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O primeiro voo Tap da rota Salvador-Lisboa está comemorando 40 anos. No dia 21 de abril de 1978 saiu de Lisboa com destino à capital baiana o primeiro avião lotado de passageiros. E, no dia seguinte, data do descobrimento do Brasil, os passageiros saíram de Salvador para descobrir Portugal no primeiro voo direto para a Europa.

Para comemorar esse marco importante a Tap, em parceria com a Vinci, concessionária do aeroporto de Salvador, e a Secretaria Municipal de Cultura e Turismo (Secult), realizam ação no terminal baiano direcionada aos passageiros que embarcarão e desembarcarão no voo Tap da rota Salvador-Lisboa. Haverá música, distribuição de cocadas e fitinhas do Senhor do Bonfim.

“Salvador é uma das rotas mais importantes da Tap, nos orgulhamos de estar completando 40 anos desde o nosso primeiro voo. Isso só reforça que nossa relação com a Bahia é de longo prazo e que ligar o Nordeste brasileiro à Europa com voos diretos continua sendo muito importante para a empresa, afirma Mario Carvalho, diretor-geral da Tap no Brasil.

Nos últimos 5 anos, a Tap fez 3.095 voos entre Salvador e Lisboa, transportando mais de 650 mil passageiros. “Atualmente temos verificado um crescimento de cerca de 14% no volume de passageiros transportados nessa rota”, disse Carvalho.

Segundo ele, a Tap passa por um momento muito especial em sua história. No ano passado, a empresa registrou um crescimento de 21,7% em relação 2016 no número de pessoas transportadas, chegando ao final de dezembro com um acumulado de 14,27 milhões de passageiros.

As rotas do Brasil registraram uma forte recuperação ao longo do ano, crescendo 14%, com a Tap transportando 1,6 milhões de passageiros em 2017. Inclusive foi no Brasil que a Tap contabilizou o seu passageiro de número 14 milhões.

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As obras de implantação dos corredores exclusivos do BRT (sigla para "ônibus rápido" em inglês) asseguram a compensação por árvores suprimidas, além do transplantio de vegetais, paisagismo, ciclovia e construção de áreas de convivência. No total, serão 154 árvores suprimidas e 169 transplantadas para o entorno dos próprios corredores e Parque da Cidade. Além disso, duas mil novas espécimes oriundas da Mata Atlântica serão plantadas na cidade como compensação, seguindo o que determina o Plano Diretor de Arborização Urbana de Salvador, elaborado pela Prefeitura e aprovado em 2017.

 

A compensação já começou na semana passada, com o início do plantio de 300 novas árvores na Via Expressa, todas de espécimes da Mata Atlântica. Outras 1,7 mil árvores serão plantadas no entorno do BRT, que vai ligar a Estação da Lapa à região da rodoviária. Na primeira etapa das obras, executadas pelo Consórcio BRT, os corredores irão ligar o Parque da Cidade à região da rodoviária, num investimento de R$212,7 milhões, obtidos via financiamento junto à Caixa Econômica Federal, com a geração de 700 empregos diretos.

 

Vantagens - O BRT é um ônibus articulado de 23 metros de cumprimento, climatizado, com capacidade de beneficiar 31 mil pessoas por hora em horários de pico, isso com mais conforto, segurança, comodidade e agilidade do que o sistema convencional, pois vai circular em via segregada de tráfego, sem passar por semáforos ou pegar engarrafamento. Cada veículo do BRT, que terá velocidade máxima de 40km/h, poderá transportar até 170 passageiros por viagem.

 

O acesso a um veículo do BRT será via estação, com paradas programadas e monitoradas via GPS, com acesso via plataforma e através de portas largas, favorecendo o rápido embarque e desembarque. O novo modal vai beneficiar 340 mil pessoas que diariamente utilizam o ônibus comum para circular entre as avenidas Vasco da Gama, Juracy Magalhães e ACM, por onde o BRT, que será integrado ao metrô, vai passar saindo da Lapa até chegar à região da rodoviária.

 

As intervenções, que devem durar 28 meses na primeira etapa, ainda envolvem a construção de três viadutos, sendo um no sentido Parque da Cidade/Lucaia, outro na direção Parque da Cidade/Iguatemi e mais um no Iguatemi, perto do viaduto Raul Seixas. No Cidadela e na região do Hiper, serão erguidos elevados paralelos para a implantação das estações em cada um desses locais.

 

Os viadutos irão permitir a eliminação de cruzamentos, sinaleiras, retornos e diminuir os engarrafamentos. Já os elevados irão abrigar as estações do BRT, com toda acessibilidade, segurança e conforto. Além disso, uma ciclovia segregada será construída entre a Lapa e a área do Shopping da Bahia. E, abaixo dos viadutos e elevados, áreas de convivência com praças e jardins serão implementadas. Vale lembrar que todo o projeto do BRT foi discutido em várias audiências, inclusive com a presença do Ministério Público da Bahia, e que moradores de áreas como Nordeste de Amaralina, Santa Cruz e Vale das Muriçocas desejam já muito tempo contar com um transporte de massa de média ou grande porte.

