Cultura

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Entrando no clima do Festival da Primavera, que acontecerá do dia 14 a 29 deste mês, a Fundação Gregório de Mattos (FGM) montou uma programação cultural especial para receber a estação das flores, com atividades de teatro, música, poesia, ações de educação patrimonial, literatura, oficinas e muito mais. As atrações ocorrerão em diversos espaços do Centro da cidade e do Boca de Brasa.

O Espaço Cultural da Barroquinha recebe, no dia 17, mais uma edição de "Patrimônio É…", roda de conversa mensal sobre patrimônio cultural. O evento acontecerá às 18h, com o tema "Subúrbio Ferroviário: memória e cultura". Já no dia 18, a partir das 14h, acontece o "Seminário Pedra de Xangô: centro de convergência religiosa, cultural e política da cidade de Salvador", e no mesmo dia, às 17h, será feito o lançamento do livro "Pedra de Xangô", da autora Maria Alice Pereira da Silva.

Nos dias 19 a 22, o Espaço Cultural da Barroquinha será palco do espetáculo "Pele negra e máscaras brancas", às 19h. A entrada custa R$ 30 (inteira) e R$ 15 (meia).

De 21 a 29, o Festival Internacional Latino Americano de Teatro da Bahia (Filte) será integrado à programação, com performances locais, nacionais e internacionais - a programação pode ser acessada no site do próprio festival internacional.

No dia 24, a partir das 18h, acontecerão os espetáculos "Aceso do arraial" e "Aterro". Nos dias 24 e 25, às 19h, o público poderá prestigiar "Quando o coração transborda". Já nos dias 26 e 27, será apresentada a peça "Travessia do grão profundo", também às 19h. Duas sessões do espetáculo"Das coisas boas da vida" ocorrerão nos dias 28 e 29, às 17h.

Teatro Gregório - O Teatro Gregório de Mattos (TGM) recebe nos dias 20, 21 e 22, sempre às 18h, a peça "Em família", um dos mais aplaudidos e elogiados espetáculos do teatro baiano. A apresentação mostra de forma emocionante e divertida os problemas de uma família típica brasileira que tem os pais despejados da casa onde moram por não terem condições financeiras para mantê-la. Os ingressos custam R$ 30 (inteira) e R$ 15 (meia).

O Filte no TGM promove diversos espetáculos, como "Pupik-Fuga em 2 e LUME", dias 23 e 24, às 19h; "O Trago e risco" (24), às 18h; além do "Desmontando Cassandra" (25 e 26), às 19h; e do "Teatro la independência" (28 e 29), no mesmo horário.

Benin - Dia 26, das 10h às 12h, a Casa do Benin receberá o espetáculo "Poeseu - quando a poesia invade o museu". A proposta é que o público adentre ao espaço e conheça seus cantos e encantos cobertos de palavras e poesia, num percurso poético e musical, cheio de humor, guiado pela trupe de atores que há dois anos tem residência dentro do museu. Neste projeto, a poesia toma corpo de diferentes formas, abrindo espaço para que a plateia também crie, recite e cante reconhecendo o museu como um espaço de memória, mas também de criação.

Boca de Brasa - O Espaço Cultural Boca de Brasa do Subúrbio 360 receberá, no dia 20, às 19h, a Batalha de Standup. Dias 23, 24 e 25, sempre das 8h às 12h e das 13h às 17h, acontecerão os Jogos de Primavera; e no dia 24, das 8h às 21h, o público poderá participar do Encontro de Artes Marciais.

O Boca de Brasa do Centro de Artes e Esportes Unificados (CEU) de Valéria entra na programação com as oficinas gratuitas, no dia 17, das 9h às 21h. No dia 15, às 17h, acontecerá no local mais uma edição do Palco Aberto, enquanto que no dia 21 o público poderá se divertir com a Batalha de Stand Up, às 19h.

Para apresentar a história de Salvador a partir dos monumentos aos estudantes de escolas municipais, o Circuito #Reconectar promove um passeio histórico cultural no Centro da cidade e na Barra. O Palco Toca Raul recebe, nos dias 14 e 28, o Rock na Rua, das 17h às 21h. Já nos dias 20, 21 e 22, das 15h às 22h, acontece a Feira Rio com música, artesanato e gastronomia.

