Carnaval

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A Prefeitura de Salvador anunciou neste domingo (15) que os catadores de recicláveis cadastrados para trabalhar no Carnaval também poderão utilizar os Centros de Convivência nos circuitos da folia. As estruturas, que estão em funcionamento desde o início da festa, foram montadas pelo município para atender os ambulantes credenciados. São seis unidades, sendo quatro no Circuito Dodô (Barra/Ondina) e duas no Osmar (Campo Grande).

De acordo com o pacto assinado pela Prefeitura e por outros entes federativos para promover melhores condições de trabalho no Carnaval, o município tinha como compromisso oferecer os Centros de Convivência aos ambulantes credenciados. A oferta desse tipo de estrutura para os catadores de recicláveis, por sua vez, foi uma obrigação assumida pelo governo estadual. No entanto, com o início da folia, detectou-se que o serviço ainda não estava plenamente disponível aos profissionais da reciclagem.

A Prefeitura, então, decidiu estender o benefício, contemplando também os catadores, após o diálogo da Procuradoria-Geral do Município (PGMS) com o Ministério Público (MP-BA), o Ministério Público do Trabalho (MPT-BA) e a Defensoria Pública (DPE-BA), que emitiram uma recomendação para que isso ocorresse. O município acatou ao pedido dos órgãos de controle e, a partir de agora, todos os trabalhadores credenciados junto às cooperativas parceiras do município poderão utilizar as estruturas.

“O prefeito Bruno Reis, sensível ao pedido dos órgãos de controle e à necessidade dos catadores, decidiu ampliar o benefício dos Centros de Convivência à categoria. O município, portanto, está indo além do compromisso que assumiu no Pacto do Trabalho Decente no Carnaval, por entender que os catadores estavam precisando desse serviço de banho, que não estavam tendo. Foi constatado pela categoria que o governo do estado, que havia assumido essa responsabilidade, não estava oferecendo a contento para os catadores”, disse Ivan Euler, secretário municipal de Sustentabilidade, Resiliência, Bem-Estar e Proteção Animal (Secis).

Nos Centros de Convivência, os profissionais têm acesso a contêineres com chuveiros e banheiros completos, para que possam cuidar da higiene pessoal. Além disso, possuem mobiliário para descanso, pontos para hidratação, tomadas para recarga de celulares e de maquininhas de cartão de crédito, entre outros benefícios. Em comparação ao ano passado, inclusive, a Prefeitura ampliou em 33% o número de chuveiros disponíveis para os ambulantes, com um total de 144 pontos de banho.

O acesso aos Centros de Convivência se junta a outros benefícios que já vinham sendo oferecidos pela Prefeitura aos catadores. Eles já contam, por exemplo, com o serviço CataFolia, que oferece diariamente café da manhã, almoço e lanche gratuitos para esses trabalhadores, além de espaços para higiene pessoal. Cerca de 800 catadores são atendidos por dia pelo CataFolia.

Além disso, o município montou oito Centrais de Reciclagem, que recebem todos os materiais coletados por eles nos circuitos e fazem a remuneração pelo serviço, além de oferecer um kit com EPI’s para que trabalhem em segurança durante os dias da festa.

Já os ambulantes credenciados para trabalhar no Carnaval de Salvador têm contado, desde o início da festa, com benefícios como transporte gratuito diário, com passagens tanto para o titular como para um assistente; refeições diárias gratuitas nas cinco unidades de Restaurante Popular montados nos circuitos; e kits completos com camisa UV, protetor solar, cadeado para os isopores, entre outros itens de segurança.

Os ambulantes também contam com o apoio do programa Salvador Acolhe, que recebe os filhos dos trabalhadores durante todo o Carnaval, para que eles possam trabalhar com tranquilidade.

Como destacado pelos órgãos de controle - MPT-BA, MP-BA e DPE-BA - na recomendação feita ao município, a Prefeitura vem cumprindo com todas as obrigações que assumiu no Pacto Intergovernamental de Promoção do Trabalho Decente no Carnaval de Salvador, assinado em novembro.

