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Com o intuito de manter o cuidado da população e o controle das Infecções Sexualmente Transmissíveis (ISTs) - Aids, hepatites e sífilis - a Secretaria Municipal da Saúde (SMS) ampliou a parceria com os balcões de ingresso e blocos durante o verão em Salvador para disponibilização de preservativos à população. A iniciativa, que contava com a disponibilização dos insumos em algumas lojas do Pida, agora está presente também nos pontos da Bora Tickets, Central do Carnaval e na sede dos Filhos de Gandhy, no Pelourinho.

Desde o início da ação, no último dia 10, mais de 50 mil preservativos foram disponibilizados. Os pontos de vendas foram escolhidos de forma estratégica, com intuito de tornar o acesso facilitado para os foliões curtirem com responsabilidade e segurança. Os preservativos também seguem disponíveis para retirada, nos postos de saúde da capital baiana, de segunda a sexta-feira, entre 8h e 17h.

"O método é considerado o mais conhecido, acessível e eficaz na prevenção das ISTs, que são transmitidas principalmente com o sexo sem proteção, através do contato com mucosas, lesões e machucados com fluidos corporais contaminados”, ressalta a diretora de Vigilância e Saúde da SMS, Andrea Salvador.

Endereços:

- Bora Tickets: Shopping da Bahia, na Avenida Tancredo Neves, 148, piso L2, Caminho das Árvores.

- Central do Carnaval: Shopping da Bahia, na Avenida Tancredo Neves, 148, piso L3, Caminho das Árvores.

- Pida Shopping Piedade: Rua Conselheiro Junqueira Ayres, 165, piso L3, Dois de Julho.

- Pida Salvador Shopping: Avenida Tancredo Neves, 3133, Piso L1, corredor do SAC, em frente à academia, Caminho das Árvores.

- Pida Salvador Norte Shopping: BA-526, 305, Piso L2, próximo a Loja C&A, São Cristóvão.

- Sede dos Filhos de Gandhy: Rua Maciel de Baixo, 53, Pelourinho.

 Texto: Ascom/SMS

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A Secretaria de Mobilidade de Salvador (Semob), através da Coordenadoria de Táxis e Transportes Especiais (Cotae), deu início à vistoria obrigatória dos mototáxis que operam na capital baiana. O procedimento teve início na última segunda-feira (20) e segue até o dia 5 de fevereiro.

O valor da taxa de vistoria é de R$58,89 para os autorizatários. Os mototaxistas que não realizarem o procedimento dentro do prazo estarão sujeitos a sanções, como a suspensão da autorização para operar. Os interessados devem iniciar o processo solicitando o Documento de Arrecadação Municipal (DAM) pela plataforma Salvador Digital (https://salvadordigital.salvador.ba.gov.br).

O preenchimento do formulário exige informações como nome, CPF, CNH, endereço, telefone, e-mail, alvará e placa do veículo. Além disso, é necessário anexar o Certificado de Registro e Licenciamento de Veículo (CRLV) atualizado e o seguro obrigatório.

Após o pagamento e envio do comprovante pela mesma plataforma, o autorizatário receberá o termo de inspeção, que deve ser apresentado no pátio de vistoria da Cotae, que fica localizado no Vale dos Barris, ao lado do antigo prédio da Superintendência de Trânsito de Salvador (Transalvador), por ordem de chegada, das 8h às 14h.

Presencial – O processo de solicitação do DAM também pode ser realizado presencialmente na sede da Cotae (localizada na Rua Alceu Amoroso Lima, 581, Caminho das Árvores), sem necessidade de agendamento prévio. Os mototaxistas precisam comparecer ao local com o CRLV atualizado, Termo de Inspeção impresso, veículo devidamente padronizado e capacetes e colete refletivo em conformidade com a regulamentação.

A vistoria tem como objetivo garantir que os mototáxis estejam em condições adequadas de segurança e cumpram as normas de padronização estabelecidas pela Semob. A iniciativa reforça o compromisso com a qualidade do serviço e a segurança dos passageiros que utilizam esse meio de transporte na cidade.

