Esportes

0
0
0
s2sdefault

Com duas medalhas históricas para a ginástica brasileira – uma de prata e outra de ouro – a conquista da atleta Rebeca Andrade nas Olímpiadas de Tóquio tem inspirado ainda mais, no imaginário dos colegas de esporte, o sonho de representar o Brasil na mais importante competição esportiva do mundo. É o caso de duas atletas que têm aulas no Subúrbio 360, em Fazenda Coutos: Maria Fabiane Pereira e Mirela Santana, que foram convidadas para participar de uma seletiva para uma competição nacional em Sergipe, nos dias 27 e 28 de agosto.

Aos 16 anos e praticante de ginástica rítmica desde 2016, Maria Fabiane acumula prêmios como o 1º lugar por dois anos seguidos no CampeOnline Bahia de Ginástica. Ex-estudante da Escola Municipal Francisco Leite, em Águas Claras, ela confessou que não conhecia o esporte, mas via as meninas treinando e se interessou.

“Comecei a treinar e gostei, logo depois fui convidada para uma seletiva, mas não me classifiquei. Mas pela capacidade que a técnica viu em mim, ela observou que eu poderia alcançar outras coisas naquele que era meu primeiro ano competindo”, diz a jovem.

Maria Fabiane fala com alegria do esporte, e se diz grata por terem acreditado e incentivado a permanecer. “Eu me senti feliz porque o GR me deu a oportunidade de aprender coisas novas, fazer novos amigos. Os treinos são produtivos, divertidos e a gente continua aprendendo e desenvolvendo bem, mesmo não sendo presencial. Para mim, nós somos uma família, todo mundo respeita todo mundo, apoia nos sonhos e ajuda no que for necessário”.

A jovem está acompanhando as Olimpíadas de Tóquio e considera Rebeca uma excelente atleta. “A história dela é como a de muitas de nós. Ela me inspirou bastante pelo fato de ser quem é e de nunca ter desistido dos sonhos, embora ela tenha tido muita dificuldade, assim como eu e várias outras atletas também. Rebeca me motiva a prosseguir e não desistir. Lutarei pelos meus sonhos assim como ela”, conclui a ginasta.

Quem também considera Rebeca uma inspiração é a jovem Mirela Santana. Aos 18 anos, ela treina desde os quatro – quando era estudante da Escola Municipal Senhor do Bonfim, em Plataforma – e também acumula diversos prêmios na carreira. “Eu via as meninas treinando e fiquei encantada, aí pedi para minha mãe me matricular e até hoje continuo, é a minha vida”.

A jovem conta que as atividades são bem puxadas para que elas evoluam cada vez mais, e que as professoras sempre fazem de tudo para que ela participe das seletivas e campeonatos. Assim como Maria Fabiane, ela diz que a relação com os treinadores é a melhor possível. Mirela, que é a mais velha da equipe, fala que o grupo é muito unido. “Estamos juntas para tudo, é minha segunda família”.

Rotina na pandemia – Petruska Araújo, coordenadora de Equipamentos da Diretoria de Esporte e Lazer, da Secretaria Municipal de Promoção Social de Combate à Pobreza, Esporte e Lazer (Sempre), lembra que, mesmo durante o distanciamento social provocado pela Covid-19, os treinos não cessaram. “A gente retomou as atividades presenciais, porém elas seguem no treinamento de casa através do GR Salvador Online, que criamos na pandemia”, disse.

Para Petruska, essa foi uma forma também de motivar não só os atletas de alta performance, mas todos os alunos. “Nós nos mobilizamos e organizamos tudo para que eles pudessem assistir ao treinamento e às séries de forma virtual, até porque o esporte mudou muito a vida desses atletas, e para melhor”.

Há dez anos no projeto, a treinadora Neidejane Rios acompanha as meninas três vezes na semana, no treino que dura de duas a três horas. Ela conta que, mesmo com a pandemia, ela procurou manter a rotina através de treinamento on-line, fazendo as adaptações necessárias, já que é um esporte que precisa de flexibilidade e, sem treino, essa parte fica prejudicada.

