Réveillon

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Um público de 800 mil pessoas marcou presença na Arena Daniela Mercury, na Boca do Rio, para curtir o Réveillon no Festival Virada Salvador, entre a noite de ontem (31) e a madrugada de hoje (01). Toda essa gente curtiu os shows de Lincoln e Duas Medidas, Alok, Wesley Safadão, Ivete Sangalo, Maira e Maraisa, Psirico e Kevinho. E o que é ainda melhor: sem registros de violência ou de acidentes.

O módulo assistencial à saúde montado na Arena Daniela Mercury, na Boca do Rio, registrou 224 atendimentos durante a noite da virada. As ocorrências de natureza clínica lideraram a principal causa das admissões no posto com 198 casos, seguido procedimentos cirúrgicos (18) e dos traumas ortopédicos (08). Apenas três pacientes necessitaram de transferência para unidades de saúde de retaguarda, fato que confirma a resolutividade da estrutura montada exclusivamente para a Virada Salvador.

A Guarda Civil Municipal (GCM) registrou 126 atendimentos e 10 ocorrências, mas nada de natureza grave. Já a Transalvador não registrou nenhum acidente, apesar da quantidade de pessoas circulando no entorno do evento e do público presente à arena. Das 1,2 mil vagas de Zona Azul disponibilizadas, 941 foram vendidas. Das 500 vagas do estacionamento interno, 497 foram preenchidas. A Transalvador removeu, entre a noite de ontem e madrugada de hoje, sete veículos para o pátio da autarquia por estacionamento irregular e notificou 58 condutores.

Transporte - Na noite da virada, cerca de 310 mil pessoas optaram por ir de transporte público para a Arena Daniela Mercury. De acordo com a Secretaria Municipal de Mobilidade (Semob), cerca de 290 mil pessoas chegaram para festa utilizando as linhas de ônibus que estão à disposição da população. Além disso, 8.236 pessoas foram ao festival de táxis e outras 4.854 preferiram utilizar o serviço de mototáxis.

Trabalho infantil - Na área da proteção à infância, a equipe da Secretaria Municipal de Promoção Social e Combate à Pobreza (Semps) continua de plantão com o objetivo de atender e encaminhar crianças, adolescentes e suas famílias identificadas em situação de vulnerabilidade de risco social. Nas quatro noites do evento foram realizados 146 cadastros.

A equipe abordou 238 famílias em situação de vulnerabilidade social, 154 adolescentes na condição de vulnerabilidade social, 14 crianças/adolescentes desacompanhadas, e foram distribuídas 284 pulseiras de identificação para crianças de até 11 anos, que foram participar do evento na companhia de pais e responsáveis. O grupo também identificou 38 ocorrências de trabalho infanto-juvenil.

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A energia e irreverência de Ivete Sangalo marcaram a chegada de 2019. De cima do palco da Arena Daniela Mercury, no Festival Virada Salvador, ela fez a contagem regressiva dos últimos dez segundos de 2018 e recebeu o ano novo com toda positividade e bom-humor que lhe são peculiares.

Arena lotada e todos em um só coro. “Dez, nove, oito, sete, seis, cinco, quatro, três, dois, um”. No céu, o brilho e colorido dos fogos de artifício inspiravam a cantora baiana e a multidão de fãs que lotou a arena. “É 2019 meu povo. Por um 2019 de mais respeito, de tolerância e diversidade”, disse ela.

Bem-humorada, a artista lembrou da última edição do festival e aproveitou para brincar com os fãs. “Ano passado eu estava aqui barriguda e neste ano estou barriguda de novo. A barriga do ano passado tinha grande importância, a desse ano não. Eu sou gostosa e tenho barriga e em 2019 vou assumir minha barriga. E viva o aplicativo que tira nossa barriga”, disse a cantora, arrancando sorrisos do público.

Ivete subiu ao palco às 23h38 e levou a plateia ao delírio ao iniciar o show com toda a sua vibração. Em total interação com o público, a cantora seguiu cantando e divertindo a galera. “Hoje, estou com fogo no corpo. Bora brincar, bom ano novo”, disse Ivete. Na sequência, levantou poeira ao cantar “Carro Velho”, um dos seus sucessos consagrados.

Feliz com mais uma participação no festival, ela agradeceu e comentou sobre a satisfação de promover a virada do ano com o povo de Salvador. “Me chamaram para fazer esse negócio aqui de novo e estou feliz demais. Feliz de estar na minha cidade, perto da minha família e de estar com vocês”, declarou-se.

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Sempre atento às questões relativas a negritude soteropolitana, Márcio Victor, líder do Psirico, prometeu um show dançante, agitado, e também um momento de reflexão pelas perdas para a cultura brasileira, em especial para o povo negro de Salvador, ocorridas em 2018. Ele se apresenta ainda hoje (01) no Festival Virada Salvador. 

