Educação

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Fantoches, artigos cênicos e música ao vivo. Os elementos artísticos deram vida ao espetáculo o Almoço Mágico, que conta a história sobre a amizade de duas amigas: uma Fadinha e uma Bruxinha. Com intuito de conscientizar as crianças sobre a importância da alimentação saudável e incentivar o consumo de frutas e legumes, a atividade foi promovida, nesta quinta-feira (16), nos Centros Municipais de Educação Infantil (CMEIs) Álvaro Bahia (Paripe) e Paulo Bispo Braz (Nova Brasília de Valéria). A campanha educativa é fruto de uma parceria entre a Secretaria Municipal de Educação (Smed) e a Nutriplus, por meio do Projeto de Educação Alimentar. Pelos menos outros 72 CMEIS serão beneficiados pelo projeto até o final deste ano, alcançando 7 mil crianças da educação infantil.  

A iniciativa começou na última segunda-feira (13), no CMEI Tereza Cristina, localizado no Centro Espírito Lar Harmonia, em Piatã. Entre as 85 crianças que estiveram presentes no Auditório Chico Xavier, onde a peça foi apresentada, a aluna Suelen dos Santos, 5, do grupo V, fez questão de mostrar que entende bem quando o assunto é alimentação saudável. Durante o bate-papo entre a Fadinha e a Bruxinha sobre alimentos saudáveis, a garotinha disparou. “Lá em casa a gente come aipim, arroz doce e muita fruta. Biscoito é de vez em quando”, revelou, acrescentando sua predileção por maças no lanche e saladas de cenoura no almoço.

Além dos ensinamentos, repassados aos pequenos de forma lúdica, o projeto também visa envolver a equipe pedagógica e toda a comunidade escolar. Para a vice-diretora do CMEI Tereza Cristina, Cláudia Virgínia Carmo, é muito importante conscientizar as crianças, com idades entre 2 e 5 anos. “Elas são verdadeiras multiplicadoras. Aprendem aqui, levam as informações para casa e ajudam os pais a fornecer uma alimentação saudável”, explica a gestora. O CMEI atende, em turno integral, 204 crianças do Alto do Coqueirinho, Bairro da Paz e das localidades Sapucaia e Baixa do Tubo, ambas em Piatã. 

Ela destaca que as cinco refeições ofertadas na instituição (café da manhã, lanche, almoço, lanche da tarde e ceia) são bem balanceadas e baseadas no consumo de frutas e legumes, em detrimento dos alimentos com excesso de gordura e açúcar. “Nossas crianças comem frutas, mingaus, sopas, saladas, bebidas lácteas, proteínas e muitas raízes”, garantiu a vice-diretora.

A nutricionista e especialista em educação nutricional da Nutriplus Juliana Dias frisou a importância dos cardápios escolares seguirem as diretrizes do Programa Nacional de Alimentação Escolar (PNAE), um programa do governo federal que oferece alimentação escolar e ações de educação alimentar e nutricional a estudantes de todas as etapas da educação pública. “Nosso trabalho aqui é de conscientização das boas práticas alimentares para garantia da saúde por meio de ações de EAN incorporadas à dinâmica curricular da escola”, assinalou a nutricionista.

 

Confira o calendário das apresentações desta sexta-feira e da próxima semana: 

17/05 - 09h - Madre Judite 

17/05 -14h - Madre Judite 

20/05-  09h - CPP São Cristóvão 

20/05 - 10h30 - CMEI Raul Queiroz 

20/05 - 14h - CPP Bairro da Paz

21/05 - 09h - CMEI Eliezer Aldiface 

21/05 -10h30 - CSU Cosme de Farias 

21/05 - 14h - CSU Cosme de Farias 

22/05 - 09h- CMEI Luis Eduardo Magalhães 

22/05 - 10h30 - CMEI Yaci Vaz 

22/05 - 14h - CMEI Virgem de La Almudena 

23/05 - 09h - EM Nova Esperança Arx Tourinho 

23/05 - 14h- EM Nova Esperança Arx Tourinho 

24/05 - 09h- CMEI Nossa Senhora das Graças 

24/05 - 10h30 - CMEI Dr. Augusto Lopes Pontes 

24/05 - 14h - CMEI Arlete Magalhães

 

