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Funcionários do Centro de Monitoramento e Alerta (Cemadec) e colaboradores ligados aos setores de informática engenharia, contingência, atendimento emergencial e engenharia participam esta semana do treinamento sobre o sistema Physical Security Information Manager (PSIM). O sistema é fundamental para o acionamento das sirenes, a partir das informações coletadas dos pluviômetros automáticos em caso de chuva intensa.

Com o treinamento os colaboradores, principalmente aqueles que atuam diretamente no Cemadec, vão poder atuar com mais celeridade, alertando também os outros setores para algum acidente como precipitação muito alta ou deslizamentos de terra, por exemplo. Tudo a partir das orientações do Plano Preventivo de Defesa Civil (PPDC).

De acordo com os profissionais do órgão, esse é mais um auxílio tecnológico para tudo o que já é realizado pela Codesal. Além disso, com o novo sistema o histórico de acontecimentos pode ser armazenado de forma adequada para análises futuras. O curso acontece até esta quinta-feira (18). O sistema possibilita ainda maior segurança para o monitoramento e controle das atividades relacionadas feitas pela Codesal.

 

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As 20 mães participantes aprenderam a fazer geleia e chá da casca de abacaxi e doce de entrecasca de melancia

A Fundação Cidade-Mãe (FCM) promoveu hoje (17) o curso de Aproveitamento Integral de Alimentos destinado às mães dos jovens assistidos pela instituição. Na aula, que aconteceu na unidade do Bariri das Artes, no Engenho Velho de Brotas, foi ensinado como realizar o reaproveitamento dos alimentos. Além dos membros da comunidade, as merendeiras da entidade também participaram do evento, que contou com a participação de 20 inscritos.

O curso, com quatro horas de duração, foi ministrado pela bióloga e botânica Kátia Borges, que trabalha há 30 anos com alimentação saudável, o que já lhe rendeu experiência para publicar dois livros sobre o assunto. “A intenção é que elas utilizem o máximo possível do potencial nutricional desses alimentos. Em muitos casos, as partes que a gente joga fora de um vegetal é a mais rica. Esperamos que elas utilizem esses alimentos integralmente e não joguem fora essas cascas”, disse a especialista, que ensinou como realizar receitas como geleia e chá da casca de abacaxi, doce de entrecasca de melancia (parte branca da fruta) e até um bolo utilizando integralmente a banana.

Juliane Ribeiro, moradora do Engenho Velho de Brotas, ficou sabendo do curso através das redes sociais. Ela, que já assistiu ao curso de panificação, agora retornou para participar de mais uma oficina oferecida gratuitamente pela Fundação. “Vou conseguir utilizar essas informações no dia a dia. Foi bom participar, porque todo o conhecimento que a gente adquire aqui nós podemos colocar em prática em casa. Agora eu não vou mais jogar as cascas de frutas fora”, ressaltou Juliane.

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A Secretaria de Promoção Social, Esporte e Combate à Pobreza (Semps), através da Diretoria de Gestão de Políticas Sociais (DGPS) e da Coordenadoria de Proteção Social Especial, iniciou hoje (16) as Olimpíadas do Abrigo Dom Pedro II, com atividades que serão realizadas até amanhã (17). O pontapé inicial foi dado na manhã desta terça-feira com a gerente da unidade, Valéria Brito, explicando o significado dos Jogos Olímpicos Rio 2016 e a importância na integração entre os povos, ressaltando valores como a amizade, companheirismo e a importância do esporte.

Entre as atividades desenvolvidas pelos idosos estão a Cruzada da Saúde – jogo de palavras cruzadas voltado para cadeirantes, gincana, palestra e filme sobre Envelhecimento Saudável e terapia ocupacional. Nesta quarta-feira (17), com a presença da secretária da Semps, Ana Paula Matos, está prevista uma caminhada a partir de 9h em frente à unidade de acolhimento. Após a atividade esportiva, um samba de roda animará os idosos e encerrará as atividades das Olimpíadas do Abrigo Dom Pedro II.

 

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Agentes de fiscalização da Coordenadoria de Defesa do Consumidor (Codecon) retornaram ao Shopping Brotas Boulevard para conferir se quatro lojas notificadas pelo órgão há quase um mês sanaram irregularidades. No local, três estabelecimentos haviam sido notificados por não apresentar o Código de Defesa do Consumidor (CDC) e outro por não conter preços nos produtos. Todas as lojas obedeceram às notificações.

A proprietária da loja Pit Dog, Priscila Ferreira, não sabia que tinha que ter o CDC. "É bom tê-lo, pois traz segurança para o consumidor e para o proprietário”, observou. A Lei Federal 12.291/2010 exige que todo estabelecimento comercial tem que ter o Código de Defesa do Consumidor de fácil acesso ao público. No caso da livraria e papelaria Pergaminho Cultural, alguns dos produtos dispostos na prateleira não tinham preços há um mês. Agora, o problema foi resolvido.