Cronograma de atendimento:

- 20 de janeiro: Alvarás terminados em 0001 a 0100

- 21 de janeiro: Alvarás terminados em 0101 a 0200;

- 22 de janeiro: Alvarás terminados em 0201 a 0300;

- 23 de janeiro: Alvarás terminados em 0301 a 0400;

- 24 de janeiro: Alvarás terminados em 0401 a 0500;

- 27 de janeiro: Alvarás terminados em 0501 a 0600;

- 28 de janeiro: Alvarás terminados em 0601 a 0700;

- 29 de janeiro: Alvarás terminados em 0701 a 0800;

- 30 de janeiro: Alvarás terminados em 0801 a 0900;

- 31 de janeiro: Alvarás terminados em 0901 a 1000;

- 3 de fevereiro: Alvarás terminados em 1001 a 1100;

- 4 de fevereiro: Alvarás terminados em 1101 a 1200;

- 5 de fevereiro: Alvarás terminados em 1201 em diante.

Texto: Ascom/Semob

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O mês de fevereiro vai começar com quatro novos cursos gratuitos promovidos pela Secretaria Municipal de Desenvolvimento Econômico, Emprego e Renda (Semdec), através do programa Treinar para Empregar. As inscrições já podem ser feitas através do Salvador Digital, no endereço https://salvadordigital.salvador.ba.gov.br/.

Um dos cursos é Agente de Resíduos Sólidos com Mentoria, com carga horária de 192 horas. A aulas serão realizadas no Senai Dendezeiros, no Bonfim, de 3 de fevereiro a 23 de abril, das 13h às 17h. São oferecidas 30 vagas.

Outra opção é o curso de Recepção e Atendimento em Ambiente Hospitalar a ser ministrado no Senac Aquidabã, na Avenida José Joaquim Seabra, de 6 a 17 de fevereiro, das 8h às 12h, tendo uma carga horaria de 30 horas. São oferecidas um total de 16 vagas.

Quem preferir, pode se inscrever para o curso de Penteados e Maquiagem, com aulas de 3 a 14 de fevereiro, das 13h às 17h, também no Senac Aquidabã. A carga horaria é de 40 horas e são disponibilizadas 11 vagas.

Ainda no Senac Aquidabã, o curso de Camareira em Meio a Hospedagem será realizado de 4 de fevereiro a 14 de abril, das 13h às 17h, tendo uma carga horaria de 160 horas. São 25 vagas no total.

Para participar é preciso ter no mínimo 18 anos e ensino médio completo. Também é necessário apresentar foto do histórico ou certificado de conclusão do ensino médio, RG e CPF, além do comprovante de residência em Salvador e e-mail. Os participantes recebem certificação ao final do curso, além de transporte.

 

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A Guarda Civil Municipal (GCM) de Salvador deu início a mais uma edição da campanha Volta às Aulas Solidária, em parceria com a TV Bahia. O projeto, que segue até o dia 10 de fevereiro, tem como objetivo arrecadar materiais escolares para beneficiar crianças de 0 a 6 anos atendidas por escolas e creches comunitárias.

“Nos sentimos honrados por essa parceria. Mais de 390 escolas e creches serão beneficiadas. É uma força coletiva para que todas as crianças comecem o ano letivo com o material escolar completo”, destacou Muller Nunes, repórter da TV Bahia.

Os itens que podem ser doados incluem materiais básicos para o uso escolar, como: lápis de cor, giz de cera, papel ofício, cadernos, lápis e massinha de modelar.

A campanha deste ano traz uma novidade na logística: os materiais podem ser entregues diretamente aos agentes da Guarda durante os patrulhamentos em qualquer ponto da cidade. Além disso, a Base Central da GCM, localizada na Avenida General San Martin, está recebendo doações 24 horas por dia, todos os dias da semana.

