Cultura

0
0
0
s2sdefault

O Monumento ao Dois de Julho, situado na praça homônima, no Campo Grande, teve processo de tombamento aberto pela Fundação Gregório de Mattos (FGM) na última segunda-feira (2). Enquanto o processo não for concluído, a escultura vai permanecer em regime de tombamento provisório, medida que garante preservação e proteção ao bem.

Com a abertura do processo, um dossiê técnico deve ser preparado em um prazo de até 36 meses. Depois de pronto, o documento é encaminhado ao Conselho Consultivo do Patrimônio para análise e emissão de parecer (nos casos favoráveis). Uma vez tombado, uma série de ações será planejada para que a centenária peça artística seja preservada.

História – Criado na Itália pelo artista italiano Carlo Nicoli y Manfredini, e inaugurado em 1895, o Monumento ao Dois de Julho mede 25,86 metros e possui uma estética neoclássica. Quem passa pelo Campo Grande, enxerga de longe a imponente peça, constituída de pedestal de mármore de Carrara, onde se assenta uma elegante coluna de bronze.

A principal personagem da composição é um caboclo com 4,1 metros de altura munido com arco e flecha e armado com uma lança, matando um dragão – uma metáfora à tirania portuguesa. O indígena representa a identidade, a nacionalidade e a liberdade do povo brasileiro que lutou pela independência. Na base da coluna estão uma escultura de mulher representando a Bahia e outra em referência à Catharina Paraguaçu, a índia tupinambá, mulher de Caramuru, com o lema “Independência ou Morte” no escudo.

Ainda integram a riqueza de detalhes do monumento símbolos e ícones que representam batalhas, nomes de heróis e os principais rios da Bahia, São Francisco e Paraguaçu. Sem falar da cachoeira de Paulo Afonso, as águias e leões instalados na estrutura, que significam liberdade e república. Há também oito candelabros, de sete metros, adaptados para iluminação a gás, além de mosaicos com referências a eventos da História do Brasil.

Restauro – Em setembro, o monumento foi entregue novamente à cidade após ter passado por um reparo que durou seis meses. Com investimento de R$ 829 mil, a restauração do Monumento ao Dois de Julho envolveu a reposição de peças danificadas e furtadas, limpeza e pinturas, além da recuperação da pavimentação, dos postes e luminárias que cercam o monumento.

Foram repostos mais de 200 quilos de peças em bronze que foram roubadas. Além disso, foi instalada próxima à composição artística uma placa com QR Code, por meio da qual a população poderá acessar todas as informações históricas do monumento. A iniciativa faz parte do projeto #Reconectar, desenvolvido pela FGM.

Desde a entrega, a peça passou a ser vigiada 24 horas por dia por uma base da Guarda Civil Municipal em funcionamento no Campo Grande. O local também conta com um sistema de videomonitoramento, visando coibir a ação de vândalos.

0
0
0
s2sdefault
0
0
0
s2sdefault

O Carnaval de Salvador acabou, mas a programação cultural da cidade segue agitada, neste fim de semana, nos espaços e projetos da Prefeitura. Neste sábado (29), a Secretaria de Municipal de Trabalho, Esportes e Lazer (Semtel) finaliza o Bailinho de Carnaval 2020, com diversas atividades voltadas para o público infantil, incluindo o projeto Ruas de Lazer. O evento acontecerá na Rua Vila Operária, das 14h às 17h, no bairro de Boa Viagem.

 O Teatro Gregório de Mattos (TGM), no Centro, funciona normalmente no fim de semana, das 14h às 19h, com a exposição AUSS & AUSS, que apresenta a exposição com realidade virtual para o público do universo gamer. O vizinho Espaço Cultural da Barroquinha retoma a exposição Orixás da Bahia, com estátuas em tamanho natural de divindades africanas esculpidas em papel machê. A visitação pode ser feita das 14h às 19h.

