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A Prefeitura continua com o trabalho em ritmo acelerado nas obras da Ladeira do Cacau, localizada no bairro de São Caetano. Iniciada em abril, a intervenção já possui etapas concluídas.

A Prefeitura continua com o trabalho em ritmo acelerado nas obras da Ladeira do Cacau, localizada no bairro de São Caetano. Iniciada em abril, a intervenção já possui etapas concluídas e foram feitas adequações ao projeto, depois de novas vistorias realizadas no local pela Secretaria Municipal de Infraestrutura e Defesa Civil (Sindec).

De acordo com o secretário da pasta, Paulo Fontana, uma dessas alterações é o alargamento da ladeira, assim como a adequação no projeto de algumas contenções, implantação de escadas, grampeamento do solo e implantação de muros em L. Além disso, a drenagem da parte inferior da ladeira recebeu tubos mais largos, de 800mm, substituindo os antigos de 600mm. “É um estudo geral, cada passo é uma nova decisão, um projeto que tem variações a todo o momento. Além disso, procuramos também atender às solicitações feitas pela população, a exemplo da colocação de baia de ônibus na ladeira, na qual vamos estudar a possibilidade”, afirmou Fontana.

Até o momento, já foram gastos R$700 mil na obra de recuperação da Ladeira do Cacau, que tem custo total de R$6 milhões com recursos da Prefeitura, que assumiu a obra em fevereiro deste ano. Segundo o chefe da pasta, a previsão é liberar o tráfego de veículos no local no primeiro semestre de 2015.

Um dos problemas enfrentados na recuperação da ladeira é justamente as construções desordenadas. “Moradores estão criando área de risco na encosta e isso pode causar problemas no futuro”, salientou Fontana. Para isso, a Sindec conta com a ajuda de lideranças comunitárias do bairro e da Secretaria Municipal de Promoção Social e Combate à Pobreza (Semps) para liberação do Aluguel Social a algumas famílias e, posteriormente, a realocação destas para um novo prédio a ser construído pela Prefeitura na localidade para abrigá-las.

Execução - Cinco tipos de técnicas de engenharia são utilizados na obra na encosta, entre elas solo envelopado com cimento, estaca a prado (furo vertical para a construção base para o passeio) e geogrelha (malha de PVC para dar reforço ao aterro). As cinco soluções coordenadas garantirão estabilidade definitiva à encosta, afastando novos riscos de deslizamentos de terra.

A partir de setembro, quando o tempo estará mais seco, será possível dar início à requalificação da pavimentação ao longo de 1,6 mil metros. Do total, 40% do trecho terá o asfalto completamente substituído, incluindo a base de compactação. No trecho restante, será feita a fresagem para retirada da capa asfáltica e implantação de uma nova. Além disso, está prevista a construção de passeios para melhorar as condições de mobilidade para pedestres.

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