Cerca de 50 praças passam, diariamente, por vistorias visuais para viabilizar ações da Companhia de Desenvolvimento Urbano de Salvador (Desal), o que mantém a conservação de equipamentos das academias de saúde e musculação. E quando é verificada qualquer necessidade de substituição, o equipamento danificado é trocado num prazo de até 24 horas. Nos espaços da orla, além da inspeção, as estruturas recebem uma aplicação de resina, que ajuda no combate à ação do salitre.
A Desal adquiriu o know-how para fabricar as peças das academias de saúde instaladas em espaços públicos da cidade, o que já acontece com as peças das academias de musculação. Essa medida, além de impactar na redução de custos com os equipamentos, também facilita a conservação, já que as estruturas estão sempre à disposição do órgão. A estimativa é de que sejam investidos cerca de R$ 25 mil por mês na troca dessas estruturas, seja por desgaste, vandalismo ou roubo.
Para o aperfeiçoamento desses espaços, a Desal pretende instalar pisos emborrachados nessas academias. O benefício chegará primeiro às praças Lord Cochrane, na Federação, e Nossa Senhora Assunção, na Pituba, que devem receber a novidade nos próximos dias. A ideia é fazer com que esses espaços de lazer tenham a capacidade de reunir todos os públicos, desde crianças, que contam com os parques e espaços infantis, até adeptos de atividades físicas.
Cobertura total – Graças aos investimentos realizados, 100% dos bairros de Salvador receberam equipamentos de saúde ou lazer nos últimos quatro anos. São, ao todo, 180 praças requalificadas. “Estamos construindo verdadeiros playgrounds para a cidade, que antes só havia em condomínios de luxo. É uma prerrogativa da gestão que seja colocado o mesmo material em todas as praças, tanto as localizadas em bairros de classe média ou em bairros periféricos”, afirma o presidente da Desal, Marcílio Bastos Bastos.
As academias de saúde ao ar livre tem foco principal na terceira idade, mas podem ser usadas por qualquer pessoa. É preciso seguir, sempre que possível, as instruções dos exercícios e os cuidados antes do início das atividades, expostos em placas nos locais onde estão instalados os equipamentos. Essas dicas ajudam as pessoas a entenderem como fazer a atividade de maneira correta, sem riscos para o corpo, diminuindo a possibilidade de danos físicos.
As águas de março que fecham o verão são as que costumam provocar ressacas marítimas e que atingem, principalmente, quem mora próximo às praias. A força e a altura das marés, aliadas aos ventos fortes, podem destruir paredes de imóveis e até contenções, se não forem feitas da forma apropriada. Para minimizar esses efeitos e garantir mais segurança à população, a Prefeitura tem promovido obras de contenção marítima em pontos considerados críticos da cidade.
Os reparos preventivos têm sido realizados desde 2014 e já alcançam sete localidades. Atualmente, as intervenções acontecem na Pituba, na Praça Wilson Lins (antigo Clube Português) e, ainda este mês, serão executadas também no Costa Azul. Os investimentos são de aproximadamente R$ 4,5 milhões e R$ 1,5 milhão, respectivamente.
Com 300 metros lineares, a obra da Praça Wilson Lins está prevista para ser concluída em maio próximo. A técnica utilizada engloba enrocamento e alvenaria de pedra argamassada – quando são colocadas pedras compactadas umas sobre as outras para proteger contra a erosão causada pela subida do nível da maré. Na área do Costa Azul, a obra é de 100 metros lineares e a previsão é de que seja concluída em 90 dias.
Balanço - As intervenções são realizadas pela Secretaria Municipal de Infraestrutura e Obras Públicas (Seinfra), por meio da Superintendência de Obras Públicas (Sucop). Já foram concluídas obras de contenção marítima na Boca do Rio, Itapuã, Piatã, Costa Azul e Ondina, em um total de 700 metros lineares e investimento superior a R$12 milhões.
No mês em que se comemora o Dia Internacional da Mulher, agentes da Diretoria de Ações de Proteção e Defesa (Codecon), órgão vinculado à Secretaria Municipal de Ordem Pública (Semop), realizaram, nesta quinta-feira (09), uma vistoria nos salões de beleza da região do Imbuí, como parte da Operação “De Olho no Salão”. Somente nesta ação, foram entradas irregularidades em 10 dos 15 estabelecimentos visitados.
Foram emitidas 10 notificações, além de um auto de infração por prazo de validade vencido. Ao todo, foram destruídos (805ml de esmaltes, 308ml de cremes). Foi verificada a validade de produtos como esmaltes, shampoos, condicionadores, tintas para cabelo, bem como verificar se os estabelecimentos possuem tabela de preço dos produtos e o exemplar do Código de Defesa do Consumidor.
Apesar de ser compostos por elementos químico de uso tópico, os esmaltes sofrem reações químicas, cada vez que o vidro é aberto ou quando é agitado, por isso, tem vida útil limitada. Caso receba um esmalte vencido, há possibilidades de o cliente desenvolver alergia ao produto, que pode ter sua composição química alterada ou limitada, e, por isso, é feita a destruição desses produtos.
Irregularidades - Desde o início da operação, no dia 6 de março, a Codecon visitou 29 estabelecimentos, sendo que 20 estavam em situação irregular. Foram emitidas 14 notificações por motivos diversos, além de nove autos de infração, sobretudo por prazo de validade vencido. Na ação, foram destruídos cerca de 2,2 litros de esmaltes vencidos e aproximadamente 9 litros de cremes/tintas para cabelo fora da validade.