 O Espaço Cultural Boca de Brasa Centro, ao lado do Espaço da Barroquinha, recebe o lançamento do Diálogos Boca de Brasa, que terá o tema “A estética como forma de empoderamento”. O evento acontece neste sábado (29), a partir das 18h30, e o projeto visa se tornar um espaço de produção e conhecimento coletivo que é inserido através das narrativas apresentadas pelos artistas.

 Museus – A Casa do Carnaval, na Praça Eusébio de Queiroz, no Centro Histórico, funciona normalmente, das 11h às 19h, com o acervo permanente e tecnológico sobre a maor festa popular de rua do planeta. O valor do ingresso é de R$30 (inteira) e R$15 (meia).

 Outra opção de visitação é a A Casa do Rio Vermelho – Jorge Amado e Zélia Gattai, na Rua Alagoinhas, 33, aberto das 11h às 17h para visitação da residência onde viveu o casal de escritores. O valor do ingresso é de R$20 (inteira) e R$10 (meia).

 Quem estiver pela Barra pode aproveitar para conhecer os espaços Carybé das Artes, no Forte São Diogo, e Pierre Verger da Fotografia Baiana, no Forte Santa Maria, que funcionam normalmente, das 11h às 19h. O valor do ingresso é de R$20 (inteira) e R$10 (meia), que dá direito a conhecer os dois ambientes.

 Até o dia 5 de abril, haverá exposição fotográfica gratuita no Espaço Fragmentos do Espaço Pierre Verger da Fotografia Baiana, em frente ao Forte de Santa Maria, com o tema “Nexos. A relação com a alma da cidade”. O objetivo da exposição é oferecer aos visitantes uma experiência íntima da cidade reunida em um olhar único.

 Parque da Cidade – O espaço localizado no Itaigara tem funcionamento normal, das 8h às 22h. Neste domingo (1°), a partir das 14h, acontecerá a primeira edição do Louvor no Parque, que conta com a atração do Universo Kids e Edi Farias. O evento é gratuito.

0
0
0
s2sdefault
0
0
0
s2sdefault

Comemorada na quinta-feira anterior ao Carnaval, a Lavagem de Itapuã completa 115 anos nesta quinta-feira (13). Promovida por baianas, trajadas a caráter, que levam potes de cerâmica com água de cheiro e flores para lavar a escadaria da igreja de Nossa Senhora da Conceição de Itapuã, a manifestação cultural é o último evento popular que antecede o Carnaval no calendário oficial de festas de Salvador. A festa é apoiada da Prefeitura, por meio da Empresa Salvador Turismo (Saltur).

As primeiras ações já começam às 2h, quando os moradores saem pelo bairro atrás do Bando Anunciador, que convida a comunidade a sair das próprias casas para participar da festa. Às 10h, será iniciado o cortejo das baianas em direção à igreja, onde acontece o ponto alto da festa. À tarde, é a vez dos blocos de chão fazerem a folia, arrastando milhares de foliões pelas ruas do bairro.

Após a lavagem das escadarias da igreja, localizada na Praça Dorival Caymmi, o ritual segue com samba de roda envolvendo toda a comunidade. Por volta das 12h, cerca de 200 baianas realizam a segunda lavagem na frente da igreja. A parte profana é sempre no turno da tarde e estende até à noite com desfile de blocos e bandas.

A festa dura mais três dias com uma programação que mescla atividades religiosas e culturais. Na sexta (14), atrações locais se apresentam no bairro em clima de ressaca. Já o sábado (15), será marcado por diversas práticas náuticas esportivas e ainda pelo Terno de Reis, manifestação cultural histórica feita por moradores locais, a partir das 18h. As celebrações chegam ao fim na segunda-feira (17), com a entrega de uma oferenda a Iemanjá, a partir das 15h, e uma peixada nativa, às 18h, na sede da Associação dos Moradores do bairro.

