Cultura

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A Secretaria de Cultura e Turismo de Salvador (Secult) apresentou, nesta quarta-feira (13), durante reunião do Conselho Municipal de Turismo (Comtur), as ações imediatas de promoção do destino turístico desenvolvidas para a atração de turistas após a chegada das manchas de óleo nas praias da capital.

No âmbito do turismo de sol e praia, diretamente impactado com as manchas, a Secult irá produzir um documentário mostrando toda a ação da prefeitura e de moradores da cidade para rapidamente retirar os óleos das praias atingidas.

As praias não atingidas também serão apresentadas ao público através do documentário, com todos os seus potenciais turísticos, em mais de 50 km da orla de Salvador. Um dos trechos não atingido, por exemplo, é a praia de Ilha dos Frades, que possui o selo internacional Bandeira Azul, um dos mais importantes do mundo para praias e marinas, e distribuído anualmente pela Fundação para a Educação Ambiental (FEE).

Além do turismo de sol e praia, Salvador também é escolhida pelos turistas por conta de sua história, cultura, religiosidade, gastronomia, dentre outros. “Um dos nossos objetivos é mostrar para o turista que, além das praias terem sido limpas com muita eficácia pela Prefeitura e moradores, Salvador tem muita coisa além de sol e praia. Uma das ações, por exemplo, é o documentário Follow The Music, que trata sobre a musicalidade da cidade, um dos pontos que foram destacados pelo The New York Times em uma matéria veiculada neste ano”, afirmou o titular da Secult, Claudio Tinoco.

Eventos - O programa #vemprocentro, que busca levar a população soteropolitana e os turistas para ocupar e explorar o Centro Histórico, foi apresentado aos conselheiros durante o evento. O Centro Histórico concentrou eventos do Festival da Primavera e da Virada Sustentável, já atraindo a população para o local e impulsionando o turismo histórico e cultural da cidade.

Documentários sobre o Dia da Consciência Negra e o Dia da Baiana do Acarajé também estão sendo construídos pela Secult, que ainda está planejando a promoção do destino turístico para os setores segmentados, como o religioso e o gastronômico. Essas ações de promoção reforçam a estratégia da Prefeitura para atrair mais visitantes durante o Verão, como o lançamento do Festival Virada, em São Paulo, na semana passada.

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O Cineclube Boca de Brasa entra mais uma vez em ação, desta vez com a exibição gratuita e aberta ao público do filme “A Máquina” nesta sexta-feira (15), com direito a pipoca em duas sessões. O primeiro local será o Espaço Cultural Boca de Brasa – CEU de Valéria, na Rua B, s/n, Nova Brasília de Valéria, às 15h, e, em seguida, será realizado um bate-papo com diretor João Falcão, também autor da peça homônima que originou a obra audiovisual.

No mesmo dia, o filme será exibido no Espaço Cultural Boca de Brasa – Subúrbio 360, na Rua da Paz, s/n, Coutos, às 19h. Além do diretor João Falcão, o bate-papo também terá a presença da atriz Fernanda Beling, que faz a personagem Jéssica. O Cineclube Boca de Brasa é promovido pela Prefeitura, por meio da Fundação Gregório de Mattos (FGM), e tem como intuito democratizar o acesso da população a produções audiovisuais.

Sinopse – Em Nordestina, cidadezinha perdida no sertão, a jovem Karina sonha ser atriz e partir para o mundo. Antes que seu amor lhe escape, Antônio, filho de Dona Nazaré, adianta-se numa cruzada kamikaze para trazer o mundo até Karina. Para isso, Antônio sai da cidade e anuncia, num programa de televisão, que irá cumprir uma sensacional aventura: fazer uma viagem ao futuro, partindo da praça de Nordestina. Se fracassar, garante ele, uma máquina da morte irá destruí-lo, ao vivo e via satélite, na frente de todos.

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A 12 dias do Dia da Consciência Negra, a lança que faltava à escultura de Zumbi dos Palmares, situada na Praça da Sé, foi devolvida ao lugar de origem. A Fundação Gregório de Mattos (FGM) investiu cerca de R$ 38 mil no restauro da peça, que foi furtada entre o final de 2018 e início desse ano. Com 2,25 metros de comprimento e cerca de 300 quilos, a lança representa a bravura dos grandes guerreiros africanos.

