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O clima de alegria, as manifestações culturais e de fé voltaram a marcar a tradicional Lavagem de Itapuã nesta quinta-feira (1º). A festa, que completa 113 anos, recebeu uma multidão de fiéis em um ato de puro sincretismo religioso, com devoção à Nossa Senhora da Conceição, pelos católicos, e Iemanjá, pelos adeptos do candomblé. Por volta das 5h, as baianas com jarros e vassouras realizaram a lavagem da escadaria da Paróquia Nossa Senhora da Conceição de Itapuã, na Praça Dorival Caymmi, pouco antes do padre Ailan Simões Costa presidir a missa no santuário.

Após as cerimônias religiosas, como de costume, a Lavagem contou com comemorações profanas durante todo o dia, com desfiles de entidades culturais e batuques de grupos de roda de samba. “Frequento a Lavagem há 35 anos. Sou devota de Nossa Senhora da Conceição e me visto assim para ela. Para mim, é um sacrifício participar desse cortejo, mas ela merece”, destaca Teresa Conceição, 65 anos, uma das baianas que desfilou vestida a caráter.

Cerca de 20 grupos fizeram cortejo entre a Praia de Placaford até próximo do início da Ladeira do Abaeté, na Rua Aristides Milton. Entre as atrações mais aguardadas foi a Baleia Rosa inflável, criada por Wally Salomão, João Loureiro e Gilberto Gil em 1987, para homenagear a atividade econômica de Itapuã no século XX. “É a baleia do amor, que vem pra unir toda a cultura de Itapuã. Todo mundo tem que participar”, comemorou um dos integrantes do grupo, Cristiano Loureiro.

História – A Lavagem de Itapuã foi iniciada pelas mãos de uma antiga moradora do bairro, conhecida como Dona Niçu. Todos os anos, a festa reúne pescadores, baianas, ciclistas, capoeiristas, num evento marcado pela mistura religiosa e lúdica.

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A Prefeitura, através da Secretaria Municipal de Promoção Social, Esporte e Combate à Pobreza (Semps), realizará um trabalho focado no combate ao trabalho infantil nesta sexta-feira (02), durante a festa de Iemanjá, no Rio Vermelho. A ação ocorrerá das 7h às 17h, no Largo da Mariquita, Vila Caramurú e Largo de Santana, onde educadores e assistentes sociais darão orientações, com abordagens e buscas ativas, além de cadastramento e encaminhamento para serviços no Centro de Referência de Assistência Social (Cras), Centro de Referência Especializado de Assistência Social (Crea), conselho tutelar, entre outros.

As atenções dos profissionais estarão voltadas para crianças, adolescentes, jovens, adultos, idosos em situação de rua, risco e vulnerabilidade social, que, de acordo com a necessidade, serão encaminhados para o Centro de Convivência da Secretaria Municipal de Política para Mulheres, Infância e Juventude (SPMJ), que estará disponível no dia da festa na Escola Municipal Oswaldo Cruz, Rua do Meio, nº 13, Rio Vermelho. Neste local, também serão acolhidos filhos de ambulantes cadastrados para a atuação no evento.

Para aqueles que levarem crianças à festa, vale algumas recomendações como colocar nos pequenos uma pulseira com nome dos pais, da criança e telefone de contato, além de levar documentação do responsável. É preciso ainda manter as crianças por perto para não se perderem e evitar local com muita aglomeração, para que a todos possam aproveitar a festa com segurança e tranquilidade.

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Como forma de identificar, reconhecer e organizar o comércio de pintores tribais no Centro Histórico de Salvador, a Secretaria Municipal de Ordem Pública (Semop), em parceria com a Diretoria de Gestão do Centro Histórico de Salvador, vinculada à Secretaria de Cultura e Turismo (Secult) cadastrou 20 profissionais que já exercem a atividade na região. Eles receberam camisas padronizadas com o logotipo Pintor Tribal e crachás com número de registro. Os pintores tribais são profissionais que oferecem pinturas artísticas em formato de tribal em partes do corpo, como braço, perna, costas e tronco, em referência à Timbalada, banda que difundiu essa arte baiana.

O serviço aos turistas tornou-se prática comum durante o verão e tem caído no gosto daqueles que visitam a terra do axé. No entanto, a prática desordenada, a variação de preço e a forma como as abordagens eram feitas estavam gerando reclamações nos órgãos de segurança, como Delegacia de Proteção ao Turista (Deltur) e Polícia Militar. Por esse motivo, a Semop e a Diretoria de Gestão providenciaram o ordenamento da categoria, para garantir um serviço com mais qualidade e segurança a todos.

