Lazer

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Assim como em países do primeiro mundo, a capital baiana tem investido cada vez mais na expansão da rede cicloviária. No Dia Mundial sem Carro, celebrado neste sábado (22), soteropolitanos que fazem uso do transporte para ir ao trabalho ou ainda como alternativa saudável de lazer têm muito o que comemorar. Graças ao esforço municipal, a malha viária da cidade já alcança 225 km de ciclovias, ciclofaixas e ciclorrotas. Desse número, 149,24 km foram implantados pela Prefeitura de Salvador, desde 2013, e apenas 76,40 km pela instância estadual. Até o final deste ano, a gestão municipal pretende ampliar em mais 23,69 km as vias reservadas a ciclistas.

A data tem como objetivo estimular uma reflexão sobre o uso excessivo do automóvel, além de propor às pessoas que dirigem todos os dias que revejam a dependência que criaram em relação ao carro ou moto. De acordo com o superintende da Transalvador, Fabrizzio Muller, a Prefeitura tem investindo cada vez mais no uso das bicicletas por entender que pode ser uma possibilidade de desafogar o trânsito. “Iniciamos uma mudança de cultura, de comportamento, para que as pessoas se acostumem e façam o uso de bicicletas. Isso traz benefícios que vão desde a fluidez do tráfego até a despoluição do meio ambiente. As novas gerações estão mais educadas e sabem que ali é o espaço do ciclista”, frisa.

Ele ressalta a importância em respeitar as leis que asseguram os direitos dos ciclistas. “Estamos atentos ao não cumprimento da lei”, ressalta. Entre janeiro e agosto de 2018, 1.124 veículos foram notificados por estacionar irregularmente em ciclovias e ciclofaixas. A Transalvador também emitiu 414 notificações a veículos que transitaram nessas vias exclusivas para bicicletas. Estacionar sobre ciclovia ou ciclofaixa é infração grave, com multa no valor de R$195,23 e 5 pontos na Carteira Nacional de Habilitação (CNH). Já transitar com carros e motos nessas áreas configura infração gravíssima, agravada três vezes, com multa no valor de R$880,41 e 7 pontos na CNH.

Idealizador e coordenador do Projeto Pedal Realmente Iniciantes (PRI), o ciclista Silas Vieira, explica que o principal objetivo do projeto é incentivar cada vez mais pessoas a pedalarem, seja fazendo uso da bicicleta como meio de transporte ou como opção de esporte e/ou lazer. Segundo ele, a iniciativa criada há três anos já levou quase três mil ciclistas para às ruas de Salvador. Ele ressalta que a criação dos espaços na capital baiana tem ajudado muito os adeptos das “bikes”. A primeira parte do projeto acontece exatamente na ciclorrota implantada pela Prefeitura na Avenida Magalhães Neto. “E naquele espaço que ensinamos aos ciclistas dicas básicas de como se comportar no trânsito, como pedalar em grupo, como usar marchas e freios e demais noções para iniciantes”, explica.

Ciclovias, ciclofaixas e ciclorrotas - Similares na utilização, elas podem ser definidas de acordo com a interação com o meio. Enquanto as ciclovias são espaços dedicados exclusivamente para a prática do ciclismo, geralmente segregada dos demais veículos que compõem o trânsito de determinado lugar, as ciclofaixas são pintadas no asfalto, sem a necessidade de separação física entre as vias para automóveis e bicicletas. Nas ciclorrotas, entretanto, carros e bicicletas trafegam juntos, com sinalização horizontal e vertical que informe com clareza a existência de ciclistas nos locais.

Outras ações - Além da expansão das vias para ciclistas, a Prefeitura tem outras iniciativas que visam fomentar o estímulo da prática. A Secretaria de Cidade Sustentável e Inovação (Secis), por exemplo, premia com folgas servidores que fazem uso de bicicletas para irem ao trabalho. As ações não param por aí. Outra iniciativa que merece destaque é o sistema de compartilhamento de bicicletas do projeto Bike Salvador. A iniciativa é coordenada pela Prefeitura por meio do Movimento Salvador Vai de Bike, vinculado à Saltur e com patrocínio do Itaú Unibanco e gerenciamento dos equipamentos pela Tembici. Atualmente, são 43 estações e 344 bikes. Ao final de setembro está prevista a implantação total do projeto com 50 estações e 430 bicicletas. Serão 720 vagas disponíveis em todo sistema.

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A partir desta sexta-feira (21), soteropolitanos e turistas vão poder ter a sensação de aproveitar, de uma maneira diferente, um dos cartões postais e pontos turísticos mais belos de Salvador: o Morro do Cristo da Barra, que foi requalificado pela Prefeitura. O local vai contar com ponto de partida de uma tirolesa que possui 110 metros de percurso e 15 metros de altura. A plataforma de desembarque será ao lado do restaurante Barravento e o equipamento funcionará de segunda a sexta, das 10h às 18h, e sábado e domingo, das 9h às 19h. O valor do passaporte é R$30 (inteira) e R$ 15 (meia), pois trata-se de uma iniciativa privada, com a liberação do espaço por parte do Executivo municipal.

