Cultura

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O projeto Gincana da Poesia será encerrado com um Sarau Poético, no próximo sábado (14), data em que nasceu o grande poeta baiano Castro Alves. O evento gratuito será realizado na Praça Dorival Caymmi, em Itapuã, das 15h às 17h.

Durante o evento será lançado o livro “Gincana da Poesia”, que, além de homenagear Castro Alves, também reverencia Gregório de Mattos, outro grande nome literário da Bahia e do Brasil. O livro será distribuído gratuitamente para quem declamar uma poesia no microfone e traz uma seleção de 12 poemas, além das obras vencedoras do Concurso de Poemas, nas categorias Geral e Estudante, que reuniu mais de 2,3 mil poesias inscritas de todo o Brasil.

As obras constantes do livro e também as que receberam Menção Honrosa no Concurso de Poemas serão transformadas em “Poesias Doces” – poesias impressas embalando balas doces que estarão nas árvores da Praça Dorival Caymmi, como verdadeiros frutos poéticos para serem colhidos e degustados pelos participantes do Sarau. Serão distribuídas, ao todo, 500 “Poesias Doces” durante o evento.

Iniciativa – A Gincana da Poesia, que em 2019 incentivou a produção e a leitura de poesias em escolas da Prefeitura-Bairro Itapuã/Ipitanga, é um projeto contemplado pelo Edital Arte Todo Dia - Ano V, da Fundação Gregório de Mattos (FGM). A iniciativa foi realizada pela produtora Cachorro Beato Produções com o apoio da Rede Bahia, da Verlidelas Editora, do Athelier PHNX, da Gold Comunicação Digital e da empresa Suporte Informática.

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Está aberta a exposição em comemoração aos 30 anos do Teatro Lambe-Lambe no país. A mostra conta com o apoio da Prefeitura de Salvador e estará disponível até o dia 29 de março no Café Teatro Nilda Spencer, situado na Rua do Couro, S/N, atrás do Espaço Cultural da Barroquinha. Diversas peças contam como surgiu a modalidade teatral. Uma delas é a primeira caixa de Lambe-Lambe, utilizada pelas atrizes e pedagogas Denise Di Santos e Ismine Lima na década de 1980.

O público pode conferir tudo de perto de segunda a sexta-feira, das 14h às 18h, até o dia 29 de março. No local, há uma réplica das antigas câmeras fotográficas conhecidas como Lambe-Lambe, bonecos diversos, como os marotes (bonecos simbolizando personalidades baianas), caixas do Teatro de Lambe-Lambe e esculturas em miniatura.

A exposição também está aberta à visita de turmas escolares. As visitas podem ser agendadas presencialmente ou pelo telefone do diretor artístico Fernando Marinho: 71 3322-2098.

Além da exposição, como parte das ações do 1º Festival Internacional do Teatro de Lambe-Lambe, várias apresentações serão realizadas a partir do dia 13 de março em espaços abertos de diferentes bairros de Salvador. Cerca de 50 caixas vão fazer parte das apresentações em bairros como Campo Grande, Plataforma, Periperi, Cajazeiras, Rio Vermelho, Imbuí, Liberdade, Ribeira, Itapuã, Nazaré e Barbalho.

O Teatro Lambe-Lambe é uma caixa cênica em miniatura, independente e itinerante, onde são encenados espetáculos de teatro de bonecos com duração de 3 minutos, em média, e com apenas um espectador.

Curadora do festival e uma das idealizadoras da arte, Denise Di Santos, conta que o espectador da peça em Lambe-Lambe tem o prazer de contemplar um trabalho feito só para ele e de se tornar partícipe do que está acontecendo naquele momento.

“Enquanto a caixa de fotografia Lambe-Lambe revela imagens, a do teatro revela posturas, identidades. A gente tem um trabalho, por exemplo, que é Pedra no Meio do Caminho, inspirado na obra de Carlos Drummond de Andrade. Nele, a boneca tenta retirar a pedra e o espectador se vê tentando retirar a pedra também. E a moral da história é que todos nós temos uma pedra na vida”, diz Denise.

