Carnaval

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Apesar do tempo chuvoso neste domingo (11) de Carnaval , o cantor Lincoln “incendiou” o circuito Osmar, no Campo Grande com seu trio sem cordas. O público que se aglomerou para acompanhar o artista baiano não se decepcionou, sendo brindado com uma seleção de sucessos que sacudiram a avenida.

Entre os hits que fizeram o público pular e dançar, estava o mais recente sucesso "Ai, Preta", entoado pelos foliões. Além disso, canções como "Locomotiva", "Love que Tu Ama" e "Um Tal de Tan" não faltaram na festa.

Lincoln fez questão de dar destaque ao seu figurino, que não só refletia sua identidade baiana, mas também homenageava a cidade de Salvador, com imagens do Pelourinho, Elevador Lacerda e outros pontos turísticos. “Isso é Bahia no corpo”, declarou.

Enquanto seguia o trio, o ambulante Jemerson Alves, de 54 anos, não poupou elogios. “O trio dele não para. Vou seguindo e fazendo minha moeda ao mesmo tempo", disse o vendedor.

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Apesar da chuva que atinge a capital baiana neste domingo (11), os foliões devem ficar atentos à exposição aos raios UV. Desse modo, a Prefeitura intensificou a distribuição de protetores solares e de abanadores nos principais circuitos do Carnaval.

A foliã Sandra Casais, de 27 anos, saiu da Sussuarana para curtir com o filho Miguel, de oito anos, os blocos infantis no Centro. Ela aprovou a estratégia e aproveitou a distribuição dos itens para garantir kits de abanadores. "É muito importante proteger não só as crianças, mas todos nós. Mesmo com a chuva, antes de sair de casa, eu passei protetor solar nele", conta.

Vice-prefeita e secretária de Saúde, Ana Paula explica que mesmo em dias de chuva, os raios ultravioleta podem agredir a pele. Por isso, a administração municipal tem adotado ações para prevenir danos à saúde.

“Nesse período, as pessoas costumam estar mais expostas ao sol, aproveitando as atrações durante o dia. É necessário que a hidratação e o cuidado com a pele sejam garantidos. E até mesmo com a chuva, há uma sensação de abafamento. Por isso, esse serviço é para todos: foliões, trabalhadores, ambulantes e as crianças também, pois, pela primeira vez, após uma reunião com a Associação dos Blocos Infantis, fizemos a entrega de água dentro dos blocos kids, além de disponibilizar protetor solar”, afirmou.

Climatizadores - Outra ação preparada pela Prefeitura durante o Carnaval foi a instalação de climatizadores em pontos específicos nos circuitos Dodô (Barra-Ondina), Osmar (Centro) e Batatinha (Pelourinho). Os equipamentos atuam reduzindo a temperatura e amenizando a sensação térmica.

“A gente trabalha na lógica da prevenção e da proteção. Então, é importante que estejamos atentos aos cuidados com a saúde. Estamos com serviços de entrega de água, protetor solar, além dos climatizadores no circuito com sistema de nebulização que reduz a temperatura em 5 a 8 graus”, completa Ana Paula.

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O domingo (11) de Carnaval no Campo Grande ferveu. Nem a chuva foi capaz de esfriar o clima no circuito Osmar, depois que o cantor Léo Santana iniciou os trabalhos desfilando sem cordas e levando o folião à loucura com seus incontáveis sucessos.

Destaque da música baiana, o "GG", como é carinhosamente apelidado pelos fãs, animou soteropolitanos e turistas com hits como “Posturado e Calmo”, “Marrento, Cheiroso”, e a música que promete entrar forte na disputa pelo título de música da festa, intitulada como “Perna Bamba”, gravada em parceria com o Parangolé, sua ex-banda.

E foi ao som de “Toma Que Toma” que o artista subiu ao palco inflamando o povo presente. “Salvador! Minha Bahia! Hoje o Campo Grande vai ferver com a melhor pipoca do mundo!”, disse. Na sequência, Léo tocou outro grande sucesso: “Crush Blogueirinha” e “Madeira de Lei”.

O desfile do artista contou com o apoio da Prefeitura de Salvador, que em 2024 voltou a investir no movimento Cole no Centro, levando diversas atrações pipoca para o Campo Grande, como Saulo, Ivete Sangalo, Psirico, Xanddy Harmonia, Parangolé, Timbalada, La Fúria, O Kannalha, entre outros.

Vindo de Natal, capital do Rio Grande do Norte, o empresário Paulo Ricardo Cavalcanti, de 35 anos, parabenizou a Prefeitura de Salvador pela iniciativa de trazer seu artista preferido para a rua, em um trio sem cordas. “Vim por conta de Léo Santana. Em todos os lugares que ele está, praticamente, eu vou. Acompanhei ele no Carnatal, Fortal, no pré-Caju, e esse é o primeiro ano que eu estou aqui no Carnaval de Salvador. Vim pra cá justamente por conta dele”, revelou.

“É muito bacana essa iniciativa de investir no desfile de grandes artistas em trios sem cordas, para a famosa pipoca. Aquelas pessoas que, de certa forma, não têm condições para ir em um camarote ou comprar um abadá pode vir e curtir um grande evento como esse do Léo Santana”, acrescentou Paulo.

A itabunense Amanda Campos, 34 anos, chegou no sábado (10) em Salvador e aproveitou o primeiro dia de curtição para acompanhar o Gigante. “Hoje é o primeiro dia que saio e vim só para assistir Léo Santana e Tony Salles. É maravilhoso poder curtir artistas tão renomados de maneira gratuita. Eu sou pipoqueira raiz e só tenho a parabenizar pela iniciativa de sempre apoiar os trios sem cordas”, disse a baiana.