 

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A peça "Em Família", nona montagem da companhia de teatro Os Argonautas, está de volta em cartaz no palco do Teatro Gregório de Mattos nesta sexta-feira (6). Indicado ao Prêmio Braskem de Teatro na categoria melhor espetáculo, ela retrata de forma emocionante e divertida os problemas de uma família típica brasileira que tem os pais despejados da casa onde moram por não terem condições financeiras para mantê-la. As apresentações acontecem até o próximo dia 22 de setembro, sempre às sextas, às 19h, e aos sábados e domingos, às 18h.

"Em Família" tem direção de Marcelo Flores e texto de Oduvaldo Vianna Filho. Com leveza, humor e poesia o texto expõe o problema da velhice e da crise econômica, ao denunciar encenar as dificuldades de se viver em uma sociedade que marginaliza os mais velhos. No elenco do espetáculo estão nomes como Harildo Deda, Joana Schnitman, Alethea Novaes, Gil Teixeira, Marcelo Praddo, Márcia Andrade, Socorro de Maria, Zeca de Abreu, Vivianne Laert, Valéria Fonseca e Widoto Áquila.

Para o ator Harildo Deda, essa “é uma peça importantíssima para a dramaturgia nacional, pois trata de um assunto que nem sempre é abordado no teatro: a velhice. Aliás, eu prefiro dizer velhice do que melhor idade. É preciso estar atento a como o Brasil trata os seus velhos”.

A narrativa se passa nos anos 1970 e para que a obra se aproxime desse período da história, a escolha da cenografia, figurino e trilha sonora foram essenciais. Para o diretor Marcelo Flores, “esse é um dos textos mais belos e carregados de afeto de Vianinha [apelido do autor], tendo como pano de fundo o cenário político brasileiro do começo dos anos 70 que tem muita correspondência com o Brasil atual".

"Começamos a estudar Vianinha no Clube da Cena, que é o grupo de estudos da nossa companhia, Os Argonautas, e o que nos mantém ativos e em permanente exercício. Fiquei encantado com a obra dele. Depois disso, Harildo Deda me propôs realizarmos a montagem do 'Em Família'. Então, a motivação do espetáculo está na junção entre o valor do texto desse importante autor e o convite proposto por Harildo”, completou.

Os ingressos custam R$ 30, o valor da inteira, e R$ 15, a meia-entrada.

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A Prefeitura, através da Secretaria Municipal de Cultura e Turismo (Secult), lançou nesta sexta-feira (30) o filme “Salvador, cidade que inspira”. A obra audiovisual propõe um roteiro cheio de arte e decoração pela capital baiana, ao trazer a cidade através do olhar da arquitetura, desde o Barroco ao Contemporâneo, além de dar dicas para que os soteropolitanos possam agregar a historicidade da capital baiana dentro de suas próprias casas.

No filme, que foi publicado no canal oficial de turismo da cidade no Instagram (@ visitsalvadordabahia), as belezas arquitetônicas e artísticas históricas da primeira capital do Brasil são discutidas pelas publicitárias Ive Deonísio e Luriana Moraes, integrantes do projeto “Se Essa Rua Fosse Minha”, que conta histórias enquanto visita diversos lugares de Salvador. Também participa do vídeo a designer de interiores Nathália Velame, integrante da mostra Casas Conceito.

Um dos locais no roteiro é a Bahia Marina, onde acontece a segunda edição da mostra de arquitetura e decoração, Casas Conceito, que reúne mais de 40 arquitetos. O tema deste ano é A (mar) e apresenta 29 ambientes à beira-mar da Baía de Todos-os-Santos. O evento vai até o dia 29 de setembro.

“Salvador possui ícones históricos na sua arquitetura, que despertam a atenção de visitantes. Buscamos valorizar ainda mais esse interesse, associando a nossa criatividade e as peças de decoração, artes e design, que compõem a identidade de Salvador”, afirmou o secretário da Secult, Cláudio Tinoco.

