Carnaval

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O Carnaval deste ano em Salvador, que movimentou algo em torno de R$1,7 bilhão, bateu recordes no setor hoteleiro. A capital foi aquela com a melhor ocupação entre todas do país, de acordo com a Fderação Baiana de Hospedagem e Alimentação (FeBHA). O fato foi ressaltado pelo prefeito ACM Neto, durante coletiva de imprensa que acontece agora no camarote oficial da Prefeitura, no Campo Grande.

"Nossa taxa de ocupação chegou a bater 96%, o que é mais um dado que demonstra a força de nosso Carnaval e os resultados que temos alcançado com as mudanças que temos feito na festa desde 2013. Também tivemos um aumento de cerca de 20% na comercialização de bebidas, de acordo com o nosso patrocinador (a Ambev)", revelou ACM Neto.

O índice de ocupação hoteleira deve fechar na média de 93% até o fim da folia, segundo estimativa da FeBHA. O melhor dia de aluguel de leitos foi registrado entre o último domingo e a segunda-feira, quando a taxa alcançou 96%, pico máximo até então.

“Somos o terceiro polo hoteleiro, só perdemos em número de quartos para São Paulo e Rio de Janeiro, mas em compensação temos a melhor ocupação hoteleira de todas as capitais do Brasil”, comemorou o presidente da FeBHA, Sílvio Pessoa. Salvador conta, atualmente, com 40 mil leitos distribuídos em hotéis, motéis, hostels, albergues e pousadas.

Novidades - Sílvio Pessoa associou a ótima taxa de ocupação durante o Carnaval às novidades implantadas na folia para atrair turistas de todas as partes do Brasil e do mundo. “Salvador saiu na frente de todos os outros destinos no quesito ocupação hoteleira. Saiu também na vanguarda sobre a ‘metamorfose ambulante’ que foi a folia este ano, com o Carnaval Náutico, com os trios sem cordas, Furdunço, Fuzuê e Pipoco”, ressaltou.

Ele ainda destacou a excelente movimentação de turistas na cidade desde o dia 20 de dezembro. “Normalmente, isso acontece depois do Natal, mas aconteceu antes. Janeiro já foi excelente, o melhor janeiro dos últimos seis anos”, complementou o presidente do FeBHA.

Alimentação - No setor de alimentação, os bares situados no circuito turístico, que engloba o extenso trecho entre Stella Maris e Pelourinho, tiveram aumento entre 30% a 40% no faturamento de janeiro até o Carnaval deste ano - em comparação ao mesmo período do ano passado. Além de mais receita, milhares de empregos temporários já foram gerados.

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Soteropolitanos e turistas têm diversas opções de lazer nesta quinta-feira (15), nos espaços culturais mantidos pela Prefeitura, através da Secretaria Municipal de Cultura e Turismo (Secult) e da Fundação Gregório de Mattos (FGM). Para quem ainda está no clima da folia, uma excelente opção é a Casa do Carnaval. O espaço, fruto do trabalho de um amplo grupo de artistas e pesquisadores, mostra a multifacetada trajetória do maior Carnaval do país. Mas existem outros equipamentos culturais que têm atraído a atenção de turistas nacionais e estrangeiros, como o memorial Casa do Rio Vermelho - Jorge Amado e Zélia Gattai.

Confira as opções abaixo:

Casa do Rio Vermelho - A Casa do Rio Vermelho, residência onde viveram os escritores Jorge Amado e Zélia Gattai, na Rua Alagoinhas, 33, no ano de 2016, ocupou o 1º lugar no ranking do site de viagens Trip Advisor, na categoria “Museu”, e o 3º lugar na lista de atrações turísticas da cidade. O local reúne fotos, vídeos e objetos pessoais e apresentações artísticas, que transmitem para o público um pouco da trajetória dos autores. O espaço funciona de terça a domingo, das 10h às 17h, incluindo os feriados. A taxa de visitação custa R$20 (inteira) e R$ 10 (meia). Às quartas-feiras, a visitação ao memorial é gratuita.

