Em alusão ao dezembro vermelho, mês focado na luta contra o HIV, Aids e demais infecções sexualmente transmissíveis (IST’s), a Secretaria Municipal de Saúde (SMS) da Prefeitura de Salvador dá início às ações, ofertando serviços à população na caminhada “Ato Pela Vida” e na Parada do Orgulho LGBT+, neste domingo (1).
Quem comparecer aos eventos terá acesso a medicamentos anti-HIV, conhecidos como Profilaxia Pré-Exposição (PrEP), autoteste para HIV com orientação de uso, entrega de preservativo, além de distribuição de material educativo.
“Estaremos iniciando nossas ações do Dezembro Vermelho com a participação nestes dois grandes eventos, ofertando atividades de educação em saúde, distribuindo insumos de prevenção, reforçando sempre a importância da consciência do autocuidado. Seguimos no decorrer dos dias focados em garantir serviços humanizados e com qualidade a nossa população”, declarou Jessica França, técnica do Campo Temático de Enfrentamento das IST's.
A caminhada acontecerá das 9h às 12h no Porto da Barra. Já a parada LGBT + acontecerá das 14h às 17h no Farol da Barra.
Ocorreu nesta sexta-feira (29) o XVII Desfile da Beleza Negra, promovido pela Escola Municipal Vivaldo da Costa Lima, na Praça Pedro Archanjo, no Pelourinho. O evento é resultado de uma parceria entre a escola e o Centro de Culturas Populares e Identitárias (CCPI), vinculado ao Governo do Estado, que cedeu o espaço.
Com o apoio da Prefeitura de Salvador, por meio da Secretaria Municipal da Educação (Smed), o desfile já se consolidou como uma tradição no calendário escolar, destacando a valorização da cultura afro-brasileira e a construção da identidade negra entre os estudantes.
Rute Massena, gestora do colégio, destacou o valor pedagógico do desfile como uma ferramenta de aprendizado e valorização cultural. “Desde o início do ano, trabalhamos com as crianças temas previstos pela Lei 10.639, abordando o legado do povo negro, referências culturais e a construção da autoestima. O desfile é o ponto alto desse processo. Este ano, escolhemos focar em alguns países do continente africano, aprofundando os estudos em vez de abordar muitos de forma superficial”, ressalta.
Cristiane Medina, professora do segundo ano na escola, reforça a relevância de integrar conteúdos representativos à rotina escolar. “É fundamental trazer, de forma constante, a cultura da raiz que carregamos na alma, no corpo e na pele. A escola desempenha um papel essencial nesse processo, pois, infelizmente, essa integração não acontece naturalmente. Muitas crianças ainda vivem à margem desse contexto. Através de iniciativas pedagógicas, como o desfile, ampliar o acesso delas a espaços culturais e promovemos a conexão dessas crianças com a comunidade ao seu redor”, enfatiza.
Desfile – O desfile contou com a participação de 16 alunos, uma dupla por sala, que representaram diferentes países africanos. Eles foram avaliados por um corpo de jurados, que levou em consideração critérios como plástica, simpatia, elegância, presença de palco e conhecimento sobre o país representado. As três duplas mais bem pontuadas receberam kits de beleza como prêmio.
Além do desfile, o público de aproximadamente 50 pessoas desfrutou de apresentações culturais, incluindo recital de poesias, performances musicais e de dança, realizadas pelos próprios alunos. As apresentações reforçaram a temática da Consciência Negra e contaram com a participação especial do Afoxé Omo Omim e do professor de dança Edney Advincula.
Dayane Mota, mãe de Ágatha Layane, aluna do segundo ano do ensino fundamental, compartilhou sua emoção quando soube que sua filha foi escolhida para desfilar. “Eu já estudei nessa escola, e, quando era pequena, meu sonho era desfilar. Então, quando minha filha me deu a notícia de que tinha sido escolhida, fiquei feliz demais. Torcer agora para ela ganhar o primeiro lugar, com fé em Deus”, contou.
Rosiane Vitória Ferreira, aluna do quarto ano do ensino fundamental e uma das vencedoras do último Desfile da Beleza Negra, compartilhou sua empolgação e o aprendizado adquirido com o evento. "No ano passado, desfilei e conquistei o primeiro lugar, foi uma experiência muito especial para mim! Este ano, vou recitar um poema sobre a luta negra, porque adorei estudar sobre o tema e aprendi muitas coisas interessantes que não sabia antes. Estou nervosa, acho que todo mundo fica, né? Mas estou muito animada para compartilhar o que aprendi por meio do poema", contou.
