Carnaval

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A temperatura esquentou quando Saulo entrou na Circuito Osmar (Campo Grande). Em alusão ao sucesso da pipoca que está arrastando uma multidão no Carnaval de Salvador neste ano, o cantor saboreou um saquinho do tipo doce e avisou aos presentes: "hoje é o último dia, vamos nos divertir".

A entrada no Campo Grande foi triunfal com música "Eva", que levou a multidão à loucura. O coro foi acompanhado de muitas palmas e pulos dos foliões. Esse ano, Saulo escolheu a fantasia do Ilê Aiyê como look para cruzar as ruas do Circuito Osmar. O bloco afro está homenageando os 100 anos de Mandiba.

A foliã e coordenadora de Recursos Humanos Edilice Aragão, 48 anos, acompanha Saulo desde a banda Eva. " Essa pipoca é sinônimo de harmonia, alegria e tranquilidade ", afirmou. O casal Larissa e Lucas Brazil foram fantasiados de rainha e rei do Carnaval e são grandes fãs do cantor, "Saulo é amor", resumiram.

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Uma das novidades da Prefeitura para a folia deste ano já apresenta resultados antes mesmo do Carnaval terminar. A utilização de "mochilas-pirulito", um acessório de identificação acoplado às costas dos integrantes das equipes de rua da Ouvidoria Geral do Município é apontado pelo órgão como importante estratégia na captação de informações junto ao folião nos principais circuitos da festa.

Em seis dias de utilização do novo equipamento, entre 8 e 13 de fevereiro, foram contabilizadas 5,1 mil abordagens, contra cerca de 4,5 mil registradas na folia de 2017 inteira, tudo isso em conjunto com os dados computados pelas equipes do Fala Folião, que funciona 24 horas através do telefone 156.

No total, são 30 agentes da Ouvidoria divididos em dez equipes espalhadas pelos principais circuitos da folia, além de balcões fixos em pontos estratégicos, como Elevador Lacerda, Campo Grande e Barra. Em números totais - aí inclusas solicitações de rotina -, a Ouvidoria já contabiliza 11.915 registros, sendo 57% de demandas convencionais e 43% referentes ao Carnaval.

As principais motivações das abordagens dizem respeito a pedidos de informação/orientação, solicitação de serviços e sugestões. "Tem sido imediato o retorno desta ação, visto que obtivemos, antes mesmo do final da festa, um número muito superior ao que foi registrado no ano passado. Tudo isso fruto desse trabalho de aproximação ao folião, que se reflete também nos indicadores referentes às principais demandas que os foliões têm apresentado", destaca o titular da pasta, Humberto Viana.

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O crescimento dos blocos pipoca, patrocinados pela Prefeitura, foi destaque no Carnaval deste ano. Profissionais da imprensa avaliaram como positiva a iniciativa do município que atendeu ao pedido da população. “Foi ótimo. O Carnaval sem cordas foi feito para o povão brincar mesmo”, diz o correspondente da Rádio Cruz FM, Rey Consul, da cidade de Cruz das Almas.

O comunicador da Irará FM Clóvis Gonçalves afirma que foi um avanço muito grande para a democratização da folia. “A pessoa pode se divertir muito e gastando pouco. Às vezes, sair em um bloco com cordas é uma possibilidade remota. A Prefeitura acertou contribuindo bastante para diminuir a violência também”, analisa o radialista, que faz cobertura da festa desde quando existia o Grito de Carnaval no bairro do Uruguai.

Participando de uma transmissão para uma cadeia de rádios (Rádio Ouro Negro, de Catu; Rádio Vera Cruz FM, de Mar Grande; Rádio Capital, de Salvador, e Rádio Show de Bola FM, de Eunápolis), o radialista Paulo Roberto Argollo acredita ter sido “uma excelente iniciativa, pois nem todo mundo pode pagar camarote, abadá”.