História – Surgida no século XIX, a Lavagem de Itapuã ocorria sempre no dia 2 de fevereiro, fruto de uma devoção dos pescadores à Nossa Senhora da Purificação. A partir da década de 1930, passou a ser realizada como devoção à Nossa Senhora da Conceição de Itapuã, na quinta-feira que antecede o Carnaval. Oficialmente, a festa completa 115 anos em 2020, mas, segundo o pesquisador Nelson Cadena, autor do livro “Festas Populares da Bahia. Fé e Folia”, o registro mais antigo do evento é de 1898, com atividades como a chegança e o quebra-potes.

No início havia também uma romaria de pescadores com oferenda à Iemanjá, antes mesmo da festa em reverência à orixá começar a ser realizada no Rio Vermelho. O ritual permanece, ainda que com menor repercussão. A Lavagem de Itapuã tem uma singularidade importante: a resistência do Bando Anunciador, que segundo o pesquisador, é a única manifestação das festas populares de Salvador que se mantém por décadas.

 

Programação da quinta-feira (13)

02h – Bando Anunciador

05h – Lavagem Nativa

06h – 2ª Corrida do Feijão do Serjão

10h – Cortejo das Baianas

10h05 – Manifestações Culturais

10h25 – Escola de Samba Unidos de Itapuã

10h35 – Kitut com Cerveja

10h45 – Kimbaila Erê

10h55 – Bloco dos Cornos

11h05 – Turma do Realise

11h15 – Ecoar dos Tambores

11h25 – Chabisc

11h35 – Malê de Balê

11h45 – Ginga e Remandiola

11h55 – Nem te Conto

12h05 – Celso Som

12h15 – Puxada Itapuanzeira

12h25 – Pipoca de Oxeturá

12h35 – Pinauna Power

12h45 – Amigos pelo Samba

12h55 – Sambeleza

13h05 – Itatri

13h15 – Chaveirinho do Arrocha

13h25 – Arrastão Pode Pá

13h35 – Bloco Bom D+

13h45 – Arrastão Beath XXI

13h55 – Turma da Jacutinga

14h05 – As Santinhas

0
0
0
s2sdefault
0
0
0
s2sdefault

Para quem ainda não conhece o acervo oriundo de países africanos e/ou a história da Casa do Benin, essa será uma grande oportunidade. O espaço, que é administrado pela Fundação Gregório de Mattos (FGM), na Rua Padre Agostinho Gomes, 17, no Pelourinho, passa a ter dias de visitação guiada gratuita: de terça-feira a sábado, no horário das 11h, 13h e às 15h.

O equipamento dispõe uma equipe com quatro profissionais qualificados que vão apresentar para os visitadores peças artísticas feitas com materiais diversos, como madeira e cerâmica. A visita guiada dura de 30 a 50 minutos.

De acordo com o responsável pela administração do espaço, Igor Tiago, há dois tipos de público que costumam visitar o local. “Temos visitantes que querem conhecer a história do acervo, e outros que estão interessados na arquitetura e vêm para Casa do Benin conhecer o projeto da arquiteta modernista Lina Bo Bardi”, afirma. O espaço recebe cerca de 400 visitantes por mês na baixa estação, e 900 visitantes na alta estação, que compreende os meses de verão.

A visitação guiada pode ser feita com um grupo de até 20 pessoas. A instituição e/ou pessoa física que tiver interesse em fazer uma visita coletiva ou individual deve entrar em contato com o espaço através da página da Casa do Benin no Instagram (@casadobenin) ou do telefone (71) 3202-7890 para agendar o dia e o horário que pretende ir ao local

0
0
0
s2sdefault
0
0
0
s2sdefault

O Carnaval 2020 chegou ao fim, mas a economia de Salvador vai continuar aquecida com o turismo de negócios graças ao Centro de Convenções, inaugurado em janeiro pela Prefeitura. Esse ano, 50 eventos já estão confirmados para o local, segundo a Secretaria de Cultura e Turismo (Secult). O primeiro deles será um corporativo da Polishop, já no próximo mês de março, com previsão de reunir quatro mil pessoas de todo o país.