A Operação Black Friday, realizada anualmente em duas fases pela Diretoria de Ações de Proteção e Defesa do Consumidor (Codecon), foi deflagrada no dia 16 de outubro com o objetivo de monitorar os preços dos produtos mais procurados, como celulares e eletrodomésticos. Nesta sexta-feira (29), dia oficial da Black Friday, 12 estabelecimentos foram autuados por publicidade enganosa. O valor da multa pode chegar a R$9 milhões.
Os autos foram emitidos após a constatação de que alguns produtos estavam com preços mais altos durante a ação promocional, embora fossem sinalizados com adesivos de desconto, o que viola as normas do Código de Defesa do Consumidor (CDC). A diretora-geral da Codecon, Talita Vilarinho, explicou: “Identificamos aumentos de até 15% nos preços dos mesmos produtos monitorados há mais de um mês, que estavam sendo anunciados como promocionais. Trata-se de uma tentativa de enganar o consumidor para obter vantagem indevida. Autuamos os estabelecimentos e exigimos a correção imediata das etiquetas”, afirmou Vilarinho.
Os agentes de fiscalização atuaram de forma intensiva em toda a cidade, verificando os produtos monitorados e atendendo às denúncias recebidas. Durante a segunda fase da operação, os agentes compararam os preços para garantir que os produtos com adesivos promocionais realmente apresentassem descontos. Além disso, verificaram a correta exposição dos preços, a higiene dos estabelecimentos, o cumprimento das ofertas e o atendimento às demais normas do Código de Defesa do Consumidor (CDC).
Os consumidores podem acionar a Codecon por meio dos canais oficiais: o aplicativo Codecon Mobile, o site www.codecon.salvador.ba.gov.br, o Portal Salvador Digital (salvadordigital.salvador.ba.
Os alunos da Creche e Pré-Escola Primeiro Passo de Periperi foram surpreendidos na manhã desta sexta-feira (29) com uma apresentação inédita do Balé Afro Malezinho. A iniciativa visa estimular a apreciação da música, dança e estética afro-brasileira e fortalecer o pertencimento etnicorracial, bem como a construção da identidade e protagonismo infantil.
Aluna do Grupo 3, a pequena Maria Rita, de 4 anos, ficou maravilhada com a apresentação, o figurino e expressões corporais manifestadas através da dança. “Eu achei a apresentação linda e o que eu mais gostei foi a dança da rainha e a coroa dela”, disse a pequena.
Já Ayana Purificação, de 5 anos, também aluna do Grupo 3, destaca que o melhor lugar do mundo é a escola. “Eu amo minha escola, eu gosto de estudar aqui, brincar e ver as apresentações. É o melhor lugar do mundo”, ressaltou.
Ao longo do ano, a instituição pública de ensino preza por desenvolver atividades diversas com ênfase em uma Educação Antirracista, pautados nas leis 10.639/03 e 11.645/08, que se intensificaram no mês de novembro com várias atividades: Aulão de capoeira, Desfile da Beleza Afro, Live sobre Educação Antirracista na Primeira Infância, Exposição Arte e Infância, que aconteceu ontem com a temática: Brincadeiras, Arte e Cultura Africana, Indígena e outros.
A diretora da unidade escolar, Denise Bela, explicou que iniciativas como essa fortalecem a educação antirracista e o empoderamento das crianças, bem como o posicionamento delas perante a sociedade. “Se desde a primeira infância as crianças têm contato com sua identidade, se aceitam e entende que ela é negra, que o cabelo dela é cacheado e que ela é bonita assim e que além disso ela possui uma história e uma ancestralidade a probabilidade dessa criança ter uma autoestima desenvolvida e ser mais feliz é muito maior. A educação antirracista desde a primeira infância é o que vai fazer a diferença”, contou.
O projeto Balé Afro Malezinho existe desde 1995 e foi reformulado em 2018 por Agnaldo Fonseca, coordenador do departamento de dança do Bloco Afro Malê Debalê, tradicional do bairro de Itapuã. O Malê se consagra através de canções, danças e fantasias que levam para os circuitos do Carnaval de Salvador questionamentos e reflexões sobre a história e vida de seu povo ressaltando a afirmação da luta contra o racismo e pela ocupação de espaços pelo povo negro.
