Réveillon

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O show da dupla Matheus e Kauan, que aconteceria na noite deste sábado (28), no Festival Virada Salvador, foi cancelado por conta do estado de saúde do cantor Matheus Aleixo, que passou mal ao embarcar de Guarulhos (SP) para os shows que faria na Bahia.

Como o cantor não apresentou quadro de melhora para cumprir a agenda de shows, as apresentações foram canceladas. A organização do festival lamenta o ocorrido e deseja melhoras rápidas ao cantor.

Não haverá substituição da atração. A programação de hoje será ajustada para o público não ter que esperar por muito tempo sem que nenhuma atração esteja no palco.

 

 

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Tem que respeitar, porque o bonde vai chegar e ninguém vai passar! Foi dessa forma que o furacão Iza abriu o Festival Virada Salvador. Estreante na festa de fim de ano soteropolitana, a carioca iniciou os trabalhos ao som de "Corda Bamba", não permitindo um só segundo de respiro às centenas de pessoas que lotam a Arena Daniela Mercury, na orla da Boca do Rio.

Com "Ginga", um de seus maiores hits, a cantora chamou a plateia para dançar os principais sucessos de seu álbum de estreia "Dona de Mim", que também nomeia a turnê de lançamento de sua meteórica carreira, que rendeu grandes frutos em 2019, culminando no convite para o Réveillon de Salvador.

“Já cantei em Salvador, mas nesse festival será a primeira vez. Eu adoro festivais, gosto da energia do público e de dividir o palco com outros artistas. Espero que a gente se divirta muito. Quem estiver aqui vai ver muita dança e energia boa. Farei a performance do lançamento Evapora pela primeira vez em Salvador. Ano que vem, com certeza lançarei mais alguns singles e devo lançar o meu segundo álbum", revelou Iza, antes de subir ao palco.

Inspiração - "Pesadão" para todos os públicos, o furacão faz a alegria da pequena "Maria Luísa Leão", 11 anos, chamada pelas coleguinhas de "Mini Iza", devido à grande semelhança com a artista. "Ela é minha musa inspiradora. Estou muito feliz de poder ver tão um show dela de perto. É um presente de Natal atrasado e um grande momento para mim", declarou a pequena.

Confira toda a programação do evento acessando viradasalvador. com. br.

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No Festival Virada Salvador, a Empresa de Limpeza Urbana de Salvador (Limpurb) vai atuar na área interna da Arena Daniela Mercury e nas ruas de acesso à festa com serviços de varrição, coleta, lavagem do espaço e também das vias, instalação, limpeza e manutenção de sanitários públicos ao longo da arena.

Ao todo, 375 profissionais estão mobilizados para realizar os serviços. Para a execução dos trabalhos, serão utilizados 11 caminhões, seis compactadores, seis caçambas, 13 pipas, entre caminhões e carretas, além de 11 ônibus, totalizando 46 equipamentos.

Os trabalhos têm início às 4h30, quando os agentes entram para fazer a varrição, a coleta e a lavagem das vias, repondo a condição de limpeza da arena e do entorno. Durante o dia, cerca de 50 agentes fazem o repasse dos serviços.

“Começamos a preparação dessa grande festa há cerca de um mês, nos locais de acessos, na orla e no local da virada, realizando serviços de pintura de meio fio, roçagem, sacheamento e varrição. Hoje, nossas equipes estão prontas para manter o espaço da festa e acessos limpos para as pessoas curtirem a virada do ano nesse mega evento promovido pela Prefeitura”, destacou o presidente da Limpurb, Marcus Passos.

Ao longo de toda a arena, foram instalados 578 sanitários, sendo 555 químicos e 23 climatizados, com manutenção diária. São 145 profissionais envolvidos na limpeza diária desses equipamentos, entre eles agentes de limpeza e pessoal dos carros de sucção.

No ano passado, a Limpurb retirou 63,3 toneladas de resíduos sólidos, com uso de 500 mil litros de água e um pouco mais de mil litros de detergente aromatizado.

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Consciente do lugar de onde veio e da responsabilidade para com seus fãs, a cantora carioca Iza elogiou a estrutura oferecida pela Prefeitura no Festival Virada Salvador e falou da importância de manter contato direto com fãs de todas as idades e realidades sociais. “Este tipo de apresentação aberta, estilo festival, é o que mais gosto de fazer. Aqui posso participar desta troca de energias, além da experiência trocada com a diversidade artística que envolve uma festa como essa”, destacou a artista, durante entrevista coletiva realizada após o show.

“Essa festa é maravilhosa. Eu pude correr em frente ao palco e perceber senhores e crianças, pessoas de todas as idades animadas e curtindo a festa. Isso só é possível graças a essa estrutura fantástica que nos permite interagir com nosso público, com toda a segurança e cuidado necessários”, disse a cantora.

Ao longo da conversa, Iza lembrou da origem humilde, em Olaria, Subúrbio do Rio de Janeiro. “Essa é uma realidade em minha vida e carreira. Vim do ‘asfalto’, como dizemos no Rio, mas é subúrbio carioca, então conheço bastante a realidade desse público que me acompanha nos shows e nas redes”, finalizou.

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Cinquenta crianças e adolescentes já estão atendidas no Centro de Acolhimento, Aprendizagem e Convivência situado nas dependências da Escola Municipal Luiza Mahim, no bairro de Armação. Nesse primeiro dia de funcionamento, os filhos de comerciantes informais que trabalham no Festival Virada Salvador já estão se divertindo com uma série de brincadeiras promovidas por agentes da Guarda Civil Municipal (GCM).

