A Secretaria Municipal de Ordem Pública (Semop) divulgou o balanço do primeiro semestre deste ano da Operação Cidade Dez, Sucata Zero. De janeiro a junho, foram notificadas 274 sucatas de veículos e bens inservíveis abandonados em vias públicas. Dentre elas, 218 já foram removidas das ruas, enquanto 54 foram apreendidas e encaminhadas para o setor de guarda de bens da Prefeitura.
Além disso, 164 notificações resultaram na remoção voluntária por parte dos proprietários após serem notificados. Foram recebidas 203 denúncias por meio do Fala Salvador 156 e das redes sociais, além de protocolos realizados diretamente na Semop.
A operação, de acordo com o diretor de serviços públicos da pasta municipal, Alysson Carvalho, tem como objetivo contribuir para a limpeza, segurança e saúde pública da cidade, além de liberar o fluxo do trânsito de pedestres e preservar a estética urbana, tornando as vias e praias mais bonitas e acessíveis para a população.
"A nossa missão é garantir que o ordenamento da cidade seja preservado, permitindo que a população transite de forma segura, em uma cidade organizada e limpa. Com o apoio da população, estamos trabalhando para garantir dias melhores em uma cidade cada vez melhor”, declarou Carvalho.
Além das sucatas de veículos, a operação também abrangeu a remoção de sucatas de barcos. Durante o primeiro semestre, foram emitidas 12 notificações relacionadas a barcos abandonados, resultando em duas apreensões e quatro remoções realizadas pelos proprietários após serem notificados. No total, foram retirados seis barcos que estavam comprometendo o ordenamento e a segurança nas áreas costeiras.
Resgate – O material apreendido permanece por um período de 90 dias, durante o qual os proprietários têm a oportunidade de reaver os seus bens mediante o pagamento de uma multa. Caso não haja a regularização, a Prefeitura tem a opção de realizar a doação ou leilão desses itens.
06/07/2023
Durante todo o mês de julho, o Escritório Social Móvel, iniciativa vinculada à Secretaria Municipal de Infraestrutura e Obras Públicas (Seinfra), se reveza em paradas pelas ruas dos bairros Rio Sena e Ilha Amarela. A unidade leva informações e tira dúvidas dos moradores que estão na área onde está sendo realizada a obra do projeto Novo Mané Dendê (PNMD).
Nas segundas, terças e quintas-feiras, a estrutura itinerante fica posicionada na Rua Arco do Triunfo, em Rio Sena, em frente à Associação Criança e Família. Já nas quintas-feiras, atende a comunidade na Rua da Tijuca, na entrada da Rua do Curralinho, em Ilha Amarela. O horário de funcionamento é sempre das 9h às 12h.
O titular da Seinfra, Luiz Carlos de Souza, descreve a importância do equipamento itinerante. “Com uma equipe multidisciplinar, o Escritório Social Móvel é uma das ações que demonstram nosso comprometimento com os moradores dos bairros do Novo Mané Dendê. Muitas famílias têm dificuldades de deslocamento e, por isso, estamos sempre presentes onde a comunidade mais precisa", destaca o secretário.
Criado há mais de dois anos, para atender à comunidade do Subúrbio Ferroviário, inserida na poligonal de intervenção do PNMD, o escritório social opera com uma versão móvel, adaptado em uma van, e uma fixa, localizada na Avenida Carioca, 22, no bairro de Itacaranha. Os equipamentos contam com equipe formada por assistentes sociais, psicólogos, arquitetos, sociólogos e comunicadores, com o objetivo de acolher e orientar as famílias que serão reassentadas e beneficiadas, direta ou indiretamente, pelo projeto.
06/07/2023
Depois de passar pelo Campo Grande, onde três apresentações foram realizadas, o espetáculo "Resistência Cabocla" chega ao Espaço Cultural Boca de Brasa Subúrbio 360, em Alto de Coutos, nesta sexta-feira (7), às 19h. Aberto ao público, a encenação teatral integra a programação organizada pela Secretaria Municipal de Cultura e Turismo (Secult), por meio da Fundação Gregório de Mattos (FGM), para celebrações do 2 de Julho.
A montagem do Bando de Teatro Olodum conta com 30 atores e uma um grupo de cinco músicos em cena. O texto inédito é do dramaturgo Daniel Arcades e a direção é de um trio formado por Cássia Valle, Valdineia Soriano e Leno Sacramento. A atriz, produtora e uma das diretoras do espetáculo, Valdineia Soriano, contou sobre o sucesso das apresentações no Campo Grande.
“Foi incrível, foram celebrações a cada apresentação. Marcamos o retorno do Bando aos palcos e, mais que isso, tivemos a possibilidade de levar o teatro para praça pública. O povo nos recebeu de forma acolhedora, aplaudindo, se envolvendo e gritando a pela liberdade junto com a gente”, relembrou.
Sobre a apresentação desta sexta-feira (7), a produtora revela bastante entusiasmo. “Teatro na comunidade é incrível. O Boca de Brasa é um espaço maravilhoso, equipado e com certeza será outro momento marcante: será encontro do Bando com a comunidade preta”, diz.
Alunos da rede municipal – Após a exibição desta sexta-feira, o Espaço Cultural Boca de Brasa Subúrbio 360 recebe, entre os dias 10 e 14 de julho, às 10h e 14h, o Projeto Especial Bicentenário nas Escolas, que contempla a exibição da peça para alunos da rede municipal.
“Vamos fechar com chave de ouro, levando arte e cultura para os alunos das escolas. O espetáculo Resistência Cabocla é fantástico, traz uma história esquecida, lembra da participação feminina e toda essa leitura é fundamental na formação de crianças e adolescentes”, considerou, lembrando o grupo teatral conta com jovens da comunidade de Alto de Coutos e bairros adjacentes.
Roteiro – A peça conta a história de dois jovens negros que se preparam para participar dos desfiles ao 2 de Julho, em Salvador. Enquanto Luque está ansioso para desfilar como baliza à frente de uma das fanfarras, a musicista Mirna faz vários questionamentos sobre a sua participação nos festejos, especialmente por sentir falta de representatividade negra e feminina no que aprendeu sobre a data.
A aparição fantástica do Caboclo Tupinambá conduz os jovens às imagens históricas das lutas travadas em solo baiano para expulsar as tropas dos colonizadores, que resistiam mesmo depois do 7 de setembro de 1822, trazendo à cena do espetáculo a bravura popular que garantiu definitivamente a independência do país.
06/07/2023
Uma mistura de animação, fé e devoção tomaram conta do percurso entre o Campo Grande e a Lapinha, com a tradicional Volta dos Caboclos, ocorrida na noite da quarta-feira (5). O evento marca o retorno dos carros emblemáticos do Caboclo e da Cabocla ao Pavilhão 2 de Julho, e faz parte das comemorações pelos 200 anos da Independência do Brasil na Bahia, promovidas em Salvador pela Prefeitura.
Presente na ocasião, o presidente da Fundação Gregório de Mattos (FGM), Fernando Guerreiro, descreveu a volta dos caboclos como "uma grande festa" e anunciou que, no final de julho, os caboclos estarão disponíveis ao público para visitação na Lapinh, no novo Memorial da Independência.
“É muito interessante, porque é como se fosse um ato de finalização do cortejo nas ruas. Hoje é uma grande festa, com o retorno dos caboclos para a sua ‘casa’. A banda do maestro Reginaldo (de Xangô) faz esse cortejo, que segue o percurso inverso agora, com uma multidão nas ruas. Este ano, a novidade nessa Volta dos Caboclos é a festa com a Banda Ofá, na Lapinha, juntamente com vários terreiros de candomblé fazendo uma ‘cablocada’ para receber os monumentos”, ressaltou Guerreiro.
