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Mais de 20 mil imóveis visitados, 12 mil criadouros eliminados, cerca de 320 agentes de endemias envolvidos e oito bairros trabalhados.

Mais de 20 mil imóveis visitados, 12 mil criadouros eliminados, cerca de 320 agentes de endemias envolvidos e oito bairros trabalhados. Esse é o balanço parcial da ação de varredura implantada desde o início deste mês pela Prefeitura como nova linha de enfrentamento ao Aedes aegypti e Aedes albopictus, mosquitos transmissores da dengue, febre chikungunya e zika vírus, nas localidades com maior índice de proliferação dos insetos. Nesta quarta-feira (20), a mobilização seguirá para os bairros de Cosme de Farias, Nordeste de Amaralina, Pernambués e Cassange, a partir das 8h. 

De acordo com Isabel Guimarães, coordenadora do Programa Municipal de Combate à Dengue, o risco das doenças aumentam nos dias seguintes às chuvas, pois as fêmeas procuram locais quentes e úmidos para eclosão dos ovos. Portanto, para evitar essa situação, é preciso adotar medidas permanentes para o controle do inseto transmissor. "Estamos mobilizados porque, após dias de chuva, o ambiente para proliferação dos mosquitos se torna mais propício. Por conta disso, além da varredura nas comunidades prioritárias, estamos atuando também em locais identificados pela Defesa Civil como sendo as áreas críticas, realizando a identificação e eliminação dos possíveis focos", explicou. 

Casos na capital - O Ministério da Saúde confirmou na última semana a circulação do zika vírus no Brasil, com oito casos comprovados em Camaçari, na Região Metropolitana de Salvador. Ainda não houve confirmação positiva para qualquer das notificações da doença em Salvador, no entanto a Secretaria Municipal da Saúde (SMS) já montou um plano de ação para garantir qualidade e rapidez no atendimento aos pacientes que procurem as unidades do município com suspeita da doença. 

Quanto à dengue, a intensificação das atividades deflagrada pela Prefeitura desde o ano passado ajudou a reduzir em 83% o número de casos confirmados da patologia em Salvador, comparados os anos de 2014 e 2015. Sobre chikungunya, a doença está controlada. A SMS confirmou 59 casos do agravo no município, sendo que 58 são considerados como importados, ou seja, apesar da identificação ter ocorrido na capital, os pacientes foram infectados nas cidades de Feira de Santana e Riachão do Jacuípe, no Sertão baiano. 

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