A leitura na infância consegue mudar hábitos, auxiliar no desenvolvimento infantil e apresentar às crianças uma nova percepção sobre o mundo. Pensando nisso, a Prefeitura de Salvador, através da Secretaria Municipal de Educação (Smed), está realizando nas escolas municipais a apresentação do Projeto Circo Só Ler.
Na segunda-feira (29), alunos do Centro Municipal de Educação Infantil (Cmei) Almir Oliveira, localizado em Mussurunga, assistiram ao teatro mágico. Participaram da apresentação crianças do Grupo I ao Grupo V, com idades entre dois a cinco anos.
Muito feliz por assistir à peça teatral, o aluno do Grupo V do Cmei Almir Oliveira, Davi Lucas, 6 anos, disse ter gostado bastante do que viu. “Eu gostei muito das luzes, do palhaço e das músicas”.
“Realizamos aqui no Cmei esse incentivo de aprendizagem da leitura, e hoje o projeto Circo de Só Ler está contribuindo também com esse trabalho de desenvolvimento da criatividade, imaginação e curiosidade”, disse a diretora da unidade, Cátia Pena.
A professora de educação infantil do Grupo III, Gleynise Santana, destacou também como a atividade lúdica faz a diferença no processo de desenvolvimento da criança. “Poder ter acesso a esse tipo de produção que está sendo apresentado hoje aqui é muito importante, pois eles podem acessar o mundo do imaginário, através dos sons e imagens, que a leitura traz”.
Enredo – O Circo Só Ler é um musical teatral que tem como objetivo incentivar o hábito da leitura infantil. A peça teatral é feita com marionetes e conta a história de um jovem garoto que gostava muito de brincar, jogar bola e videogame, mas não possuía o hábito da leitura, até que um dia um circo chegou até sua cidade e fez com que ele pudesse enxergar novos horizontes através da leitura.
O musical conta com a presença de 14 bonecos de fantoches, dentre eles, um boneco que incentiva o uso de máscara como forma de prevenção ao vírus da Covid-19. “Com essa pandemia, resolvemos também idealizar a criação de mais um boneco como uma forma de orientar às nossas crianças da importância do uso de máscara”, disse o técnico de logística do projeto, George Pinheiro.
O projeto criado no ano de 2014 tem duração de 40 minutos e já recebeu o prêmio Braskem de teatro como “Melhor Espetáculo Infanto-Juvenil” no ano de 2015.
O aulão de revisão do projeto IngreSSAr, promovido pela Secretaria Municipal de Políticas para Mulheres, Infância e Juventude (SPMJ), reuniu mais de 600 alunos, nesta sexta-feira (19), no Espaço Moriah Hall, na Paralela. A atividade gratuita contou com a participação de professores de renome dos melhores cursos preparatórios da capital baiana, que se voluntariaram para dar dicas importantes para o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem), que ocorre nos próximos domingos (21 e 28).
Além da revisão de conteúdo programático do Enem, os jovens participaram de momentos de relaxamento, com fisioterapeutas, psicólogos e nutricionistas. A ação encerra a programação do IngreSSAr, projeto que disponibilizou pela TV, até a última quinta-feira (18), aulas de preparação para o Enem e o vestibular, no sentido de auxiliar jovens, de 16 a 19 anos de Salvador, a ingressar no ensino superior.
Em 2021, devido aos protocolos de prevenção à Covid-19, o conteúdo foi adaptado para a versão remota, com transmissão na Band Bahia, canal 7.2 da TV aberta e no site da iniciativa. “O programa vem com a proposta de auxiliar jovens a alcançar a universidade. Este ano o IngreSSAr teve um apelo muito voltado para o social, construindo um futuro melhor para os alunos”, afirmou a titular da SPMJ, Fernanda Lordêlo, para quem o programa tem a capacidade de transformar vidas.