O titular da Secretaria Municipal de Cultura e Turismo (Secult), Cláudio Tinoco, destaca que a tirolesa vai se somar a todos os atrativos já presentes na orla da região, aumentando a oferta de lazer e entretenimento. “É uma área que já atrai visitantes pelo sol e praias do Porto e Farol da Barra, além dos espaços históricos e culturais Carybé de Artes, Pierre Verger da Fotografia e Museu Náutico da Bahia. Agora vamos nos apropriar da tirolesa como mais uma opção para promover Salvador”, projeta Tinoco.

De acordo com o diretor técnico da empresa responsável pelas tirolesas da capital baiana e de Morro de São Paulo, Juan Pablo Caamaño, o projeto no Cristo da Barra vem sendo estudado há quatro anos para proporcionar aos clientes uma experiência marcante.  “A cidade receberá um presente mais que merecido. A tirolesa permanente, no bairro da Barra, vai proporcionar uma maior movimentação de pessoas, entre moradores e turistas do Brasil e do mundo, principalmente aquelas que gostam de adrenalina e esportes radicais com segurança. Não tenho dúvidas do sucesso”, afirma.

Requalificação – Tanto o Morro quanto o Monumento ao Cristo Nosso Senhor, na Barra, foram alvos de projeto de requalificação da Prefeitura, com entrega oficial a ser realizada ainda este ano. As mudanças no monumento incluem alvenaria de contenção, piso e iluminação. Foi feita ainda a substituição do pedestal, que passou de granito preto para vidro, sem alterar as características do patrimônio.

A mudança do pedestal tem como intuito fazer com que as pessoas tenham a impressão de que o Cristo pareça “flutuar” sobre o mar. Houve também um restauro da imagem do Cristo com recomposição de um dedo e do cajado, ambos em mármore Carrara. Para o acesso à estátua, as antigas placas de concreto foram substituídas por granito, por causa da durabilidade, formando degraus ao longo da encosta.

O conjunto foi tombado em março do ano passado através da Lei de Preservação ao Patrimônio Cultural do Município (Lei 8.550/2014), organizada por meio da Fundação Gregório de Mattos (FGM). O monumento e seu entorno estão inseridos em Área de Borda Marítima de Salvador, para a qual a atual administração municipal está realizando intervenções buscando a requalificação urbano-ambiental dos seus espaços. Trata-se, portanto, da conservação de um patrimônio, religioso e cultural e da preservação de um dos mais bonitos sítios e importante ponto turístico da capital baiana.

Desde junho deste ano, a Guarda Civil Municipal (GCM) monitora 24 horas por dia a área onde se encontra o Monumento ao Cristo Nosso Senhor, com o objetivo de garantir a preservação do equipamento público e a segurança dos visitantes. Foram instaladas câmeras que permitem que agentes da Guarda possam acompanhar toda e qualquer movimentação nas proximidades do Cristo.

 

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Mais um espaço de lazer foi entregue nesta sexta-feira (10) pela Prefeitura à população: a Praça Benjoim, no Caminho das Árvores. Estiveram presentes na inauguração do local o prefeito ACM Neto e o vice-prefeito Bruno Reis, além de diversas autoridades municipais e representantes do legislativo municipal. A praça conta com elementos produzidos pela fábrica da Companhia de Desenvolvimento Urbano de Salvador (Desal), o que facilita a manutenção dos espaços públicos e gera menos custos para o município. Mais de 63% do equipamento público é composto por áreas verdes, possibilitando maior qualidade de vida aos soteropolitanos.

Na ocasião, o prefeito destacou que espaços como esse devolvem o sentimento de pertencimento do cidadão e transformam o modo como as pessoas vivem. "Esta praça é mais uma prova da Salvador que víamos no passado, e de como ela está no presente e segue o passo olhando pro futuro. A decisão de construir esse espaço aconteceu respeitando a vontade popular, ouvindo o que a comunidade queria através do Ouvindo Nosso Bairro. E essa foi a obra mais votada aqui no bairro", destacou o prefeito. 

A Praça do Benjoim, que ocupa uma área 1191 m², oferece agora aos moradores do entorno atrativos como um espaço infantil com casa de Tarzan, balancinho, mini-quadra, amarelinha e alambrado com armação de metal para entreter as crianças com maior segurança, academias de saúde e musculação, fazendo com que a população possa cuidar da saúde ao ar livre. Há ainda bancos modulares anti-vandalismo, mesas de jogos para todos os públicos, piso intertravado nas cores amarelo e vermelho, acessibilidade, paisagismo, iluminação e comunicação visual. Há ainda um Dog Park, espaço dedicado à diversão dos cachorros.

