Carnaval

0
0
0
s2sdefault

O Carnaval dos Carnavais chega ao último dia, nesta terça-feira (25), e os principais patrocinadores privados da maior festa de rua do mundo só têm motivos para comemorar. O recorde de público nas ruas tem sido festejado pelos grupos das empresas Ambev - através da marca Skol Puro Malte -, Veloe e Hapvida. Neste ano, as empresas investiram na folia de Momo mais de R$40 milhões, captados pela Prefeitura.

“Quem vai para a rua, seja nos blocos, trios ou camarotes, percebe um aumento considerável de publico neste Carnaval. Como a cervejaria que detém o direito das bebidas oficiais, nos estruturamos de maneira parruda para a festa. Temos 15 centros de distribuição para os ambulantes, muito mais que no ano passado, além de diversos subdistribuidores trabalhando para suprir a demanda dos consumidores. Ainda não dispomos de números oficiais, mas com certeza eles são bastante positivos”, avalia o gerente regional de Marketing da Ambev, Felipe Balota.

Além de assegurar a exclusividade na venda dos seus produtos nos circuitos, a Ambev trouxe novidades para o carnaval de 2020. Entre as tantas inovações, a marca aproveitou para realizar o sonho de quatro amigos que estão tendo a sensação real de viver na folia. O quarteto esteve a bordo de um trio elétrico com uma vista privilegiada do circuito Barra-Ondina e ainda teve acesso ao Camarote Skol Puro Malte, com shows exclusivos de artistas como Thiaguinho e Wesley Safadão.

Experiência exitosa - Para o grupo Veloe, empresa de tag veicular que proporciona mobilidade para pagamento automático em pedágios, estacionamentos e shoppings, a primeira participação na festa soteropolitana tem sido muito positiva. “Este foi o primeiro ano da Veloe no Carnaval de Salvador e nossa proposta foi contribuir para a mobilidade urbana na cidade, trazendo uma solução diferenciada para apoiar não apenas com organização do trânsito, mas, principalmente, facilitar um acesso mais ágil aos moradores da região”, explica o superintendente de Operações do grupo, Alexandre Fontes.

Segundo Fontes, a Veloe considera que participar do Carnaval de Salvador é uma experiência exitosa, por entender que a Bahia é a porta de entrada fundamental para garantir a expansão e consolidação da marca na regiões Norte e Nordeste do país.

Melhores momentos - A diretora de Comunicação e Marketing do Hapvida Saúde, Simone Varella, afirma que o Carnaval de Salvador é, sem dúvidas, a maior festa de participação popular do mundo.“O Hapvida sempre será apoiador de iniciativas saudáveis, que promovam o bem-estar, a alegria e a união entre as pessoas. Foi bom participarmos tão ativamente de uma manifestação da cultura brasileira, que reflete o trabalho em equipe e traz à tona toda a razão de nossa empresa existir: garantir que as pessoas tenham acesso à saúde para aproveitar os melhores momentos da vida”, disse.

0
0
0
s2sdefault
0
0
0
s2sdefault

 

O que fazer se a ressaca invadir a área junto com as cinzas do Carnaval? “Rapaz, a receita certa foi jogada fora, porque não há ninguém nesse mundo que não tenha experimentado as consequências dessa danada”, diz o bem humorado Jeferson Silva, 52 anos. “Encarar a claridade e o som de muita conversa é problema puro”, resume.

Para o desafio ficar ainda maior, lembre aí das reclamações do chefe no retorno ao trabalho. Mas é possível adotar alguns cuidados e evitar o pior, já que a vida real se aproxima em alta velocidade. “Mantenha o foco e evite dispersar com as experiências inesquecíveis após uma semana de festa”, provoca a professora Raiane Santana. 

É bom já se prevenir, afinal de contas, essa terça de Momo (25) é entregue a mais de 100 atrações distribuídas nos circuitos. O mais importante é dosar bem a quantidade de álcool consumida, alerta o médico Ivan Paiva, coordenador médico de Urgências e Emergências de Salvador.

