Educação

0
0
0
s2sdefault

As escolas das redes privada e pública de Salvador têm até o dia 23 de agosto para declarar o Censo Escolar 2021. O levantamento é realizado todos os anos pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep). As unidades de ensino devem informar os dados por meio do Sistema Educacenso.

Nessa primeira etapa, serão informados os dados relativos à Matrícula Inicial. Todas as informações, como cronograma e responsáveis, estão elencadas na Portaria 200/2021, de 13 de maio. Uma mudança neste ano foi a data de referência para as escolas informarem os dados, que voltou a ser a última quarta-feira do mês de maio.

O titular da Secretaria Municipal da Educação (Smed), Marcelo Oliveira, destaca a importância da participação de todas as unidades de ensino no Censo Escolar. “Uma das principais funções dessa pesquisa estatística é que os dados levantados servem de base para o desenvolvimento de políticas na área da Educação”, diz Oliveira.

Assim, é importante que haja uma base de dados mais próxima possível da realidade. Ele destaca que neste ano, por exemplo, os dados do Censo Escolar foram fundamentais para a elaboração das listas de profissionais da educação para a dose prioritária da vacina.

Historicamente, Salvador tem registrado um baixo número de escolas privadas que declaram o Censo Escolar, prejudicando decisões importantes no que diz respeito ao planejamento e aos investimentos em educação. Em 2020, por exemplo, das 1.742 instituições com registro no Inep, menos de 900 declararam o Censo.

Para esclarecer dúvidas e ajudar as unidades de ensino a responderem a pesquisa, a Smed oferece treinamento para as equipes de escolas particulares. As escolas também podem entrar em contato com uma equipe técnica da Smed, que atende pelo telefone (71) 3202-3029 ou pelo e-mail This email address is being protected from spambots. You need JavaScript enabled to view it..

0
0
0
s2sdefault
0
0
0
s2sdefault

Uma nova etapa de distribuição de cestas básicas para alunos da Rede Municipal da Educação, de instituições conveniadas e do projeto Pé na Escola teve início nesta quinta-feira (17). Como nos meses anteriores, a entrega dos alimentos segue o cronograma dividido por Gerência Regional de Educação (GRE).

A distribuição, que soma cerca de 176 mil cestas básicas, começa pelas unidades escolares das GRE Liberdade/Cidade Baixa. Entre 21 e 25 deste mês, serão atendidas as escolas das gerências Centro, Subúrbio II, São Caetano e a finalização da GRE Liberdade.

A entrega das cestas continua de 28 de junho a 1º de julho nas GREs Pirajá, Cajazeiras, Orla e Itapuã. De 5 a 9 de julho, é a vez das escolas das GREs Subúrbio I e Cabula, e de 5 a 16 de julho, as instituições conveniadas e dos alunos do Pé na Escola. 

É importante destacar que as unidades de ensino organizam a logística da distribuição a partir da chegada dos alimentos. Assim, os responsáveis pelos alunos devem comparecer à escola somente quando for confirmada a data e o horário das entregas. As dúvidas podem ser esclarecidas por telefone junto às unidades de ensino, com números disponíveis no site da Smed, no endereço educacao.salvador.ba.gov.br.

Adequação – Devido à retomada das aulas presenciais em Salvador, houve uma adequação das cestas básicas, que continuam sendo entregues, mas com algumas mudanças na composição. Isso se deve ao fato de os alunos estarem recebendo a alimentação escolar nos dias de aula presencial, já que está em vigor a modalidade de ensino híbrido semipresencial. Para entrar na escola, é imprescindível usar máscara e observar as regras de distanciamento.

Balanço – De março de 2020 até maio deste ano, a Prefeitura já distribuiu aproximadamente 2 milhões de cestas básicas. O montante resulta em mais de 29 mil toneladas de alimentos.

 

0
0
0
s2sdefault
0
0
0
s2sdefault

Uma ação envolvendo arte e educação mobilizou, nesta semana, alunos, ex-alunos, professores e demais profissionais do Centro Municipal de Educação Infantil (Cmei) José Maria de Magalhães Neto, localizado no bairro de Pituaçu, além de contar com o apoio da comunidade local. A atividade correspondeu à realização de oficinas e um mutirão para criação de um mosaico medindo cerca de três metros quadrados, sob orientação do artista plástico Jean Marcos, conhecido também como Jean Mosaico.

