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O primeiro passo para a elaboração do Plano de Mobilidade Urbana Sustentável de Salvador (PlanMob Salvador) foi dado nesta quarta-feira (16), com a apresentação de diagnóstico de todo o sistema de deslocamento urbano da capital baiana. O material foi elaborado pela Prefeitura em parceria com a TTC Engenharia a partir de análises de documentos, estudos, pesquisas e escutas setoriais, que traçaram um perfil do setor na cidade, observando fatores como topografia, conectividade viária, modais de transporte, ocupação desordenada e renda familiar da população.

A apresentação ocorreu na sede do Ministério Público da Bahia, em Nazaré, e contou com a participação do secretário municipal de Mobilidade (Semob), Fábio Mota, da promotora de Justiça Cristina Seixas, além de representantes de associações com representatividade na capital baiana, como mototaxistas, ciclistas, cadeirantes, estudiosos da área e urbanistas, representando as esferas municipal, estadual, federal e membros da sociedade civil.

Esta foi a primeira de três audiências públicas realizadas pela Semob antes da elaboração do PlanMob Salvador. A segunda etapa ocorrerá no mês de outubro, quando serão apresentados o prognóstico e as propostas a serem contempladas no texto final. O terceiro e último encontro deverá ocorrer em novembro, quando a íntegra do PlanMob será apresentada em definitivo.

"O grande desafio do Plano de Mobilidade é integrar harmonicamente todos os modais da cidade. Esta é a principal discussão para essa audiência. Hoje temos grandes obras na cidade, sempre calcadas em estudos como a Lei Ordenamento do Uso e da Ocupação do Solo (Louos) e o Plano Diretor de Desenvolvimento Urbano (PDDU). O PlanMob é uma figura nova que vem para harmonizar tudo isso. Primeiro, trataremos do diagnóstico da realidade da mobilidade urbana da cidade. Em seguida, novas escutas públicas serão realizadas e estamos abertos às contribuições dos diversos setores da sociedade", explica o titular da Semob.

Relatório - O relatório traça o perfil da mobilidade urbana de Salvador desde a década 1940, levando em conta o fato de a cidade estar dividida em dois planos básicos - Cidade Baixa e Cidade Alta. Além disso, no texto foram abordados aspectos como a ocupação desordenada, a explosão populacional na capital que, neste período, cresceu cerca de 500 mil habitantes a cada dez anos - o equivalente à população atual de um município como Feira de Santana.

"Os estudos são devidamente analisados pelo MP-BA, bem como as principais obras viárias da cidade, que estão contempladas no PDDU. Alguns elementos foram questionados e estão sendo debatidos, como ocorre com a Linha Viva, que visa conectar a Avenida Luís Eduardo Magalhães ao CIA-Aeroporto. Então, é preciso analisar cada detalhe em busca de alternativas viáveis, garantindo a conservação de áreas de preservação ambiental, bem como a permanência de pessoas em suas casas. Queremos que o PlanMob atenda as diretrizes da Política Nacional de Acessibilidade garantindo a participação popular. Este precisa ser um plano de Estado, não apenas um planejamento de um governo", diz a promotora Cristina Seixas. 

Números - Antônio Santana, representante da TTC Engenharia, apresentou números parciais do estudo. Dentre os dados divulgados nesta quarta-feira, consta a queda de 17% nas viagens via transporte coletivo entre os anos de 2012 e 2017. Em contrapartida, o estudo aponta para o crescimento de 22% nos deslocamentos em veículos privados, no mesmo período, o que é considerado ruim para o desempenho de mobilidade de uma cidade. Em 1995, 44 milhões de passageiros foram transportados pelos coletivos da capital; em 2012 este número caiu para 36 milhões, chegando a 34 milhões no ano passado.

"Outro ponto apontado no relatório é a relação entre a renda familiar e o deslocamento. A análise preliminar indica que, em Salvador, quanto maior a renda das famílias maior é o número de deslocamentos realizados diariamente. Então, o desafio do plano deve ser o de melhorar o acesso aos meios de transporte, garantindo a conectividade entre os vários modais, além de proporcionar plena acessibilidade e, com isso, dar oportunidades a todos os cidadãos", detalha Santana.