“A cada viatura padronizada da GCM que você encontrar, pode pedir ao guarda para levar sua doação. Nós transportaremos com o maior prazer e alegria”, explicou a agente da GCM, Cintia Alves.

 

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A CrochêFeira, uma iniciativa da Secretaria de Políticas para Mulheres, Infância e Juventude (SPMJ) em parceria com o Shopping Center Lapa, está com uma exposição variada de produtos no primeiro piso do centro de compras. Situada na Praça de Eventos, a exposição conta com seis expositoras vendendo artigos como roupas, saídas de praia, biquínis, acessórios para o lar, amigurumis (bonecos), brincos, bolsas e toalhas.

A exposição começou na segunda-feira (20) e vai até o dia 1º de fevereiro. Cada semana, até o dia 1º, seis mulheres comercializarão os seus produtos no local. A rotatividade permite dar espaço a novas empreendedoras. Além disso, as pessoas também vão poder se inscrever, a partir do dia 22, na plataforma Sympla, para ter aulas gratuitas de crochê. Será possível pesquisar na própria plataforma de compras de ingresso ou verificar o link, que será divulgado nas redes sociais da secretaria.

O objetivo da iniciativa, segundo a titular da SPMJ, Fernanda Lordêlo, é continuar fortalecendo o empreendedorismo feminino do projeto Expo Mulher em Salvador. “Queremos aproveitar esse período de verão, no qual temos muitos turistas na cidade, momento em que as pessoas estão circulando em todos os shoppings, estão andando pelo Centro. E todos os movimentos que nós estamos podendo realizar para esse fortalecimento, nós estamos fazendo. Estivemos na Ponta do Humaitá, vinculados à outra feira, juntamente com as mulheres da Expo Mulher, e nesse momento estamos no Center Lapa, valorizando o crochê das nossas empreendedoras e, claro, potencializando a Expo Mulher”, explicou.

Parceria – A diretora de Políticas para Mulheres da SPMJ, Fernanda Cerqueira, destacou que a pasta tem uma parceria muito forte e constante com o Center Lapa, tendo um cuidado especial com a pauta da mulher. “São ações como essa do crochê que colocam as mulheres na rua com essa visibilidade de vender os negócios criativos para a população. Começamos no Natal, com o empreendedorismo feminino na rua, e não paramos. Estivemos no projeto Vamos Ver o Pôr do Sol, no último fim de semana. Hoje já amanhecemos aqui no Center Lapa com essas empreendedoras, também convidando outras mulheres da cidade a aprender um ofício”, declarou.

Para a gerente de marketing do Center Lapa, Aline Ferraz, a ação integra outras iniciativas de valorização do público feminino e de combate à violência contra a mulher. “É uma técnica que dá para as mulheres uma liberdade financeira. O nosso calendário de ação é entender a mulher para além do mês de março, por isso temos essa parceria contínua com a Prefeitura, pois entendemos que todo dia é o dia da mulher e todo mês conseguirmos fazer alguma ação voltada para esse grupo”, afirma.

Geração de renda – Para Dinalva Santiago, uma das expositoras da CrochêFeira, o aprendizado do crochê foi uma importante ferramenta contra a depressão. “Eu comecei a vender mesmo há mais ou menos 20 anos, mesmo já tendo aprendido desde a minha adolescência. Eu tive uma depressão muito forte e busquei focar em alguma coisa para não ficar viciada em remédios para dormir, então foquei no crochê e nas feiras de rua. A partir daí comecei a vender e hoje é também um complemento para a minha renda. Eu gosto de participar, me distraio, é uma terapia para mim. Os produtos que eu mais vendo hoje são vestuários, como roupa de banho, saída de praia, biquínis e shorts”.

Ela também ressaltou a importância das feiras para o fortalecimento do negócio dela. “A maioria dos meus clientes é da rua. Eu participei da Vila Natalina no Centro Histórico e todos amaram. Alguns turistas comentaram que no ano passado estiveram no Centro Histórico e não tinham visto esses artigos. Então, a feira de rua é ótima. Eu gosto muito”.