Surgimento – O nome “lambe-lambe” faz alusão às antigas máquinas fotográficas que povoaram as praças brasileiras no início do século XX. Os artefatos tinham esse nome, porque no momento da revelação das imagens, os fotógrafos tocavam a língua nas fotos para avaliar a qualidade da fixação e da própria lavagem.

Acredita-se que o Teatro de Lambe-Lambe tenha se originado há anos no Oriente, mas no Brasil ela reaparece na década de 1980 por iniciativa de Denise Di Santos e Ismine Lima, inicialmente para educar os alunos na escola, e consagra-se pela simplicidade do formato e pelo fazer artesanal.

O 1º Festival Internacional do Teatro Lambe-Lambe conta com o apoio da Prefeitura de Salvador, por meio do edital Gregórios, da Fundação Gregório de Matos (FGM). Algumas ações contempladas pelo edital já tiveram início no ano passado, como a oficina realizada entre os meses de novembro a janeiro e a publicação de uma revista eletrônica sobre o assunto.

O festival tem curadoria de Denise Di Santos e Ismine Lima, direção artística de Fernando Marinho, coordenação de produção de Patrícia Brasil e parceria com a Associação Nacional dos Titeriteiros do Teatro Lambe-Lambe.

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Durante todos os domingos do mês de março, a Praça da Baixada, em Cajazeiras XI recebe o projeto “Na Dança Levo Minha História”. A iniciativa é mais uma ação contemplada no Edital Arte Todo Dia – Ano V, da Fundação Gregório de Mattos. As apresentações acontecem nos dias 8, 15, 22 e 29 de março, sempre das 14h às 17h. O festival contará com participação de grupos de dança do bairro.

“Na Dança Levo Minha História” foi projetado por Elton Alcântara, que tinha vontade de fazer uma amostra só com grupos do bairro. A ideia era divulgar o trabalho da região, e dar visibilidade no cenário artístico para os artistas. O festival é composto por categorias: de dança de rua, dança contemporânea, balé e valsa. As apresentações vão contar, por meio da dança, a história do bairro para o público.

“O projeto surgiu junto com minha cunhada, que é casada com meu irmão, e eles já fazem projetos culturais há anos. Como eu já dançava, coloquei minha vontade no projeto. Só com grupos do bairro para poder enaltecê-los”, destaca Alcântara.

Deivisson Nascimento, presidente do Grupo de Dança Nosso Sentimento, que se apresentará na categoria valsa, está ensaiando bastante para a apresentação. “Estamos planejando uma ótima apresentação para impressionar e mostrar que os jovens da comunidade periférica têm potencial sem precisar de cursos e experiências”, afirma.

Quanto à premiação, o primeiro lugar receberá R$ 300; o segundo, R$ 200; e o terceiro, medalha e troféu. A Praça da Baixada fica na Rua C, na Quadra C de Cajazeira XI.

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O Monumento ao Dois de Julho, situado na praça homônima, no Campo Grande, teve processo de tombamento aberto pela Fundação Gregório de Mattos (FGM) na última segunda-feira (2). Enquanto o processo não for concluído, a escultura vai permanecer em regime de tombamento provisório, medida que garante preservação e proteção ao bem.

Com a abertura do processo, um dossiê técnico deve ser preparado em um prazo de até 36 meses. Depois de pronto, o documento é encaminhado ao Conselho Consultivo do Patrimônio para análise e emissão de parecer (nos casos favoráveis). Uma vez tombado, uma série de ações será planejada para que a centenária peça artística seja preservada.

História – Criado na Itália pelo artista italiano Carlo Nicoli y Manfredini, e inaugurado em 1895, o Monumento ao Dois de Julho mede 25,86 metros e possui uma estética neoclássica. Quem passa pelo Campo Grande, enxerga de longe a imponente peça, constituída de pedestal de mármore de Carrara, onde se assenta uma elegante coluna de bronze.

A principal personagem da composição é um caboclo com 4,1 metros de altura munido com arco e flecha e armado com uma lança, matando um dragão – uma metáfora à tirania portuguesa. O indígena representa a identidade, a nacionalidade e a liberdade do povo brasileiro que lutou pela independência. Na base da coluna estão uma escultura de mulher representando a Bahia e outra em referência à Catharina Paraguaçu, a índia tupinambá, mulher de Caramuru, com o lema “Independência ou Morte” no escudo.

