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Na solenidade, ACM Neto disse que as obras de construção do primeiro Hospital Municipal começam em junho

 

A Prefeitura continua empenhando esforços para honrar o compromisso assumido de priorizar a saúde pública. Nesta sexta-feira (13), o prefeito ACM Neto e o secretário municipal da Saúde, José Antônio Rodrigues Alves, entregaram para a comunidade da Estrada das Barreiras um posto totalmente reconstruído e com equipes completas.

A unidade tem capacidade para atender 16 mil pessoas através da atuação de médicos, dentistas, enfermeiros, técnicos de enfermagem, auxiliares de saúde bucal, assistentes sociais e agentes comunitários, que realizarão visitas domiciliares. "É importante dizer que essa já é a 132ª unidade recuperada e ampliada pela gestão. Isso mostra a capacidade que a Prefeitura teve de mudar a realidade da saúde através de investimentos para recuperação dos postos e a contratação de mais de 3.500 novos profissionais", destacou Antonio Rodrigues.

Durante a solenidade de inauguração, o prefeito ACM Neto destacou os avanços alcançados no setor durante os três anos de gestão na capital baiana. "Alguns talvez não se lembram, mas jamais vai sair da minha memória a fotografia de como era a saúde pública de Salvador. Os postos, como esse da Estrada das Barreiras, estavam caindo aos pedaços e faltavam médicos. Hoje, fico feliz em anunciar que saltamos de 103 para mais de 245 equipes de saúde da família trabalhando em toda cidade. Tínhamos a pior cobertura em atenção básica entre as capitais do Brasil e, em três anos, estamos alcançando o marco histórico de 50% da população assistida pelos serviços primários", declarou.

Neto anunciou ainda a entrega de mais três novas Unidade de Pronto Atendimento (UPA) e o início das obras para construção do primeiro Hospital Municipal no mês de junho. "Enquanto muitas capitas do Brasil há décadas já possuem hospitais municipais, Salvador ainda não tinha. Por isso, me alegro em dizer que na primeira semana de junho iremos dar a ordem de serviço para o início imediato para construção do nosso hospital. Também podemos comemorar porque, até o final de junho, a cidade vai receber mais três novas UPA's para garantir os serviços de urgência e emergência", comemorou.

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Mais dois quiosques serão inaugurados até domingo (15) na atual Praça Caramuru (antigo Mercado do Rio Vermelho), onde funcionarão a sorveteria A Cubana e o Restaurante Rio Vermelho Lounge, segundo informou a Secretaria Municipal de Manutenção (Seman). Os demais seguem em pleno funcionamento.  A Prefeitura fez a instalação de sete equipamentos, onde funcionam 11 estabelecimentos diferentes, já que alguns quiosques são divididos.

A Praça Caramuru tem se revelado um grande espaço de atrações e eventos culturais. Segundo o secretário de Manutenção, Marcilio Bastos, naquela área a população tem diversidade de culinária e isso democratiza o espaço para quem tem diversos tipos de gosto e quer frequentar o local com tranquilidade, num ambiente saudável e natural. “A parte mais agradável é a beleza natural ali existente, revelada através da intervenção realizada pela atual gestão. Temos monitorado a cada dia com o propósito de otimizar o local. Sempre analisamos as possíveis melhorias, de forma que a população frequente com segurança e qualidade”, afirmou.

Lona provisória - Quanto à queda da lona na Praça Caramuru, o secretário Marcilio Bastos lembrou que em menos de 24 horas o equipamento foi retirado e substituído pela lona provisória, que funciona muito bem, é moderna, leve e dialoga com uma relação boemia que o bairro possui. "Tivemos um problema com a lona, mas estamos fazendo uma análise técnica para que não volte a falhar novamente. Lembrando que todos os custos são da empresa que instalou a lona, a Prefeitura não arcou com nada. Nós temos trabalhado em um novo projeto para essa cobertura, em breve será anunciado".

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Entre hoje (09) e sexta-feira (13), a Vigilância Sanitária de Salvador, em parceria com o Serviço Nacional de Aprendizagem Comercial (Senac), promove o curso sobre Boas Práticas de Manipulação de Alimentos, voltado para baianas de acarajé e auxiliares da capital. A capacitação visa reduzir os riscos sanitários inerentes à produção e manipulação dos quitutes, resultando na diminuição de doenças provocadas pelo consumo de produtos contaminados.