Elaborada em conjunto, a obra visa promover a socialização entre os participantes, de forma a amenizar o período que os estudantes ficaram sem aulas por conta da pandemia. A ação teve o intuito de estreitar os laços entre a instituição e a sociedade, transformando a escola e seu entorno num grande ateliê.

Com atuação no setor há 20 anos, Jean Mosaico é envolvido desde cedo com a mistura de arte com ação social. Os cursos, atividades práticas e também ressocialização de jovens e adultos são realizados em comunidades carentes, creches, escolas e demais instituições.

O artista contou que sempre gostou desse lado social, pois acredita que, dessa forma, a doação é mútua e todos aprendem com isso. “Venho desenvolvendo este trabalho a partir do momento que percebi essa necessidade de envolvimento dos jovens com suas comunidades. Inserir arte na vida de crianças e adolescentes é algo importante. Então comecei a mobilizar agentes da sociedade, como pais, professores e donos de lojas de materiais de construção, para dar início à proposta.”

Esta é a segunda vez que a ação é realizada no José Maria de Magalhães Neto. “A recepção é sempre gratificante, todos participando com prazer e se mobilizando de forma maravilhosa. O resultado disso é muito bom. A primeira coisa que escutei da direção é que nosso trabalho mexeu com a emoção de crianças, pais e profissionais. Isso me deixa feliz, pois arte é transformação e traz alegria automaticamente àquele lugar”, completou.

O egresso do Cmei e ex-aluno de Jean Mosaico, Gabriel Alves, de 26 anos, hoje trabalha com arte e segue os passos do mestre em diversas comunidades da capital baiana. “Hoje, além de auxiliar, participo de outras ações sociais e transformei as aulas em uma profissão. Através da arte, pude expandir minha mente e tento seguir com essa humildade que aprendi com ele, passando adiante tudo que aprendi”, diz.

 

0
0
0
s2sdefault
0
0
0
s2sdefault

“A minha ideia é ter adesivos nos capacetes dos ciclistas, com identificação e informações para caso de acidentes, e que isso vire uma lei”. Com essa fala, Júlia Pedreira, 9 anos, apresentou uma de suas propostas para um trânsito – e um futuro – mais inclusivo, moderno e democrático. A garota foi uma das sete estudantes de escolas públicas, privadas e do Grupo de Escoteiros da Bahia que participaram do 1º Fórum Embaixadores(as) da Educação para o Trânsito, promovido neste sábado (10) pela Prefeitura, por meio da Superintendência de Trânsito de Salvador (Transalvador).

Protagonistas do evento, os alunos, todos de idades entre 6 e 11 anos, trouxeram suas percepções e compartilharam ideias e aspirações para construir um trânsito mais seguro. Ao final do Fórum, os estudantes foram condecorados com o título de “Embaixador(a) da Educação para o Trânsito” e receberam medalhas de honra pela ativa participação no tema.

“Com as crianças a gente consegue transformar, fazer críticas e ter uma visão diferenciada do trânsito. Queremos, com este Fórum, plantar a sementinha e fazer com que elas compartilhem a mensagem de um trânsito seguro para os pais e outros do seu convívio. Com isso, teremos benefícios duradouros”, declarou o superintendente da Transalvador Marcus Passos.

A iniciativa tem como objetivo promover o protagonismo da criança na educação e construção de valores no trânsito, tendo como base o Código de Trânsito Brasileiro (CTB), a Nova Base Nacional Comum Curricular e as Diretrizes Nacionais de Educação para o Trânsito. O evento virtual teve ainda a participação de professores, pais, membros da Transalvador e figuras como Everaldo Valenga, coordenador de Educação do Denatran; Fábio Eon, representante da Unesco; e Cheila Lima, representante do Ministério da Saúde.