Mais obras - O prefeito destacou que em um curto espaço de tempo - dois anos - a Prefeitura já efetuou mais de 2,5 mil obras solicitadas pela a população soteropolitana através do programa Ouvindo Nosso Bairro. A estimativa é que as obras que ficaram na segunda colocação das mais votadas sejam todas efetuadas até o próximo ano. Ele ressaltou ainda que outro diferencial da atual gestão municipal, além da proximidade com os cidadãos para ouvir suas demandas, é que 76% dos recursos do erário da Prefeitura estão aplicados nas áreas mais carentes de Salvador. 

 

 

 

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Com lugar cativo no Festival da Primavera, a gastronomia atrai soteropolitanos e turistas ávidos por pratos e bebidas saborosas. A largada para abusar dos sentidos já foi dada em 16 espaços, como bares, pizzarias e restaurantes de Salvador. Mobilizados pela Associação Brasileira de Bares e Restaurantes (Abrasel-BA), esses estabelecimentos estão ofertando receitas especiais a preços promocionais para o público do festival até o próximo dia 30.

Para o presidente da Abrasel, Luiz Henrique do Amaral, o evento é garantia de acréscimo na movimentação. “Sempre tem um reflexo positivo, pois não altera a programação do dia a dia e aumenta o movimento nos estabelecimentos. É um ganho tanto para os bares e restaurantes como para a população, que passa a ter a oportunidade única de programar e conhecer refeições especiais a preços promocionais”, afirmou Amaral.

Os preços das refeições variam de R$15 (crepe do restaurante Saúde Brasil) a R$145,90 (moqueca sertaneja para três pessoas dos restaurantes da rede Kimukeka). O bar Ponte Aérea, por exemplo, conhecido por oferecer uma das cervejas mais geladas da cidade, disponibilizou duas opções: carne do sol desfiada com farofa de banana ou fumeiro, por R$39. O funcionamento é de domingo a domingo, das 11h à 1h, na Rua São Paulo, 404.

No Blue Praia Bar, onde é possível curtir som de DJs às sextas-feiras sem pagar couvert artístico, o prato do festival é peixe assado na palha de bananeira com arroz, vinagrete, farofa e cubos de inhame ao Molho Pesto, por R$89,90. Em dia comum, o prato custa R$108. O bar funciona na praia de Buracão, na Rua Barro Vermelho, 310, no Rio Vermelho, em frente à praia, de domingo a domingo, das 10h às 18h.

Combos – Os restaurantes La Parrilla Porteña, Gibão de Couro e Armazém Paulistano estão comercializando combos com entrada, prato principal e sobremesa por uma média de R$ 50. As entradas variam entre costela suína com molho barbecue, barquinha de tapioca crocante com recheio de carne seca puxado na manteiga de garrafa e requeijão cremoso, sonomono com Kani e Nira com Lula.

Os pratos principais variam entre Baby Beef, Sertanejo de Abóbora e Filet de Salmão com um acompanhamento. As opções completas, restaurantes, endereços e preços podem ser conferidas no site oficial do festival.

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Os últimos ventos de inverno já anunciam as cores, os aromas e o espírito de renovação da Primavera, atiçando o desejo por caminhadas, piqueniques e passeios na companhia de quem se gosta. A capital baiana oferece desde opções naturais, como praias e parques, até eventos criados especialmente para receber a estação das flores com arte e estilo. No caso do Festival da Primavera, são 15 dias de opções culturais e esportivas para todos os gostos.

Dentre as opções a céu aberto, Salvador oferece alternativas de lazer, esporte e contemplação, como ocorre nos faróis da Barra e de Itapuã. São locais onde, além da possibilidade de curtir o gramado e a paisagem do entorno, é possível realizar passeios de bicicletas, manobras de skate ou simplesmente reunir família e amigos para contemplar o pôr do sol.

"Salvador possui paisagens belíssimas e o cidadão está, aos poucos, redescobrindo essas áreas importantes da cidade, à medida que vamos recuperando os espaços", destaca a presidente da Fundação Mário Leal Ferreira (FMLF), Tânia Scofield. A pasta atua na elaboração de projetos municipais de requalificação urbanística.

E não se trata apenas de pontos mais badalados. Lugares como Ribeira, Plataforma e Itacaranha contam também com espaços de convivência bastante movimentados, sejam na orla marítima, que recebeu novos paisagismo, ciclovias e espaços para crianças, seja na Avenida Almeida Brandão, que foi totalmente remodelada e hoje atende à população também nos momentos de lazer.

