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Texto: Ascom FGM

A Galeria da Cidade, no Teatro Gregório de Mattos, no Centro de Salvador, abre espaço para a exposição “Pinóia”, do artista visual Daniel Barreto, a partir das 18h da próxima quarta-feira (14), com entrada gratuita. A mostra apresenta um conjunto de obras que transitam entre pintura, memória e imaginação, em composições que articulam o figurativo e o abstrato por meio de figuras híbridas, gestos gráficos e camadas simbólicas.

Na exposição, o artista constrói imagens que parecem unir diferentes tempos e narrativas, convidando o público a uma observação mais atenta e sensível. As obras dialogam com temas clássicos da história da arte, revisitados a partir de sobreposições de temporalidades e experimentações pictóricas.

Natural de Volta Redonda (RJ), Daniel Barreto tem a pintura como principal campo de investigação. Designer gráfico de formação, é fundador do coletivo Merah Studio, no Rio de Janeiro, onde vive e trabalha. Sua produção aborda naturezas-mortas, retratos e paisagens, reinterpretados por meio de camadas, gestos e construções simbólicas.

Os trabalhos do artista integram o acervo do Museu Nacional de Belas Artes e já foram apresentados em feiras e exposições como ArtRio, SP-Arte e Arte Core, além de mostras individuais no Rio de Janeiro e em São Paulo.

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Reportagem: Mateus Soares / Secom PMS

Vivendo o seu primeiro verão, a Nova Orla de Pituaçu já se consolidou como um espaço ideal para o lazer em família e amigos, para a prática esportiva ou, simplesmente, para apreciar as belezas naturais de Salvador, ampliando as opções de convivência para moradores e turistas. Um dos principais atrativos do espaço é o leque de restaurantes implantado entre Boca do Rio e Patamares, que apostam na diversidade de sabores e na valorização de empreendedores locais, criando um roteiro gastronômico que vai da comida baiana à cozinha contemporânea.

Atualmente, 10 quiosques já estão em funcionamento ao longo da orla, entre eles três baianas de acarajé, além de operações como Chopp Brahma, Mr. Coco Creperia, Sunna Fresh Food, Botequim Beach, Capelinha, Samba Social Clube e Ó Paí Ó. Juntos, esses espaços formam um circuito gastronômico que atende diferentes perfis de público, desde quem busca refeições rápidas após a prática de atividades físicas até quem prefere sentar à beira-mar para aproveitar petiscos, música e encontros ao longo do dia e da noite.

Segundo o diretor da Orla Brasil, Eduardo Sampaio, o movimento registrado desde a implantação do projeto tem superado as expectativas e demonstra o potencial econômico e turístico da iniciativa. “Os operadores, tanto dos restaurantes quanto dos quiosques, estão muito satisfeitos, com um movimento excelente, e isso é só o começo. Hoje temos dez quiosques ativos e já estamos em conversa para abrir outros”, afirmou.

Ele destacou que a proposta foi pensada para oferecer um mix gastronômico e cultural, reunindo diferentes estilos de culinária e programação musical, além de opções mais saudáveis, como o Sunna, voltado para quem frequenta a orla para atividades físicas. “Nosso objetivo é oferecer diversidade, para que soteropolitanos e turistas encontrem aqui opções de comida, cultura e lazer, com espaço para todos”, completou Eduardo Sampaio.

Opções - Entre os destaques do roteiro está o Samba Social Clube, que trouxe para Salvador uma proposta já conhecida na orla de Copacabana, unindo samba de raiz e gastronomia. O sócio Júlio César Ventura Sérgio explicou que a ideia foi adaptar a experiência ao público baiano, respeitando a identidade local. “A gente veio do Rio de Janeiro para trazer para Salvador a essência do Samba Social Clube, com a proposta de fazer um samba 24 horas, reunindo turistas e moradores em um ambiente de resenha, conversa, petisco e samba”, disse.

No cardápio do Samba Social Clube, a mistura aparece em pratos como camarão, peixe, moqueca e bolinho de bacalhau, além de caldinhos que dialogam com o paladar local. “A partir do verão, vamos fazer ajustes no cardápio, misturando o tempero carioca com o tempero baiano”, acrescentou o empresário.

Desde a última quarta-feira (7), o espaço funciona durante toda a madrugada soteropolitana, com atendimento 24 horas. "A ideia é que as pessoas saiam de uma festa, passem por aqui para encerrar a noite, ouvir o som do mar, bater um papo, comer algo e depois ir descansar”, contou o empresário Júlio César.

