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Se a comodidade, a falta de disposição ou até mesmo o receio de se unir à multidão o/a impede de curtir o Carnaval na avenida, puxe o freio de mão. Marquises, sacadas, deques suspensos e até mesmo algumas varandas podem virar armadilhas e, em instantes, fazer do folião um novo paciente ou estatística para o serviço de saúde, caso sejam utilizados como camarotes improvisados.

Para evitar acidentes, a Secretaria Municipal de Desenvolvimento e Urbanismo (Sedur) notificou, desde o início de janeiro, 246 proprietários de imóveis localizados nos principais circuitos da folia, para que recuperem estruturas deficitárias antes do início da festa de Momo.

Além disso, durante a folia, fiscais do órgão farão varreduras pelos circuitos Barra-Ondina (Dodô) e Campo Grande-Avenida Sete (Osmar), para alertar sobre o acúmulo de pessoas em varandas e sacadas, além de coibir o uso de marquises e galhos de árvores como camarotes improvisados da folia.

"As pessoas precisam entender que essas estruturas não foram criadas para carregar pessoas, mas para protegê-las das intempéries, como sol e chuva. Há um real risco à vida dessas pessoas que utilizam estes locais de forma errada, principalmente durante o Carnaval", explica Everaldo Freitas, coordenador de Fiscalização Urbanística da Sedur.

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Mais um trecho de orla será requalificado pela Prefeitura de Salvador, desta vez entre Ondina e a praia da Paciência – um pequeno pedacinho do boêmio Rio Vermelho, que já foi revitalizado e ganhou nova vida. A ordem para o início das obras foi dada nesta segunda-feira (22) pelo prefeito ACM Neto, em solenidade que aconteceu em frente ao Isba, em Ondina. As intervenções fazem parte do eixo Investe do Programa Salvador 360.

Com investimento de R$ 26,2 milhões, a previsão é de que as obras sejam realizadas em uma única etapa, com duração de um ano. A extensão de 2,6 km entre a Praça Orungan (em Ondina) e o Sukiyaki (Rio Vermelho) terá o mesmo desenho urbano das faixas já reformadas da Barra e Rio Vermelho, com pequenas diferenças. As intervenções incluem a implantação de ciclovia, requalificação de praças, alargamento de passeio, implantação de iluminação em LED e de guarda-corpo.

O prefeito destacou, durante a solenidade, que o projeto conta com 80% dos recursos federais. A orla da Barra também teria recursos da União, segundo o prefeito, mas houve problemas enfrentados pela má vontade da gestão Dilma Rousseff. "Teremos, portanto, nove quilômetros contínuos de orla completamente requalificadas, do Porto da Barra até Amaralina, num projeto que prevê soluções de micro e macrodrenagem, iluminação pública, sete praças recuperadas, mudança viária, além da implantação de ciclovias e ciclofaixas, o que garante melhor condição de mobilidade", avaliou ACM Neto.

Ele também aproveitou a oportunidade para anunciar que no próximo sábado (27) vai ao Subúrbio inaugurar a requalificação da Rua Almeida Brandão, mais um trecho de orla dos 13 já entregues recuperados. E dentro de alguns dias será apresentado o projeto de requalificação do Humaitá, com lançamento do edital de licitação.

Mobilidade - Na região entre o Centro da Aeronáutica e o monumento “As Meninas do Brasil”, também chamadas de Gordinhas de Ondina, haverá intervenções no trânsito, que passará a ter sentido único, com três faixas, na Avenida Oceânica em direção ao Rio Vermelho. Os motoristas que seguirem o sentido oposto, em direção à Barra, utilizarão a via marginal (avenida Presidente Vargas), que será ampliada e contará com três faixas e apenas um lado para estacionar.

 A mudança vai solucionar problemas antigos do tráfego, inclusive casos de atropelo, devido à entrada de veículos nas avenidas e ruas de acesso ao Jardim Apipema. Todo o canteiro central que separa a avenida Presidente Vargas da Oceânica também será requalificado. O espaço se tornará mais seguro e confortável para pedestres e ciclistas, em continuidade ao conceito adotado pela Prefeitura nos outros trechos da orla da cidade.

Além disso, as praças do Instituto Bahiano de Reabilitação (Baía Sol), de Nossa Senhora de Fátima, Luis Sande, das Gordinhas, das Águas, Tarquínio Gonzaga e Espaço da Fonte serão totalmente recuperadas, com pavimentação e áreas de lazer. A parte alta do calçadão da orla entre o IBR e as proximidades do Sukiyaki, atualmente interditada por oferecer riscos aos pedestres, também passará por uma grande requalificação, que envolverá a implantação de ciclofaixa e guarda-corpo, proporcionando mais segurança aos transeuntes.