Fortes na Barra - Localizado no Forte de São Diogo, o Espaço Carybé das Artes é um centro tecnológico de referência da vida e obra do artista. Por meio de recursos multimídia, são demonstradas a grandiosa obra de Carybé e a importância do artista dentro das mais variadas técnicas e linguagens artísticas utilizadas. Um dos diferenciais tecnológicos do espaço é o Óculos de Realidade Virtual, no qual as pessoas podem explorar os ambientes virtuais e apreciar diversas exposições que já aconteceram ou foram criadas especificamente para o projeto.

Já o Espaço Pierre Verger de Fotografia é uma forma de homenagem ao fotógrafo e antropólogo baiano Pierre Verger e, por meio deste, toda a fotografia baiana. Com esse objetivo, o Forte de Santa Maria – um dos mais conhecidos e antigos monumentos arquitetônicos da cidade – foi transformado em um local dedicado à fotografia. Pela via tecnológica, o espaço consegue expandir o conteúdo e possibilitar a apresentação de significativas produções realizadas no território baiano por fotógrafos baianos ou naturalizados, como Verger.

Ambos os espaços estão abertos de quarta à segunda, incluindo feriados, das 11h às 19h. O ingresso, com direito à visitação a ambos os Fortes, custa R$20 (inteira) e tem meia-entrada para estudantes e pessoas a partir de 60 anos. A visitação é gratuita às quartas-feiras.

Casa do Benin - Inaugurada em 1988, a Casa do Benin resultou do intercâmbio mantido entre a Bahia e o país africano Benin, através da cidade de Cotonou. Após uma reforma executada pela arquiteta Lino Bo Bardi – que manteve as linhas externas do casario secular, mas modernizou os espaços – a casa abriga uma rica coleção de objetos e obras de arte da região do Golfo do Benin, de onde veio a maioria dos negros que povoa o Recôncavo baiano. O espaço pode ser visitado gratuitamente, todos os dias, de segunda a sexta, entre 9h e 17h, e aos sábados e domingos, das 10h às 17h.

Espaço Cultural da Barroquinha - Lugar que contribui para estímulo da vocação cultural de Salvador, o Espaço Cultural da Barroquinha serve como um ponto de encontro para a produção e consumo das artes. O espaço tem capacidade para receber espetáculos de teatro, dança e música e conta com uma estrutura que inclui área para apresentações e plateia para 135 espectadores. O local funciona todos os dias, sendo que de segunda a sexta entre 14h às 19h, e aos sábados e domingos, das 14h, às 18h.

Teatro Gregório de Matos - Construído em 1986, com projeto da arquiteta Lina Bo Bardi, o Teatro Gregório de Matos apresenta uma proposta ambiental inovadora, que permite a sua utilização por espetáculos e eventos de diversos estilos e linguagens. O teatro abriga em seu foyer a Galeria da Cidade, espaço para exposições e performances artísticas. Está localizado na Praça Castro Alves, no Centro de Salvador. O equipamento cultural funciona todos os dias, das 14h às 21h.

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As barreiras de trânsito montadas pela Transalvador para o Carnaval começam a ser desmontadas a partir das 13h, nas vias interditadas na região do Centro. Na Barra, a previsão de liberação é também a partir das 13h, só que de forma progressiva, devido ao arrastão, que ocorre entre o Farol da Barra e Ondina.

Montadas desde a madrugada da última quinta-feira (08), primeiro dia oficial do Carnaval, as barreiras controlavam o fluxo de veículos nos circuitos, sendo liberada a passagem apenas de moradores e veículos autorizados através de credenciais emitidas pela Transalvador. Ao todo, foram instaladas 113 barreiras, sendo 72 no circuito Dodô (Barra/Ondina) e outras 41 nos circuitos Osmar e Batatinha (Centro).