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Texto: Mateus Soares/ Secom PMS

O público que acompanhava o circuito Osmar, no Campo Grande, no fim da tarde deste domingo (15), viu o início da passagem do Psirico embalada por um repertório já conhecido pelos foliões do pagodão. Logo nas primeiras músicas, a banda apostou em sucessos que marcaram sua trajetória, como Firme e Forte, Toda Boa e Lepo Lepo, puxadas pelo cantor Márcio Victor, que manteve o clima de interação com quem estava na avenida.

Durante a apresentação, o artista também fez uma brincadeira ao avistar o prefeito Bruno Reis no circuito. Antes de iniciar “Lepo Lepo”, o cantor comentou do trio: “Quero parabenizar o prefeito pela sua verdade. Parabenizar pelo lado humano”, disse, arrancando reação do público antes de engatar o hit.

Entre os foliões, o clima era de animação e reconhecimento das músicas. O ambulante Valdir Freitas, de 58 anos, contou que sempre tenta acompanhar a banda quando ela passa pelo centro.

“Psirico levanta a gente. Mesmo trabalhando, dá pra cantar junto, porque são músicas que todo mundo sabe”, brincou. Já a autônoma Eneida Soares Campos, de 37 anos, disse que aguardava o desfile desde cedo.

“Quando começou, ninguém ficou parado. Essas músicas fazem parte do Carnaval daqui, é impossível não entrar no ritmo”, comentou a foliã soteropolitana, que veio da Ribeira para marcar presença.

A apresentação do Psirico no circuito Osmar contou com o apoio da Prefeitura de Salvador, por meio da Empresa Salvador Turismo (Saltur), responsável pela organização da programação oficial do Carnaval na capital baiana. 

Programação – O Carnaval de Salvador acontece até terça-feira (17). A programação completa pode ser acessada no site https://carnaval.salvador.ba.gov.br e no @‌salvadormeucarnaval no Instagram.

Acesse a galeria de fotos: https://comunicacao.salvador.ba.gov.br/psirico-no-campo-grande/ . 

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Reportagem: Iago Maia / Secom PMS

A Prefeitura de Salvador, por meio da Secretaria de Sustentabilidade, Resiliência, Bem-estar e Proteção Animal (Secis), entregou à baiana de acarajé Maria Emília Bittencourt, neste domingo (15), a placa de Embaixadora do Carnaval Sustentável 2026.

A honraria foi entregue pelo prefeito Bruno Reis, no Campo Grande. Também participaram Ivan Euler e Walter Júnior, secretário e subsecretário da Secis, respectivamente, além do titular da Secretaria Municipal de Ordem Pública (Semop), Décio Martins.

Concedida há 13 anos, a homenagem tem como objetivo valorizar anualmente duas pessoas que atuam de forma consciente na sociedade, difundindo valores e iniciativas que mitigam os impactos ambientais no dia a dia.

Outro homenageado com o título de Embaixador do Carnaval Sustentável este ano foi o sambista Nelson Rufino. O cantor e compositor recebeu a distinção na abertura da festa, em reconhecimento à trajetória artística e contribuição para o samba, ritmo homenageado na folia soteropolitana em 2026.

Baiana há 65 anos, Maria Emília Bittencourt esteve entre as 15 profissionais capacitadas pelo programa municipal SustentaFolia, com base em pilares de ESG (ambiental, social e governança), empreendedorismo social, economia circular e valorização cultural. A vendedora do tradicional quitute comemorou o reconhecimento.

“É prazeroso e muito gratificante, porque é uma homenagem concedida para poucos. Tive a honra de ser escolhida entre 15 pessoas. Estou muito feliz com esse prêmio”, afirmou.

Ivan Euler destacou a conexão entre cultura e responsabilidade socioambiental na maior festa popular do país. Segundo ele, a escolha dos homenageados busca valorizar pessoas capazes de estimular a coletividade.