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O Circuito #Reconectar volta em ação neste mês de agosto, promovendo novos passeios históricos para alunos de escolas da rede municipal de ensino nesta quarta (28) e quinta-feira (29). A iniciativa, promovida pela Prefeitura por meio da Fundação Gregório de Mattos (FGM), proporciona aos jovens a chance de “voltar” ao passado da cidade, com a história sendo contada a partir dos monumentos com as placas de QR Code.

Na quarta-feira (28), os alunos da Escola Municipal Alexandre Leal Costa, localizada em Nazaré, percorrerão o Circuito 1: Vila Primitiva, que vai do Forte São Diogo ao Morro do Cristo. No dia seguinte, é a vez dos estudantes da Escola Municipal Suzana Imbassay, no Barbalho, percorrerem o Circuito 2: Centro Histórico, trecho entre as praças da Sé e Castro Alves.

As atividades acontecem nos dois turnos: matutino, das 7h30 às 11h30, e vespertino, das 13h30 às 17h. Além das visitas guiadas em parceria com a Pheregrinos Culturais, os estudantes também contam com um serviço de ônibus para o transporte escola-visita-escola, com estrutura de ar condicionado e sanitário.

Estímulo à história – O Circuito #Reconectar tem como objetivo estimular o interesse de estudantes, moradores e visitantes acerca dos símbolos que dão identidade e fazem parte de memória histórica da capital baiana. A iniciativa possibilita o acesso e divulgação de informações sobre os monumentos públicos da cidade, além de promover a construção de valores e pertencimento a essas obras e diminuir atos de vandalismo.

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Com o objetivo de resgatar estórias tradicionais da cultura brasileira, os alunos da Escola Municipal Saturnino Cabral, em Alto do Cruzeiro, participaram de um momento especial em alusão ao Dia do Folclore, comemorado nesta quinta-feira (22). Cerca de 250 estudantes entre 4 e 9 anos dos turnos matutino e vespertino desenvolveram as atividades de dança, teatro e música em conjunto com gestores e professores.

"O folclore para gente é mais do que um evento especial, é um resgate. Se a gente não tomar esse cuidado de mostrar às crianças quais eram as brincadeiras e cantigas de antigamente, isso vai se perder", avaliou a diretora da instituição Jaciara Nogueira dos Santos Araújo, de 51 anos.

As atividades começaram a ser desenvolvidas desde o início deste mês pelos gestores e professores. Dentro da proposta, os alunos foram provocados a realizarem pesquisas e atividades em sala de aula voltadas ao tema. Na ocasião, foram apresentados o musical "A linda Rosa juvenil" e “O sítio do pica-pau amarelo”, cantigas de roda, samba de roda, boi bumbá, exposição e encenação da Lenda da Iara. Para dar vida às apresentações, os pequenos estavam caracterizados com os respectivos personagens.

Aluna do 4º ano, Ana Beatriz Lima Gomes, 9 anos, se preparou para apresentar com a turma uma poesia e, logo em seguida, uma dança. “Na minha antiga escola eu nunca tive essa oportunidade e eu só tenho a agradecer. Eu gostei muito de aprender sobre as lendas. A minha favorita é a do Curupira”, disse.

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“Sem luz não há fotografia e sem amor não tem uma boa fotografia.” Se existe um segredo para uma fotografia de excelência, o fotojornalista Valter Lessa julga que, sem sombras de dúvidas, é esse. Em alusão ao Dia Mundial da Fotografia, celebrado em 19 de agosto, Lessa contou as próprias histórias enquanto profissional da área e compartilhou a sua visão sobre a cidade de Salvador e seus encantos.

Aos 87 anos de idade e 60 anos de profissão, lembra sem muito esforço das experiências no ramo da comunicação e como a capital baiana se desenvolveu ao longo do tempo. No acervo pessoal com 108 mil fotografias catalogadas durante toda a vida profissional, há diversos registros da cidade antes e depois da virada do século XXI. Estão eternizados, ali, locais como o Farol de Itapuã, a Lagoa do Abaeté e o Largo do Rio Vermelho, que se destacam pelas grandes modificações sofridas no decorrer do tempo. As fotos – todas áreas – foram feitas com a câmera fotográfica Rolleiflex.