Na área próxima ao restaurante Sukiyaki, onde a avenida Oceânica se estreita, com uma faixa para cada sentido, um imóvel em ruínas será desapropriado e dará espaço para uma baia de ônibus para que o trânsito tenha mais fluidez. Com essa obra, mais o trecho entre o Quartel de Amaralina e o Jardim dos Namorados, cuja empresa que fará o projeto já foi contratada pela Prefeitura, toda a faixa litorânea de 13,7 km entre o Porto da Barra e a Boca do Rio estará requalificada. 

Histórico - Com processo iniciado em 2013, o projeto de requalificação e urbanização da orla de Salvador já beneficiou a Boca do Rio, Barra, Rio Vermelho, Jardim de Alah, Itapuã, Piatã, Ribeira, São Tomé de Paripe e Tubarão. Além disso, a Prefeitura já fez ou está realizando a recuperação de monumentos importantes na orla, como o Farol da Barra, que ganhou novo gramado e outras melhorias. A área do Farol de Itapuã e o Morro do Cristo já estão em obras de revitalização.

Já a Pituba será presenteada com um centro aquático e uma vila gourmet no Jardim dos Namorados, com obras em andamento. A Praça Wilson Lins já passa por obras de requalificação e será integrada à Praça Nossa Senhora da Luz, além de ganhar a piscina olímpica.

Com projeto pronto, a orla de Stella Maris, Praia do Flamengo e Ipitanga ganhará ações diferenciadas que valorizarão a vegetação de restinga do local. Serão implantados um campo de futebol, duas quadras de vôlei, espaço para yoga e meditação, de apoio para os surfistas, área de skate, ciclovia, trilhas para caminhadas, parque infantil, quiosques de baiana de acarajé e de coco, espaços compartilhados entre ciclistas e pedestres. Além disso, todas as rampas de acesso à praia serão construídas ou reformadas e a região ganhará áreas pergoladas para sombreamento de banhistas.

 

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A Empresa de Limpeza Urbana de Salvador (Limpurb) estima custo anual de R$180 mil para repor lixeiras que são roubadas, quebradas, queimadas ou que estejam em péssimo estado. Esse é um problema recorrente em toda a cidade, mas é na Orla onda se registra maior número de casos desse tipo. Na sequência, vem o Centro da cidade com maior frequência dessas ocorrências.

No ano passado, foram instaladas mais de 2 mil lixeiras em toda a cidade, sendo 700 apenas na região da Orla. Um contêiner subterrâneo foi alvo de vandalismo na última semana, no Comércio, quando vândalos conseguiram depredar a parte externa da lixeira (por onde as pessoas depositam os resíduos). O reparo já foi realizado pelo órgão.

Neste tipo de equipamento, o lixo fica isolado para evitar mau-cheiro e presença de animais. Ao todo, são cinco contêineres subterrâneos na cidade localizados no Porto da Barra, próximo ao Farol Santa Maria, Farol da Barra, Candeal e Comércio. Esses equipamentos são exclusivamente para o descarte de resíduos úmidos, mas há até quem despeje entulhos, por exemplo.

O presidente da Limpurb, Kaio Moraes, alerta para o aumento de lixo espalhados pelas ruas quando há destruição das lixeiras. “Com o descarte irregular, os resíduos vão parar nos córregos e, no período de chuva, isso traz consequências como entupimento de bueiros e alagamentos”, explana Moraes. A Limpurb monitora os espaços públicos da capital para realizar a troca de lixeiras conforme a necessidade. “O ‘lixinho’ que é descartado hoje de forma irregular pode ser um 'problemão' no futuro”, completa o titular.

Como ação preventiva de educação ambiental, a empresa municipal dispõe de equipes que percorrem comunidades, associações e escolas públicas para conscientizar e orientar os cidadãos sobre os riscos de jogar lixo na rua, as formas corretas de descarte, e ensacamento e resíduos orgânicos e recicláveis. “É importante que a população se conscientize que as lixeiras são bens públicos. Quando elas são danificadas, mais dinheiro é gasto para garantir a reposição”, acrescenta Moraes.