Estrutura - Desde o início da festa, os profissionais da imprensa contam com mais de 30 notebooks, acesso a internet com wi-fi gratuito, sala de imprensa cimatizada e praticável com 21 cabines para transmissão de rádio. A estrutura foi montada na Praça 2 de Julho, no Campo Grande.

De acordo com o secretário de Comunicação, Paulo Alencar, a prioridade foi fazer com que os profissionais pudessem ter o melhor espaço de trabalho. “Este ano, nosso objetivo foi proporcionar uma infraestrutura de primeira, com tudo que é indispensável para que os jornalistas possam fazer uma cobertura de primeira”.

Desde o início da folia, a festa é transmitida para 200 municípios através apenas das rádios. “Temos 21 cabines e praticáveis para rádio, para que possam levar o sinal da festa, a partir do Campo Grande, para mais da metade dos municípios baianos, incluindo a transmissão por 70 veículos comunitários, a novidade para este ano”, explica Alencar.

Conforme o coordenador do praticável de rádios, Fábio Rocha, pelo menos 100 rádios estão passando pelo local. “Tentamos dar toda atenção possível, desde a montagem do ambiente, para que os colegas consigam fazer a melhor transmissão”, conclui.

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Centenas de fãs já estavam na concentração do circuito Osmar quando Xanddy subiu no trio e perguntou: "Que pipoca é essa? De quem é essa pipoca? E o público respondeu: "É do Harmonia". Foi a senha para a largada do pagode com a música Tira a Mão do Bolso. Fã de carteirinha do Harmonia do Samba, Elisângela Moreira estava colada no trio. "Eu adoro Xanddy", disse, enquanto sambava e rebolava até o chão.

Ao entrar na passarela Nelson Maleiro, no Campo Grande, o cantor agradeceu ao prefeito ACM Neto pelo apoio. "Há quase 20 anos não tocávamos aqui para o publico, sem cordas. Uma multidão formada por pai, mãe, filho, avó, cachorro... Só posso dizer uma coisa, prefeito: temos que ter uma nova reunião, viu? Muito obrigado por essa oportunidade!".

Esse é o primeiro ano que a banda desfila para o folião pipoca ao longo de quase 25 anos de trajetória. A pipoca do Harmonia, que saiu por volta das 13h, conta com o apoio da Prefeitura. “Me hipnotizou. A gente pipoca é para pular. Vou fazer o Campo Grande balançar", contou, emendando com sucessos como Harmonia Futebol Clube e Paradinha.

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O presidente da Câmara Federal, deputado Rodrigo Maia, e o prefeito de São Paulo, João Dória, vão curtir hoje (13) o Carnaval de Salvador no Circuito Osmar (Campo Grande). Ao lado do anfitrião da festa, o prefeito de Salvador, ACM Neto, eles concedem entrevista coletiva às 16h desta terça-feira (13), na Sala Oficial de Imprensa da folia, montada na Praça Dois de Julho, no Campo Grande, atrás dos camarotes oficiais.

 

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O prefeito ACM Neto, presente ao Circuito Osmar (Campo Grande) nesta terça-feira de Carnaval (13), avaliou, em entrevista à imprensa, que o incentivo dado pelo poder público aos trios sem cordas em nada compromete a estrutura comercial da festa, com os desfiles dos blocos privados. Isso porque, de acordo com ACM Neto, há público para as duas propostas de folia, destacando que a preocupação da Prefeitura é sempre garantir a realização do Carnaval.

"A Prefeitura tem a responsabilidade de garantir o conteúdo da festa, que é ter o artista desfilando na rua. Essa é a essência do Carnaval. Na medida em que houver a disponibilidade de artistas, vamos colocá-los para tocar em trio sem cordas. É isso o que o folião quer, e a Prefeitura faz o que o folião quer. Isso não quer dizer, no entanto, que eu defenda o fim dos blocos. Pelo contrário, acho que os blocos precisam existir, só esse é um negócio privado. É a estratégia de cada empresário. Aquele que tem força comercial vende", ponderou.