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Os circuitos do Carnaval 2018 devem estar totalmente livres das estruturas montadas para a festa até o dia 24 de fevereiro. O prazo estipulado pela Secretaria Municipal de Desenvolvimento e Urbanismo (Sedur) visa garantir a segurança da população e a recuperação de áreas públicas nos circuitos oficiais da folia. O prazo foi estipulado conforme o artigo 53 do Decreto 20.505/2009. A multa para quem descumprir a determinação é de R$2.281,16 por dia de atraso.

Após a desmontagem, cada empresa responsável pelas estruturas terá um prazo também de dez dias para recuperação de áreas públicas que, porventura, tenham sido danificadas. A restauração é obrigatória e prevista também no decreto. As notificações já foram entregues nesta terça-feira (13), em todos os camarotes.

Desde o início deste ano, quando começaram a ser montadas as estruturas, todos os responsáveis pelos camarotes foram notificados para seguir as regras de segurança estabelecidas na legislação, assim como obedecer os horários de carga e descarga e evitar materiais em vias públicas e nos passeios, sem atrapalhar a passagem de pedestres.

O secretário da Sedur, Sérgio Guanabara, destacou que as equipes de fiscalização intensificarão as vistorias para verificar se os camarotes e praticáveis estão cumprindo o prazo para a desmontagem. "Assim como fizemos um trabalho intenso de fiscalização antes do Carnaval para verificar se o processo de montagem estava de acordo com as regras de segurança, também vamos trabalhar para que as estruturas sejam retiradas no tempo estipulado para que a cidade volte à sua normalidade após o término da festa", ressaltou Guanabara.

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A folia de Momo chegou ao fim, mas a experiência poderá ser vivida o ano todo na Casa do Carnaval, espaço interativo que reúne a memória da festa na Bahia em arquivo material, adereços, esculturas, vídeos e áudios. Inaugurado no último dia 5, o primeiro museu sobre a festa do país estará aberto a visitações a partir desta quinta-feira (15), de terça a domingo, das 11h às 19h.

Localizado entre o Terreiro de Jesus e a Praça da Sé, ao lado do Plano Inclinado Gonçalves, o museu já recebeu 423 visitantes. Além do público baiano e de turistas, já estiveram no local os artistas Daniela Mercury, Xanddy, Márcio Victor, Armandinho, Mariene de Castro, Gerônimo, Vovô do Ilê e Carlinhos Brown.

Na Casa do Carnaval, o visitante tem à disposição uma biblioteca de livros relacionados ao Carnaval, além da Sala das Origens, que exibe 200 bonecos feitos com cerâmica, representando figuras típicas de Momo na cidade, como o cordeiro, os Filhos de Gandhy e alguns dos principais cantores, feitos pela artesã Cibele Sales.

Memória − A Casa do Carnaval ainda possibilita acesso à memória do Carnaval do interior por meio da exposição de fantasias reais dos Cães de Jacobina e dos Caretas de Maragogipe. Roupas e fantasias icônicas de cantores da Axé Music, como Ivete Sangalo, Daniela Mercury e Carlinhos Brown e de blocos afro também podem ser conferidas de perto.

Experiência viva − Nas duas salas de cinema da Casa, no primeiro andar, os visitantes podem viver a experiência da folia, por meio de adereços como mamãe-sacode, fantasia e até instrumentos de percussão. Nelas são exibidos filmes que ensinam como dançar 11 coreografias do Carnaval.

"A Casa do Carnaval é um equipamento que proporciona ao público fazer uma imersão nos aspectos artísticos, culturais, musicais e econômicos da festa. Nas salas de cinema, o visitante tem a oportunidade de reviver a experiência única que o carnaval proporciona. Com a Casa do Carnaval, esse contato com a festa pode acontecer o ano inteiro”, conta o secretário de cultura e turismo, Cláudio Tinoco.

Acesso − Para ter acesso ao espaço nesse primeiro mês de teste, é preciso realizar agendamento prévio por meio do telefone 71 3324-6760. As visitas agendadas e gratuitas nesse primeiro mês são realizadas nos horários das 11h, 14h30 e 16h30, com a entrada de 80 pessoas por período.