Profissionais interessados deverão dirigir-se à sede do Senac Pituba, localizado na Avenida Otávio Mangabeira, 1623 - próximo à Igreja Nossa Senhora da Luz, munidos de cópia de identidade, CPF e comprovante de residência. As vagas são limitadas e, após o preenchimento, um cadastro de reserva será formado para composição posterior de outras turmas programadas para os meses de junho, julho e agosto.

Os consumidores precisam ficar atentos no momento da compra, observar se a baiana atende a todas as normas de higiene necessárias. “Antes de adquirir o quitute, é importante observar o ambiente, se fica próximo de locais contaminantes como esgotos. Outra preocupação é a coloração do azeite. Quando muito escuro significa que atingiu um nível de saturação elevada, prejudicial à saúde”, orienta a chefe do setor de Alimentos da Vigilância Sanitária, Kátia Resak.

Outros cuidados devem ser tomados antes de se render às delícias do tabuleiro, como observar se todos os produtos estão devidamente cobertos e aquecidos. É importante ainda ficar atento ao manuseio da baiana, pois utilizar a mesma colher para manipular os acompanhamentos do tradicional bolinho gera a contaminação dos produtos e não é recomendado. “Mais um ponto importante para o consumidor: a baiana não pode pegar em dinheiro. É recomendável que ela tenha um auxiliar para isso”, alerta Kátia Resak

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Parceria entre Prefeitura e Exército possibilita reforma dos fortes que abrigam acervos de dois dos principais expoentes culturais da Bahia

Salvador conta agora com dois importantes equipamentos culturais que ressaltarão ainda mais a cultura, a arte e a beleza do local que é um dos principais cartões-postais da cidade e onde a história da capital baiana começou: a Barra. Os espaços Carybé das Artes e Pierre Verger da Fotografia, instalados respectivamente nos fortes São Diogo e Santa Maria, foram inaugurados hoje (12) pelo prefeito ACM Neto e são fruto do projeto de revitalização dos fortes da capital baiana, promovido pela Prefeitura por meio de contrato de cessão de uso gratuito das áreas com a 6ª Região Militar, responsável pelos monumentos militares.

A restauração dos fortes foi realizada por meio da Secretaria Municipal de Manutenção (Seman) e os projetos expográficos foram implantados sob a responsabilidade da Secretaria Municipal de Cultura e Turismo (Secult), com investimento total de aproximadamente R$5,3 milhões. A gestão dos equipamentos culturais e a manutenção das estruturas são de responsabilidade da Prefeitura, enquanto os sítios históricos de ambos permanecerão sob a jurisdição patrimonial do Exército. Além do prefeito, participaram das inaugurações o titular da Secult, Érico Mendonça, a filha de Carybé, Solange Bernabó, e o general Artur Costa Moura, comandante da 6ª Região Militar, entre outras autoridades e personalidades da cena cultural baiana.

Os espaços ficarão abertos diariamente, exceto às terças-feiras, das 11h às 19h. As visitas já podem ser feitas a partir desta sexta-feira (13). O ingresso, com direito à visitação a ambos os fortes, custa R$20 (inteira), com direito a meia-entrada para estudantes e pessoas a partir de 60 anos. Nas quartas-feiras, o acesso aos equipamentos será gratuito a todos os públicos. Em visitas pré-agendadas, escolas públicas terão gratuidade a qualquer dia da semana. Os espaços contam ainda com Café Bistrô e lojas de souvenirs. Ao anoitecer, imagens do acervo sempre serão projetadas utilizando técnica de videomapping nas fachadas dos monumentos.

O prefeito ACM Neto afirmou que os dois equipamentos trazem "conteúdo" à requalificação da orla de Salvador. "Os fortes, com toda essa riqueza cultural, fazem parte da lógica que implantamos de requalificar o espaço público e a orla da cidade, que antes era tida como a mais abandonada do país. E não adiantava investirmos apenas na requalificação urbanística sem dar conteúdo e um novo conceito de exploração do espaço público por quem é de direito, que é o cidadão", afirmou o gestor.

