Educação

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Novas ferramentas tecnológicas vão incrementar as aulas de experimentação científica na Escola Laboratório Escolab, situada na Boca do Rio. Dez kits “Mini Maker Lab” foram entregues à Secretaria Municipal de Educação (Smed) pela Secretaria da Cidade Sustentável e Inovação (Secis), em parceria com o Senai Cimatec, no auditório da instituição, nesta quinta-feira (04). Participaram do ato os secretários de Educação, Bruno Barral, de Cidade Sustentável e Inovação, André Fraga, corpo docente da escola e os alunos dos turnos matutino e vespertino. Atualmente, a Escolab atende 365 crianças e adolescentes.

A estudante Flávia Lopes, aluna no 4º ano do Colégio Municipal Agnelo de Brito, passa as tardes na Escolab Boca do Rio. Durante os ensinamentos de experimentação científica, ela tem aprendido a utilizar a impressora 3D. “São tantas coisas boas que fazemos aqui. Um monte de curiosidade. Nunca pensei que uma impressora pudesse criar objetos, achava que só colocava tinta no papel”, comentou a menina enquanto exibia as peças confeccionadas, a exemplo de letreiros e pequenos brinquedos.

Entre os curiosos, o secretário de Educação, Bruno Barral, se impressionou com a qualidade das criações das crianças e jovens. “É incrível ver tudo que é feito aqui pelos nossos alunos. Aprendem a confeccionar peças e criar sistemas que muitos adultos não fariam. A Escolab é uma referência na rede em termo de inovação. Me emociona ver que aqui eles fazem, conduzem, criam e têm um sentimento de pertencimento com a escola. Esse é o nosso trabalho, o de oferecer uma escola pública que não deixe a desejar em quantidade de vagas e também em qualidade de ensino”, pontuou.

Para o secretário de Cidade Sustentável (Secis), André Fraga, as ferramentas do “Mini Maker Lab”, que são o Box – Caixa de Circuito; Craf – Bloco de monitor; e Cold Table – Tabuleiro com peças, vão servir como um micro laboratório onde os alunos poderão aprender e desenvolver atividades do sistema microeletrônico básico, além de estimular o raciocínio lógico e despertar as competências. “Nosso desafio é ensinar a lógica de programação nas escolas”, destacou Fraga. O projeto foi um dos contemplados na área de educação através da chamada Cidade Inteligente, do Edital de Inovação para a Indústria, da Secis.

Animado com as novas aquisições, o diretor da Escolab, Miguel Dourado, comentou sobre a importância de estimular os estudantes. “O Mini Maker Lab vem para agregar o eixo de experimentação científica da nossa escolab. É a produção e socialização de conhecimento. Vamos buscar a resolução de problemas práticos a partir do uso da tecnologia”, explica, destacando que a ferramenta será usada por alunos a partir de 8 anos de idade. 

Outras Escolabs – Além da Escolab da Boca do Rio, Salvador conta com unidades do tipo no Subúrbio (uma em Coutos e outra dentro do Subúrbio 360, que tem parceria com o Google e a SmartLab). Esta última estrutura conta com duas quadras poliesportivas, um teatro com 400 lugares (que também se transforma em auditório) e uma cozinha industrial para cursos profissionalizantes (voltada para as mães dos alunos), refeitório, elevador e rampas de acessibilidade, casa de lixo e de gás, estacionamento e estruturas administrativa.

 

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Vinte jovens-aprendizes, alunos do curso de dança oferecido pela Fundação Cidade-Mãe apresentaram o resultado de um ano e três meses de preparo pela instituição, na manhã desta quinta-feira (4), no anexo da Câmara Municipal de Salvador, na Praça Tomé de Souza. Por meio do espetáculo 'As Quatro Estações do meu Ser', os jovens emocionaram o público formado por amigos, familiares e convidados, por volta das 10h.

O inverno, estação do aconchego, da calmaria e dos sentimentos aflorados, foi representado por um espetáculo de balé, encenado por meninas e mulheres. Na primavera e outono, os estilos moderno e contemporâneo ganharam espaço no palco. E no verão, uma mistura de experiências sugeridas pelos alunos contagiou a todos, incluindo dança de rua e Hip Hop.