A espada mukwale, como também é chamada a peça, foi construída na integridade e em bronze, como a anterior, e a escultura de Zumbi dos Palmares também passou por limpeza. “As pessoas aplaudiram muito a devolução da peça. Quem trabalha lá na Praça da Sé ama aquele zumbi. É uma coisa tão mágica. A lança só foi furtada, porque o ato ocorreu à noite”, contou Márcia Magno, artista plástica que assina a escultura.

Márcia já foi diretora da Escola de Belas Artes da Universidade Federal da Bahia. Ela contou que ficou muito feliz em receber o convite para fazer a escultura do grande herói da resistência à escravidão no Brasil. A peça foi inaugurada em 2008.

Segundo ela, a posição de Zumbi tem dois significados: o primeiro indica uma posição de alerta, como um tigre que levanta a perna para dar o bote; e o segundo é o de descanso, como se o guerreiro estivesse descansando uma das pernas, já que ele ficava em constante vigília. “Ele era um rei, mas não precisava de vestes suntuosas, apenas da personalidade de um grande homem”, opinou.

O presidente da FGM, Fernando Guerreiro, pediu à população que tenha cuidado ao patrimônio público. “O patrimônio é a nossa identidade, é a nossa história. É um bem de todos. Tanto tem uma importância muito grande para as gerações que estão vindo, que através desses monumentos conhecem um pouco a história da cidade e do país, como também para os turistas que vêm para cá. Então é importante que a população cuide dessas peças como se fossem dela, porque ali é um patrimônio do cidadão”, afirmou.

 

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Com o tema “O Centro Pulsa - a vida em movimentos”, a terceira edição em Salvador da Virada Sustentável – o maior festival de cultura, mobilização e educação para a sustentabilidade da América Latina – acontece de sexta-feira (8) a domingo (10). Com apoio da Prefeitura, o evento vai ocupar cerca de 50 espaços de Salvador com mais 300 atividades, retomando o processo histórico, criativo e sociocultural de fundação da primeira capital do Brasil.

Dentre as atividades está o Disco Xepa, com coleta de alimentos descartados na Feira de São Joaquim, mas em condições normais de consumo. O montante será utilizado para o preparo de 100 refeições que serão servidas aos moradores do Centro Antigo, dentro da Casa do Benin, no Pelourinho, nesta sexta, às 12h.

Também na sexta (8), ocorre o lançamento da Plataforma Redes Vivas, primeira plataforma online de atendimento psicológico supervisionada, exclusivamente, por profissionais negros e LGBTQI+ e destinada, majoritariamente, a negros e LGBTQI+. O evento terá a participação da jornalista, empreendedora e curadora de conteúdo Monique Evelle, no Espaço Cultural da Barroquinha, às 17h. No sábado (9), também às 17h, Monique Evelle volta ao Espaço da Barroquinha para lançar o livro “Empreendedorismo feminino: Olhar estratégico sem romantismo”.

No domingo (10), das 10h30 às 12h, o Parque da Cidade vai receber uma roda de conversa sobre Turismo e Mobilidade Urbana com as participações do presidente da Empresa Salvador Turismo (Saltur), Isaac Edington; do secretário municipal de Sustentabilidade, Inovação e Resiliência (Secis), André Fraga; do superintendente de Trânsito de Salvador (Transalvador), Fabrizzio Mueller; e do gerente de Políticas Públicas da Uber, Silas Cardoso. Em seguida, será realizado um bike tour até a Avenida Magalhães Neto, no Costa Azul.

O parque também será palco dos shows de Vitor Kelsh e Saulo, além de uma edição especial da Feira da Cidade; oficinas de circo com malabares, acrobacias, tecido e bambolê. A programação é completada com a Virada Educação, com palestras e oficinas sobre sustentabilidade e tecnologia, direcionada a estudantes e professores da rede pública.

