Cultura

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Música alternativa, atividades infantis, artesanato e uma diversidade gastronômica marcaram o Coreto Hype, um dos eventos que integraram o Festival da Cidade em homenagem a passagem dos 470 anos de Salvador. O palco da programação foi o canteiro central da Avenida Centenário, que recebeu famílias que prestigiaram o evento, neste domingo (31).  

A iniciativa, que é sinônimo de bons encontros, ocupação urbana e valorização artístico-cultural da música, é promovida ao longo do ano em vários outros bairros da capital baiana. Quem mora no entorno da Avenida Centenário fez questão de prestigiar a iniciativa.  

Os vizinhos Gustavo Nunes, 50 anos, e Ricardo Nunes, 52 anos, aproveitaram o espaço para colocar o papo em dia. "É uma maravilha, pertinho de casa, cervejinha, petiscos e uma boa oportunidade de interagir com os amigos e conhecidos. Deveria ter todo o final de semana", disse o engenheiro civil. Foram realizados shows no Palco Sounds, onde se apresentaram as bandas Diamba, Roça Sound, Vitrola Baiana e Lutte, projeto solo do vocalista e idealizador da banda Mosiah.   

Enquanto passava o som, Lutte ressaltou a importância da inserção musical em eventos públicos. "Quanto mais música melhor. Aqui também temos a oportunidade de apresentar ao público um som mais alternativo", destacou. Para homenagear Salvador, o artista montou um repertório especial com músicas autorais e canções de Moraes Moreira, Edson Gomes, Lazzo e Márcio Melo. "O show é muito Salvador, bem a cara da nossa terra", frisou. 

Além da programação musical, o público pode se divertir com as opções de lazer infantil e ainda usufruiu dos tradicionais estandes de gastronomia. Moradora da Barra, a esteticista Monique Santos, 25 anos, fez questão de levar a pequena Maria Júlia, de 3 anos, para conhecer o Coreto Hype. "Sempre que posso trago ela para e eventos culturais e gratuitos. É uma opção boa, principalmente para meninada que gosta de correr ao ar livre", pontuou. 

Bolo e parabéns - Ontem (31), a passagem dos 470 anos de Salvador teve direito a bolo gigante e “parabéns” entoado por uma multidão. O ponto alto do evento foi a partilha da guloseima, assinado pelo cenógrafo Maurício Martins e com a participação de quatro grandes confeiteiros da capital baiana.  

Os pequenos puderam brincar na Oficina de Jardinagem para Bebês e Crianças. A atividade foi realizada pela Canteiros Criativos. Com entrada gratuita, o Coreto Hype é uma realização da L&B Produções e conta com o apoio da Prefeitura, através da Empresa de Turismo Salvador (Saltur).

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Mais um grande show marcou os 470 anos de Salvador. Na noite deste sábado (30), o palco foi a Praça da Revolução, em Periperi, no Subúrbio Ferroviário. O axé das antigas de Bell Marques e o romantismo, com toque de "sofrência", de Solange Almeida, arrastou uma multidão.

Nem mesmo a chuva impediu que milhares de soteropolitanos participassem da festa em comemoração ao aniversário da capital mais antiga do Brasil. Além do público presente na praça, moradores de prédios e casas do entorno também prestigiaram os shows das varandas e janelas, com cartazes de saudações aos artistas.

Quem abriu a festa foi o cantor Bell Marques. Fã de carteirinha do artista, a doméstica Valdete Paiva, 39 anos, estava radiante com a presença do ídolo. "Era 'chicleteira', agora sou 'belzeira'. Amei a escolha da atração e amei mais ainda que escolheram o nosso Subúrbio", disse ela.

A comemoração atraiu soteropolitanos de toda a Salvador. O casal de administradores Lídia Ligel, 35 anos, e Adriano Ângelo Silva, 36 anos, saiu de Brotas, onde moram, para prestigiar o show no Subúrbio. "Ninguém melhor que Bell para cantar hoje aqui. Ele que faz parte da história da música da nossa cidade. Não tinha melhor forma de homenagear Salvador", afirmou Ligel.

Alegria - Assim que subiu ao palco, Bell Marques comentou sobre a alegria de cantar em Periperi. "Esse bairro faz parte da minha vida, da minha história. Estou muito feliz em poder cantar para minha cidade", declarou. Por quase duas horas, ele cantou seus sucessos consagrados levando a multidão ao delírio.