Victor Pavarino, assessor em Segurança Viária/Mobilidade Sustentável da Organização Pan-Americana da Saúde (Opas/ONU), aproveitou a oportunidade para alertar às crianças que o trânsito é um lugar de se praticar o respeito. “Transitar é conviver, não é viver contra. É viver com as diferenças, que não vemos na rua, no trânsito e na vida. Aproveitem para aprender sobre esse laboratório humano que se chama o trânsito”, declarou.

Construção do futuro – A iniciativa faz parte da construção de novos paradigmas na área de educação para o trânsito da Transalvador. “Esse é um evento que pretende despertar novas estratégias e formas de trabalhar a partir das crianças, compreendendo a importância que elas têm dentro desse cenário compartilhado que é o trânsito. Entendemos ainda que elas têm direito de se colocar e que os gestores têm que estar dispostos a ouvi-las, permitindo assim a construção de um novo exercício da cidadania”, reforça Mirian Bastos, gerente de Educação para o Trânsito (Gedut) da Transalvador e coordenadora do evento.

O projeto Embaixadores(as) da Educação para o Trânsito é um desdobramento do Condutores do Futuro, projeto educacional mantido permanentemente pela Transalvador desde 2013, e marca o início da próxima década de ações educativas pela Segurança Viária.

Com o Condutores do Futuro, as equipes da Transalvador realizam palestras educativas em escolas públicas e privadas da capital baiana. Devido à pandemia, a atividade passou a ser realizada virtualmente. As escolas podem entrar em contato com a This email address is being protected from spambots. You need JavaScript enabled to view it. ou pelo telefone (71) 3202-9163.

 

0
0
0
s2sdefault
0
0
0
s2sdefault

Com o intuito de resgatar a cultura nordestina, que pelo segundo ano consecutivo não recebe os festejos juninos, por conta da pandemia de Covid-19, a Escola Municipal Saturnino Cabral, localizada no bairro de Cosme de Farias, promove conteúdos digitais sobre o São João. Através de atividades lúdicas e coletivas, o material é postado todos os dias, com diferentes conteúdos, na página @saturninocabral2019 no Instagram.

Com o tema “24 maneiras de cantar e contar o São João”, são contadas as histórias e a origem dos festejos juninos. Além disso, a iniciativa também visa mostrar que, mesmo em período de pandemia, todos podem brincar, cantar e se divertir durante esse período.

De acordo com a gestora da escola, Jaciara Nogueira, a ideia é que tanto os estudantes como a equipe de professores produzam áudios, vídeos, textos sobre tudo que envolve esse período. Ou seja, as danças, músicas, histórias, os santos juninos e a região Nordeste.

“Temos o objetivo de resgatar a cultura nordestina neste período junino, estreitar os laços com nossos estudantes, descobrir talentos e, principalmente, construir conteúdos significativos para nossas crianças”, afirmou.

Brincadeiras – A dona de casa Elisabete Melo, de 29 anos, é mãe de Antonio Pietro, de oito anos, que é um dos alunos da escola. Ela, que o acompanha em todas as atividades escolares, declarou. “É um trabalho muito necessário para o desenvolvimento da criança e o lazer, principalmente em conhecer e entender a cultura nordestina”.

Antônio destacou que toda a família gosta dos festejos juninos e que as atividades da escola têm feito relembrar bons momentos. “Eu gosto muito do projeto. O São João é uma festa muito boa, onde podemos nos divertir”, disse.

A tradicional festa de São João acontece no dia 24 de junho, onde é celebrado o nascimento daquele que é um dos três santos juninos, junto com Santo Antônio (13 de junho) e São Pedro (29 de junho). Os festejos contam com pratos típicos dos festejos, a exemplo de canjica e milho assado, além de brincadeiras, fogueira, forró e quadrilha.

 



 

--

 

0
0
0
s2sdefault
0
0
0
s2sdefault

Os participantes do programa Agentes de Educação, promovido pelo Parque Social em parceria com a Prefeitura, começaram a ser vacinados no último sábado (15) contra a Covid-19 em Salvador. Ao todo, aproximadamente 120 educadores que atuam no município começaram a ser imunizados, com o intuito de retornar às atividades nas escolas.

