A Unidade para Pessoas com Deficiência do município (UPCD) foi palco do lançamento do programa Acessibilidade Digital Salvador, nesta quinta-feira (07). A iniciativa, fruto de uma parceria entre a UPCD, a Companhia de Governança Eletrônica (Cogel), o Instituto de Cegos da Bahia (ICB) e o Conselho Municipal das Pessoas com Deficiência (Comped), oferecerá cursos gratuitos de capacitação digital a qualquer cidadão com deficiência. As aulas serão na própria UPCD, que fica na Rua Engenheiro Lima e Silva, no mesmo prédio onde fica o Instituto de Previdência do Salvador (IPS/Previs), na Avenida Joana Angélica.
Serão disponibilizados módulos de noções de informática, word, excel, power point, com duração semanal de 12h. As aulas estão previstas para começar na próxima segunda-feira (11), e acontecerão em dias úteis pela manhã, das 9h às 11h30, e à tarde, de 14h às 16h30. As inscrições já podem ser feitas pelo site acessibilidade.salvador.ba.gov.br ou presencialmente, na sede da UPCD, nos horários de 8h às 16h, de segunda a sexta. Para a inscrição online, os candidatos terão de preencher os campos com os dados pessoais: CPF, RG, nome, endereço completo, telefone, e-mail para contato e tipo de deficiência. As turmas serão formadas conforme a ordem de chegada e demanda de inscritos.
Pelo menos 30 pessoas já procuraram a UPCD para ingressar nos cursos. O auxiliar administrativo Sinval Silva Reis, 35 anos, foi o primeiro a efetuar a matrícula via internet. Com uma deficiência na mão esquerda devido a um acidente quando ainda era adolescente, ele revelou que pretende fazer todos os cursos que serão oferecidos na unidade. “É importante para o nosso crescimento profissional”, disse.
O chefe de Gabinete da Prefeitura, João Roma, que representou o prefeito ACM Neto no lançamento do Acessibilidade Digital Salvador, salientou que o planejamento estratégico da atual gestão projeta inclusão digital em vários programas municipais. “Precisamos cada vez mais tomar esses tipos de iniciativas, que cabem ao poder público. A acessibilidade não se trata apenas de um quesito tático específico, é um questão plena de vida”, disse.
O evento também contou com as presenças da gestora da UPCD, Risalva Telles; do coordenador do Centro de Tecnologia da Informação do ICB, João Bosco Santa Rosa; do presidente da Cogel, Alberto Braga; além de membros de organizações da sociedade civil.
“Queremos que este seja um espaço dinâmico, que prepare as pessoas para o mercado de trabalho, para o empreendedorismo. A ideia é que as pessoas com deficiência tenham toda a oportunidade e sejam capacitadas”, salientou Risalva.
Para o titular da Cogel, Alberto Braga, o programa é pioneiro no município e visa democratizar o acesso à informação para todos os cidadãos. "A disponibilização desses cursos é mais um grande avanço no trabalho da Prefeitura, que já tem histórico no campo da inovação, como ocorreu ao disponibilizar serviço de internet sem fio gratuito durante o carnaval.”
A sala de informática da UPCD conta atualmente com oito computadores. Em todos serão instalados softwares específicos para o público cego. Os alunos serão monitorados por professores, que serão designados pela Cogel e pelo ICB, de acordo com a especialidade exigida. “A tecnologia digital tem que ser montada passo a passo, fazendo planejamento de como será usado os leitores de tela. Os deficientes visuais terão todo o auxílio, pois os computadores terão as ferramentas NVDA e Dosvox, que auxiliarão no acesso à informática”, disse João Bosco Santa Rosa, coordenador do Centro de Tecnologia da Informação do ICB.
Outra aposta da Prefeitura para geração de emprego é o centro de formação para profissionais de call center
Quando lançados, nos meses de maio e junho deste ano, respectivamente, os eixos Simplifica e Negócios, do programa Salvador 360, tornaram-se divisores de água no que tange à desburocratização e implantação de novos empreendimentos na capital baiana. Capitaneados pela Prefeitura, via Secretaria Municipal de Desenvolvimento e Urbanismo (Sedur), os braços do programa já foram responsáveis, por exemplo, pela captação de R$ 1.865 bilhão em investimentos privados, sendo que R$ 375 milhões injetados somente pelo setor varejista, com a implantação de cinco grandes empresas apenas no segundo semestre de 2017.
Juntas, Atakarejo, Assaí, Hiperideal, Pão de Açúcar e Rede Mix são responsáveis pela geração de 99 mil ocupações formais e informais, entre os meses de janeiro e novembro. A expectativa para 2018, apenas neste nicho, é de captar aproximadamente R$ 300 milhões. O número de alvarás para implantação desse tipo de equipamento da cidade cresceu mais de 90%, conforme detalhou o prefeito ACM Neto ontem (06), durante apresentação do programa Salvador 360 na sede da Federação das Indústrias de São Paulo.
