Réveillon

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Uma fiscalização da Secretaria Municipal de Desenvolvimento Urbano (Sedur) fechou quatro estacionamentos que funcionavam de forma irregular na noite desta sexta-feira (28), na região da Boca do Rio, próximo a Arena Daniela Mercury, onde acontece o Festival da Virada 2019. 

De acordo com informações da pasta, dos estabelecimentos interditados e autuados, dois estavam em áreas públicas (campo de futebol da Boca do Rio e a espaço externo do Hotel Salvador) e os outros dois em postos de gasolina, localizados respectivamente na Avenida Otávio Mangabeira e na Rua Antonio da Silva Coelho, em Armação. 

Nenhum dos locais onde os estacionamentos estavam funcionando possuía as licenças apropriadas, além dos localizados nos postos estarem em desacordo com a atividade de atuação permitida pela Prefeitura. Os estacionamentos continuaram interditados, pois não há possibilidade de regularização junta a Sedur. 

O órgão também apreendeu 5 mil panfletos de propaganda que estavam distribuídos irregularmente na arena. No total, foram realizadas 21 apreensões, sendo 3 banners, 4 estacas de ferro, 3 faixas publicitárias e 10 placas publicitárias. 

Foram emitidos dois autos de infração por publicidade irregular e seis orientações verbais. A Sedur continuará atuando nos próximos quatro dias do Festival da Virada 2019 na fiscalização de propagandas irregulares e estruturas (camarote, palcos, estacionamentos e estabelecimentos em torno da Arena Daniela Mercury).     

 

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Pouca demanda por vagas de estacionamento demonstra que soteropolitanos preferiram deixar o carro na garagem 

O Festival da Virada 2019 começou com muita alegria, animação e sem registros de acidentes graves do trânsito na região da festa. Na madrugada de hoje (29), uma pessoa que deixava o evento chegou a ser atropelada na Av. Octávio Mangabeira, foi atendida no local e liberada logo após. Conforme recomendado pela Prefeitura, a maior parte dos baianos e turistas que foram curtir o evento se locomoveram de transporte público, seja ônibus, táxi ou mototáxi.  

Para garantir a segurança dos pedestres, foram instalados quatro pontos de travessia na Av. Octávio Mangabeira nas proximidades do restaurante Iemanjá, do Posto de Combustível BR/Armação, da Praça Osório Vilas Boas e do palco. Das cerca de 1,2 mil vagas de Zona Azul disponíveis na região do festival, 317 foram ocupadas, o que representa 26% da capacidade e é um sinal de que as pessoas preferiram deixar o carro em casa. Já 459 condutores estacionaram numa das 500 vagas disponibilizadas na área do antigo Aeroclube. 

As 1,2 mil vagas de Zona Azul são disponibilizadas ao longo da Avenida Octávio Mangabeira, ao valor de R$20. O condutor pode optar por adquirir as cartelas em papel com os guardadores, ou utilizar os aplicativos do Zona Azul Digital. O estacionamento interno do antigo Aeroclube custa R$30.  

É possível estacionar na região do Jardim de Alah, nos bolsões de estacionamento em frente ao restaurante Cubanakan e do Hotel Alah Mar; Av. Octávio Mangabeira, sentido Itapuã, na faixa à direita entre o Jardim de Alah e o supermercado WallMart; nos bolsões em frente ao Parque de Pituaçu, sentido Pituba, e em frente às quadras na Boca do Rio, sentido Itapuã; e na Octávio Mangabeira, sentido Itapuã, a partir do cruzamento com a avenida Jorge Amado.  

Infrações - Na primeira noite de shows, 11 veículos foram removidos ao pátio da autarquia, 38 condutores foram notificados por estarem estacionados em locais irregulares. "As pessoas devem estacionar em locais permitidos e sinalizados. Elas devem evitar estacionar em canteiros, calçadas e outros espaços irregulares. Deixando os carros nas áreas regulamentadas, elas garantem a segurança e a fluidez no trânsito", orienta Fabrizzio Müller, superintendente da Transalvador.  