Na terça-feira de Carnaval (13), Léo Santana também terá o apoio da Prefeitura para desfilar no circuito Dodô (Barra-Ondina). Vale lembrar que no quarto dia de pré-folia, no último dia 6, o cantor também comandou um trio sem cordas no Pipoco, festa que já virou tradição por levar, desde 2017, de graça, o artista para o circuito Orlando Tapajós, do Clube Espanhol até o Farol da Barra.

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Salvador vem apresentando uma queda nos números de casos suspeitos de dengue quando comparado ao ano anterior e com outras cidades brasileiras. De acordo com o levantamento da Secretaria Municipal da Saúde (SMS), houve uma redução de cerca de 63%, no boletim da semana epidemiológica de 5 a 11 de fevereiro. Neste período foram 322 casos notificados, contra 872 no mesmo período do ano passado.

Para garantir que os foliões soteropolitanos, baianos e turistas curtam o Carnaval de forma segura no que tange às doenças urbanas, a SMS, através do Centro de Controle de Zoonoses (CCZ), intensifica as ações de controle e prevenção contra o mosquito Aedes aegypti, causador da dengue, zika e chikungunya. Mesmo com os festejos, agentes de endemias seguem realizando atividades de inspeção e aplicação de inseticidas em bairros estratégicos.

“Os dados positivos são fruto do investimento em tempo, recursos e ações que dedicamos e executamos intensivamente ao logo do ano. Com esse trabalho, estamos na contramão de algumas capitais do país que decretaram situação de emergência pública por conta da dengue”, declara a gestora.

No entanto, Ana Paula ressalta que a pasta continua em alerta e empenhada para garantir uma Salvador livre das arboviroses. “E contamos muito com a vigilância da população, uma vez que 80% dos criadouros do mosquito Aedes aegypti estão dentro das próprias residências”, pontua.

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Foliões aproveitam o Carnaval de Salvador na Arquibancada Social localizada do circuito Osmar, no Campo Grande, neste domingo (11) de festa. Mesmo sob chuva, o público desfrutou do espaço, que passou por mudança no funcionamento este ano. Anteriormente, os ingressos eram vendidos, mas, agora, os interessados podem garantir seus lugares trocando três quilos de alimentos não-perecíveis.

O aposentado Elcio Mendes, de 73 anos, elogiou a iniciativa, destacando a importância do espaço para ele e sua família, que frequentam o local há décadas. “Achei muito bacana essa ação. Há muito tempo venho aqui com a minha família. Moro no Garcia, então, para mim, esse espaço é imprescindível. Também achei interessante a ideia de trocar os assentos por doações”, acrescentou o aposentado.

Ele estava acompanhado de sua filha Tatiana Mendes, de 45 anos, que também valorizou a abertura do espaço pela Prefeitura para “ajudar o próximo” durante a festa. “Estar aqui é uma tradição da nossa família. Costumamos vir sempre aos sábados e domingos de Carnaval. Muito nobre por parte da Prefeitura abrir esse espaço para ajudar o próximo durante a festa”, avaliou a foliã.

 

Para a Arquibancada Social, foram disponibilizadas 300 vagas diariamente. Cada interessado pôde se cadastrar para até dois dias, mediante a doação de 3kg de alimentos (feijão ou arroz) na sede da Secretaria Municipal de Promoção Social, Combate à Pobreza, Esportes e Lazer (Sempre), no Comércio.

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O famoso spray de espuma usado por diversos foliões para divertir as crianças durante o Carnaval pode causar grandes danos à saúde dos pequenos. Isso porque, apesar de parecer inofensivo, o produto carrega em sua composição substâncias que, em contato com a pele, são capazes de gerar reações alérgicas, bem como irritações nos olhos e garganta.

De acordo com a Secretaria Municipal da Saúde (SMS), a orientação é não usar o produto diretamente na pele, sobretudo na região da face. Caso haja contato do spray com alguma parte do corpo, a recomendação é lavar o local com água abundante. Surgindo sintomas de irritação, o folião deve procurar atendimento médico ao longo dos circuitos.

A coordenadora da Vigilância Sanitária, Ludmila Costa, alerta que o cuidado deve ser redobrado no caso das crianças, pois o produto, além de causar alergia e irritação na pele e nos olhos, não deve ser inalado nem ingerido. Por isso, o uso da espuma por menores de idade deve ser acompanhado e monitorado por um responsável.

“O cuidado já começa a partir do momento em que a compra do produto está sendo realizada. É importante observar se o produto é regularizado pela Anvisa, pois isso indica que ele passou por todos os testes que comprovam a segurança para o uso. Além disso, é importante supervisionar a utilização pelas crianças, evitando contato com a pele, olhos, boca e nariz. Caso haja algum tipo de acidente ou até mesmo inalação do produto, é necessário se dirigir a um posto de saúde e evitar o autocuidado”, explica a gestora.

No Circuito Osmar (Centro), diversas crianças brincavam com o spray neste domingo (11), dentre elas a pequena Maria Luíza, de 5 anos, que aproveitou a passagem dos blocos para criar uma nuvem de espuma na avenida. “Essa espuminha é muito divertida, eu adoro fazer a chuvinha com ela”, vibrou a menina.

No entanto, toda a brincadeira é supervisionada pela mãe, a dentista Carolina Costa. “Eu fico sempre muito atenta à forma que ela está brincando para que não ocorra nenhum acidente, nem com ela, nem com quem está próximo”, explicou.

 

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