"Desde o lançamento, o Salvador 360 despertou interesse do setor empresarial, em especial no segmento varejista. Isso de deve à segurança transmitida pela gestão municipal, por meio da aprovação e implantação de uma nova legislação, a exemplo da Lei de Ordenamento do Uso e da Ocupação do Solo do Município de Salvador (Louos), do Plano Diretor de Desenvolvimento Urbano (PDDU) aprovados durante o primeiro mandato do prefeito ACM Neto. Esta base propiciou que a Prefeitura desenvolvesse um plano de desenvolvimento econômico – o Salvador 360, com objetivo de estimular e atrair de novos investimentos e promover a a geração de novos empregos", explica o diretor-geral de Ações Estratégicas da Sedur, Humberto Garrido, que é responsável também pela atração de novos investimentos para a cidade.
Enquanto o Simplifica facilita a vida de empreendedor, desburocratizando o processo de abertura de novos negócios, o Salvador Negócios consolida o desembarque destes empreendimentos na cidade. Para tanto, as empresas foram apresentadas a uma série de incentivos fiscais para os principais vetores da economia soteropolitana: construção civil, varejo, têxtil, turismo/hotelaria, economia criativa, teleatendimento/telecobrança, tecnologia e inovação.
Incentivos - "No setor de Construção Civil, foram implementados incentivos fiscais a partir de debates com representantes do segmento, a exemplo da Associação de Dirigentes de Empresas do Mercado Imobiliário da Bahia (Ademi-Ba) e o Sindicato da Industria da Construção Civil (Sinduscon). Foram concedidos incentivos importantes, como o desconto de 50% na taxa da outorga onerosa e o parcelamento do ITIV em 24 meses", acrescentou Garrido. Os estímulos criados resultaram na antecipação de sete novos empreendimentos imobiliários apresentados no Salão da Ademi realizado em outubro.
No setor de call center, importante gerador de emprego e renda, foram lançados incentivos fiscais como a redução de ISS para 2%. Esse esforço permitiu a atração de investimentos como o da empresa Atento, que anunciou a criação progressiva de 4 mil postos de trabalho na cidade. Além disso, o Banco do Brasil pretende instalar no início do ano que vem o seu call center nacional em Salvador, gerando 5 mil empregos. Aliás, no primeiro trimestre de 2018, terá início o funcionamento do Polo de Formação de Mão de Obra para Profissionais de Call Center, ação realizada em parceria com o Serviço Nacional de Aprendizagem Comercial (Senac), que visa reduzir os custos de capacitação de profissionais para o setor. O local terá capacidade para formar até 2 mil trabalhadores por ano e contará com o apoio da Prefeitura.
A Secretaria Municipal de Ordem Pública (Semop) realizou uma ação rotineira de ordenamento urbano nesta quarta-feira (06), na orla marítima de Salvador, entre as regiões de Stella Maris e Pedra do Sal, em Itapuã. A intervenção contou com o apoio de 12 agentes da Semop e também da Guarda Municipal.
Foram apreendidos pela equipe de fiscalização 49 itens, entre eles: mesas, cadeiras, churrasqueiras, garrafas de vidro e espetos, objetos que comprometem a segurança de banhistas - todos na região de Stella Maris. Já na praia da Pedra do Sal, em Itapuã, foi desmontada uma barraca de madeira, construída de forma irregular na areia.
O objetivo da iniciativa não é apreender mercadorias comercializadas de forma irregular, mas garantir a segurança física de banhistas, retirando de circulação qualquer objeto que possa oferecer risco. Denúncias devem ser direcionadas à Semop pelo 156, telefone do Fala Salvador. Informações para a recuperação dos equipamentos podem ser obtidas pelo telefone (71) 3202-9416.
Convênio de Cooperação Técnica e Científica foi assinado nesta quinta-feira (07) entre a Defesa Civil de Salvador (Codesal) e a instituição de ensino superior (IES) DeVry Área I, que passa a colaborar com as ações de prevenção a situações de risco na cidade, principalmente as provocadas pelo período chuvoso. A solenidade, que contou com a participação do diretor geral da Codesal, Sosthenes Macêdo, da diretora geral da DeVry, Marilene Gondim, da gerente da Prefeitura-Bairro da Liberdade, Enilza Rocha, entre outros, foi realizada na sede da instituição de ensino, na Avenida Paralela.
Já participam da cooperação técnica alunos da Unifacs, Unijorge, Maurício de Nassau, Estácio, UCsal e Ruy Barbosa, cujos gestores assinaram convênio no último dia 9 de novembro, em solenidade realizada no Palácio Thomé de Souza, com a participação do prefeito ACM Neto. Os alunos dessas instituições vão ajudar, como voluntários, a ampliar as atividades da Codesal nas comunidades.