Profissão – Priscila Mata, de 37 anos, gostou de estar comercializando as peças dela em um shopping do Centro. “Eu já apresentei o meu trabalho em outras feiras de rua, mas gostei muito de estar aqui em um shopping, no Centro da cidade, porque as pessoas param e apreciam mais. Eu acredito que a divulgação do trabalho também fica ampliada pelo prestígio que um centro de compras tem. Muitas vezes eu gravo aqui e posto no Instagram. As pessoas comentam: ‘Tá crescendo’, ‘O negócio dela está ficando importante’. E às vezes, quando a loja fica nessa vibe de crescimento, as pessoas querem mais, porque fica em evidência, então desenvolve bastante o trabalho, a loja cresce e ganha mais visibilidade”, opinou.

Ela contou que começou a fazer crochê com 11 anos, fazendo mochilas para ir para a escola e para sair, pois a mãe não tinha condições de comprar. “Eu comprava a linha e confeccionava para mim, para meu irmão, para meus primos, confeccionava para todo o mundo. Quando eu assumi a profissão e comecei a comercializar foi no período da pandemia, pois eu perdi o emprego. Naquele momento, eu comecei a lembrar dos meus talentos e pensei: 'Vou começar a fazer'. Fiz uma peça aqui, outra ali. As pessoas começaram a ter interesse e a me pedir algumas peças. Fiz algumas especializações para me aperfeiçoar e desde 2019 eu vivo do crochê”, conta.

Sapatinhos e bonecos – Já Fernanda Domitilia, 40 anos, aprendeu a arte do crochê na gravidez, após ganhar um sapatinho para o bebê. “Eu tive a curiosidade de saber como fazia, pesquisei na internet e comecei a fazer para a minha filha. Depois comecei a dar de presente e a vender. Aos poucos, uma foi indicando para a outra e eu vi uma oportunidade de negócio, fui me especializando, fazendo alguns cursos tanto na área do crochê como na área de vendas”.

Ela conta que vende o amigurumi, que são bonequinhos de crochê super em alta para os bebês e as crianças, mas que os produtos que mais saem são os tradicionais sapatinhos. “São feitos com linha 100% algodão, não machucam, não apertam, acompanham o crescimento do pezinho do bebê. Meu carro-chefe são os sapatinhos, mas hoje eu faço também os bonecos. Hoje eu só trabalho com o crochê e divulgo o meu trabalho nas redes sociais. Além disso, faço questão de participar das feiras, pois são uma ótima iniciativa para a divulgação do nosso trabalho”.

Cram Itinerante – Além da comercialização dos produtos em crochê, a SPMJ está realizando no local o Cram Itinerante, sigla em referência aos Centros de Referência de Atenção à Mulher da capital baiana, levando informações importantes para a erradicação da violência contra a mulher.

“Fazemos um trabalho de proteção e de prevenção à violência doméstica, por isso hoje estamos aqui para conversar com as mulheres sobre o tema, apresentando os centros de referência que temos em Salvador para prestar atendimento psicológico, jurídico e social para essas mulheres. Além disso, trabalhamos com o Alerta Salvador e com o violentrômetro, por meio do qual conseguimos ilustrar como identificar as violências”, conta a psicóloga Fátima Rodrigues, que atua no espaço com a divulgação das políticas públicas de enfrentamento à violência contra a mulher desenvolvidas pela Prefeitura de Salvador.

Expo Mulher – A feira Expo Mulher está vinculada ao projeto Compre Delas (https://compredelas.salvador.ba.gov.br), uma plataforma criada pela SPMJ durante o Agosto Lilás para a exposição de produtos e serviços produzidos por mulheres, com o objetivo de fortalecer a autonomia do público feminino para que as mulheres possam sair do ciclo de violência. A SPMJ promove frequentemente cursos e o fomento ao empreendedorismo para gerar independência financeira e social das mulheres.