 

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A Prefeitura lança, neste sábado (11), a partir das 8h, o projeto Escola sem Muros, na Escola Municipal de Fazenda Coutos (Alameda Mirante Marques de Leão, fim de linha do bairro). Idealizado e coordenado pela Secretaria Municipal da Educação (Smed), o projeto engloba uma série de ações que envolvem órgãos públicos municipais, alunos, professores, coordenadores, gestores, funcionários e, principalmente, a comunidade local, com foco na valorização da escola.

Estarão presentes o vice-prefeito Bruno Reis, o secretário municipal da Educação, Bruno Barral, e o secretário da Sustentabilidade, Inovação e Resiliência, André Fraga. De acordo com Bruno Barral, a ideia é promover a escola como equipamento essencial das comunidades, tanto no aspecto da educação formal, quanto na importância social e local. "Daí o nome do projeto: Escola sem Muros. A ideia é fortalecer os laços entre a comunidade e a escola, construindo, assim, uma consciência de responsabilidade, cuidado e preservação desse bem público", afirma.

Ele explica que estão previstas diversas ações a serem realizadas em um único dia, em mutirão. Além de serviços de melhoria física da unidade, como pintura, limpeza, manutenção, cuidados com o entorno e plantio de árvores, haverá atividades recreativas e pedagógicas. "Esse dia será especial tanto pelos resultados imediatos quanto pela semente que todos estaremos plantando juntos, que é promover uma escola de todos e para todos", diz, enfatizando, também, que a ideia é tornar a escola um espaço de interação, com a realização periódica de ações que envolvam toda a comunidade.

Durante o evento de lançamento do projeto, estão previstas atividades como grafitagem, campeonatos de futebol e tênis de mesa, ginástica, oficinas literárias, apresentações culturais, como fanfarra e conjunto musical de flauta, palestras, atendimento nutricional, atendimento jurídico, entre outros. E muita diversão para as crianças, com contação de histórias, cama elástica, pintura em papel, golzinho, vôlei, basquete, entre outros.

O Escola sem Muros envolve, ainda, o trabalho das secretarias municipais de Infraestrutura e Obras Públicas (Seinfra),de Políticas para Mulheres, Infância e Juventude (SPMJ), da Saúde (SMS) e de Trabalho, Esportes e Lazer (Semtel), além da Companhia de Desenvolvimento Urbano de Salvador (Desal), Guarda Civil Municipal, Prefeitura-Bairro, Codesal, Empresa de Limpeza Urbana do Salvador (Limpurb) e Codecon.

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Os alunos da Escola Municipal Irmã Elisa Maria, localizada em Nova Brasília, puderam homenagear os familiares na manhã desta sexta-feira (10), através da programação da “Semana do Dia de Quem Cuida de Mim”. Com a chegada do Dia das Mães, a atividade, que foi iniciada na última segunda-feira (6), englobou ações como leitura de livros, oficinas de cartões e materiais recicláveis.

Um coral foi apresentado pelos alunos que, entre os gestos de amor e carinho, entoaram a canção “Meu Abrigo”, sucesso da banda Melim. Na ocasião, juntamente com os responsáveis, participaram de uma oficina com materiais recicláveis, na qual customizaram caixas de papelão e garrafas plásticas para serem usadas como porta-objetos.

“É um momento impar para todos nós. Temos todo mundo dentro da escola - os alunos, a família e a comunidade - promovendo a socialização. É uma forma de sairmos da rotina e trazermos a família cada vez mais perto da escola”, afirmou a diretora da instituição, Amanda Cristina.