 Também já foram confirmados o Afropunk, a Bienal do Livro da Bahia, a Superbahia Feira de Supermercados e a Yes Show Room – feira de móveis que ocorrerá pela primeira vez na capital baiana. Para 2022, 32 eventos já estão prospectados e outros estão agendados para até 2024, incluindo grandes congressos da área médica, alguns mundiais, outros latino-americanos, sul-americanos e nacionais.

 “Estamos na expectativa de iniciar a montagem do primeiro evento no Centro de Convenções logo na primeira semana após o Carnaval. Essa é uma demonstração clara de que, passado o verão e a folia, que é o grande apogeu do turismo, a cidade vai continuar aquecida, resolvendo de uma vez por todas a sazonalidade, fazendo com que na baixa e média estação mantenhamos esse fluxo tão importante para a economia de Salvador”, afirma o titular da Secult, Cláudio Tinoco.

 Movimentação econômica – A expectativa é que as grandes feiras e congressos gerem entre mil e 2 mil empregos temporários na cidade. Além disso, a Prefeitura e o trade turístico calculam que o novo Centro de Convenções de Salvador proporcionem uma movimentação econômica de até R$500 milhões por ano nos 50 setores ligados ao turismo, desde a rede hoteleira, bares e restaurantes, até agências de viagem, serviços de transporte e comércio informal.

 “O Centro de Convenções de Salvador é uma das ferramentas mais importantes para o turismo da capital e do Estado. Todos os dias os turistas costumam ir aos bares e restaurantes, inclusive para fortalecer o networking. Esse ano, eu acredito que haverá um crescimento, ainda que tímido, mas a partir do ano que vem o movimento nesses estabelecimentos deve começar a ganhar um equilíbrio significativo na baixa estação”, prevê Daniel Alves, presidente do Conselho Administrativo da Associação Brasileira de Bares e Restaurantes na Bahia (Abrasel - Bahia).

 Entretenimento – Mesmo no quesito entretenimento, a ressaca do Carnaval será bem curta, porque a cidade não para. Uma série de atividades já está programada para o mês de março, dentro da estratégica da gestão municipal de manter uma agenda de eventos ativa durante todo o ano, incentivando o turismo e o desenvolvimento econômico da cidade.  

 Uma delas será o evento de Moda Urbana Descolada, o Mude, com a participação de lojas e do polo gastronômico do Centro Histórico. O evento será lançado pela Diretoria de Gestão do Centro Histórico de Salvador (DGCH), vinculada à Secult, e terá workshop de moda, maquiagem e desfile com as roupas comercializadas no Pelourinho.

 “O local tem uma moda muito peculiar, não apenas para turistas, mas também para os soteropolitanos, que precisam conhecê-la melhor. No evento, vai haver consultoria de estilo pessoal, vai ser muito bacana”, conta a diretora de gestão do Centro Histórico, Eliana Pedroso.

 Ainda em março, na semana de aniversário da Salvador, haverá o Festival da Cidade com uma série de atrações artísticas, culturais, esportivas e de lazer. Todo ano, o evento conta com passeios ciclísticos, feiras, além de shows em alguns pontos da cidade. Ambas programações ocorrem no mesmo mês em que são retomadas as atividades do projeto #VemproCentro, em fomento ao desenvolvimento do bairro como polo atrativo de cultura e lazer.

 

Na primeira semana de abril, o Centro Histórico volta a ser palco de evento com uma grande apresentação em comemoração ao mês da dança. O evento se chamará Dança Sem Limites e vai reunir dançarinos de toda a Bahia.

 

0
0
0
s2sdefault
0
0
0
s2sdefault
A Prefeitura, através da Fundação Gregório de Mattos (FGM), publicou nesta quarta-feira (5) o Edital de Chamamento Público Viva Cultura 2020, para concessão de incentivos fiscais a projetos artísticos e culturais realizados em Salvador. Serão destinados recursos da ordem de R$ 5,5 milhões, em renúncia fiscal, para propostas no valor máximo de R$ 500 mil em todas as áreas culturais.
 
As inscrições seguem até o dia 30 de setembro deste ano, ou enquanto houver recursos disponíveis, e poderão ser realizadas pelo site www. vivacultura. salvador. ba. gov. br, onde o edital completo pode ser consultado.
 