A secretária ressaltou a importância de oferecer momentos de descompressão aos jovens que serão avaliados. “O aluno que faz o Enem fica sob tensão, se cobra muito, então é importante que nos dias anteriores eles tenham esse momento de revisão e também de relaxamento”, ponderou.
O professor Ricardo Carvalho, ao avaliar o programa de forma positiva, falou sobre a necessidade de promover o acesso à educação a todos. “Um projeto como esse é essencial. É a oportunidade que os jovens têm de fazer uma revisão importante, com professores de referência, especialistas em Enem, apontando para eles o caminho das pedras”, disse.
Aos 18 anos, com o sonho de ingressar na faculdade de Odontologia, o estudante Davi Henrique Neves resumiu o aulão como “explicativo, leve, descontraído e útil”. Para ele, as dicas “trazem novas perspectivas e abrem a mente para vários assuntos”.
Ainda dá tempo de se inscrever para participar gratuitamente do aulão de revisão do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem), promovido através do projeto IngreSSAr, da Secretaria Municipal de Políticas para Mulheres, Infância e Juventude (SPMJ). A atividade acontece na próxima sexta-feira (19), das 9h às 17h, no espaço Moriah Hall (ao lado da FTC) na Paralela (Avenida Luis Viana).
A capacidade de público para o aulão será de até mil pessoas, respeitando os protocolos sanitários contra a Covid-19. Não é necessária nenhuma seleção prévia para participar da preparação - basta acessar o site ingressar.salvador.ba.gov.br , clicar no link que aparece na tela inicial e preencher um formulário com informações básicas, a exemplo do nome completo e formação escolar. No local, o credenciamento começa a partir das 8h.
O conteúdo será transmitido por professores de renome dos principais cursos preparatórios de Salvador, que participam da ação voluntariamente. As aulas serão ministradas por Carol Silveira (Redação), Rodrigo Vasconcelos (Inglês), Mateus Lordêlo (Matemática), Gabriel Mattos (Geografia), Fábio Carvalho (Física), Carla Carreiro (Biologia), Luiz Lourenço (Linguagem) e Ricardo Carvalho (História).
A titular da SPMJ, Fernanda Lordelo, conta que, além das aulas com dicas e orientações dos professores sobre o que pode cair na prova, haverá também um momento de alongamento e de dança, além de um vídeo com orientações de um nutricionista e de um psicólogo, pensando na descontração dos alunos e tirando as tensões comuns do período de reta final. As provas acontecem nos próximos dias 21 e 28 deste mês.
“O Enem é hoje a principal porta de entrada para os cursos do Ensino Superior, e é fundamental que os alunos que estão se preparando para o exame tenham esse momento de revisão. Então, o que estamos propondo é um aulão de revisão com os melhores professores de cursinho da cidade, atuando de forma voluntária, dando dicas, envolvendo os alunos e tranquilizando-os para o momento da prova”, afirma a secretária.
Aulas na TV – Além do aulão de revisão, a SPMJ disponibiliza aulas com dicas para o Enem na Band Bahia, canal 7.2 da TV aberta e também no próprio site do IngreSSar. O formato remoto foi adotado este ano, devido à pandemia de Covid-19. A transmissão pela TV acontece até esta quinta-feira (18), mas o conteúdo poderá ser acessado no site do programa até o fim deste ano.
Imaginação, esperança e solidariedade. A campanha Adote uma Cartinha de Natal, realizada pela Escola Municipal Senador Antônio Carlos Magalhães, no Ogunjá, tem como objetivo garantir um natal mais feliz para 275 alunos matriculados na instituição, unindo conteúdos programáticos ao verdadeiro espírito natalino. De forma lúcida, pelo segundo ano consecutivo, a equipe pedagógica alia a produção textual à realização de sonhos.
Sob recomendação das professoras, os estudantes redigiram as cartinhas, solicitando ao Papai Noel os presentes desejados. Alguns pedidos são surpreendentes, a exemplo de um carrinho para venda de cachorro quente, caixa de biscoito e cesta básica. Outros são mais comuns, como bonecas, bolas de futebol, chocolates e carros. As cartas, divulgadas pelos docentes, ficaram disponíveis para apadrinhamentos até esta terça-feira (23).