“O esporte para essas meninas de baixa renda e que têm dificuldade financeira é uma oportunidade de vida. Ao invés de fazer outras coisas, elas praticam o esporte e também têm a oportunidade de conhecer novos lugares, fazer novas parcerias e mostrar o próprio talento”, diz a treinadora. Neidejane afirma ainda que as meninas são talentos natos que estão em constante evolução, e que a atividade trabalha também o psicológico e a autoestima delas.

 

 

0
0
0
s2sdefault
0
0
0
s2sdefault

Dois nadadores da equipe da Arena Aquática Salvador, equipamento vinculado à Secretaria de Promoção Social, Combate à Pobreza, Esporte e Lazer (Sempre), alcançaram índices para disputar o Campeonato Brasileiro de Natação. A competição está prevista para acontecer em agosto deste ano na capital baiana. 

Manoel Felipe da Silva, de 17 anos, competirá nas provas de 100m livres, 100m borboleta e 50m livres, na Categoria Jr. 2. “Comecei a nadar com 2 anos e a competir com 9. Disputar uma competição de alto nível é realizar um sonho. E a Arena é parte importante dessa conquista porque nós temos aqui uma estrutura de alto padrão, que capacita os atletas a conseguir resultados em todas as competições”, comentou Silva.

Já Maria Eduarda Teixeira, 13 anos, também alcançou o índice para competir no Campeonato Brasileiro, neste caso, na prova dos 100m livres na Categoria Infantil 1. “Me sinto feliz e realizada porque venho sempre me dedicando ao meu máximo. E a Arena é um sonho. Estrutura incrível, treinadores profissionais... Agora é só progresso. Quero um dia disputar as Olimpíadas e mostrar para o mundo de onde eu vim e o que é a Arena Aquática”, celebrou.

Para Maurício Sá Barreto, treinador da equipe de natação do equipamento, ambos são atletas de grande desempenho. “Eles são altos, rápidos e talentosos, tudo que um nadador precisa. Maria Eduarda ainda vai se desenvolver muito e Manoel Felipe é um garoto-prodígio”, avaliou o treinador.

De acordo com ele, além dos dois nadadores, o grupo da Arena Aquática se destaca coletivamente, apesar do pouco tempo de atividade. “Temos dois anos de equipe, incluindo o período da pandemia, e fomos classificados como quarta melhor equipe de competições regionais e a terceira melhor do estado. Revelamos bons nomes, como o Ricardo Castro, que ficou em terceiro colocado geral na Travessia Salvador-Mar Grande”, pontuou Barreto, prometendo que novos talentos da Arena serão conhecidos em breve.

Estrutura – O medalhista olímpico Edvaldo Valério, coordenador da Arena Aquática, relatou que, antes da pandemia, o equipamento atendia 2.500 pessoas por ano. “Fechamos por cinco meses na primeira onda da Covid-19, quando começamos as aulas virtuais. Reabrimos para os 145 atletas de alta performance, com distanciamento e apenas dois nadadores por raia. Respeitamos os protocolos de segurança da pandemia, com medição de temperatura, álcool em gel e uso de máscaras”, assegurou.          

Valério informou que os atletas que representam o clube da Arena Aquática Salvador em competições oficiais receberam uniformes estilizados. Além de possuir uma piscina olímpica, uma piscina semiolímpica e equipe técnica com sete professores, o local vai ganhar mais um ambiente: uma academia de musculação funcional será instalada nos próximos meses, demonstrando uma perspectiva otimista para o equipamento.

“A Arena nasceu para ser palco de grandes campeonatos nacionais e internacionais, que promovem o esporte e a economia da cidade. Nosso objetivo também é incentivar os atletas a continuar e se desenvolver na Bahia. Antes do ouro, da prata e do bronze, o caminho é difícil. Mas com disciplina e resiliência, vamos revelar novos destaques”, concluiu o coordenador.