Reportagem: Priscila Machado/Secom PMS

 

Acesse a galeria de fotos: https://agenciadenoticias.salvador.ba.gov.br/index.php/pt-br/index.php/?option=com_cogelgaleria&view=cogelgaleria&pagina=0&id=11990 . 

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O programa Morar Melhor, iniciativa da Prefeitura de Salvador, realizou mais uma etapa de melhorias habitacionais no bairro do Uruguai, na Cidade Baixa, entregando reformas em 100 casas nesta terça-feira (21). A solenidade aconteceu na Rua Lopes Trovão, com a presença do prefeito Bruno Reis, secretário municipal de Infraestrutura e Obras Públicas (Seinfra), Francisco Torreão, além de moradores da região.

Essa é a terceira vez que o Uruguai é contemplado pelo programa, totalizando 784 residências reformadas na localidade com serviços que ocorrem a pedido das próprias famílias selecionadas. As intervenções abrangem desde a troca de telhados até pintura, reboco, substituição de portas e janelas.

“Esse programa é um verdadeiro sucesso. A coisa mais comum é prefeitos, governadores, secretários e primeiras-damas virem a Salvador para conhecê-lo. Foi uma iniciativa criada aqui na capital baiana e que hoje está sendo copiada em outros lugares. É uma ação que surpreende porque as pessoas estão acostumadas a verem melhorias na iluminação da rua, na coleta do lixo, na pavimentação, mas elas não estão acostumadas com obras dentro de suas casas custeadas pelo poder público. E o grande exemplo está aqui hoje na Cidade Baixa”, destacou Bruno Reis.

Ele listou os investimentos feitos na região nos últimos quatro anos em diversas áreas, passando pela educação, saúde, esporte, lazer, infraestrutura e social. “Ainda temos inúmeros desafios, mas vamos continuar avançando. Nós vamos requalificar toda a Rua Direta do Uruguai para estimular a chegada de mais empreendimentos, para gerar mais empregos, tendo em vista que a gente tem aqui nessa área um polo têxtil e várias empresas da área de telemarketing”, anunciou o prefeito.

Nova realidade – Uma das beneficiadas pelo programa Morar Melhor nesta etapa foi a cuidadora Almira da Silva Soares, de 57 anos, que vive no Uruguai há quase quatro décadas. Antes da reforma, a casa dela apresentava diversos problemas estruturais.

“Era bem simples, molhava quando chovia e a frente era aberta. Agora está bem melhor. Fiquei surpresa quando soube que seria uma das beneficiadas e ainda mais ao descobrir que seria a casa modelo. Quando a equipe de cadastro do programa veio, não fiquei muito confiante que uma reforma seria feita. Daí começaram fazendo a troca do meu telhado, foi quando a ficha caiu”, celebrou.

Ela compartilhou como o programa trouxe mais dignidade para o dia a dia de sua família. Além de troca de telhado, o imóvel ganhou pintura, reboco e melhorias na cozinha e banheiro, dando uma nova configuração estética. “Ficou parecendo outra casa, muito mais aconchegante. Até as cortinas que haviam em alguns cômodos foram substituídas por portas. Eu só tenho gratidão por essa bênção”.

Impacto social – O Morar Melhor é reconhecido por proporcionar qualidade de vida para famílias em situação de vulnerabilidade. Segundo o titular da Seinfra, Francisco Torreão, o programa continuará se expandindo para outras localidades, mantendo o compromisso de melhorar as condições de vida da população mais carente.

“O programa começa 2025 com o ‘pé direito’. Já é a quarta entrega em 21 dias. Então, este ano promete ainda muito mais. Esse sucesso só é possível graças ao trabalho em conjunto de uma equipe. O Morar Melhor tem a capacidade de chegar no lugar mais importante de cada cidadão, que é o próprio lar, transformando realidades de vida e trazendo novas perspectivas”, salientou.