Investimento − O equipamento integra os investimentos previstos no eixo Centro Histórico do programa Salvador 360. A edificação foi restaurada pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan), com recursos provenientes do PAC das Cidades Históricas, e é administrado pela Prefeitura. Todo o equipamento custou R$ 15 milhões.

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Nas ruas e ladeiras do Centro Histórico, o embalo dos tambores e das bandas de fanfarras comprovou que o samba nasceu na Bahia, sim. O último dia de Carnaval do Circuito Batatinha (Pelourinho) contou com a alegria das crianças e turistas, além do desfile de bandas de fanfarras e escolas de samba. No Carnaval do Pelourinho, tinha princesa, Homem Aranha, Super-Homem, Porta Bandeira e até uma passista japonesa.

Durante todo dia, bandas, grupos de teatro, idosos, famílias e crianças receberam as boas vibrações dos tambores que por ali passaram. Dessa forma, o Centro Histórico mostrou, mais uma vez, sua força no Carnaval. Um dos grupos responsáveis pela festa no Circuito Batatinha foi a Escola de Samba Unidos do Samba de Itapuã, que desde a sexta de folia (09) anima os foliões do local.

De acordo com Camila Araujo, organizadora da escola, a ideia surgiu há seis anos, quando um grupo de amigos apaixonados por samba decidiram tocar o projeto. “O samba surgiu na Bahia. É essa a ideia, mostrar que sabemos fazer samba tão bem como no Rio de Janeiro”, explicou Camila.

A bailarina Yuka Chan esteve pela primeira vez no Pelourinho e ficou encantada com a oportunidade de ser passista da escola. “Estou amando estar aqui no Pelourinho. Um carnaval sem violência, feito para a família. Tudo que se faz com amor e persistência torna-se possível”, disse a passista japonesa.

O grupo de fanfarra Xárangool também levou o colorido das fantasias e o batuque das fanfaras para espantar o clima de saudade da festa. De acordo com o maestro Pacifico, líder da banda, o grupo é composto por 20 músicos que ensaiam o ano inteiro para manter a tradição viva. “A ideia é conservar a tradição das marchas de Carnaval para que os mais novos reconheçam suas raízes”, explicou o maestro.

 

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O prefeito de Feira de Santana, José Ronaldo, curtiu esta terça-feira de Carnaval (13) no Circuito Osmar (Campo Grande), onde assistiu aos desfiles de atrações sem cordas, como Harmonia do Samba, Saulo, Daniela Mercury e Léo Santana, no camarote oficial da Prefeitura. Ronaldo se mostrou encantado com a grandiosidade da pipoca que tomou o circuito e ressaltou o gigantismo da organização dos serviços públicos garantidos para a realização do evento.

"Sem dúvida, o Carnaval de Salvador é a maior festa popular desse país, e mais uma vez a Prefeitura realiza a festa com muito brilhantismo, competência e organização. Saio daqui encantado de ver tanta gente brincando, se divertindo, com muita paz. E mais uma vez parabenizo ao prefeito [ACM Neto] e sua equipe pela organização dessa belíssima festa", avaliou José Ronaldo, com a expectativa de que a Micareta de Feira, que ocorre na segunda quinzena de abril, tenha o mesmo brilho da folia de Salvador.

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O projeto Pôr do Sol embala os carnavais soteropolitanos desde 2016. Tendo como palco a praça Castro Alves, no Centro Histórico, os foliões encontram o cenário ideal para boa música. Neste terça (13), o encerramento da iniciativa ficou por conta de Armandinho, que animou os presentes ao som de grandes sucessos da sua trajetória, e dos irmãos Macêdo, que há 45 anos tocam juntos no trio elétrico Armandinho, Dodô e Osmar.