Após se esbaldar com os clássicos da axé music, o público dançou juntinho ao som das músicas românticas da cantora Solange Almeida, que também comentou sobre a satisfação de participar da festa de aniversário de Salvador.

Os shows integram a programação do Festival da Cidade, que começou na quinta-feira (21) e seguem até amanhã (31). A programação musical gratuita se encerra neste domingo, a partir das 15h, com o desfile do trio comandado por Ivete Sangalo, que ocorrerá entre o Clube Espanhol e o Farol da Barra, na orla da capital. Além de Ivete, no mesmo dia, os grupos Filhos de Gandhy, Cortejo Afro, Muzenza e Malê de Balê também desfilam no trajeto.

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Os muros e as ruas de São João do Cabrito e Plataforma, bairros do Subúrbio Ferroviário de Salvador, ganharam um colorido especial nesta sexta-feira (29), pelas mãos dos artistas que participam da 5ª edição do Festival de Graffiti Bahia de Todas as Cores (BTC). Aos poucos, os muros cinzas se transformaram em telas com as figuras de Iemanjá, anjos, pescadores, rezadeiras e letras, transmitindo uma mensagem às pessoas que passam pelo local.

“Eu trouxe para Salvador um pouco da arte que passou por uma exposição em Natal, chamada 'A Estrada é Longa'. Fala dos nossos avós, dos nossos antepassados. Retratei o pescador, buscando valorizar a simplicidade. Eu também costumo grafitar rezadeiras, costureiras e vaqueiros”, disse o artista Lucas dos Santos, de 29 anos, conhecido como Lucas MDS.

As intervenções artísticas voluntárias do festival são feitas desde a quinta-feira (28). Durante o fim de semana serão realizadas as pinturas oficiais no circuito Águas de Março, que conta com 15 muros espalhados em um caminho que se estende da Ribeira ao Bonfim. Ainda como parte da programação, os artistas participantes – 100 ao todo – irão produzir murais gigantescos em seis geomantas localizadas no Garcia, Cabula, Vale dos Lagos, São Rafael, Campinas de Pirajá e Uruguai. A programação integra o Festival da Cidade.

Coletivo – O festival é realizado pelo Coletivo Vai e Faz – formado por artistas, comunicadores, produtores e estudiosos do tema – e conta com o apoio da Prefeitura, por meio da Fundação Gregório de Mattos (FGM). Artistas de vários estados do país, que foram selecionados pelo coletivo para participar do festival estão hospedados no Colégio Estadual Presidente Costa e Silva, no Largo da Madragoa, na Ribeira.

“Essa edição tem sido bem interessante, promovendo um engajamento social maior na área do debate interacional com a comunidade dos bairros. Essa é uma experiência única para que esses artistas conheçam o Subúrbio Ferroviário, uma área com tantos atrativos e moradores incríveis”, opinou Carol Garcia, integrante do coletivo Vai e Faz.

 

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A Prefeitura, por meio da Fundação Gregório de Mattos (FGM), publicou na edição desta sexta-feira (29) do Diário Oficial do Município (DOM) o resultado do processo de habilitação, avaliação e seleção das propostas inscritas no edital do Prêmio Samba Junino 2019.

Foram habilitados um total de nove projetos com o objetivo fortalecer o samba junino em Salvador, levando em conta suas formas de produção e divulgação como manifestação cultural. Estão selecionados nessa etapa Alessandro Santos Santos; Associação Cultural Fogueirão; Associação Recreativa e Cultural Leva Eu; Federação de Samba Duro Junino do Estado da Bahia; Heliomar Cardoso dos Santos; Instituto Sócio Cultural Jaké; Regiane dos Santos Santiago; Ricardo Cerqueira Carneiro; e Viviane Santos Sacramento.

Também foram divulgadas as seguintes propostas, selecionadas como suplentes: Gleidson Jesus da Silva; Raimundo Nonato Santos Cerqueira; Augusto Lopes Ferreira Conceição; Cristiano Jose Carvalho de Brito; e Elma Pinho dos Santos. Duas propostas foram inabilitadas.

A partir da publicação, os envolvidos no processo têm três dias úteis para entrar em contato com a FGM, para tratar da relação de selecionados e inabilitados, através do e-mail premiosambajunino @ salvador. ba. gov. br. Após esse prazo, a FGM terá outros três dias úteis para responder. Passada essa etapa, a fundação divulgará a lista final dos selecionados.

