Fazer uma oração, vestir a roupa social e caminhar cinco minutos em direção à Escola Municipal Cidade Vitória da Conquista, em Itapuã, é um roteiro constante na vida de Lourival Emídio da Silva, de 94 anos. Ele é aluno da instituição e participa do programa de Educação para Jovens e Adultos (EJA) no período noturno, onde estuda há dois anos. Lourival nasceu na cidade de Guarabira, na Paraíba, em 15 de setembro de 1923 e veio para a Bahia ainda moço, após ser dispensado do serviço militar no Exército, por não saber ler.
De lá pra cá, ele guardou na memória uma frase do oficial que o acompanhou no alistamento: "podem ser dispensados mas, se precisarmos, vamos buscá-los onde estiverem", mote que ficou na lembrança e o motivou a estudar para buscar uma vida melhor. "Ler e escrever é muito bom. Desde que comecei a estudar estou sentindo muita coisa. Sempre tive emprego 'mais ou menos' porque não sabia ler. A vida já mudou um bom bocado por causa do estudo", comentou, orgulhoso.
Aqui em Salvador, trabalhou em diversos ramos, mas sua última atividade remunerada foi de gari pela Empresa de Limpeza Urbana de Salvador (Limpurb), durante 15 anos. Com sete filhos, cinco netos e dois bisnetos, Seu Lourival se diz muito feliz por ter o apoio da família na empreitada dos estudos. Segundo sua professora, Eliene Fernanda, Lourival é um dos alunos mais dedicados da turma: já sabe escrever o nome, reconhece sílabas e está treinando para, em breve, estar engajado na leitura.
Mas não são apenas as ciências humanas e exatas que têm despertado o interesse do nonagenário. Através da escola, ele também foi pela primeira vez a um museu, o Palacete das Artes Rodin Bahia, na Graça, onde se encantou com a atmosfera do lugar. "Essa interação social faz com que eles venham para a escola. Ele é sempre um dos primeiros alunos a chegar, e não perde nenhum passeio ou festa. Além de museu, já o levamos ao circo e muitos outros espaços", afirmou a professora.
Na Escola Municipal Cidade Vitória da Conquista, duas turmas, cada uma com aproximadamente 25 alunos, se dedicam no período noturno à aprendizagem. Na faixa etária de seu Lourival ainda estudam mais dois alunos: um senhor com 93 anos e outro com 85 anos. Já na Escola Municipal Comunitária Cristo Redentor, no Rio Vermelho, outro caso bem sucedido é de Norberta Pereira de Assis, que aos 99 anos se dedica ao universo das letras e cursa o Tempo de Aprendizagem II (TAPII).
O segmento - Salvador possui turmas de alfabetização de jovens e adultos em 79 escolas. Para crianças a partir dos sete anos, são 322 unidades municipais que oferecem o Fundamental I, no mesmo processo de aprendizagem. A metodologia de ensino na alfabetização para o EJA e para as crianças é diferenciada, conforme o grau de conhecimento do aluno. Os professores trabalham em cima de um planejamento construído a partir de informações e análises, conforme as necessidades identificadas.
Com provas agendadas para 14h do próximo sábado (16), a 13ª edição da Olimpíada Brasileira de Matemática das Escolas Públicas (Obmep) contará com 978 alunos de 45 colégios da rede municipal de Salvador. Desses, 608 estudantes representam o nível Fundamental I e 370 o Fundamental II dessas instituições.
A Obmep tem como objetivo estimular o estudo da matemática desde o início da vida escolar, além de revelar novos talentos para a área. Por conta disso, as expectativas são altas para o desempenho dos estudantes soteropolitanos, visto que os baianinhos obtiveram desempenho destacado na última edição (2016), quando despontaram entre os dez melhores resultados da competição. O resultado final será conhecido no dia 22 de novembro.
Premiação - Seguindo o cronograma de premiações dos anos anteriores, os melhores colocados na Obmep receberão, no total, 500 medalhas de ouro, 1.500 de prata, 4.500 de bronze e 46.200 menções honrosas. A grande novidade da 13ª edição serão as premiações para estudantes de escolas particulares, que concorrerão a 25 ouros, 75 pratas, 225 bronzes e até 5.700 menções honrosas.
Nesta segunda etapa, os colégios têm o período entre os dias 14 e 22 de setembro para indicação dos professores que irão acompanhar os estudantes classificados.
A magia tomou conta do Centro Municipal de Educação Infantil Hélcio Trigueiro, localizado no bairro de Sete de Abril, na tarde desta quinta-feira (31). Crianças com idade entre dois e quatro anos se fantasiaram de personagens como Saci Pererê e Boi Bumbá para participar de uma série de atividades que faz alusão ao Dia do Folclore, celebrado no último dia 22 de agosto. O projeto "Brincando com o Folclore" visa resgatar a cultura popular e inserir as crianças neste contexto, apresentando a elas histórias e elementos que compõem este universo.