Os moradores do IAPI vão poder realizar a castração gratuita de cães e gatos a partir desta semana. Isso porque o Castramóvel, serviço ofertado pela Secretaria Municipal da Saúde (SMS) por meio do Centro de Controle de Zoonoses (CCZ), ficará estacionado até o dia 6 de abril na Rua Conde de Porte Alegre, s/n - Largo do Tamarineiro - IAPI.
Somente nos dois primeiros meses de 2018, cerca de 800 cirurgias foram realizadas pelo Castramóvel. Segundo Aroldo Carneiro, médico veterinário do Centro de Controle de Zoonoses (CCZ), quanto maior adesão à castração dos animais, maior o controle de doenças, da natalidade e combate a reprodução descontrolada dos animais. “A esterilização beneficia a saúde do bicho, além de combater a transmissão de doenças aos humanos”, enfatizou Carneiro.
Para realização do procedimento, o animal precisa ter entre seis meses e cinco anos de vida, peso superior a um quilo, e as fêmeas não podem estar em período gestacional. É necessário comparecer ao local com documento de identidade, cartão SUS e caderneta de vacinação antirrábica do animal. São distribuídas, diariamente, 100 fichas para atendimento, e cada pessoa pode levar até três animais.
Andar de bicicleta traz diversos benefícios à saúde, além de possibilitar ao ciclista uma viagem tranquila, evitando congestionamentos e contribuindo para redução de gás carbônico (CO2) na atmosfera. No entanto, há motoristas que ainda insistem em cometer infrações graves como estacionar em ciclovias, bloqueando a passagem do ciclista e forçando-o a se arriscar a dividir espaço com veículos de pequeno e grande porte.
De acordo com a Superintendência de Trânsito de Salvador (Transalvador), 1.859 veículos foram notificados no ano passado por estacionarem em ciclovias – área que é exclusiva para o uso de bicicletas – na capital baiana. Apenas no início deste ano, mais 285 infrações semelhantes já foram identificadas pelos agentes de trânsito do município. Cada infrator identificado pelo órgão é multado no valor de R$195,23, como forma de estimular o respeito à sinalização e ao cidadão.
O local com maior número de registros de infrações por estacionamento irregular em ciclovia é a região do Aeroporto de Salvador. Em 2017 foram 1.112 autuações neste local e em 2018 já foram registradas mais 165. Outras áreas com alto número de infrações deste tipo são as avenidas Thomaz Gonzaga (Pernambués), Porto dos Mastros (Cidade Baixa) e Antônio Carlos Magalhães (ACM).
Diferenças e penalidades – De acordo com o Código Brasileiro de Trânsito (CTB), a ciclovia é uma pista própria destinada à circulação de bicicletas, separada fisicamente do tráfego comum. Já a ciclofaixa é uma parte da pista de rolamento destinada à circulação exclusiva de bicicletas, delimitada por sinalização específica. No artigo 181, inciso VIII, quem estaciona sobre ciclovia ou ciclofaixa comete infração grave, receberá multa R$195,23, cinco pontos na carteira de habilitação e terá o veículo removido.
Estrutura e balanço – Em 2018, existem em Salvador 203 km de ciclovias, ciclofaixas e ciclorrotas (trajetos orientados para ciclistas). Para incentivar o uso dos espaços e da bicicleta como mecanismo de transporte e lazer, a Prefeitura dispõe de 40 estações de compartilhamento de bicicletas através do programa Bike Salvador, em parceria com o Movimento Salvador Vai de Bike. Além disso, soteropolitanos ainda contam com as famosas bicicletas “azuizinhas”, alugadas por valor simbólico nas ciclofaixas de lazer instaladas em pontos específicos da cidade nos fins de semana.
Desde o início do programa, já foram realizadas 811.283 mil viagens com as bicicletas de compartilhamento "laranjinhas". Através deste resultado, foi evitado o envio de pouco mais de 292 toneladas de carbono no meio ambiente. As bicicletas são o veículo ecologicamente mais sustentável do planeta, segundo a Organização das Nações Unidas (ONU).
Na próxima segunda-feira (12), a Biblioteca Municipal Reitor Edgard Santos – localizada na Av. Porto dos Mastros s/n, Ribeira –, vai lançar a Exposição: "História de Pedra e Cal, Edificações de Salvador". Com 15 imagens e textos plotados, a apresentação vai ficar montada até o dia 5 de abril e faz uma referência aos monumentos arquitetônicos da Cidade Baixa.
O evento faz alusão ao Dia do Bibliotecário, comemorado em 12 de março, e ao aniversário de Salvador. “Temos uma biblioteca viva que vai muito além do depósito de livros e da pesquisa, tem cultura e arte. E nessa exposição temos também uma contextualização com o aniversário da cidade”, conta a gerente de Biblioteca de Promoção do Livro e Leitura da Fundação Gregório de Matos (FGM), Jane Palma.
Fundada em agosto de 1978, a unidade, cuja área é de aproximadamente mil metros quadrados, possui importante vínculo com a comunidade da Península Itapagipana, que utiliza suas dependências para pesquisas e trabalhos escolares. Ano passado, o espaço foi entregue requalificado, com banheiros mais seguros, mobiliário sustentável, formado por carretéis e paletes reutilizados, acessibilidade digital e sistema de internet wifi.
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