Além do Uruguai, outras localidades alcançadas em 2025 são Paripe, Sussuarana e Valéria. Desde seu lançamento, em outubro de 2015, o Morar Melhor já beneficiou quase 55 mil famílias em mais de 300 localidades de Salvador.

Reportagem: Thiago Souza / Secom PMS

 

Acesse a galeria de fotos: https://agenciadenoticias.salvador.ba.gov.br/index.php/pt-br/index.php/?option=com_cogelgaleria&view=cogelgaleria&pagina=0&id=11989.

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No próximo dia 26 de janeiro, último domingo do mês, a Igreja Santuário de São Lázaro e São Roque, na Federação, será palco da festa do seu principal padroeiro. Com um forte aceno ao sentimento de esperança, a Festa de São Lázaro movimenta as ruas do bairro, com missas e a tradicional procissão ecumênica, unindo católicos e adeptos do candomblé, baianos e turistas na celebração ao santo que, sincretizado com aspectos das religiões afro-brasileiras, é comparado a Omolu/Obaluaê, o orixá da medicina que cuida dos doentes crônicos.

A festa terá início ainda no sábado, às 11h, com a lavagem das escadarias do santuário. No domingo, às 6h, ocorre a alvorada de fogos, seguida de três missas - às 7h, às 9h e às 11h -, sendo que a de 9h é de cunho ecumênico. Às 13h, acontece também a oração do Terço da Misericórdia. A missa solene está marcada para às 15h, seguida, a partir das 16h, da tradicional procissão pelas ruas do bairro. A festa será encerrada após a Bênção do Santíssimo Sacramento, com início às 18h.

Venerado como santo dos enfermos, desamparados e dos animais doentes, São Lázaro faz menção ao mendigo rejeitado descrito em uma parábola de Jesus Cristo no evangelho de Lucas, que vivia às portas das casas dos mais abastados, como uma alusão ao abandono dos desamparados. Além disso, é um recado de que, na morte, todos se igualam, pois não há mais espaços para ricos ou pobres, visto que todos terminam no mesmo lugar. Para a celebração deste ano, foi escolhido o tema "Santuário de São Lázaro: lugar de esperança".

Esperança - Missionário Redentorista e responsável pelo santuário, o padre Casimiro Malolepszy lembra que a história deste lugar é uma narrativa de esperança para muita gente. "Aqui chegavam os navios que traziam os escravos da África, e neste local acontecia a primeira triagem. Os doentes ficavam por aqui mesmo. Então, este lugar é marcado pela presença de um leprosário, um hospital, lugar de recuperação”, disse.

“E a igreja sempre estava presente. Era lugar realmente de esperança, mesmo naquela situação desastrosa da escravidão, ainda assim os sobreviventes da viagem tinham esperança de que poderiam ter uma vida digna. Portanto, desde o início, o lugar é marcado pela fé e pela confiança depositados no padroeiro e, por meio do padroeiro, no próprio Cristo", completou o missionário.

Segundo Malolepszy, sendo um lugar de esperança, o Santuário de São Lázaro adquiriu também outra dimensão. "Ao longo dos séculos, milhares de pessoas passaram por aqui. Este lugar não fica na passagem, para vir aqui é preciso querer chegar realmente neste destino, e a gente pode ver quantos vêm para agradecer pelas graças alcançadas, quantos depositaram sua esperança no bom Deus e no padroeiro. Por isso mesmo, hoje voltam para agradecer”, disse.

“Mas, esse lugar sagrado também nos deixa outra mensagem: aqui encontram-se duas culturas. Do ponto de vista da fé, está a tradição cristã católica de um lado. Do outro lado, as religiões de matrizes africanas. É muito emocionante e também muito edificante ver como as pessoas podem realmente se sentir irmãos. No mesmo banco, sentam-se ricos e pobres, na mesma celebração, encontram-se pessoas de diversas camadas sociais e de diversas raças. Este é um lugar de encontro de pessoas, onde não há conflito", destacou o religioso.