Ainda integram a riqueza de detalhes do monumento símbolos e ícones que representam batalhas, nomes de heróis e os principais rios da Bahia, São Francisco e Paraguaçu. Sem falar da cachoeira de Paulo Afonso, as águias e leões instalados na estrutura, que significam liberdade e república. Há também oito candelabros, de sete metros, adaptados para iluminação a gás, além de mosaicos com referências a eventos da História do Brasil.

Restauro – Em setembro, o monumento foi entregue novamente à cidade após ter passado por um reparo que durou seis meses. Com investimento de R$ 829 mil, a restauração do Monumento ao Dois de Julho envolveu a reposição de peças danificadas e furtadas, limpeza e pinturas, além da recuperação da pavimentação, dos postes e luminárias que cercam o monumento.

Foram repostos mais de 200 quilos de peças em bronze que foram roubadas. Além disso, foi instalada próxima à composição artística uma placa com QR Code, por meio da qual a população poderá acessar todas as informações históricas do monumento. A iniciativa faz parte do projeto #Reconectar, desenvolvido pela FGM.

Desde a entrega, a peça passou a ser vigiada 24 horas por dia por uma base da Guarda Civil Municipal em funcionamento no Campo Grande. O local também conta com um sistema de videomonitoramento, visando coibir a ação de vândalos.

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Para quem ainda não conhece o acervo oriundo de países africanos e/ou a história da Casa do Benin, essa será uma grande oportunidade. O espaço, que é administrado pela Fundação Gregório de Mattos (FGM), na Rua Padre Agostinho Gomes, 17, no Pelourinho, passa a ter dias de visitação guiada gratuita: de terça-feira a sábado, no horário das 11h, 13h e às 15h.

O equipamento dispõe uma equipe com quatro profissionais qualificados que vão apresentar para os visitadores peças artísticas feitas com materiais diversos, como madeira e cerâmica. A visita guiada dura de 30 a 50 minutos.

De acordo com o responsável pela administração do espaço, Igor Tiago, há dois tipos de público que costumam visitar o local. “Temos visitantes que querem conhecer a história do acervo, e outros que estão interessados na arquitetura e vêm para Casa do Benin conhecer o projeto da arquiteta modernista Lina Bo Bardi”, afirma. O espaço recebe cerca de 400 visitantes por mês na baixa estação, e 900 visitantes na alta estação, que compreende os meses de verão.

A visitação guiada pode ser feita com um grupo de até 20 pessoas. A instituição e/ou pessoa física que tiver interesse em fazer uma visita coletiva ou individual deve entrar em contato com o espaço através da página da Casa do Benin no Instagram (@casadobenin) ou do telefone (71) 3202-7890 para agendar o dia e o horário que pretende ir ao local

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O espetáculo "Simplesmente Elas" completa um ano em cartaz e o mês da mulher em curta temporada no Teatro Módulo, na Avenida Magalhães Neto. Serão quatro finais de semana, de 13 de março a 4 de abril, sempre às sextas e sábados, às 20h, com ingressos a R$50 e R$25 (meia). O musical, que tem apoio da Prefeitura por meio do programa Viva Cultura, traz uma abordagem poética e bem-humorada do rico universo feminino e que flerta com o teatro de revista.

Apresentado pelas atrizes Cristiane Mendonça, Evelin Buchegger e Luisa Proserpio, sob a direção de Marcelo Praddo, o espetáculo conta a história de três mulheres de idades diversas, personalidades ímpares e complementares, que ensaiam um musical no camarim de um teatro. Enquanto esperam, essas atrizes estabelecem uma conversa íntima e passeiam por temas como envelhecimento, amor, maternidade, mercado de trabalho, sexo e empoderamento.

Elaborado pelo ator Eduardo Albuquerque, o roteiro é uma colagem de textos, crônicas, poemas e músicas de autoras e compositoras brasileiras, como Lya Luft, Elisa Lucinda, Fátima Guedes, Rita Lee e Malu Magalhães. São feitas, também, referências a situações vivenciadas pelas próprias atrizes, sempre misturando ficção e realidade, sonho e fantasia. As coreografias são de Bárbara Barbará e os arranjos e direção musical são assinados por Luciano Salvador Bahia.