Um dos momentos mais destacados da festa foi a participação da orquestra do maestro Reginaldo de Xangô, que há mais de 25 anos faz parte da programação tradicional. Rita Barbosa, filha do maestro Reginaldo, que faleceu em junho de 2013, expressou sua emoção ao fazer parte dessa festa e celebração.
"Para mim, que trago essa tradição com os caboclos, pois sou candomblecista, ter a oportunidade de cultuar meus caboclos e conduzi-los nas representações populares dos nossos heróis é algo muito especial. Sempre peço amparo e permissão para conduzi-los”, relatou.
Sob a batuta de Rita, a orquestra tem mantido viva a tradição do 2 de Julho. Ela ainda pontuou que considera esse momento como mágico e único. "Hoje, mais do que nunca, é um dia especial. A pressão sobe. É diferente de qualquer outro movimento ou trabalho cultural, é como se fosse uma extensão de nós mesmos. É um dever cívico, moral e religioso. Vamos às ruas fazer o que realmente amamos. A ida é boa, mas a volta é ainda melhor”, finalizou.
Lapinha – Posteriormente, por volta das 19h, no palco da Lapinha, a Banda Ofá se apresentou junto com convidados das nações Congo-Angola. Iuri Passos, mestre em percussão e idealizador da Ofá, agradeceu à Prefeitura de Salvador por, segundo ele, abrir as portas para o trabalho que tem como característica principal a representatividade da música negra e do candomblé.
"Essa apresentação é um momento de grande afirmação. Estamos felizes e animados. Que tenhamos mais oportunidades nesta cidade tão negra para mostrar nosso trabalho", completou Passos.
O comerciante Paulo Santos, de 53 anos, revelou que acompanha a Volta dos Caboclos desde os seus 30 anos. "Essa caminhada carrega muita história e tradição. É uma obrigação minha, como filho deste estado, prestar homenagem aos nossos heróis", afirmou.
Seguindo a mesma linha, a manicure Tâmara Viana, de 48 anos, disse: "Essa caminhada nunca cansa, apenas revigora nosso amor pela Bahia”. E emendou: “Viva o 2 de Julho!".
A mesa-redonda A Força das Mulheres na Constante Luta pela Independência abriu a IV Jornada do Patrimônio Cultural Salvador no Teatro Gregório de Mattos (TGM), no Centro, na quarta-feira (5). Participaram do debate a secretária-geral do Sindicato dos Trabalhadores e Trabalhadoras Domésticas da Bahia (Sindoméstico-BA), Rosângela Santana; a professora da Universidade Federal da Bahia (Ufba) e doutora em História pela Universidade de São Paulo, Lina Aras; a artista Célia Tupinambá e a jornalista Wanda Chase. O encontro foi mediado por Lourivânia Soares, jornalista e pesquisadora do Centro de Estudos Multidisciplinares em Cultura (Cult) da Ufba.
Durante o evento, a historiadora Lina Aras falou um pouco sobre a participação das mulheres no processo de luta pela independência e fez uma relação com as lutas diárias e atuais que as mulheres ainda enfrentam. Ela ressaltou que as demandas femininas foram muito importantes nesse bicentenário pela independência e que a cada momento as mulheres reafirmam a necessidade de lutar pela sua liberdade.
“Essa é uma mesa muito atual. Com essa discussão de hoje, estamos transformando um evento do passado em um momento de luta para que todas as pessoas aqui se identifiquem e criem um elo com as nossas mulheres que lutaram, e possam defender os seus projetos individuais e coletivos”, afirmou.
A artista Célia Tupinambá participou da discussão de maneira virtual e exibiu um pouco do seu trabalho, o filme “Manto em Movimento e Silêncio”. “Eu vejo esse espaço como um lugar muito importante de autonomia para as mulheres, que ao longo do seu percurso histórico foram invisibilizadas ou colocadas em papel secundário”, disse.
Reconhecimento – Representando o Sindoméstico-BA, Rosângela Santana falou um pouco sobre a importância do 2 de Julho atrelada à luta das trabalhadoras domésticas. “Essas heroínas que por muito tempo foram desconhecidas na sociedade se assemelham muito à classe das trabalhadoras domésticas. Nós, nos dias de hoje, em pleno século XXI, ainda temos nossos direitos negados e essas mulheres que lutaram na Independência são um exemplo para nós, justamente para que continuemos lutando para que os direitos das trabalhadoras domésticas sejam reconhecidos e para que a cada dia possamos fortalecer a nossa categoria”, destacou.
A jornalista e uma das criadoras do Movimento Negro Unificado de Pernambuco (MNU), Wanda Chase, contou um pouco da história dela pessoal e profissional, fazendo uma relação com a sua luta por resistência. “O que é independência? A minha independência é me assumir como negra, é me engajar numa luta com o uso de várias estratégias, algumas reveladas e outras não”, ressaltou.
Caboclos – Mais cedo, às 14h30, a conferência “Algazarra nas ruas: os Caboclos e seu povo nas comemorações da independência” foi realizada pela professora Walmyra Albuquerque. A programação do dia foi encerrada com a apresentação artística do Slam das Minas e com a Volta da Cabocla, volta dos carros emblemáticos para o Pavilhão 2 de Julho, no Largo da Lapinha, após três dias no Campo Grande.
Programação – Nesta quinta-feira (6), às 14h haverá a mesa-redonda “A Construção e as Comemorações da Independência no Brasil, Argentina e Uruguai” com a presença dos professores Albino Rubim e Álvaro de Giorgi. Às 15h30, o público assistirá ao média-metragem “2 de Julho – Caminhos da Liberdade”, dirigido por Mira Silva e Pedro Santana. O filme apresenta detalhes curiosos sobre o processo de Independência do Brasil na Bahia, em 1823.
Às 16h, Emanoel Pitta de Brito, presidente da Associação Cultural Grupo Indígena Os Guaranis, e Marina de Leão de Aquino Barreto, representante do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan), formam a mesa sobre a Patrimonialização das Festas da Independência do Brasil na Bahia. Às 17h30, os professores Milton Moura e os pesquisadores Felipe Brito e Inah Irenam realizam a mesa-redonda “Os Caboclos da Bahia”. A apresentação artística de encerramento fica por conta do Samba de Caboclo.
Na sexta-feira (7), às 14h, o professor José Dirson e as professoras Márcia Sant’Anna e Priscila Cabral Almeida (Ufba) discutem sobre o Cortejo, Patrimônio e Memória no 2 de Julho. Às 15h30, acontece a exibição do documentário “Balizando o 2 de Julho”, que acompanha a participação de membros da comunidade LGBTQIA+ no cortejo da festa.
Às 16h, os professores Fabio Baldaia, Maria das Graças Leal e o pesquisador Vinícius Zacarias participam da mesa “O Cortejo do Dois de Julho: Participação Popular e Patrimônio”. Às 17h30, o evento anuncia os vencedores dos Concursos de Balizas, Fanfarras e Fachadas, cujos participantes foram avaliados durante o cortejo.
Evento – Nesta quarta edição, a Jornada do Patrimônio Cultural Salvador é realizada pela FGM em parceria com o Cult/Ufba, e integra a programação do bicentenário da Independência do Brasil na Bahia, valorizando os patrimônios do 2 de Julho e a participação popular feminina e dos caboclos tanto nas lutas pela independência quanto nas celebrações. Os eventos estão sendo transmitidos no canal da FGM do YouTube (@FundacaoGregoriodeMattos).
A Jornada do Patrimônio integra o Programa da FGM intitulado Salvador Memória Viva, sendo um espaço importante de debates especializados sobre patrimônios materiais, imateriais, de monumentos, fontes, outros sítios históricos e lugares de memória de Salvador. Além disso, o evento contribui para a educação patrimonial, essencial à preservação e salvaguarda dos patrimônios da capital baiana.