Às 16h tem a roda de conversa “Como o Amor ao Mar Uniu as Pessoas e Estado”, com a participação de representantes do Grupo de Voluntários Guardiões do Litoral, na sede da Secis, no Comércio.

Reciclagem – Durante os três dias, serão realizadas ações específicas de descarte de resíduos sólidos, com pontos de coleta seletiva de recicláveis, eletrônicos e rejeitos distribuídos nos principais centros pulsantes – uma parceria com a LEVE Consultoria Ambiental. A ação incluirá arrecadação de eletrônicos em bom estado para doação a instituições filantrópicas de Salvador, enquanto os descartados recicláveis serão encaminhados às cooperativas de reciclagem da cidade.

Também serão espalhadas casinhas de madeira reciclada pelos principais espaços do Festival, que funcionarão como pontos de troca, doação e retirada de livros novos, usados ou restaurados.

Conexões – A gestora da Virada Cultural, Alice Barreto, ressalta que a programação conecta o Centro às periferias, e as periferias ao todo da cidade. “É um convite a pensarmos, criarmos e produzirmos, juntos, uma série de iniciativas e projetos inspiradores para Salvador. É também um convite a deslocar o olhar e dar visibilidade àquilo que pulsa e às outras tantas possibilidades de narrativas, onde as pessoas tenham espaço para ser o que quiserem, com arte, liberdade, respeito e diversidade”, enfatiza.

Origem – A Virada Sustentável foi criada em 2011, em São Paulo. De lá pra cá, reuniu um público de mais de 7,7 milhões de pessoas em 25 edições, passando por sete estados e nove cidades, como Rio de Janeiro, Manaus e Porto Alegre – além de Salvador, nos anos de 2016 e 2018.

Na capital baiana, o evento é uma correalização do Instituto Virada Sustentável e Rede AMO de Comunicações Socioculturais, e realização da DaCultura Projetos e Soluções e Secretaria Especial da Cultura do Ministério da Cidadania, com patrocínio de entes públicos e privados.

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O tema ”Frontispício da Cidade: Paisagem no Tempo” vai movimentar a edição de novembro do Patrimônio É..., que acontece na próxima terça-feira (12), às 18h, no Espaço Cultural da Barroquinha. Além da roda de conversa, haverá também a apresentação do “Saberes Passados – Episódio 1 – O Ferreiro”, audiovisual produzido pela Liberato Produções e financiado pelo Edital Arte na TV - Ano I, da Fundação Gregório de Mattos (FGM).

O assunto será abordado pelo arquiteto e mestre em restauro de Monumentos, Chico Mazzoni; o doutor em Arquitetura e especialista em Conservação e Restauração de Monumentos, Rodrigo Espinha Baeta; e pelo engenheiro, arquiteto, eletricista e artista plástico autodidata, Floro Freire Neto. A mediação será feita pelo arquiteto, encenador e dramaturgo Edvard Passos.

Os paredões do frontispício estão entre os elementos de maior relevância na constituição da paisagem da primeira capital brasileira, sendo vistos em diversos pontos do Centro Histórico, tanto na Cidade Alta quanto na Cidade Baixa. Eles são um importante marco da identidade da história arquitetônica de Salvador. Construídos em 1549, com a função de defender a cidade e proteger seus habitantes, o frontispício de Salvador atualmente propicia ao visitante que adentra a Baía de Todos-os-Santos uma visão irreverente e esplendorosa.

A série Saberes Passados retrata a relação entre os personagens (aprendizes) e seus orixás (mestres) na preservação do conhecimento ancestral e na perpetuação de manifestações culturais afro-brasileiras, em Salvador. Um dos quatro episódios, “O Ferreiro”, traz a história de Zé Diabo, artista conhecido internacionalmente pelo trabalho com ferro e ferramentaria de santo.

Estímulo ao patrimônio – O Patrimônio É... é um projeto do Salvador Memória Viva, programa de atividades de proteção e estímulo à preservação dos bens materiais e imateriais do município que é desenvolvido pela FGM. Aborda a questão do patrimônio cultural em diálogo com a história, memória, arquitetura, espaço público, educação, gestão e economia da cultura. Além de manter uma pauta fixa mensal para o tema, promove a educação patrimonial, colabora no direcionamento das ações dos institutos de tombamento e registro, bem como das instâncias de salvaguarda, e instrumentaliza a política municipal para atuar na valorização da memória histórica da cidade.

