos corrigidos, impedimento de participar de outros editais e de contratar com o Município, inclusão na Dívida Ativa e assim por diante”, destaca o gerente de Equipamentos Culturais da FGM, Chicco Assis.

Detalhamento – A prestação de contas deverá comprovar que o montante recebido foi utilizado para pagamento das despesas autorizadas pela chamada pública, devendo ser enviada para o email: O endereço de e-mail address está sendo protegido de spambots. Você precisa ativar o JavaScript enabled para vê-lo. . É necessário conter os seguintes documentos: Ofício de encaminhamento destinado à FGM; Formulário para prestação de contas; Relatório de execução da contrapartida; Relação das despesas pagas, constando nome do fornecedor, número do documento fiscal e valor, juntando, ainda, a cópia dos respectivos documentos, bem como a forma de pagamento e respectivo número do documento; e Extrato da conta com toda a movimentação financeira do subsídio.

No caso dos beneficiários que não executaram as atividades presenciais de contrapartida em função das medidas restritivas de prevenção e combate ao coronavírus, deve-se enviar formulário de planejamento já disponibilizado. Sendo assim, exclusivamente nesses casos, não será necessário enviar, junto com a documentação de prestação de contas, o relatório de execução de contrapartida.

Para conhecimento de todos acerca dos procedimentos, cada beneficiário recebeu um vídeo explicativo. A FGM disponibiliza ainda, na página da Lei Aldir Blanc, as orientações sobre prestação de contas, incluindo uma cartilha e um vídeo, no endereço www.informe.salvador.ba.gov.br/coronavirus/lei-aldir-blanc.

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Elevador Lacerda, um dos mais belos cartões postais da capital baiana. Esse foi um dos cenários escolhidos pelo artista plástico Menelaw Sete para intervenção artística em comemoração ao aniversário de 472 anos de Salvador. Por meio da pintura, a performance transmitiu uma mensagem de fé, esperança e conscientização, ao som da canção “São Salvador”, de Dorival Caymmi, apresentada pelo músico violonista Diego Santana. A apresentação aconteceu hoje (29), na parte alta do ponto turístico. 

A intervenção artística no Elevador Lacerda foi realizada em parceria com a Prefeitura, por meio da Gestão do Centro Histórico de Salvador (DGCH), e faz parte da série “São Salvador”, em celebração à cidade.  “A performance traz uma interação entre a arte e símbolos relevantes da cultura e da arquitetura da cidade de Salvador,” explicou Sete. 

O diretor geral do Centro Histórico de Salvador, Geraldo Magalhães, ressaltou a importância do reconhecimento às obras do artista. “Quando esse projeto chegou, abraçamos com muito carinho e fizemos o possível para viabilizar. Menelaw é um artista plástico soteropolitano, conhecido mundialmente, que tem na característica da sua arte cores vibrantes, o que é a cara da nossa terra. A capital baiana vibra através das suas cores, e o Centro Histórico é referência desses tons pulsantes e cheios de alegria”, afirmou. 

Na ocasião, o artista realizou uma grande e significativa pintura colorida, com múltiplas nuances e símbolos que remetem ao amor, fé, paz e esperança. Menelaw destacou a emoção de expressar o amor pela cidade, através da arte. “É muito especial, um sentimento profundo. Diante dessa situação, em que perdas irreversíveis estão acontecendo, em que todos estamos sensíveis, estou fazendo um grande esforço, resgatando a minha criança interna,  para poder colocar cores  em minhas pinturas para assim compartilhar fé  esperança e amor.”, concluiu.

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A Secretaria Municipal da Reparação (Semur) promoveu, na manhã desta quarta-feira (24), um webinário com o tema “É nosso dever lutar 365 dias contra a Discriminação Racial”. A atividade foi voltada para membros do Comitê Técnico de Combate ao Racismo Institucional, vinculado à Semur, e dos Núcleos Internos do Programa de Combate ao Racismo Institucional (PCRI) da Prefeitura.

A iniciativa integra as atividades de promoção da equidade racial e enfrentamento ao racismo já realizadas durante todo o ano, com a coordenação da Semur. Neste momento, está em fase de elaboração a nova edição do Plano Municipal do PCRI, com vigência até 2024.

Durante o encontro, que contou com a participação de mais de 100 servidores de todas as autarquias da Prefeitura, a secretária Ivete Sacramento e a coordenadora do Comitê Técnico, Oilda Ferreira, aproveitaram para dar as boas-vindas aos novos membros do comitê, que ingressaram neste ano de 2021. “O programa está consolidado e temos que seguir daqui para a frente. Somos um exemplo de como fazer um PCRI de fato. Ninguém tem uma estratégia e metodologia como a nossa, e com resultados”, ressaltou a secretária.

