Cultura

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A banda Adão Negro escolheu o Festival da Primavera para lançar seu 9º álbum. O grupo, que possui 23 anos de existência e é uma das principais referências locais quando o assunto é reggae, se apresentará neste sábado (28), a partir das 21h, no Largo da Mariquita, Rio Vermelho. Batizado de "Alma Leve", o trabalho reflete o momento de maturidade da banda e conta com 12 canções, sendo 11 inéditas e uma regravação.

“É uma oportunidade muito boa de apresentarmos esse novo álbum no Festival da Primavera, gratuitamente, para o público. O evento mexe com muitos aspectos da cidadania, trazendo o mesmo mote do reggae, que sempre fala de cultura, arte, liberdade e juventude. Então casou bem”, comemora o vocalista e guitarrista Sérgio Nunes, o Serginho.

O "Alma Leve" foi mixado e masterizado no Zeroneutro Studios, em Brasília, que pertence ao cantor Alexandre Carlo, da Banda Natiruts.  “Fomos para um estúdio projetado especificamente para a sonoridade do reggae e que tem toda equipe ambientada a este estilo musical. A escolha dos compositores também é um diferencial. Fizemos parcerias e há canções de Ivete Sangalo e Ramon Cruz, além de Fábio Alcântara, Jau, Mano Góes, Gerson Guimarães. Também fomos no Alto da Santa Cruz para ouvir uma roda de compositores e de lá saíram canções fundamentais para o álbum. O resultado está acima da média”, acrescenta Serginho.

Para o show no Rio Vermelho, o artista garante que o público poderá se divertir não apenas com as canções que serão lançadas, mas com grandes sucessos que marcaram a trajetória da banda ao longo de duas décadas.

Antes de Adão Negro, o Largo da Mariquita receberá os shows da Orquestra Afrosinfônica, às 18h30, e de Larissa Luz, às 19h30. Confira a programação completa do Festival da Primavera acessando o site www. festivaldaprimavera. salvador. ba. gov. br.

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A Orquestra Afrosinfônica, coro de vozes femininas que entoa em iorubá canções que misturam a música clássica erudita com o canto popular africano, realizará um concerto no Festival da Primavera, neste sábado (28), às 18h30, no Largo da Mariquita, no Rio Vermelho. A apresentação aberta ao público inclui o repertório baseado no primeiro trabalho da orquestra intitulado, “Branco”, além de músicas dedicadas à obra do escritor Jorge Amado e canções do segundo álbum, o “Orin" (a língua dos anjos), que será lançado em 2020. O Festival da Primavera é uma ação da Prefeitura, por meio da Empresa de Turismo de Salvador (Saltur), e será encerrado neste domingo (29).

Regida pelo maestro Ubiratan Marques, a orquestra promete surpresas no penúltimo dia do festival. Entre as novidades preparadas para o show, está o arranjo inédito "É doce morrer no mar", parceria de Dorival Caymmi com o amigo Jorge Amado, e a canção "Maracatu do Congo", feita pelo maestro Mateus Aleluia e que está sendo gravada para o segundo álbum. “Faremos uma homenagem a Jorge Amado e temos algumas músicas do trabalho de 2015 e também do segundo que será lançado ano que vem”, diz o maestro.

Animado com a participação da orquestra, ele faz questão de destacar que a música da Afrosinfônica resgata as origens da cultura baiana. “Muito bom poder apresentar nosso trabalho que representa claramente o que a Bahia é”, frisa o maestro.  Segundo Marques, a diversidade musical, cultural e gastronômica do Festival da Primavera é o grande diferencial do evento.

“Venho acompanhando essa iniciativa há muitos anos. É certo que movimenta muito a capital baiana. São inúmeras possibilidades que dialogam. A programação contempla gastronomia, música, esporte, são várias linguagens dialogando. Plantão já dizia que a música expande a mente e a alma. Já o esporte é como libertação e exploração do corpo físico. São dois caminhos para elevação do ser humano. Temos tudo isso no Festival”, salienta.