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O Carnaval de Salvador acabou, mas a programação cultural da cidade segue agitada, neste fim de semana, nos espaços e projetos da Prefeitura. Neste sábado (29), a Secretaria de Municipal de Trabalho, Esportes e Lazer (Semtel) finaliza o Bailinho de Carnaval 2020, com diversas atividades voltadas para o público infantil, incluindo o projeto Ruas de Lazer. O evento acontecerá na Rua Vila Operária, das 14h às 17h, no bairro de Boa Viagem.

 O Teatro Gregório de Mattos (TGM), no Centro, funciona normalmente no fim de semana, das 14h às 19h, com a exposição AUSS & AUSS, que apresenta a exposição com realidade virtual para o público do universo gamer. O vizinho Espaço Cultural da Barroquinha retoma a exposição Orixás da Bahia, com estátuas em tamanho natural de divindades africanas esculpidas em papel machê. A visitação pode ser feita das 14h às 19h.

 O Espaço Cultural Boca de Brasa Centro, ao lado do Espaço da Barroquinha, recebe o lançamento do Diálogos Boca de Brasa, que terá o tema “A estética como forma de empoderamento”. O evento acontece neste sábado (29), a partir das 18h30, e o projeto visa se tornar um espaço de produção e conhecimento coletivo que é inserido através das narrativas apresentadas pelos artistas.

 Museus – A Casa do Carnaval, na Praça Eusébio de Queiroz, no Centro Histórico, funciona normalmente, das 11h às 19h, com o acervo permanente e tecnológico sobre a maor festa popular de rua do planeta. O valor do ingresso é de R$30 (inteira) e R$15 (meia).

 Outra opção de visitação é a A Casa do Rio Vermelho – Jorge Amado e Zélia Gattai, na Rua Alagoinhas, 33, aberto das 11h às 17h para visitação da residência onde viveu o casal de escritores. O valor do ingresso é de R$20 (inteira) e R$10 (meia).

 Quem estiver pela Barra pode aproveitar para conhecer os espaços Carybé das Artes, no Forte São Diogo, e Pierre Verger da Fotografia Baiana, no Forte Santa Maria, que funcionam normalmente, das 11h às 19h. O valor do ingresso é de R$20 (inteira) e R$10 (meia), que dá direito a conhecer os dois ambientes.

 Até o dia 5 de abril, haverá exposição fotográfica gratuita no Espaço Fragmentos do Espaço Pierre Verger da Fotografia Baiana, em frente ao Forte de Santa Maria, com o tema “Nexos. A relação com a alma da cidade”. O objetivo da exposição é oferecer aos visitantes uma experiência íntima da cidade reunida em um olhar único.

 Parque da Cidade – O espaço localizado no Itaigara tem funcionamento normal, das 8h às 22h. Neste domingo (1°), a partir das 14h, acontecerá a primeira edição do Louvor no Parque, que conta com a atração do Universo Kids e Edi Farias. O evento é gratuito.

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O Carnaval 2020 chegou ao fim, mas a economia de Salvador vai continuar aquecida com o turismo de negócios graças ao Centro de Convenções, inaugurado em janeiro pela Prefeitura. Esse ano, 50 eventos já estão confirmados para o local, segundo a Secretaria de Cultura e Turismo (Secult). O primeiro deles será um corporativo da Polishop, já no próximo mês de março, com previsão de reunir quatro mil pessoas de todo o país.

 Também já foram confirmados o Afropunk, a Bienal do Livro da Bahia, a Superbahia Feira de Supermercados e a Yes Show Room – feira de móveis que ocorrerá pela primeira vez na capital baiana. Para 2022, 32 eventos já estão prospectados e outros estão agendados para até 2024, incluindo grandes congressos da área médica, alguns mundiais, outros latino-americanos, sul-americanos e nacionais.

 “Estamos na expectativa de iniciar a montagem do primeiro evento no Centro de Convenções logo na primeira semana após o Carnaval. Essa é uma demonstração clara de que, passado o verão e a folia, que é o grande apogeu do turismo, a cidade vai continuar aquecida, resolvendo de uma vez por todas a sazonalidade, fazendo com que na baixa e média estação mantenhamos esse fluxo tão importante para a economia de Salvador”, afirma o titular da Secult, Cláudio Tinoco.