“É um prazer popularizar esse projeto nas escolas de Salvador. Essa é uma forma de enaltecer o conhecimento afro-brasileiro e afro-indígenas nas instituições, colocando crianças com expressões de estética negra realizando uma apresentação de dança com raiz negra, de frente a outras crianças, e isso promove a desconstrução do racismo estrutural e preconceitos", falou Agnaldo.
O projeto “Cantigas de Candomblé em Ópera” será realizado em Salvador nesta sexta-feira (29) e no dia 6 de dezembro, a partir das 19h, na Casa do Benin, localizada no Centro Histórico. O evento, que tem entrada gratuita, conta com o apoio da Prefeitura de Salvador, por meio da Fundação Gregório de Mattos (FGM).
O concerto, promovido pelo Núcleo de Ópera da Bahia (NOP), marca o encerramento do ano artístico do grupo. A proposta combina o canto tradicional do candomblé com a técnica do canto lírico, oferecendo uma experiência única que conecta o ancestral ao contemporâneo. Criado e apresentado inicialmente na França em 2019, o projeto faz sua estreia no Brasil com as vozes de Josehr Santos, que também é babalorixá, Irma Ferreira, Graça Reis e Milla Franco.
Para o diretor musical Aldo Brizzi, o evento é uma oportunidade de ampliar os horizontes da música afro-brasileira. “Cantigas de Candomblé em Ópera é um evento que se apresenta pela primeira vez no Brasil. Foi concebido durante uma turnê do Núcleo de Ópera da Bahia na Europa e estreou na França, em Grenoble, em novembro de 2019. Agora retomamos esse projeto aqui. São canções de origem culta africana e guardadas nas memórias profundas do ser afro-brasileiro e do ser afro-baiano, mas cantadas com vozes e modulações da música lírica. O objetivo é não perder o encanto da origem, não abrir mão da energia hipnótica da percussão, mas agregar camadas de significados”, explicou.
Brizzi também enfatizou a relevância do apoio da Prefeitura, através da FGM. “A parceria com a Prefeitura de Salvador é muito importante para nós. Esse projeto fez parte do edital da Fundação Gregório de Mattos, o Gregório III, mas já no ano passado tivemos uma excelente parceria com a Ópera dos Terreiros, que foi feita na Barroquinha e foi gravada pela televisão francesa. Inclusive, essa gravação já foi apresentada em TV aberta”, contou.
O diretor ainda ressaltou a importância da conexão entre os artistas e suas raízes culturais. “Todos os cantores são muito ligados a essas tradições de cultura afro-ancestral, apesar de terem uma formação de cantor lírico. O Josehr Santos, que tem uma voz incrível, é babalorixá. Ele já cantou comigo em todas as óperas, em Amor Azul com Gilberto Gil, no Requiem, de Mozart, na Itália. Mas, quando canta essa música, coloca uma voz incrível ao serviço da modernidade e da raiz”, completou.
Salvador sediará o 11º Encontro Brasileiro das Cidades Históricas, Turísticas e Patrimônio Mundial & Conferência Internacional de Turismo Criativo. A abertura oficial será nesta segunda-feira (2), às 14h, no Cine Glauber Rocha, no Centro, e contará com a presença de autoridades, como o prefeito Bruno Reis e o presidente da Confederação Nacional dos Municípios (CNM), Paulo Ziulkoski.
A programação se entende até o dia 5 com a realização de palestras, debates e painéis, na Casa das Histórias, no Comércio. Promovido pela Prefeitura de Salvador, pela Organização das Cidades Brasileiras Patrimônio Mundial (OCBPM) e pela Creative Tourism Network, o evento tem o tema central: "Turismo Criativo, Patrimônio Vivo: Inovação e Parcerias para Revitalizar Cidades Históricas e Patrimônio Mundial".
Em sintonia com os desafios da comunicação contemporânea, o evento também terá um olhar atento para a comunicação em sítios de patrimônio. Serão debatidas estratégias para melhorar a sinalização e a criação de centros de interpretação eficazes, facilitando assim a compreensão e apreciação do público pelo patrimônio.
Com o objetivo de promover o desenvolvimento sustentável e a valorização do patrimônio cultural através da Integração entre Turismo Criativo e Patrimônio Mundial, o encontro reunirá gestores públicos e privados, pesquisadores, especialistas e profissionais de diversas áreas para trocar experiências e debater soluções criativas para os desafios atuais.