A agente de educação Gilkércia Araújo destacou a atividade como necessária para o desenvolvimento dos estudantes. “Ter esse momento de interação é grande importância, pois chama os responsáveis para estarem cada vez mais presentes no dia a dia e na educação dessas crianças. A educação é uma parceira da escola com a família e, ter momentos como esse, mostra a preocupação da instituição com a família e o desejo da presença deles no convívio dos seus menores”, declarou.

Satisfação – Enquanto participava da oficina com caixas de papelão, Roberto Santiago, 36 anos, pai de Beatriz, aluna do 5º ano, classificou o momento como emocionante. “Estar aqui hoje junto com minha filha recebendo essas homenagens me deixa muito feliz. Essas coisas só fortalecem o relacionamento dos pais com os filhos”, pontou.

Andrelita Conceição, 44 anos, mãe das alunas Maria Eduarda e Elisabeth, ambas do 2º ano, considerou o evento inesquecível. “A gente sente que tudo foi preparado com muito carinho e amor pelas crianças. É emocionante participar disso aqui. Eu estou muito feliz. Não tem presente melhor do que sermos retribuídos com o amor dos nossos filhos”, afirmou.

“Tudo aqui está muito legal. Podemos homenagear quem a gente ama e ao mesmo tempo se divertir e aprender. Eu gostei muito de ter participado”, conta Mateus Silva, do 4º ano A. “Realmente aqui está tudo muito legal e lindo. A maioria das coisas fomos nós que ajudamos a preparar. Espero que todo mundo que esteja aqui tenha gostado”, finalizou a colega Ruth Soares, do 2º ano.

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A Prefeitura, por meio da Secretaria Municipal de Promoção Social e Combate à Pobreza (Sempre), firmou uma parceria com o Projeto Axé para ampliação de ações em benefício de crianças e adolescentes em situação de rua em Salvador. Por meio da parceria, novas metas e ações foram estabelecidas, a exemplo do aumento da formação qualificada de agentes públicos e sociais, com formação continuada e encontros pedagógicos denominados Educadores de Rua.

Além disso, receberão aporte técnico 57 agentes públicos e sociais, sendo 18 indicados pelo Projeto Axé e 39 pela Sempre, mais 150 operadores dos serviços que constituem a rede sócio-assistencial de atenção a população em situação de rua na capital baiana. Outra meta de destaque é o apoio e fortalecimento familiar a mais 100 famílias.

O titular da Semps, Léo Prates, afirmou que as principais contribuições da parceria são a ampliação do conhecimento dos colaboradores do Serviço Especializado da Assistência Social (Seas), bem como o aprendizado acerca da educação de rua como facilitador no processo de construção dos vínculos com a população em situação de rua, em especial crianças e adolescentes. “Este será um legado de suma importância à política municipal na área de Assistência Social”, pontua o secretário.

Qualificação – Utilizando como principal recurso material o veículo “AxeBuzu”, o Projeto Axé atualmente realiza por ano a busca ativa de 800 crianças, adolescentes, jovens e familiares em situação de rua, e 1.500 observações em locais estratégicos. O veículo equipado possui equipe técnica capacitada que realiza os encaminhamentos para as unidades de atendimento do Projeto Axé, instituições parceiras, serviços das Políticas Públicas Setoriais e órgãos do Sistema de Garantia de Direitos (SGD).

Conforme a gestora da parceria, Ravena Lima, que é subcoordenadora das Ações de Alta Complexidade da Diretoria de Proteção Social Especial da Sempre, o trabalho com o Projeto Axé tem contribuído para a qualificação do Serviço Especializado em Abordagem Social executado pelo órgão. “Sobretudo pela possibilidade da educação continuada ofertada aos colaboradores da secretaria, conforme meta do Plano de Trabalho, e consequente aplicação do aprendizado para a soma de resultados relacionados à população em situação de rua em Salvador”, destaca.