“Pesquisamos um pouco sobre o comportamento de cada pessoa durante as estações do ano. A partir daí, fizemos um laboratório e produzimos as coreografias. O verão, por exemplo, foi algo muito espontâneo. O que é que acontece aqui no verão? É muita gente, muita praia, muito sol, balada, 'pagodão'. Então a gente criou a partir das experiências que cada um foi trazendo”, conta a professora Verônica Oliveira.

O espetáculo encerrou com esplendor o curso de dança do turno matutino promovido pela Fundação Cidade-Mãe para jovens-aprendizes no Centro de Convivência Bariri das Artes, no Engenho Velho de Brotas. Todos eles contaram, durante 15 meses, com a experiência da dança, atividade que reúne arte, preparo físico e bem-estar em um mesmo plano.

Ao final, todos foram devidamente certificados e alguns já pretendem adotar a atividade para a vida profissional. É o caso de Marcos Pereira, de 20 anos, que já foi aluno, tornou-se monitor, e pretende seguir a profissão. “Acabei me apaixonando pela dança. O resultado do espetáculo de hoje foi ótimo! Há mais de quatro meses estávamos ensaiando. Antes de acontecer, bate um certo nervosismo, mas, no palco, a gente se solta. É muito legal”, opinou.

Uma turma do turno vespertino teve início no dia 13 de setembro e outra do matutino está prevista para o próximo mês. “Hoje esses jovens puderam mostrar um pouco do que aprenderam durante os 15 meses de curso. A professora Verônica Oliveira desenvolveu um belíssimo trabalho com eles e todos nós pudemos presenciar esse momento com muita alegria”, afirmou a gerente de proteção básica da Fundação Cidade-Mãe, Eliane Braz.

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Dez kits do micro laboratório de tecnologia conhecido como "Mini Maker Lab" serão entregues na Escolab Boca do Rio, nesta quinta-feira (04), às 14h (Rua Abelardo Andrade de Carvalho, 141, Boca do Rio). A iniciativa vai auxiliar o aprendizado das 365 crianças da unidade, durante as aulas de iniciação científica e robótica da instituição. A cerimônia contará com as presenças do secretário da Cidade Sustentável (Secis), André Fraga, de Educação (Smed), Bruno Barral, o chefe executivo do Mini Maker Lab, Peterson Albuquerque, e o diretor da Escolab, Miguel Dourado.

O Mini Maker Lab é um pequeno laboratório onde alunos a partir de 8 anos de idade podem aprender e desenvolver atividades do sistema microeletrônico básico, além de estimular o raciocínio lógico de forma lúdica. O projeto é um dos contemplados na área de educação através da chamada Cidade Inteligente, do Edital de Inovação para a Indústria.

"O sistema contribui para o desenvolvimento de competências entre os alunos, envolvendo a capacidade de resolução de problemas, criatividade e trabalho em grupo. O trabalho é desenvolvido por meio de elementos de robótica e impressão 3D, começando com crianças de 8 anos e avançando conforme o desenrolar da vida escolar", destaca Peterson Albuquerque.

Cada kit pode ser utilizado por até cinco alunos de cada vez, permitindo que 50 estudantes sejam beneficiados por aula. "Os alunos da Escolab já atuam com iniciação científica, tornando o Mini Maker Lab algo de fácil utilização e impulsionador das capacidades dos estudantes. Dessa forma, eles podem aprender como gerir e automatizar ações do dia a dia a partir do aprendizado obtido nas aulas", informa o diretor da instituição, Miguel Dourado.

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Cerca de 30 alunos submetidos ao internamento na Comunidade de Atendimento Socioeducativo de Salvador (Case-Salvador), na Escola Municipal Professor  Carlos Formigli, localizado no bairro de Tancredo Neves, participaram de uma roda de conversa com o escritor paulista Michel Yakini. O escritor e arte-educador, um dos principais nomes do movimento de literatura da periferia em São Paulo, contribuiu com reflexões significativas para os alunos que precisam reconstruir suas trajetórias na sociedade. O encontro foi realizado na manhã desta terça-feira (2).

Yakini, que desembarcou na capital baiana para cumprir agenda durante toda esta semana, decidiu que o primeiro compromisso fosse com esses alunos, justamente por serem os verdadeiros personagens das suas histórias. “Essa foi a melhor forma de abrir meus trabalhos aqui em Salvador. A vertente dos meus livros são os jovens periféricos, como eu, que vieram e vivem nas periferias, e eles acabam se identificando. Se veem em mim e eu neles. Estar aqui tão próximo faz quebrar esse paradigma de que a literatura é algo distante para eles”, pontuou o escritor.