Reportagem: Priscila Machado/Secom
A Secretaria Municipal de Saúde (SMS) segue com a com a missão de tornar os serviços em saúde mais eficazes para a população LGBT, promovendo compreensão e acolhimento da diversidade de gênero e sexualidade dos usuários. Para isso, já são 33 unidades em processo de implementação da certificação “Unidade Amiga da Saúde LGBT”, nos doze Distritos Sanitários da capital baiana. Na manhã desta quarta-feira (5), foi a vez da USF Ilha de Bom Jesus dos Passos iniciar a inserção nessa estratégia.
Na ocasião, foi realizada visita guiada no equipamento, que possui duas equipes de saúde da família e atende a uma população de 2.236 pessoas, com uma roda de conversa com os profissionais, conduzida por Erik Abade, técnico do Campo Temático Saúde da População LGBT, da Diretoria de Atenção Primária à Saúde. Durante a atividade, os profissionais da USF tiveram a oportunidade de esclarecer suas dúvidas sobre identidade de gênero, orientação sexual e a importância do uso do nome social.
Ao final, foram estabelecidos critérios, ações e melhorias nos serviços que visam a conquista da certificação de Unidade Amiga da Saúde LGBT, reforçando o compromisso em garantir um ambiente inclusivo e livre de discriminação. “Essa iniciativa contribui para um Sistema Único de Saúde (SUS) que promove a igualdade e respeita os direitos da comunidade LGBT, combatendo qualquer forma de LGBTfobia”, declara Erik Abade.
A estratégia de certificação Unidade Amiga da Saúde LGBT vem sendo desenvolvida pela SMS desde 2019. No final deste ano, encerra a primeira etapa de avaliação para certificação, quando a equipe de especialistas da SMS irá avaliar o cumprimento dos critérios estabelecidos e firmados para o acolhimento ao público LGBT, bem como dos serviços prestados em beneficio desses/as.
Conforme Getisêmani Menezes, coordenador da Atenção Primária à Saúde da SMS, as linhas de cuidado relacionadas a equidade serão ainda mais valorizadas pela atual gestão da atenção primária. “Qualificar e preparar as equipes para atendimento à diversidade característica do público LGBT é um dos objetivos do SUS de forma geral, e em Salvador é uma missão que segue o propósito de ser cumprida”.
Condensar e contar a história de música, dança, folia e cultura da maior festa popular de rua do mundo não é uma tarefa fácil, mas a Casa do Carnaval da Bahia, em Salvador, consegue fazê-lo com maestria. De janeiro a maio deste ano, o espaço já recebeu mais de 28 mil turistas, um crescimento de 68% em relação ao mesmo período do ano passado. Mais da metade vem de outros estados do país, mas o número de visitantes baianos também tem crescido.
Este ano, dias antes do início do Carnaval de Salvador, o museu atingiu um recorde de público, mais de 1.300 pessoas em um único dia. Romilson Vieira Selles, 24 anos, é mediador do museu há quase e dois anos, o mais antigo no local. Para ele, ter batido esse recorde é um representativo da qualidade e dedicação envolvidos na criação e manutenção da Casa do Carnaval. “Na alta estação, geralmente temos de 100 a 300 visitantes por dia aqui. Então, do nada, esse número cresce em mil pessoas, ficamos muito impressionados”, conta. No período do Carnaval, o museu funcionou em esquema especial. A Casa do Carnaval funciona das 10 às 18h, de terça a domingo. A entrada é R$20 (inteira) e R$10 (meia), residentes de Salvador também pagam meia.
Só este ano, cerca de 10 mil baianos já visitaram a Casa do Carnaval, um aumento de 43% em relação a 2022. Para Romilson, o crescimento é reflexo de uma busca por conhecer a própria cultura. “Cada vez mais, esse espaço tem se tornado mais um espaço para quem é de Salvador, quem é da Bahia. Não que não fosse antes, até porque não houve nenhuma mudança, mas a gente percebe uma maior procura, acho que até pela sensação de pertencimento mesmo, de identificação com a própria cultura”, refletiu.
Estrutura – Inaugurado em 2018, o primeiro museu do Carnaval no Brasil promove uma experiência única da história da folia, por meio de conteúdos audiovisuais e interativos, abordando desde a origem da festa, nos entrudos lusitanos do século XVIII, passando pelas alterações e proibições elitistas sofridas, até a criação do trio elétrico (brevemente, fobica) em 1950 e o crescimento exponencial da festa, que, hoje em dia, atrai mais de 2,7 milhões de pessoas, nos sete circuitos principais, durante os dias de festa.
Localizada na Praça Ramos de Queiroz, no Pelourinho, a Casa do Carnaval está a poucos metros do Terreiro de Jesus e da Praça Castro Alves, locais icônicos para o Carnaval de Salvador. Administrado pela Secretaria de Cultura e Turismo de Salvador (Secult), tem curadoria do artista e designer baiano Gringo Cardia, juntamente com o reitor da Universidade Federal da Bahia (Ufba), professor doutor Paulo Miguez, especialista em Cultura e Carnaval da Bahia, além de um amplo grupo de artistas e pesquisadores como Jonga Cunha e Bete Capinan.
O espaço tem dois pavilhões expositivos, com mais de três horas de conteúdo audiovisual relacionados à festa. No térreo, as salas “Origens do Carnaval” e “Criatividade e Ritmos do Carnaval” contam a história e evolução do carnaval narradas por artistas que criaram e foram criados pela festa. Na sala de entrada fica a biblioteca da Casal do Carnaval. O acervo conta com nomes como Zélia Gattai, Juarez Paraíso, Carybé, Nelson Cadena e J. Cunha, que também assina os painéis fixados na parede e do teto da entrada.
O titular da Secult, Pedro Tourinho, aponta a importância de espaços culturais de memória como a Casa do Carnaval, que refletem a representação e identificação de um povo. “É um espaço que perpassa a história de uma festa não só de Salvador, mas da Bahia, e que mostra personagens e momentos que são intrinsecamente relacionados à folia. No primeiro museu do Carnaval do país, é contado o surgimento dos trios elétricos, os caminhos que os blocos afro trilharam para se fortalecer e ganhar o devido lugar de destaque e poder, passando pelo fortalecimento de ritmos afro-baianos como o samba-reggae, o axé e o pagode na história da festa baiana”, destacou.
“O espaço cultural também adentra nos pormenores da gestão da festa, desde a atuação do poder público até os trabalhadores informais, que têm uma atuação crucial na movimentação da economia da festa”, completou o titular da Secult.
Experiências temáticas – Na sala “Origem”, brilhantes máscaras carnavalescas, bonecos pierrôs e uma escultura topográfica de Salvador contextualizam a história que está sendo contada nas telas. Já na “Criatividade e Ritmos do Carnaval”, os conteúdos abordam especificidades do Carnaval, como o trio elétrico, os blocos afro, a exportação do carnaval para o mundo e os diversos ritmos que compõem o a festa.
Também há um espaço para Carnaval do interior, como em Jacobina e Maragogipe, e a Micareta, além de um painel exclusivo dedicado aos artistas que têm construído visualmente e artisticamente o carnaval, como Juarez Paraíso, Manoel Araújo, Bel Borba, J. Cunha e Alberto Pitta. Para acessar o conteúdo audiovisual do museu e ter a experiência completa, ao visitante é dado um dispositivo móvel e fones de ouvido, que permitem sincronizar o conteúdo a ser apresentado nas telas.