“Todos os anos escolhemos pelo menos dois representantes como embaixadores do Carnaval Sustentável. Prioritariamente, buscamos um homem e uma mulher que consigam engajar e mobilizar outras pessoas a adotar práticas sustentáveis. Este ano, escolhemos Nelson Rufino, grande nome do samba, e, pela primeira vez, uma baiana de acarajé, representação máxima da cultura de Salvador e da Bahia. Estamos muito felizes com as escolhas”, disse o secretário.

Capacitação – As 15 baianas capacitadas pelo programa SustentaFolia, realizado em parceria com a Associação Brasileira de Baianas do Acarajé, aprenderam a aplicar diversas práticas sustentáveis, como descarte adequado de resíduos, produção de sabão a partir de óleo de dendê e cuidados com a higiene, entre outras iniciativas.

“Esse primeiro ciclo das baianas foi muito importante para que elas entendessem como incorporar práticas sustentáveis ao dia a dia. Resgatamos elementos ancestrais já sustentáveis, com menos uso de papel e plástico, e incorporamos metodologias e estratégias para uma cidade mais sustentável e com serviço qualificado”, afirma o subsecretário Walter Júnior.

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Reportagem: Iago Maia e Mateus Soares / Secom PMS

O Carnaval de Salvador tem incorporado iniciativas voltadas à sustentabilidade, e uma delas é o Observatório do Clima, instalado em um contêiner no Circuito Osmar (Centro) pela Prefeitura, por meio da Secretaria de Sustentabilidade, Resiliência, Bem-Estar e Proteção Animal (Secis). O espaço funciona como base de monitoramento ambiental e também como ponto de divulgação de projetos ligados à redução dos impactos da festa.

Entre as principais frentes, está o monitoramento da qualidade do ar nos circuitos oficiais. Para isso, foram instalados equipamentos no Campo Grande e na Barra, permitindo comparar dados e identificar padrões de poluição ao longo da folia. 

O titular da Secis, Ivan Euler, afirma que o monitoramento começou no ano passado e está em uma fase de análise mais detalhada. “A secretaria nunca teve uma base de operação dentro do circuito; este é o segundo ano. Dentro desse contêiner, fazemos o monitoramento da qualidade do ar. Instalamos dois equipamentos para acompanhar a qualidade do ar nos dois circuitos”, diz. 

“Agora começamos a analisar os dados do ano passado para comparar com este ano e entender os horários de pico. Tivemos alguns resultados surpreendentes: a qualidade do ar no Campo Grande foi melhor do que na Barra, mesmo a Barra estando de frente para o mar. Acreditamos que a altura do vento e a presença de árvores aqui ajudam nessa melhoria”, acrescenta o secretário. 

O Observatório também reúne informações sobre outras ações sustentáveis do Carnaval, desde a coleta de resíduos até iniciativas sociais e campanhas educativas. O espaço apresenta dados diários da limpeza urbana e orientações sobre preservação ambiental, incluindo a proteção do Parque Marinho da Barra. 

Copos reutilizáveis – O contêiner também abriga ações educativas, entre elas a distribuição de copos reutilizáveis, em parceria com a startup SDW, associada a um quiz sobre sustentabilidade no Carnaval. 

A proposta, segundo a fundadora da empresa, Anna Luísa Beserra, é estimular a redução do descarte de plástico durante o Carnaval. “Esse copo tem uma produção mais sustentável, com plástico de menor impacto ambiental. A ideia da ação é conscientizar as pessoas sobre a importância de reduzir o consumo de materiais descartáveis. Por isso, o copo pode ser levado no pescoço, trazendo praticidade, e a pessoa pode usá-lo sempre que for beber água nos pontos de hidratação ou até outras bebidas”, afirma. 

A iniciativa envolve a distribuição limitada dos copos e participação do público em uma atividade educativa. “Estamos distribuindo algumas centenas de unidades numa ação educativa. As pessoas participam respondendo um quiz com perguntas sobre o Carnaval sustentável de Salvador e, ao acertar, recebem o copo. É a primeira vez que fazemos essa parceria no Carnaval da cidade”, diz a fundadora da SDW. 