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A Incubadora de Publicações Gráficas recebe inscrições gratuitas de propostas de livros de artistas até o próximo dia 16 de novembro. A iniciativa possui financiamento da Prefeitura, por meio do Edital Gregórios - Ano II, da Fundação Gregório de Mattos (FGM). O objetivo é estimular a criação e o desenvolvimento de publicações do gênero, selecionando dez propostas individuais ou de coletivos, para participar do ciclo 2019/2020.

A intenção é selecionar livros associados às artes visuais e à arte contemporânea, obras cuja forma também seja entendida como conteúdo e que apresentem texto, imagem ou a união dos dois formatos. Os interessados devem responder ao formulário disponível no site www. incubadoragrafica .com.

As propostas serão selecionadas por uma comissão formada por editores e curadores da RV Cultura e Arte, responsável pela iniciativa. Serão levados em consideração critérios como criatividade, inovação e/ou singularidade; consonância com o objeto da chamada; clareza, consistência das informações e coerência na composição do projeto; capacidade do artista/autor ou do coletivo por ele representado para execução satisfatória do projeto e viabilidade orçamentária.

O financiamento engloba todo o processo de incubação, ou seja, a seleção de dez projetos de livros de artista, realização de quatro atividades de formação (aulas teóricas e oficinas práticas) para os autores dos projetos selecionados, produção dos livros em baixa tiragem, e a exposição coletiva de lançamento.

Estímulo – Esse será o segundo ciclo de trabalho da Incubadora. Em 2018, foram lançados dez livros de 15 artistas e autores. Algumas das obras lançadas foram Multidão (de Lucas Moreira e Gris), com uma coleção de figuras que caminham e resistem nas ruas de Salvador, impressas em serigrafia e risografia; Escuro (Leo França e Lia Cunha) que convoca o leitor a tocar sentidos nas veias e cicatrizes das páginas, e encontrar o brilho das palavras; o livro-objeto Marear (Taygoara Aguiar), que explora qualidades escultóricas, e Templo (Pedro Marighella) impresso em serigrafia e acompanhado de um vinil compacto.

Para a editora e curadora do projeto, Larissa Martina, a iniciativa é importante por não se preocupar apenas com o produto final, mas também em oferecer formação e qualificação para os artistas selecionados. “Outro ponto importante é o estímulo dado pela incubadora aos arranjos coletivos de produção e também aos artistas para que acionem os serviços relacionados à cadeia do livro e das artes visuais da cidade. Além disso, os livros facilitam duas coisas importantes no mundo das artes visuais e contemporânea, que são a acessibilidade e a facilidade de circulação de obras de artistas”, afirma.

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A primeira temporada do seriado “HUNT: Salvador” será lançada em uma sessão aberta ao público, nesta quinta-feira (7), às 19h, no Espaço Itaú de Cinema Glauber Rocha, localizado na Praça Castro Alves, Centro. A produção foi realizada com recursos da Prefeitura, através da Fundação Gregório de Matos (FGM), por meio do edital Arte na TV - Ano II, e da Ancine e Fundo Setorial do Audiovisual (FSA), através da linha de Arranjos locais.

A história acompanha os jovens Glauber e Ana numa caça ao tesouro pelas ruas de Salvador. Para desvendar os enigmas pelo caminho, a dupla precisa conhecer a história, os monumentos e a cultura da cidade. Os cinco episódios são apresentados numa única vez, com duração total de uma hora.

Com pistas que se espalham por todo canto, a dupla precisa conhecer muito bem sobre a história, os monumentos e as tradições culturais para desvendar os enigmas e chegar a novos desafios. HUNT usa alguns artifícios bastante comuns em materiais do gênero, como os “ganchos” deixados entre as pistas, as “pistas” falsas que conduzem os protagonistas para novos desafios e a valorização do lugar, com planos que tragam a beleza de cada região onde o material é filmado.