“Unimos o útil ao agradável porque conseguimos envolver o aluno, através do sonho do presente. Dessa forma, numa intervenção pedagógica, fazemos uma criança feliz. A gente indicou que eles falassem sobre seus sonhos e desejos, dentro de uma realidade palpável para que a carta tivesse chance de ser adotada. No entanto, nos surpreendemos com os pedidos. Nos deparamos com textos emocionantes, que nos tocam e nos fazem repensar sobre o verdadeiro sentido da vida”, disse a vice-diretora Jaline Passos Costa.
Os presentes serão entregues até o dia 10 de dezembro pelos adotantes das cartas. O evento de realização dos sonhos vai acontecer no dia 17 e contará com a presença do bom velhinho. A vice-diretora destacou a importância da campanha na vida das crianças matriculadas na instituição.
“Trabalhamos com meninos de 5 a 12 anos, que muitas vezes estão em situação de vulnerabilidade, e sabemos que de alguma forma a campanha desperta esperança nas vidas deles. Por força da pandemia, com o ensino remoto, nós criamos um projeto a fim de amenizar os corações de nossas crianças. Em meio a tanto sofrimento, entendemos que o projeto é uma forma de alento para elas”, afirmou Jaline.
Esperança – Com o brilho nos olhos, o pequeno Artur de Souza, de 7 anos, falou sobre a expectativa de ganhar uma bola de vôlei azul. “Tenho grande chance de ganhar, sei que sou um bom menino. Estudo direitinho e acho que alguém vai adotar minha cartinha”, disse.
Já a vaidosa Ane Caroline Santos, de 9 anos, destacou a ação como forma de realização de sonhos. “Sempre quis ganhar maquiagens, mas minha mãe não pode comprar. Pedi na carta e acredito que vou ter meu desejo realizado, se Deus quiser”, afirmou.
O Centro Municipal de Educação Infantil Virgem De La Almudena, no Candeal, realiza, nesta semana, uma programação especial em alusão ao mês da Consciência Negra. Além das construções artísticas, as crianças puderam conhecer jogos e brincadeiras de origem africana e ouvir histórias e relatos sobre a importância da valorizar a cultura negra.
Durante esta sexta-feira (19), os alunos fizeram um desfile da beleza negra, apresentando roupas e penteados afros. Também nesta semana, os 107 alunos matriculados na instituição participaram da construção de um painel temático e realizaram apresentações de danças de origem africana.
A coordenadora pedagógica do Cmei Virgem De La Almudena, Rose Ribeiro, destacou a importância de atividades que destacam o papel do negro na sociedade e combate o racismo. "O trabalho realizado é extremamente importante para que as crianças entendam que a diversidade faz parte da convivência coletiva. E para termos uma convivência social harmônica é necessária essa compreensão. Quanto mais cedo a criança criar essa consciência é melhor para humanidade, através deles, nós também ensinamos os pais. Então, é um ciclo de conceitos transformados e melhorados”.
A pedagoga ressaltou a questão da representatividade nas atividades escolares. "É importante eles se enxergarem nos livros e exercícios. Por isso, trabalhamos a aceitação individual de quem é, de onde veio. Mostramos a ele que cada um é belo do jeito que é. Eles entendem que são bonitos, inteligentes, elogiamos os cabelos", completou.
Consciência – O pequeno Claúdio Ribeiro, de 5 anos, ao finalizar a pintura de um boneco, sinalizou a similaridade da tonalidade da pele dele. "Fiz o desenho bem bonito. Negro, igual a mim. A professora ensinou que podemos fazer as pessoas da cor que a gente quiser. E todos são legais e bonitos.
O estudante Breno Ferreira, de 4 anos, também gostou das atividades relacionadas a consciência negra. "Fiz um cartaz bem bacana com o cabelo de Lelê. A professora gostou muito do meu desenho. Acho que ficou muito lindo."