Outro exemplo dessa valorização da culinária popular é o Botequim Beach, instalado logo no início da praia do Corsário. O espaço aposta em uma proposta que remete às antigas barracas de praia, com pratos simples e tradicionais. “Pensamos o cardápio com a ideia de resgatar a barraca de praia de antigamente, trazendo uma culinária simples, de boteco, junto com a praia”, explicou o sócio Lucas Carvalho.

Entre as opções estão caranguejo, moqueca, iscas e o peixe frito, preparado com peixe vermelho e pensado para compartilhar. Além da gastronomia, o quiosque também investe em programação musical e eventos, integrando comida, música e convivência.

"Nesse início, a proposta é ter DJ às sextas, sábados e domingos, além de eventos e samba. Já estamos produzindo rodas de samba e recebendo atrações como a Amendoada do Buja, da Timbalada, e já nos organizamos para funcionar durante as 24 horas do dia. Então convidamos as pessoas a curtirem conosco a praia do Corsário”, emendou Lucas Carvalho.

Benefícios - Além de ampliar as opções de lazer e alimentação, o roteiro gastronômico da nova orla de Pituaçu tem impacto direto na economia local, ao fortalecer pequenos empreendedores, gerar empregos e estimular o turismo. “A nova orla de Pituaçu é um espaço para quem mora em Salvador ter mais qualidade de vida e para quem nos visita viver uma experiência ainda mais completa. Aqui, a gente une paisagem, lazer, cultura e gastronomia, valorizando empreendedores locais e criando um ambiente seguro e acolhedor", pontuou a vice-prefeita e secretária municipal de Cultura e Turismo (Secult), Ana Paula Matos.

“A orla passa a ser um lugar de encontro, de convivência e de orgulho para a cidade, onde soteropolitanos e turistas podem viver Salvador de forma mais próxima, mais humana e mais vibrante. Isso fortalece nossa economia, o turismo de sol e mar, e incentiva os visitantes a permanecerem na cidade para além dos períodos festivos”, completou a titular da Secult.

Aprovada - A diversidade de sabores e formatos tem sido percebida e aprovada por quem frequenta a Nova Orla da capital baiana. A empresária Elia Trindade, baiana que mora em São Paulo e passa férias em Salvador, falou sobre a praticidade e a variedade do espaço. “O que mais me chamou atenção foi essa mistura. Tem comida baiana, frutos do mar, opções mais leves e também aquele boteco clássico. Dá para vir várias vezes e nunca repetir o cardápio. Em um só lugar você encontra várias culinárias, com vista para o mar, sem precisar ficar rodando a cidade atrás de restaurante”, relatou.

Com poucos dias na cidade, a arquiteta Sônia Macêdo, turista de Belém, também apontou a diversidade como um diferencial. “Vim com amigos e cada um pediu uma coisa diferente. Um queria peixe frito, outro preferiu algo mais leve, e todo mundo ficou satisfeito. Essa variedade faz muita diferença. Dá para vir com a família inteira, porque agrada quem gosta de comida típica, quem prefere petisco e até quem busca algo mais saudável”, afirmou.

Acesse a galeria de fotos: https://comunicacao.salvador.ba.gov.br/roteiro-gastronomico-nova-orla-de-pituacu/ . 

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Reportagem: Ana Virgínia Vilalva / Secom PMS

A Coordenadoria de Salvamento Marítimo (Salvamar), vinculada à Secretaria Municipal de Ordem Pública (Semop), registrou quase 80 casos de resgate devido a afogamento nas praias de Salvador este ano.

Somente nos quatro primeiros dias do ano, 57 ocorrências de afogamento foram registradas, além de 24 pessoas perdidas nas praias. E mais 20 casos de afogamento foram notificados da última segunda-feira (5) até essa sexta-feira (9).

O número chama a atenção, por ser mais do que o dobro dos casos de resgate registrados durante todo o mês de janeiro de 2025, quando a autarquia contabilizou 34 ocorrências.

“Esse foi um número grande de ocorrências durante o início do ano, mas a gente entende que com essa onda de calor que tivemos, as pessoas acabaram procurando realmente a praia”, afirma o coordenador da Salvamar, Kailani Dantas.

O coordenador destaca a importância da população procurar praias que tenham salva-vidas. “A equipe está atuando em todos os momentos, trabalhando nos postos, com rodas intensivas e ostensivas também, dando total segurança à população de Salvador”, diz.