Podem ser contemplados projetos de diversas áreas, como Arquivos, Artesanato, Arte de Rua, Artes visuais, Audiovisual, Bibliotecas, Circo, Cultura Digital, Cultura Popular, Culturas Identitárias, Dança, Design, Espaços Culturais, Festivais de Artes e Cultura, Fotografia, Gastronomia, Hip-hop, Literatura, Moda, Museus, Música, Patrimônio e Teatro.
 
Serão habilitados apenas projetos apresentados com antecedência de, pelo menos, 90 dias da data prevista para o início da pré-produção. Podem participar pessoas físicas maiores de 18 anos, residentes em Salvador há pelo menos dois anos e que desenvolvam atividades culturais por igual período, no mínimo; Microempreendedores Individuais (MEI) certificados para atividades do campo da cultura; e instituições privadas com e sem fins lucrativos, de finalidade cultural e que tenham atuação há, no mínimo, dois anos.
 
Após habilitados, os projetos serão encaminhados para avaliação de pareceristas credenciados. Posteriormente, passarão pelas fases de análise, validação dos pareceres e aprovação pela Comissão de Avaliação de Projetos Culturais.
 
Mecanismo – Na prática, após a transferência do recurso para o projeto cultural aprovado, o contribuinte incentivador, pessoa física ou jurídica, recebe o Certificado de Incentivo ao Desenvolvimento Cultural (CIDEC) correspondente a 80% do valor por ele concedido ao projeto, sendo que 20% devem ser de recursos próprios. O cálculo é válido para o Imposto Sobre Serviços de Qualquer Natureza (ISS) e o Imposto Sobre a Propriedade Predial e Territorial Urbana (IPTU).
 
Os recursos do programa Viva Cultura podem ser destinados à promoção de diversos tipos de ações, tais como pesquisa ou edição de obras, produção de atividades artístico-culturais, campanhas de difusão, preservação e utilização de bens culturais, concessão de prêmios de mérito cultural, dinamização de espaços, apoio a grupos artísticos e  a projetos plurianuais de instituições culturais. Além de outras ações consideradas relevantes, respeitando os princípios e objetivos das disposições legais e regulamentares relativas ao programa.
 
Na análise e avaliação dos projetos, serão observados aspectos como interesse público, mérito técnico e conceitual, contribuição para o desenvolvimento das cadeias produtivas da cultura, viabilidade de execução e razoabilidade orçamentária, abrangência territorial, estímulo à diversidade, sustentabilidade e perspectiva de continuidade.
0
0
0
s2sdefault
0
0
0
s2sdefault

O espetáculo "Simplesmente Elas" completa um ano em cartaz e o mês da mulher em curta temporada no Teatro Módulo, na Avenida Magalhães Neto. Serão quatro finais de semana, de 13 de março a 4 de abril, sempre às sextas e sábados, às 20h, com ingressos a R$50 e R$25 (meia). O musical, que tem apoio da Prefeitura por meio do programa Viva Cultura, traz uma abordagem poética e bem-humorada do rico universo feminino e que flerta com o teatro de revista.

Apresentado pelas atrizes Cristiane Mendonça, Evelin Buchegger e Luisa Proserpio, sob a direção de Marcelo Praddo, o espetáculo conta a história de três mulheres de idades diversas, personalidades ímpares e complementares, que ensaiam um musical no camarim de um teatro. Enquanto esperam, essas atrizes estabelecem uma conversa íntima e passeiam por temas como envelhecimento, amor, maternidade, mercado de trabalho, sexo e empoderamento.

Elaborado pelo ator Eduardo Albuquerque, o roteiro é uma colagem de textos, crônicas, poemas e músicas de autoras e compositoras brasileiras, como Lya Luft, Elisa Lucinda, Fátima Guedes, Rita Lee e Malu Magalhães. São feitas, também, referências a situações vivenciadas pelas próprias atrizes, sempre misturando ficção e realidade, sonho e fantasia. As coreografias são de Bárbara Barbará e os arranjos e direção musical são assinados por Luciano Salvador Bahia.