No verso do crachá, está impresso o valor de R$ 5 por pintura em três idiomas: Português, Inglês e Espanhol. Os trabalhadores só atuam no Centro Histórico, e assinaram um termo de responsabilidade onde informam a utilização de produtos antialérgicos e cuidado com equipamentos como pincel e vasilhame. Se houver qualquer irregularidade com o serviço, a licença poderá ser caçada. “Nós estamos atuando para prestigiar e ordenar uma atitude de trabalho criativo que insere o visitante no contexto cultural de Salvador”, ressalta a diretora-geral de Gestão do Centro Histórico, Eliana Pedroso.

Para Marcos Maia, 43, que já atua com o trabalho artístico há mais de uma década nos carnavais e há seis verões no Centro Histórico, o cadastramento trouxe melhorias para o dia a dia dos pintores. "Estava desorganizado. Muita gente vinha de fora e bagunçava, agora está ótimo", conta ele, que afirma ter nascido no Candeal, bairro onde a pintura teve origem. A pintora Cláudia Maria Guimarães, 32, também elogiou a iniciativa. "A Prefeitura está de parabéns. Há dois anos eu trabalho com isso, dá para ganhar um dinheiro para sobreviver, ao mesmo tempo em que levo arte para as pessoas", diz.

Para manter a organização da atividade, são realizadas fiscalizações conjuntas entre a Semop, Deltur, 18º Batalhão de Polícia Militar, Batalhão Especializado Turístico da Polícia Militar e Guarda Civil Municipal (GCM). "Esse trabalho está inserido no processo de ordenamento e organização do comércio informal no Centro Histórico, oferendo, assim, qualidade nos serviços prestados por essas pessoas e garantindo mais segurança aos baianos e turistas que visitam o local. Estamos realizando essa qualificação e ordenamento em todos os segmentos do comércio informal da região", afirma o titular da Semop, Marcus Passos.

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Pelo segundo ano consecutivo, a Prefeitura, através da Companhia de Governança Eletrônica de Salvador (Cogel), vai disponibilizar rede de wi-fi gratuita na Festa de Iemanjá, que acontece nesta sexta-feira (2). Quatro pontos do bairro do Rio Vermelho contarão com internet por meio da rede #CONECTA_SALVADOR: o deck da praia da Paciência, a Casa de Iemanjá, a região da quadra de esporte e o Largo da Mariquita. Além disso, os veículos de comunicação terão à disposição a rede #COGEL_IMPRENSA, com senha fornecida pela Secretaria Municipal de Comunicação (Secom). Os órgãos da Prefeitura utilizarão a rede #COGEL_CORPORATIVO.

Na quarta-feira (31), o diretor-presidente da Cogel, Alberto Braga, esteve no Rio Vermelho para fazer os últimos testes de conectividade da rede. O dirigente estava acompanhado do diretor de Tecnologia, Jorge Felix, e do coordenador administrativo, João Brandão, ambos da Prefeitura de Alagoinhas. Eles vieram conhecer a estrutura de tecnologia montada pela Prefeitura de Salvador para o Carnaval.

Na avaliação de Alberto Braga, a conectividade representa uma ferramenta importante de fomento ao turismo, “que é um dos principais atrativos econômico de Salvador”. Ainda segundo Braga, o wi-fi gratuito visa ainda a inclusão social e digital das pessoas. “Essa é uma das contribuições da Cogel para o eixo Cidade Inteligente do programa Salvador 360. Além dos turistas, durante o evento, muitas pessoas estarão trabalhando e também vão poder utilizar o acesso ao wifi como ferramenta de trabalho”.

A festa de Iemanjá contará ainda com câmeras, instaladas pela Cogel, para monitorar o ordenamento e dar apoio técnico às secretarias de Ordem Pública (Semop) e de Desenvolvimento e Urbanismo (Sedur), além da Guarda Civil Municipal (GCM).

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O saldo do recadastramento biométrico realizado pelas nove unidades das Prefeituras-bairro é considerado positivo pela coordenadora do sistema, Ana Paula Matos. A ação, que ocorreu em parceria com o Tribunal Regional Eleitoral da Bahia (TRE-BA), atendeu a 258.379 mil soteropolitanos entre os meses de maio de 2017 e janeiro de 2018, constituindo um volume representativo das ações descentralizadas do tribunal.