O encontro, promovido em alusão ao Dia Internacional de Combate à Discriminação Racial, relembrou o massacre de Shaperville, e homenageou personalidades da comunidade negra a exemplo de Makota Valdina e Jaqueline Góes, cientista baiana e uma das responsáveis pelo sequenciamento genético da Covid-19 na América Latina. Além disso, reforçou o foco do PCRI para 2021, que é dar mais efetividade ao Estatuto da Igualdade Racial e de Combate à Intolerância Religiosa em Salvador, que engloba todos os órgãos da administração pública.

“Nosso objetivo é promover qualificações continuadas, e com a celebração desta data, aproveitamos para ampliar a iniciativa para os núcleos internos, e dar as boas-vindas aos novos membros, instrumentalizando e mobilizando as equipes para o efetivo enfrentamento do racismo institucional”, afirmou Oilda.

Desde 2013, mais de 27 mil colaboradores já participaram de ações do Programa. O PCRI é implementado pela Prefeitura para combater o racismo institucional e promover a igualdade racial em todos os órgãos e entidades da administração pública municipal. O próximo encontro já está previsto para o dia 14 de abril.

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Entre os dias 26 e 28 de março, o Frequências Preciosas vai realizar seu 1º Congresso, que tem como foco principal cantoras e compositoras negras e afro-ameríndias. Em três dias de programação, com palestras e mesas-redondas abertas ao público, serão abordados assuntos ligados à gestão de carreira na música independente, entre outros temas que permeiam a ideia do projeto.

Idealizadora da ação, a cantora e produtora cultural Viviane Pitaya pontua que o encontro é oriundo da criação da Frequências Preciosas, plataforma de ações culturais que desenvolve um importante trabalho de mapeamento e divulgação de trabalhos musicais de cantoras e compositoras brasileiras da música independente. O congresso, assim, tem como missão dar visibilidade aos trabalhos e produção musical feitos por mulheres negras e afro-ameríndias que não são vistos e que não chegam ao grande público.

"Após desenvolver um projeto em parceria com outros artistas independentes, fiquei com vontade de pesquisar artistas como eu, negras, cantoras, compositoras, de outras cidades e de Salvador também, para saber como elas estavam fazendo para difundir sua arte. Daí surgiu o desejo de criar a plataforma e, agora, do congresso", resumiu. O Congresso Frequências Preciosas é contemplado por um dos prêmios da Fundação Gregório de Mattos (FGM), por meio da Lei de Emergência Cultural Aldir Blanc, com recursos oriundos do governo federal.

Entre os participantes, nomes importantes do cenário cultural nacional como Dani Ribas, Cristhiane Faria, Dani Rodrigues, Ítala Herta, Thiago Felix, Indy Naise, Alex Pinto, entre outros. Além deles, o encontro tem como madrinha uma grande representante da música brasileira, que há anos conduz a carreira de forma independente, inspirando outras artistas: Margareth Menezes, cantora e compositora com mais de 30 anos de carreira e ícone do AfroPop.

Programação – A sequência de atividades será iniciada com a palestra da diretora da Sonar Cultural Consultoria e professora de música business, Dani Ribas, na próxima sexta-feira (26), às 10h, através da plataforma Zoom. Na ocaisão, será abordada a importância de dominar e conhecer os números no streaming e nas redes sociais para artistas independentes. A participação é gratuita e pode ser agendada por meio do link  https://linktr.ee/frequenciaspreciosas.

Às 15h do mesmo dia, a jornalista especializada em produção e gestão cultural Silvia Abreu e a multiartista Bia Nogueira são as convidadas da mesa redonda "Coletividade e o Mercado Cultural". Com mediação da produtora cultural Carol Morena, Silvia e Bia irão debater sobre a importância da coletividade nas produções culturais, como os coletivos dialogam com o mercado da música e os artistas independentes podem se fortalecer coletivamente, entre outros assuntos ligados à temática.

No sábado (27), a programação começa com Dani Rodrigues, diretora da Foco na Missão Produções e Merchandising, que fala sobre “Gestão de carreira para uma artista independente”, em momento mediado pela artista Iane Gonzaga. Às 15h, é a vez da mesa-redonda “Afroempreendedorismo feminino para gestão artística e cultural periférica em 2021”, com mediação de Udi Santos, rapper e idealizadora do selo musical EUMELANINA Produções, e tendo como convidadas Cristhiane Faria, fundadora da Griot Assessoria, agência de Comunicação especializada em artistas, eventos, afroempreendedores e criadores de conteúdo negros, e Indy Naise, cantora e compositora.