A Salvamar também realiza a distribuição de pulseiras de identificação nas praias para crianças, especialmente em Piatã. “A gente pede que os banhistas procurem salva-vidas nos postos para que solicitem as pulseiras e coloquem nos seus filhos”, completa o coordenador.

Dicas - Com atuação nas praias há três anos e meio, o salva-vidas Pedro Henrique Nascimento, 45 anos, dá conselhos para banhistas em um perfil nas redes sociais (@segueosalva). Algumas das dicas são ficar perto de um posto de salva-vidas, verificar se a estrutura está ativa e perguntar qual o melhor local para banho ao salva-vidas presente. “Se não tiver salva-vidas, indico procurar algum barraqueiro e pedir indicação, pois eles estão todos os dias na praia e podem sugerir locais menos perigosos”, afirma Nascimento.

O salva-vidas também orienta nunca entrar no mar em frente a uma bandeira vermelha, que significa alto risco (perigo). “Uma coisa importante é: se não sabe nadar, água no joelho está perfeito. Se sabe nadar, no máximo água na cintura. Como dizemos: ‘Água no umbigo, sinal de perigo’. Se ingerir bebida alcoólica, evitar o banho de mar. E prestar atenção às crianças, não deixar sozinhas. De acordo com as regras internacionais de Salvamento Aquático, a distância correta de uma criança para o responsável é de um braço”, diz.

O profissional conta que as dicas auxiliam no trabalho dos salva-vidas. “É um trabalho de formiguinha, mas acredito que, se uma pessoa levar a informação adiante, outras pessoas também vão se informar, disseminando esse conteúdo”, aponta.

A Salvamar dispõe de agentes, distribuídos em postos ao longo de 28 quilômetros de orla e outros quatro postos móveis, que atuam diariamente e servem também a eventos da cidade.

Contatos – Em caso de emergência, além do contato direto com os profissionais nas praias, o serviço pode ser acionado através do número (71) 3202-4970. Já nas praias fora do trecho Jardim de Alah-Ipitanga, o contato deverá ser feito com o Grupamento Marítimo (Gmar), do Corpo de Bombeiros, pelo número 193.

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Reportagem: Ana Virgínia Vilalva / Secom PMS

Uma procissão marítima fez o traslado, na manhã deste domingo (11), da imagem de Nosso Senhor do Bonfim até a Basílica de Nossa Senhora da Conceição da Praia, no Comércio. O cortejo pelo mar, organizado pelo Santuário Senhor do Bonfim, precede a Lavagem do Bonfim, que acontece na próxima quinta-feira (15), com caminhada a pé levando a imagem de volta à Colina Sagrada, no Bonfim.

A programação teve início às 8h, com uma missa celebrada no mar em frente à Igreja da Penha, na Ribeira. Por volta das 9h, a embarcação com a imagem de Nosso Senhor do Bonfim partiu pela Baía de Todos-os-Santos em direção ao Porto da Barra, retornando e finalizando o trajeto no Terminal Náutico da Bahia, no Comércio.

O traslado e as celebrações contaram com o apoio da Prefeitura de Salvador. Segundo o diretor de Turismo da Secretaria Municipal de Cultura e Turismo (Secult), Gegê Magalhães, a procissão marítima é tão importante quanto todo o rito da lavagem. “É todo um processo, não só do turismo religioso, mas relacionado à devoção do soteropolitano ao Senhor do Bonfim”, disse.

“Nós queremos potencializar esses eventos para que se tornem grandes acontecimentos, como a missa de hoje na Penha, com centenas de pessoas, e com todo apoio dos órgãos para fazer uma grande festa, do tamanho que o Senhor do Bonfim merece. Vamos dar continuidade às festas populares, com muita coisa acontecendo na cidade até o Carnaval, tendo um verão com recorde de turismo e de entregas na cidade”, completou Gegê Magalhães.

O padre Edson Menezes, reitor da Basílica Santuário Senhor do Bonfim, lembrou que a Penha foi o primeiro local que abrigou a imagem sagrada. “Esse evento é uma memória daquilo que aconteceu a 281 anos atrás, quando a imagem do Senhor do Bonfim chegou de Portugal e foi acolhida aqui. Então, nós queremos valorizar esse lugar como referência da acolhida ao Senhor do Bonfim e conduzindo a sua imagem até a Conceição da Praia, de modo que na quinta-feira possamos retornar à Basílica com muita gente”, disse.

Para o reitor, tanto a procissão marítima quanto a caminhada na quinta-feira são momentos de grande emoção e fé. “São dois acontecimentos que agora passam a fazer parte da nossa programação, porque a tradição tem que acompanhar a evolução do tempo, se adaptar a cada época sem perder a sua originalidade”, disse.