0
0
0
s2sdefault
0
0
0
s2sdefault

A equipe do Complexo Tenístico da Boca do Rio (CTBR), equipamento gerido pela Secretaria do Trabalho, Esportes e Lazer (Semtel), vai competir com mais sete clubes no II° Bahia Team Cup, torneio com formato de interclubes e organizado pela Federação Baiana de Tênis (FBT). O evento será realizado nas quadras do Clube Bahiano de Tênis, na Rua Oito de Dezembro, na Graça, a partir das 18hs da sexta-feira (4) até o domingo (6), sem a presença de público.

O torneio reunirá oito clubes, academias, associações e equipes que praticam a modalidade em Salvador. O primeiro confronto da Equipe BR será contra os anfitriões no sábado (5), a partir das 10h30. Além deles, a competição reunirá a Associação Atlética da Bahia, o Costa Verde Tênis Clube, o Fair Play Team Salvador, a Associação dos Moradores do Horto, o Condomínio Le Parc e a Academia Winner de Tênis.

Os organizadores do evento Duda Catharino, presidente da FBT e do Clube Bahiano de Tênis, e Adson Cordeiro, membro da comissão organizadora e representante do Fair Play Team, têm boas expectativas para a primeira e única competição do ano após a pandemia. “É um motivo de muita alegria. O normal não é o que estávamos passando nesse momento de pandemia, é jogar tênis, é viver. Passamos tanto tempo separados que o melhor torneio que poderia acontecer no cenário baiano tinha que ser exatamente um torneio de integração entre equipes”, afirma Cordeiro.

Segurança - A competição vai seguir todos os protocolos de segurança orientados pelas autoridades municipais no combate a proliferação da Covid-19 e da própria modalidade esportiva, que foi considerada uma das menos perigosas na transmissão do vírus por não compartilhar materiais e por não exigir contato entre os tenistas. “O clube e o evento têm um compromisso com a saúde e integridade das pessoas. É por isso que tem limitado de todas as formas a quantidade de pessoas no clube, e sem torcida, apenas a equipe e a sua comissão técnica. A permanência no clube é somente com máscara e evitando aglomerações”, completa Cordeiro.

“É muito interessante conseguir realizar e disputar um evento desse nível técnico e de organização com todos protocolos de segurança”, sinalizou Maurício Viana, que é o representante do CTBR na comissão de organização do evento. 

Já Eduardo Santana, outro membro da comissão e também capitão do time na disputa, acrescenta que a expectativa para o torneio é a melhor possível. “A proposta é resgatar a prática do tênis e a união dos clubes, inclusive com a participação da Equipe BR que, mesmo sendo um espaço público, também é considerado como um clube na disputa”, completou.

 

0
0
0
s2sdefault
0
0
0
s2sdefault

A conquista da prata pela “fadinha” Rayssa Leal e pelo Kelvin Hoefler nas Olimpíadas de Tóquio acendeu uma chama nos corações de quem já pratica o skate em Salvador. Campeão baiano em 2015, Rodrigo Santil, de 38 anos, acredita em uma mudança positiva no cenário de apoio e incentivo. “A gente vê que a procura pelo skate está em alta. Muita gente querendo praticar. Acredito que apareçam mais empresas no estado que queiram patrocinar e apoiar o skatista”.

Ganhador de várias outras competições, Santil hoje ajuda a divulgar a prática do esporte em Salvador para os outros estados e também desenvolve um trabalho social orientando crianças e adolescentes que se interessam pelo esporte. Em 2017, ele produziu um documentário, com direção de Jefté Rodrigues, que mostra os pontos turísticos e históricos da cidade pelo ângulo das quatro rodas.

O trabalho foi divulgado no YouTube e teve reconhecimento nacional, incentivando esportistas de outros estados a vir para Salvador para produzir trabalhos parecidos. Já o projeto social de Rodrigo tem um perfil no Instagram: @bx5centrocrew. O trabalho consiste em incentivar meninos carentes a praticar o esporte na cidade.

“Eu vim de uma família humilde, sou da periferia. O skate foi quem me deu uma formação de vida, ampliou as minhas possibilidades e me desviou de caminhos errados. Então, eu tento passar isso para os meninos, principalmente na região do Centro, incentivando a praticar, a participar das competições e ao mesmo tempo orientando sobre a realidade do dia a dia e a não se envolver com drogas”.