Como tudo começou - Após passar dez anos em São Paulo desenvolvendo trabalhos musicais em importantes projetos como no Instituto Tom Jobim, o maestro Ubiratan Marques retornou à Salvador,em 2008 com o sonho de criar uma orquestra que fugisse ao padrão europeu e, ao mesmo tempo, tivesse uma forte singularidade. Assim surgiu a Orquestra Afrosinfônica, unindo fortemente continentes, na musicalidade da África, do Brasil e da América do Norte, com muita  MPB, som afro-baiano e Jazz.

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Com intuito de levar muita alegria e diversão em sua 14ª edição, o projeto Rock na Rua, idealizado pelo Clube dos Bons Sons (CBS), promove quatros horas de muito som neste sábado (28), das 17h às 21h, no Palco Toca Raul, localizado no Rio Vermelho (próximo ao Teatro Sesi). Na ocasião, se apresentam as bandas Rocket, Reis Bulldog e Guerra Fria. Cada uma vai tocar por cerca de uma hora. O evento integra a programação do Festival da Primavera e é gratuito.
 
“A Prefeitura e a FGM nos apoia, cedendo o espaço e a energia elétrica, e é muito importante porque a gente dá oportunidade às bandas de promover os seus trabalhos, e no momento que elas se apresentam, gratuitamente. Ali, elas têm os olheiros, as menções nas redes sociais. A gente tira fotos e filma. Então, é uma oportunidade para que as bandas apareçam e digam ‘eu existo’. E quem não quer estar no palco com um grande público, não é? É uma grande oportunidade”, disse o economista e gestor do CBS, Weber Guimarães Fogagnoli, de 51 anos.
 
Após a apresentação dos três grupos, a organização vai realizar a JAM Session, onde o público terá a oportunidade de subir ao palco e se apresentar ao lado das bandas. “No final da terceira apresentação, a gente convida os músicos que estão na plateia a subir ao palco e se misturar com o pessoal da banda, para fazer uma JAM Session. Vamos supor que você seja um cantor ou uma cantora, então, caso queira, pode subir no palco para cantar uma música de sua escolha. Daí, a banda toca a música, mesmo que no improviso”, explica Weber Fogagnoli.

Expectativa - Vocalista da banda Guerra Fria, Tony Lopes afirma que a expectativa para se apresentar no Festival da Primavera é grande, principalmente por conta do retorno do grupo aos palcos. “A expectativa é grande, ainda mais por nos apresentar em um lugar tão importante para a cena alternativa de Salvador como é o Rio Vermelho. Um lugar onde as pessoas estão sempre circulando, um espaço fortalecido com o festival e que sempre traz novas energias para todo mundo. Estamos muito orgulhosos”.

Criada nos anos 1980, a banda ficou afastada por um longo período e o show marca o retorno ao cenário musical baiano com uma nova formação que agrega gerações diferentes. Analisando esta edição do Festival da Primavera, o cantor destacou que a iniciativa da Prefeitura tem sido muito positiva e tem rendido bons frutos para a capital baiana.  

“Diversificar os estilos musicais e os lugares das apresentações, ter uma multiplicidade de lugares atuando de forma importante, é ótimo. Levar as apresentações para locais que nem sempre são contemplados com isso e que são muito bonitos e importantes para nossa vida nos permite uma gama de possibilidades tanto para o público quanto para o artista”, destaca Tony Lopes.

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Das sacadas do prédio histórico que sedia a Casa do Benin, no Centro Histórico, os atores já anunciavam, na manhã desta quinta-feira (26), o início do espetáculo que mistura poesia, memória e dramatização. O "Poeseu - Quando a Poesia Invade o Museu", como o próprio nome diz, adentrou as portas do espaço, gerido pela Fundação Gregório de Mattos (FGM), e executou encenações em diversos locais. A atividade integra a programação do Festival da Primavera deste ano, e é uma produção da companhia teatral "Os Insênicos", formada por pessoas com transtornos mentais.