Karaokê, jogo de pergunta e resposta, totó, corrida de saco e dança das cadeiras fazem parte dos jogos recreativos. Envolvida na brincadeira com os pequenos, a secretária de Políticas para as Mulheres, Infância e Juventude, Rogéria Santos, responsável pelo espaço, conta que a estrutura foi pensada e montada com muito amor, carinho e dedicação.

“A gente sabe muito bem que esse é um momento de ruptura de vínculo, porque essa mãe vem para o trabalho, vai catar reciclagem, e nesse momento há uma ruptura de vínculo familiar. Então, pensamos em uma forma de compensar essa ruptura para que a criança encontre aqui bem-estar, se sinta amada e acolhida”, afirmou Rogéria.

E todo esse planejamento vem despertando o interesse das crianças e dando cada vez mais segurança às mães. Kely Cristina Santos, de 39 anos, levou a filha Eloá Santos, de um ano e nove meses, e se surpreendeu com a estrutura. “Eu estou muito feliz com o atendimento dos profissionais e com tudo que está disponível para minha filha. Aqui ela terá o apoio de psicólogos, assistência médica e alimentação adequada. Eu vou trabalhar despreocupada porque sei que o meu maior tesouro está em boas mãos”, disse.

Andreia Silva, 37, deixou Alana Vitória, de oito meses, no local e se sentiu mais tranquila. “Aqui ela estará muito melhor do que comigo, exposta ao risco de uma desidratação. Além disso, no trabalho eu não ia conseguir dar a atenção que ela merece, ia mexer com dinheiro e com isso ela poderia pegar alguma bactéria”, contou ela, que vai vender cerveja na Arena Daniela Mercury durante os cinco dias de festival.

Funcionamento - O centro de acolhimento é disponibilizado pela Prefeitura, por meio da SPMJ e está situado na Avenida Simon Bolívar, nº 471, Armação. Com capacidade para até 100 crianças, o espaço começou a funcionar a partir das 7h deste sábado (28) e vai até as 12h do dia 2 de janeiro.

As crianças têm direito a seis refeições diárias e a atrações especiais, envolvendo brincadeiras e atividades lúdicas. Uma equipe composta por 85 profissionais qualificados e capacitados, como assistentes sociais, psicólogos, pedagogos e educadores sociais, além da equipe de coordenação da SPMJ, está trabalhando diariamente no local.

Por meio de uma parceria com a Secretaria Municipal de Saúde (SMS), o Centro de Acolhimento, Aprendizagem e Convivência também está contando com a presença de um médico de plantão das 8h às 13h. O local também está aceitando doação de roupas, sapato se brinquedos para meninos e meninas de 0 a 17 anos.

Outras festas – No ano passado, 103 crianças e adolescentes foram acolhidas no mesmo endereço e participaram de brincadeiras diversas, como banho de mangueira, cabo de guerra, estoura-balões, teatro de fantoches, sorteios, concursos de karaokê, de dança e de bambolê. As estruturas de acolhimento se repetirão nas festas populares e na folia momesca de 2020.

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A Prefeitura, por meio da Secretaria de Políticas para as Mulheres, Infância e Juventude (SPMJ), organizou uma operação reforçado de atendimento aos casos de violência contra a mulher que possam acontecer durante o Festival Virada Salvador, que ocorre a partir deste sábado (28) até o próximo dia 1º, na Arena Daniela Mercury, orla da Boca do Rio. Durante os cinco dias da festa, a equipe da Diretoria de Políticas para Mulheres realizará uma ação educativa com a campanha “Pare! Não à importunação Sexual! ”, distribuindo material informativo e orientando o público da festa sobre o tema. Além disso, as vítimas de qualquer tipo de agressão terão à disposição o Centro de Atendimento à Mulher Soteropolitana Irmã Dulce (Camsid), localizado na Ribeira, que funcionará 24 horas.

No festival do ano passado não houve qualquer registro de acolhimento decorrente de casos de violência ligados à festa. No entanto, eventuais vítimas podem buscar atendimento, por conta própria, na rede de apoio da Prefeitura. As mulheres também podem ser encaminhadas ao Camsid após boletim de ocorrência registrado nas Delegacias de Atenção à Mulher (Deam), ou após contato com a Defensoria Pública e o Ministério Público. Na Casa Irmã Dulce, as mulheres poderão ser acolhidas por um período de até 15 dias.

Campanha – A SPMJ e a Guarda Civil Municipal (GCM) trabalharão em parceria para receber as vítimas na base avançada da GCM montada na Arena Daniela Mercury. De acordo com a secretária da pasta, Rogéria Santos, haverá uma equipe trabalhando dentro da estrutura da festa, com intuito de assegurar o direito das mulheres.

“Nosso pessoal estará disseminando, através de material gráfico e informativo, informações sobre a lei da importunação sexual que é uma lei recente, instituída ano passado, mas está aí para ser cumprida. As pessoas conhecem pouco e vamos participar do evento esclarecendo”, afirma a secretária. Estão previstas aparições no telão e chamadas nos intervalos entre os shows sobre a campanha.

É crime, denuncie – Este ano, as mulheres que forem curtir o Festival Virada Salvador estarão respaldadas pela Lei de Importunação Sexual (nº 13.718), aprovada ano passado pela Presidência da República. Com o recurso legal, o assédio na rua é enquadrado como crime. Práticas como beijo roubado ou forçado ou, ainda, o ato de “passar a mão” podem ser enquadradas pela justiça.

A recomendação é de que qualquer mulher que se sinta assediada durante o evento procure pela Polícia Militar, Guarda Civil Municipal (GCM) ou funcionários da equipe técnica da SPMJ que terá efetivo presente na festa. A vítima deverá ser encaminhada para registrar um boletim de ocorrência na delegacia para que os trâmites legais possam ser cumpridos.

 

 

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