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Uma das áreas com maior número de ocorrências devido às chuvas que caem em Salvador, a localidade do Marotinho, em Bom Juá, foi alvo de vistoria realizada por gestores da Prefeitura nesta sexta-feira (20). Estiveram presentes o prefeito ACM Neto e o vice, Bruno Reis, além de secretários, gestores e técnicos de diversas pastas que atuam no Sistema Municipal de Defesa Civil (SMDC). A área teve a sirene do sistema de alerta e alarme acionada pela manhã, avisando à comunidade sobre a situação de risco causada pelo grande volume de chuvas.

Na ocasião, foram visitadas as obras de contenção da encosta no Bom Juá e verificada a situação de geomanta aplicada na localidade em 2016. Além de ouvir demandas dos moradores, o prefeito também fez uma breve reunião de avaliação com os gestores para verificar o andamento das ações municipais nos pontos mais críticos da cidade.

“Toda a equipe da Prefeitura está de prontidão 24 horas, na rua, para dar assistência total às áreas de maior risco na cidade. Aproveitamos para fazer um apelo à população que deixem as casas se for necessário. A Prefeitura se organizou para acolher todo mundo. Vamos dar abrigamento com conforto e segurança até que a chuva passe e o risco vá embora. Não há por que as pessoas correrem risco”, alertou ACM Neto.

Balanço – Até às 12h15, a Codesal já havia registrado 224 ocorrências, dentre alagamentos de área, ameaças de desabamento de imóvel, ameaças de deslizamento de terra, queda de árvores e infiltrações. Até a tarde desta sexta, 19 famílias já foram abrigadas por meio da Secretaria Municipal de Promoção Social e Combate à Pobreza (Semps) – quatro delas são moradoras do Marotinho e as demais da Capelinha de São Caetano. Os abrigos são as escolas municipais Antônio Carlos Magalhães e Antônio Carvalho Guedes, na região da Liberdade/São Caetano.

De acordo com a Codesal, novos disparos de alarme podem ser feitos ainda hoje e, em todos os casos, a iniciativa conta com assistente social e engenheiro no local. Além da região do Bom Juá, outra localidade que mais foi afetada pelas chuvas até então é a região de Pau da Lima, principalmente a localidade da Baixa Fria.

Dentre as ocorrências mais críticas está o alagamento em pontos da Cidade Baixa, devido à maré alta. Com acompanhamento da Secretaria de Infraestrutura e Obras Públicas (Seinfra), a Embasa já está atuando no caso do asfalto cedeu em uma rua transversal na Avenida Dorival Caymmi, em Itapuã. Outro ponto que terá atenção especial da Prefeitura é a Avenida Gal Costa, devido a uma galeria subdimensionada em uma obra estadual. Apesar das chuvas estarem mais intensas, o sistema de drenagem tem funcionado de forma satisfatória, de acordo com a avaliação dos técnicos.

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Nos dias 5 e 6 de maio, no campus Paralela da Unijorge, na Avenida Luiz Viana, os participantes do 1º Hackathon+ UJ serão desafiados a criar projetos com melhorias para a localidade de Novo Horizonte, na região administrativa do Cabula/Tancredo Neves. A iniciativa é fruto da parceria entre a Unijorge, a Rede+ e a Prefeitura, por meio da Secretaria da Cidade Sustentável e Inovação (Secis) e da Prefeitura-Bairro Cabula/Tancredo Neves.

Os interessados têm até a sexta-feira (27) para se candidatar, através do site https://bit.ly/2Hc3qyd. Após o término das inscrições, 40 pessoas serão selecionadas para compor as oito equipes que participarão da maratona. Os critérios de seleção englobam a experiência profissional e o conhecimento do candidato sobre o tema escolhido para o projeto. A lista com os aprovados será divulgada no dia 2 de maio.

Os participantes farão uma visita técnica pelo bairro do Cabula, no dia 4 de maio. Eles vão conhecer de perto a região e buscar as soluções nas áreas propostas pelo desafio: educação, saúde, mobilidade, habitação e sustentabilidade.

Prêmios – Os grupos que ficarem nos três primeiros lugares serão premiados com ingressos para a Campus Party e bolsas de cursos de pós-graduação. O grande vencedor também ganhará um curso de inglês. Além disso, os projetos poderão ser implementados e acompanhados pela Prefeitura ao longo de um ano, gerando mudanças reais na região.

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A Defesa Civil de Salvador (Codesal) acionou o sistema de alerta e alarme de deslizamento de terra em mais uma comunidade, por volta das 17h40 da última sexta-feira (20). O equipamento foi acionado na Rua Mamede, localizada no Alto da Terezinha, no Subúrbio Ferroviário, por ter chovido cerca de 150 mm nas últimas 72 horas na região, limite máximo para que o sistema seja acionado.   