Nesta quarta-feira (19), a agente Elisângela Oliveira esteve no Parque de Exposições, onde recebeu a primeira dose do imunizante. Na oportunidade, a educadora, que atua há dois anos na rede municipal, ressaltou que a vacinação é um reconhecimento importante, pois os agentes da educação são parte da escola. “Como trabalhamos com a inclusão social e com a gestão escolar na questão da evasão e busca ativa, nada mais justo do que vacinar”, afirmou.

Ela, que é educadora na Escola Municipal Osvaldo Gordilho, localizada em São Cristóvão, disse estar ansiosa para retomar as atividades presenciais – a preocupação é com um possível quadro de grande evasão escolar neste período de pandemia. “Queremos estar seguros para retornar o trabalho em campo que é diferenciado, trazendo resultados positivos para a comunidade escolar. Vacinas salvam vidas, mas a educação também”, completou.

Agente na Escola Municipal da Engomadeira, Eliaide Matos Cardoso atua há um ano e meio na área e apontou que o trabalho em três frentes – escola, aluno e comunidade – faz com que a vacina dê mais conforto para que esteja a todo tempo dentro e fora das instituições de ensino. “Eu me sinto mais segura, cumprindo o dever de cidadão, além de poder transmitir segurança para os estudantes e para os pais”.

Para a coordenadora do Agentes da Educação, Renata Hohenfeld, a imunização dos educadores é fundamental. “Como eles lidam com a família e comunidade, a vacinação é eficaz para que a rede volte a funcionar nesse sistema híbrido ou semipresencial”, disse.

Atividades remotas – Renata ainda relatou que os agentes vêm desenvolvendo atividades remotas, dando suporte à gestão escolar nas aulas on-line, através do Google Meet ou Zoom, a depender da plataforma que a escola utiliza. Esses profissionais também dão suporte na busca ativa das atividades entregues pela unidade de ensino, e também procuram os pais para saber por que não foram retirar a atividade na escola ou saber da devolução do dever entregue pela escola anteriormente.

Além disso, eles promovem reunião com os pais, trabalham o planejamento estratégico com a gestão escolar e fazem lives no YouTube, através do link https://www.youtube.com/user/ParqueSocial. Lá, os educadores trazem temas preestabelecidos conforme as demandas, a exemplo de inteligência emocional, importância da educação e a importância da família no desenvolvimento educacional do autista.

 

0
0
0
s2sdefault
0
0
0
s2sdefault

A Secretaria Municipal da Educação (Smed) organizou um cardápio junino especial para toda a rede municipal de ensino para não deixar passar em branco, em razão da pandemia de Covid-19, essa que é uma das mais fortes tradições nordestinas. A alimentação típica foi oferecida na sexta-feira (18), último dia de aula antes do recesso.

De acordo com a coordenadora de alimentação da Smed, Emília Carla Lima Coelho, as unidades de ensino da rede receberam o cardápio junino, composto por laranja, milho cozido e canjica ou bolo. “Pensamos em fazer um cardápio especial para manter a tradição. Com isso, ofertamos a alimentação respeitando a cultura dos festejos juninos” disse Emília que, segundo ela, são alimentos de grande valor nutricional.

Além dessa iniciativa, cada unidade escolar organizou atividades festivas e pedagógicas para marcar a data. É o caso da Escola Municipal Maria Rosa Freire, localizada no bairro da Palestina (GRE Cajazeiras), que se programou junto à comunidade escolar para as comemorações do São João.

“Essa tradição faz parte da nossa cultura, então é importante promover essa comemoração. A nossa escola foi reformada ano passado, e com o retorno das aulas presenciais, esse é o primeiro contato que as crianças estão tendo com a unidade nova”, disse a gestora da escola, Rosangela dos Santos. Segundo ela, todas as atividades foram desenvolvidas seguindo os protocolos de segurança sanitária.

A professora Luzinete Passos destacou que a programação do São João foi pensada antecipadamente para trazer a vivência da culinária típica para que os alunos aprendessem sobre a cultura nordestina. “Pensamos em fazer as atividades junto com as crianças para que elas pudessem viver essa experiência. Fizemos pipoca e bolo de milho juntos. Elas gostaram e se envolveram bastante”, contou.