Para o diretor de Turismo da Secretaria Municipal de Cultura e Turismo (Secult), Gegê Magalhães, o evento será um marco para a cidade de Salvador e para o Brasil, incentivando um turismo mais criativo, inclusivo e alinhado com os objetivos globais de sustentabilidade. “Serão quatro dias de debates sobre a integração entre o turismo e economia criativa, aprimoramento da comunicação nos patrimônios, compartilhamento de cases de sucesso e oficinas técnicas interativas”, frisa.
A abertura também terá a presença de Hermano Queiroz, superintendente do Iphan na Bahia; de Cleber Rodrigues, gerente de Marketing da Infraero; além de representantes do Ministério da Cultura, Ministério do Turismo, Unesco, Embratur, Banco de Desenvolvimento da América Latina e Caribe (CAF), Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID), Creative Tourism Network Organização dos Estados Ibero-americanos no Brasil (OEI) e Sebrae.
Inscrições – O evento traz debates sobre “Títulos Globais, Impactos Locais: Estratégias Para Preservar Patrimônio, Promover Turismo e Fomentar a Economia Criativa”, “Patrimônio Cultural como Propulsor da Economia Criativa e de Destinos Criativos”, “Protegendo o Patrimônio - Mudanças Climáticas e Mitigação dos Impactos” e “Tecnologia, Inclusão e Acessibilidade em Cidades Históricas Turísticas e Patrimônio Mundial”. As inscrições e informações sobre a programação estão disponíveis no site https://cidadeshistoricas.cnm.
O Serviço Municipal de Intermediação de Mão de Obra (Simm) oferece 85 vagas de emprego e estágio em Salvador para segunda-feira (2). Os candidatos deverão acessar o site www.agendamentosemdec.salvador.ba.gov.br para agendar o atendimento, a partir das 17h30.
Em caso de deficiência visual, os candidatos devem entrar em contato pelo número (71) 3202-2005 para fazer o agendamento. O atendimento está sendo realizado de forma híbrida, ou seja, de forma presencial e remota, via WhatsApp – a escolha é no momento do agendamento.
No caso das vagas que exigem experiência, o tempo de serviço deve ser comprovado em carteira de trabalho.
VAGAS:
Encarregado de obra
Requisitos: Ensino médio completo, seis meses de experiência.
Salário: A combinar + benefícios
Vagas: 1
Eletricista de rede
Requisitos: Ensino médio completo, seis meses de experiência. Imprescindível possuir os cursos: NR10 básico (40 horas), NR10-SEP (40 horas), NR35 (16 horas) e RD (240 horas).
Salário: A combinar + benefícios
Vagas: 4
Auxiliar de eletricista
Requisitos: Ensino médio completo, seis meses de experiência. Imprescindível possuir curso de NR10 básico (40 horas).
Salário: A combinar + benefícios
Vagas: 4
Costureira
Requisitos: Ensino fundamental completo, seis meses de experiência.
Salário: R$1.620,25 + benefícios
Vagas: 4
Pedreiro
Requisitos: Ensino fundamental completo, 6 meses de experiência.
Salário: A combinar + benefícios
Vagas: 4
Auxiliar de pedreiro
Requisitos: Ensino fundamental completo, seis meses de experiência.
Salário: A combinar + benefícios
Vagas: 4
Vidraceiro
Requisitos: Ensino médio incompleto, seis meses de experiência. Imprescindível: experiência com instalação de vidros.
Salário: R$1.500,00 + benefícios
Vagas: 5
Consultor de vendas
Requisitos: Ensino fundamental completo, seis meses de experiência com vendas. Imprescindível ter boa dicção e desejável vivência com vendas externas.
Salário: R$1.801,00 + benefícios
Vagas: 10
Coordenador de restaurante
Requisitos: Ensino médio completo, seis meses de experiência.
Salário: R$1.580,00 + benefícios
Vagas: 2
Cozinheiro
Requisitos: Ensino médio completo, seis meses de experiência.
Salário: R$1.437,00 + benefícios
Vagas: 3
Auxiliar de cozinha
Requisitos: Ensino médio completo, seis meses de experiência.
Salário: R$1.437,00 + benefícios
Vagas: 3
Garçom
Requisitos: Ensino médio completo, seis meses de experiência.
Salário: R$1.437,00 + benefícios
Vagas: 3
Barman
Requisitos: Ensino médio completo, seis meses de experiência.
Salário: R$1.437,00 + benefícios
Vagas: 3
Operador de praça de pedágio (vaga temporária de 180 dias)
Requisitos: Ensino médio completo, seis meses de experiência com atendimento ao público. Imprescindível: disponibilidade para trabalhar tarde/noite. Contratação em Regime Part Time. Exclusiva para moradores de Mussurunga, Bairro da Paz, Itapuã, Alto do Coquerinho, São Cristóvão, Itinga, Lauro de Freitas, Vila de Abrantes e região próximas.