Prêmio Samba Junino - O prêmio é voltado à salvaguarda do samba junino, de acordo às diretrizes de política cultural do município e do Registro Especial do Samba Junino como Patrimônio Cultural de Salvador.

O edital contempla nove propostas que incentivem o fortalecimento, a manutenção e dinamização do samba junino na cidade, além das suas formas de produção e reprodução, com a realização de ensaios, festivais, concursos, apresentações, “arrastões”, oficinas, produção de material multimídia (CD, DVD, jogos, aplicativos, conteúdo audiovisual), publicações, entre outras, no período junino.

Para que esses objetivos sejam alcançados pelos organizadores de cada proposta será oferecido um aporte financeiro no valor de R$ 20 mil para cada projeto selecionado, totalizando R$ 180 mil.

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Foi em 1672 que a Catedral Basílica Primacial São Salvador foi inaugurada, quarta igreja construída no Centro Histórico, antigo colégio dos jesuítas. Mas foi ali também que a turista Ana Carolina Machado, de 21 anos, descansou as pernas após caminhar pela região com a família, vindos do interior de São Paulo às vésperas dos 470 anos da primeira capital do Brasil.

Ela não sabia, mas repousava em um Patrimônio Cultural da Humanidade, título que o Centro Histórico conquistou em 1985, conferido pela Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco). "Achei tudo muito bonito aqui. Ainda vamos visitar as igrejas", comentou a turista, antes de exibir a pintura corporal característica utilizada pela banda Timbalada.

O padre Lázaro Muniz conhece bem essa reação positiva dos turistas em relação ao Centro Histórico de Salvador. Agora na Paróquia de Santa Cruz, no Engenho Velho da Federação, ele foi pároco da Igreja Nossa Senhora do Rosário dos Pretos durante sete anos, até fevereiro último, quando se despediu em grande estilo, reunindo multidão.

"A procura dos turistas às igrejas é significante. Isso revela um olhar especial ao artístico, ao belo. O Centro Histórico não é um lugar só de festa, de batuque, embora isso seja maravilhoso, mas também é um grande coletivo que precisa ser preservado, e os turistas têm nos ajudado a valorizar cada vez mais essa região", afirmou o líder religioso.

Delimitações - Também conhecido como Pelourinho, o Centro Histórico tem delimitações. É o que explica o historiador Francisco Senna. Segundo o especialista, chama-se assim apenas a região do Largo do Pelourinho."Oficialmente, é isso. Salvador era uma cidade murada. A porta norte ficava no Largo do Pelourinho, enquanto a sul ficava ali onde é a Praça Castro Alves. Esse largo foi o último local onde colocaram o Pelourinho (coluna de pedra)", explicou.

Ainda quando o Brasil era colônia portuguesa, essa coluna era utilizada para amarrar criminosos de alta periculosidade, como uma forma de escárnio para o resto da população. Também eram postos avisos do poder público direcionados para o povo.

Investimentos - O Centro Histórico possui vários templos religiosos, como a Catedral Basílica, Rosário dos Pretos, Igreja D'Ajuda, ou Igreja Santo Antônio Além do Carmo. O que garante a presença do turismo religioso. Mas, além das igrejas, a região possui alguns museus, como a Casa do Carnaval, a Casa do Benin, o Teatro Gregório de Mattos e o Espaço Cultural da Barroquinha, mantidos pela Prefeitura.

A Casa do Carnaval, inaugurada em fevereiro de 2018, celebra e relembra a história da maior festa de rua do planeta, usando e abusando da interatividade e da tecnologia. A Prefeitura investiu cerca de R$ 6 milhões para a implantação do museu, que disponibiliza diversos recursos multimídia para que o visitante caia na folia.

"O Pelourinho é o berço desta cidade, que é a primeira capital do Brasil. É um cartão de visitas para os turistas. O nosso objetivo é que a região volte a ser motivo de orgulho para os baianos, mas também fique no imaginário dos visitantes como um local único no mundo", afirmou o secretário municipal de Cultura e Turismo (Secult), Cláudio Tinoco, lembrando que o Executivo municipal realiza a requalificação do Terreiro de Jesus, o "coração" desse Patrimônio Cultural da Humanidade.