De acordo com o secretário da Secult, Érico Mendonça, a reabertura do Santa Maria e São Diogo, próximos ao Museu Náutico, no Largo do Farol, possibilitará a criação de um corredor cultural na Barra, com todos os atrativos que têm o intuito de promover cultura, arte, história, entretenimento, turismo e o comércio local, além de dinamizar a região. “A abertura de mais dois importantes espaços culturais na capital fortalece o nosso patrimônio, contribui para o turismo de Salvador e é uma homenagem que a Prefeitura presta a estes grandes ícones, que vivenciaram a capital e projetaram a nossa cidade além das fronteiras do país”, complementou Mendonça.

São Diogo - O Espaço Carybé de Artes, localizado no Forte São Diogo, no Porto da Barra, é um centro tecnológico de referência da vida e obra do artista, demonstrando através de recursos de mídia digital e realidade virtual, a grandeza do artista e sua importância dentro das mais diversas técnicas e linguagens utilizadas. A curadoria é de Solange Bernabó e o projeto expográfico da empresa Blade Design (Joãozito Pereira e Lanussi Pasquali).

Quem chega ao local é logo recepcionado por um áudio com um texto de Carybé em que comenta o encontro do artista com a Bahia, em frente à janela em que é possível ver o mar. Ao longo do forte, nove totens cenográficos servem de suporte para a exposição virtual do acervo em telas táteis e cada um dos equipamentos conta com um computador, que traz o programa de navegação do espaço Carybé dividido em nove eixos temáticos: Biografia, Pinacoteca
Carybé, Rota Carybé, Ilustríssimo Carybé, Carybé Encena, Carybé sem tinta, Gravuras Carybé, Incompleto Carybé e Cadernos Carybé.

Além disso, personagens de Carybé modelados em 3D poderão ser controladas e animadas pelo visitante com o próprio corpo, através da programação de software que utiliza o kinect, de modo a reconhecer quando um visitante está diante da projeção, replicando na projeção seus movimentos. O público também pode fazer uma “pintura virtual”, onde um cavalete e mesa com material simula um ambiente de atelier. Sobre o cavalete uma TV serve de “tela” de pintura para o visitante, que “desvela” desenhos de Carybé com movimento das mãos e pincéis. A ação é possibilitada por meio da programação de software que utilizará o Leap Motion para reconhecer os movimentos do visitante.

As projeções internas contam com nove projetores que colorem o espaço com desenhos de Carybé que surgem e desaparecem nas paredes do forte. Na fachada, um vídeo-mapping com desenhos do artista surgem e desaparecem nas paredes externas do Forte. Um dos grandes diferenciais tecnológicos do espaço é o Óculos de Realidade Virtual, no qual as pessoas poderão explorar os ambientes virtuais e apreciar diversas exposições que já aconteceram ou que foram criadas especificamente para o projeto. As cadeiras do Espaço Virtual foram criadas com exclusividade pelo artista visual Ramiro Barnabó, escultor e filho de Carybé.

Perfil - Hector Julio Páride Bernabó (1911-1997) foi um pintor, gravador, desenhista, ilustrador, ceramista, escultor, muralista, pesquisador, historiador e jornalista argentino, brasileiro naturalizado e residente no Brasil desde 1949 até sua morte. No entanto, antes mesmo de fixar residência em solo brasileiro, já produzia em 1938 os primeiros quadros inspirados na Bahia, terra que amou à primeira vista. Em 1950, com a ajuda de uma recomendação do seu amigo e compadre, o escritor Rubem Braga, e graças à assinatura mágica de dois grandes baianos, os então secretário de Educação Anísio Teixeira e o governador Otávio Mangabeira, que lhe concederam uma bolsa de um ano para desenhar a Bahia.

Desde então, Carybé imprimiu sua marca na cidade, onde o público poderá apreciar sua obra integrada à arquitetura da cidade, a exemplo do gradil do MAM; o mural da Assembleia Legislativa; o do aeroporto, retirado para restauração; os do Hotel da Bahia e do TCA, no Campo Grande; os painéis dos Orixás, talhados em madeira, exibidos no Museu Afro-Brasileiro, no Terreiro de Jesus; entre muitos outros.

Santa Maria - O Espaço Pierre Verger da Fotografia Baiana é uma forma especial de homenagear o fotógrafo e antropólogo franco-baiano Pierre Verger e, por meio deste, toda a fotografia baiana. Com esse propósito, o Forte de Santa Maria - um dos mais conhecidos e antigos monumentos arquitetônicos da cidade –– foi transformado em um local dedicado à fotografia de tal modo que consegue, pela via tecnológica, ampliar o conteúdo e viabilizar a apresentação de significativas produções realizadas no território baiano por fotógrafos baianos ou naturalizados, como Verger.