No repertório do espetáculo estão, além de poemas de autores e autoras consagrados, a exemplo de Vinícius de Moraes e Carlos Drummond de Andrade, músicas do cancioneiro popular brasileiro como "Será", da banda Legião Urbana, e "A Morte do Vaqueiro", de Luiz Gonzaga.

Para a diretora do espetáculo, Renata Berenstein, essa é uma oportunidade de dialogar com o público, com o equipamento e com a estação do ano. "A ideia é trazer o público para conhecer essa casa. Para isso, montamos um sarau e convidamos as pessoas para percorrer diferentes espaços, ouvindo poesias e músicas", disse. "A gente pegou o mote da poesia para brincar com essa coisa da primavera, como uma linguagem para expressar esse momento de renovação", completou Renata Berenstein.

Essa é a primeira vez que o grupo faz uma encenação aberta. Os Insênicos têm quase uma década de existência e é residente da Casa do Benin há dois anos. A iniciativa de usar o museu como "palco", segundo Renata Berenstein, partiu do desejo de mostrar que espaços de memória podem ter outros usos.

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As noites do Teatro Gregório de Mattos, localizado no Centro de Salvador, não serão as mesmas com os dois espetáculos que o espaço receberá nos próximos dias. Nesta quarta (25) e quinta (26), o público poderá curtir a peça "Desmontando Cassandra", enquanto que na sexta (27) estará em cartaz o "Teatro La Independencia". As duas atrações começarão sempre às 19h e fazem parte do Festival Internacional Latino Americano de Teatro da Bahia (Filte), que também integra a programação do Festival da Primavera.

Resultado do projeto de pesquisa da atriz e pesquisadora Dinah Pereira, em um trabalho de adaptação da novela de Christa Wolf, "Desmontando Cassandra" é um espetáculo teatral contado por mulheres e sobre mulheres. O texto conta a história da personagem da mitologia grega, Cassandra, que possui o dom da premonição e prevê a invasão de Troia. Mas nada disso adianta, pois, ao ser desacreditada, a personagem vê sua cidade ser destruída.

Estruturado narrativamente através de flashbacks, o espetáculo aborda o que foi a vida de Cassandra e o seu destino. Baseado no texto de Christa Wolf, escritora sobrevivente da Segunda Guerra Mundial, a peça apresenta uma versão da história de Troia com nuances muito diferentes das narrativas de Homero e Eurípedes.  

Na narrativa, Cassandra, em presença de outras mulheres, conta sua história e suas memórias, em que os heróis gregos aparecem majoritariamente como seres brutais e gananciosos.

Latino-americano - Já a peça "Teatro La Independencia" discute o que é ser latino-americano. A sinopse conta a história de um grupo de artistas que reside no La Independencia, teatro que está sendo vendido para um empreendimento. Aos artistas só restam a possibilidade de abandonar o espaço ou permitir serem relocados para outro.

Com texto de Paulo Atto e direção de Luis Alonso, o espetáculo passeia entre fatos da América Latina e momentos de total ficção que, através do elenco, fazem pontes poéticas com a realidade e os costumes do povo.

Os ingressos para assistir às peças teatrais custam R$ 20 e R$ 10 e estão à venda nas bilheterias do Teatro Gregório de Mattos e no site Sympla.

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O Espaço Cultural da Barroquinha, no Centro, recebe nesta terça (24) e quarta (25), sempre às 19h, o espetáculo “Quando o Coração Transborda”. Com mais de 100 apresentações em todas as regiões do país, a peça estreou em 2015 com grande sucesso e chega pela primeira a Salvador por meio do Festival Internacional Latino Americano de Teatro da Bahia (Filte), que também integra a programação do Festival da Primavera.

Encenado pela atriz Maíra Oliveira, o monólogo é resultado de um novo olhar sobre o trabalho do Esquadrão da Vida, grupo criado há 39 anos por Ary Pára-Raios, pai da artista, considerado pioneiro na abordagem de temas como o resgate e a valorização da cultura popular.

"Quando o Coração Transborda" é uma peça intimista, criada para ser representada com músicas executadas pela própria Maíra, que toca e canta em cena num grande encontro informal com a plateia. O público acompanhará um emaranhado de histórias e depoimentos que, juntos, compõem uma análise poética sobre a escolha profissional como artista.