Atualmente, o sistema de mobilidade de Salvador conta com 703 linhas de transporte, envolvendo o Sistema de Transporte Coletivo de Salvador (STCO), o Subsistema de Transporte Especial Complementar (STEC), os dispositivos verticais - planos inclinados e Elevador Lacerda -, serviços hidroviários, por meio de lanchas e Ferryboat, trens e o sistema metroviário que, juntos, transportam cerca de 1,2 milhão de passageiros diariamente, além do BRT e VLT, ainda a serem implantados.

O ponto de maior concentração de veículos/passageiros da capital ainda é a BR-324, com cerca de 4 mil automóveis circulando diariamente. O estudo contempla até mesmo as pessoas que se utilizam dos equipamentos básicos de mobilidade, como calçadas, acessos às estações de transbordo, pontos de ônibus e ascensores que, juntos, somam 1,7 milhão de pedestres circulando todos os dias.

Segundo a Semob, o PlanMob levará em conta ainda o tempo de deslocamento da população dos bairros mais distantes, a questão da segurança e os projetos de mobilidade ainda em implantação na cidade, como os nove trechos exclusivos de BRT (Bus Rapid Transit) que serão conectados às vias já existentes, ligando a Avenida ACM à região do Iguatemi, outras chegando à Estação da Lapa e a modernização do sistema ferroviário do Subúrbio.

"Geralmente, as políticas públicas são elaboradas de forma que a população não é ouvida. Então, esta audiência é um meio de garantir essa participação popular. É importantíssimo que a Prefeitura abra esse fórum de participação popular, permitindo que o cidadão deixe claro o que acha do transporte público e como ele acha que deve ser este transporte público", afirma Alex Emanoel, representante da União Geral dos Passageiros (UGT). A entidade, sem fins lucrativos, atua em defesa dos direitos do cidadão que utiliza os meios de transportes da capital baiana.

 

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Vias do Centro e da Federação sofrerão interdição progressiva na tarde desta quarta-feira (16), a partir das 15h, para a 20ª Caminhada Azoane, promovida pelo Instituto Sócio Cultural Todo Menino é um Rei.

Os participantes da caminhada sairão da Rua das Laranjeiras, com concentração no Negro’s Bar, passando pelo Largo Terreiro de Jesus, Praça da Sé, Rua da Misericórdia, Rua Chile, Praça Castro Alves, Rua Carlos Gomes, Av. Sete de Setembro, Largo do Campo Grande, Av. Araújo Pinho, Rua Doutor Augusto Viana / Reitoria da UFBA, Rua Padre Feijó, Ladeira do Campo Santo, Largo do Campo Santo, Rua Caetano Moura e Rua Professor Aristides Novis, com chegada à Igreja de São Lázaro. 

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A Secretaria Municipal de Reparação (Semur) realiza nesta quinta-feira (17) o workshop Promoção da Equidade Racial, que reunirá integrantes de entidades públicas, privadas e da sociedade civil certificadas ou não com o Selo da Diversidade Étnico-Racial. Será uma roda de diálogo e troca de experiências sobre políticas de igualdade nos ambientes organizacionais. O evento acontecerá às 8h, na Unifacs - campus Tancredo Neves. 

Cerca de 100 pessoas já se inscreveram para participar do evento. Ainda há vagas disponíveis e as inscrições podem ser feitas no site da Semur, com preenchimento de um formulário. As vagas são limitadas para 130 pessoas, em conformidade com a lotação do auditório do espaço. 

Na ocasião, os representantes das empresas Dow Brasil, Instituto Ethos e Avon apresentarão as boas práticas e cases de sucessos implementados por cada gestão, expondo diagnósticos, pesquisas, avanços e indicadores da necessidade de construir instrumentos para fortalecer ações contra o racismo e discriminação dentro das empresas. 