Lessa acredita que o principal é não se apegar aos destinos turísticos, por isso pontos menos conhecidos também não escaparam o olhar do repórter fotográfico. Ele crê que a capital baiana é dona de paisagens incríveis e extraordinárias e, por isso, o melhor é explorar essa característica. “Quando eu chego em qualquer lugar, eu pego um táxi e saio por aí. A gente não pode ficar preso ao Elevador Lacerda ou Pelourinho, por exemplo”, comentou.

Livro – A ciclovia do Jardim dos Namorados, praças e avenidas são algumas das imagens registradas por ele e que fogem da rota turística da cidade, todas elas com o esplendor da iluminação noturna – fruto da paixão pela “noite e boemia”. Para uma foto noturna de sucesso, ele compartilha uma técnica. “Você só dispõe de nove minutos para fazer fotos noturnas. É quando está terminando os raios solares e vem a luz artificial”, explicou. Para os iniciantes, ele não faz rodeios e reitera: “o segredo é luz e amor”.

Autor de algumas obras literárias, ele pretende lançar mais um livro sobre a capital baiana. "Eu amo Salvador em todos os aspectos, tanto que estou escrevendo um livro, 'Salvador à noite'. São fotografias que englobam dos Alagados ao Palácio, indistintamente. Eu já fiz mais de 8 mil fotos e ainda não atingi o coeficiente, só estou ainda com 85% da cidade. Dentro de mais uns seis ou oito meses, eu concluo esse trabalho", revelou.

Perfil – Nascido em Itapipoca, no Ceará, José Valter de Lessa veio aos 17 anos para Jequié, no sudoeste da Bahia. Na ocasião, havia sido transferido da 2ª Divisão de Construção do Departamento Nacional de Estradas de Ferro (Dnef), onde trabalhou como auxiliar de desenhista. Com 19 anos, ganhou uma máquina fotográfica Ciroflex, e foi então que descobriu a paixão pela fotografia.

Aos 19, veio para a Salvador para trabalhar no estúdio do famoso fotógrafo Leão Rozemberg e, desde então, não parou mais de fotografar. Passou por veículos como os jornais A Tarde (BA) e O Povo (CE), além de correspondente da revista Manchete. Trabalhou no Departamento de Estradas de Rodagem, por onde ficou durante 35 anos.

Foi um dos pioneiros a fazer fotos aéreas para jornais e a utilizar lentes teleobjetivas e grande angular no jornalismo local. Além disso, foi um dos primeiros fotógrafos a mostrar a Bahia no exterior, em uma reportagem da revista tcheca Svet Vobrazech, na década de 1960.

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Quem compareceu à Casa do Benin na tarde desta sexta-feira (9) apreciou uma mistura de sabores inspirada na história e cultura africanas. A oficina etnogastronômica reuniu alunos com os mais diversos níveis de experiência em culinária, e foi ministrada pela chef Angélica Moreira. O evento fez parte da programação da Festa Literária Internacional do Pelourinho (Flipelô). 

Aproximadamente 15 pessoas participaram da oficina e produziram três entradas: bolsinha de Madagascar, salada criativa e caldinho de isú, feito da raiz conhecida por aqui como inhame. De acordo com Angélica, a proposta dos pratos é usar alimentos que temos fácil acesso, mas proporcionar uma nova roupagem além de combinar gostos que normalmente são pensamos em agregar.

“Eu costumo dizer que tenho sorte. Quando a pessoa se predispõe a me fazer participar de uma experiência como essa já vem com motivação, com vontade de fazer. Eu não trabalho com receita, trabalho com a etnomatemática que nós negros temos dentro de nós. Então aqui não seguimos medidas. E é isso que tento passar para os alunos que participam da oficina porque cada um tem seu sabor e seu tempero. Eu dou a ideia e cada um vai desenvolvendo”, detalhou. 
 
Na bolsinha de Madagascar, por exemplo, ela usou a massa de pastel para fazer a trouxinha com recheio de frango para servir com um molho de tomate caprichado com pimenta dedo de moça e outras especiarias. Já no caldo de isú, a chef colocou os alunos para bater o inhame com pimenta e gengibre e levar ao fogo com leite de coco e outros ingredientes. Para servir, um ovo de codorna foi adicionado com cheiro verde para dar ainda mais sabor. 