"Podemos, mais uma vez, constatar a importância social das Prefeituras-bairro como polo facilitador da vida dos cidadãos. As expectativas foram superadas pela total adesão das comunidades envolvidas e os guichês foram bem aproveitados, sem registro de ociosidade", disse a gestora..

Atuando no horário convencional de operação, das 8h às 17h, as unidades atenderam a população por meio de agendamento realizado no site do TRE, durante o período da parceria. Deste modo, a descentralizar as ações, levando o serviço o mais próximo possível da casa dos cidadãos.

Do total registrado, 46.358 atendimentos foram realizados pela unidade do Subúrbio e Ilhas; seguida da de Pau da Lima, com 36.449; Barra/Pituba, com 26.096; Cajazeiras, com 24.859; e Cabula/Tancredo Neves, com 23.460.

De forma a atender melhor aos soteropolitanos insulares, postos foram implantados ainda nas ilhas de Bom Jesus dos Passos e de Maré, registrando 1.373 e 1.943 atendimentos no período, respectivamente. Já o posto avançado instalado no Bahia Outlet Center, no bairro do Uruguai, contabilizou 21.724 pessoas atendidas.

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Antes mesmo do dia 2 de fevereiro, já será possível reverenciar Iemanjá. Os devotos que quiserem presentear a Rainha do Mar poderão levar as oferendas a partir das 7h desta quinta-feira (1º), quando o Caramanchão será aberto, ao lado da Colônia de Pesca Z1, próximo ao Largo de Santana, no Rio Vermelho.

Às 5h da manhã de sexta-feira (2), uma alvorada de fogos de artifício marca a chegada do presente principal – ainda mantido em segredo pela Colônia de Pescadores Z1, responsável pela programação. A procissão para a entrega do presente principal e dos cerca de 600 balaios dos milhares de devotos será às 15h30.

O encerramento da festa religiosa acontece às 18h, mas a parte profana deve terminar lá pelas 22h, quando os equipamentos sonoros começarão a ser desligados. A festa é uma das principais manifestações com origem nas religiões de matriz africana em Salvador. Os festejos têm o apoio da Prefeitura, na programação cultural e na oferta de serviços municipais.

História - De acordo com historiadores, a festa em homenagem a Iemanjá teve início em 1923, quando um grupo de 25 pescadores resolveu oferecer presentes para a mãe das águas. Nesse período, os peixes estavam escassos no mar e, a partir de então, todos os anos os pescadores pedem à orixá fartura e mar tranquilo.

A festa foi tomando grande proporção e, hoje, além das manifestações artísticas como a capoeira e as rodas de samba, também são pontos marcantes a enorme fila para oferta de presentes no caramanchão ao lado da Colônia de Pescadores Z1, o branco das vestes dos adeptos da orixá e as animadas festas pelas ruas do Rio Vermelho.

Uma série de superstições rondam a festa. Se o presente for encontrado na beira da praia é porque a divindade não gostou da oferta, segundo a lenda. Todos os anos é preparado um presente principal pelos pescadores, cujos preparativos são marcados por rituais.

Sustentabilidade - Mais recentemente, são realizadas campanhas de conscientização para que as pessoas adotem presentes sustentáveis, como uma forma também de preservar o meio ambiente, com a adoção de balaio verde, formado por itens biodegradáveis como flores naturais, apenas perfumados, sem o recipiente do perfume.

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A terceira fase da reestruturação das linhas do Sistema de Transporte Coletivo por Ônibus da capital baiana tem início neste sábado (3). A Prefeitura, através da Secretaria Municipal de Mobilidade (Semob), criou cinco novas linhas, promoveu a substituição de mais nove e o reforço de outras sete. A iniciativa dá prosseguimento às ações iniciadas em novembro de 2017, com o objetivo de diminuir o intervalo de viagem entre os trechos, reduzir a lotação dos coletivos e o tempo de espera nos pontos de ônibus, e impulsionar a integração com o uso do Salvador Card.

A mudança vai alterar 19 linhas de nove comunidades: Conjunto Pirajá I, Boa Vista do Lobato, Alto do Cabrito, Pituba, Praia do Flamengo, Boca do Rio, Joanes/Lobato, Caixa D'Água/Cidade Nova e Fazenda Grande do Retiro. A partir deste sábado, por exemplo, quem estiver no Alto do Cabrito e deseja seguir para o bairro da Barra fará baldeação na Estação da Lapa. Lá, o cidadão terá à disposição uma quantidade maior de veículos, poderá trocar de coletivo e seguir para o destino, em um espaço menor de tempo.