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Para uns, a aquisição de conhecimento e aprendizado profissional e cidadão para a construção de um futuro melhor. Para outros, a expectativa de passar por esta experiência transformadora dentro da Prefeitura de Salvador. A formatura de 300 jovens e o ingresso de novos 300 participantes do projeto Jovem Aprendiz Empreendedor marcaram o evento “Uma Jornada Transformadora – Valorizando o Protagonismo dos Jovens e Criando Oportunidades no Mundo do Trabalho”, ocorrido nesta terça-feira (7), na área externa do Palácio Thomé de Souza, no Centro.

Estiveram presentes na ocasião o prefeito ACM Neto e a presidente de honra do Parque Social, Rosário Magalhães, acompanhados do vice-prefeito Bruno Reis, demais secretários e gestores municipais, autoridades e imprensa, além dos próprios jovens e familiares. A atividade também contou com a palestra “Mente de Campeão”, ministrada pelo professor e empreendedor Yang Mendes.

No discurso, o prefeito salientou a necessidade de dar oportunidade aos jovens apresentarem o próprio trabalho, valor e talento, a exemplo do que tem acontecido com diversos gestores que ingressaram na administração municipal desde 2013. “A cada ciclo, oportunizamos que esses jovens possam ter, por um lado, a experiência do primeiro emprego, a convivência com o mercado de trabalho e o aprendizado de atividades que no futuro serão fundamentais nas suas vidas. Por outro lado, damos condições para que eles tenham um aprendizado mais amplo, com acompanhamento social e educacional, que fará esses jovens mais preparados e em melhores condições para ingressar no mercado de trabalho”, destacou ACM Neto.

“É essencial investir no potencial do jovem, no seu desenvolvimento pessoal e profissional, garantindo um futuro melhor e uma sociedade mais justa, digna e contemporânea. É nessa perspectiva que temos atuado, acreditando e valorizando o protagonismo juvenil como força propulsora de transformação social”, disse Rosário Magalhães.

Com essa preocupação em oferecer oportunidades aos futuros cidadãos, a presidente de honra do Parque Social lembrou que a instituição também promove outros projetos. Dentre eles estão o Jovem Líder Empreendedor Social, Jovem Monitor de Turismo, Empreendedor Digital e Coletivo Jovem – este em parceria com o Instituto Coca-Cola.

Gratidão e expectativa – Após receberem o certificado de conclusão e através de um poema-relato, os colegas Guilherme Wender , de 18 anos, e João Miranda, de 19 anos, aproveitaram para agradecer a todos os envolvidos – professores, gestores e colegas de projeto e de trabalho – pela passagem no projeto Jovem Aprendiz Empreendedor. “O pessoal do Parque Social nos ajudou muito no relacionamento interpessoal. Somos como passarinhos, prontos para voar dispostos a achar nosso próprio ninho. Obrigado por aumentar nossa bagagem e conseguir nosso sonho do primeiro emprego, que nos aproximou de muita gente”, foram alguns dos dizeres.

Iniciante no Jovem Aprendiz Empreendedor, Layza Cabral, de 15 anos e cursando o 2º ano no Colégio Estadual Paulo Américo, na Ribeira, representou todos os novos integrantes ao receber a carteira de trabalho das mãos do prefeito ACM Neto e do secretário municipal de Trabalho, Esportes e Lazer (Semtel), Alberto Pimentel. Ela demonstrou bastante entusiasmo em desempenhar as atividades no Gabinete do Prefeito. “O projeto traz uma nova visão de mundo. A formação não é apenas para o mercado de trabalho, mas também como ser humano. O clima é de uma grande família”, relatou.

Funcionamento – O Jovem Aprendiz Empreendedor é voltado para adolescentes e jovens com idade de 14 a 22 anos, integrantes da rede pública de ensino regular ou concluinte do ensino médio. Eles são contratados como trabalhadores formais, que recebem capacitação continuada, perfazendo um total de 1.280 horas teórico-práticas, durante 17 meses, além da participação em atividades transversais no sentido de ampliar seu olhar para questões humanitárias e de cidadania.