No segundo pavimento do museu está o Cinema Interativo, onde os visitantes podem dançar e tocar as músicas que são apresentadas nas telas. Nas salas A e B, o objetivo é que as pessoas conheçam mais sobre artistas, afoxés e blocos de trio. Cantoras como Daniela Mercury, Ivete Sangalo e Baby do Brasil falam do Ilê, Olodum, Harmonia, Psirico e bandas como Eva, Jamil, Cheiro de Amor. Na outra sala, Carlinhos Brown, Antônio e Camila Pitanga e Xandy vão falar de artistas como Luiz Caldas e Igor Kannário e de Asa de Águia e Chiclete com Banana.
Carnaval de muitas origens – No museu, a história do Carnaval da Bahia é contada por diversas vozes, de Moraes Moreira a Saulo, passando por Margareth Menezes e Claudia Leitte, estendendo a narração a artistas plásticos natos do carnaval como Alberto Pitta. O cantor Gerônimo é quem inicia o percurso histórico da folia momesca, narrando os primórdios da festa, ainda na época do Brasil Colônia e Império, com os entrudos lusitanos que tomavam as ruas.
Márcia Short conta como acontecia o carnaval da elite, e Alberto Pitta fala do nascimento dos afoxés, no século XIX, com referências diretas à ancestralidade e ao candomblé, com os toques de agogôs e atabaques. O artista também traz a reestruturação do carnaval do povo, que tinha sido proibido pelas autoridades a pedido da elite, que não suportava o caráter popular da festa.
Os primórdios da festa são contados pelo cantor Gerônimo, que descreve como acontecia os entrudos lusitanos do Brasil Colônia e Império, festa de rua que acontecia na época da Quarema e que foi proibida, pois o alvoroço e agonia da celebração, que incluía guerra de água perfumada em às vezes, malcheirosa, desagradavam a elite. A festa, então, sofre influência do Carnaval francês, apoiado pelas autoridades e pela elite, uma proposta “refinada” para os privilegiados que ocorria em teatros e clubes. Gradativamente, nos anos 20 do século passado, cortejos dos clubes sociais começaram a invadir a Rua Chile. Desfilando fantasiados em bondes que passavam na rua, esses cortejos tinham um objetivo: exibir o luxo dos ocupantes.
Mas o Carnaval popular não ficou apagado nesse meio tempo. É a voz grave do artista plástico Alberto Pitta, criador do bloco Cortejo Afro e um dos maiores artistas visuais envolvidos no Carnaval de Salvador, que narra o trajeto dos afoxés do século XIX e o carnaval popular. No final de 1800, a contragosto das forças policiais, o Carnaval de Salvador, construído pelo povo negro já se destacava. Fortalecidas pelo som de atabaques e agogôs, agremiações carnavalescas populares, negras e indígenas começaram a ser fundadas.
Com a rua Chile ocupada pela elite, os afoxés e o povo cortejavam em fila indiana por locais como o Terreiro de Jesus e a Baixa dos Sapateiros. A ligação direta com os terreiros de candomblé e a evidência da ancestralidade levaram os afoxés a serem proibidos por uma portaria, em 1905, só voltando a serem permitidos quase uma década depois.
Já na virada para a década de 50, eventos importantes colaboraram para o fortalecimento do carnaval de rua de Salvador. Ainda na sala Origem, um protagonismo merecido é dado à Praça Castro Alves. O trecho entre o final da Avenida Sete de Setembro e o início da rua Chile, marca, em 1950, o início do que se tornou a maior festa de rua do mundo. Inspirados no fervor que a apresentação do grupo de frevo “Vassourinha” causou nos foliões, Adolfo Antônio do Nascimento (Dodô) e Osmar Álvares Macedo invadem a rua Chile a bordo da Fobica, um Ford 1929 equipado com oito caixas de som, tocando marchinhas no ‘pau elétrico’, instrumento que tinham criado na década de 40 e que se tornaria a guitarra baiana. No ano seguinte, a dupla convida Temístocles Neto e nasce o Trio Elétrico.
Tendo o carnaval carioca como inspiração, em Salvador, nos anos 50, começa o movimento de escolas de samba. O enredo dessa fase da folia é narrado por Mariene de Castro. O auge das escolas de samba soteropolitanas é nas décadas de 60 e 70, tendo em seus enredos temas como a Bahia, Caymmi, Jorge Amado e Mãe Menininha do Gantois. Despontam grandes nomes do samba baiano como Batatinha, Nelson Rufino, Roque Ferreira e Edil Pacheco. Os blocos “de índio” da década de 60, como os Apaches do Tororó e Caciques do Garcia, atraíam a juventude. Inspirados nos filmes de velho-oeste americanos, saíam pintados em cores específicas para identificação e se intitulavam silks, pele vermelha e comanches.
Em 49, nasce o maior afoxé do mundo, Filhos de Gandhy, inspirado nos ideais de paz do nacionalista indiano. Tendo Oxalá como patrono, o Ghandy já foi reconhecido pelo Guiness Book como o maior afoxé do mundo, e colaborou na reestruturação do carnaval popular que vai passar a ter, cada vez mais, manifestações de candomblé e da cultura afro-baiana. Nos anos seguinte, afoxés como Filhos do Congo e Filhas de Olorum se juntaram aos cortejos do carnaval, tendo o número de afoxés crescido desde então.
Na segunda sala, “Criatividade e Ritmos do Carnaval”, a riqueza visual da festa, as mudanças que aconteceram no trio elétrico e na folia nestes mais de 80 anos, a micareta e o Carnaval no interior do estado e as expansões da festa a nível internacional são contados por vozes como Ivete Sangalo, Regina Casé e Carla Visi. Além do conteúdo audiovisual, a sala tem um acervo de figurinos icônicos usados por cantores da música baiana como Daniela Mercury, Carla Perez e Luiz Caldas.
A salvação do povo brasileiro – Um dos painéis é dedicado inteiramente ao trio elétrico, protagonista do Carnaval de Salvador. Quem conta a história e evolução ninguém mais ninguém menos do que Moraes Moreira, primeiro cantor a subir num trio, o de Dodô e Osmar, em 1970. Antes disso, só música instrumental saía pelas caixas de som do trio. Os anos que se sucedem consolidam o casamento cantor+trio que se mantém até hoje. Os Novos Baianos, com Baby, Paulinho Boca e Pepeu Gomes e Luiz Caldas no trio Tapajós.
Os grandes artistas que criavam e projetavam os trios também têm seu espaço de destaque. Orlando Tapajós, que hoje, nomeia um dos circuitos da folia, cria a “‘Caetanave” em 1972, uma homenagem a Caetano Veloso, que voltava do exílio em Londres na época da ditadura militar. É neste momento que Caetano declara que “o trio elétrico é a salvação do povo brasileiro”. Nos anos 80, Pedrinho da Rocha também se destaca pelos designs de trios e dos abadás dos blocos, que ganharam mais força com bandas como Eva, Chiclete e, posteriormente, Asa de Águia.
Ainda na década de 70, uma força pungente da ancestralidade baiana surge na festa, os blocos Afro. Em 1975, desfila pela primeira vez, o mais belo dos belos, Ilê Aiyê. Desfilando o tema de Paulinho Camafeu, a partir daquele Carnaval, todos passariam a saber “que bloco é esse”.
A emergência dos blocos Afro está diretamente ligada aos movimentos diaspóricos Black Power, os Panteras Negras nos EUA e a independência de países africanos na década de 60 como Costa do Marfim, Benin, Somália e Nigéria. Os tambores do Olodum começam a ressoar nas ladeiras do Pelourinho em 79, criando um movimento único com as coreografias dos percussionistas. Em Itapuã nasce o Malê Debalê, com o nome inspirado nos negros mulçumanos que lutaram na Revolta dos Malês. Surgem também O Muzenza do Reggae, o Bankoma e, posteriormente, Didá, formada unicamente por mulheres.