O público também tomará conhecimento do projeto Cine Itinerante Selo da Diversidade Étnico-Racial, elaborado pela Semur com parceria do Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae). A finalidade é explicar como o racismo se manifesta no cotidiano. 

Além disso, membros da Dow Brasil - empresa certificada com o Selo da Diversidade Étnico-Racial há dois anos - apresentará o projeto Oguntec, elaborado junto ao Instituto Cultural Steve Biko, que visa fomentar a inclusão de jovens negros em formação de ciência e tecnologia. Também será exibida uma outra iniciativa que conta com parcerias de O Boticário, Bradesco, KPMG, Microsoft e Unilever, em prol da inclusão de profissionais negros no mercado de trabalho. 

Selo - Programa carro-chefe da Semur para a promoção da igualdade na capital baiana, o Selo da Diversidade Étnico-Racial representa uma política pública de sensibilização das instituições. A ferramenta visa reconhecer as ações de promoção da equidade racial nas políticas de gestão de pessoas e marketing das organizações públicas, privadas e da sociedade civil da cidade do Salvador.  

Com a obtenção do selo, as instituições assumem o compromisso de desenvolver ações de combate ao racismo no ambiente de trabalho. Atualmente, a capital baiana conta com cerca de 120 organizações certificadas. "A ideia é que essas grandes empresas certificadas pensem em programas e projetos de inclusão da juventude negra no mercado de trabalho e ascensão profissional dos negros e negras que já estão nele", salienta o coordenador do programa, Leomar Borges.

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A partir desta quinta-feira (17), o turno da noite será utilizado pela Defesa Civil de Salvador (Codesal) para intensificar as ações preventivas, com a realização de testes de evacuação rápida visando a redução de danos e a preservação da vida em comunidades localizadas em áreas de risco. Segundo o órgão, a noite é, estatisticamente, o período em que ocorre o maior índice de incidentes relacionados aos efeitos das chuvas na capital baiana. O local do primeiro simulado será no Calabetão, próximo à BR-324, a partir das 19h. Equipes da Codesal fazem os preparativos finais na comunidade, dialogando com moradores e instalando equipamentos. 

Visando garantir melhor desempenho na operação, os preparativos foram iniciados na segunda-feira (14), com o início da mobilização dos moradores. Já foram realizadas reuniões com cidadãos e lideranças para explicar os objetivos da iniciativa, que visa, sobretudo, levar as ações de prevenção para cada vez mais perto da realidade de cada comunidade. A Codesal já atua na região por meio das sirenes de alerta para dispersão rápida da população em caso de movimentação de terra morro abaixo.

Prática - A população residente em áreas de risco tem sido instruída por meio de ações preventivas e educativas. O treinamento é necessário para que os moradores possam agir de forma rápida e correta em casos de incidentes relacionados à chuva. "O que fazer quando acordamos com sono, atordoados e precisamos deixar imediatamente um imóvel numa situação de perigo? As explicações que serão apresentadas no simulado servirão ainda para casos de alagamentos, deslizamentos e outros eventos complexos, que geralmente ocorrem no período noturno", descreve o diretor-geral do órgão, Gustavo Ferraz.

Participam do simulado as secretarias de Promoção Social e Combate à Pobreza (Semps), de Saúde (SMS), de Educação (Smed), Trabalho, Esporte e Lazer (Semtel), além da Prefeitura-Bairro do Cabula, Transalvador, Guarda Civil Municipal (GCM), Ouvidoria, Corpo de Bombeiros.

Ao todo, serão cinco poligonais de evacuação com rotas seguras por onde as pessoas poderão circular para chegar ao abrigo, que será na Escola Municipal do Calabetão. Na unidade escolar, as equipes de assistentes sociais e psicólogos receberão a comunidade. Também simularão a abertura de cadastro social – como acontece num evento real.

