Cultura

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Todas as quintas, às 19h, a literatura ganha espaço no Teatro Gregório de Mattos, com as Quintas Gregorianas. A ação integra a programação de GREGÓRIOS, exposição interativa sobre vida e obra de Gregório de Mattos, figura emblemática, crítica e muito à frente do seu tempo. Na mostra, além do cenário seiscentista pareado com a alta tecnologia da modernidade que narra a trajetória do poeta, foi destinado um espaço com um tablado para encontros, saraus, declamações, lançamento de livros, rodas de conversa, entre outras iniciativas.

Abrindo a primeira temporada, no próximo dia 18, acontece a roda de conversa "Quantos Gregórios?", um bate papo descontraído sobre as diferentes facetas do poeta Gregório de Mattos, sua vida e obra a partir das pesquisas realizadas para construção dos trabalhos artísticos: a exposição GREGÓRIOS e o espetáculo Boca a Boca. Os convidados serão Raul Moreira, jornalista e cineasta, responsável pela pesquisa e textos da exposição; Carla Zollinger, arquiteta e Urbanista, que assina a curadoria e o projeto expográfico; e do dramaturgo e encenador João Sanches, responsável pelo roteiro do espetáculo Boca a Boca – Um solo para Gregório, com o ator Ricardo Bittencourt.

Dia 25 será a vez do poeta James Martins comandar os encontros Pós Lida, promovendo um recital de poesia e literatura baseado na obra do Boca do Inferno: Samba-reggae Gregoriano de Mattos (o sistema é fruto). Já no dia 1º de fevereiro, a música comanda o palco com Oco do Átomo em Imersão Gregoriana. O duo formado por Heitor Dantas e Orlando Pinho promete uma imersão na obra de Gregório de Mattos através do uso de instrumentos, voz, sons, textos e gestos. A exposição GREGÓRIOS segue aberta ao público de quarta a domingo, das 14h às 19h.

Serviço

Dia 18, às 19h - Roda de conversa Quantos Gregórios? - com a participação do jornalista Raul Moreira, da arquiteta e urbanista Carla Zollinger e João Sanches, dramaturgo e encenador.

Dia 25, às 19h - Samba-reggae Gregoriano de Mattos (o sistema é fruto) - encontros Pós Lida - recital de poesia e literatura baseado na obra do Boca do Inferno, sob comando do poeta James Martins.

Dia 1º, às 19h - Oco do Átomo em Imersão Gregoriana - imersão na obra de Gregório de Mattos através de instrumentos, voz, sons, textos e gestos, sob o comando do duo formado por Heitor Dantas e Orlando Pinho.

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O projeto Viver Barra é retomado na noite desta sexta-feira (12) com apresentações musicais no bairro da Barra. A ação terá momentos especiais ao longo da 4ª temporada e já inicia às 18h de hoje, no Deck do Forte de Santa Maria, com a apresentação do Grupo Wadō, seguida pelo show de Froza, às 19h30.

O Grupo Wadô reúne música e dança em uma apresentação envolvente da cultura japonesa, que dedica corpo e alma para sensibilizar o público. Fundado em 2008, o grupo formado por 30 jovens, promove um diálogo entre a música tradicional e contemporânea. Já Froza, ex vocalista de Rapazola, promete agitar o público com ritmos que perpassam da música baiana ao pop internacional.

Mais de 135 apresentações já foram realizadas pelo projeto Viver Barra entre shows, teatro, minicircuitos de bicicletas e apresentações circenses, aquecendo a cena cultural de um dos cartões-postais mais emblemáticos da cidade. As atrações seguem esse mês no local até o dia 26.

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O tempo nublado e as chuvas fracas que caíram em Salvador nesta manhã de quinta-feira (11) não foram suficientes para desanimar a multidão de devotos que se formou na frente da Igreja de Nossa Senhora da Conceição da Praia, no Comércio, para a tradicional Lavagem do Bonfim. Os festejos começaram por volta das 8h com um culto ecumênico na basílica, dando início às celebrações de católicos e do povo de santo ao Senhor do Bonfim e a Oxalá.