O projeto é resultado de parceria firmada entre o Parque Social e a Secretaria Municipal de Trabalho, Esporte e Lazer (Semtel), para execução do Programa de Aprendizagem Profissional no Município do Salvador, em observância a Lei Municipal nº 9.376/2018, aprovada pela Câmara Municipal em 2018, tornando-se política pública.

Fiscalizado pela Superintendência Regional do Trabalho e Emprego na Bahia (SRTE-BA), o projeto proporciona aos jovens a inserção no mercado de trabalho, respeitando sua condição de pessoa em desenvolvimento, formando mão de obra qualificada e ciente dos seus direitos, além de contribuir com a redução da evasão escolar, dos indicadores de violência e o aumento da renda familiar.

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Um dos mais antigos planos de desenvolvimento urbano de salvador, o Plano de Desenvolvimento Urbano da Cidade do Salvador (Plandurb), foi digitalizado e disponibilizado na biblioteca virtual da Fundação Mário Leal Ferreira (FMLF). Constituído por 41 livros, o documento da década de 1970 apresenta um levantamento importante da cidade em aspectos que vão desde transporte, habitação, população, atividade econômica e orla até área verde.

Nele consta, por exemplo, informações completas das vias da cidade, meios de transportes, descrição das 201 linhas de ônibus e dos terminais da época, dos pontos de lentidão de tráfego, bem como das projeções para o futuro. Pesquisadores da Bahia, de outros estados e até mesmo de outros países já buscaram pelo documento, que antes só podia ser acessado presencialmente na biblioteca da FMLF.

Segundo o gerente de planejamento e informação da FMLF, Fernando Teixeira, o Plandurb é imprescindível para estudantes e pesquisadores da área de arquitetura e urbanismo.

“É um dos mais antigos, mas que ainda repercute nos planos atuais. As repercussões se dão no metrô, nas avenidas transversais do sistema estrutural da cidade, como a Gal Costa e a Luiz Eduardo Magalhães, e em toda a legislação urbanística da cidade. É um documento mestre da história do globalismo de Salvador e traz reflexões muito importantes”, diz Teixeira.

Os 41 títulos do Plandurb estão disponíveis no site http:// biblioteca. fmlf. salvador. ba. gov. br. Já a documentação cartográfica do documento, composta por 84 títulos, continua disponível apenas para consulta presencial na biblioteca da FMLF, situada na Avenida Vale dos Barris, Nº 125. O local funciona de segunda a sexta-feira, das 9h às 17h, e o telefone para contato é (71) 3202-9820.

Consultas – A biblioteca da FMLF conta com um acervo único sobre o desenvolvimento urbano da capital baiana. A instituição recebe uma média de 30 pesquisadores por mês, além de pedidos feitos por telefone. Os documentos mais procurados, além do Plandurb, são as fotografias aéreas da cidade, das décadas de 1970 e 1980, e os recortes de jornais relacionados ao planejamento de Salvador desde a década de 1980.

O acervo da hemeroteca, com recortes tanto do Diário Oficial do Município, quanto dos três jornais de grande circulação do Estado, está disponível também no formato online.

Para acessar o Plandurb e a hemeroteca em formato digital, o cidadão precisa clicar na aba "Preferências" (em vermelho), que fica no canto superior direito do site, e, em seguida, escolher a coleção que deseja (se é o Plandurb ou a hemeroteca). Se o desejo é consultar o Plandurb completo, é preciso, após escolher a coleção, digitar o símbolo cifrão ($) na busca.

Assuntos específicos também podem ser pesquisados e qualquer dúvida sobre o acesso ao acervo pode ser tirada por meio do telefone da biblioteca.

Plandurb – O Plandurb foi elaborado na segunda metade da década de 1970, em um período de crescimento econômico da cidade, com base em um plano anterior: o Escritório do Planejamento Urbanístico da Cidade do Salvador (EPCUS), também conhecido como Plano Mário Leal Ferreira, nome do engenheiro que o coordenou.