Reaproveitamento de tecidos – Outra ação sustentável é o recolhimento das camisas de funcionários da Prefeitura e de outros tecidos no âmbito do projeto Refoliar, que reaproveita materiais usados no Carnaval. A iniciativa inclui capacitação de mulheres em situação de vulnerabilidade social, em parceria com a instituição Pérolas de Cristo. 

De acordo com a diretora do projeto, Vanda Souza, a proposta é transformar o excesso de tecidos da festa em oportunidade de geração de renda. “O setor têxtil é o segundo maior poluidor do mundo. Quando se fala em latinhas ou garrafas PET, já existem muitas cooperativas. O têxtil não tem essa mesma estrutura. Então pensamos em criar esse projeto”, diz.

Ainda segundo Vanda, o objetivo é fechar um ciclo que combine sustentabilidade e inclusão social. “A proposta é aproveitar esse material dentro de um ciclo completo: capacitar mulheres em situação de vulnerabilidade, ensinando técnicas de reaproveitamento para que tenham uma fonte de renda. Em parceria com a secretaria, vamos realizar um curso na Pérola de Cristo para 20 mulheres. A primeira produção será de cobertores feitos com retalhos de camisetas e abadás coletados”, explica.

Ivan Euler reforça que os servidores municipais poderão entregar as camisas utilizadas no período da festa em urnas instaladas no Observatório ou nos órgãos da administração municipal. “Esse material será transformado em mantas e mochilas-saco, que serão distribuídas para pessoas em situação de rua”, reforça o secretário.

Programação – O Carnaval de Salvador acontece entre os dias 12 a 17 de fevereiro de 2026 A programação completa pode ser acessada no site https://carnaval.salvador.ba.gov.br e no @‌salvadormeucarnaval no Instagram.

Acesse a galeria de fotos: https://comunicacao.salvador.ba.gov.br/secis-e-sdw-distribuem-copos-reutilizaveis-no-campo-grande/ . 

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Texto: Davi Lemos/ Secom PMS

O Conecta Salvador registrou 223.943 conexões de foliões no sábado (14), nos circuitos do Carnaval da capital baiana. No mesmo dia, foram 19.391 usuários únicos conectados, somando um tráfego de dados de 2,35 terabytes.

“Nós estamos, sem sombra de dúvida, no Carnaval da Tecnologia. Hoje, todo mundo está conectado, e Salvador não poderia estar de fora disso", disse o secretário municipal de Inovação e Tecnologia (Semit), Alberto Braga.

“Todos os ambulantes e foliões podem usar a rede do Conecta Salvador. A gente vem desde o Furdunço, no pré-Carnaval, com um grande número de pessoas conectadas. Assim, a gente pode transmitir essa grande festa, que é a mais popular do planeta", acrescentou Braga.

Ainda no sábado, houve 16.836 interações com o WhatsApp oficial da Prefeitura e 159 agendamentos no Salvador Digital.

Foliões e ambulantes elogiaram a disponibilização de conexão de internet para quem vem aos circuitos. “Eu acho uma coisa boa o fornecimento deste serviço, porque muita gente precisa se comunicar, se encontrar com alguém ou para pegar um aplicativo para ir retornar para casa", disse Natanael Silva, de 20 anos, que está curtindo o Carnaval em Salvador pela primeira vez.

O ambulante Reginaldo Silva, de 32 anos, disse que a rede permitiu economizar seus dados móveis. “Não sabia que tinha isso e comecei a usar. Até para receber pagamento na maquininha eu estou usando. Facilita bastante”, explicou.

Big Brother – O secretário Alberto Braga destacou ainda a disponibilização pela Semit de um sistema de monitoramento que dá mais segurança a quem está nos circuitos.

“Nós colocamos mais de 300 câmeras para dar melhor segurança e fluidez para a operação. Então, sem sombra de dúvida, é uma espécie de 'big brother' que a gente está trazendo também para essa grande festa. Afinal de contas, quando a gente faz o monitoramento, a gente leva mais segurança e melhor fluidez para o Carnaval", explicou o secretário.