Para o morador da Boca do Rio que deseja seguir para o Lobato e antes pegava a linha 0901 - Joanes/Lobato, agora passa a utilizar a linha 0903 - Lapa, via Avenida Vasco da Gama, onde fará a integração com a linha 0706 - Nordeste-Joanes/Lobato. Desta forma, o usuário, que antes cumpria o trecho em 50 minutos, passa a fazê-lo em 26 minutos, resultando num aumento de 13 para 28 viagens por dia.

A mudança principal para quem se desloca da região da Caixa D'Água/Cidade Nova para a Barroquinha e Comércio, por sua vez, é que os veículos passam a ir para o Terminal da Barroquinha, onde há novas opções para integração. Dessa forma, o tempo de deslocamento cai de 40 para 15 minutos, quando o destino for a Barroquinha; de 90 para 12 minutos para quem vai a São Joaquim; e de 90 para 9 minutos em direção ao Comércio.

 

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Oferecer flores 100% naturais. Em vez de jogar o frasco, perfumar o balaio ou usar fibras e adereços de fibra natural. Essas são algumas dicas da campanha "Balaio Verde", realizada nas redes sociais pela Secretaria da Cidade Sustentável e Inovação (Secis) pelo sexto ano seguido. O objetivo é conscientizar a população sobre a importância de se preservar as praias e oceanos, sem deixar de manter a tradição de homenagear a Rainha do Mar.

“Uma flor natural ou uma oração, assim como um canto, são presentes que reverenciam a Rainha das Águas e não agridem a natureza. Dessa forma, podemos incentivar as comemorações para Iemanjá de modo mais sustentável, sem perder o encanto da festa”, avalia André Fraga, titular da Secis.

No dia 1º fevereiro, a partir das 15h, as atividades começam com a limpeza da Praia da Enseada, onde acontece a festa. Moradores, comerciantes e alguns artistas vão participar da ação recolhendo resíduos sólidos e orientando quem estiver no local, inclusive com dicas de oferendas que causam menor impacto ambiental. A iniciativa é coordenada pela produtora cultural Luzia Moraes, com o apoio da Secis.

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Última festa de largo antes do Carnaval, a Lavagem de Itapuã completa 113 anos nesta quinta-feira (1º). A programação começa às 2h, com o Bando Anunciador, grupo formado por percussionistas e pessoas da comunidade, que percorrem as ruas do bairro para anunciar a festa. A partir das 6h, a Paróquia Nossa Senhora da Conceição de Itapuã, situada na Praça Dorival Caymmi, abre as portas para celebração de uma missa com o padre Ailan Simões Costa. Por volta desse horário, baianas vestidas a caráter levarão potes de cerâmica com flores e água de cheiro para lavar a escadaria do templo.

Além da parte religiosa, o evento, que conta com apoio da Empresa Salvador Turismo (Saltur), contará com entidades culturais, samba de roda, desfiles e participação de diversos personagens locais. As baianas, os Filhos de Gandhy e o grupo Carro de Palha farão cortejo a partir das 11h. A partir de 12h, o público poderá participar assistir mais 17 desfiles de blocos de chão, que sairão a cada 15 minutos entre a Praia de Placadord até a Rua Aristides Milton, no início da ladeira do Abaeté.

Se apresentam, nesta ordem: Escola de Samba Unidos de Itapuã (12h), Galera do Mar (12h15), Arrastão dos Peixes (12h30), Amigos de Pedreira (12h45), Arrastão do Bideira (13h), Sambeleza (13h15), Arrastão dos Cornos (13h30), Bloco das Santinhas (13h45), Bloco Vem Pra Cá/ Banda Zumbada (14h), Bonitol (14h15), Chabisc (14h30), Chuva de Gelo (14h45), Baleia Rosa (15h), Malê Debalê (15h15), Pinauna Power (15h30), Bloco Nem Te Conto/Banda A Panela (15h45) e Confraternização UESC (16h).

História – Iniciada em 1906, a Lavagem de Itapuã é marcada pelo sincretismo religioso, com devoção à Nossa Senhora da Conceição, pelos católicos, e Iemanjá, pelos adeptos do candomblé. As comemorações começam logo de madrugada, ao som do Bando Anunciador e o café da manhã, cuja tradição iniciada por Dona Niçu tem continuidade com os filhos da falecida moradora do bairro. A tarde é marcada pela parte profana da festa, com comidas, bebidas e muita música.

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