Primeira ação do tipo, o simulado noturno será repetido em todas as áreas de risco da capital baiana. Em um primeiro momento, as ações vão ocorrer nas localidades onde estão localizadas as sirenes de alerta: Pedro Ferrão, Bom Juá, Mamede (duas sirenes), Baixa de Santa Rita, Vila Picasso (duas) e Calabetão.

 

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Chamada de #Reconectar, a iniciativa prevê a instalação de placas com QR Code próximas às bases dos monumentos

Dotada de um acervo significativo de monumentos públicos, Salvador possui diversas esculturas, painéis, bustos e fontes, dentre outras obras, que contam sua história a partir de expoentes do passado, além de embelezar a cidade. Entretanto, os nomes e as narrativas por detrás de vários monumentos são completamente ignorados pelas pessoas que diariamente transitam próximos a eles. Com objetivo de valorizar esses espaços e a própria história da cidade, a Fundação Gregório de Mattos (FGM) lança nesta quinta-feira (17) – Dia do Patrimônio Histórico Nacional – a ação #Reconectar. 

Integrante do programa Salvador Memória Viva, da Diretoria de Patrimônio e Humanidades da FGM, o #Reconectar vai permitir que moradores e visitantes da cidade tenham acesso às informações sobre o monumento público, a partir de placas com QR Code instaladas próximas às suas bases. Basta aproximar um celular ou tablet com leitor desse tipo de código, que um link se abre com acesso à ficha com os dados e um resumo sobre o personagem ou evento retratado naquela obra. 

Inicialmente, cinco monumentos serão contemplados, na região do Centro Histórico, nesta ação que conta com a parceria da Secretaria Municipal de Manutenção (Seman). Até o fim deste ano, mais 20 monumentos receberão a placa com o QR Code, uma média de cinco por mês. 

Para o lançamento, nesta quinta, a FGM vai promover também um passeio mediado pelo historiador Rafael Dantas, da Secretaria Municipal de Políticas para as Mulheres, Infância e Juventude (SPMJ), de forma a “conectar” as obras entre si. O circuito parte do monumento ao Visconde de Cayru, localizado na praça de mesmo nome, atrás do Mercado Modelo; segue (subindo pelo Elevador Lacerda) para a Praça Thomé de Souza, com parada no monumento ao fundador da cidade; continua para a Praça da Sé, onde visita a estátua de Zumbi dos Palmares e o busto de Dom Pero Fernandes Sardinha; e finaliza na Praça Castro Alves, onde contempla a biografia do poeta. O itinerário tem saídas marcadas para 10h e 15h. 

Para a diretora de Patrimônio da Fundação, Milena Tavares, a preservação dessas obras não apenas resguarda a memória coletiva da cidade, como pode servir à educação cidadã, “na medida em que a sociedade passe a se apropriar desses elementos, que nos ensinam sobre o nosso povo e sobre o nosso lugar”. Ela lamenta que conservar os monumentos públicos venha sendo um desafio para o poder público e acredita que ações como essa podem colaborar para a conscientização das pessoas sobre a importância dos monumentos e evitar os estragos. “Sofremos não apenas pelo desgaste natural das obras artísticas, diariamente expostas à poluição e à ação do tempo, mas principalmente pelo vandalismo, alheio à perda que a depredação significa para cidade, inclusive pelo investimento que poderia ser destinado a outras ações de valorização do espaço comum”, avalia.

Preservação da memória - Desde 2013, a FGM já restaurou 43 monumentos históricos na capital baiana, a exemplo do Marco de Fundação da Cidade do Salvador, no Porto da Barra, da imagem dos músicos carnavalescos Dodô e Osmar, na Praça Castro Alves, o painel de Carybé, na Rua Chile e o Cetro da Ancestralidade, no Rio Vermelho. Cerca de R$ 1,3 milhão foram gastos com a recuperação destas estruturas em razão de roubos e vandalismo. 