Primeira skatista street na Bahia e integrante da Federação Baiana de skate, Marília Gabriela Souza, 39 anos, conta que, depois dos Estados Unidos, o Brasil é o país que tem o maior número de skatistas praticantes e ativos do mundo, e que tem também o melhor skate feminino do mundo. “Não foi surpresa essa medalha ter chegado. Achei até que teríamos mais, diante do nosso posicionamento nos campeonatos mundiais, mas Pâmela estava machucada e as meninas haviam saído do X-game”, diz.

Segundo ela, a cena está linda – as garotas do perfil @dendêcrew fervem a cena do skate feminino na cidade. Além disso, no masculino, há nomes excelentes de iniciantes e amadores. “Um amador nosso que é um dos melhores, e eu estou na torcida, é o Jeferson Santos, conhecido como Jefinho. Eu torço para que ele passe para o profissional logo. Ele está em São Paulo agora. É um dos melhores daqui, filho de skatista, respira o esporte e anda muito”, conta.

Gabriela lembra que começou a frequentar os primeiros campeonatos sozinha – a presença de outras meninas era rara nas décadas de 1990 a 2000. Agora, ela torce por futuras melhorias para o esporte.

“A cena é essa, estamos muito bem representados e eu espero que possamos contar com um olhar sensível do poder público e dos patrocinadores a partir de agora. O skate dá vida e movimento às praças da cidade. As pessoas sentem até mais segurança em frequentar os locais onde estamos praticando, porque sabem que estamos ali dando vida, uso e fomentando os espaços públicos e inclusive o comércio”.

Segundo Petruska Araújo, coordenadora de equipamentos da Diretoria de Esporte e Lazer da Secretaria Municipal de Promoção Social, Combate à Pobreza, Esporte e Lazer (Sempre), a pasta tem como um dos projetos fomentar o skate em Salvador. “Estamos buscando ampliar a oferta da prática no programa Skate Salvador na Pista, que ambiciona contemplar os três eixos de trabalho que são: a área educativa, com a formação de crianças e jovens no Skate; a área de requalificação e ampliação das estruturas e espaços para a prática e o último eixo que é o fomento aos eventos e competições de skate na cidade para também trazer crescimento socioeconômico para a capital”, revela.

Manutenção – Ao todo, existem 14 pistas de skate de menor porte na capital baiana, instaladas pela Prefeitura. Na manhã desta sexta-feira (30), a Sempre realizou vistoria em uma delas, situada na Praça João Mangabeira, no Vale dos Barris, e deu largada ao fortalecimento do esporte na cidade. Participaram da ação os engenheiros do órgão municipal, representantes da Federação de Skateboard do Estado da Bahia (Feseb) e líderes comunitários.

Ficou decidido, conforme o secretário da Sempre, Kiki Bispo, que o equipamento construído em 2007, com 1,8 mil m², passará por manutenção com troca do piso, rampas, implantação de nova iluminação com LED, banheiros químicos, bebedouros, construção de sede, dentre outras melhorias. Está nos planos, ainda, a revitalização da pista do Imbuí e Parque dos Ventos. As três, atualmente, servem de ponto de encontro para novas e velhas gerações de skatistas da cidade.

As novidades não param por aí. "Já estão em andamento projetos para implementação de novos equipamentos no bairro de Stella Maris, São Caetano e Cajazeiras V. Afinal, o esporte não é apenas diversão, lazer, mas muda a vida de muita gente, em especial os que estão em situação de vulnerabilidade, e esse é o nosso objetivo maior", frisa.

Estrutura – Inaugurado em março do ano passado, com um investimento de R$10 milhões, o Parque dos Ventos foi planejado pela Prefeitura para funcionar, não só como uma área de lazer, mas como um centro esportivo voltado para atletas profissionais e amadores. Entre outros equipamentos, o local conta com uma pista de skate street que tem sido muito bem frequentada pelos esportistas. A composição da pista simula obstáculos de rua, com escadarias, rampas e corrimões.