O juiz presidente da Irmandade do Santuário do Senhor do Bonfim, Marcelo Sacramento, lembrou da importância da procissão marítima como forma de homenagear o Capitão Teodósio, responsável pela construção da Basílica do Senhor do Bonfim há 281 anos. 

“Nós saímos da Marina na Penha, paramos ali na Igreja da Penha para a celebração da missa, que Padre Edson faz com muito carinho, local onde a imagem chegou em 1745, e dali nós seguimos em procissão marítima até a Barra, retornando até a Rampa do Mercado, onde desembarcamos. O povo aguarda com ansiedade a chegada e leva a imagem até a Conceição da Praia, de onde na quinta-feira ela parte a pé de volta para a Colina Sagrada nos braços do povo”, descreveu.

Segundo Marcelo Sacramento, a procissão marítima aos poucos vem se tornando uma tradição: “Esse é o quarto ano que a gente faz, é uma ideia do padre Edson inclusive, e a gente faz essa homenagem ao capitão Teodósio, que com certeza vai se transformar em mais uma celebração tradicional” concluiu Sacramento.

Aos 77 anos, a cabeleireira Odenísia Souza participou pela primeira vez da missa na Penha, mas é assídua nas missas da Igreja do Bonfim. “Gosto de participar de momentos como esse para agradecer pelos milagres e pelas bênçãos que eu recebo, e que a minha família também recebe. É um sentimento de gratidão, sempre. É muita emoção”, disse.

Guardião da Igreja do Bonfim há três anos, o aposentado Adroaldo Mendes, de 67 anos, vem de Lauro de Freitas especialmente para louvar o Senhor do Bonfim. “O sentimento é de prazer, emoção à flor da pele, porque não tem como você estar diante da imagem e não sentir o poder do Senhor do Bonfim. Todo ano e toda sexta-feira, na primeira missa, às seis horas da manhã, estou na Igreja. Sou devoto mesmo, nosso grupo está sempre presente”, contou.

Acesse a galeria de fotos: https://comunicacao.salvador.ba.gov.br/procissao-maritima-de-translado-da-imagem-do-senhor-do-bonfim/ .

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Texto: Ascom FGM

A Prefeitura de Salvador, por meio da Fundação Gregório de Mattos (FGM), consolidou em 2025 um dos maiores ciclos de investimento na cultura da capital baiana. Com um aporte total de R$ 28.329.427,00, a FGM reafirma o compromisso com a democratização do acesso às artes, por meio do Programa Boca de Brasa, e com o fortalecimento dos agentes culturais em diversos territórios da cidade.

O montante investido reúne recursos federais e municipais. Do total, R$ 12.838.631,00 são provenientes da Política Nacional Aldir Blanc (PNAB), do Governo Federal; R$ 8.333.751,00 foram destinados pelo Tesouro Municipal; e R$ 6.419.615,00 correspondem a investimentos realizados por meio de isenção fiscal, via Programa de Incentivo à Cultura – Viva Cultura. Esse volume de recursos fundamenta a execução da política cultural do município, área em que a FGM atua de forma transversal, desde a preservação do patrimônio histórico até o incentivo às linguagens artísticas contemporâneas.

Entre os destaques da execução orçamentária por meio de editais em 2025 está a Premiação Pontos de Cultura, vinculada à Política Nacional Cultura Viva, que concentrou o maior volume de recursos pagos por edital, totalizando R$ 4.710.000,00 destinados a 96 projetos contemplados. Outro destaque foi o Chamadão das Artes Cênicas, que contou com investimento direto da Prefeitura no valor de R$ 1.670.450,00, beneficiando nove projetos dos segmentos de teatro, dança e circo.

O Prêmio Samba Junino – Ano VII promoveu o reconhecimento e o fortalecimento do samba junino como patrimônio imaterial de Salvador, com a destinação de R$ 400 mil para 25 projetos, além da abertura do edital para 2026. Já o edital Territórios Criativos teve papel relevante na descentralização dos recursos, com o pagamento de R$ 550 mil a 11 projetos suplentes do Ano II. No eixo do incentivo fiscal, o Programa Viva Cultura (2024–2025) viabilizou o repasse de R$ 6.419.615,00 por meio de renúncia fiscal, atendendo 15 projetos de grande escala.