"Perdemos Moa do Katendê, uma pessoa importante para mim, que muito me ensinou, e também Mãe Stella de Oxóssi, dois representantes do candomblé e da cultura afro-brasileira. O show será em homenagem a eles", avisa, lembrando as mortes do capoeirista e compositor Romualdo Rosário da Costa e da Ialorixá e escritora, ocorridas, respectivamente, em outubro e dezembro do ano passado.

Sobre o que preparou para o Réveillon, o cantor disse que trará novos e velhos sucessos, como "Sambadinha", "Contregum" e "Elas gostam (polpa da bunda)", mas também apresentará novas canções que serão trabalhadas no ano que se inicia, como "Todo mundo subindo e descendo", "que vai ser a música do Carnaval", arriscou.

"Nosso ritual da virada será fazer no palco aquilo que foi ensaiado e que nos comprometemos a fazer bem feito para nosso público", disse. O show será totalmente autoral e contará com a presença, em duas oportunidades, de um balé formado por 20 bailarinos, todos de branco para celebrar a chegada do novo ano.

Márcio Victor aproveitou ainda para agradecer a organização da festa, da qual participa pela quinta vez. "É um espetáculo maravilhoso a cada ano, sempre com grandes personagens e músicas de sucesso. Vamos fazer bem feito também nesse ano, para que no ano que vem sejamos chamados de novo", declarou.  

 

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Que o Festival Virada Salvador é uma mistura de ritmos, todo mundo sabe. Mas é também uma mistura de soteropolitanos, baianos, brasileiros e estrangeiros, que escolheram o espaço na Boca do Rio para receber o ano de 2019. Na multidão que chegou desde cedo para curtir o Réveillon, cearenses e até argentinos aproveitam para dançar e celebrar o ano novo.

Direto de Tauá, no interior do Ceará, a família Mendonça chegou cedo na arena na expectativa para ver Wesley Safadão. O estudante Iuri Mendonça, de 18 anos, relatou o impacto ao ver a grandiosidade da estrutura. “Só o impacto de ver o palco imenso, para nós que viemos do interior do Ceará, vendo a roda-gigante, tudo é diferente do nosso dia a dia. No interior curtimos forró, queremos muito ver Safadão e queremos conhecer outros”, disse.

O pai do jovem, o professor Cildo Mendonça, afirmou que a família se programou com antecedência assim que as primeiras informações do evento foram divulgadas. Eles, que chegaram hoje em Salvador, vão curtir apenas a noite da virada e retornarão ao Ceará. “Embora Fortaleza seja destaque, Salvador disputa. É monstro, por isso decidimos vir. Nos programamos, pesquisamos as atrações, queríamos vir ontem mas hoje vamos aproveitar. Estamos em dez pessoas, todos parentes", salientou.

A empresária argentina Marilena Verônica está pela primeira vez curtindo a Virada Salvador e elogiou a festa. “Estou amando, é minha primeira vez e espero aproveitar muito. Viemos ver todos os artistas e curtir cada momento. Gostei muito do espaço, excelente, dá pra se divertir a valer”, disse a turista.

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Misturando romance com safadeza, Wesley Safadão comandou a folia na noite da virada de Salvador, sacudindo as areias na orla da Boca do Rio. “Preciso ver a cor da cueca de Safadão e da calcinha de Ivete Sangalo, com fé”, garantiu Aline Santos, soteropolitana festeira que chegou cedo à Arena Daniela Mercury, e promete não arredar o pé da orla da Boca do Rio antes do raiar de 2019. “Daqui só saio de manhã, não tenha dúvida", afirmou, enquanto aguardava a chegada do cantor.

Com 99% de bom comportamento e 1% de pura safadeza e aos gritos de “vai, Safadão!”, Wesley Oliveira da Silva botou a Arena Daniela Mercury para pular descontroladamente ao som de “Ressaca de Saudade”. “Mas se o seu telefone tocar, lá pras três ou quatro da manhã, eu não voltei atrás. Eu já bebi demais. Faça o que sempre fez. Não me atenda nenhuma vez”, avisou o cantor, convocando a plateia “bora beber, que eu estou solteiro de novo”.

A vingativa “Camarote” deu lugar a uma leva de mãos viradas para o céu. Entre viroteiros e apaixonados, o público se dividia ao cantar “Como é que você ainda tem coragem de falar comigo? Além de não ter coração, não tem juízo. Fez o que fez e vem me pedir pra voltar”. E a resposta, que vinha cerca de graus abaixo de zero, com: “Agora assista aí de camarote. Eu bebendo gela, tomando Ciroc. Curtindo na balada, só dando virote. E você de bobeira sem ninguém na geladeira”.