O arte-educador ainda destaca o talento e criatividade dos alunos – muitos deles apresentaram textos e composições próprias – e chama atenção para esses talentos que podem ser transformados em uma porta de mudança de tristes realidades. “Acredito que eu estando aqui é como se fosse um incentivo para esses jovens. Eles veem que eu consegui e são impulsionados por minha história a perder o medo e mudarem de vida através da arte”, conta Yakini.

“É uma experiência de diálogo, de envolver os estudantes com o artista e sem dúvidas uma ação pedagógica que tem o sentido de tocar, precaver e promover a reflexão que atravesse a realidade desses jovens, fazendo-os entender a arte como uma outra forma de viver”, afirmou Eliane Silva, vice-diretora da instituição.

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Transformar a arte de ler em uma brincadeira. Esse é o objetivo de um trabalho desenvolvido pela Escola Municipal União Caridade e Abrigo, situada na Boca do Rio. Através do Projeto Lecto Escrita - habilidade adquirida de poder ler e escrever, foram criados mecanismos para ensinar alunos que têm dificuldades com a leitura e com a escrita.

A professora de língua inglesa Sheila Karine Onofre relata a didática utilizada nas atividades e como esse método tem trazido vários resultados positivos para as crianças. “Esse projeto foi pensado para que pudéssemos desenvolver as atividades através de brincadeiras lúdicas. A didática é feita toda em cima de um texto, por exemplo, as regras do jogo do tabuleiro. Eu leio com eles para que entendam e, em cima dessas regras, construímos uma aula onde eles terão que revisar as palavras que já vinham sendo trabalhadas no semestre através desse jogo", explica.

Sheila afirma que a proposta era fazer algo diferente do tradicional em sala de aula. A estratégia, então, foi montada dessa maneira: são coletadas informações de outros professores sobre a rotina da classe e Sheila adapta as situações com jogos, bingos, trilhas, caça-palavras e jogos da memória – sempre atrelando o que é trabalhado em sala com as brincadeiras. Hoje, são 14 alunos no turno vespertino que estão com dificuldades de aprendizagem: cinco deles do segundo ano e oito do terceiro.

Evolução – A professora ainda ressalta com empolgação a evolução desses estudantes. “O projeto vem sendo trabalhado desde o ano passado e temos percebido que eles têm avançado de forma proveitosa. Temos um aluno, por exemplo, que no início do ano não reconhecia as letras e utilizava como forma de escrita as bolinhas. Hoje ele está soletrando, descobrindo o mundo através da leitura dentro da sala de aula. Isso não tem preço!”, conta.

O projeto Lecto Escrita também trabalha com a formação de valores. Através dele, é desenvolvido o hábito da escrita e da leitura nos alunos. “Acreditamos que o brincar torna a aprendizagem mais saborosa e mais significativa”, defende Sheila.

“As crianças se desenvolveram de tal forma que há alunos que vinham participando dessas aulas e, hoje, já estão totalmente alfabetizados. Isso nos fortalece muito para continuar e disseminar esse diferencial”, afirma a diretora da escola, Carmem Oliveira.

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Inaugurado em janeiro deste ano, o Centro Municipal de Educação Infantil (Cmei) Olga Benário, no Doron, realizou nesta quarta-feira (26) o 1º Desfile da Primavera. Com muita alegria, animação e uma mistura de cores, o desfile saiu pelas ruas do bairro e chamou a atenção dos moradores do bairro, que assistiram ao desfile das sacadas e da porta de casa. A ação encerra o projeto que tratou das temáticas primavera, preservação da fauna e da flora e contos infantis, trabalhadas em sala de aula.

Da porta de casa, a cabeleireira Neide Pereira de Souza e o neto acompanharam a passagem dos pequenos. ”Uma maravilha! Parabéns à creche pela iniciativa de realizar esse desfile e animar a rua. Estão todos lindos”, disse.

De acordo com Ana Paula Massarenti, gestora do Cmei, há três meses esse trabalho vem sendo desenvolvido e a ansiedade de todos para o desfile era muito grande. “Nós trabalhamos toda temática mostrada nesse desfile e estávamos ansiosos por esse dia. Os pais e a comunidade estão nos apoiando e isso nos fortalece para pensarmos em outros projetos como este”, afirmou.