Através deste projeto, foram realizadas diversas ações na unidade durante todo o mês e hoje, finalização do ciclo, um encontro foi promovido com todos os alunos no pátio da escola, onde ocorreram momentos envolvendo encenação e contação de histórias. Professores e funcionários caracterizados integraram o encerramento das atividades como forma de aproximar as crianças das histórias e, através da ludicidade, estimular o desenvolvimento intelectual dos pequenos.
Fantasiada de boneca Emília, personagem épico da literatura de Monteiro Lobato, Joselice Guimarães Bastos, que é coordenadora da unidade escolar, enfatizou que todas as temáticas trabalhadas ao longo do ano culminam em apresentações artísticas. “Entendemos o Folclore como um quebra-cabeça, onde as peças vão se montando através de recursos como a música, lendas, parlendas e personagens. É o que representa nossa cultura, vida e identidade enquanto brasileiros”, destacou.
A gestora reforçou também a importância de estimular momentos de lazer variados para as crianças e o impacto positivo de atividades diferenciadas na formação delas enquanto cidadãos. “Trabalhar com teatro é uma maneira de resgatar nossa cultura, pois as crianças atualmente brincam muito com aparelhos eletrônicos e não tem esse momento de brincar e expandir seu conhecimento através da imaginação. Por conta da idade, eles ainda não conseguem representar, são muito tímidos, mas trazemos os personagens para que eles possam visualizar o que é o teatro e como as pessoas se comportam", finalizou.
Além da Emília, outros personagens também integraram a festa da criançada como o Boi Bumbá, que foi totalmente construído com a participação dos alunos no CMEI e a Dona Benta, representada por um integrante da unidade. Houve também apresentação das crianças que exibiram suas fantasias de Saci, baianas, Visconde de Sabugosa e Emília, além de máscaras do Boi Bumbá.
As inscrições para a 5ª edição do Concurso de Desenhos Infantis sobre Educação no Trânsito da Transalvador foram prorrogadas para o dia 16 de outubro. Até este prazo, escolas públicas e privadas podem inscrever alunos do 1º ao 5° ano, mediante o preenchimento do formulário, que está disponível no site: www.transalvador.salvador.ba.gov.br.
Na página também estão publicadas as normas do concurso. O formulário deve ser anexado ao desenho e levado pela escola, em envelope lacrado, à Gerência de Educação para o Trânsito, na sede da autarquia, localizada na Avenida Vale dos Barris, 501, Centro. A solenidade de premiação será agendada para nova data, ainda a definir.
A Escola Municipal Professor Carlos Formigli, no bairro de Tancredo Neves, convive com o desafio diário de despertar o interesse pelo aprendizado nos adolescentes e jovens submetidos ao internamento na Comunidade de Atendimento Socioeducativo de Salvador (Case-Salvador). Em busca da promoção da alfabetização e letramento desse público, com idade entre 12 e 21 anos incompletos, a equipe pedagógica da unidade tem promovido uma série de atividades lúdicas e culturais aos jovens privados de liberdade.
A mais recente delas foi um concurso de desenho, que premiou a melhor produção, com um kit de artes, em julho. Ao todo, dez desenhos foram selecionados e aguardam por um passeio que está sendo planejado pela direção da escola. A.C, de 16 anos, vencedor do primeiro lugar, fez uma gravura que representa a importância da coletividade para a construção do conhecimento. A equipe pedagógica da escola planeja transformar a peça artística vencedora em um emblema para o fardamento dos estudantes.
Para a vice-diretora do turno matutino, Renata Santos, o resultado é gratificante. “Esses meninos chegam aqui desanimados com a instituição. Saber que conseguimos despertar neles esse sentimento de comunidade e de coletividade é algo que não tem preço. Nosso objetivo maior com esse concurso foi, justamente, fazer com que eles notassem o quanto a presença de cada um deles tem um significado especial”, disse.
No final do ano passado, a escola promoveu a sua primeira formatura. Ao todo, 32 alunos usaram becas e chapéus produzidos pela equipe pedagógica da escola e receberam o certificado de conclusão da Educação de Jovens e Adultos I (EJA-I). A cerimônia contou com bolo, doces e salgados e muita música. Durante o evento, os alunos fizeram o tradicional juramento e homenagearam funcionários e pais, que acompanharam a cerimônia. A merendeira Alaíde Araújo foi uma das homenageadas.
Os formados são transferidos para um anexo do Colégio Estadual Roberto Santos, que também funciona dentro da Case e fornece educação para alunos do 6º ano do Ensino Fundamental II ao 3º ano do Ensino Médio. “É o início de uma nova etapa para eles e representa também a esperança de mudança de vida”, opina a vice-diretora, Renata.