Prevaleceu na escolha das instituições o fato de que têm demonstrado competência acadêmica e disposição em contribuir para o desenvolvimento habitacional urbano, social e ambiental do município. As IES envolvidas atuarão em estreita colaboração com as Prefeituras-Bairro, e os membros – de cursos como Arquitetura e Engenharia – serão integrados ao Programa de Voluntários da Codesal.
Segundo o diretor geral da Codesal, Sosthenes Macêdo, "os alunos vão atuar com a Defesa Civil na elaboração de projetos de melhoria da cidade. Trata-se de uma ótima oportunidade para eles unirem o conhecimento acadêmico à vida real das comunidades".
O convênio prevê, entre outras ações, a execução de estudos e projetos de urbanização nas áreas de risco de Salvador, em particular no âmbito dos Planos de Ações Estruturais (PAE) que integram o Programa Municipal de Redução de Riscos (PMRR). Quando aprovados, esses projetos serão executados pelos órgãos competentes da Prefeitura.
No próximo domingo (10), é celebrado o Dia Universal do Palhaço
Eles são a alma dos espetáculos circenses, vestem-se de maneira diferente, fazem gracejos, por vezes combinados com malabarismos, visando apenas um objetivo: divertir a plateia. E não importa a idade. Pode ser criança, jovem, adulto, idoso, não há quem resista às galhofas de um palhaço trapalhão. Para a artista Luiza Bocca, 31 anos, que já atua há uma década como palhaça em Salvador, “o riso é uma grande potência transformadora”. Ela e mais dois colegas da área, a diretora artística Luana Serrat e o palhaço Marcos Lopes, fazem parte do projeto Arriscando a Sorte, que foi contemplado neste ano com o Edital Arte Todo Dia - Ano III, da Fundação Gregório de Mattos (FGM).
O recurso obtido através do prêmio, na faixa de R$ 10 mil, ajudou o trio a desenvolver a circulação do espetáculo circense de rua na capital baiana. “A arte, para ter uma continuidade, precisa de financiamento dos governos, porque infelizmente a gente não consegue sobreviver da plateia. O público não tem essa formação de pagar um valor para ir ao teatro para assistir a uma peça. Por isso precisamos de financiamento das esferas públicas, até porque arte é educação”, confessa Luiza.
A peça do projeto Arriscando a Sorte, encenada por Luíza e Marcos foi apresentada no último final de semana nos parques da Cidade, São Bartolomeu, Pituaçu e na Feira Hype, em Stella Mares. As apresentações foram gratuitas, destinadas a um público de todas as faixas etárias. A sinopse do show revelou para a plateia toda a alegria, dor, fracasso e triunfo de trabalhar no picadeiro. Tudo numa linguagem cômica, mesclada com performances técnicas que envolveram trapézio, acrobacia e malabarismo.
“Montar esses espetáculos em espaço público gratuitamente só foi possível por conta do financiamento do edital. Primeiro que precisamos de dinheiro para treinar, para contar com cenário, figurino, arte gráfica, divulgação... Se não fosse por esse recurso não conseguiríamos”, acrescenta Luiza. Ela, Marcos e Luana se envolveram durante quatro meses em ensaios no Circo Picolino, localizado em Pituaçu. Por lá, encontraram cerca de 50 crianças envolvidas num projeto social de aula de circo e decidiram compartilhar saberes. “A ideia foi unir essa troca e compartilhar um pouquinho o nosso processo com eles”, conta.
O Dia Universal do Palhaço, no próximo domingo (10), será comemorado com satisfação pelo grupo circense, que mesmo sem receber uma remuneração satisfatória, pôde espalhar alegria e arrancar risos em diversos locais públicos do município. Para o artista Marcos, 27 anos, que atua há cinco anos como palhaço, a atividade é uma vocação. “Já fui garçom, publicitário, serralheiro e outras coisas, mas percebi que não era feliz fazendo tudo isso. Primeiro vem a sua própria felicidade, antes de fazer alguém rir. Não escolhi ser palhaço, fui escolhido”, enfatiza.
“Eu acredito que a transformação tem que vir pelo riso, pela alegria e pelo amor. E o palhaço tem esse viés. Escolhi essa profissão porque eu sei que posso fazer a diferença através do humor. Posso falar de questões afetivas, respeito, como também de questões políticas, alcançando um número maior de pessoas. O riso é humano e aproxima as pessoas”, acredita Luiza.