“Para não deixar a bebida provocar efeitos desagradáveis, alterne com água, água de coco, suco, isotônico, ou seja, líquidos que te protejam de ficar alcoolizado. A ressaca é uma inimiga implacável, sem dúvida”, brinca.

A alimentação deve ser à base de carboidratos e proteína. “Evite comidas pesadas e prefira alimentos que façam o organismo metabolizar melhor, com digestão mais rápida”, recomenda Ivan Paiva.

Repouso - Uma vez instalada, a tal da ressaca dá trabalho para deixar o folião em paz. Nesse caso, o repouso é o mais importante para curar a dor de cabeça e também aquela sensação que o trio continua passando o som lá no fundo da alma.

Mesmo assim, caso o mal-estar persista até o final da Quarta-feira de Cinzas, o ideal é procurar um serviço de emergência. “Vômitos e náuseas que duram mais que o suportável devem ser tratados de perto”, conclui Ivan Paiva.

Só lembranças – E as lembranças que você vai levar na cabeça e no coração desse Carnaval dos Carnavais?  “Amei ver Claudia Leite voando na Barra”, responde rápido a estudante Alice Souza, 15 anos.

Já a avó, dona Branca, 65, diz que não vai esquecer da beleza e gingado dos foliões do samba e a passagem de Márcio Victor pelo Circuito Osmar (Centro), com o bloco As Muquiranas. “Um detalhe bacana das pistolinhas das Muquiranas é que a água que respinga na gente não deixa a ressaca ganhar espaço. Isso é massa, é a cara do Carnaval de Salvador.”

Na cabeça, dor nenhuma, só boas lembranças”, ressalta o motoboy Francisco Carvalho. Ele confessa refrescar a cabeça na passagem do bloco de travestidos para evitar o mal-estar.  

 

0
0
0
s2sdefault
0
0
0
s2sdefault

A Vigilância em Saúde Ambiental (Visamb), vinculada à Secretaria Municipal da Saúde (SMS), fez coleta de 158 amostras de águas nesses cinco dias de Carnaval. A ação teve como alvo estabelecimentos comerciais próximos ao circuito da folia, como camarotes, hotéis e restaurantes. De todo material coletado, sete amostras estavam fora do padrão.

A atividade visa garantir a qualidade do líquido, que é elemento vital para a sobrevivência humana, ingerida pelos foliões. Esse trabalho, portanto, evita que baianos e turistas contraiam doenças através do consumo de água imprópria. 

Durante o monitoramento, são observados os parâmetros físico-químicos e microbiológicos da água como o pH, temperatura, turbidez, coliformes totais e termotolerantes. Os espaços visitados receberam um selo de acompanhamento e os que estavam fora do padrão receberam uma notificação para adequação em até 24h. Após esse prazo, mantendo a infração, o estabelecimento é sumariamente interditado.

Cuidados - O coordenador da Visamb, Ricardo Lourenço, explica que a ingestão de água imprópria pode causar doenças que vão de infeções intestinais, hepatites, cólera, febre, tifoide, leptospirose, amebíase e giardíase até infeções generalizadas que podem levar ao óbito.

“O Carnaval é uma época em que a cidade está lotada de baianos e turistas. A Prefeitura investiu na instalação de um laboratório para analisar a água distribuída pela prestadora em Salvador. Nossos técnicos são especialistas, treinados e capacitados continuamente para identificação de alterações do padrão de potabilidade da água para consumo humano”, afirma Lourenço.

O coordenador da Vigilância em Saúde Ambiental ainda conta que dificilmente uma pessoa pode diagnosticar alterações e presença de microrganismos na água, mas que alguns cuidados podem ser tomados. “As pessoas devem ficar atentas para alterações no padrão da cor, cheiro ou turbidez no aspecto da água a ser consumida”, orienta.

 

0
0
0
s2sdefault
0
0
0
s2sdefault

O prefeito ACM Neto comanda nesta quarta-feira (26), às 12h, coletiva de balanço final do Carnaval 2020. Na ocasião, o prefeito vai apresentar os dados finais da folia e anunciar possíveis propostas de mudança para o ano que vem, quando o Carnaval será organizado por outra gestão. 