0
0
0
s2sdefault
0
0
0
s2sdefault

O novo prédio da Secretaria Municipal de Sustentabilidade, Inovação e Resiliência (Secis), localizado na Rua da Grécia, no bairro do Comércio, exibe, até a próxima terça-feira (18), a exposição Clube das Caretas, do artista baiano Felipe Silva. O trabalho, exposto no 3º andar, é um tributo ao Carnaval e mostra nas telas elementos tradicionais da festa. A entrada é gratuita e as obras podem ser visitadas, exceto no sábado e domingo, das 9h às 12h e das 13h às 17h.

A mostra é a primeira a ser acolhida pela Secis que, segundo André Fraga, titular da pasta, pretende abrir espaço para mais manifestações culturais desse tipo. “O novo prédio da Secis é um lugar para as pessoas. Vamos cedê-lo para manifestações culturais e eventos que tenham o intuito de construir uma relação de pertencimento do cidadão com o local”, afirmou.

Essa é terceira exposição de Silva, que já havia apresentado obras no Shopping Paseo, localizado no Itaigara, e no Shopping da Bahia. Entre fotografias, ilustrações, quadros e várias outras formas de arte, ele já coleciona mais de 400 obras em seu acervo, todas disponíveis no site artedepi.com.

“O Clube das Caretas é uma homenagem ao Carnaval de maneira geral. Por isso, traz elementos tradicionais que não se vêem mais com tanta frequência nas ruas como a Colombina, o Cacique e o Pierrot”, contou o artista

0
0
0
s2sdefault
0
0
0
s2sdefault

A primeira semana de exposição do Circuito Expositivo, Imersivo e Interativo AUSS & AUSS XP tem sido um sucesso. Desde 29 de janeiro, 300 pessoas já visitaram a exposição. AUSS & AUSS é uma ficção cientifica que conta a história dos gêmeos de uma família que, após uma suposta 3ª guerra mundial, inventam um sistema que utiliza música, emoções e experiências imersivas para produzir energia e fundar a companhia que dá nome ao espetáculo.

A exposição aproxima o público do universo gamer, realidade virtual, realidade aumentada e questões da tecnologia, tornando esses meios formas artísticas que são tendências mundiais. Felipe Dias, Gerente de Promoção Cultural da Fundação Gregório de Matos (FGM), falou sobre a iniciativa. “É um esforço aproximar o público desse universo. A iniciativa de Nikima, artista baiano que desenvolveu um produto próprio, dialoga com a música muito intimamente,” contou.

“A exposição está se provando um verdadeiro sucesso, com pessoas experimentando pela primeira vez a realidade aumentada. Está sendo bem bacana. Estamos caminhando certo no que a gente pensou quando escolhemos o AUSS & AUSS”, acrescentou Felipe.

O pequeno Rafael Cerqueira, de 10 anos, contou o que gostou na exposição. “Achei mais legal a parte de tocar música porque é muito interessante você pode fazer sua própria música, poder fazer seus próprios ritmos", afirmou.

AUSS & AUSS também serve de inspiração para estudantes como Hugo Gomes, aluno de física, que pretende usar a tecnologia futuramente. “Eu nunca vi uma exposição sobre realidade virtual. Gosto de conhecer esse tipo de evento. Como faço licenciatura e quero desenvolver trabalhos que usem a realidade virtual na sala de aula, achei interessante a proposta”, disse.

O Circuito Expositivo, Imersivo e Interativo AUSS & AUSS XP está em cartaz na Galeria da Cidade no Teatro Gregório de Mattos até o dia 10 de maio, de quarta à domingo, das 14h às 19h, com entrada gratuita. Classificação indicativa: 6 anos.

0
0
0
s2sdefault

Fale Conosco

O seu canal de comunicação com o nosso site. Caso tenha dúvidas, sugestões ou solicitações de serviços, por favor, mande mensagem que teremos prazer em respondê-la.

Enviando...