E a festa seguiu com “Decreto Liberado”, “Romance com Safadeza”, “Copo de boteco”, dentre outras “porque eu misturo romance com safadeza”, garantiu Safadão.  

 

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Desde o primeiro dia do Festival Virada Salvador 2019, o guarda civil municipal e educador social Ubirajara Azevedo assumiu uma missão: fazer com que as crianças da unidade de acolhimento se divertissem e gastassem bastante energia. A missão tem sido cumprida com satisfação por ele e pelo guarda Alan Nascimento.

Durante todo o dia desta segunda-feira (31), as crianças que estavam na unidade de acolhimento situada na Escola Municipal Luiza Mahin, na Boca do Rio, se divertiram com brincadeiras variadas promovidas pelos guardas: banho de mangueira, cabo de guerra, estoura-balões, sorteios, concursos de karaokê, de dança e de bambolê. As atividades ocorrem entre 9h e 17h, com alguns intervalos para o lanche, almoço e banho.

O dia ainda contou com um teatro de fantoches que, surpreendentemente, agradou até as crianças maiores, com faixa etária de 10 e 12 anos. “Foi um momento mágico. Esperávamos que o teatro atraísse só os pequenos, mas os maiores interagiram também, vieram ao palco, abraçaram os bonecos, foi emocionante”, disse Azevedo.

Além de todas as atividades que os guardas municipais promovem no espaço que foi disponibilizado pela Secretaria de Políticas para as Mulheres, Infância e Juventude (SPMJ) para filhos de ambulantes e catadores de latinha, há também um parque de diversões com escorregador, tubo, casinha de boneca e brinquedos pequenos. Garotos que já estão na fase da pré-adolescência e gostam do futebol também têm a opção de bater o baba.  

Nesta terça (01), último dia de festival, a unidade de acolhimento também terá o seu show particular: a apresentação do Homem Aranha. Por volta das 9h, o guarda Ubirajara vai interpretar o super-herói do cinema com truques e acrobacias para chamar a atenção dos pequenos.

“Divertir essas crianças, ao mesmo tempo em que é um desafio muito grande para mim, também é uma satisfação. É um desafio porque aqui nós lidamos com meninos e meninas de diferentes faixas etárias, desde recém-nascido a adolescentes, e é uma satisfação porque eu gosto de interagir com as crianças, é um dom que motivou inclusive a escolha pela formação como educador”, afirmou Ubirajara.

Na arena – Para os pequenos que vão para a arena, acompanhados dos pais e familiares, a Prefeitura também preparou uma série de atrativos, como dois pula-pulas, tobogãs infláveis e um touro mecânico, além da tirolesa gratuita liberada para crianças a partir de cinco anos e a maior roda-gigante da América Latina, para todas as idades.

Além dos brinquedos fixos, o público infantil está acompanhando uma série de atividades realizadas entre 16h e 18h. Nesta terça (01), ocorrerá uma oficina de bolha gigante de sabão com o pelotão verde.

Identificação – É importante identificar os pequenos com pulseiras ou crachás com o nome, telefone e nome do responsável, para evitar que crianças se percam. A Guarda Municipal atua com três postos de identificação e cinco equipes móveis circulando pela área do evento para distribuir as pulseiras de identificação. Até o momento, cerca de 6.500 pulseiras foram distribuídas desde o primeiro dia do festival para garantir a segurança das crianças.

 

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“O festival está mais do que consolidado, se tornou um produto importante para a capital baiana. Salvador hoje promove os dois maiores eventos de rua do Brasil, o Festival Virada e o Carnaval”, resumiu hoje (31) o prefeito ACM Neto, em entrevista concedida aos jornalistas, na sala de coletiva do evento. Depois da entrevista, ele ainda curtiu um pouco da festa no meio do povo, em frente ao palco. 

Segundo o prefeito, a previsão é que 800 mil pessoas curtam a chegada do ano novo, na Arena Daniela Mercury, na Orla da Boca do Rio. “Fora daqui da Bahia, a repercussão do evento tem sido incrível. O festival é sucesso na estrutura, na grade da programação e em número de público. Está tudo preparado, dentro e fora da arena, para a virada sob o comando de Ivete Sangalo, como fazemos em todos os anos”, declarou. 

De acordo com o gestor municipal, os números crescentes na economia de Salvador durante o período do festival mostram a grandiosidade da festa. “O percentual de ocupação de quase 100% da rede hoteleira de Salvador, a presença de 700 mil turistas na capital baiana e a geração de milhares de empregos evidenciam a importância do festival para Salvador”, assinalou. 

Com relação a chegada de 2019, o prefeito falou sobre as expectativas de um ano melhor. “De fato será o verdadeiro ano da virada. Estamos mesmo torcendo para virar e termos um ano de crescimento”, disse o prefeito, que nesta terça-feira (01) viaja à Brasília para participar da posse do presidente eleito Jair Bolsonaro.  