O desfile contou com as crianças do grupo dois ao grupo cinco, divididas em alas temáticas. O pelotão da frente abriu o desfile com os carrinhos de flores. Em seguida, vieram as árvores, as abelhas, as borboletas, os sapinhos, as joaninhas, os pássaros, o arco-íris, as nuvens, os jardineiros e o convidado principal, o rei sol, que iluminou o desfile.

Atentos e participativos, os pais elogiaram a ação da unidade de ensino. Orgulhosa, a dona de casa Silvaneide Simões da Silva filmava tudo e não perdeu uma pose da filha Sophia, de 3 anos, que estava no pelotão da frente. ”Excelente a iniciativa da escola em proporcionar esse momento para as crianças. É a primeira vez que ela faz parte de um desfile e está muito feliz. Adorei tudo."

Outro que deu apoio e estava contente com a ação foi o trabalhador autônomo Givanildo Batista Souza, pai do pequeno Emanuel, de 5 anos. ”É importante para as crianças se desenvolverem e se unirem. Está tudo muito organizado e bonito. Eu gostei e, se depender de mim, vou apoiar sempre."

O desfile contou também com apoio de policiais da Base Comunitária Militar que atende, além do Doron, os bairros do Cabula e Saboeiro. “A base tem um trabalho diferenciado de aproximação com a comunidade e com as escolas. Esse vínculo, essa parceria tem que ser permanente e nós temos a satisfação em acompanhar um trabalho bonito como esse.”, disse a subtenente Jamille Nogueira.

No final do evento, os alunos tomaram um gostoso banho de chuveiro para voltar às atividades da rotina escolar, além de se deliciarem com um almoço especial.

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As professoras Ive Carolina Fiuza Figueirêdo Milani e Márcia Pereira Martins Vale, que trabalham na Escola Municipal Hospitalar e Domiciliar Irmã Dulce, foram premiadas no 1° Congresso Internacional "Brincar, Brinquedoteca e Brinquedista", realizado nos dias 20, 21 e 22, na Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ). Intitulado "O Brincar na escola hospitalar e domiciliar: caminhos e possibilidades", o trabalho conquistou o terceiro lugar na premiação que envolveu projetos de todo o Brasil.

De acordo com a vice-gestora Leydiane Vidal, a conquista é resultado do trabalho diferenciado realizado pela unidade de ensino que garante o direito à educação ao aluno, que por questões de saúde, encontra-se impossibilitado de estudar na escola comum. “Nosso corpo docente sempre busca aprimorar sua prática, pesquisar e realizar estudos acerca de temáticas que contribuam com o fazer pedagógico. Esse prêmio vem agregar mais valores à nossa escola. Estamos orgulhosos e na certeza que elas sempre buscam compartilhar os conhecimentos com os demais docentes que atuam nas Classes Hospitalares e Domiciliares daqui e de fora do país”, considera.

O trabalho apresentado pelas professoras mostra a importância do brincar no processo de aprendizagem dos alunos no ambiente hospitalar e/ou domiciliar, como explica a professora Ive Milani, uma das autoras do projeto. “Nossa pretensão com esse pôster foi deixar claro que o brincar não pode ser deixado de lado. O hospital é sempre associado à dor, mas a partir dessa consciência, o mesmo poderá ser visto como lugar de aprendizagem, assim como o domicílio. Independentemente da condição de saúde, as crianças podem aprender, desenvolver habilidades e competências que vão auxiliá-las na vida, interagindo com os outros e ajudando essas crianças a desenvolverem-se como indivíduos”.

Para Márcia Vale, também autora do trabalho, a premiação vem como reconhecimento do que já realizam na Escola Municipal Hospitalar e Domiciliar Irmã Dulce. “É muito bom ter essa visibilidade, ainda mais em um evento internacional, por sempre estamos preocupados com a informação e com o serviço. É importante esse reconhecimento dentro da área que atuamos, que é hospitalar e domiciliar, com notoriedade dentro e fora do pais”, enfatiza. Em um dos trechos, o trabalho apresentado no Congresso aponta que “o brincar é uma ferramenta facilitadora do processo de aprendizagem que proporciona o desenvolvimento das funções cognitivas, sociais, afetivas e motoras, saúde e bem estar do aluno, além de auxiliar no resgate de algo tão natural que é aprender. A presença e o trabalho pedagógico do professor que conhece as necessidades curriculares e de saúde do aluno, associado ao brincar, permite que haja atenção ao indivíduo em sua integralidade”.