Ao longo do perímetro do evento, 55 agentes da Superintendência de Trânsito do Salvador (Transalvador) estão em 13 pontos fixos atuando na operação especial montada pelo órgão municipal de trânsito.  

Ônibus - No total, 206,1 mil passageiros foram transportados ao festival de ônibus, táxi ou mototáxi. Desse montante, 203 mil optaram pelos ônibus, que circulam 24 horas durante o evento para contemplar o público. Além disso, 1,8 mil preferiram os táxis e 1,3 mil os mototáxis, que são serviços regulamentados pela Secretaria Municipal de Mobilidade (Semob). 

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Durante primeiro dia do Festival da Virada, a Prefeitura realizou uma maratona de fiscalizações na Arena Daniela Mercury, na Boca do Rio. A intenção foi verificar a qualidade dos serviços prestados para garantir a tranquilidade das pessoas que foram e ainda vão curtir o evento. A Secretaria Municipal de Ordem Pública (Semop), por exemplo, apreendeu materiais não autorizados e e que colocavam em risco a vida dos cidadãos. Mas o clima em geral foi de tranquilidade.  

A equipe de fiscalização da pasta aprendeu uma armação de ferro, dois fogareiros, uma bancada de metal, um cavalete de madeira e um saco contendo garrafas de vidro. O material apreendido está fora do padrão autorizado para o evento, tendo em vista que oferecem risco à população. Os fiscais da Semop também garantiram o ordenamento dos 1,5 mil ambulantes cadastrados, que trabalharam de forma ordenada. 

Poluição sonora - Os 22 agentes de combate à poluição sonora realizaram o monitoramento do som do palco da festa, nos cinco shows da noite, bem como rondas no entorno da arena. No total, foram feitas 32 vistorias, sendo emitidos dois autos de infração em estabelecimentos ao redor da arena pela falta de alvará para utilização de som, além duas notificações para desativação de som não licenciado. 

Iluminação - A Diretoria de Iluminação Pública (Dsip) não registrou nenhuma intercorrência na primeira noite do festival. No total, são 160 profissionais trabalhando para garantir a eficiência do serviço, em esquema de plantão 24 horas, nos cinco dias de festa. As equipes fazem ronda diurna e noturna no entorno da arena.

 

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O show de Milton Nascimento, na abertura do primeiro dia do maior Réveillon do Brasil, o Festival Virada Salvador 2019, deu o tom de paz e tranquilidade que deve, mais uma vez, marcar todo o evento. Apesar do número expressivo de 250 mil pessoas presentes na Arena Daniela Mercury, não foram registradas ocorrências graves pela Secretaria Municipal de Saúde (SMS) ou Guarda Civil Municipal.  

O módulo assistencial à saúde montado pela Prefeitura para a festa registrou 63 ocorrências contra 69 do evento do ano passado. A maior parte dos atendimentos foi de natureza clínica (41) - enjoo, intoxicação alcoólica e cefaleia. Outros 22 atendimentos - nove em ortopedia e outras 13 cirurgias de pequeno porte - também foram contabilizamos nesta primeira noite de festa.  

“Atribuímos a redução de ocorrências ao nível de organização da festa e a integração entre os mais diversos órgãos envolvidos no evento. Estamos localizados em uma área plana, de fácil acesso, o que contribui para reduzir os casos ortopédicos. Além disso, tivemos uma forte atuação da vigilância em saúde para evitar possíveis surtos alimentares, bem como destacamos a atuação da Guarda Municipal em todo entorno do palco”, destacou o secretário municipal da Saúde, Luiz Galvão. 