O trabalho partiu da investigação de textos, memórias, cartas, músicas, poemas e imagens que fazem parte da trajetória do Esquadrão da Vida, da atriz e de seu pai. Com classificação de 16 anos, o espetáculo possui 90 minutos de duração e os ingressos custam R$ 20 a inteira. As entradas podem ser adquiridas no site Sympla.com e nas bilheterias do espaço.

“A peça é uma convocação para celebração à vida. Levaremos o público a repercutir e repensar sobre a vivência nesse mundo, trazendo também uma grande reflexão sobre arte e teatro”, conta Maíra.

 

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Com programação até próximo domingo (29), o Festival da Primavera conta ainda mais de 30 atrações ao longo da semana. O evento, que acontece por toda a cidade, começou no último dia 14 e conta com música, feiras, gastronomia, esporte e atividades de lazer. 

O Teatro Gregório de Mattos, na Praça Castro Alves, no Centro, recebe hoje (23) e amanhã (24), às 19h, as atrizes Naomi Silman e Yael Karavan que apresentam o espetáculo “Pupik-Fuga em 2 e Lume". 

Ainda nesta terça-feira (24), serão encenados os espetáculos: “O Trago”e o “O Risco”, a partir das 18h. Nesta terça (24) e quarta (25), é a vez da peça "Desmontando Cassandra", adaptação do livro de Christa Wolf, às 19h. E, para finalizar as apresentações no mesmo espaço, o "Teatro La Independência" sobe ao palco na sexta-feira (27), às 19h.

Barroquinha - Nesta terça-feira (24), a partir das 18h, o Espaço Cultural da Barroquinha, na Rua do Couro, promove os espetáculos: “Aceso do Arraial” e “Aterro”. Neste mesmo dia e também na quarta (25), com textos, músicas, cartas e lembranças, a apresentação “Quando o Coração Transborda” envolve o público a partir das 19h. Já nos dias 26 e 27, acontecerá a apresentação da peça “Travessia do Grão Profundo”, às 19h. E nos dias 28 e 29, o espetáculo “Das Coisas Dessa Vida…”, às 17h.

A Casa do Benin recebe, na quinta-feira (26), das 10h às 12h, o espetáculo: "Poeseu - Quando a Poesia Invade o Museu". Na sexta-feira (27), das 18h às 21h, a peça “Em Família” será apresentada no Espaço Cultural Boca de Brasa, no Subúrbio 360.

Outras atrações - No sábado (28), a cidade estará recheada de atrações para os mais diversos públicos. Às 7h, no Porto da Barra, acontece o Barra Paddle Sup Race. No Palco Toca Raul, no Rio Vermelho, o Rock na Rua agita a galera das 17h às 21h. Bem perto, no Largo da Mariquita, também no Rio Vermelho, a Orquestra Afrosinfônica se apresenta às 18h30. O pop contemporâneo terá continuidade com Larissa Luz, às 19h30. Por fim, às 21h, será a vez do reggae do Adão Negro.

No Porto Salvador Eventos, na Avenida da França, o arrasta-pé fica por conta do Forró do Tico, às 19h e, logo em seguida, às 20h30, o sertanejo toma conta do ritmo com a apresentação de Danniel Vieira. Na Praça da Inglaterra, das 12h às 22h, os soteropolitanos poderão desfrutar da Feira Criativa. Às 16h, no espaço musical, a criançada se diverte Lore Improta. Às 17h, tem o São João fora de época com o Kimimo do Forró e, encerrando o sábado, a apresentação da dupla Juan e Ravena, a partir das 18h. 

No domingo (29), último dia do festival, será realizado o Encontro Cicloturístico da Primavera, com saída do Comércio, às 8h. O Turisbike terá a largada às 9h e às 11h,  no Centro Histórico. Também às 11h, o projeto Mudei de Nome comanda a já tradicional Volta no no Dique do Tororó. 