A Secretaria Municipal da Educação (Smed) abre, nesta quarta-feira (17), o período para o Cadastro da Educação Infantil, direcionado às famílias que têm crianças fora da escola e que querem pleitear vaga nas unidades de ensino municipais para o ano letivo de 2022. Podem ser cadastradas crianças de dois a cinco anos nascidas de 01/04/2016 a 31/03/2020. Alunos já matriculados na rede municipal não precisam realizar o cadastro.
A inscrição segue até 17 de dezembro e pode ser feita pela internet, no site educacao.salvador.ba.gov.br, ou presencialmente em qualquer escola da rede municipal. Para efetuar o Cadastro da Educação Infantil, é necessário o CPF do responsável e a certidão de nascimento da criança, que deverá residir em Salvador ou nas ilhas de Maré, de Bom Jesus e dos Frades. Durante esse período, os pais ou responsáveis poderão alterar as informações prestadas, caso necessário.
Nos casos de prioridade, que são o público-alvo da educação especial (pessoa com deficiência, transtornos globais de desenvolvimento e com altas habilidades/superdotação) e crianças beneficiárias do Programa Bolsa Família / Auxílio Brasil ou que recebem Benefício de Prestação Continuada (BPC), os documentos comprobatórios de prioridade deverão ser anexados no cadastro. Podem ser arquivos em formato PDF ou JPEG.
A Smed realizará em janeiro a distribuição eletrônica das vagas para o ano letivo de 2022. As crianças contempladas terão os nomes publicados no site da Secretaria na mesma data. A confirmação da matrícula deverá ser efetuada na escola de contemplação. As dúvidas sobre a utilização do sistema podem ser esclarecidas através do Fala Salvador, no número 156.
Referência da luta do povo negro e com grande destaque mundial em educação, ações afirmativas e políticas públicas, a professora Petronilha Beatriz Gonçalves e Silva participa, nesta quarta-feira (24), às 15h, da live “Cinquentenário do 20 de Novembro e a trajetória da lei nº 10.639/03”. Promovido pela Secretaria Municipal da Educação (Smed), através do Núcleo de Políticas Educacionais das Relações Étnico-Raciais (Nuper), o debate é aberto ao público e será transmitido pelo canal da Smed no YouTube (www.youtube.com/channel/UCp4lXgM1CYK6GxmztIT-bOA).
Essa é a primeira de uma série de discussões que ocorrem no âmbito do Mês da Consciência Negra de 2021. Organizadas pelo Nuper, as lives abordam a temática racial, identidade negra, ancestralidade, história afro-brasileira, combate ao racismo, conscientização antirracista, importância das ações institucionais e educacionais públicas nesse contexto, entre outros temas.
Pós-doutora em Educação e professora da Universidade Federal de São Carlos (UFSCar), Petronilha Silva foi relatora do parecer nacional que deu origem à lei 10.639/03, que inclui no currículo oficial da Rede de Ensino a obrigatoriedade da temática “História e Cultura Afro-Brasileira”. Além dela, participa também do debate a professora Eliane Boa Morte, coordenadora do Nuper, mestre e doutoranda em educação. A mediação fica a cargo da professora Alaíde Santana, representante do Nuper na Gerência Regional de Educação (GRE) Cabula e especialista em Educação de Jovens e Adultos (EJA) e Alfabetização.
Realizado há mais de uma década, o projeto “Reis e Rainhas Azeviche” é uma das atividades da Escola Municipal Cônsul Schindler, situada no bairro de São Caetano, relacionada à conscientização e luta contra o racismo. Na quarta-feira (17), no âmbito das ações do Mês da Consciência Negra, a unidade realizou com os estudantes do 3º ano a atividade Rainhas Negras Existem, que envolveu contação de história, fantasia, pesquisa e dança. O objetivo é fazer com que cada criança se reconheça dentro da cultura da qual faz parte e entenda a importância de conhecer e falar sobre ela.