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Cerca de 250 mil pessoas foi o público presente na primeira noite do Festival Virada Salvador 2019, que acontece até terça-feira (01) na orla da Boca do Rio, dentro da Arena Daniela Mercury. A Prefeitura espera que mais de 2 milhões de pessoas compareçam ao evento nos cinco dias de festival, que irão gerar uma movimentação econômica na cidade de aproximadamente R$500 milhões, segundo os cálculos da Secretaria Municipal de Cultura e Turismo (Secult).  

Nesta sexta (28), passaram pelo palco do festival Milton Nascimento (com direito a participação especial de Maria Gadu), Cláudia Leitte, Bell Marques, Xand Avião e Harmonia do Samba. Hoje (29), se apresentam Devinho Novaes, Zezé de Camargo e Luciano, Luan Santana, Durval Lélys e Mano Valter. Os shows começam a partir das 18h, mas os portões da arena abrem às 16h. 

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Com a plateia aos berros, cantando “Quanto mais sorvete. Quero seu calor. Quanto mais desejos de amor”, Bell Marques fez tremer o palco do Festival Virada Salvador 2019, na Arena Daniela Mercury. A multidão entoava cada verso de “Selva Branca” como um coral sem falhas a cada acorde inspirado da guitarra do artista.

Sem deixar a galera descansar, o ex-Chiclete com Banana convocou os eternos chicleteiros a “beber com o ‘B’ de Bell”, levando à loucura o público presente à Orla da Boca do Rio, neste primeiro dia de festival.

Casais se abraçavam enquanto Bell chamava a plateia para cantar “não dá pra ficar sem te ver, sou 100% você!”, mais um hit da antiga banda, que parece ter vida própria na boca de cada folião que faz da arena sua avenida particular.

Com a brincadeira antropomórfica de “Meu bem, quero te amar”, Bell leva a plateia a imitar um camaleão apaixonado, girando braços e quadris para lados opostos, batendo palmas e pulando ao som de “Sou Camaleão, sou teu amor”, e “Cara Caramba”.

 

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De Milton Nascimento a Devinho Novaes. Essa é a mistura proposta pela grade de programação do Festival Virada Salvador 2019, que teve início nesta sexta-feira (28), na Orla da Boca do Rio, e acontece até a terça-feira (1º). Bell Marques, uma das atrações do primeiro dia de festa, acredita que essa mistura de sons representa os baianos. "Isso aqui é tudo que um artista quer na vida", resume, durante coletiva de imprensa.

Além dos artistas convidados para o festival, Bell também sinalizou a importância de promover eventos de grande repercussão para a população, de forma gratuita. "Parabéns, ACM Neto. Você conseguiu fazer uma coisa que o baiano precisava. O baiano merece isso. Nós não tínhamos isso antes na cidade", diz.

Na ocasião, o cantor e guitarrista ainda comentou sobre a preparação para o lançamento do DVD Bell Marques – Só As Antigas, durante sua mini-turnê Jingle Bell, iniciada em São Paulo, na sexta-feira (21) passada. O show também já passou por Salvador no último domingo (23). "É uma emoção muito grande gravar esse DVD. As pessoas estão muito entusiasmadas", disse.

Bell também revelou a grande aposta para o Carnaval 2019: "B de Bell", lançada em novembro último. Após a maior festa de rua do planeta, o artista lançará um CD com canções inéditas.

 

Apesar de prestes a completar 40 anos de carreira, Bell revela que continua nervoso, quando tem que tocar em grandes eventos, como o Festival Virada Salvador 2019. "Sempre fico nervoso. Uma coisa que vocês [jornalistas] não percebem é que eu fico com falta de saliva nos lábios, porque não é fácil subir em um palco desse", confessa.

 

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Com os hits “Balancinho”, “Carnaval’ e ”Baldin de Gelo”, Cláudia Leitte anima o público que lota a Arena Daniela Mercury, na Orla da Boca do Rio. Contrastando com a noite a bordo de um microvestido dourado, a loira desfilou hits e sensualidade com um repertório programado para derrubar os fãs na primeira meia hora de espetáculo.