Acesse a galeia de fotos: https://comunicacao.salvador.ba.gov.br/conecta-salvador-nos-circuitos-do-carnaval/ . 

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Texto: Ana Virgínia Vilalva e Mateus Soares/ Secom PMS

Ambulantes que trabalham na plataforma instalada no circuito Dodô (Barra/Ondina) têm avaliado de forma positiva o uso do equipamento durante o Carnaval de Salvador 2026. Entre os pontos mais citados por quem utiliza a estrutura estão a sensação de segurança, a organização do espaço e a possibilidade de trabalhar com mais tranquilidade ao longo da folia.

Para muitos vendedores, a principal diferença em relação aos anos em que trabalhavam no meio da multidão é a proteção. Uma ambulante que atua no local há três anos afirma que a mudança trouxe mais sossego até nos momentos de descanso.

“Acho que este ano está mais seguro. A segurança foi a principal melhora, porque, quando queremos descansar, basta fechar tudo”, contou Lavínia Emanuele, de 28 anos, natural de Natal (RN) e moradora de Salvador há cinco anos.

A organização do espaço e a redução dos empurrões também aparecem entre os benefícios citados. Para quem passa horas na venda durante o circuito, conseguir circular e fazer pausas virou algo mais simples. É o que avaliou Ana Luísa Cerqueira, de 23 anos, ambulante desde os 18 e no terceiro ano utilizando a plataforma.

“Eu achei espetacular. Foi uma iniciativa muito boa da Prefeitura porque, querendo ou não, a muvuca faz as pessoas se esbarrarem e, assim, essa passarela acaba nos preservando. Ficou bem organizada, com mais segurança, até para a gente se movimentar e sentar um pouco para descansar”, disse Ana Luísa.

Outro ponto citado pelos trabalhadores é a redução de riscos ao material de trabalho. Fora do fluxo direto dos foliões, a rotina fica menos sujeita a impactos causados pela passagem dos trios mais cheios.

“Estou na passarela desde o primeiro ano e achei a ideia ótima. Não ficamos mais no meio dos foliões, o que já garante mais segurança. No meio da muvuca, quando passa um trio mais cheio, fica ruim para nós e há risco de quebrar o material. Aqui estamos mais protegidos, com uma estrutura forte, fixa e melhor do que a do ano passado. Para trabalhar, ficou ótimo”, avaliou Fernando Moreira Silva, de 25 anos.

Funcionalidade – Montada pelo terceiro ano consecutivo pela Prefeitura de Salvador, por meio da Secretaria Municipal de Ordem Pública (Semop), a plataforma abriga cerca de 400 ambulantes credenciados e foi instalada atrás da balaustrada da Barra, na altura do nível da rua.

A estrutura passou por vistoria de equipes da Secretaria de Desenvolvimento Urbano (Sedur), Defesa Civil (Codesal), Ministério Público da Bahia (MP-BA) e Corpo de Bombeiros.

Com 300 toneladas de aço e 18 m³ de concreto armado, o equipamento funciona como uma espécie de balcão elevado voltado ao trabalho dos vendedores durante a festa.

A instalação também reduz a ocupação do calçadão. Cerca de 1,5 mil metros quadrados deixam de ser utilizados, o que contribui para a circulação do público e o deslocamento dos trios elétricos no trecho entre o Farol da Barra e o Barra Center.

De acordo com o diretor de Serviços Públicos da Semop, Alysson Carvalho, a estrutura foi planejada para melhorar as condições de trabalho dos ambulantes e organizar o circuito. “Ela foi devidamente vistoriada e atestada por órgãos de controle e validação. Mantemos também uma equipe permanente para que qualquer necessidade de reparo seja solucionada de imediato”, disse.

Alysson reforçou ainda que a montagem também ajuda a organizar a circulação dos foliões e facilita a atuação das equipes de segurança. “Com a montagem, conseguimos liberar área do calçadão e facilitar o deslocamento do público. Quando necessário, a plataforma também permite que as forças de segurança cheguem com mais rapidez, garantindo uma prestação de serviço mais eficiente”, completou.

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