Se alguma das quatro lojas do Shopping Brotas Boulevard não tivessem cumprido com as determinações, elas seriam autuadas, segundo a Codecon. Um processo administrativo seria aberto e o estabelecimento poderia arcar com multa que varia de R$ 300 a R$ 3 milhões. Somente nesta primeira quinzena de agosto, 65 notificações já foram emitidas pela coordenadoria.

O consumidor que quiser denunciar estas e outras irregularidades pode registrar a sua reclamação através do site fala.salvador.ba.gov.br ou ligar para os telefones 156 (Fala Salvador) e (71) 3322-9817.

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Na tarde desta terça-feira (16), 350 ambulantes do Centro Histórico compareceram na Secretaria Municipal de Ordem Pública (Semop) para receber equipamentos padronizados pela Prefeitura. Foram distribuídos 50 dos 350 crachás de identificação, além de 350 coletes padronizados e 65 coolers térmicos com capacidade para até 100 latas.

A ação é uma iniciativa da Semop, e a entrega do material contempla os comerciantes que participaram do curso de capacitação promovido pela secretaria em parceria com o Serviço Nacional de Aprendizagem Comercial (Senac), que aconteceu em novembro de 2015. Para maior comodidade dos comerciantes, a entrega do material foi feita de forma gradativa, de acordo com o ramo de atuação de cada ambulante cadastrado. “Dentro de uma ação de ordenamento no Centro Histórico de Salvador, nós iniciamos pelo Pelourinho a padronização dos ambulantes, com um trabalho de capacitação e agora estamos padronizando alguns equipamentos”, explica a secretaria da Semop, Rosemma Maluf.

Mais segurança - Um dos beneficiados com a entrega do colete e do cooler foi Manoel Vieira, que já trabalha há 15 anos no Centro Histórico vendendo bebidas. “Achei tudo muito bom e bonito. Foi uma grande oportunidade para nós, ambulantes, porque a padronização dá mais segurança para a gente e também para o cliente”, celebra o trabalhador.

Para a artesã Neusa Brito, que há 15 anos vinha trabalhando na informalidade e há apenas um ano solicitou do seu licenciamento, a padronização é uma forma de atrair os clientes. “Eu achei muito boa essa iniciativa porque os nossos produtos ficarão mais organizados. Sendo cadastrados, o nosso trabalho é valorizado na visão do público, e principalmente do turista”, ressalta a ambulante, que em 2015 já havia recebido uma barraca desmontável. Agora, a vendedora garantiu o seu crachá e colete.

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A Secretaria Municipal de Ordem Pública (Semop) realizou na manhã desta terça-feira (16) mais uma ação de ordenamento e fiscalização do comércio informal na Rótula da Feirinha, em Cajazeiras X. Essa é uma ação permanente na região por conta da manutenção de estruturas improvisadas e ilegais no local, mesmo após a entrega do Mercado de Cajazeiras, equipamento construído para organizar e dar condições dignas de trabalho aos comerciantes da região, além de melhorar a mobilidade na região.

Segundo a titular da Semop, Rosemma Maluf, o objetivo é evitar que feirantes e ambulantes instalem equipamentos em locais irregulares, a exemplo dos passeios. “Essa ação de ordenamento acontece de forma regular. Nós decidimos manter a fiscalização fixa por prazo indeterminado, considerando que alguns feirantes estão insistindo em retornar para a rótula. Vamos manter a fiscalização até que façamos uma nova avaliação”, observou.

Aproximadamente 150 feirantes e ambulantes, entre os que atuam em boxes e barracas desmontáveis, estão ativos no mercado. “Esses feirantes foram contemplados com os boxes, mas mesmo assim uma parte deles quer instalar bancas irregulares nos passeios da Rótula da Feirinha. E, em nome do bem coletivo, não podemos permitir que isso ocorra”, afirmou a secretária. Ela frisou que o mercado dispõe de infraestrutura adequada para exercer a realização de atividade comercial, com mais conforto aos clientes. “É um espaço digno, organizado, com sanitários, justamente para que o comerciante possa exercer sua atividade com conforto e segurança”.

No caso dos permissionários que receberam boxes e mantêm barracas nas ruas, a Semop fará a transferência dessas unidades no mercado a outros comerciantes cadastrados de Cajazeiras. Lembrando que o processo de seleção foi feito através de uma comissão composta pelos próprios comerciantes, que escolheram e validaram uma lista com 150 permissionários, obedecendo aos critérios de legalidade – aqueles com licença expedida pelo órgão – e antiguidade.

 

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