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Após seis meses de palestras, mesas redondas, ensaios, entre outros preparativos, finalmente chega o momento da estreia de Sonho de Uma Noite de Verão na Bahia, musical produzido no âmbito da Fábrica de Musicais – edital da Fundação Gregório de Mattos (FGM) que contemplou o Coletivo 4. A Prefeitura, ao lado do renomado diretor João Falcão, lança a montagem no Teatro Gregório de Mattos nesta sexta-feira (29), às 19h. Mais um presente para o aniversário de Salvador. 

Para Falcão, diretor de espetáculos premiados como Gonzagão - A Lenda e Gabriela - Um Musical de Jorge Amado, a iniciativa deve ser vista como um exemplo para as prefeituras de todo o Brasil. "Acho muito importante. Se tivesse em outros lugares, seria maravilhoso. Essa é uma experiência rara. Essa montagem atingiu muitas pessoas, criou um movimento de pessoas em torno da gente", afirmou. 

A comédia musical é uma adaptação de William Shakespeare, a partir do livro Sonho de Uma Noite de Verão, de Adriana Falcão. Metade do elenco é composta por membros do Coletivo 4, enquanto o resto dos atores foram convocados, após participarem das oficinas. "Eles (Coletivo 4) são muito dispostos, interessados. São 'bichos do teatro' mesmo, sabe? Isso é muito bom. Nos entendemos muito bem". 

Por sinal, João Falcão teve uma tarefa difícil para escolher quais candidatos integrariam a montagem. Segundo ele, as cerca de 700 pessoas que passaram pelas oficinas são talentosas e interessadas no projeto. "Tem uma pessoa que não era de teatro, mas era de circo. Teve os novatos, mas também os veteranos. Foi essa diversidade que me interessou", comentou. 

Trilha - A trilha sonora da montagem é composta por mais de 20 clássicos da axé music, samba reggae, ijexá, pagode e outros gêneros. No repertório estão presentes canções clássicas na voz de artistas como Caetano Veloso, Carlinhos Brown, Daniela Mercury, Gilberto Gil, Ivete Sangalo, Margareth Menezes e Ricardo Chaves. 

O elenco é acompanhado pelos multi-instrumentistas Carlos Boca, Chocoshow Yuri, Citnes Dias, Felipe Guedes e Nino Bezerra. A direção musical é assinada por Yacoce Simões, arranjador e maestro com 30 anos de experiência. "Temos também algumas músicas que foram ressignificadas, com diferentes e arranjos e tal. Tudo dentro do contexto da cena", explica João Falcão. 

O musical - No enredo, os reis Titânia e Oberon (Ana Mametto/ Rafael Medrado), o debochado duende Puck (Jarbas Oliver) e quatro fadas (Igor Epifânio, Lara Böker, Rafa Souza e Yanna Vaz) partem do Olimpo em direção à Terra, para investigar se gente realmente existe. Eles desembarcam em pleno Carnaval de Salvador. Lá,  conhecem Teseu (Luiz Pepeu), político e empresário do entretenimento, noivo de Hipólita (Marília Castro), uma jovem falida financeiramente. Ali também aparece Hérmia (Viviane Pitaya), cantora de axé, que rejeita as investidas do candidato a deputado Demétrio (Alexandre Moreira), e planeja fugir com Lisandro (Ana Barroso), jovem herdeiro de uma fortuna por quem Helena (Fernanda Beltrão) está enamorada. 

Na tentativa de compreender o comportamento caótico dos mortais, os seres mágicos acabam se contagiando com a folia e dão inicio a uma série de confusões de encontros amorosos e paixões desencontradas. Completam o elenco: Daniel Farias (William Shakespeare), Fernanda Paquelet (Dona Biu) e Genário Neto (Bobina). 

A estreia, no aniversário de Salvador, será aberta apenas para imprensa e convidados. Porém, o musical fica em cartaz numa curta temporada, até 28 de abril, de quinta a domingo, às 19h. Há opções vespertinas, nos dias 30 de março, 6, 13 e 20 de abril, além do dia 28, num domingo, sempre às 16h. 

Os ingressos custam R$ 40 (inteira) e R$ 20 (meia-entrada), mediante apresentação de documento oficial com foto. As compras podem ser feitas no www. sympla. com. br/ sonhonabahia, ou na bilheteria do teatro, que funciona nos dias de espetáculo duas horas antes da apresentação. Telefone: (71) 3202-7888.