Reportagem: Eduardo Santos / Secom PMS

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A Prefeitura de Salvador, por meio da Secretaria de Promoção Social, Combate à Pobreza, Esportes e Lazer (Sempre), tem ampliado o acesso da população à prática de exercícios físicos. A cidade, que já conta com 14 academias ao ar livre, agora passa a oferecer uma nova alternativa para incentivar a saúde e o bem-estar: o Caminhão da Malhação.

O projeto, que começou a operar no fim do ano passado, tem como objetivo levar aulas coletivas de ritmos, funcional e alongamento para diferentes pontos da capital baiana. De forma itinerante, o Caminhão da Malhação visita comunidades, oferecendo atividades abertas a todos, sem necessidade de agendamento. As aulas acontecem logo cedo, em locais estratégicos e acessíveis, promovendo não apenas a prática de atividades físicas, mas também a interação e socialização entre os moradores.

O coordenador da Academia Salvador, Rafael Seara, destacou o caráter inclusivo do projeto. “A ideia é levar a atividade física para os pontos onde ainda não temos uma academia pública montada, oferecendo aulas coletivas. Mais do que apenas atividade física, buscamos promover a socialização entre as pessoas que estão ali treinando. Em média, as aulas aos domingos têm uma participação maior, com 40 a 60 pessoas, enquanto nos dias de semana, como hoje aqui, temos entre 35 e 40 participantes. Para participar, é só colocar um tênis e vir treinar com a gente, as aulas são completamente grátis", disse.

O projeto também visa proporcionar momentos de lazer e convivência, como ressaltou Alexandro Nascimento, conhecido como Alex Show, professor da academia pública no Imbuí e instrutor do Caminhão da Malhação no Jardim de Alah. “A importância de estar sempre trazendo alegria e energia positiva é enorme. Queremos que mais pessoas, especialmente aquelas com menos acesso, possam participar. Quem nunca fez aula de dança tem a chance de experimentar e se divertir. Nosso objetivo é promover saúde, paz e alegria o tempo todo. No verão, aproveitamos para ensinar coreografias de músicas que estão em alta, como as de Léo Santana, Ivete Sangalo, Timbalada e Bell Marques. O caminhão é um sucesso", contou o professor.

As aulas do Caminhão da Malhação têm atraído moradores de diversas idades. Moradora do bairro de Pituaçu, Maria da Paz, de 67 anos, viu com bons olhos a experiência realizada na manhã desta terça-feira (21) no Jardim de Alah. “A aula é maravilhosa, muito boa. Acho que ela agrega muito. Estou aproveitando para conhecer as coreografias do verão. Nota mil", resumiu a aposentada.

Para Nailda Medeiros, de 66 anos, moradora do bairro do Imbuí, "a aula é uma terapia, tanto para o corpo quanto para a mente". "Trabalhamos nossas emoções e sentimentos, e isso é muito maravilhoso. Foi uma ótima iniciativa da prefeitura criar esse projeto, que atende tanto a adultos quanto a jovens, sem restrição de idade. Frequento a academia no Imbuí desde a sua criação e é muito gratificante", afirmou.

Na mesma linha, Celmara Borges, de 47 anos, moradora da região do Dique do Tororó, ressaltou a importância do projeto para a saúde mental. “Vim para prestigiar o professor, porque ele merece. E a gente também precisa desse momento de atividade física. Isso não é apenas dança, é uma questão de saúde mental também. Trabalha o corpo e a espiritualidade, que é fundamental. Se a nossa mente está bem, o corpo acompanha. Esse momento aqui é muito importante para mim", disse.

Agenda - A programação das aulas do Caminhão da Malhação ocorre três vezes ao dia, às 6h, 7h e 8h, em diversos pontos da cidade. Nas segundas-feiras, as aulas acontecem no Farol da Barra; nas terças-feiras, no Jardim de Alah; nas quintas-feiras, na Ribeira; nas sextas-feiras, em Paripe; e aos domingos, na Avenida Magalhães Neto.