Ainda no domingo, a Feira Criativa permanece na Praça da Inglaterra, das 10h às 22h. A partir das 16h, é a vez do DJ Alexandre Processo se apresentar com o Processman, além do Restgate Blue, Zuhri, Skanibais e Duda Diamba e o Samba do Pretinho. 

Mais informações sobre a programação do Festival da Primavera pode ser conferida no site www. festivaldaprimavera. salvador. ba. gov. br.

 

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Com uma vertente musical alternativa, a banda Diamba, uma das mais tradicionais do reggae soteropolitano, se apresenta no Festival da Primavera neste sábado (21), às 20h30, na Praça da Inglaterra, no Comércio. O grupo é destaque nos principais palcos de música independente do país desde seu lançamento, há cerca de duas décadas.

Para o vocalista Duda Sepúlveda, será uma oportunidade ímpar para soteropolitanos, baianos e turistas desfrutarem da chegada da estação mais florida do ano em um ambiente tão simbólico para a cidade e atrativo por suas belezas arquitetônicas e paisagísticas.

“Estar nessa grande festa é um prazer. Preparamos um show super especial e queremos todos no Comércio. O local é uma área belíssima, que muita gente, mesmo morando em Salvador, não conhece o visual, não conhece a noite e nem mesmo o pôr do sol que tem ali. Por isso quero todo mundo nesse show”, declarou.

Para apresentação, o público pode esperar um repertório variado, cheio de recordações da trajetória da banda, repleta de sucessos como “Eu piro quando você passa”, “Brilhar”, “Penso no amor que vem” e “Moreninha”.

A programação completa do Festival da Primavera, que ocorre em diversos bairros de Salvador, pode ser conferida no site www. festivaldaprimavera. salvador. ba. gov. br.

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O estilo black music da Rumpilezz é uma das atrações deste domingo (22) do Festival da Primavera, no Comércio. Com um repertório do disco “Maria Fumaça” da Banda Black Rio, sucesso nos anos 1970, o grupo de música popular instrumental se apresenta no palco do Porto Salvador (Avenida da França), às 19h.

Após 16 anos tocando em várias partes do Brasil, o maestro, compositor e arranjador musical Leitieres Leite considera o show que irá apresentar no festival como o mais desafiador. “Sempre tocamos com muita percussão. Mas, pela primeira vez, a Rumpilezz vai colocar no palco para tocar com a gente um guitarrista, um baixista e um baterista. É um show que a gente acredita que vai mostrar mais uma faceta da orquestra”, contou. Além da novidade na apresentação, Leite promete presentear o público com a participação surpresa de um grande artista.

Segundo o maestro, o Festival da Primavera é um evento favorável na estação e benéfico para economia da cidade. “Salvador é a maior referência musical brasileira. Nada mais importante que, na mudança de estação, a gente venha a contemplar com música. Acho esse projeto extremamente oportuno. Logo depois da primavera, vem chegando o verão, e a música está sempre presente. Ela passa ser o carro chefe da maioria das manifestações artísticas de Salvador. Ela alavanca o turismo e o entretenimento de cidade. Um festival como esse vem emoldurar uma verdade absoluta, que é a presença da música dentro do panorama cultural de Salvador”, declarou.

Ansioso com a apresentação no Porto, Leitieres acredita que é preciso incentivar o soteropolitano a frequentar e valorizar o Centro Histórico de sua cidade. “É preciso reestruturar, colocar o Centro de Salvador como uma referência não só cultural, mas também histórica. A história da Bahia e do Brasil também se passa nesse lugar. O projeto #vemprocentro é oportuno, ele leva o público a ocupar esse lugar”, afirmou o artista.

Ele informou que, até o final do ano, a orquestra Rumpilezz lança o vinil “Coisas”, com canções gravadas em 1965 no primeiro álbum do maestro pernambucano Moacir Santos.

Programação - A sétima edição do Festival da Primavera vai até o dia 29 de setembro, com atrações culturais, lazer e entretenimento gratuito para todas as idades. Confira a programação em vários pontos da cidade pelo site: festivaldaprimavera.salvador.ba.gov.br.

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