A maratona de atividades se encerra no domingo (28), com o produtor musical e fundador da produtora ISÉ, Alex Pinto, abordando as “Tendências do mercado independente e relacionamento com marcas”, com mediação da artista baiana Aiace. Ela também mediará à tarde, às 15h, o papo entre a consultora e empreendedora social Ítala Herta e o produtor musical e gestor de carreira Thiago Félix sobre “Empreendedorismo e Inovação para impulsionar carreiras e negócios criativos”.

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Praticar atividades físicas com apoio profissional ou ainda aprender a dançar um ritmo novo na sala de casa pareciam atividades utópicas para muita gente. Mas, com a pandemia, todos tiveram que se reinventar e a Diretoria de Esporte e Lazer, vinculada à Secretaria de Promoção Social, Combate à Pobreza, Esporte e Lazer (Sempre), percebeu a necessidade de oferecer atividades de forma remota para os soteropolitanos.

Petruska Araújo, da Coordenadoria de Equipamentos, vinculada à Diretoria de Esporte e Lazer, explicou que a diretoria deu início ao trabalho de promover atividades on-line para os soteropolitanos em 2019. Com a pandemia, houve uma expansão no catálogo de atividades englobando outras estruturas municipais. Este ano a oferta de conteúdos de maneira virtual está sendo ampliada para beneficiar ainda mais cidadãos.

O CEU de Artes, projeto digital do Centro de Artes e Esportes Unificados – CEU Valéria, vai disponibilizar conteúdos em dois formatos. Um modelo será de conteúdos gravados e o outro no formato de live-aula, que vai ocorrer três vezes na semana. Serão disponibilizadas aulas de salsa, merengue, zumba, balé, capoeira e jiu jitsu. Os conteúdos estão sendo gravados e a expectativa é que comecem a ser disponibilizados na primeira semana de abril.

Antes da pandemia, o CEU beneficiava 1,2 mil pessoas com estas atividades. Com a oferta do catálogo de oficinas on-line, a probabilidade, conforme explicou o coordenador do CEU das Artes, Délio Lima, é que o número de impactados triplique. As atividades poderão ser conferidas no perfil @ceudasartessalvador e no canal da diretoria no YouTube, que está passando por reformulação.

Corpo e mente – Lima contou que as atividades vão contribuir para que os soteropolitanos possam enfrentar este momento de crise sanitária com maior resiliência. "Temos acompanhado que o nível de ansiedade das pessoas tem aumentado nesse período. Esporte não é apenas exercício físico, ele trabalha com a mente também. Com o distanciamento social, muitas pessoas que tinham uma vida ativa tiveram que interromper as práticas de repente e sentiram isso", pontuou.

A diretora do Subúrbio 360, Celma Vitória, explicou que já vinha sendo publicado tanto no perfil @suburbio360 no Instagram quanto no canal no YouTube de mesmo nome, conteúdos de incentivo à prática esportiva e fomento cultural. Agora o trabalho tem sido intensificado para impactar não só as comunidades do entorno, mas todos os soteropolitanos.

"Quando lançamos a ideia, era deixar o portfólio disponível para quem quisesse praticar e pesquisar sobre os assuntos. É uma mão sem volta. A resposta do público, mesmo com as limitações (de acesso à internet e dispositivos móveis), tem sido muito positiva", reforçou a gestora.

O calendário do Subúrbio 360 já está definido com atividades variadas durante toda a semana. O material que vai reforçar o catálogo de oficinas ofertadas pela unidade começará a ser disponibilizado nos próximos dias, sempre às 18h. As aulas de futsal e voleibol serão disponibilizadas às segundas-feiras, balé e teatro às terças, jiu-jitsu e capoeira às quartas, karatê e taekwondo às quintas, e zumba e dança urbana às sextas-feiras.

A diretora contou ainda que, antes da pandemia, aproximadamente 1,5 mil alunos realizavam estas atividades de forma presencial. Este público continuou sendo acompanhado de forma on-line pelo Subúrbio 360 e semanalmente tinham ainda encontros virtuais. Com a expansão dos conteúdos, o público beneficiado será crescente.

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O projeto Futurismos Ladino Amefricanas, que busca promover um encontro e uma troca entre artistas negros, negras e indígenas, terá uma programação diversificada esta semana com o lançamento de uma revista e a realização de duas lives nesta quarta (24) e quinta-feira (25). A revista Nzila Apó, união de um nome africano e outro indígena, cujo significado é Caminhos e Raízes, será lançada na quarta-feira (24). O material poderá ser acessado por meio de um link na bio do Instagram @futurismos_la.