Antes, as sirenes localizadas em Marotinho (Bom Juá) e Vila Picasso (São Caetano) soaram pela primeira vez após intensas chuvas que atingiram a capital baiana nos últimos dias. Em Bom Juá, o dispositivo foi acionado por volta das 10h. Na Vila Picasso, o alerta aconteceu às 12h. Os moradores das três comunidades, que precisaram evacuar as casas temporariamente até o tempo melhorar, precisaram se dirigir a abrigos montados pela Prefeitura nas escolas municipais Santa Teresina, no Alto da Teresina, Antonio Carlos Magalhães e Professor Carvalho Guedes, as duas em São Caetano.  

Lá, eles receberam todo o amparo social necessário, através dos agentes da Secretaria de Promoção Social e Combate à Pobreza (Semps), da Defesa Civil de Salvador (Codesal) e voluntários, até receberem orientação para retornarem para suas casas com segurança. 

A Secretária Municipal de Promoção Social e Combate à Pobreza (Semps) está atuando com os demais órgãos municipais na Operação Chuva 2018 desde a manhã de sexta. Equipe técnica, formada por assistentes sociais, psicólogos e educadores sociais, realizou atendimentos na região de São Caetano e efetuou, até 16h, o cadastro de 28 famílias, que totalizam 90 pessoas (52 adultos e 38 crianças e adolescentes).  

Em Novo Marotinho, na comunidade de Bom Juá, quatro famílias foram cadastradas pela Semps, mas não quiseram se abrigar na Escola Municipal Antônio Carvalho Guedes. No local, serão disponibilizados colchões, lençóis, alimentação e itens de higiene. Já os cidadãos da Rua Mamede serão cadastrados e poderão se dirigir à Escola Municipal Santa Teresina.  

Após o cadastro, a necessidade de recebimento de auxílio-moradia ou auxílio-emergência é verificada pela Semps. O órgão segue de plantão, para realizar os atendimentos e serviços socioassistenciais para a população atingida pelas chuvas na capital baiana. 

Funcionamento - Salvador possui oito sirenes de alerta em seis áreas de risco de acidentes, consideradas prioritárias por abrigar grande número de moradores que residem próximo a encostas. Em momentos de emergência, como os de hoje, os equipamentos são acionados diretamente do Centro de Operações da Codesal, através de um moderno sistema de análise climatológica, que dispõe de informações diárias sobre temperatura, clima e índice pluviométrico para a cidade.

O restante das sirenes instaladas está localizado na Baixa de Santa Rita (São Marcos), na Rua Coronel Pedro Ferrão (Baixa do Fiscal), na Rua Nova Divinéia (Calabetão) e Rua Henrique Mamede (Alto da Terezinha). Os alertas acontecem quando há iminência de alagamentos e possíveis deslizamentos, baseados no protocolo do Plano Preventivo de Defesa Civil (PPDC). 

O município ainda conta com 38 pluviômetros em pontos estratégicos. Com eles, é possível acompanhar a evolução da chuva em locais determinados através do Centro de Monitoramento e Alerta de Defesa Civil (Cemadec) - local onde especialistas acompanham as condições do tempo e alertas das situações que podem causar risco à população no período chuvoso.

 

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A Fundação Mário Leal Ferreira (FMLF), o Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan) e o Instituto do Patrimônio Artístico e Cultural da Bahia (Ipac) firmaram, nesta semana, um acordo de cooperação técnica visando a implementação de ações conjuntas e de apoio mútuo para subsidiar a regulamentação da Área de Proteção Cultural e Paisagística (APCP) do Centro Antigo de Salvador.

O documento inclui a elaboração de normas de preservação para o conjunto arquitetônico tombado do Centro Histórico de Salvador, fomentando a gestão compartilhada, e a preservação e promoção da área como patrimônio nacional e mundial. O acordo entra em vigor imediatamente e tem prazo de duração de dois anos, podendo ser prorrogado, caso necessário.

“Buscamos alinhar as diretrizes das esferas local, estadual e federal, no processo de regulamentação da APCP do Centro Antigo, uma vez que cada uma das instituições envolvidas representa um nível diferente de intervenção. Esse entendimento é importante para construirmos um novo modelo de gestão, que possibilite ao Centro mais sustentabilidade e preservação do patrimônio”, destaca Tânia Scofield, presidente da FMLF.

O acordo foi firmado durante a abertura da 2ª Oficina “O Centro Antigo é uma Área de Proteção Cultural e Paisagística”, realizada pela FMLF, na sede da Associação Baiana de Imprensa (ABI), na Praça da Sé, ontem (19). O encontro reuniu representantes da Prefeitura, do Ipac, Iphan, Ufba e Unesco - e integra o cronograma de ações do acordo, tendo por objetivo construir instrumentos de suporte à reabilitação do Centro Antigo com ênfase na regulamentação da APCP e regramento para aprovação de obras em áreas e imóveis tombados.

“Salvador tem dado exemplo para o Brasil em termos de avanço e de uma nova maneira de tratar seus bens históricos”, observou Andrey Rosenthal Schlee, diretor nacional do Departamento de Patrimônio Material e Fiscalização do Iphan. Para o representante do Ipac, Felipe Musse de Oliveira, "a ausência de uma visão coesa para o Centro Antigo de Salvador gerou consequências negativas e esse acordo sinaliza um novo passo para a cidade”.

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