Para além da festa na capital, o museu também conta a história da festa em cidades do interior como Maragogipe, Juazeiro e na Praia do Forte, onde ainda há a tradição dos “caretas”, inclusive, com oficinas de moldagem de máscaras carnavalescas. A Micareta, que nasceu em Salvador, no início dos anos 20 como uma alternativa ao Carnaval, que passou por um rápido declínio, hoje é forte em cidades do interior como Feira de Santana e Jacobina. “Os Cão de Jacobina”, desde os anos 40, contam a história da batalha entre o bem e o mal, com homens pintados de preto e chifres remetendo ao diabo numa luta com o anjo São Miguel.
No vasto mundo cultural, musical e de tradição que é o Carnaval da Bahia, a Casa do Carnaval, com um acervo denso, promove uma experiência única pela história e evolução da festa. Mais que um equipamento cultural, a Casa do Carnaval é um espaço de pertencimento dos baianos e foliões, que conta as diversas faces da sua história e de todos os elementos que a constituíram para ser, hoje, a maior festa de rua do mundo, arrastando milhões de pessoas anualmente.
Texto: Ascom/Secult
O Serviço Municipal de Mão de Obra (Simm) oferece 61 vagas de emprego e estágio em Salvador para esta quinta-feira (6). Os candidatos deverão acessar o site www.agendamentosemdec.salvador.ba.gov.br para agendar o atendimento, a partir das 17h30.
Em caso de deficiência visual, os candidatos deverão entrar em contato pelo número (71) 3202-2005 para fazer o agendamento. O atendimento está sendo realizado de forma híbrida, ou seja, de forma presencial e remota, via WhatsApp – a escolha é no momento do agendamento.
No caso das vagas que exigem experiência, o tempo de serviço deve ser comprovado em carteira de trabalho.
VAGAS:
Supervisor administrativo
Ensino médio completo, seis meses de experiência, imprescindível conhecimento avançado em RH e Departamento pessoal, ter CNH AB e ter experiência em condução de motocicleta.
Salário R$1.800,00 + benefícios
1 vaga
Auxiliar de limpeza pesada
Ensino fundamental completo, seis meses de experiência.
Salário R$1.477,63 + benefícios
1 vaga
Panfleteiro
Ensino médio completo, três meses de experiência, vaga zoneada para moradores da região da Fazenda Grande do Retiro, conforme nova lei trabalhista a forma de contratação será no regime MEI.
Salário a combinar + benefícios
2 vagas
Técnico em refrigeração
Ensino médio completo, seis meses de experiência, imprescindível conhecimento no conserto e manutenção de vitrines e balcões refrigerados.
Salário R$1.500,00 + benefícios
1 vaga
Funileiro de chapas
Ensino médio completo, seis meses de experiência, ter conehcimento com serviços de chapa inox e galvanizada.
Salário R$1.500,00 + benefícios
1 vaga
Passador de roupas em calandra
Ensino fundamental completo, seis meses de experiência.
Salário R$1.320,00 + benefícios
2 vagas
Mecânico de manutenção de equipamentos
Ensino médio completo, seis meses de experiência, imprescindível conhecimento em Roçadeira, Bombas, Compressores e Geradores.
Salário R$1.980,00 + benefícios
1 vaga
Topógrafo
Ensino médio completo, seis meses de experiência, imprescindível: Curso técnico em agrimensura, disponibilidade para viagem
Salário R$3.000,00 + benefícios
1 vaga
Auxiliar de escrituração fiscal
Ensino médio compelto, seis meses de experiência, ter conhecimento de pacote Office.
Salário a combinar + benefícios
1 vaga
Auxiliar de cozinha
Ensino médio completo, seis meses de experiência, requisitos imprescindíveis disponibilidade para trabalhar sob pressão, com metas, produção em larga escala, limpeza pesada e em horário de fechamento de shopping.
Salário R$1.322,00 + benefícios
4 vagas
Pintor industrial
Ensino médio completo, seis meses de experiência, imprescindível experiência pintura industrial com airless, tanque de pressão e demais ferramentas.
Salário R$1.993,58 + benefícios
6 vagas
Açougueiro
Ensino médio completo, seis meses de experiência, ter fácil acesso ao Corredor da Vitória e disponibilidade para fechamento de loja.
Salário a combinar + benefícios
2 vagas
Preparador de para-choque de veículos
Ensino fundamental completo, três meses de experiência.
Salário a combinar + benefícios
1 vaga
Capoteiro
Ensino fundamental completo, três meses de experiência.
Salário a combinar + benefícios
1 vaga
Coordenador comercial
Ensino superior completo em Administração ou áreas afins, seis meses de experiência, imprescindível: experiência na área hospital ou clínica e com operadoras de planos de saúde.
Salário R$3.000,00 + benefícios
1 vaga
Supervisor de TI
Ensino superior completo em Tecnologia da Informação, seis meses de experiência.
Salário R$2.700,00 + benefícios
1 vaga
Laboratorista na área de terraplanagem
Ensino médio compelto, seis meses de experiência, ter conhecimento de pacote office
Salário R$2.996,40 + benefícios
1 vaga
Copeiro hospitalar
Ensino médio completo, três meses de experiência, imprescindível ter curso na área e disponibilidade para carregar peso.
Salário R$1.500,00+ benefícios
3 Vagas
Camareira de hotel
Ensino fundamental completo, seis meses de experiência, ter disponibilidade para trabalhar à noite, vaga zoneada para moradores da região da Suburbana, Cidade Baixa ou Pernambués.
Salário a combinar + benefícios
1 vaga
Contínuo
Ensino fundamental completo, seis meses de experiência, ter disponibilidade para trabalhar à noite, vaga zoneada para moradores da região da Suburbana, Cidade Baixa ou Pernambués.
Salário a combinar + benefícios
1 vaga
Cozinheiro de restaurante
Ensino médio completo, seis meses de experiência, ter disponibilidade de horário e fácil acesso ao bairro da Pituba.
Salário a combinar + benefícios
2 vagas
Atendente em sorveteria
Ensino médio completo, seis meses de experiência, imprescindível: disponibilidade para carga e descarga, trabalhar tarde/noite e no Shopping Alphaville.
Salário a combinar + benefícios
1 vaga
Cozinheiro de restaurante
Ensino médio completo, seis meses de experiência, imprescindível: ter experiência com fogão e grelha, morar nos bairros próximos a Avenida Tancredo Neves.
Salário a combinar + benefícios
1 vaga
Ajudante de cozinha
Ensino médio completo, seis meses de experiência, imprescindível: ter experiência com fogão e grelha, morar nos bairros próximos a Avenida Tancredo Neves.
Salário a combinar + benefícios
1 vaga
Repositor de hortifruti
Ensino médio completo, seis meses de experiência, imprescindível: ter fácil acesso ao bairro de Ondina e disponibilidade para fechamento de loja.
Salário a combinar + benefícios
1 vaga
Repositor de mercearia
Ensino médio completo, seis meses de experiência, imprescindível: ter fácil acesso ao Corredor da Vitória e disponibilidade para fechamento de loja.
Salário a combinar + benefícios
2 Vagas
Auxiliar financeiro (vaga para o Programa Simm Mulher)
Ensino médio completo, seis meses de experiência, ter conhecimento de informática e disponibilidade para trabalhar em empresa no ramo de reclagem de ferro.
Salário a combinar + benefícios
1 vaga
Auxiliar de cozinha
Ensino fundamental completo, seis meses de experiência, ter fácil acesso Litoral Norte
Salário a combinar + benefícios
1 vaga
Gerente de loja (vaga exclusiva do Programa Simm Mulher)
Ensino médio completo, seis meses de experiência, imprescindível experiência nos ramos de supermercado ou loja de festa.