PIBID – Desde o segundo semestre desse ano, mais uma importante iniciativa está ocorrendo na Escola Municipal Professor Carlos Formigli. Por meio do Programa Institucional de Iniciação à Docência (PIBID), cinco alunos do curso de Pedagogia da Universidade Estadual da Bahia (Uneb) estão tendo a oportunidade de conhecer o projeto político-pedagógico da instituição e de dar aula ao público da Case.
“Essa é a primeira vez que o PIBID é realizado aqui e é muito bom porque não só os alunos de Pedagogia conhecem a escola, como produzem trabalhos científicos sobre ela, apresentando assim a dinâmica da instituição para a sociedade. Além disso, o grupo do PIBID traz um olhar renovado e troca conhecimentos com todos nós, tanto com os adolescentes como com os profissionais que já atuam”, revela a vice-diretora do turno vespertino da escola, Eliane Souza.
A escola – A Escola Municipal Carlos Formigli foi fundada em 2002 e recebe o nome do diretor da Fundação da Criança e do Adolescente (Fundac) da época. A unidade tem seis salas de aula e uma sala de leitura. Ao todo, há dez professores que atendem, atualmente, 117 alunos em 12 turmas, seis pela manhã e seis pela tarde. Uma dessas turmas é multisseriada e funciona na Case Feminina.
A secretária Municipal da Educação, Paloma Modesto, reuniu-se nesta terça-feira (29) com o ex-secretário de Educação de Sobral (CE), Júlio Cesar da Costa Alexandre, que atualmente comanda a pasta dos Direitos Humanos, Habitação e Assistência Social da cidade cearense, que fica a cerca de 240 km de Fortaleza. A pauta do encontro foi à troca de experiências exitosas no ensino público com vistas a uma educação de qualidade.
“Foi uma reunião produtiva e inspiradora”, afirma Paloma Modesto. “As ações desenvolvidas em Sobral e os resultados provenientes desse trabalho compõem um exemplo estimulante e que aponta caminhos na busca pela excelência do ensino público”, argumenta, referindo-se ao trabalho desenvolvido em Sobral que elevou o Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb) dos Anos Iniciais de 4.0 em 2005 para 8.8 em 2015, quando registrou 6,7 nos anos finais. Nos dois casos, o município tem o maior Ideb do Brasil.
O secretário Júlio Cesar Alexandre, que é educador e foi diretor escolar, participou do processo desde 2005, quando assumiu a Secretaria de Educação da cidade. Segundo ele, as políticas implementadas têm como foco a alfabetização, a formação de professores e um forte pacto de todos pela aprendizagem do aluno. “A conversa de hoje estimulou um debate rico de ideias e mostrou que temos diretrizes comuns, como a mesma concepção metodológica de material de ensino, a formação continuada de professores e o foco na gestão de resultados”, frisou Paloma.
Participaram também da reunião a subsecretária Municipal de Educação, Rafaella Pondé, a diretora pedagógica da Smed, Joelice Braga, e a gerente de Gestão Escolar, Karen Sasaki.
Local será usado não só para colheita, mas também como espaço multidisciplinar
Os alunos da Escola Municipal Fernando Presídio, no bairro de Paripe, terão mais um motivo para ir às aulas: frutas e hortaliças. O centro educacional foi escolhido para receber, nesta sexta-feira (15), o projeto Horta Escolar, uma ação da Prefeitura que levará técnicas de plantios para escolas públicas da capital. A parceria entre a Secretaria da Cidade Sustentável e Inovação (Secis) e a Secretaria Municipal de Educação (Smed) faz parte de um projeto piloto, que pretende levar sustentabilidade para diversas escolas de Salvador. O plantio começa às 14h, com ajuda dos alunos.
O espaço, que tem área total de aproximadamente 200 m², foi dividido em dois quadrantes, um para hortaliças e outro de frutíferas. Serão cinco pitangueiras, cinco pés de acerola e cinco goiabeiras, além das mudas de salsa graúda, rúcula apreciatta, alface cinderela, quiabo e coentro. A programação conta com o plantio e um workshop para capacitar os funcionários do local a cuidar corretamente da horta. A Empresa de Limpeza Urbana de Salvador (Limpurb) fez a limpeza e a capinagem da área, para que a escola pudesse receber a horta.
Capacitação - Foi realizado um workshop para as pessoas que trabalham na escola entenderem o projeto. Durante a atividade, foram mostradas as necessidades do projeto, o objetivo da ação e a escolha das hortaliças, além da definição do Comitê Gestor da Horta, que ficará responsável pelo funcionamento do local. Além disso, antes do plantio, uma nova oficina acontecerá às 13h, com duração média de 40 minutos, para ajudar os professores a trabalharem na horta e ensinar técnicas de manejo. O workshop será ministrado pelas secretarias em parceria com a faculdade UNIJORGE.