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O presidente da SPTrans, autarquia vinculada à Secretaria Municipal de Mobilidade São Paulo, José Carlos Martinelli, esteve em Salvador para conhecer o Centro de Controle Operacional (CCO), que fica situado na Secretaria Municipal de Mobilidade (Semob). Durante a visita, o gestor trocou experiências com os técnicos sobre a reestruturação do sistema de transporte público que vem sendo implantada em Salvador e que também será executada na capital paulista nos próximos meses.

Inaugurado em 2015, o Centro de Controle Operacional (CCO) monitora, em tempo real, todos os ônibus da cidade através de GPS durante 24h. Martinelli é o 12º gestor que passa a conhecer esta plataforma de gestão e fiscalização pública.

A ferramenta permite identificar minuciosamente o roteiro dos ônibus, o tempo de circulação, as paradas nos pontos, além de possibilitar a mudança de itinerário, caso haja alguma eventualidade. Aliado a esta ferramenta está o CittaMobi, aplicativo com mais 1,5 milhão de downloads, que possibilita aos cidadãos terem informações sobre o transporte coletivo na cidade.

O secretário de Mobilidade, Fábio Mota, explicou que o CCO vem servindo de modelo para outras capitais, pois Salvador foi a pioneira em uma plataforma de tecnologia inteligente em gestão do transporte. “Saber que estamos servindo de exemplo para outras capitais, como São Paulo, nos deixa com a sensação de que estamos trabalhando e seguindo no caminho certo, já que nenhuma cidade do Brasil conta com tamanha estrutura de monitoramento e controle do transporte público como a que a gente montou aqui em Salvador,” afirmou.​

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Empresas selecionadas ganharão até R$150 mil para a execução dos projetos

Estão definidos os cinco projetos vencedores da chamada Cidades Resilientes, categoria empreendedorismo industrial. Echo Flow Engenharia, Next Tecnologia Empresarial, Pluvi.On, Munduspar Participações e Acquaconte Soluções Hídricas Sustentáveis são as empresas responsáveis pelas propostas escolhidas, que têm como objetivo tornar Salvador uma referência em resiliência.

Das equipes aprovadas nessa chamada temática, feita com apoio da Resources IT Solutions, duas são baianas, uma é paulista, uma mineira e outra paranaense. Cada grupo receberá até R$ 150 mil para executar as ideias, que serão implementadas áreas de Salvador ou na própria Prefeitura.

As ideias selecionadas apresentaram as melhores soluções para enfrentar os desafios urbanos. As estratégias, ligadas ao conceito de cidade resiliente, visam não apenas promover a recuperação da cidade, mas também permitir a prevenção e monitoramento de riscos, sejam eles climáticos, ambientais ou econômicos. Os editais de inovação são fruto da parceria entre a Prefeitura e o Senai Cimatec.

Inteligentes - Na chamada Cidades Inteligentes, finalizada em outubro do ano passado, foram escolhidos 10 projetos que atenderam ao objetivo de inserir a inovação nas políticas públicas de Salvador, tornando a cidade mais inteligente, interligada e eficiente. Dos projetos escolhidos, sete eram da Bahia, um do Espírito Santo e um do Rio Grande do Sul.

Ao todo, 95 propostas foram enviadas para as duas chamadas já realizadas. A próxima, prevista para acontecer em março, terá a temática Cidades Sustentáveis. Os projetos serão voltados para temas como coleta seletiva, energia solar, reuso de águas, monitoramento ambiental, entre outros.

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Para receber com maior conforto e comodidade membros da sociedade civil e integrantes do Conselho Municipal da Criança e do Adolescente (CMDCA), vinculado à Prefeitura, mudou de endereço e agora está sediado na Rua Engenheiro Lima e Silva, no mesmo prédio onde fica o Instituto de Previdência do Salvador (IPS/Previs), na Avenida Joana Angélica (Centro). Anteriormente, o CMDCA funcionava no Edifício Oxumaré, na Avenida Sete de Setembro (Centro).

A mudança irá permitir receber o público de forma mais aconchegante e acolhedora. O espaço, anexo ao Conselho Municipal das Pessoas com Deficiência (Comped), possui acessibilidade, além de ser climatizado e bem localizado, facilitando o acesso do público ao local. O telefone disponível para contato é (71) 3202-6213.

Formado por membros da sociedade civil e representantes do executivo municipal, o conselho é responsável por formular políticas públicas voltadas para o atendimento de criança e adolescentes, além de manter um registro de entidades que realizam atividades voltadas a este público em Salvador.

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