Idealizadora do projeto, a professora Cláudia Mattos falou da importância da atividade. “Durante todo o ano, a escola aborda assuntos sobre a cultura afro-brasileira, através dos livros e aulas. São historinhas que retratam os nossos cabelos, os nossos traços e a nossa identidade. Estamos trabalhando com o livro “A Rainha Azeviche” da autora Gisele Gama. Ela visitou a nossa escola, interessou-se pelo nosso projeto e escreveu o livro contando a nossa história”, afirmou.
De acordo com Cláudia, que também é dançarina do bloco Afro Muzenza, a semana quando se celebra o Dia da Consciência Negra é de comemoração, mas também de reflexão. “Estamos aqui para contribuir e fazer com que a história não morra. Os nossos estudantes precisam se olhar, observar-se. A gente sabe que tem princesas e rainhas brancas nos contos de fadas. Então, as nossas crianças negras não se veem nessas princesas. Fizemos esse projeto justamente para que eles pudessem se identificar”, frisou.
Conforme a coordenadora pedagógica da escola, Luciene Souza, toda atividade que é realizada tem o intuito de fazer com que a criança se sinta valorizada. “Com nosso trabalho, fomos resgatando e trazendo para os nossos alunos que eles podem ser o que eles quiserem, independente da cor da pele. Por força da pandemia, precisamos fazer algo menor esse ano, mas trabalhamos dentro da sala de aula sobre as literaturas, sobre a África, o que herdamos e tudo o que envolve a cultura”, disse.
A estudante Luna Vitória, 9 anos, adorou participar da atividade e se enxergou como uma verdadeira majestade. “Estou me sentindo a própria rainha, como a professora Cláudia, porque ela já é uma rainha. A nossa professora também é dançarina e ela sempre explica a importância da nossa cultura. Durante um tempo eu não gostava da minha cor, mas depois, com as explicações da nossa professora, comecei a gostar e me sinto muito bonita”.
O projeto IngreSSAr, promovido pela Prefeitura, por meio da Secretaria Municipal de Políticas para Mulheres, Infância e Juventude (SPMJ), vai promover um aulão de revisão na próxima sexta-feira (19), das 9h às 17h, no Espaço Moriah Hall (ao lado da FTC), na Paralela. A atividade é gratuita e, para participar, basta fazer a inscrição no site ingressar.salvador.ba.gov.br.
O IngreSSAr também está disponibilizando, até a quinta-feira (18), as aulas de preparação para o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) e o vestibular, no sentido de auxiliar jovens de 16 a 19 anos de Salvador a ingressar no ensino superior. Em 2021, devido aos protocolos de prevenção à Covid-19, o conteúdo foi adaptado para a versão remota, com transmissão às 7h30 e reprise às 13h, na Band Bahia, canal 7.2 da TV aberta, ou no próprio site si programa.
Nessa reta final para as provas que acontecerão nos próximos dias 21 e 28 deste mês, as aulas de revisão contam com professores de renome dos melhores cursos preparatórios da capital baiana, que se voluntariaram e estão participando dessa ação de forma gratuita. Os docentes que participam da iniciativa são Carol Silveira (Redação), Rodrigo Vasconcelos (Inglês), Mateus Lordêlo (Matemática), Gabriel Mattos (Geografia), Fábio Carvalho (Física), Carla Carreiro (Biologia), Luiz Lourenço (Linguagem) e Ricardo Carvalho (História).
O professor Ricardo Carvalho afirma que não há revolução mais bem arquitetada e mais produtiva e funcional do que aquela que tenta distribuir educação de forma equitativa e democrática. “A iniciativa do Projeto IngreSSAr faz parte desse movimento de transformação social em que muitos setores da vida civil e, ao mesmo tempo, da gestão pública começam a se perceber como essenciais em momentos tão difíceis como esse que a humanidade e, particularmente o Brasil, estão vivendo” declarou.
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