A cidade também conta com pista de skate no Parque da Cidade, São Tomé de Paripe e em muitas das praças administradas pela Companhia de Desenvolvimento Urbano de Salvador (Desal). Além da João Mangabeira, também possuem o equipamento as praças do Conjunto ACM, na Estrada das Barreiras; Reitor Miguel Calmon, em São Caetano; Stella Maris, na Rua Direta de Stella; Dodô e Osmar, após o final de linha da Ribeira; Conjunto Metro 1, após a Estação Pirajá; e da Matriz, em São Cristóvão.

0
0
0
s2sdefault
0
0
0
s2sdefault

A Prefeitura, através da Secretaria Municipal de Promoção Social, Combate à Pobreza, Esportes e Lazer (Sempre), firmou, na última sexta-feira (14), um convênio com a Superintendência dos Desportos do Estado da Bahia (Sudesb) para fomentar o esporte em Salvador, tão logo seja possível devido à Covid-19. A reunião contou com as presenças do secretário da Sempre, Kiki Bispo, e do diretor da Sudesb, Vicente Neto.

Entre os assuntos que foram discutidos estão a Volta Ciclística Internacional, o Campeonato Pan-americano de BMX e o Congresso Olímpico Brasileiro, que de forma inédita será realizado na capital baiana. O objetivo, de acordo com o secretário da Sempre, é movimentar a cidade e fazer deste setor o vetor principal de retomada das atividades, com eventos internacionais no currículo para atrair públicos de outros estados e países.

“Nosso grande desafio vai ser promover esse volume maior de atividades esportivas na capital, conversando também com outras instituições e federações para construir ações em todos os âmbitos, fomentando as políticas públicas'', disse Bispo.

O gestor salienta que o encontro foi extremamente promissor, com uma receptividade positiva. “Acredito que tão logo a vacinação avance na capital baiana e a pandemia cesse, vamos retomar com tudo o esporte, fortalecido com um olhar único para a cidade”, finalizou.

 

0
0
0
s2sdefault
0
0
0
s2sdefault

A equipe de atletas da Arena Aquática Salvador conquistou o título do Campeonato Baiano Master de natação. O torneio foi realizado pela Federação Baiana de Desportos Aquáticos no último sábado (21), na Piscina Olímpica da Bahia, na Avenida Mário Leal Ferreira (Bonocô), em Salvador. A equipe da Arena marcou um total de 1.543 pontos, garantindo o primeiro lugar na competição.

A atleta Emanuele Pereira, recordista nos 50 metros livres, contou que a conquista faz parte de um trabalho árduo e dedicado do grupo. Ela nada desde os 4 anos de idade e passou a integrar o time da Arena no início deste ano.

"Foi uma experiência boa, pois não é uma competição como outra qualquer. Por haver pessoas de maior idade, o clima é diferente das demais, onde o importante é superar a si próprio, ainda mais em meio a tudo que estamos vivendo. Sermos os campeões foi a premiação de um trabalho de uma excelente equipe que se dedica todos os dias para nos dar a melhor estrutura e a melhor qualidade de treino possível. Como atleta, me sinto muito feliz em poder fazer parte dessa equipe que é a Arena Aquática Salvador", detalhou.

Para o gestor da Arena Aquática de Salvador, Edvaldo Valério, o feito mostra o quanto Salvador tem potencial esportivo. "É realmente surpreendente para todo mundo. Tínhamos uma programação de realizar algumas competições na casa. Com a pandemia, tivemos que suspender as ações e acabou sendo um ano atípico. Dentro desse pouco tempo, montamos uma equipe forte, coroando com esse título. É um feito importante no sentido de que a Arena vai fazer dois anos de existência, de estruturação desse trabalho e já atingiu um resultado como esse", explicou.

A equipe da Arena Aquática de Salvador iniciou o ano com 145 atletas. Por conta da pandemia, atualmente são 90 atletas em atuação, distribuídos em várias categorias. Na competição, participaram 35 nadadores.