Após a largada do cortejo, os fiéis seguiram em cortejo por 8 quilômetros em direção à Igreja do Bonfim, na Colina Sagrada - é lá onde as baianas realizam a lavagem do adro do templo. Trata-se da principal festa religiosa da capital baiana, que mobiliza milhares de fiéis, entidades culturais, simpatizantes e turistas, para manifestações profano-religiosas.

A russa Daria Savina, 27 anos, saiu de Vladivostok, cidade perto do Japão, para curtir férias e fazer um curso de dança em Salvador. Ela não resistiu aos encantos do samba de roda, tocado por um grupo musical de Irará, ainda na frente da Igreja da Conceição.  “É a primeira vez que venho para cá no verão e participo da lavagem. Só tinha ouvido falar dela. A energia é boa! Gosto disso. Adoro dançar, é meu trabalho, minha vida”, disse Savina, que mostrou todo o seu gingado gringo ao ouvir o som dos instrumentos percussivos.

Diversidade - A diversidade religiosa e a variedade de manifestações culturais de fato fazem jus à tradição que Lavagem do Bonfim dissemina no estado afora. No meio do mar gente que se vestiu de branco para prestar homenagens aos santos, o ator Luciano Lobato, 39 anos, chamava atenção por estar  fantasiado de galo. O vestuário era feito de tecido e chegava a medir cerca de dois metros de altura.

“Tenho mais de 18 anos trabalhando de bonecão, sempre participando dessas manifestações. Às vezes saio de pica-pau, de super-homem, mas hoje vim de galo só para animar. Não sou devoto ao Senhor do Bonfim, mas gosto muito da lavagem, que é um momento onde pessoas de diversas religiões se reúnem para pedir paz, aquilo que estamos precisando”, pontuou ele, garantindo que vai até a Colina Sagrada trajado da ave.

Já o lavrador Antônio Carlos Tavares, 39, e a professora Rita Gomes, 53, saíram de Lustosa, em Teodoro Sampaio, a 103 km de Salvador, para conduzir o grupo Cara Pintada. Composto pelo boi bumbá, uma mulinha e por percussionistas, o bando seguiu o cortejo levando ritmos e manifestações presentes no interior baiano. “É a quarta vez que participamos da Lavagem. Somos um grupo de cultura bastante presente no São João da nossa cidade, e trouxemos a tradição de lá para aqui. Oro ao Senhor do Bonfim para que nos ajude sempre e nos livre de todo o mal. Inclusive, iremos até a Colina Sagrada para amarrar a fita no gradil”, revelou Rita.

A Lavagem do Bonfim neste ano tem o tema "Origem, identidade e missão do amado Jesus, Senhor do Bonfim". A programação em homenagem ao santo foi aberta com início de uma novena que segue até domingo (14), quando a Igreja do Bonfim receberá uma missa solene presidida pelo Arcebispo de Salvador e Primaz do Brasil, Dom Murilo Krieger. 

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Uma chuva de papel picado recebeu a comitiva capitaneada pelo prefeito ACM Neto na altura da Avenida Jequitaia, na Cidade Baixa, durante a Lavagem do Bonfim. Acompanhado de autoridades municipais, políticos e gestores de outras cidades, como os prefeitos de Feira de Santana e Camaçari, José Ronaldo e Antônio Elinaldo, respectivamente, o prefeito cumprimentou a população durante todo o cortejo rumo à Colina Sagrada, no Bonfim.

A caminhada teve início no início da manhã, na Igreja da Conceição da Praia, onde muitos fiéis já aguardavam o início do cortejo rumo à basília. No caminho, ACM Neto parou diversas vezes para cumprimentar a multidão que acompanhava a comitiva na região do Comércio. "Essa é uma caminhada que faço todo ano, com sentimento de fé e devoção ao Senhor do Bonfim. Eu tenho muito orgulho dessa cidade, que é palco de uma festa como essa", disse.