Salário a combinar + benefícios
1 vaga
Subgerente de loja (vaga exclusiva do Programa Simm Mulher)
Ensino médio completo, seis meses de experiência, imprescindível experiência nos ramos de supermercado ou loja de festa.
Salário a combinar + benefícios
1 vaga
Alinhador de veículos
Ensino médio incompleto, seis meses de experiência, imprescindível: CNH B, ter experiência com as partes de mecânica, cambagem e balanceamento.
Salário R$1.500,00 + transporte
1 vaga
Encarregado de caldeiraria
Ensino médio completo, seis meses de experiência, imprescindível: ter perfil de liderança e experiência com montagem de caldeiraria.
Salário R$3.459,27 + benefícios
5 vagas
Montador de estruturas metálicas
Ensino médio completo, seis meses de experiência.
Salário R$2.187,75 + benefícios
3 vagas
Caldereiro
Ensino médio completo, seis meses de experiência, imprescindível experiência com área industrial.
Salário R$2.187,75 + benefícios
5 vagas
Técnico em Segurança do Trabalho (vaga exclusiva para pessoas com deficiência)
Ensino médio completo, 6 meses de experiência.
Salário R$2.578,28 + benefícios
1 vaga
Mecânico de veículos a diesel (vaga exclusiva para pessoas com deficiência)
Ensino médio completo, seis meses de experiência.
Salário R$2.061,45 + benefícios
1 vaga
A Secretaria Municipal da Saúde (SMS) segue com a vacinação contra a Covid-19 e gripe em Salvador nesta quinta-feira (6), das 8h às 16h, em diversos postos de saúde e pontos instalados em locais estratégicos da cidade.
A dose contra gripe está disponível para pessoas com idade igual ou superior a 6 meses. A lista das unidades pode ser conferida no site www.saude.salvador.ba.gov.br/campanha-de-vacinacao-contra-influenza-gripe/.
Contra a Covid-19, além do público habilitado para a bivalente, respeitando o aprazamento de quatro meses entre as doses, serão oferecidas as 1ª e 2ª doses para pessoas com 18 anos ou mais no esquema “Liberou Geral”. Já a 3ª dose será disponibilizada exclusivamente para pessoas imunocomprometidas de 12 anos ou mais, residentes em Salvador.
Confira a programação:
A bivalente está disponível para a população geral de 18 anos ou mais. Para ter acesso, basta levar a caderneta de vacinação, ser residente da Bahia e ter tido acesso a duas doses da monovalente com um intervalo de quatro meses.
Entre os grupos prioritários para vacinação bivalente estão trabalhadores da saúde, gestantes e puérperas, quilombolas, indígenas e ribeirinhos de 12 anos ou mais; além de adolescentes com 12 anos ou mais com deficiência permanente; imunocomprometidos ou com comorbidades. A comprovação para esse grupo será realizada, por determinação do Ministério da Saúde, de forma autodeclarada.
As pessoas imunocomprometidas que não iniciaram ou não completaram o esquema primário com as três doses indicadas, também estão aptas a receber a bivalente desde que respeitando o intervalo mínimo de dois meses a partir da última dose recebida de qualquer um dos imunizantes (Coronavac, Oxford, Pfizer ou Janssen). Ainda dentro deste público, quem já foi vacinado com três doses poderá receber a bivalente, neste caso, respeitando o intervalo de quatro meses a partir da 3ª dose.
Documentação: O interessado deve apresentar originais e cópias do cartão de vacina ou carteira nacional de vacinação digital, documento de identificação com foto e comprovante de residência de município do Estado da Bahia.
Gestantes: Segundo o informe técnico para a gestante não haverá exigência quanto à comprovação da situação gestacional, sendo suficiente que a mulher afirme seu estado de gravidez.
Puérperas: Deverão apresentar documento que comprove o puerpério (certidão de nascimento, cartão da gestante, documento do hospital onde ocorreu o parto).
Trabalhador da saúde: Deverá apresentar documento que comprove a vinculação ativa do trabalhador com o serviço de saúde, seja através de crachá, contracheque ou a carteira do conselho ou declaração emitida pelo serviço de saúde de atuação do profissional.
Demais públicos
A estratégia de vacinação contempla ainda 1ª e 2ª dose para as crianças de 6 meses a 4 anos, 11 meses e 29 dias com ou sem comorbidades. O reforço da Pfizer Pediátrica para menores de 5 a 11 anos com/sem comorbidades também estará disponível para quem tiver nome na lista da SMS. A imunização do público infantil será realizada mediante apresentação do documento de identificação da criança e dos pais e/ou responsáveis, carteira de vacinação e Cartão SUS de Salvador.
Liberou Geral: A aplicação da 1ª e 2ª dose para pessoas com 18 anos ou mais está liberada para quem não é residente de Salvador ou não tenha iniciado o esquema primário na capital.
A 3ª dose será disponibilizada exclusivamente para pessoas imunocomprometidas de 12 anos ou mais, cadastradas no site da SMS pelo médico assistente.
A imunização também segue para os indivíduos com 18 anos ou mais vacinados com a Janssen no esquema primário. Nota Técnica do Ministério da Saúde estabelece que todos os indivíduos que receberam como esquema primário a vacina Janssen (Dose Única), entre 18 e 39 anos, estão orientados a receber um segundo reforço; e todos os indivíduos de 40 anos ou mais, estão orientados a receber um terceiro reforço, igualando o quantitativo total de vacinas referentes aos demais esquemas vacinais contra a Covid-19.
POSTOS:
2ª DOSE DE CRIANÇAS DE 3 E 4 ANOS – CORONAVAC PEDIÁTRICA – COM O NOME NO SITE (INCLUINDO IMUNOSSUPRIMIDAS)
Postos fixos: Postos fixos: USF Menino Joel, USF Curralinho, UBS Ramiro Azevedo, UBS Pelourinho, USF Gamboa, USF Arraial do Retiro, USF Sussuarana I, USF Nova Sussuarana, USF Doron, UBS Engomadeira, UBS Santo Inácio, UBS Edson Teixeira, USF Musurunga I, USF San Martin III, UBS Maria Conceição Imbassahy, UBS Virgílio de Carvalho, UBS Cosme de Farias, USF Deputado Luiz Braga, USF Cajazeiras IV, USF Alto da Terezinha, USF São João do Cabrito, USF Vista Alegre, USF Rio Sena, USF Alto de Coutos I, USF Fazenda Coutos I, USF Fazenda Coutos III, UBS Periperi, USF Colinas de Periperi, USF Bom Jesus dos Passos, USF Paramana, USF Ilha de Maré.
3ª DOSE DE CRIANÇAS DE 3 E 4 ANOS (COM OU SEM COMORBIDADES) QUE INICIARAM O ESQUEMA VACINAL COM CORONAVAC - COM NOME NA LISTA
Postos fixos: USF Garcia, UBS Ramiro de Azevedo, UBS Pelourinho, USF Gamboa, UBS Manoel Vitorino, UBS Mario Andrea, UBS Cosme de Farias, USF Vale do Matatu, UBS Virgílio de Carvalho, USF João Roma Filho, USF Nova Brasília, UBS Pires da Veiga, USF San Martin III, UBS Maria Conceição Imbassahy, USF Curralinho, USF Arraial do Retiro, USF Sussuarana I, USF Nova Sussuarana, USF Doron, UBS Engomadeira, UBS Santo Inácio, UBS Edson Teixeira, USF Cajazeiras IV, UBS José Mariane, UBS Periperi, USF Colinas de Periperi, USF Alto da Terezinha, USF São João do Cabrito, USF Vista Alegre, USF Rio Sena, USF Alto de Coutos I, USF Fazenda Coutos I, USF Fazenda Coutos III, USF Beira Mangue, USF Itacaranha, USF Estrada da Cocisa, USF Paramana, USF Bom Jesus dos Passos, USF Ilha de Maré.