A Praça Castro Alves já foi ponto de encontro de trios elétricos na década de 1970 e tem uma aura toda especial para Armandinho. “É um momento de retorno ao local que foi palco de grandes emoções no Carnaval da Bahia. O pôr do sol será o momento da gente relembrar e poder passar para o povo toda nossa história musical que aconteceu na praça e que vem até os dias de hoje”, conta.

Cantando hits como “Atrás do Trio Elétrico” e “Chame Gente”, Armandinho trouxe de volta a nostalgia de outros carnavais, com toda força da guitarra baiana e dos gigantes da música que passaram por aqui. O show do artista se tornou uma verdadeira celebração do festejo baiano, que é considerado um dos maiores do mundo e arrasta pessoas de todo o globo para as ruas de Salvador.

O projeto Pôr do Sol este ano foi diferente: o que se concentrava em apenas um dia, passou a ter três. Começou no domingo (11) com Baby do Brasil, Pepeu Gomes, Moraes Moreira e Davi Moraes. Na segunda-feira (12), foi a vez da inovadora e animada Àttooxxá, dona do hit “Elas Gostam (Popa da Bunda)” em parceria com o Psirico. O encerramento ficou por conta de Armandinho.

História - Osmar Macêdo é um dos inventores do trio elétrico. O ano que revolucionou o Carnaval baiano era 1950, mas a herança do músico foi além do grande amplificador sonoro móvel. Anos depois nascia Armandinho. O filho é o responsável por perpetuar mais ainda a guitarra baiana, instrumento cujo primeiro protótipo (pau elétrico) também foi pensado pelo pai em parceria com Antônio Nascimento (Dodô).

Armandinho decidiu colocar mais uma corda na guitarra, além de criar novos modelos em parceria com profissionais especializados em instrumentos musicais, dentre eles Luizinho Dinamite, Vitório Quintanilha e Elifas Santana. Considerado um dos gênios da música instrumental no país, sua trajetória contempla a formação do grupo a Cor do Som, no final da década de 70, vários prêmios e discos em carreira solo.

Junto com os irmãos Betinho, Aroldo e André, subiu no Trio Armandinho, Dodô e Osmar mais uma vez no Carnaval deste ano. A família também está em cartaz no Teatro Sesc Casa do Comércio com o espetáculo "Carnaval - Música – Revolução". Até o mês março, os artistas contam grandes histórias dos 40 anos de carreira, com leituras modernas dos arranjos e fazendo um passeio por eventos que marcaram os festejos do Carnaval na Bahia.

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A Empresa de Limpeza Urbana de Salvador (Limpurb) já recolheu 1.253 toneladas de resíduos nos três circuitos da folia: Osmar (Campo Grande), Dodô (Barra-Ondina) e Batatinha (Pelourinho), da última quarta (7) até a segunda-feira de Carnaval (12), o que significa um aumento de 14,11 % em relação ao mesmo período do ano passado, quando foram retiradas das ruas 1.098 toneladas.

De acordo com dados da Limpurb, o circuito que mais gera resíduos é o Dodô. Já nos bairros onde ocorrem a festa, o acumulado é de 124,64 toneladas. Ao todo, foram 1.377,10 mil toneladas de resíduos recolhidos, incluindo o volume coletado nos bairros que recebem eventos relacionados ao Carnaval.

“O aumento no volume de resíduos gerados é reflexo do sucesso do Carnaval. Temos mais gente na rua e, consequentemente, temos mais produção de resíduos. Começamos por volta das 3h após cada noite de festa, e no início da manhã tudo já está limpo para mais um dia de folia”, explica o presidente da Limpurb, Kaio Moraes.

Operação – Durante o Carnaval, a Limpurb trabalhou nos circuitos da folia e nos bairros onde acontece a festa com 3.065 colaboradores e 212 equipamentos. Foram instalados 2.998 sanitários químicos e 72 contêineres climatizados (com 555 posições). Foram realizados serviços de varrição, coleta, lavagem de vias e logradouros, além da limpeza e manutenção dos sanitários. E os trabalhos seguem nesta quarta-feira de Cinzas, até o último acorde.

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