Além do trabalho de Verger, o acervo conta com a produção de mais 56 fotógrafos. A idealização do projeto e curadoria da exposição é de Alex Baradel, com co-curadoria de Celia Aguiar, o desenvolvimento tecnológico da Movie.Game Estúdio e o projeto expográfico de Fritz Zehnle Júnior e Rose Lima.

O espaço conta com uma Exposição Permanente, dividida em seis eixos principais: Retratos (mostrando desde as primeiras fotografias feitas na Bahia até as chamadas “selfies”), Paisagens Urbanas (fotos de ruas, bairros e pontos diversos da cidade, em imagens antigas e atuais), Cultos Afro-Brasileiros (fotos divididas em níveis de acesso diferenciados, conforme o conhecimento do visitante, mostrando vários momentos cerimoniais), Interior da Bahia (projeção de imagens editadas e musicadas, mostrando as diversas regiões do estado), Cenas do Cotidiano (dezenas de conjuntos de fotos divididos por palavras e temas como capoeira, carnaval e festa de largo), e Fotografia Contemporânea (ensaios de fotógrafos que mostram um extrato diverso e de vanguarda da cena fotográfica local).

Mensalmente serão apresentadas exposições temporárias de diversos artistas, que iniciarão no pátio interno do forte e deverá ser extrapolado até o calçadão do Porto da Barra, levando a fotografia baiana não apenas para os visitantes do museu, mas para todo o público de passantes, banhistas, turistas, malhadores.

Diversas exposições que aconteceram ou que foram criadas especificamente para o projeto serão visitadas através de Óculos de Realidade Virtual. Mostras de Pierre Verger, Adenor Gondim e Hirosuke Kitamura, são as primeiras disponibilizadas ao público, que explorará os ambientes virtuais e apreciará obras em lugares que não estiveram presencialmente. Outras mostras também serão inseridas no rol das infinitas possibilidades desta tecnologia, criando um banco de exposições permanentes.

A exposição não destaca a obra individual dos fotógrafos, mas sim propõe uma leitura da fotografia, através da qual fotos de diferentes autores e de épocas variadas são colocadas lado a lado para que se possa alcançar uma visão ampliada de tudo o que sido feito na Bahia nessa área. O uso intenso de meios e recursos tecnológicos possibilitaram transformar o museu em um espaço pioneiro no estado.

Perfil - Pierre Edouard Léopold Verger (1902-1996) foi um fotógrafo, etnólogo, antropólogo e pesquisador francês que viveu grande parte da sua vida na cidade de Salvador, capital do estado da Bahia, no Brasil. Ele realizou um trabalho fotográfico de grande importância, baseado no cotidiano e nas culturas populares dos cinco continentes. Além disto, produziu uma obra escrita de referência sobre as culturas afro-baiana e diaspóricas, voltando seu olhar de pesquisador para os aspectos religiosos do candomblé e tornando-os seu principal foco de interesse. Em 1988, Verger criou a Fundação Pierre Verger (FPV), da qual era doador, mantenedor e presidente, assumindo assim a transformação da sua própria casa na sede da Fundação e num centro de pesquisa. Ao falecer, deixou à Fundação Pierre Verger a tarefa de prosseguir com o seu trabalho.

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Em comemoração ao Dia Nacional do Reggae, o Parque da Cidade recebe o “Salvador Reggae Day” neste domingo (13), a partir das 11h. O evento gratuito conta com três shows completos e participações para lá de especiais.

Quem abre o evento é o cantor Igor Salify. O jovem músico é presença garantida nos maiores festivais da Bahia e atualmente está entre os três artistas baianos de reggae mais escutados nas plataformas digitais. Durante a apresentação, Igor recebe Jeremias Gomes e promete contagiar o público.

Logo depois, quem sobe ao palco é o cantor e compositor Zabah Bush, que vem capitaneando um novo momento para a cena alternativa local e consolidando a carreira solo com a música reggae, tendo como fonte de inspiração as vivências no movimento Rastafari. Para celebrar a data, Zabah convida os veteranos da banda Mosiah Roots.