O projeto é um dos contemplados pelo Prêmio Anselmo Serrat de Linguagens Artísticas, da Fundação Gregório de Mattos (FGM), por meio da Lei de Emergência Cultural Aldir Blanc. O título do projeto se respalda em Amefricanidade, um conceito criado pela escritora negra e feminista Lélia Gonzalez que busca recuperar as histórias de resistência e de luta de povos colonizados.

Também na quarta, às 20h, o público vai poder assistir a live Trançados e Raízes para a Construção de um Futurismo Brasileiro, com os autores Diego Alcântara, Xan Marçal, Laura Franco e Luiz Guimarães, além das editoras e curadoras Mari Paim e Sanara Rocha. O link para acesso à live estará disponível no perfil do projeto no Instagram e também no canal Futurismos_la, no YouTube.

No dia seguinte, as editoras Mari Paim e Sanara Rocha terão um bate-papo com Márcia Kambeba, indígena pertencente ao povo Omágua/Kambeba do Amapá. O objetivo é trazer um pouco da experiência de Márcia Kambeba, multiartista com reconhecimento internacional e vice-presidente da associação dos povos indígenas de Belém, além de discutir um pouco sobre o país que está por ser construído. O tema da live é Nos Passos de Waimí – Um Diálogo com Márcia Kambeba.

Demais atrações – No perfil @futurismos_la já está disponível um ensaio fotográfico publicado no dia 17 de fevereiro como parte do projeto. As últimas ações da iniciativa serão a publicação de um videoclipe, no dia 10 de abril, e a estreia da videoperformance A Mulher sem Cabeça, no dia 20 de abril.

“Estou muito feliz. Não tenho palavras para dizer a dimensão do que estou sentindo na concretização desse projeto. É um trabalho sonhado, fruto e reflexo de meus percursos enquanto artista, das pessoas com quem eu troquei e com quem eu aprendi. Eu quis construir um produto que desse conta não só de promover a minha produção artística, mas que pudesse aglutinar mais pessoas e somar as nossas vozes”, conta a curadora e editora Sanara Rocha.

 

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Após um ano parado por conta da pandemia de Covid-19, os projetos selecionados pelo edital municipal Samba Junino – Ano III, da Fundação Gregório de Mattos (FGM), lançado em 2019, serão retomados e adaptados para realidade. Para atualizar o processo, todos os proponentes devem entrar em contato através do e-mail premiosambajunino@ salvador. ba. gov. br, até a quinta-feira (25).

Serão disponibilizadas orientações para os proponentes no que tange à adaptação da proposta, a atualização do cronograma de execução e planilha orçamentária que está em andamento.

“Essa retomada é muito importante tanto para os artistas como para os músicos, costureiras e aderecistas que acabaram sendo prejudicados pela pandemia. Precisamos levantar a autoestima deste grupo para ações que gerem renda e futuro novos projetos”, diz a gerente de Patrimônio Cultural, Gabriella Melo.

Programa – O samba junino surgiu na década de 1970, através de uma manifestação cultural brasileira de Salvador. Trata-se de um subgênero do samba, praticado principalmente na época das festas juninas na capital. Além disso, possui origens ligadas ao candomblé e às festas do caboclo e samba de roda.

Por meio do edital, é possível manter o plano Salvaguarda do Samba Junino que, em 2018, através do decreto municipal 29.489, foi tombado como Patrimônio Imaterial da Cidade. Os editais e premiações fazem parte das políticas públicas voltadas para a preservação e incentivo a este segmento cultural.

 

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Neste sábado (20), é celebrado o Dia Nacional do Teatro para a Infância e Juventude. A partir deste mês de março, a Fundação Gregório de Mattos (FGM) promove uma programação gratuita de teatro para o público infanto-juvenil, adaptada às medidas de isolamento social em vigor na capital baiana por causa da pandemia.

O projeto Calu Brincante – Ocupação Lúdica realiza o Sarauzinho da Calu, até o próximo dia 30. As atividades envolvem jogos eletrônicos, oficinas on-line e performances interativas para crianças em isolamento, em ocupações de praças da Cidade Baixa, e podem ser acompanhadas pelo Instagram @calubrincante .

A oficina de performance Escrevivências reúne teatro, dança, literatura, memória, identidade, escrita criativa e acessibilidade em apresentações bilíngues, nas quais a Língua Brasileira de Sinais (Libras) faz parte do conteúdo programático. O projeto tem como público-alvo crianças e jovens de 10 a 14 anos, vinculados a instituições comunitárias da periferia de Salvador, e o propósito é realizar um mapeamento de pessoas surdas. As oficinas, transmitidas pelo Instagram @oficinadeperformancejovem, terminam no dia 30.