Mais cedo, na coletiva de imprensa, a cantora arriscou alguns passos de “Balancinho” com o prefeito ACM Neto, e seguiu para comandar centenas de foliões enlouquecidos na primeira noite do Festival Virada Salvador 2019.

O repertório de Claudinha contempla uma mistura de grandes hits trabalhados ao longo de quase duas décadas de carreira, desde a época do Babado Novo, até seus mais recentes sucessos como “Baldin de Gelo”, “Lacradora” e “Carnaval”. A ludicidade de “Corda de caranguejo” fez a plateia suar enquanto Claudinha corria de uma lado a outro do palco, seguida de baixo pela multidão.

Única atração feminina da noite, Claudia fala da expectativa em participar do festival. “Esse Festival é maravilhoso e especial. É sempre uma honra participar. Cantar em casa é ainda mais delicioso. Vamos, mais uma vez, balançar tudo com muita música, energia e dança”, afirmou.

 

A cantora, que no início desse mês gravou no Pelourinho o clipe da sua nova música “Saudade”, questionada sobre a possibilidade do lançamento da nova canção no palco da virada, garantiu: “aguardem, terá muita coisa bacana”. E o público não se decepcionou.

 

 

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As equipes da Secretaria Municipal de Promoção Social e Combate à Pobreza (Semps), que realizam abordagens sociais na Arena Daniela Mercury e entorno do local com o objetivo de combater o trabalho infantil e situações de vulnerabilidade social, já verificou 15 situações de violação de direitos. Foram casos de vendedores ambulantes que estavam acompanhados de crianças e adolescentes com idade até 17 anos.

Um deles foi de uma mãe que estava vendendo comidas e bebidas do lado externo da festa e estava acompanhada do filho de 11 anos. Após orientação da equipe da Semps, o garoto foi levado para casa pelo pai. Além da orientação prestada aos familiares referente à proibição do trabalho infantil, os profissionais da Semps realizam encaminhamentos para órgãos como os Centros de Referência e Assistência Social (Cras) e de Referência Especializado de Assistência Social (Creas) e para recebimento de benefícios, como o Bolsa Família.

As mães e responsáveis também são informados sobre a existência da unidade de acolhimento para filhos de ambulantes e catadores de latinha, situado na Escola Comunitária Luiza Mahin, na Avenida Simon Bolívar, Nº 471. 

“É um trabalho de importância extrema que demonstra a preocupação da atual gestão, não só com a situação do festival, mas com a questão social de dentro e do entorno da festa, que muitas vezes não é levada em consideração pelas pessoas. Então a proposta é identificar a situação de trabalho infantil e de risco social dessas crianças e adolescentes para tutelar o interesse desses vulneráveis”, afirmou a subsecretária da Semps, Lilian Almeida.

Ao todo, 33 profissionais distribuídos em três equipes por dia atuarão na Arena Daniela Mercury e entorno na campanha de combate ao trabalho infantil "Criança não é Mão de Obra", e outros 23 profissionais, distribuídos em três equipes por dia, atuarão na abordagem social à população em situação de vulnerabilidade e risco social. As equipes são formadas por assistentes sociais, psicólogos, pedagogos, educadores sociais e pessoal de apoio.

Eixos de atuação – A atuação da Semps, com o objetivo de combater violação de direitos de crianças e adolescentes durante o festival, está articulada com o poder público e a sociedade civil e organizada e é apoiada em quatro eixos: abordagem e cadastramento de crianças e adolescentes e seus familiares identificados em situação de trabalho infantil; inclusão dessas famílias em programas e benefícios socioassistenciais; campanha de sensibilização da sociedade sobre as consequências do trabalho infantil e da exploração sexual; e colocação de pulseiras de identificação em crianças acompanhadas de pais e responsáveis.

 

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