Tranquilidade e segurança marcaram os cinco dias de festa de quem curtiu o réveillon na Praça Cairu em Salvador. A Guarda Civil Municipal de Salvador (GCM) registou uma redução de 38% no número de ocorrências em relação ao ano passado. Foram 16 ocorrências nesse ano, contra 26 do ano passado. Uma média de 450 agentes atuaram diariamente na operação, em apoio aos órgãos municipais, proteção do patrimônio público, além de realizar patrulhamento preventivo. A Polícia Militar realizou 11 prisões em flagrante, além de 182 furtos, 33 roubos e 37 registros de documentos perdidos.

Prevenção à violência – A GCM também distribuiu mais de 37 mil cartilhas informativas, com dicas de seguranças, telefones úteis e outras informações de utilidade pública, além da identificação de mais de cinco mil crianças, complementando a ação da Secretaria Municipal de Promoção e Combate à Pobreza (Semps). Durante o evento, o órgão resgatou seis crianças perdidas, cinco estavam identificadas e os responsáveis foram localizados com facilidade, uma estava sem a identificação e precisou ser encaminhada ao Conselho Tutelar.

Documentos perdidos – A GCM recolheu 690 documentos e pertences pessoais, que poderão ser retirados nesta terça e quarta-feira (dias 3 e 4), das 8h30 às 17h30, na sede da Guarda Civil, na Avenida General San Martin, situada ao lado do Colégio Modelo Luiz Eduardo Magalhães. No ato da retirada, o proprietário precisa apresentar algum tipo de identificação, além do boletim de ocorrência da perda. O site para consulta é o www.guardamunicipal.salvador.ba.gov.br.

Saúde – O clima de tranquilidade refletiu positivamente nos atendimentos de saúde. Os módulos da Secretaria Municipal de Saúde (SMS) montados para a festa contabilizaram 555 atendimentos durante toda a folia, número 8% maior que a festa da virada do ano passado, porém, nenhuma ocorrência de maior gravidade. Os atendimentos clínicos como enjoo, intoxicação alcoólica e dor de cabeça permaneceram como a principal causa das admissões nos postos, com 81% do total de ocorrências, seguido dos procedimentos cirúrgicos de pequena complexidade (10%) e traumas ortopédicos (9%).

Do total de atendimentos, houve apenas 10 transferências para unidades de retaguarda, o que representa menos de 2% dos casos. Isso comprova a qualidade da estrutura montada para atendimento do público, que permitiu a resolutividade dos casos. Este ano, a Unidade de Pronto Atendimento (UPA) dos Barris foi a principal referência para as transferências, absorvendo 40% das demandas oriundas da festa.

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