Metas – O gestor declarou que com o título, agora é hora de alçar voos ainda maiores, projetando a participação em campeonatos regional e nacional. "A gestão esportiva em Salvador é embrionária e o projeto inovador. Nossos atletas tem a disposição um equipamento de primeira linha. Vamos traçar novas metas e novos objetivos para 2021 e explorar a Arena também na realização de eventos", completou Valério.

O atleta Renato Barros, que se dedica a natação há mais de três décadas, pontuou que está na hora de Salvador investir ainda mais seus esforços na modalidade. "É importante porque estamos abrindo um espaço que não existia um serviço público, que permite o alto rendimento. Antigamente tinha que ir para um clube particular, hoje tem a Arena, que propicia isso. Quem não tem condições financeiras também pode seguir no esporte", finalizou.

 

0
0
0
s2sdefault
0
0
0
s2sdefault

Na semana em que o Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) faz 31 anos, a Prefeitura realiza, no próximo sábado (17), o 1° Bike Thru Solidário: Por uma infância cada vez melhor. A iniciativa é um convite aos ciclistas da cidade para provar que a solidariedade também vem de bike.

O objetivo é arrecadar itens que serão direcionados às crianças e adolescentes: fraldas (todos os tamanhos), itens de higiene (como sabonete, shampoo, condicionador, lenços, umedecidos, perfumes, cotonetes), leite em pó e cereal infantil. As doações poderão ser feitas entre às 7h e às 16h.

O Bike Thru contará com quatro pontos de coleta ao longo da orla. Na Barra será possível fazer doações na ciclofaixa próximo ao restaurante Barravento. Outro ponto ficará no Jardim dos Namorados, também na ciclofaixa próxima a Estação do Bike Salvador. Um terceiro local de doação será montado na Boca do Rio, lado oposto ao Multishop. Por fim, haverá um ponto de coleta na região do Farol de Itapuã, próximo ao Hotel Mar Brasil.

A ação é coordenada pela Secretaria Municipal de Políticas para Mulheres, Infância e Juventude (SPMJ), Secretaria Municipal de Combate a Pobreza (Sempre), Empresa Salvador Turismo (Saltur) e Movimento Salvador Vai de Bike (MSVB), com apoio da Escola Uri Valadão. Todas as doações realizadas serão direcionadas a instituições infantojuvenis, parceiras do Conselho Municipal dos Direitos da Criança e Adolescente (CMDCA).

“Fico muito feliz de conseguir reunir tantos parceiros em prol dessa causa tão importante que é a celebração dos 31 anos do Estatuto da Criança e do Adolescente. Espero que, juntos, consigamos arrecadar muitas doações, visto que, após 16 meses de pandemia, há muitas mães com filhos que precisam de nossa ajuda e contamos com a solidariedade de quem pode ajudar. Unidos conseguiremos ir mais longe”, afirma a secretária da SPMJ, Fernanda Lordêlo.

"Estivemos à frente ou em parceria diante várias ações de solidariedade ao longo desta pandemia e um detalhe sempre nos chamou a atenção em todas elas, como os ciclistas são engajados e se multiplicam diante dessas ações de proteção aos mais vulneráveis. No sol ou na chuva eles sempre estavam lá, grupos inteiros, famílias ou sozinhos. E nessa causa voltada para as crianças, tenho certeza que vamos conseguir mais uma vez a participação massiva dessa turma", destaca o presidente da Saltur e coordenador do MSVB, Isaac Edington.

“Contamos com a colaboração de todos com o lema de que o esporte transforma e quando envolve solidariedade muito mais. Vamos todos juntos nessa ação que envolve o social e muito amor às nossas crianças”, conclama o secretário da Sempre, Kiki Bispo, cuja pasta desenvolve ações voltadas para a assistência social e para o esporte.

0
0
0
s2sdefault
0
0
0
s2sdefault

Apesar das novas restrições da Prefeitura que entraram em vigor na última quarta-feira (9), para conter a disseminação do coronavírus e diminuir a taxa de ocupação dos leitos exclusivos para a Covid-19, as atividades esportivas permanecem na cidade a partir desta sexta-feira (11). No entanto, devem seguir os protocolos de segurança definidos pelas autoridades sanitárias para este setor.