Salário: R$977,66 + benefícios
Vagas: 4
Empacotador de mercadoria (vaga exclusiva para primeiro emprego)
Requisitos: Ensino médio completo, sem experiência. Imprescindível: disponibilidade total de horário e para trabalhar em Salvador, Lauro de Freitas ou Simões.
Salário: R$1.412,00 + benefícios
Vagas: 1
Técnico de rede de fibra ótica
Requisitos: Ensino médio completo, seis meses de experiência. Imprescindível: CNH B, experiência ou conhecimento em máquinas de fusão e domínio sobre fibra óptica.
Salário: A combinar + benefícios
Vagas: 5
Técnico instalador de redes de internet
Requisitos: Ensino médio completo, seis meses de experiência. Imprescindível: CNH B, experiência com instalação, manutenção preventiva e corretiva e reparos de redes de fibra óptica de internet em ambientes residenciais e comerciais.
Salário: A combinar + benefícios
Vagas: 2
Sondador de poços
Requisitos: Ensino fundamental incompleto, seis meses de experiência. Imprescindível: disponibilidade para viajar.
Salário: R$ 2.380,50 + benefícios
Vagas: 5
Mecânico a diesel
Requisitos: Ensino médio completo, seis meses de experiência. Imprescindível: CNH D e experiência com caminhão.
Salário: A combinar + benefícios
Vagas: 1
Ajudante prático de serralheiro
Requisitos: Ensino médio incompleto, seis meses de experiência.
Salário: A combinar + benefícios
Vagas: 4
Montador de estrutura metálica
Requisitos: Ensino médio incompleto, seis meses de experiência.
Salário: A combinar + benefícios
Vagas: 4
Serralheiro
Requisitos: Ensino médio incompleto, seis meses de experiência.
Salário: A combinar + benefícios
Vagas: 3
Oficial serralheiro
Requisitos: Ensino médio incompleto, seis meses de experiência.
Salário: A combinar + benefícios
Vagas: 4
Doceiro (vaga exclusiva para o Programa Simm Mulher)
Requisitos: Ensino fundamental completo, seis meses de experiência.
Salário: A combinar + benefícios
Vagas: 1
Auxiliar de logística (vaga exclusiva para pessoas com deficiência)
Requisitos: Ensino médio completo, três meses de experiência. Conhecimento em informática.
Salário: R$1.458,00 + benefícios
Vagas: 1
O Centro de Formação de Professores Emília Ferreiro, no Stiep, foi palco de uma oficina inédita na última segunda-feira (25). O evento, realizado numa parceria entre as secretarias da Educação (Smed) e de Sustentabilidade, Resiliência, Bem-Estar e Proteção Animal (Secis), reuniu educadores e teve como principal proposta a transformação dos ambientes escolares, como pátios e jardins, em espaços mais verdes, inclusivos e ecologicamente responsáveis.
O objetivo da ação é promover a conscientização ambiental e incentivar práticas sustentáveis no cotidiano dos estudantes soteropolitanos. Durante a abertura, o titular da Smed, Thiago Dantas, destacou que os "pátios naturalizados" transformam o aprendizado, conectando os estudantes ao verde, com mais criatividade, saúde e acolhimento.
"Isso mostra que a educação tem que ser a porta de entrada para o relacionamento com a cidade, a discussão e a exigência dos direitos. Por isso, é fundamental que trabalhemos de maneira intersetorial, com um trabalho que envolva diversas áreas, e que bom que possamos seguir neste caminho para desenvolver os pátios naturalizados em nossas escolas”, disse Thiago Dantas.
A oficina contou ainda com uma apresentação do titular da Secis, Ivan Euler, sobre a utilização das “Escolas como espaço de resiliência climática". Além disso, foram realizadas atividades práticas de conexão, promovidas pela educadora Amanda Reis. O encontro foi encerrado com um plantio coletivo, com o objetivo de fazer com que os alunos se envolvessem diretamente no processo de transformação de seus espaços de convivência, ao passo que vão aprendendo sobre a importância da biodiversidade e do cuidado com o meio ambiente.
"É fundamental que os estudantes se conectem com a natureza, entendendo que a preservação começa no ambiente onde vivemos. A escola deve ser um reflexo das práticas que queremos ver no mundo, e a naturalização desses espaços é uma forma de aproximar as crianças da educação ambiental", destaca Euler.
