Área onde está localizado monumento “As Meninas do Brasil” ganhará novos elementos, reforçando potencial turístico do local
A praça que abriga o monumento "As Meninas do Brasil" e que é conhecida popularmente como Praça das Gordinhas, na Avenida Adhemar de Barros, em Ondina, será totalmente recuperada pela Prefeitura, por meio da Secretaria de Manutenção (Seman). A intervenção integra o programa de recuperação de espaços públicos pela Prefeitura e será totalmente custeada com recursos municipais. A previsão é de que a intervenção seja concluída em até sessenta dias.
A praça, com dimensão aproximada de 1 mil m², será totalmente reformada e contará com nova pavimentação, paisagismo, pintura, sinalização e comunicação visual. As placas de identificação das esculturas serão refeitas em aço inox, para evitar o vandalismo, e trarão informações sobre a obra e sua autora em três idiomas - português, inglês e espanhol. A estrutura passará a contar com vigilância 24 horas de agentes da Guarda Municipal.
De acordo com o secretário da Seman, Marcílio Bastos, a ação de recuperação contou com visitas prévias ao local com a artista plástica Eliana Kertész, autora da obra. “Constatamos o potencial turístico da praça e, até por conta disso, foi percebido que o nome 'Praça das Gordinhas' já foi adotado de forma definitiva pela população e deve ser oficializado com a reforma", explica. Os reparos visam ainda possibilitar mais conforto aos visitantes. “Vamos dar ênfase à história e ao significado do monumento, que já faz parte do roteiro cultural da cidade, de forma a introduzir essas informações inclusive no cotidiano de estudantes, tornando assim o aprendizado mais lúdico", destaca.
Obra de arte - Criado em bronze pela artista plástica Eliana Kertész, em 2004, o monumento “As Meninas do Brasil” trazem três esculturas de figuras femininas “gordinhas”, cada uma representando um elemento da formação miscigenada do povo brasileiro. Mariana está voltada para a Europa, enquanto Damiana dirige seu olhar para o continente africano e, por fim, Catarina, que possui traços indígenas como Paraguaçú, esposa de Diogo Álvares, o Caramuru, volta seus olhos para o interior do território brasileiro.