As aulas do Movimenta Salvador, no Pronaica em Cajazeiras, prosseguem de segunda a sexta-feira, das 8h às 9h. Já a Arena Aquática de Salvador vai estar aberta para atletas inscritos de segunda a sexta, das 8h às 17h.

Quem optar por ficar em casa, vai poder se exercitar acompanhando as atividades esportivas on-line, no canal do YouTube da Semtel. De segunda a sexta-feira, das 8h às 9h, vai acontecer o “Movimento Salvador"; já às terças e quintas, das 6h às 7h, uma programação será voltada para o público da terceira idade, com a aula “Idade di boa”. Também haverá atividades para gestantes, toda segunda e quarta, das 6h às 7h

Conforme a coordenadora de Campeonatos e Eventos Esportivos da Semtel, Petruska Araújo, as atividades esportivas fazem parte do rol de recursos que trazem benefícios para a saúde e alavancam a qualidade de vida humana, portanto necessária. “A inexistência de atividade física propicia o aparecimento de patologias que comprometem o vigor e a saúde de todos, como também onera a saúde pública”, pontua.

“Como cuidados nessa era de protocolos de segurança, no combate à Covid-19, orientamos as pessoas a sempre utilizarem a máscara, a fazer assepsia nos intervalos das atividades e, principalmente, nos itens de apoio que forem utilizados, tais como os pesos, colchonetes, e demais apetrechos de ginástica, por serem compartilhados”, acrescentou Petruska.

 

0
0
0
s2sdefault
0
0
0
s2sdefault

 

A Secretaria de Trabalho, Esportes e Lazer (Semtel) realiza, neste sábado (08), às 15h, a primeira edição do Festival de Ginástica Rítmica Online, através do canal Prof Neidejane no YouTube. A iniciativa é do pólo da Escola Municipal Senhor do Bonfim, localizada no bairro de Plataforma, e que é responsável pela iniciação esportiva na ginástica de 150 meninas de baixa renda. 

O festival foi inspirado no Campeonato de Ginástica Rítmica Online (CampeOnline) de Federação Baiana de Ginástica, realizado no mês passado, e que foi direcionado atletas de alto rendimento. Vão participar do festival, ao vivo, 50 alunas da unidade escolar, com idade até 18 anos, além de ex-alunas que fazem parte da história do projeto de Ginástica Rítmica na Escola da Semtel. 

Outras alunas do pólo de iniciação também terão participação de forma remota com apresentações gravadas, que serão exibidas durante os intervalos do evento. Para a professora, árbitra e idealizadora do projeto, Neidejane Rios, o festival será um recurso para fortalecer o elo das atletas com o esporte mesmo com os desafios impostos pela pandemia. 

As alunas possuem diferentes níveis de habilidade, sendo que algumas tiveram a iniciação interrompida logo no início com pandemia. Atualmente, os treinamentos ocorrem de forma online, às terças, quintas e sextas-feiras. Como eixo principal do festival é o fortalecimento da relação das atletas com o esporte, não haverá avaliação técnica ou atribuição de notas. 

“Neste momento tão difícil que estamos vivendo, percebemos pais e mães atuantes tirando o tapete da sala, levantando a cama ou afastando os móveis para que as filhas possam treinar. O festival tomou uma proporção tão grande que resolvemos abrir até para as ex-alunas, de modo que todas possam mostrar o que dá para fazer em casa. Estamos mobilizando os familiares que estão próximos a participar, e os que estão distantes a interagir através do chat para que elas possam mostrar o que conheceram e o que aprenderam com o esporte”, disse a professora.

 

 

 

 

0
0
0
s2sdefault

Fale Conosco

O seu canal de comunicação com o nosso site. Caso tenha dúvidas, sugestões ou solicitações de serviços, por favor, mande mensagem que teremos prazer em respondê-la.

Enviando...