A unidade promoveu um dia muito divertido para as crianças, com Corrida de Saco, Acerte o Alvo, Corrida de Colher, Barraca da Selfie, entre outras brincadeiras.

0
0
0
s2sdefault
0
0
0
s2sdefault

Os alunos de 12 a 17 anos da Escola Municipal Santa Rita, em Luiz Anselmo, poderão participar da Oficina de Produção Audiovisual na Prática. A atividade vai acontecer no dia 5 de junho, às 8h, através do Zoom. A intenção é apresentar aos jovens como funciona as atividades de produção audiovisual e proporcionar reflexão crítica sobre a linguagem em vídeo.

Para participar da oficina, o estudante deve entrar em contato com o representante da escola e realizar as inscrições até o próximo dia 3. A oficina é promovida pela Nina Produções Artísticas e tem apoio da Fundação Gregório De Mattos (FGM), com recursos da Lei de Emergência Cultural Aldir Blanc, da Secretaria da Cultura, vinculada ao Ministério do Turismo.

Durante as aulas, os participantes vão aprender, de forma criativa e com ferramentas simples, como se deve criar um roteiro, produzir e finalizar um projeto audiovisual. Além disso, todos terão acesso a uma atividade complementar, que será a Oficina Extra de Edição de Vídeo em celulares.

De acordo com a produtora e idealizadora do projeto, Alessandra Novaes, mais conhecida como Nina Novaes, a oficina tem como objetivo proporcionar o primeiro contato com o audiovisual com um olhar cultural inclusivo, unificando a vida em comunidade e no ambiente escolar.

“Queremos trazer uma reflexão crítica sobre a linguagem em vídeo e sonora dos produtos do audiovisual e a importância desses elementos no processo de inclusão social e na formação da identidade do jovem, refletindo as suas vivências e os novos espaços de comunicação, especialmente em audiovisuais, priorizando e levando em conta o imaginário social construído em seus próprios territórios”, conta.

0
0
0
s2sdefault
0
0
0
s2sdefault

A Prefeitura, através da Secretaria Municipal da Educação (Smed), inicia, nesta segunda-feira (3), a quarta etapa de distribuição das cestas básicas para os alunos da rede municipal, instituições conveniadas e Pé na Escola. A novidade é a inserção dos novos estudantes matriculados na rede municipal. Desta vez, está prevista a entrega de 161 mil cestas.

A distribuição dos alimentos começará pelas Gerências Regionais Centro e Subúrbio. Na segunda-feira, os trabalhos se iniciam nas escolas municipais Guerreira Zeferina, Presidente Médici e na Creche e Pré-Escola Primeiro Passo Tubarão. Nas demais unidades das duas GREs o cronograma segue até 7 de maio.

De 10 a 14 de maio, haverá a entrega nas GREs Liberdade/Cidade Baixa, São Caetano, Pirajá e Cajazeiras. Entre os dias 17 e 21 de maio, os trabalhos seguem na GRE Cajazeiras, GRE Orla, Itapuã e Subúrbio I. Por fim, de 24 a 28 de maio, será a vez das unidades escolares da GRE do Cabula, instituições conveniadas e Pé na Escola.

Desde a suspensão das aulas, em março de 2020, até agora a Prefeitura já distribuiu um total aproximado de 1,8 milhão de cestas básicas, que contém 12 itens básicos: açúcar, arroz, feijão, biscoito, café, sal, farinha de mandioca, farinha de milho, leite em pó, macarrão, óleo e proteína de soja. Foram mais de 26 mil toneladas de alimentos distribuídos.

Orientação – Antes de sair de casa para buscar a cesta básica, é necessário ligar antes para a escola e confirmar a data e o horário de entrega. Os números de telefones estão disponíveis no site da Smed (educacao. salvador. ba. gov. br). Para retirar o alimento, é preciso usar máscara e manter o distanciamento.

 

0
0
0
s2sdefault

Fale Conosco

O seu canal de comunicação com o nosso site. Caso tenha dúvidas, sugestões ou solicitações de serviços, por favor, mande mensagem que teremos prazer em respondê-la.

Enviando...