As salas que seguiram a proposta da criatividade misturaram alimentos do nosso cotidiano como couve, rabanete, pepino, cenoura, cebolinha e ricota, mas com formatos e apresentação fora do usual. Para arrematar, um molho diferente com azeite, vinagre, cenoura, ricota, hortelã e pimenta dedo de moça deram o toque que os vegetais precisavam. 

Para a bibliotecária Daniele Brito, que mora em Seabra, compartilhar a experiência de produzir alimentos de forma coletiva foi única. “Amei participar da oficina. Tudo é um aprendizado. São termos que a gente desconhece, mas são alimentos conhecidos. E o tempero e as misturas fazem a gente pensar de uma forma diferente”, pontuou. 

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Depois do sucesso de Sonho de Uma Noite de Verão na Bahia, a Prefeitura, através da Fundação Gregório de Mattos (FGM), abre inscrições nesta sexta-feira (9) para o Fábrica de Musicais – Ano II. Os interessados podem se inscrever até 24 de setembro deste ano, por meio do link www. fabricademusicais. salvador. ba. gov. br, onde também está disponível o edital completo.

A iniciativa tem como objetivo traduzir a miscigenada identidade cultural soteropolitana e valorizar as vertentes cênico-musicais enraizadas na cultura de Salvador. Será selecionado um projeto cultural para formação de um Núcleo de Produção de Teatro Musical no Teatro Gregório de Mattos (TGM).

A proposta escolhida terá dez meses consecutivos para a realização de atividades culturais formativas e montagem de um espetáculo teatral musical no TGM. A temporada de apresentações deve compreender os meses de julho a outubro de 2020. O aporte financeiro é de R$ 600 mil.

O Fábrica de Musicais – Ano II visa contribuir para a profissionalização e fortalecimento desta linguagem artística, pouco explorada na capital baiana, que une primordialmente música, teatro e dança. É promovido um intercâmbio entre profissionais com formação e expertise nas áreas de criação e produção de espetáculos teatrais musicais, em nível nacional e local, para que esses conhecimentos cheguem até a cidade, além de atividades formativas realizadas nas salas multiuso do Espaço Boca de Brasa – Centro.

Primeiro espetáculo – A primeira edição do Fábrica de Musicais contemplou a proposta do grupo Coletivo 4, que resultou no espetáculo Sonho de Uma Noite de Verão em Salvador, com direção de João Falcão, dos premiados Gonzagão – A Lenda e “Gabriela – Um Musical de Jorge Amado”.

A comédia musical teve seis meses de preparação dentre palestras, mesas redondas e ensaios, que reuniu 700 pessoas interessadas. As apresentações foram realizadas nos meses de março e abril, dentro da programação do aniversário de 470 anos de Salvador.

 

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Estão abertas as inscrições gratuitas para aulas de dança e oficinas de pintura no Centro de Artes e Esportes Unificados (CEU) de Valéria, localizado na Rua B, em Nova Brasília de Valéria. Para participar, é necessário ter no mínimo 14 anos e os interessados devem se dirigir ao local munido da cópia do RG, CPF e comprovante de residência. Para os menores de 18 anos, é necessário também o atestado de frequência escolar, juntamente com a documentação do responsável.

As turmas serão formadas por até 30 alunos. Os interessados nas aulas de dança poderão escolher entre forró, dança de salão, samba, dança afro, zumba e outros ritmos. As atividades serão ministradas por professores da própria comunidade, às terças e quintas-feiras, das 17h às 21h, e aos sábados, das 9h às 12h. 

Com duração de três meses, as oficinas de pintura Mag Art's serão ministradas por Magneci de Jesus. As aulas acontecem às terças e quintas-feiras, das 13h30 às 17h, e dará direito a certificado com carga horária de 40 horas.

O CEU Valéria funciona de segunda a sexta-feira, das 8h às 21h, e aos sábados, das 9h às 13h. Dúvidas podem ser esclarecidas pelo telefone (71) 99972-7587.

 

 

 

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