Mais informações estão disponíveis nas redes sociais da Sempre (https://www.instagram.com/p/DExr6tyxNb1/).

Acesse a galeria de fotos: https://agenciadenoticias.salvador.ba.gov.br/index.php/pt-br/index.php/?option=com_cogelgaleria&view=cogelgaleria&pagina=0&id=11988 . 

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A Prefeitura de Salvador, por meio da Secretaria Municipal da Reparação (Semur), tem implementado uma série de iniciativas no combate à intolerância religiosa, em colaboração com a sociedade civil e o Conselho Municipal das Comunidades Negras (CMCN). O objetivo das ações é promover a equidade racial, a valorização da diversidade religiosa e a proteção das comunidades de terreiro.

Nesta terça-feira, dia 21 de janeiro, é comemorado o Dia Nacional de Combate à Intolerância Religiosa, data que rememora a morte de Mãe Gilda de Ogum, do Ilê Axé Abassá de Ogum, falecida em 2000 em razão de agressões morais resultantes de intolerância religiosa.

Entre as ações da Semur para proteger as religiões de matriz africana e outras comunidades religiosas, um dos principais projetos é o Programa de Combate ao Racismo Institucional (PCRI), que visa identificar e erradicar práticas discriminatórias dentro da administração pública municipal, garantindo que a população negra tenha acesso igualitário aos serviços públicos. Este programa, iniciado em 2005, é uma das respostas à luta histórica do Movimento Negro, com respaldo em compromissos internacionais, como a 3ª Conferência Mundial contra o Racismo, realizada em Durban, África do Sul, em 2001.

Além disso, a Prefeitura de Salvador tem promovido o Cadastramento dos Povos de Terreiro, que visa o reconhecimento jurídico e social das organizações religiosas de matriz africana, garantindo isenção de IPTU e a remissão de dívidas tributárias para terreiros registrados. O programa, lançado em 2016, tem sido um importante passo para assegurar os direitos das comunidades religiosas e preservar sua cultura, proporcionando um ambiente mais seguro e livre de perseguições religiosas.

Outro projeto relevante é o Selo da Diversidade Étnico-Racial, que certifica instituições públicas e privadas que adotam práticas de inclusão e combate ao racismo. Esse selo tem contribuído para a sensibilização do setor privado e a implementação de ações afirmativas, como a inclusão de jovens negros no mercado de trabalho e a promoção de um ambiente de trabalho mais plural e diverso. Em 2024, o número de empresas certificadas mais que dobrou, refletindo o crescente compromisso das organizações com a diversidade racial.

A Casa Odara também desempenha um papel importante na defesa dos direitos das comunidades negras e religiosas, oferecendo apoio psicológico, jurídico e assistencial para pessoas vítimas de intolerância religiosa e racial.

Outro avanço foi a criação do Observatório da Discriminação Racial, LGBT e Violência contra a Mulher, que atua durante o Carnaval de Salvador para monitorar e registrar casos de discriminação racial, violência de gênero e LGBTfobia. A iniciativa, pioneira no Brasil, tem contribuído para a formulação de políticas públicas mais eficazes para o enfrentamento da discriminação e da violência, além de promover um ambiente de maior segurança e respeito durante as festas populares.

"O dia 21 de janeiro é considerado um marco importante para a sociedade brasileira, pois representa o compromisso com o enfrentamento à intolerância religiosa e o respeito a todas as crenças, especialmente às religiões de matriz africana. Essa data é significativa devido ao falecimento de Mãe Gilda de Ogum, que morreu após ser vítima dessa intolerância religiosa", disse Isaura Genoveva, titular da Semur.

"A data destaca a importância de tratar essa questão com sensibilidade, buscando combater o racismo e o desrespeito religioso, que alguns chamam de terrorismo religioso. Este dia também simboliza a necessidade de promover a reparação em Salvador, por meio da inclusão da diversidade e do respeito a todas as religiões", completou a secretária.

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