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O prefeito ACM Neto afirmou hoje (11), durante a Lavagem do Bonfim, que o maior ensinamento da festa para o mundo é o exemplo da tolerância e do respeito às diferenças. Ao ser questionado sobre o sincretismo da lavagem, com as diversas manifestações culturais, ACM Neto, emocionado, contou que se sente orgulhoso em governar Salvador "em função desses ensinamentos". "Como cidadão a gente já fica muito emocionado. É o momento da gente renovar a fé no Senhor do Bonfim, pedir proteção para essa terra, para nossa cidade e toda a Bahia. Essa é uma cidade única, que realiza um evento único como esse", declarou. 

ACM Neto afirmou que vai pedir ao Senhor do Bonfim, ao chegar na Colina Sagrada, em um dos maiores rituais de fé do povo baiano, que a cidade e o estado sejam ainda mais iluminados em 2018. "Vou pedir que o Senhor do Bonfim ofereça uma vida melhor ao povo, que toque no coração das pessoas porque elas precisam de mais esperança em um ano melhor. Que esse ano seja melhor do que os anteriores", 

O prefeito lembrou do investimento da gestão municipal tanto na requalificação da Colina Sagrada quanto na implantação do Caminho da Fé, ligando os santuários de Irmã Dulce à Igreja do Bonfim. Os investimentos foram anunciados ontem em solenidade no Largo do Bonfim. "Vamos mudar inteiramente o patamar visual e urbanístico dessa parte da cidade, investindo no turismo religioso e valorizando ainda mais a fé dos baianos". 

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Olhos atentos, marejados, as mãos erguidas e um sorriso que emocionava. Eram as marcas dos milhares de fiéis em frente à Basílica do Senhor do Bonfim. Eles aguardavam o cortejo, e pouco depois do meio dia, os fogos já anunciavam a chegada da imagem, seguida da procissão, que partiu da Igreja da Conceição, oito quilômetros distante dali. Baianos e turistas de todas as crenças se uniram e aplaudiram a imagem na maior festa religiosa da Bahia - a Lavagem do Bonfim.

As bênçãos foram dadas pelo reitor da Basílica, cônego Edson Menezes da Silva, que destacou a importância do combate à intolerância em todas as esferas. “Temos que difundir a solidariedade, a reconciliação e as relações interpessoais. Cada um pode contribuir e lutar por um mundo melhor, fazendo o bem”, destacou durante a missa.

Mesmo sem conseguir acompanhar o cortejo há dois anos, a baiana de acarajé Denise de Oliveira de Almeida, 58 anos, faz questão de subir a Colina Sagrada e aguardar a chegada da procissão. “Sou do axé e, na nossa religião, o Senhor do Bonfim é Oxalá. Tenho que fazer as obrigações aqui. Trago a minha água e me junto às outras baianas para lavar a escadaria”.

Pela primeira vez participando das comemorações, os paulistanos estavam encantados com a quantidade de pessoas presentes à festa. “Nunca vi tanta fé junta, é muita união e muita gente”, disse o engenheiro Carlos Oliveira, 34 anos. “O que mais me encantou foi ver que aqui tem gente de todas as idades, de crianças de colo a idosos", acrescentou a namorada de Carlos, a professora, Aline Rodrigues, 28 anos.

No auge dos 76 anos, a aposentada Maria de Lourdes Santos veio de Ilhéus, no Sul da Bahia, para participar da Lavagem do Bonfim. “Venho sempre que posso. Acho linda a parte religiosa. Tem muita fé e devoção e quero participar desse momento”, contou.

Fitinhas do Bonfim – Uma das marcas da Lavagem é a cortina de fitinhas do Bonfim que se forma com cada uma que é amarrada pelos fiéis no gradil da igreja. Também conhecida como medida do Bonfim, as fitinhas medem 47 centímetros de comprimento, a medida do braço direito da estátua de Jesus Cristo, Senhor do Bonfim. A "medida" era confeccionada em seda, com o desenho e o nome do santo bordados à mão e o acabamento feito em tinta dourada ou prateada.