O espetáculo teatral Zumbindo narra as aventuras da menina Akotirene e seu amigo imaginário Zumbi dos Palmares. Seu objetivo é abordar de forma lúdica o legado cultural africano e afro-brasileiro, discutindo questões que permeiam a infância das crianças negras. As apresentações serão transmitidas ao vivo e contarão com bate-papo on-line entre os dias 27 e 29 de abril.

Também no próximo mês, a Iaô – Cia de Teatro realiza oficina de teatro com incursões por circo, dança e linguagem audiovisual, para a montagem de um espetáculo teatral inspirado na formação da Cidade Baixa e nas questões de pertencimento dos seus moradores. Serão seis apresentações, que contam com jovens atrizes e atores selecionados para o projeto, entre os dias 28 e 30 de abril, com informações através do @culturalfabrica.

Ainda em abril, o projeto Awon Omodé – Afroperspectivas por uma Infância Plural envolve a apresentação do espetáculo Itans que Encantam, a publicação de quatro livros, três séries audiovisuais e três oficinas on-line. Os conteúdos são voltados para crianças negras, sempre abordando a cultura africana e afro-brasileira enquanto formas de educação e construção de identidade. 

Origem da data – Desde 2001, comemora-se o Dia Mundial do Teatro para a Infância e Juventude. A celebração, presente em mais de 80 países, foi concebida pela Associação Internacional do Teatro para a Infância e Juventude (Assitej), com o objetivo de reforçar a importância do teatro para o desenvolvimento de crianças e adolescentes em todo o mundo. No mesmo sentido, o Congresso Nacional criou, em 2008, o Dia Nacional do Teatro para a Infância e Juventude, também celebrado em 20 de março.

No Brasil – Considerada a pioneira do teatro infanto-juvenil no Brasil, a escritora paulista Lúcia Benedetti inaugurou o gênero no país com a peça O Casaco Encantado, encenada pela primeira vez em 1948. Desde então, a dramaturgia brasileira nessa vertente tem sido enriquecida com a produção de muitos autores, alguns deles consagrados – a exemplo de Maria Clara Machado, criadora de Pluft, o Fantasminha, e de Ziraldo, que assina a obra Menino Maluquinho.

 

 

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A Prefeitura, por meio da Fundação Gregório de Mattos (FGM), abre a edição 2021 do "Solte o Verbo Boca de Brasa", com o tema "Por que fazemos arte e cultura?". A atração acontece neste sábado (13), às 11h, no canal do YouTube do Boca de Brasa.

O gerente de Equipamentos Culturais da FGM, Chicco Assis, e o gestor dos Espaços Culturais Boca de Brasa, George Vladimir, comandam esse encontro que, desde o ano passado, acontece virtualmente. A edição terá participação especial do produtor cultural Romário Almeida e o intuito é provocar reflexões acerca de como era feita a arte antes da pandemia, durante e quais os possíveis caminhos a serem trilhados.

Solte o verbo — O objetivo desta ação é promover uma maior interação com os alunos, agentes culturais e o público em geral do Boca de Brasa. A ideia que tanto a Gerência de Equipamentos Culturais, quanto a gestão dos Espaços Culturais Boca de Brasa e dos três grupos contemplados pelo edital de Ocupação e Dinamização e professores, possam ouvir o que o público tem a dizer, os seus sonhos, as suas ideias e, com isso, poder melhor avaliar e aprimorar o que é oferecido pelo Boca de Brasa.

Além disso, já atendendo às propostas apresentadas pelos representantes de grupos residentes, através do Solte o Verbo, o Boca de Brasa irá estimular a criação de uma rede colaborativa entre os participantes, promovendo o intercâmbio entre eles, bem como com artistas e agentes culturais de outras regiões da cidade. Os encontros do Solte o Verbo vão acontecer todos os sábados pela manhã.

Para Chicco Assis, o Solte o Verbo é um espaço de troca dos públicos que participam das ações do Boca de Brasa e, de maneira muito especial, os jovens artistas e agentes culturais. No encontro, eles vão poder falar sobre suas ideias, seus sonhos e também suas angústias, além de interagir entre si e com agentes culturais de outros cantos da cidade.

“Esperamos que essa escuta possibilite que o Boca de Brasa e a FGM estejam ainda mais próximos de seus públicos, o que irá repercutir nas políticas públicas e nas ações que estamos implementando", diz o gerente.

 

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