Parque da Cidade – Destaque na oferta e variedade de espaços verdes e opções de lazer em Salvador, o Parque Joventino Silva, popularmente conhecido como Parque da Cidade, no Itaigara, tem aproximadamente 72 hectares de área útil e está aberto à visitação pública diariamente, das 8h às 17h. Ainda no parque, a tradicional Parede Verde, localizada na entrada do espaço, é um dos cenários preferidos para fazer uma bela foto ou selfie com familiares e amigos. A estrutura possui oito metros de largura por três metros de altura e chama a atenção pela diversidade de cores – azul, roxo, rosa, vermelho e branco – das flores da espécie sampantins.

Festival e maratona – Iniciado no fim de semana, o tradicional Festival da Primavera chega à sexta edição sob a coordenação da Empresa Salvador Turismo (Saltur). O público pôde conferir atrações como a feira Coreto Hype, na Avenida Centenário, e a “Volta no Dique”, comandada pelo projeto Mudei de Nome (ex-Alavontê). Nesta segunda (17), a programação engloba o projeto “Bordando Sonhos” no Acervo da Lage, no São João do Cabrito; e oficinas culturais nos espaços Boca de Brasa Avançar, no Bairro da Paz, e Pracatum, no Candeal.

Dentre as novidades deste ano, o festival marca a antecipação da Maratona Salvador para o mês de setembro; a realização do Rei e Rainha do Mar e da 1ª Primavera no Mar, em São Tomé de Paripe; e a 1ª Festa San Gennaro, no Rio Vermelho. Os Espaços Boca de Brasa também estreiam na programação com diversas oficinas e as atividades esportivas e de lazer ganharam mais espaço, a exemplos do Ruas de Lazer, do 1º Rally Salvador e da competição de crossfit Hero Salvador.

Na parte musical, uma das principais atrações é a apresentação do cantor Lenine, no dia 22, quando a estação das flores entra oficialmente em ação. A programação completa pode ser conferida no site oficial do Festival da Primavera.

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Com apenas dois anos de inaugurada, a Praça do Padre, situada no final de linha de Fazenda Coutos, no Subúrbio Ferroviário, foi totalmente destruída pelo vandalismo. Alambrados, equipamentos da academia, pisos intertravados e até o banco antivandalismo foram arrancados; os brinquedos do parque foram quebrados e o pergolado subtraído.

Por causa da depredação, a Companhia de Desenvolvimento Urbano de Salvador (Desal), autarquia vinculada à Secretaria Municipal de Manutenção (Seman), terá um gasto de R$ 18 mil para recompor a praça inteira, valor que poderia ser utilizado na construção de outra área de lazer na cidade.

Além da depredação, o espaço público, que fica situado na Rua 22 de Março, do bairro, foi feito de lixão pela população. Serviços de limpeza e roçagem foram iniciados na tarde desta quinta-feira (9) por uma equipe da Empresa de Limpeza Urbana de Salvador (Limpurb). Já a manutenção deve iniciar em até 24h, segundo Marcílio Bastos, presidente da Desal.

A depredação do local foi constatada graças ao programa Eu Curto a Minha Praça, que realiza vistorias diárias nas praças da cidade para monitorar a situação desses espaços. Equipes de pintura, serralheria e carpintaria vão ao local, com o auxílio de dois veículos, para fazer a manutenção.

“Essa é a primeira praça que encontramos totalmente destruída. Há outras muito mais antigas, mas nenhuma apresentou um estado de degradação tão grande. Por isso, eu peço a ajuda dos moradores para que preservem o local. A Prefeitura disponibilizou, para o equipamento, o mesmo investimento que tem disponibilizado para os demais bairros da capital, implantando materiais de qualidade. Em contrapartida, as pessoas precisam cuidar”, afirmou Marcílio.

Com o objetivo de conscientizar os moradores, a Desal também entrou em contato com a Ouvidoria do Município para que seja realizada uma campanha educativa com a comunidade. Único equipamento de lazer e entretenimento local, a Praça do Padre foi entregue para a população com espaço infantil, academias de saúde e ginástica, bancos modulares, totem, acessibilidade, mesas de jogos, casa de Tarzan, além de comunicação visual.

Mensalmente, a Desal tem um gasto de R$ 48 mil com o reparo das praças, que, após inauguradas, recebem a visita do órgão a cada três meses. Salvador possui cerca de 250 praças construídas ou reformadas desde 2013. Após passar pela primeira vistoria, esses equipamentos são georreferenciados e acompanhados por meio de banco de dados.

Academias – Nos últimos três meses, a Desal gastou R$ 32 mil com o conserto de academias ao ar livre e a reposição de aparelhos avariados. Foram 11 academias completamente recolhidas com equipamentos quebrados e outras tantas foram interditadas por falta de condições de uso, enquanto os equipamentos são substituídos. Uma estrutura simples, composta por até quatro aparelhos, custa cerca de R$ 8 mil aos cofres municipais.

 

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