Ajoelhado na grade em frente à Basílica, o assistente de pessoal Edson Cruz dos Santos, 53 anos, amarrava uma dessas fitas, representando as orações apresentadas ao santo. “Venho todos os anos que posso para agradecer pelo ano que passou e pedir saúde e força para mais um ano”.

Sincretismo religioso – Ao chegar o cortejo, as baianas seguem uma tradição milenar e lavam com água de cheiro o adro da Basílica. Um pouco mais à frente, pais de santo davam banhos de pipoca e de folhas nos fiéis em frente à escadaria da Basílica. Essa é a forma de quem é do Candomblé saudar e cultuar Oxalá, agradecendo e pedindo forças.

História - O culto ao Nosso Senhor do Bonfim começou em 1745, quando a imagem do santo foi trazida pelo capitão Português Teodósio Rodrigues de Farias cumprindo uma promessa que fez depois de ter sobrevivido a uma forte tempestade. As homenagens, no entanto, iniciaram de fato em 1754, ano em que a imagem foi transferida da Igreja da Penha, em Itapagipe, para a sua própria igreja, construída na Colina Sagrada.

Segundo relatos históricos, a lavagem do adro da Basílica começou a partir dos moradores da região, que lavavam a igreja para deixá-la pronta para a Festa do Bonfim. Por conta da dança durante o cortejo até a basílica, a limpeza foi proibida, em 1889, pelo arcebispo da Bahia Dom Luís Antônio dos Santos. Após a decisão, adeptos do candomblé começaram a fazer o cortejo para lavar as escadarias.

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O prefeito ACM Neto aliou religiosidade e ações ao chegar à Conceição da Praia, na manhã desta quinta-feira (11), para acompanhar a cerimônia inter-religiosa que antecede a caminhada rumo à Basílica do Bonfim. Dentre os assuntos em pauta estão o Caminho da Fé e a requalificação da Colina Sagrada, ambos detalhados em cerimônia realizada ontem (10), no Largo da Igreja do Bonfim.

"São ações que, realmente, vão ressaltar ainda mais a fé e a religiosidade do povo baiano, além do turismo religioso no estado. Faço todos os anos essa caminhada, tenho muita fé no Senhor do Bonfim e a festa realmente demonstra que Salvador é o palco da fé", afirmou o prefeito.

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O prefeito ACM Neto participa mais uma vez da Lavagem do Bonfim, nesta quinta-feira, a partir das 8h, na Igreja de Nossa Senhora da Conceição da Praia, no Comércio. A festa integra o calendário oficial de eventos do verão de Salvador, que tem mais de dias de atrações entre atividades públicas e privadas até o Carnaval. ACM Neto fará todo o cortejo a pé em direção à Colina Sagrada, no Bonfim, acompanhado de dirigentes da Prefeitura, políticos, lideranças e populares. 

Com o tema: “Origem, identidade e missão do amado Jesus, Senhor do Bonfim”, a festa tem um dos pontos altos a partir das 12h, com a lavagem do adro da Basílica Santuário do Senhor do Bonfim, com água de cheiro e flores, pelas baianas. Após o ato, a imagem peregrina do Senhor do Bonfim permanece próxima à porta da igreja para veneração pública dos fiéis até as 18h. Apesar da lavagem ser realizada nesta quinta (11), a programação dos festejos começa sempre com uma semana de antecedência, com o início da novena, e vai até o domingo, dia em que é celebrada uma missa solene pelo Arcebispo de Salvador e Primaz do Brasil, Dom Murilo Krieger.

Patrimônio Imaterial Nacional, a festa também tem o seu lado profano, visto que diversos blocos tradicionais de samba e rodas de capoeira seguem em cortejo até o Bonfim. À tarde, bares e casas próximas à colina oferecem comidas baianas que vão da feijoada ao xinxim, e festas particulares, como as da Marina e do Terminal Náutico de Salvador, atraem pessoas em busca de diversão.