O plantio de hortas urbanas já vem sendo feito pela Secis, a exemplo dos bairros Pituba e Itapuã. Dessa vez, a Smed será parceira no plantio, utilizando as hortas como espaços de aprendizado e atividades pedagógicas.
A Escola Municipal Vale das Pedrinhas ganhou, nesta segunda-feira (11), uma palestra sobre a Lei de Defesa do Consumidor (CDC), que comemora seus 27 anos. A iniciativa para cerca de 40 alunos, com idade entre 10 a 12 anos, foi promovida pela Diretoria de Ações de Proteção e Defesa do Consumidor (Codecon), vinculada à Secretaria Municipal de Ordem Pública (Semop). A Codecon atua de forma preventiva, realizando fiscalizações nos diversos segmentos de consumo, como bares, restaurantes, hotéis, bancos, farmácias.
Nessas ações são sempre verificadas questões de validade, acondicionamento de produto, obediência a lei dos 15 minutos e existência de placas antifumo. Além disso, o órgão recebe reclamações dos consumidores que tiveram algum problema na relação de consumo e tenta fazer a conciliação entre os envolvidos.
Na apresentação, o chefe do Setor de Divulgação da Codecon (Sediv), Antônio Carlos Souza, e a coordenadora do órgão, Eva Pestana, falaram sobre como a lei do consumidor tem tido papel preponderante no mercado de consumo, em especial no que diz respeito à disseminação do conjunto de informações necessárias à aquisição de produtos e/ou serviços dentro de um padrão de qualidade.
Também presente na oportunidade, o diretor do órgão, Alexandre Lopes, destacou como a instituição vem trabalhando para a aplicabilidade da lei. “Temos o Código de Defesa do Consumidor mais avançado do mundo e somos, certamente, o país em que o diálogo sobre a defesa do consumidor está mais em pauta. Por isso a Codecon busca sempre o diálogo com os comerciantes e consumidores, para que haja a aplicação da lei”, afirmou Lopes.
História - No dia 11 de setembro de 1990, o Código de Defesa do Consumidor virou lei. Na época, foi baseado em legislação de 14 países como Canadá, Espanha, Estados Unidos, México e Portugal. Até então, o Brasil não tinha normas que atendessem especificamente aos consumidores. Com a vigência do novo código, sugiram os Procons e outras entidades de defesa do consumidor. Empresas criaram ouvidorias ou serviços de atendimento ao consumidor, que mudaram as relações de consumo.
O israelense Miki Hayat, que aprendeu a arte da capoeira aqui em Salvador, há mais de 15 anos, e que faz a difusão dessa prática em vários recantos do mundo, visitou, nesta terça-feira (29), quatro unidades escolares da rede municipal de ensino que adotam a prática, entre elas a Escola-Laboratório (Escolab), no bairro de Coutos. O visitante não escondeu o entusiasmo e nem poupou elogios às instituições que adotaram a capoeira como elemento mediador do respeito mútuo, disciplina e companheirismo, além de valores relacionados à convivência pacífica e harmônica.
O capoeirista explicou que optou pelas crianças por considerar que elas representam o futuro da humanidade e pela capacidade que esse segmento tem de assimilar valores capazes de mobilizar e melhorar o mundo. O israelense também demonstrou interesse em saber como se processa o trabalho da capoeira nas escolas municipais. Por essa razão, ele contou com o suporte do coordenador pedagógico do Projeto Ginga, Irênio Figuer, responsável pela formação de centenas de crianças que estão matriculadas regularmente na rede municipal de educação.
Segundo o coordenador pedagógico do Ginga, nas últimas décadas o mundo vem experimentando um interesse pela capoeira como elemento de suporte educativo, notadamente nos Estados Unidos, Europa e Japão, com o reconhecimento de "uma arte brasileira", de acordo com expressão usada pelo próprio Miki Hayat durante entrevista numa das escolas que visitou. Irênio Figuer destacou que todo apoio tem sido dado pelo grupo Ginga, ofertando calças, camisas, sandálias para a prática da capoeira, além do suporte técnico para as os alunos da rede municipal.
Atividades - Buscando incentivar a prática de atividade física regular aliada aos trabalhos em sala de aula, a Secretaria Municipal da Educação (Smed), em parceria com o projeto Ginga, conta com a capacidade de atender até mil alunos e contempla quatro escolas - Escola Francisco Leite, em Águas Claras; Escola Arlete Magalhães, em Castelo Branco; Escola Laboratório (Escolab) da Boca do Rio, e a Escolab de Coutos. Há relatos sobre a melhoria da qualidade, capacidade e rendimento dos participantes, por parte de pais ou responsáveis, professores e diretores.
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