 

0
0
0
s2sdefault
0
0
0
s2sdefault

No seu 18º ano como folião, sendo quatro como gestor público, o governador de São Paulo, João Doria, fez nesta terça-feira (25) uma avaliação do Carnaval de Salvador. Para ele, que esteve no Campo Grande, a festa na capital baiana é bem organizado e fundamental para a economia da cidade, já que injeta milhões de reais por aqui, gerando empregos temporários em diversos setores. 

O governador afirmou ainda foi de Salvador a inspiração para fazer o Carnaval de rua na capital paulista. "Essa inspiração baiana, artistas da Bahia que vão a São Paulo, no pré e no pós Carnaval, e também durante, colocou 15 milhões de brasileiros nas ruas em São Paulo. Fora o desfile no sambódromo e que hoje tem o mesmo nível de qualidade do bom Carnaval do Rio de Janeiro”, frisou.

Hoje, a cidade de São Paulo conta com 26 circuitos de Carnaval, sendo o mais importante os do Ibirapuera e Faria Lima, seguindo o modelo soteropolitano. O governador paulista disse que manteve a mesma estruturação usada em Salvador. 

“Eu disse isso a prefeito ACM Neto em 2017: nós vamos fazer a Bahia em São Paulo, até porque é o maior estado baiano fora da Bahia. São mais de dois milhões de baianos só na capital, sem contar os descendentes. Se somar os descendentes, este número é ainda maior, quase seis milhões".

Doria também fez uma avaliação da cidade como um todo. Para ele, que é filho de baianos, Salvador mudou para melhor. “A cidade está mais bonita, mais organizada, mais limpa, mais fluída. E agora mais moderna, pois acabou de inaugurar um Centro de Convenções de primeiríssimo mundo, e isso vai ajudar a trazer turismo de congressos e eventos para a Bahia, fora do período da alta estação. O prefeito ACM Neto, a meu ver, merece a boa avaliação que vem recebido da população".

 

0
0
0
s2sdefault
0
0
0
s2sdefault

A Prefeitura, através da Empresa de Limpeza Urbana (Limpurb), já recolheu até o meio-dia desta terça (25), nos circuitos Dodô, Osmar, Batatinha, Mestre Bimba, Carnaval dos Bairros e ilhas, 1.213 toneladas de resíduos – peso equivalente a quase 20 trios inteiros. Já o volume de água utilizado na limpeza durante a folia é de 4,7 milhões de litros de água reaproveitada e 7,35 mil litros de detergente biodegradável. 

A Limpurb atua com quatro mil colaboradores envolvidos na limpeza dos circuitos da folia e no Carnaval dos Bairros. São realizados serviços de varrição, coleta, lavagem de vias e logradouros, instalações, limpeza e manutenção de sanitários públicos. Para dar suporte aos trabalhos, as equipes utilizam 57 compactadores, 53 carros-pipa e 22 caminhões de sucção, além de 14 cooperativas e uma associação de catadores como parceiras. 

Os serviços também envolvem a distribuição de tonéis de 400 litros, que possuem o dobro da capacidade convencional, no Circuito Dodô (Barra/Ondina). No local, é possível ser descartados materiais recicláveis como latinhas, garrafas pet, plásticos e papel, que serão aproveitados pelos catadores. 

Orientação – A Limpurb coloca ainda em campo as equipes de educação ambiental, com o intuito de orientar os ambulantes às melhores práticas durante a folia. Em todos os dias da festa, os agentes distribuem sacos plásticos, esclarecem sobre o acondicionamento dos resíduos e a necessidade de manter os espaços limpos.

0
0
0
s2sdefault
0
0
0
s2sdefault

 

No Carnaval, a alegria não é o único requisito importante para muitos foliões. Adereços coloridos e brilhos dão o toque especial para quem quer curtir a festa com muita criatividade. E para quem não teve tempo de produzir um look especial antes de sair de casa, não faltam opções de enfeites e fantasias vendidos por ambulantes espalhados por todos os circuitos da festa, a preços bastante acessíveis para incrementar o visual.