Editais - Muitos projetos culturais só se tornam possíveis através de editais. Artistas e produtores costumam recorrer a este artifício para tirar do papel um projeto autoral, tornando viáveis trabalhos que não se concretizariam se contassem apenas com recursos próprios. Em Salvador, a Fundação Gregório de Mattos (FGM) é um dos órgãos responsáveis por lançar editais artístico-culturais no intuito de dar continuidade à política de fomento, promoção e difusão da produção na cidade. Atividades de circo estão entre as categorias beneficiadas.
Desde 2013 para cá, pelo menos 15 propostas do segmento foram contempladas através dos editais Arte em Toda Parte e Arte Todo Dia, a exemplos dos projetos Pé de Circo no Parque, que realizou cursos de formação de palhaço, espetáculos e cortejos andantes na Lagoa do Abaeté, Parque de Pituaçu e Parque são Bartolomeu; e o Fome de Circo que reuniu números de malabaristas, acrobatas, palhaços e monociclo no entorno do Campo Grande. O limite de verba investido em cada projeto variou conforme o estipulado nos editais. O Arte Todo Dia, por exemplo, subsidiou, este ano, projetos em três faixas de valores: R$ 10 mil, R$ 20 mil e R$ 30 mil.
“Quem chega na Praça Cayru/ Olha pra cima, o que é que vê?”. A figura citada nos versos iniciais da canção Retrato da Bahia, conhecida na versão do Trio Nordestino, não deixa mentir: o retrato fiel da Bahia tem a presença de um dos equipamentos mais queridos, visitados e fotografados de Salvador. E justamente no mesmo dia da celebração pelo dia da padroeira da Bahia, Nossa Senhora da Conceição, o Elevador Lacerda comemora exatos 144 anos de inauguração.
“É através dele que milhares de pessoas se deslocam para as cidades Alta e Baixa. O belíssimo Elevador Lacerda nos proporciona uma vista da Baía de Todos-os-Santos e o acesso à rica cultura do Pelourinho”, enfatiza a baiana de acarajé Solange dos Santos, 64 anos.
Com construção iniciada em 1869 e inaugurado em 8 de dezembro de 1873, o cartão-postal da capital baiana foi o mais alto elevador urbano do mundo e o primeiro edifício público modernista no Brasil. Concebido pelo engenheiro Antonio de Lacerda e construído pelo irmão Augusto de Lacerda, inicialmente foi denominado Elevador Hidráulico da Conceição. Isso porque o maquinário contava com uma bomba a óleo movida originalmente por uma máquina a vapor para fazer o transporte de pessoas entre 63 metros de altura. O nome Lacerda – em homenagem ao idealizador – foi concretizado em 1896.
Em 1906, o sistema foi modificado para tração elétrica e, 21 anos depois, a Companhia Linha Circular de Carris da Bahia, empresa concessionária do elevador, passou a ser controlada pela General Eletric. Com isso, uma nova mudança foi realizada: a ampliação do equipamento com a construção de uma nova torre de 73,5m, mais duas cabines e ponte superior de acesso. A inauguração da estrutura atual ocorreu em 1º de janeiro de 1930. Devido à importância, o ascensor foi tombado como patrimônio cultural pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan) em 7 de dezembro de 2006.
O guia turístico Jorge Gomes, 42 anos, reforça o relato ao afirmar que, antes, o Elevador Lacerda também era utilizado como transporte de cargas e serviu para muitos comerciantes naquela época. “Continua sendo um ponto turístico muito importante para a nossa cidade. Baianos e turistas utilizam todos os dias e percebem que é um meio de transporte com bom custo, rápido e de fácil acesso.”
Meio de transporte – Administrado pela Prefeitura por meio da Secretaria Municipal de Mobilidade (Semob), o ascensor transporta cerca de 28 mil pessoas diariamente, entre 6h e 23h, de segunda a sexta-feira, e das 6h às 22h, aos sábados e domingos. A tarifa custa apenas R$ 0,15. A viagem é quase expressa – dura apenas 30s. “Não sabia que era tão rápido para chegar até aqui (Praça Cairu). A vista que podemos contemplar é linda e vale muito a pena”, disse o turista mineiro Marcos Teixeira, 37 anos.
Para se manter em funcionamento durante todo esse tempo, diversas ações de reforma e manutenção já foram realizadas. A ação mais recente nesse sentido foi realizada em 2013, com a substituição de duas cabines e revisão estrutural. Em 2014, uma novidade: a liberação do acesso às cabines para pessoas com bicicletas todos os dias, em parceria com o Movimento Salvador Vai de Bike.
“Este compartilhamento entre pedestres e nós ciclistas foi de grande importância. Ganhei tempo para chegar ao meu destino com o auxílio do Elevador Lacerda”, enfatiza o ciclista e cozinheiro Carlos Carrascosa, 52 anos. Ele ainda complementa que a liberação de acesso fez com que aumentasse a atratividade das ciclofaixas tanto no Comércio quanto no Centro Histórico.
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