Neste ano, aproximadamente 160 atrações desfilaram sem cordas, através dos esforços empenhados pela Prefeitura. O destaque ficou por conta do domingo e da segunda no Campo Grande, o que permitiu um equilíbrio entre este circuito e o Dodô (Barra-Ondina). "Esse equilíbrio entre os circuitos é fundamental", acrescentou ACM Neto, que acompanha o Carnaval nesta tarde ao lado do prefeito de Feira de Santana, José Ronaldo, além dos deputados Adolfo Viana e Jutahy Magalhães, entre outros políticos. Também são aguardados o presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia, e o prefeito de São Paulo, João Dória.

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Em celebração às mulheres mais uma vez, com o tema "Deusas das Águas - Oceanos, Rios e Lagos", o Olodum arrasta uma multidão no Campo Grande nesta terça-feira de folia, no trio sem cordas. A atração conta com o apoio da Prefeitura para promover o Carnaval da pipoca.

“Estamos desfilando pelo terceiro ano no último dia. É uma passagem histórica e a Prefeitura contribuiu para isso. Nós estamos sendo convidados especiais, merecemos ter um dia para sair com os demais convidados sem cordas. É importantíssimo para a folia e para o público que nos segue”, disse João Jorge, presidente da agremiação.

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Folião deve ficar atento e adotar medidas de prevenção da doença

Aglomeração, ambiente abafado e mudança de temperatura podem ser os principais fatores para casos de conjuntivite no período do Carnaval. Até esta segunda-feira (12), os módulos de assistência à saúde montados pela Prefeitura, registraram 85 diagnósticos da doença nos circuitos da folia. Chama a atenção o aumento do número de casos, já que em todo o Carnaval do ano passado houve apenas 17 foliões com sintomas dessa doença.

Além do clima e compartilhamento de objetos pessoais, maquiagens vencidas e de produtos como glitter podem aumentar o risco de contágio da doença, já que a presença de corpo estranho nos olhos leva à irritação ocular. Segundo a oftalmologista da rede municipal de saúde, Edriene Teixeira, cuidados como lavar bem as mãos e evitar o contato direto com os olhos são as formas de prevenção mais eficazes. "Nos sinais de olho vermelho e ardor, é necessário fazer assepsia com soro fisiológico gelado, de preferência, e procurar um oftalmologista para diagnóstico preciso do tipo de conjuntivite e prescrição de tratamento adequado", indica.

Há três tipos principais de conjuntivite: bacteriana, alérgica e viral, sendo este último mais comum no verão, causado pelo 'adenovírus', que tem rápida disseminação e é bastante contagioso. A Secretaria Municipal de Saúde (SMS) está fazendo busca ativa nas Unidades de Pronto Atendimento (UPAs), fora dos circuitos, como medida de prevenção e rastreamento da doença. Durante o ano de 2017, a pasta registrou 1.894 casos de conjuntivite, em toda a rede.

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Escondendo os rostos e liberando a alegria, o grupo de Pierrot de Plataforma coloriu o circuito Osmar, nesta terça-feira (13), último dia de Carnaval. O grupo, que surgiu nos anos de 1960 como uma brincadeira entre amigos que se caracterizavam de pierrot pelos bairros, cresceu e há seis anos faz a alegria dos foliões na avenida .

De acordo com o Robson Bunes, presidente do Grupo, com o crescente envolvimento da comunidade na tradição dos pierrots, alguns amigos decidiram se organizar. Assim, o Pierrot de Plataforma se estendeu para os bairros da Liberdade e até para Lauro de Freitas.

“Para nós, desfilar de pierrot é maravilhoso. Como não temos corda nem banda, podemos acompanhar qualquer trio com nossas crianças e idosos brincando a vontade”, disse o presidente. Segundo Robson, a fantasia é definida juntamente com o grupo de 40 associados.

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