Pombas do Cetro da Ancestralidade já estão de volta à Paciência, após intervenção promovida por meio da Fundação Gregório de Mattos (FGM)
O Cetro da Ancestralidade, obra do Mestre Didi localizada na Rua da Paciência, no Rio Vermelho, está com as Pombas de volta após restauração promovida pela Prefeitura, por meio da Fundação Gregório de Mattos (FGM). Os itens da obra de arte, que haviam sofrido atos de vandalismo, foram recolocadas na quinta-feira (22). A recuperação ficou a cargo do Studio Argolo, contratada para executar a obra.
O crime foi cometido seis meses após a inauguração da nova Orla do bairro, tendo uma das pompas da obra totalmente danificada e a outra parcialmente atingida. Na ocasião, ambas as peças foram abandonadas pelo caminho e a hipótese levantada foi de que o acontecimento se deu em mais uma tentativa de furtar material de bronze. Como o material utilizado atualmente é de fibra de vidro, perde o valor comercial para quem pratica esse tipo de vandalismo.
História – Produzido por Mestre Didi em 2001, o Cetro da Ancestralidade possui 7m de altura e é um marco da herança africana. A obra utiliza elementos significativos da própria herança cultural, responsável pelo legado civilizatório que marca a identidade brasileira. Além disso, também simboliza o marco geográfico, pois está localizado de forma a ter como fundo a linha do horizonte, em direção a África.