História - O culto ao Nosso Senhor do Bonfim começou em 1745, quando a imagem do santo foi trazida pelo capitão Português Teodósio Rodrigues de Farias cumprindo uma promessa que fez depois de ter sobrevivido a uma forte tempestade. As homenagens, no entanto, iniciaram de fato em 1754, ano em que a imagem foi transferida da Igreja da Penha, em Itapagipe, para a sua própria igreja, construída na Colina Sagrada. Segundo relatos históricos, a lavagem do adro da Basílica começou a partir dos moradores da região, que lavavam a igreja para deixá-la pronta para a Festa do Bonfim. Por conta da dança durante o cortejo até a basílica, a limpeza foi proibida, em 1889, pelo arcebispo da Bahia Dom Luís Antônio dos Santos. Após a decisão, adeptos do candomblé começaram a fazer o cortejo para lavar as escadarias.

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Um dos momentos religiosos mais aguardados do ano em Salvador, a Lavagem do Bonfim reunirá milhares de devotos nas ruas da Cidade Baixa, nesta quinta-feira (11). A celebração integra o calendário oficial de eventos do verão de Salvador, que tem 42 dias de atrações entre atividades públicas e privadas, até o Carnaval. A concentração da lavagem começa cedo, às 8h, na Igreja de Nossa Senhora da Conceição da Praia, no Comércio, de onde os devotos do Senhor Bom Jesus do Bonfim e de Oxalá, para o candomblé, partem para uma caminhada de cerca de oito quilômetros, acompanhando a condução do andor até a Colina Sagrada, transformando o percurso em um grande tapete branco.

Com o tema: “Origem, identidade e missão do amado Jesus, Senhor do Bonfim”, a festa tem um dos pontos altos a partir das 12h, com a lavagem do adro da Basílica Santuário do Senhor do Bonfim, com água de cheiro e flores, pelas baianas. Após o ato, a imagem peregrina do Senhor do Bonfim permanece próxima à porta da igreja para veneração pública dos fiéis até as 18h. Apesar da lavagem ser realizada nesta quinta (11), a programação dos festejos começa sempre com uma semana de antecedência, com o início da novena, e vai até o domingo, dia em que é celebrada uma missa solene pelo Arcebispo de Salvador e Primaz do Brasil, Dom Murilo Krieger.

Patrimônio Imaterial Nacional, a festa também tem o seu lado profano, visto que diversos blocos tradicionais de samba e rodas de capoeira seguem em cortejo até o Bonfim. No ano passado, 36 entidades folclóricas, como o Saco Cheio, Comanches do Pelô, Filhos de Gandhy e Muzenza desfilaram. Este ano, o credenciamento é realizado até amanhã (9) pela Empresa Salvador Turismo (Saltur). À tarde, bares e casas próximas à colina oferecem comidas baianas que vão da feijoada ao xinxim, e festas particulares, como as da Marina e do Terminal Náutico de Salvador, atraem pessoas em busca de diversão.

História - O culto ao Nosso Senhor do Bonfim começou em 1745, quando a imagem do santo foi trazida pelo capitão Português Teodósio Rodrigues de Farias cumprindo uma promessa que fez depois de ter sobrevivido a uma forte tempestade. As homenagens, no entanto, iniciaram de fato em 1754, ano em que a imagem foi transferida da Igreja da Penha, em Itapagipe, para a sua própria igreja, construída na Colina Sagrada. Segundo relatos históricos, a lavagem do adro da Basílica começou a partir dos moradores da região, que lavavam a igreja para deixá-la pronta para a Festa do Bonfim. Por conta da dança durante o cortejo até a basílica, a limpeza foi proibida, em 1889, pelo arcebispo da Bahia Dom Luís Antônio dos Santos. Após a decisão, adeptos do candomblé começaram a fazer o cortejo para lavar as escadarias.

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