Arte-educação – A produção foi pensada de forma a se tornar um importante instrumento para despertar no jovem o ensino de História, Geografia, Cultura, Arte, Raciocínio Lógico e Atualidades. Através de um formato inovador no modelo de arte-educação, cada episódio faz uma mistura de entretenimento com informações históricas, abrindo um novo horizonte para pensar o modelo diário de ensino.

A série de ficção envolve interatividade e conhecimento da história e cultura do lugar onde o telespectador vive. O seriado foca em dois pilares básicos para o buscar o engajamento do jovem: é entretenimento, mas também educação, ao trazer para a ficção elementos importantes no aprendizado em sala, como o conhecimento da cultura e das tradições do lugar onde todos vivem.

Destaque internacional – Em setembro deste ano, a produção esteve entre as finalistas no FanChile, festival internacional dedicado a filmes infanto-juvenis que acontece no Chile. Hunt concorreu na categoria média-metragem com produções da Espanha, Itália e Alemanha. O filme baiano, que tem direção e roteiro de Eduardo Oliveira, foi o único do Norte Nordeste a entrar na disputa. Apenas outras duas produtoras brasileiras, uma de Goiânia e outra de Rio de Janeiro, estiveram na seletiva em uma das cinco categorias do FanChile, que reuniu produções de 23 países.

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Durante todo o mês de novembro, os jovens de Cajazeiras vão receber oficinas gratuitas de graffiti, música e audiovisual. A iniciativa é do “Cajartitude”, projeto contemplado pelo Edital Arte todo Dia – Ano V, da Fundação Gregório de Mattos. As aulas práticas vão acontecer na Escola Municipal Iraci Fraga, em Águas Claras, das 8h às 17h, durante os finais de semana, entre 9 de novembro a 1 de dezembro.

O objetivo é atender jovens do bairro entre 14 e 29 anos a partir de ações que estimulam a produção artística e cultural, com a perspectiva de fomentar a discussão sobre identidade e pertencimento.

“É muito importante a proposta do edital de tentar descentralizar as produções, possibilitando que as periferias possam executar projetos culturais nos próprios bairros”, afirma a produtora audiovisual e uma das idealizadoras da atividade Marise Urbano.

Serão distribuídas cerca de 80 vagas, entre os cursos de música, audiovisual e graffiti. As inscrições seguem até o dia 4 de novembro. Para participar, é necessário realizar a inscrição preenchendo um formulário, através do link: encurtador. com. br/ fMZ08. O resultado será divulgado no dia 6 de novembro, através do @ cajartitude, perfil do projeto no Instagram.

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Se, em 2018, o evento já foi considerado um sucesso, o Natal 2019 em Salvador ganhou mais fôlego e será ainda maior nos pontos a serem iluminados, além de programação cultural que promete encantar muito mais os moradores e turistas. Os detalhes da iniciativa da Prefeitura para o período natalino foram apresentados pelo prefeito ACM Neto e pelo diretor de Iluminação Pública da Secretaria Municipal de Ordem Pública (Semop), Júnior Magalhães, em evento realizado nesta quinta-feira (31), no Espaço Cultural da Barroquinha. 

Ao lado de dirigentes municipais, autoridades e imprensa, o prefeito salientou que o Natal este ano na capital baiana será antecipado – começa no próximo dia 15 e prossegue até o dia 6 de janeiro – e deverá ser o mais bonito de todos os tempos. “Além de muita luz e brilho nos principais bairros e avenidas, vai haver uma rica programação cultural, musical, teatral e artística. Eu diria que, com isso, Salvador se consolida como um grande destino do Natal nesse período de fim de ano”, salientou ACM Neto 

O gestor ainda ressaltou a expectativa de que a iniciativa tenha um impacto positivo na economia da cidade. “Espera-se também que haja um resultado econômico importante porque, nesse período, Salvador começa a entrar na alta estação, no Verão, e a expectativa é de entrar com toda a força, com uma presença maior de turistas, pessoas de todas as partes do Brasil e do mundo na cidade”, completou o prefeito.