O funcionamento efetivo do Plandurb se deu em 1975, momento em que foram construídas as avenidas de vale – inspiradas nas ideias contidas no EPCUS – a exemplo das Avenidas Bonocô (1970), Paralela (1974), Suburbana (1971), Antônio Carlos Magalhães (1975), Garibaldi (1977), Vale do Canela (1974), entre outras. Os estudos do Plandurb subsidiaram a Louos de 1984 e o PDDU de 1985.

Desde setembro de 2017, os profissionais da biblioteca da FMLF trabalharam para digitalizar os 41 livros do Plandurb, o que só foi finalizado em março deste ano. Agora a instituição está digitalizando os termos de acordo e compromisso dos loteamentos da cidade das décadas de 1970 e 1980.

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O resgate dos saberes e contribuições dos povos africanos e indígenas têm feito parte do dia a dia dos alunos da Escolab Boca do Rio, localizada na Rua Abelardo Andrade de Carvalho, 72, desde o início do ano letivo. Tendo como tema “A leitura do mundo e a leitura da palavra, pela superação da hierarquia dos saberes”, o projeto pedagógico 2019, tem focado na leitura e escrita a partir do reconhecimento, estudo e valorização do legado filosófico, científico e artístico proveniente das heranças africanas e indígenas. 

Através de pesquisas, leituras e escrita de livros e textos da cultura africana e indígena, os alunos do 2º ao 9º ano podem conhecer a história desses povos dos quais fazem parte. Dentre as atividades desenvolvidas através de textos, contos, lendas e mitos das culturas africanas e indígenas, os estudantes fazem leitura e pesquisa sobre os temas e, posteriormente, apresentam o conteúdo em sala de aula. Eles explicam o que foi compreendido com o processo e, ainda, desenvolvem um olhar crítico e uma opinião sobre toda a história. O projeto dividido em três unidades será realizado até o fim do ano letivo. 

“Quando se realiza um trabalho a partir do resgate da nossa ciência, cultura, arte e filosofia, desenvolvemos um resgate de identidade muito importante: o de valorização do cidadão. Isso reverbera no trabalho de sala de aula e potencializa a aprendizagem, porque o aluno se vê no que está estudando e, como autor, percebe que existe uma ancestralidade por trás de tudo aquilo que é falado, além de promover a valorização de algo que vêm sendo historicamente apagado, que são as nossas raízes”, declara o diretor da instituição, Miguel Dourado. 

Para o coordenador pedagógico da Escolab, Ari Xavier, em uma cidade como Salvador, que a grande maioria da população é negra, muitos não se consideram pertencentes à raça. “Muitas pessoas se afastam do que lhe constituem enquanto sujeito. Percebemos que muitos indivíduos, inclusive alunos que são negros, não se consideram como tal.  Nós, enquanto escola, precisamos oferecer uma série de acessos para que essa percepção ocorra”, ressalta. 

Segundo Sueli Cabala, professora do 9º ano, o projeto valoriza o passado e possibilita compreender o que ocorre no presente. “A maioria dos livros didáticos trazem a história da cultura africana e indígena pelo ponto de vista europeu. O nosso projeto possibilita que os alunos tenham acesso uma história que não estão sendo contada nos livros, que é a que nos constitui enquanto sujeitos. Isso nos ajuda a entender o que se promulga até os dias de hoje como o racismo e preconceito. Trabalhamos e exploramos o conhecimento, trazendo outros olhares, os dos alunos, sobre a nossa história”, afirma. 

As mudanças já são perceptíveis para o aluno do 9º ano Paulo Henrique Mascarenhas, de 14 anos. “Nós aprendemos sobre nossas raízes e ficamos sabendo de tudo que aconteceu para que estejamos hoje aqui. Estou conhecendo a minha história e aprendendo sobre meus antepassados e isso é incrível”, afirma.

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Os alunos com surdez ou deficiência auditiva ganharam um importante estímulo para continuar os estudos na rede municipal de ensino. A partir desta quinta-feira (25), as crianças e jovens do grupo 5 até o 6° ano do Ensino Fundamental podem contar com o apoio de 30 intérpretes em Libras para facilitar a comunicação com os professores, colegas e a equipe escolar. O projeto foi lançado nesta manhã pelo vice-prefeito Bruno Reis e pelo secretário de Educação, Bruno Barral, na Escola Helena Magalhães, em Boa Vista de São Caetano.