1ª e 2ª DOSE DE CRIANÇAS DE 5 A 11 ANOS COM OU SEM COMORBIDADES – PFIZER PEDIÁTRICA – COM O NOME NO SITE
Postos fixos: USF Menino Joel, UBS Ramiro Azevedo, UBS Pelourinho, USF Gamboa, USF Arraial do Retiro, USF Sussuarana I, USF Nova Sussuarana, USF Doron, UBS Engomadeira, UBS Santo Inácio, UBS Edson Teixeira, USF Vale do Matatu, USF Santa Luzia, UBS Manoel Vitorino, UBS Mario Andrea, UBS Cosme de Farias, UBS Jose Mariane, USF Curralinho, USF San Martin III, UBS Maria Conceição Imbassahy, UBS Virgílio de Carvalho, USF Cajazeiras V, USF Nova Brasília, UBS Pires da Veiga, USF Capelinha, UBS Periperi, USF Colinas de Periperi, USF Alto da Terezinha, USF São João do Cabrito, USF Vista Alegre, USF Rio Sena, USF Alto de Coutos I, USF Fazenda Coutos I, USF Fazenda Coutos III, USF Beira Mangue, USF Itacaranha, USF Estrada da Cocisa, USF Paramana, USF Bom Jesus dos Passos, USF Ilha de Maré.
1ª, 2ª e 3ª DOSE DA PFIZER BABY (6 MESES A 4 ANOS COM OU SEM COMORBIDADES)
Postos fixos: USF Garcia, UBS Ramiro de Azevedo, UBS Pelourinho, USF Gamboa, UBS Manoel Vitorino, UBS Mario Andrea, UBS Cosme de Farias, USF Vale do Matatu, UBS Virgílio de Carvalho, USF João Roma Filho, USF Nova Brasília, UBS Pires da Veiga, USF San Martin III, UBS Maria Conceição Imbassahy, USF Curralinho, USF Arraial do Retiro, USF Sussuarana I, USF Nova Sussuarana, USF Doron, UBS Engomadeira, UBS Santo Inácio, UBS Edson Teixeira, USF Cajazeiras IV, UBS Jose Mariane, UBS Periperi, USF Colinas de Periperi, USF Alto da Terezinha, USF São João do Cabrito, USF Vista Alegre, USF Rio Sena, USF Alto de Coutos I, USF Fazenda Coutos I, USF Fazenda Coutos III, USF Beira Mangue, USF Itacaranha, USF Estrada da Cocisa, USF Paramana, USF Bom Jesus dos Passos, USF Ilha de Maré.
REFORÇO DA PFIZER PEDIÁTRICA PARA CRIANÇAS DE 5 A 11 ANOS COM/SEM COMORBIDADES – NOME NA LISTA
Postos fixos: USF Menino Joel, USF Arraial do Retiro, USF Sussuarana I, USF Nova Sussuarana, USF Doron, UBS Engomadeira, UBS Santo Inácio, UBS Edson Teixeira, USF Curralinho, UBS Ramiro de Azevedo, UBS Pelourinho, USF Gamboa, USF João Roma Filho, USF Nova Brasília, UBS Pires da Veiga, USF Vale do Matatu, USF Santa Luzia, UBS Manoel Vitorino, UBS Cosme de Farias, UBS Mario Andrea, UBS Virgílio de Carvalho, USF San Martin III, UBS Maria Conceição Imbassahy, UBS José Mariane, USF Cajazeiras V, USF Capelinha, UBS Periperi, USF Colinas de Periperi, USF Alto da Terezinha, USF São João do Cabrito, USF Vista Alegre, USF Rio Sena, USF Alto de Coutos I, USF Fazenda Coutos I, USF Fazenda Coutos III, USF Beira Mangue, USF Itacaranha, USF Estrada da Cocisa, USF Paramana, USF Bom Jesus dos Passos, USF Ilha de Maré.
DOCUMENTOS:
Criança acompanhada pelo pai ou mãe: Necessário estar com nome no site da SMS e no ato da vacinação apresentar originais e cópias do documento de identificação com foto do pai ou da mãe que estiver presente, original e cópia do documento de identificação da criança, e originais da caderneta de vacina e cartão SUS de Salvador da criança.
Criança desacompanhada do pai ou da mãe: Necessário estar com o nome no site e no ato da vacinação estar acompanhada por outra pessoa maior de 18 anos. Além disso, deverá ser apresentado o Formulário de Vacinação preenchido e assinado pelo genitor da criança (pai ou mãe), cópia do documento de identificação com foto do responsável pela assinatura no documento, mais original e cópia do documento de identificação da criança, além dos originais da caderneta de vacina e do cartão SUS de Salvador da criança. O Formulário de Vacina está disponível para impressão no link: http://www.saude.salvador.ba.gov.br/wp-content/uploads/2022/01/formulario-vacinacao-criancasV6.pdf.
OBS: Os casos excepcionais relacionados à falta de apresentação da documentação completa serão tratados individualmente no próprio ato/local da vacinação, como vem ocorrendo desde o início da estratégia.
VACINAÇÃO ADULTO – 1ª E 2ª DOSES (EXCETO 2ª DOSE CORONAVAC)
A estratégia de 2ª dose nessas unidades será exclusiva para os indivíduos que receberam a 1ª dose dos imunizantes Pfizer e Oxford
A 3ª dose monovalente será exclusiva para pessoas imunocomprometidas com 12 anos ou mais.
Drive-thru: 5º Centro de Saúde (Barris).
Postos fixos: 5º Centro de Saúde, UBS Santa Cruz (08h às 14h30), USF Sabino Silva, USF Federação, USF Curralinho, USF Imbuí, UBS Prof. Mario Andrea, USF Santa Luzia, USF Vale do Matatu, UBS Eunísio Teixeira, USF Arraial do Retiro, USF Sussuarana I, USF Nova Sussuarana, USF Doron, UBS Engomadeira, UBS Santo Inácio, UBS Edson Teixeira, USF Cajazeiras X, USF Boca da Mata, USF Yolanda Pires, USF Cajazeiras V, USF Cajazeiras XI, USF Jardim das Mangabeiras, UBS Ramiro de Azevedo, UBS Pelourinho, USF Gamboa, UBS Ministro Alkimin, USF Joanes Leste, USF Joanes Centro Oeste, USF Alto do Coqueirinho, USF KM 17, USF Eduardo Mamede, USF Parque São Cristóvão, USF Coração de Maria, USF Aristides Maltez, USF Ceasa I e II, USF Jardim Campo Verde, USF Itapuã, USF Jardim das Margaridas, UBS Orlando Imbassay, USF Vila Verde, USF São Cristóvão, USF Mussurunga I, UBS São Cristovão, USF Nova Esperança, USF Iapi, USF San Martin I, USF San Martin III, UBS Maria Conceição Imbassahy, USF Cambonas, UBS Cecy Andrade, USF São Marcos I, USF Nova Brasília, USF Dom Avelar, USF Pirajá, USF Boa Vista de São Caetano, USF Alto do Peru, USF Recanto da Lagoa II, USF San Martin II, USF Antonio Lazzarotto, USF Alto do Cabrito, USF Frei Benjamin, UBS Marechal Rondon, USF Bom Juá, USF Fiais, USF Jaqueira do Carneiro, USF Deputado Luiz Braga, USF Lagoa da Paixão, USF Recanto da Lagoa I, USF Boa Vista do Lobato, UBS Péricles Laranjeiras, USF Teotônio Vilela II, USF Estrada da Cocisa, USF Bate Coração, USF Vila da Fraternidade, UBS Sergio Arouca, UBS Bariri, USF Vista alegre, USF Alto de Coutos II, USF Plataforma, USF Tubarão, USF Alto do Cruzeiro, USF Nova Constituinte, USF São Tomé de Paripe, USF Congo, USF Fazenda Coutos II, USF Ilha Amarela, UBS Periperi, USF Paramana, USF Bom Jesus dos Passos, USF Ilha de Maré.