Congresso - Organizado pela Coordenadoria da Brinquedoteca do Hospital Universitário Pedro Ernesto (Hupe) em parceria com a Criative Ideias, o 1º Congresso Internacional “Brincar, Brinquedoteca e Brinquedista” foi realizado no Teatro Odylo Costa Filho (campus Maracanã) e contou também com minicursos e oficinas. O evento reuniu pedagogos, médicos pediatras, psicólogos, fonoaudiólogos, professores, coordenadores de ensino, estudantes e demais profissionais das áreas de Educação e Saúde.

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Mais uma horta escolar - a nona até o momento - foi implantada pela Prefeitura nesta quarta-feira (26), desta vez na Escola Municipal Filhos de Salomão, localizada no bairro de Campinas de Pirajá. O projeto desenvolvido pela Secretaria Cidade Sustentável e Inovação (Secis) visa ocupar, de modo sustentável, áreas que estão inutilizadas em Salvador.

Nos 12 canteiros instalados foram plantadas mudas de erva-doce, boldo, erva-cidreira, alecrim, manjericão, hortelã, alface, beterraba, pimenta, rúcula, cebolinha, coentro, tomate e milho doce. Feijão vagem, quiabo, rabanete e maxixe também passarão a fazer parte da alimentação dos alunos, que serão os responsáveis por cuidar e preservar o espaço.

“A horta foi uma ideia maravilhosa. Vou cuidar com amor e cultivar muitos alimentos saudáveis para nossa alimentação”, prometeu Lucas Almeida, aluno do 3º ano.

A professora Jaciara Santos destaca que a iniciativa incentiva aos alunos a ter uma alimentação adequada, já que, em casa, muitos pais têm dificuldade de controlar o consumo de produtos como refrigerantes e salgadinhos. “Essa horta, além de ajudar na conscientização e na criação da responsabilidade dos alunos com a questão ambiental, vai contribuir muito com a alimentação saudável, tema que há um bom tempo trabalhamos com eles”, afirma.

A agente de educação Neide Cruz contou que sempre idealizou esse projeto, devido à possibilidade de trabalhar a questão da alimentação saudável. “Foi um projeto sonhado por todos, que finalmente aconteceu. Espero que possamos colher bons frutos”, afirmou.

Para o coordenador da instituição, Flávio Barbosa, a sustentabilidade tem que fazer parte do currículo da vida das pessoas. “Essa prática e acesso direto com o meio ambiente ajuda a entender não só a importância da ecologia, mas a compreender o cuidado e comprometimento com o meio ambiente e com as pessoas”, declarou.

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Os alunos de escolas municipais de Salvador vão participar de uma atividade diferente nos meses de outubro e novembro, dentro da segunda edição do projeto cultural “Uma Tarde no Museu”. Idealizada pela Cerqueira Produções, a iniciativa é uma das contempladas pelo edital Arte Todo Dia – Ano IV, promovido pela Prefeitura através da Fundação Gregório de Mattos (FGM). A intenção é levar crianças da capital baiana para visitas mediadas em museus ligados à cultura de matriz africana.

Sempre a partir das 14h30, as visitas gratuitas começam no próximo dia 2, na Casa de Angola na Bahia, com estudantes da Escola Municipal Nova do Bairro da Paz. No dia 11 de outubro, é a vez do grupo da Escola Municipal Novo Horizonte conhecer as instalações da Casa do Benin.

Em novembro acontecem mais duas visitas, sendo uma delas no dia 13, que reunirá alunos da Escola Municipal Fernando Presídio, na Casa do Benin. Por fim, no dia 22, a Casa de Angola recebe as crianças de escolas de Ilha de Maré.

Conhecimento da história – O “Uma Tarde no Museu” pretende fazer com que os alunos conheçam a história de alguns dos povos trazidos da África e que deram origem à população miscigenada brasileira. Além da visita, eles assistirão ao espetáculo artístico "Makena, de onde eu vim" – uma experiência lúdica, cultural, educativa e participativa para os pequenos estudantes.

O espetáculo é encenado pelas artistas Natureza França e Joice Paixão, tendo Jorgelina Oliva na percussão e DJ Nai Sena na sonoplastia. O elenco ainda tem a participação especial de Franciane Simplício e Lara Cerqueira, cobertura do fotógrafo Matheus Leite e direção de Joice Paixão.

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