O titular da Secis elenca ainda outras iniciativas que buscam aproximar os estudantes da natureza: “A Secis promove outras iniciativas nesse sentido, como as hortas escolares, onde os alunos aprendem a importância desse cultivo e as hortaliças são utilizadas na própria merenda escolar. Essas ações criam uma aproximação dos estudantes, desde muito jovens, com a natureza”.
Para Simone Café, gestora do Núcleo Especial de Apoio à Primeira Infância, cada um desses pátios utilizados na iniciativa foi transformado a partir da escuta das necessidades específicas da escola e dos estudantes. “Não queremos nada pronto, não queremos nada da nossa cabeça, queremos levar aquilo que as crianças querem para os seus espaços e aquilo que a gestão escolar consegue abraçar em cada escola”.
Segundo ela, a iniciativa é um exemplo de como práticas educativas podem se transformar em ações para promover a sustentabilidade. Dessa forma, explica, com um número crescente de escolas em Salvador adotando projetos semelhantes, "a naturalização dos espaços escolares surge como uma importante ferramenta para a formação de cidadãos mais conscientes e engajados com as questões ambientais, preparando-os para um futuro mais verde e equilibrado".
Reportagem: Eduardo Santos e Henrique Trindade / Secom PMS
A Mostra Criativa Salvador de Arte, Educação e Cultura Negra 2024 reuniu cerca de 400 alunos da rede municipal na tarde da última terça-feira (26) no auditório do Teatro Faresi, em Ondina. O evento é uma iniciativa da Prefeitura de Salvador, fruto de uma parceria entre a Secretaria Municipal da Reparação (Semur) e a Secretaria Municipal da Educação (Smed).
Com o tema “Por uma Educação Antirracista: Compromisso, Afeto e Vivências”, o evento deste ano destacou a importância da cultura africana e do resgate de suas raízes, através de atividades artísticas e educacionais que envolveram alunos e professores da rede municipal. A proposta do projeto é sensibilizar crianças, adolescentes, jovens e a comunidade escolar para questões étnico-raciais, promovendo uma formação cidadã por meio do estudo da história e cultura da África, da história afro-brasileira e das contribuições do povo negro.
Em seu 11º ano, o projeto propôs vivências sobre a identidade cultural afro-brasileira, ressaltando narrativas, produções e conhecimentos que moldaram a história do país. A temática foi trabalhada ao longo deste e do ano passado nas escolas municipais, envolvendo professores e alunos em atividades que fortaleceram o componente artístico e multicultural, além de incentivar debates sobre as produções socioculturais e educacionais geradas nas unidades de ensino.
Participação - Nesta edição, 72 escolas se inscreveram no projeto, e 12 foram selecionadas para se apresentar no evento. A seleção incluiu 164 alunos, 14 professores, um intérprete de libras e profissionais de apoio escolar. Marcando presença na plateia do teatro, Taila Santana, tia da aluna Ana Vitória Santana, de 11 anos, que estuda na Escola Municipal Do Alto Da Cachoeirinha Nelson Maleiro, no Cabula, não escondeu a alegria ao ver a sobrinha em cima do palco.
“Sinto muito orgulho de ver minha sobrinha se apresentando e abordando este tema. Poder ver minha sobrinha participando disso, mesmo que seja através de um teatro, é como um aprendizado, algo que pode ajudá-la no futuro. Antigamente, o tema era mais restrito. Hoje vejo que está mais aberto, que se fala mais livremente sobre diversas questões. Antes, até existiam apresentações, mas não eram como as de hoje. Agora, as escolas estão abordando esses temas de maneira mais direta, enquanto antigamente as apresentações eram mais sobre dança, samba, sem tanto foco nesses assuntos atuais", declarou.
O estudante Luiz Américo, do 8º ano da Escola Municipal Professor Alexandrina Santos Pita, em Pirajá, também relatou a sua experiência ao participar do evento no teatro. “Essa é a minha primeira vez participando de um evento assim, além da capoeira, representando a raça negra que foi escravizada no passado. Acho que estou representando não apenas a nossa raça, mas também todas as pessoas que se sentem oprimidas pelo racismo e pela marginalização da cultura africana", contou.
"Tenho visto esses temas serem discutidos com mais frequência. Nossa escola, por exemplo, vai iniciar um projeto sobre como era antigamente, sobre nosso passado ancestral, para mostrar a cultura africana e trazê-la para os dias de hoje", completou Luiz Américo.
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