Pontos volantes: Shopping Bela Vista (9h às 16h) e Home Center Ferreira Costa (8h às 16h).
2ª DOSE DA CORONAVAC – 18 ANOS OU MAIS – NOME NA LISTA
Postos fixos: USF Menino Joel, USF Curralinho, USF Arraial do Retiro, USF Sussuarana I, USF Nova Sussuarana, USF Doron, UBS Engomadeira, UBS Santo Inácio, UBS Edson Teixeira, USF San Martin III, UBS Maria Conceição Imbassahy, UBS Ramiro de Azevedo, UBS Pelourinho, USF Gamboa, UBS Virgílio de Carvalho, USF Mussurunga I, UBS Cosme de Farias, USF Deputado Luiz Braga, USF Cajazeiras IV, USF Alto da Terezinha, USF São João do Cabrito, USF Vista Alegre, USF Rio Sena, USF Alto de Coutos I, USF Fazenda Coutos I, USF Fazenda Coutos III, UBS Periperi, USF Colinas de Periperi, USF Paramana, USF Bom Jesus dos Passos, USF Ilha de Maré.
VACINAÇÃO BIVALENTE (LIBEROU GERAL PARA RESIDENTES DA BAHIA) – PESSOAS COM 18 ANOS OU MAIS, INCLUINDO PUÉRPERAS E GESTANTES; ADOLESCENTES COM 12 ANOS OU MAIS COM DEFICIÊNCIA PERMANENTE, IMUNOCOMPROMETIDOS OU COM COMORBIDADES; QUILOMBOLAS, INDÍGENAS E RIBEIRINHOS DE 12 ANOS OU MAIS; TRABALHADORES DA SAÚDE; ADOLESCENTES EM MEDIDAS SOCIOEDUCATIVAS (MENORES DE 18 ANOS); POPULAÇÃO PRIVADA DE LIBERDADE (18 ANOS E MAIS); PESSOAS COM COMORBIDADES DE 12 ANOS OU MAIS
Drive-thru: 5º Centro de Saúde (Barris).
Postos fixos: UBS Péricles Laranjeiras, 5º Centro de Saúde, USF Lealdina Barros, USF Sabino Silva, UBS Santa Cruz (08h às 14h30), USF Federação, USF Curralinho, USF Imbuí, USF Pituaçu, UBS Prof. Mario Andrea, USF Santa Luzia, UBS Cosme de Farias, USF Candeal Pequeno, USF Vale do Matatu, UBS Eunísio Teixeira, UBS Arraial do Retiro, USF Sussuarana I, USF Nova Sussuarana, USF Doron, UBS Engomadeira, UBS Santo Inácio, UBS Edson Teixeira, USF Cajazeiras X, UBS Nelson Piauhy, USF Boca da Mata, USF Cajazeiras V, USF Yolanda Pires, USF Cajazeiras XI, USF Jardim das Mangabeiras, UBS Ramiro de Azevedo, UBS Pelourinho, USF Gamboa, UBS Ministro Alkimin, UBS Virgílio de Carvalho, USF Joanes Leste, USF Alto do Coqueirinho, USF KM 17, USF Eduardo Mamede, USF Parque São Cristóvão, USF Coração de Maria, USF Aristides Maltez, USF Ceasa I e II, USF Jardim Campo Verde, USF Itapuã, USF Jardim das Margaridas, UBS Orlando Imbassahy, USF Vila Verde, USF São Cristóvão, USF Mussurunga I, USF Nova Esperança, UBS Maria Conceição Imbassahy, USF San Martin I, USF San Martin III, USF Iapi, USF Cambonas, UBS Vale dos Lagos, UBS Cecy Andrade, USF São Marcos I, USF Dom Avelar, USF Nova Brasília, USF Alto do Cabrito, USF Boa Vista de São Caetano, USF Antonio Lazzarotto, USF Pirajá, USF Alto do Peru, USF Frei Benjamin, UBS Marechal Rondon, USF Bom Juá, USF Fiais, USF Jaqueira do Carneiro, USF Deputado Luiz Braga, USF Lagoa da Paixão, USF Recanto da Lagoa I, USF Boa Vista do Lobato, USF San Martin II, USF Recanto da Lagoa II, USF Teotônio Vilela II, USF Estrada da Cocisa, USF Bate Coração, USF Vila da Fraternidade, UBS Sergio Arouca, UBS Bariri, USF Vista alegre, USF Alto de Coutos II, USF Plataforma, USF Tubarão, USF Alto do Cruzeiro, USF Nova Constituinte, USF São Tomé de Paripe, USF Congo, USF Fazenda Coutos II, USF Ilha Amarela, UBS Periperi, USF Paramana, USF Bom Jesus dos Passos, USF Ilha de Maré.
Pontos volantes: Shopping Bela Vista e Estação da Lapa (9h às 16h), Estação Mussurunga e Home Center Ferreira Costa (8h às 16h).
CONFIRA OS APRAZAMENTOS:
2ª DOSE DA PFIZER BABY (6 MESES A 4 ANOS COM OU SEM COMORBIDADES) – com intervalo de 4 semanas após a 1ª dose (D1).
2ª DOSE DA CORONAVAC (3 A 4 ANOS) - com intervalo de 4 semanas após D1.
2ª DOSE DA PFIZER PEDIÁTRICA (5 A 11 ANOS) - com intervalo de 8 semanas após D1.
2ª DOSE DA CORONAVAC (5 OU MAIS) - com intervalo de 4 semanas após D1.
2ª DOSE JANSSEN (18 ANOS OU MAIS) – com intervalo de 8 semanas após a primeira dose/dose única da Janssen.
2ª DOSE OXFORD –com intervalo de 8 semanas após D1.
2ª DOSE PFIZER – 12 ANOS OU MAIS – com intervalo de 8 semanas após D1.
2ª DOSE DE GESTANTES E PUÉRPERAS – com intervalo de 8 semanas após D1.
REFORÇO DA PFIZER PEDIÁTRICA PARA CRIANÇAS DE 5 A 11 ANOS COM OU SEM COMORBIDADES – com intervalo de 4 meses após a 2ª dose (D2).
3ª DOSE DA PFIZER BABY (6 MESES A 4 ANOS COM OU SEM COMORBIDADES) – com intervalo de 8 semanas após D2.
3ª DOSE DE CRIANÇAS DE 3 E 4 ANOS (COM OU SEM COMORBIDADES) que iniciaram o esquema vacinal com Coronavac e com intervalo de 4 meses após D2.
3ª DOSE (ESQUEMA PRIMÁRIO) IMUNOSSUPRIMIDOS - VACINA BIVALENTE - com 12 anos ou mais - com intervalo de 8 semanas após D2.
3ª DOSE/REFORÇO PFIZER – 12 ANOS OU MAIS – com intervalo de 4 meses após D2.
3ª DOSE/REFORÇO CORONAVAC – 12 ANOS OU MAIS – com intervalo de 4 meses após D2.
REFORÇO VACINA BIVALENTE – para aqueles que tenham tomado, pelo menos, 2 doses monovalentes - com um intervalo de 4 meses após a última dose do esquema primário ou reforços.
05/07/2023
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