A inclusão, segundo Bruno Reis, é um dos pilares da atual gestão, que vai investir R$ 1,2 milhão anualmente para manter o projeto dos intérpretes em Libras nas escolas. “A partir da nossa administração, a pessoa com deficiência passou a ter um tratamento diferente em Salvador. E, com esse programa, os alunos vão poder estudar de forma adequada, tendo acesso a um ensino público, gratuito e de qualidade”, assinalou o vice-prefeito.

O vice-prefeito lembrou que ontem foi celebrado o Dia Nacional de Libras e citou as iniciativas adotadas pela administração municipal para fazer a capital baiana avançar na educação. “Aplicamos quase 30% da nossa arrecadação nessa área da educação. Já reformamos mais de 230 escolas. Reconstruímos ou construímos mais de 40 unidades de ensino, investimos na valorização profissional e no material didático, que é referência no Brasil. Temos um corpo pedagógico qualificado e aulas em tempo integral”, frisou Bruno Reis.

Bruno Barral destacou a importância da dos intérpretes de Libras nas escolas, assegurando a inclusão dos estudantes da rede. “Teremos professores e pessoas capacitadas, para que a gente faça uma inclusão de verdade, com acolhimento. É dessa forma que investimentos com seriedade em educação pública de qualidade”, pontuou Bruno Barral.

Funcionamento - Estima-se que no Brasil existam apenas 230 intérpretes capacitados em salas de aula. Em Salvador, 28 escolas da rede municipal passam a contar com 30 profissionais, para atuar com alunos do grupo 5 até o 6° ano do Ensino Fundamental. A iniciativa vai garantir a permanência dessas pessoas na unidade de ensino, evitando o abandono dos estudos. Os jovens que terão o acompanhamento dos profissionais já são atendidos no contraturno na Associação de Pais e Amigos de Deficientes Auditivos (Apada) e na Associação Educacional Sons no Silêncio (Aesos).

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A partir desta quinta-feira (25), 31 alunos da rede municipal com surdez ou deficiência auditiva passam a contar com intérpretes de Libras. Esses profissionais têm a função de ser o canal comunicativo entre o aluno surdo, o professor, colegas e equipe escolar. A apresentação da equipe de intérpretes acontece nesta quinta (25), às 9h, na Escola Municipal Helena Magalhães, na Ladeira da Alegria, em Boa Vista do São Caetano, com as presenças do vice-prefeito Bruno Reis e do secretário municipal de Educação, Bruno Barral.

Estima-se que no Brasil todo exista apenas 230 intérpretes capacitados em salas de aula. No total, 28 escolas da rede municipal estão recebendo os 30 profissionais, que passam a atuar junto a alunos do grupo 5 ao 6° ano do Ensino Fundamental, nos anos finais. "A presença do tradutor e intérprete de libras nas salas de aula irá viabilizar o acesso à comunicação, informação e a educação dos alunos surdos”, explica a gerente de currículo da Secretaria Municipal de Educação (Smed), Edna Rodrigues.

O titular da Smed, Bruno Barral, destaca que, entre os principais objetivos, a medida visa garantir a permanência dos alunos em sala de aula. “Através da presença deste profissional, estamos criando mais um mecanismo para que este estudante não abandone os estudos, aperfeiçoando e garantindo a aprendizagem desses alunos surdos ou deficientes auditivos”, pontua.

Segundo ele, os estudantes que terão o acompanhamento dos intérpretes já são atendidos no contraturno tanto na Associação de Pais e Amigos de Deficientes Auditivos (Apada) quanto na Associação Educacional Sons no Silêncio (Aesos), instituições parceiras da Smed, sem fins lucrativos, que trabalham com foco no aperfeiçoamento da língua.

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