Quem encerra o evento com grande show é uma das bandas de reggae mais amadas do Brasil, o Adão Negro. A festa contará também com discotecagem nos intervalos entre as bandas, que será comandada pelo Dj Fayakayano.

O “Salvador Reggae Day” é realizado pela Gato Dourado Produções em parceria com a Riddim Agency. Além disso, conta com a correalização da Prefeitura, através da Empresa Salvador Turismo, e tem patrocínio da Caixa e da MA2 Construções.

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Nomes como Armandinho e Hamilton de Holanda estão entre as atrações do evento de música instrumental, que acontece nesse final de semana

Shows de música instrumental em praça pública diante da beleza do Largo da Mariquita, no Rio Vermelho. Será assim o Festival Salvador Jazz 2016, realizado neste sábado e domingo (7 e 8), chegando em sua segunda edição, sob a organização da Empresa Salvador Turismo (Saltur). E entre os grandes nomes da música instrumental não poderiam faltar Armandinho e Hamilton de Holanda, que sobem juntos ao palco numa parceria que deve impressionar o público, seja pelo talento de ambos ou pela improvisação.

"É bacana poder levar a música instrumental ao público em espaço aberto. Já tenho um trabalho instrumental que vem de criança, que já trago desde a época de meu pai. A Bahia tem pouco espaço para a música instrumental, mas têm grandes instrumentistas, e cada vez que se abre essa possibilidade levamos o gênero ao conhecimento geral, para um público de todas as idades”, conta Armandinho, revelando que apresentará repertório já conhecido, como "A Cor do Som" e algumas músicas do baião e frevo, entre outros ritmos brasileiros.

Junto a Hamilton de Holanda, tudo pode acontecer. Deve imperar no palco o improviso, algo que motiva a ambos. “Armandinho é uma referência para mim. Tive a sorte de conhecê-lo quando ainda tinha sete ou oito anos de idade. A ideia é manter a essência do que é o jazz, do que é a música instrumental, a partir da improvisação para que seja uma surpresa para o público, mas que a gente também se sinta surpreendido porque os solos acontecem na hora, com aquela inspiração do momento. A ideia é essa, poder curtir o momento”, afirma o bandolinista Hamilton de Holanda.

Faltando poucos dias, o músico já está entusiasmado com a apresentação sabendo da recepção que terá do público baiano. “A Bahia é muito generosa e tem esse carinho com a música instrumental, haja vista a história do trio elétrico, iniciada com a música instrumental de Dodô, Osmar e Armandinho. É louvável e importante a existência desse tipo de festival, e me dá ânimo chegar numa cidade que tem essa veia artística tão forte, tão marcante. Espero que o público também compareça e curta esse festival, que será uma maravilha".

No sábado (07), entre as parcerias que darão o que falar está o show da Orquestra Afrosinfônica, que convidará para se apresentar no mesmo palco o compositor, arranjador, produtor musical e guitarrista Toninho Horta. Além deles, os Skanibais convidam a famosa banda instrumental Retrofoguetes. Ainda no sábado, tocam o Baia Brass Musical, Janela Brasileira e Gabi Guedes Pradarrum, que sobe ao palco ao lado do tecladista de renome nacional Donatinho.

O Sexteto 1 de Cada dá início às apresentações do último dia de festival. Na ocasião, mais duas parcerias se concretizam no palco do Rio Vermelho. A Mou Brasil convida o famoso trombonista Raul de Souza. E o baiano Armandinho convida o bandolinista e compositor Hamilton de Holanda. Por fim, o musicista e maestro Letieres Leite toca ao lado de quinteto musical. O grupo SSA - Sol Soteropolitano Ambulante animará o público nos dois dias do Festival, com apresentações nos intervalos das bandas

Programação:

 

07 de maio – 16h30 à 0h

 

Orquestra Afrosinfônica e Toninho Horta

Gabi Guedes Pradarrum e Donatinho

Skanibais e Retrofoguetes

Janela Brasileira

Baia Brass Musical

SSA - Sol Soteropolitano Ambulante (nos intervalos dos shows)

 

08 de maio – 16h30 às 22h30

 

Armandinho e Hamilton de Holanda

Mou Brasil e Raul de Souza

Letieres Leite & Quinteto

Sexteto 1 de Cada e Joatan Nascimento

SSA - Sol Soteropolitano Ambulante (nos intervalos dos shows)

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