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O papel da arte da grafitagem como instrumento de empoderamento social foi o mote que permeou o lançamento da quinta edição do Festival de Graffiti Bahia de Todas as Cores (BTC), que ocorreu na tarde desta quinta-feira (28), no espaço Acervo da Laje, em São João do Cabrito. O evento ocorre com o apoio da Fundação Gregório de Mattos (FGM), e integra o calendário de eventos do Festival da Cidade. 

Artistas das mais variadas linguagens e diversos grafiteiros participaram da roda do evento. Dentre os palestrantes convidados estavam o líder do Que Ladeira é Essa, Marcelo Teles, os gestores do Acervo na Laje, José Eduardo e Vilma Santos, além de Gabi Bruce, produtora cultural que ganhou o prêmio Sabotage 2019.

De acordo com o professor José Eduardo Santos, a arte na periferia vem atrelada a entender a beleza do território e potencializar este entendimento. "O Acervo surge com essa proposta de dar uma resposta operativa que dialoga com o que a elite mais preza, que é a arte", narrou, explicando a importância de movimentos que não retroalimentem a violência nas comunidades. 

Programação - O BTC discute o papel social da arte até domingo (31), usando o grafite para mostrar a diversidade de cores e da vida a novos espaços. Ainda como parte da programação, os artistas participantes irão produzir murais gigantescos em 5 geomantas espalhadas pela cidade (Travessa do Panta, Garcia; Rua Baía de Todos os Santos, Cabula; Vale dos Lagos, São Rafael; Rua 13 de maio, Campinas de Pirajá e Rua Eudaldo Gomes, Igreja do Alagados, Uruguai). 

Os murais já estão em processo de produção através dos artistas do Coletivo Vai e Faz e por artistas soteropolitanos convidados para integrar a equipe. Nesta sexta (29), aniversário da cidade, os murais serão apresentados ao público, como parte das comemorações.

Ainda nesta sexta, das 9h às 17h, acontece o tradicional mutirão de grafite, que será realizado em local a ser definido, na Cidade Baixa. A proposta busca envolver os artistas participantes e a comunidade local, contribuindo com a revitalização artística do espaço. 

Neste sábado (30), inicia-se a pintura oficial do BTC, das 9h às 17h, com a produção de painéis em muros da Avenida Beira Mar, Ribeira. No domingo, finalizam-se as pinturas no Circuito Águas de Março. Ao longo do fim de semana, acontecem também o Encontro de Stickers, em local a ser definido; e o Bingo recreativo entre os artistas participantes. Outras atividades culturais ainda serão definidas para o BTC.

O 5º BTC é uma realização do Coletivo Vai e Faz, formado por artistas, comunicadores, produtores e estudiosos do tema. Os artistas convidados, selecionados por meio de inscrição e curadoria do Coletivo Vai e Faz, ficarão hospedados no Colégio Estadual Presidente Costa e Silva, no Largo da Madragoa, na Ribeira.

 

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Soteropolitanos e turistas terão mais um fim de semana recheado de atividades durante a programação do Festival da Cidade, que celebra os 470 anos de Salvador. O projeto "Teatro para todos" alia, em evento intimista no Parque da Cidade (Itaigara), atividades de cultura, entretenimento, saúde e gastronomia. A iniciativa, apoiada pela Prefeitura, é coordenada pela Maré Produções Culturais e realizado por meio da Lei Rouanet, do Ministério da Cidadania, com patrocínio da Hapvida.

Serão dois dias intensos de programação no parque, neste sábado (30) e domingo (31), onde será possível conferir, gratuitamente, três espetáculos teatrais de diferentes linguagens artísticas: "Tia Má com a língua solta", às 13h, "Causos de Zé Bocó e Pedro Malazartes", do Teatro Griô, às 14h, e "É das palhaças que eles gostam mais", às 15h, do grupo Nariz de Cogumelo.

Esta será a primeira experiência da jornalista Maíra Azevedo em local aberto com seu espetáculo stand up comedy. “Estou ansiosa por fazer esse espetáculo em um espaço ao ar livre. Isso para mim representa a liberdade de atuar e falar de temas caros, que nos fazem sorrir e também demonstram nossa capacidade de reinvenção, de seguir em frente e aprender com o que nos machuca e fortalece. Espero fazer uma grande apresentação e ver boa reação do público”, confessou Azevedo.