O prefeito, que fez questão de acompanhar de perto os quatro dias de festa, ressaltou a diversidade do público do festival. “O festival não existia e há seis anos fazemos essa festa que a cada ano fica melhor. Circulei pela festa e quantas e quantas famílias pude avistar, com filhos pequenos, com crianças. Esse é o Festival Virada Salvador para jovens e para as famílias”.

No povo - Após a coletiva, ACM Neto ainda concedeu uma entrevista praticamente no meio do público, dentro da arena, onde foi recebido com carinho por pessoas da capital e do interior, além de turistas de fora do estado. 

 

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Reincidente no Festival Virada, o DJ Alok falou à imprensa antes de comandar mais uma apresentação na festa eletrônica em Salvador. “Estou bastante empolgado para mais uma apresentação em Salvador, terra onde passo o Réveillon desde os 18 anos. Então, já estou de branco e preparado para pular minhas sete ondinhas”, avisa.

O DJ destacou que 2019 chegará com dois novos hits, em parceria com artistas internacionais, que ainda não podem ser revelados. “Estou bastante confiante para o ano que se aproxima, muito mais preparado e pronto para colocar a galera para dançar”, frisa.

“Salvador, assim como o Brasil inteiro, tem um apreço muito grande pela minha música. Tenho boa recepção com o público do funk, axé, eletrônico e sertanejo, sem distinção”, acrescenta Alok.

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A variedade de estandes compõe o cenário da Vila Gastronômica do Festival Virada Salvador 2019, com diversas opções para o público. Pizza, pastel, tapioca, churrasquinho, Yakissoba, pirão de aipim com carne do sol e batata frita são apenas alguns dos alimentos que fazem parte do cardápio do local. 

Segundo Fernando Mendonça, responsável pelo Coreto Hype, que cuida da organização do espaço, em média são vendidas 250 refeições por cada um dos 40 estande, diariamente, o que totaliza cerca de 10 mil refeições por dia.

Os queridinhos do público são os pastéis, seguidos por churrasco, hambúrguer e pirão de aipim com carne do sol. Além dos estandes, há diversos food trucks que oferecem lanches rápidos, como empada, crepe, sanduíches, e batata frita, dentre outros.

Todos os gostos – Quem quer algo mais leve pode optar por um poke com preços que variam entre R$ 20 e R$ 30 na barraca de Comida Havaiana. O poke é composto por frutas, cereais, massa leve e peixes como salmão e agulhão. Se a intenção é recarregar as energias, os points do açaí são ideais. Nos vários estandes de açaí, a tigela de 250 ml com granola é vendida a R$ 10 e a de 500 ml com granola por R$ 15.

Até aqueles que pretendem voltar para casa de estômago forrado têm a opção de comer uma moqueca de siri e aratu por R$ 15 e de camarão por R$ 20 no estande Cozinha Brasileira e Burguer.

A vendedora da Zap Way Jaliria da Ressurreição, de 29 anos, avalia as vendas de forma positiva. “Muita gente tem parado aqui, principalmente para pedir o crepe, que é o nosso carro-chefe. Temos sabores variados, desde o mais leve, como marguerita, com mussarela, tomate e manjericão até os mais recheados, como o que leva mussarela, bacon e calabresa”, diz.

 

Os pratos podem ser acompanhados pela tradicional cerveja, energético ou refrigerante. Vendedor de bebidas, Inácio Passos, de 20 anos, comemora: “Estamos vendendo muito, a bebida que mais sai é a cerveja Bohemia, cuja lata de 350 ml custa R$ 3. Esperamos vender ainda mais amanhã. A expectativa é faturar o triplo nessa noite da virada”, avalia.

 

Novidades - Aliam-se às bebidas e tira-gostos algumas estruturas que têm atraído os consumidores. Uma delas é a implantação de mesas feitas de tonéis, que oferecem mais conforto para quem está comendo e bebendo.

 

A servidora pública Kalila Oliveira, 36, aproveitou uma das mesas para se alimentar com a família, enquanto acompanhava, de longe, os primeiros shows da noite do terceiro dia do Réveillon. “Eu gostei muito. Adoro pirão de aipim com carne do sol e fiquei contente ao saber que aqui está sendo comercializado. Melhor ainda foi se apoiar nestas mesas”, conta.

 

Outra novidade é a promoção de distribuição de copos da Bohemia. Para ganhar o brinde, os participantes passam por uma brincadeira, que consiste em tirar uma foto em um cenário da marca e compartilhar no Instagram com a hashtag indicada pelos produtores. No local, ainda é possível acessar o Wi-Fi disponibilizado pela marca.

 

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