No sentido de estimular a reflexão sobre essas questões, o “Patrimônio É...” – roda de conversa mensal sobre a cultura da cidade (também integrante do programa Salvador Memória Viva) – vai tratar sobre o tema dos Monumentos Públicos de Salvador no próximo encontro, dia 29 de agosto. O evento acontece no Espaço Cultural da Barroquinha, das 18h às 20h. Estarão na mesa o Doutor em História da Arte pela universidade de Porto e professor da Universidade Federal da Bahia (UFBa), Luiz Freire; o professor Mário Mendonça, que também é arquiteto e responsável pelo Núcleo de Tecnologia e Restauro da UFBa; bem como a artista plástica Márcia Magno, autora de diversos monumentos na cidade, como os bustos de Mãe Gilda, no Abaeté, Mãe Runhó, no Engenho Velho da Federação, Nelson Mandela, na Liberdade, além de Caymmi e Calasans Neto, ambos em Itapuã e da escultura de Zumbi dos Palmares, na Praça da Sé.

 

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Para agilizar a escolha de obras demandadas pela população de Salvador, por meio do Programa Ouvindo Nosso Bairro, a Diretoria das Prefeituras-Bairro mantém vans de votação a postos nos principais pontos de aglomeração da capital baiana para atender quem deseja participar do pleito. Os veículos percorrem a cidade equipados com tablets e monitorados por dez servidores aptos a orientar os soteropolitanos sobre as ações de infraestrutura solicitadas pelos moradores para seus respectivos bairros. 

O serviço é disponibilizado todos os dias, das 8h às 17h, inclusive finais de semana e feriados. "A cada dia, um bairro diferente será percorrido pela van, de forma a atender os principais pontos de concentração de pessoas da cidade, como estações de ônibus, localidades de grande movimento e demais localidades, com o objetivo de atender a cerca de mil cidadãos por dia", explica o diretor das Prefeituras-Bairro, Júnior Magalhães.

A votação pode ser realizada pelo site www.ouvindonossobairro.salvador.ba.gov.br e a partir de tablets e celulares, através do aplicativo homônimo, que pode ser baixado nas principais lojas de Apps, Apple Store e Play Store. A escolha envolve obras de infraestrutura solicitadas à Prefeitura por moradores dos 163 bairros de Salvador - incluindo as três ilhas: de Maré, Paramana e Bom Jesus dos Passos –, e prosseguem até o dia 7 de setembro, por meio dos canais oferecidos pelo programa. Nesta edição, a iniciativa envolve 1,2 mil obras, e a escolha ocorre por ordem de prioridade, limitada a cinco opções por local. 

As sugestões, que envolvem melhorias em calçamentos, praças, construção de novos equipamentos, entre outras, foram catalogadas por integrantes dos 10 conselhos comunitários dispostos nas dez Prefeituras-Bairro. No dia 10 de junho, quase três mil sugestões foram analisadas de forma preliminar para que fosse realizada uma seleção por meio de avaliação técnico-orçamentária. Por conta da quantidade de indicações para avaliação, a data de votação do programa foi prorrogada para o início de agosto. 

Processo – Uma das principais mudanças do Ouvindo Nosso Bairro 2017 em relação à edição anterior é que as obras e intervenções estão disponíveis em uma lista, distribuída por bairro. Durante 30 dias, a população poderá votar por nível de prioridade – sendo 1 o nível de maior importância e 5 o de menor importância – que intervenção deve ser feita no bairro. O passo seguinte à votação será a divulgação do resultado e o início das assinaturas de ordem de serviço.

Histórico – Realizada nos meses de janeiro e fevereiro de 2015, a primeira edição do Ouvindo Nosso Bairro organizou reuniões presenciais em 160 bairros e três ilhas de Salvador. No total, a consulta popular teve a participação de mais de 9,5 mil cidadãos e, durante o período, foram levantadas 101.292 necessidades de melhorias. Na ocasião, a região administrativa que liderou o número de participações foi a do Cabula/Tancredo Neves, com 1.039 cidadãos, seguida de Liberdade/São Caetano, com 776 pessoas, e de Itapuã/Ipitanga, com 701 moradores.

 

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