Ao todo, serão mais de 20 atividades propostas nas mais diferentes linguagens neste sábado (30) e domingo (31). Dentre as ações previstas para o público infantil estão a oficina de pintura artística e escultura em balão que será realizada entre 12h e 17h. Também ocorrerá um piquenique musical com roda de conversa e lanches saudáveis, além de ações de plantio, das 12h às 18h.

Oficinas - Para jovens e adultos serão ofertadas oficinas de consciência corporal para a família com alongamento e aquecimento, das 14h às 15h; aferição de pressão arterial e glicemia com entrega de brindes, das 12h às 18h; meditação Kundalini – técnica de meditação ativa que realiza também a respiração consciente, dança livre e o relaxamento profundo, das 16h às 17h30; massagem Ayurvédica – que agrega composições da ioga com a consciência corporal do indivíduo, das 16h às 18h; e aulão de ioga para promover o acesso ao bem estar coletivo, das 17h às 18h. Ainda serão realizadas atividades lúdicas com técnicas circenses, das 14h às 17h.

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Um dos momentos mais esperados do Festival da Cidade, o show “Sempre Novos Baianos Cantam Salvador”, acontece neste sábado, às 19h, no Largo da Mariquita, no Rio Vermelho - onde tocam Paulinho Boca e Moraes Moreira, de graça. Na mesma noite, o cantor Márcio Mello também se apresenta para soteropolitanos e turistas. O evento é organizado pela Empresa Salvador Turismo (Saltur) e Fundação Gregório de Mattos (FGM), com o patrocínio da cervejaria Schin, que integra o grupo Heineken no Brasil.

O cantor Paulinho Boca revela que montou um repertorio especial, com canções que exaltam a beleza de Salvador. Entre elas, ícones da MPB como “Faixa de Cetim”, canção de Ary Barroso, e os clássicos “Tarde de Itapuã” e “Saudade da Bahia”, ambas composições de Dorival Caymmi. “Abro o show fazendo uma justa homenagem a Salvador, depois canto um pouco da minha carreira solo e chamo Moraes para relembrarmos os Novos Baianos”, diz. A abertura do espetáculo terá ainda a participação do violinista da Orquestra Sinfônica da Bahia, Mário Soares.

Para Paulinho, se apresentar na capital baiana é sempre uma alegria. “Me sinto muito lisonjeado, principalmente nesse momento em que Salvador é vista no mundo como a Cidade da Música, como o destino mais procurado por turistas. É como se fosse o aniversário da nossa mãe, de nossa filha”, destaca o cantor. Boca ressalta que o Festival da Cidade, assim como os demais eventos musicais promovidos pela Prefeitura, são fundamentais para fortalecer a capital baiana como endereço da diversidade musical.

“Se recebemos o título de Cidade da Música, nada mais justo. Essas ações que colocam a música na rua são importantíssimas para a nossa cultura. A Prefeitura tem levado a música para todos os espaços, em todos os cantos, em todos os bairros”, diz ele, lembrando da sua participação no último Carnaval, no bairro de Cajazeiras. “Foi uma maravilha. Música na rua, para o povo”, finaliza.

Bloco Prazer - Convidado de Paulinho Boca, o cantor e compositor Moraes Moreira, que fará uma participação no show relembrando os Novos Baianos, afirma o quanto é prazeroso cantar na capital baiana, em especial na programação de aniversário da cidade. “É uma honra levar música para essa cidade. Compus muitas músicas que falam de Salvador, entre elas 'Chame Gente' e 'Cidadão', canções eternizadas pelo povo baiano”, afirma Moreira.

Nascido na cidade de Ituaçu, na Chapada Diamantina, ele lembra que conheceu Salvador com 17 anos. “Era um sonho conhecer a capital. Vi o mar pela primeira vez com 17 anos. Cheguei, fui me entrosando, fui aluno do Seminário de Música da Bahia e estabeleci essa relação de amor com Salvador".

Amante da Praça Castro Alves, ele relembra que embalou o público na Praça do Povo, no último dia do Carnaval deste ano, durante o projeto Pôr do Sol. “Gosto é da Castro Alves, essa praça é um pouco minha. É maravilhoso fazer o Carnaval de Salvador e estou adorando estar participando também do Festival da Cidade”, finaliza Moraes.

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