As tiaras com variados temas, como flores, orelhas de animais, chifres de diabinha e unicórnio, estrelinhas, auréolas de anjos, frases e memes, continuam sendo os preferidos entre as mulheres e crianças. Elas estão por todos os lados e custam, em média R$10.

Coroas de rainha, cocar saias de índios, flores para cabelo, máscaras, chapéus de bruxa, glitter, perucas, adesivos para o corpo, argolas, pulseiras e colares coloridos também estão na lista dos mais vendidos.

Vendedor ambulante de adereços e fantasias há 16 anos, Roque Rodrigues, 48, tem um estoque variado para o Carnaval. Ele se diz animado com o aumento do número de foliões que procuram este tipo de produtos nos últimos anos. “Eu tenho notado que as pessoas estão querendo estar mais fantasiadas nas ruas, mesmo quem sai em bloco e camarote. Isso é bom”, avalia.

A artesã Elisabete Muniz Pinho conta que produziu todo o estoque de tiaras, plaquinhas, pulseiras e colares duas semanas antes de começar o Carnaval. O carro-chefe de sua produção são as tiaras com miniatura de chapéu com glitter. Ela comemora o resultado das vendas. “Estou vendendo uma média de 40 peças por dia. Só tenho poucos agora. Espero que termine de vender tudo”, afirma Elizabete.

Fantasia improvisada - No caminho do circuito do Campo Grande, a funcionária pública Inês Sapucaia comprou do ambulante Roque o elemento que faltava para a fantasia improvisada ficar completa: uma tiara de onça para combinar com a sua blusa animal print, cílios postiços dourados e uma plaquinha que avisava: “Não cutuque a onça com vara curta”.

Para ela, os adereços vendidos por ambulantes são uma verdadeira mão na roda para quem quer compor uma fantasia sem gastar muito. “Eu acho isso fantástico. É uma possibilidade de gastar pouco e criar uma fantasia legal no improviso. O importante no Carnaval são a criatividade e a irreverência”, afirma.

Inês ressalta que os adereços vendidos pelos ambulantes acabam servindo como inspiração para pensar nas fantasias que usa diariamente. “Vejo na rua e já começo a imaginar”, diz.

Já a amiga Mônica de Almeida Rocha, que usava um corpete vermelho de renda, cílios postiços, adesivos que imitavam pedrarias, aproveitou e comprou chifres de diabinha. “Exceto a roupa, todos os adereços foram comprados com vendedores ambulantes. Gastei pouco e estou pronta para a festa”, avalia Mônica. Mais discreto, o seu esposo, José Francisco Neves, aproveitou para comprar uma tiara de anjo para entrar no clima da festa. “Sou o anjo da turma”, brinca.

Saias na moda - Outro item que tem feito sucesso entre as mulheres são as saias de tule, estilo “tutu”. Coloridas e leves, elas dão um toque especial a qualquer produção e são vendidas, em média, por R$ 15

Esta foi a aposta da estudante Michele Freitas, 20, que incrementou o visual com um body colorido, meia calça de arrastão e uma tiara de flores, quase todos comprados em ambulantes. “Só o body comprei em loja. O resto foi tudo em ambulante. São opções baratas e tem coisas bem legais. Dá para compor vários looks”, destaca a estudante.

A saia de tule também foi a escolha da dona de casa Marina Andrade para compor a fantasia da filha Emily, de 3 anos. "Ela está parecendo uma bailarina. Ela gosta de usar a saia até quando está em casa", comenta.

Além de adereços, há vendedores ambulantes que também oferecem opções de brinquedos para as crianças se divertirem no Carnaval. Entre os itens mais vendidos estão as armas de água, que custam entre R$ 10 a R$ 40, dependendo do tamanho, além de martelos de plásticos, balões de gás e os famosos sprays de espuma, que devem ser utilizados com cuidado e segurança.