Tecnologia – Com investimento total de R$5,2 milhões, a programação natalina terá a tecnologia como a marca da decoração especial preparada pela Prefeitura. Serão 6,2 milhões de microlâmpadas em LED, 500 árvores enroladas, cerca de 750 peças em postes, mais de 600 horas de iluminação e mais de 100 horas de espetáculos e apresentações natalinas em diversos locais da cidade, em especial nos pontos turísticos.

A luz e o brilho natalinos estarão presentes em pontos turísticos como o Farol da Barra, que terá jardim iluminado e letreiros luminosos. No Dique do Tororó, os atrativos serão o corredor estrelado, elementos flutuantes e boulevard de luz. Na Praça Municipal, as fachadas das sedes da Prefeitura e da Câmara Municipal também entrarão no clima natalino. 

Na Cidade Baixa, o Roteiro da Fé envolve peças especiais na Praça Irmã Dulce e Bonfim. Locais como o Terreiro de Jesus, Ribeira e as praças Ana Lúcia Magalhães (Pituba), Imbuí, Largo do Tanque e da Matriz, em Valéria, além de grandes avenidas, a exemplo da Afrânio Peixoto (Suburbana), Mário Leal Ferreira (Bonocô), Vasco da Gama e Oceânica, também receberão peças luminosas. 

“O desafio este ano é fazer um Natal melhor do que o do ano passado, com mais luz, mais tecnologia, descentralizado, levando para áreas que tradicionalmente não ocorriam estas ações. A convicção é de que será feita uma festa bonita tanto para moradores, quanto para as pessoas que vêm visitar a cidade”, salientou Júnior Magalhães.

Campo Grande – O principal local dos festejos – a praça do Campo Grande – terá Vila de Natal com a Casa de Papai Noel, estandes de artesanato e gastronomia, catedral de luz e som e apresentações de corais e teatrais até o dia 6 de janeiro. A inauguração da iluminação será com um grande show, intitulado “A Fábrica de Natal”. Para facilitar o acesso da população aos atrativos, ônibus expressos com ornamentação natalina farão a integração gratuita até a praça. Além disso, uma operação especial vai ordenar o trânsito na região. 

Programação cultural – A programação na cidade contempla show com 300 drones no céu de Salvador, que poderá ser visto em três locais: Campo da Pronaica (Cajazeiras), Farol da Barra e uma outra localidade a ser definida, entre a Cidade Baixa e o Subúrbio, entre os dias 22 de 24 de dezembro. As apresentações de corais terão a participação de alunos de 30 escolas da rede municipal de ensino, de moradores de rua que são assistidos pela Secretaria Municipal de Promoção Social e Combate à Pobreza (Sempre) e da Banda de Música da Guarda Civil Municipal (GCM), dentre outras instituições. 

Além disso, também haverá pocket show de grupo de dança e passeio cicloturístico noturno, com tema natalino. No Centro Histórico, haverá um concerto de Natal eletrônico e a presença do Papai Noel no Pelô. Toda a programação poderá ser acompanhada no site www. natal. salvador. ba. gov. br. 

Árvore ambiental – Além da iluminação e da programação cultural, a cidade também ganhará uma das maiores árvores de Natal do país produzida com garrafas pet. O material para o enfeite natalino, produzido por meio de uma parceria entre a Empresa de Limpeza Urbana (Limpurb) e a Semop, foi arrecadado através de campanha realizada com os servidores municipais.  

População satisfeita – Uma pesquisa de satisfação realizada pela Diretoria de Iluminação a população de Salvador apontou que 77% das pessoas entrevistadas afirmaram que a decoração natalina de 2018 foi a melhor dos últimos tempos. Descobriu-se, também, que os locais mais visitados no mês de dezembro foram o Campo Grande (58,6%), Farol da Barra (27,5%), Dique do Tororó (23%) e Avenida Centenário (13%). 

A avaliação levou em conta 18 espaços públicos que receberam a iluminação e decoração do período. A iluminação, aliás, foi o principal elemento do Natal de 2018, sendo o quesito que mais recebeu votos e elogios da população entrevistada. Outro indicador interessante foi a ida de famílias às praças decoradas com o tema natalino, que representou 71,4% das visitas.

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