 Movimentação econômica – A expectativa é que as grandes feiras e congressos gerem entre mil e 2 mil empregos temporários na cidade. Além disso, a Prefeitura e o trade turístico calculam que o novo Centro de Convenções de Salvador proporcionem uma movimentação econômica de até R$500 milhões por ano nos 50 setores ligados ao turismo, desde a rede hoteleira, bares e restaurantes, até agências de viagem, serviços de transporte e comércio informal.

 “O Centro de Convenções de Salvador é uma das ferramentas mais importantes para o turismo da capital e do Estado. Todos os dias os turistas costumam ir aos bares e restaurantes, inclusive para fortalecer o networking. Esse ano, eu acredito que haverá um crescimento, ainda que tímido, mas a partir do ano que vem o movimento nesses estabelecimentos deve começar a ganhar um equilíbrio significativo na baixa estação”, prevê Daniel Alves, presidente do Conselho Administrativo da Associação Brasileira de Bares e Restaurantes na Bahia (Abrasel - Bahia).

 Entretenimento – Mesmo no quesito entretenimento, a ressaca do Carnaval será bem curta, porque a cidade não para. Uma série de atividades já está programada para o mês de março, dentro da estratégica da gestão municipal de manter uma agenda de eventos ativa durante todo o ano, incentivando o turismo e o desenvolvimento econômico da cidade.  

 Uma delas será o evento de Moda Urbana Descolada, o Mude, com a participação de lojas e do polo gastronômico do Centro Histórico. O evento será lançado pela Diretoria de Gestão do Centro Histórico de Salvador (DGCH), vinculada à Secult, e terá workshop de moda, maquiagem e desfile com as roupas comercializadas no Pelourinho.

 “O local tem uma moda muito peculiar, não apenas para turistas, mas também para os soteropolitanos, que precisam conhecê-la melhor. No evento, vai haver consultoria de estilo pessoal, vai ser muito bacana”, conta a diretora de gestão do Centro Histórico, Eliana Pedroso.

 Ainda em março, na semana de aniversário da Salvador, haverá o Festival da Cidade com uma série de atrações artísticas, culturais, esportivas e de lazer. Todo ano, o evento conta com passeios ciclísticos, feiras, além de shows em alguns pontos da cidade. Ambas programações ocorrem no mesmo mês em que são retomadas as atividades do projeto #VemproCentro, em fomento ao desenvolvimento do bairro como polo atrativo de cultura e lazer.

 

Na primeira semana de abril, o Centro Histórico volta a ser palco de evento com uma grande apresentação em comemoração ao mês da dança. O evento se chamará Dança Sem Limites e vai reunir dançarinos de toda a Bahia.

 

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O novo prédio da Secretaria Municipal de Sustentabilidade, Inovação e Resiliência (Secis), localizado na Rua da Grécia, no bairro do Comércio, exibe, até a próxima terça-feira (18), a exposição Clube das Caretas, do artista baiano Felipe Silva. O trabalho, exposto no 3º andar, é um tributo ao Carnaval e mostra nas telas elementos tradicionais da festa. A entrada é gratuita e as obras podem ser visitadas, exceto no sábado e domingo, das 9h às 12h e das 13h às 17h.

A mostra é a primeira a ser acolhida pela Secis que, segundo André Fraga, titular da pasta, pretende abrir espaço para mais manifestações culturais desse tipo. “O novo prédio da Secis é um lugar para as pessoas. Vamos cedê-lo para manifestações culturais e eventos que tenham o intuito de construir uma relação de pertencimento do cidadão com o local”, afirmou.

Essa é terceira exposição de Silva, que já havia apresentado obras no Shopping Paseo, localizado no Itaigara, e no Shopping da Bahia. Entre fotografias, ilustrações, quadros e várias outras formas de arte, ele já coleciona mais de 400 obras em seu acervo, todas disponíveis no site artedepi.com.

“O Clube das Caretas é uma homenagem ao Carnaval de maneira geral. Por isso, traz elementos tradicionais que não se vêem mais com tanta frequência nas ruas como a Colombina, o Cacique e o Pierrot”, contou o artista

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