0
0
0
s2sdefault
0
0
0
s2sdefault

Após fazer balanço da folia, prefeito curtiu a pipoca do grupo Mudei de Nome na avenida

No último dia do Carnaval dos Carnavais, o prefeito ACM Neto comentou sobre o crescimento do número de foliões nas ruas e garantiu que o Arrastão da Quarta-feira de Cinzas vai acontecer sem nenhum recurso público. “Só temos motivo para comemorar e celebrar o Carnaval 2020. A festa se encerra amanhã, com arrastão”, disse ele, lembrando que as duas únicas atrações autorizadas pela Prefeitura para desfilar no pós-folia são os cantores Léo Santana e Daniel Vieira. 

“Ambos cumpriram as regras estabelecidas de não ter dinheiro público. Os próprios artistas estão bancando o Arrastão da Barra a Ondina e nós vamos agir em todo instante para que esse seja um dia de pleno êxito para o Carnaval de Salvador”, pontuou ACM Neto em entrevista coletiva após a reunião de balanço do sexto e último dia de folia, realizada na Sala de Imprensa Oficial José Raimundo, no Campo Grande.

Após oito carnavais no comando da Prefeitura, ACM Neto afirmou ter a sensação de dever cumprido. “Hoje, a festa está na rua, é do folião e essa é uma conquista nossa. É uma marca que fica cravada definitivamente no Carnaval da nossa cidade”. 

Sem cordas - Ele lembrou que em 2013, quando assumiu a gestão da capital, o número de blocos de cordas nos circuitos era bem maior, o que impedia o folião pipoca de brincar o Carnaval. “Falem o que quiser, mas ninguém pode questiona, essa é a grande mudança que aconteceu desde quando chegamos aqui em 2013. Lembro que não tinha espaço para o folião, era só corda, o pipoca ficava ali marginal a festa. Hoje, as pessoas estão nas ruas, até mesmo quem compra camarote às vezes prefere ir para avenida ver o trio passar", disse.

"Essa é a grande vitória do Carnaval de Salvador. Esse é o principal legado que a gente deixa. Encerramos esses oito carnavais à frente da Prefeitura de uma maneira muito especial, tendo hoje mais um dia de grande brilho”, acrescentou, visivelmente emocionado. O próprio prefeito fez questão de pular, após a entrevista, na pipoca do Mudei de Nome, no Circuito Osmar, uma das atrações bancadas pelo município para o folião e o fortalecimento da festa na avenida. 

Grandes nomes - A presença de grandes nomes da música baiana no Circuito Osmar, nesta terça-feira (25), também foi comentada pelo prefeito como um dos esforços para fortalecer a folia de Momo no Centro. “Vocês vão ver hoje aqui grandes atrações como Ivete, Olodum, Daniela, e Psirio. Teremos o Campo Grande lotado como nos velhos tempos”, disse, assegurando que a reformulação dos circuitos será um dos grandes desafios para o próximo prefeito da capital baiana. 

Com relação ao balanço dos seis dias de folia, o prefeito apresentou números que ilustram o crescimento da festa. “Mais uma vez tivemos um Carnaval ainda maior que no ano passado. Tivemos essa taxa de crescimento que já havia sido registrada no sábado e no domingo e que também foi registrada na segunda-feira, com 18% a mais de pessoas quando comparamos com a mesma segunda-feira do Carnaval de 2019”, afirmou.

0
0
0
s2sdefault
0
0
0
s2sdefault

A banda O Poeta, comandada pelo cantor Jhon Ferreira, se despede do Carnaval de Salvador com apresentação em trio independente, no Circuito Osmar (Centro), nesta terça-feira (25). Estreante na folia baiana, John, que é uma das revelações do pagode baiano,  está feliz com a repercussão positiva do grupo durante a festa e do hit “Tapa no Vento”, que caiu nas graças da galera pagodeira.

O artista promete arrastar novamente uma multidão de foliões que vão curtir também sucessos como “Tô Só de Quebradinha”, “Ela Gosta do Preto”, “Badogando” e “Viola do Mal”, hit feito em parceria com Márcio Victor, vocalista do Psirico.

 

0
0
0
s2sdefault

Fale Conosco

O seu canal de comunicação com o nosso site. Caso tenha dúvidas, sugestões ou solicitações de serviços, por favor, mande mensagem que teremos prazer em respondê-la.

Enviando...