Espaços Culturais – Além da política de editais e do incentivo direto a projetos desenvolvidos em Salvador, a FGM também marca presença no cotidiano cultural dos soteropolitanos por meio dos equipamentos culturais municipais, distribuídos em diferentes territórios da capital. Unidades como o Teatro Gregório de Mattos, o Espaço Cultural da Barroquinha e a Casa do Benin registraram intensa movimentação ao longo do ano.

Os Espaços Boca de Brasa, localizados em Cajazeiras, Subúrbio 360°, CEU de Valéria e Centro, também tiveram papel de destaque na dinamização cultural dessas localidades. Em 2025, a FGM deu início ao projeto de Ocupação e Dinamização desses espaços, com uma programação diversificada.

Ao todo, foram realizadas 1.677 atividades, que alcançaram 94.422 pessoas. Além de oferecer entretenimento de qualidade, com ações gratuitas e acessíveis ao público, a FGM priorizou a geração de oportunidades para a cadeia produtiva local. As atividades envolveram diretamente 12.388 agentes culturais, entre artistas, produtores, técnicos e educadores.

Programa Boca de Brasa – Para além do incentivo financeiro, a FGM também atua na formação de artistas e no fortalecimento das comunidades periféricas por meio do Programa Boca de Brasa. A iniciativa, criada em 1986 e retomada em 2013, consolidou-se como uma plataforma de desenvolvimento cultural, social e econômico dos territórios da cidade, estruturada a partir do tripé formado pelos Espaços Culturais, pelas Escolas Criativas e pelo Movimento Boca de Brasa.

As Escolas Criativas são voltadas para jovens, artistas, educadores, trabalhadores da cultura e coletivos, com foco no reconhecimento de talentos artísticos e na valorização da identidade cultural de cada região de Salvador. São oferecidos cursos gratuitos nas áreas de dança, teatro, canto coral, figurinos e adereços, ritmos percussivos da Bahia, audiovisual e sonorização. As aulas ocorreram nos polos da Cidade Baixa, Liberdade/São Caetano, Valéria, Pau da Lima, Centro/Brotas e Cajazeiras.

O Movimento Boca de Brasa, por sua vez, é um festival realizado no mês de março que evidencia a potência das artes periféricas, reunindo diferentes expressões artísticas e ações de empreendedorismo ao longo de três dias de programação. O evento marca o encerramento da jornada formativa vivenciada pelos alunos das Escolas Criativas ao longo do ano.

Democratização e inclusão – A estratégia de fomento cultural em 2025 teve como foco a descentralização das ações pelos territórios de Salvador. Editais como Gregórios, Territórios Criativos, Chamadão das Artes Cênicas e Samba Junino, além dos programas de dinamização dos espaços Boca de Brasa e da contratação de obras e serviços, possibilitam que os recursos cheguem a todas as regiões da cidade, fomentando o talento de artistas e coletivos comunitários, incentivando a produção cultural e gerando emprego e renda.

“O ano de 2025 consolidou e expandiu as ações da Fundação. Foi um período de ajuste, renovação e continuidade, reforçando a democratização e a diversidade das ações de apoio a grupos artísticos que fazem de nossa cidade um verdadeiro caldeirão cultural”, destacou o presidente da FGM, Fernando Guerreiro.

Sobre a FGM – Órgão vinculado à Secretaria Municipal de Cultura e Turismo (Secult), a Fundação Gregório de Mattos planeja e executa a política cultural da capital baiana. A instituição administra o Espaço Cultural da Barroquinha, o Teatro Gregório de Mattos, o Café-Teatro Nilda Spencer, a Sala Multiuso Nelson Maleiro, a Casa do Benin e os Espaços Boca de Brasa Cajazeiras, Centro, Subúrbio 360 e CEU de Valéria. Também é responsável pela preservação da memória da cidade e pela gestão de programas de incentivo, como o Viva Cultura, além de fomentar a produção cultural por meio de editais e oferecer suporte técnico e formativo à comunidade artística soteropolitana.

Para mais informações sobre editais, programação e projetos, acesse www.fgm.salvador.ba.gov.br.

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Texto: Ascom Semop

A Secretaria de Mobilidade (Semob) informa que o Plano Inclinado da Liberdade (PILC) terá a operação suspensa neste sábado e domingo (10 e 11/01), em razão da realização de serviços de manutenção, necessários para garantir a regularidade da operação do equipamento. Durante esse período, o plano inclinado permanecerá fechado para atendimento ao público.

Concluídos os trabalhos, a operação será retomada normalmente na segunda-feira (12/01), com atendimento ao público no horário habitual, das 06h15 às 18h15.

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